Hola. Tentei me cortar, mas não consegui. A história me levou por caminhos tortuosos da minha memória e não pude fazer nada além de contá-los. Espero que curtam. E se tiverem interesse, tem mais contos quentes no meu perfil.
Sofia e eu nos conhecemos na rua, ela bateu violentamente em mim enquanto eu andava distraída. Ela acertou meu lado e depois foi percorrendo meu corpo com o olhar até encontrar o meu. Ela tem um metro e cinquenta, e eu, um e noventa. É magra e o corpo dela é bem estilizado. Os peitos dela são pequenos, estilo limãozinhos. Convidei ela pra levar pra casa dela naquele dia, naquela noite a gente tomou algo num bar e à noite ela veio dormir.
Nossa primeira vez foi complicada. Ela nua parecia uma bonequinha que eu via iluminada pela luz de fora, porque ela pediu pra apagar a luz. Quando a gente ficou pelado, a gente se encarou de pé. Peguei ela pelo pescoço e minhas mãos percorreram os ombros dela até chegar nos peitos, que, sinceramente, me encantaram. Ela começou pelos meus peitos e foi descendo as mãos pelo meu lado até meus quadris, levou uma das mãos pro meu pau. Tava realmente muito dura. Ela, ao sentir e passar a mão, deu um suspiro, deu um passo pra trás e falou:
— Julio. Espera. Não sei se consigo, nunca... eu... não quero que você fique bravo.
— Calma, se você se sentir insegura, a gente para.
— É que seu pau... eu nunca... bom, nunca estive com alguém tão grande... em todos os sentidos.
Olha, não me acho superdotado nem nada, acho que meu pau tá na proporção do meu corpo, só isso. Quando uma parceira consegue me excitar muito, geralmente depois de um boquete longo, pode chegar a vinte e um ou vinte e dois centímetros, então não é nada demais.
Beijei Sofia, peguei a cabeça dela com as duas mãos e falei:
— Sofi, o que você quiser. Quer mais tempo, a gente tem mais tempo. Quer só dormir ou ficar de carinho, não tenho pressa nem quero te apressar.
— Não, amor, eu quero... mas... deixa, deixa eu fazer, tem paciência comigo.
Ela colocou a mão na minha barriga e me empurrou na cama, subiu em cima de mim. Nós nos beijamos, eu acariciava os peitinhos dela e minha mão desceu pra bunda dela. Coloquei a ponta dos dedos nos lábios da buceta dela, ela gemeu e suspirou. A vulva dela foi se abrindo pros meus dedos, e eles entraram nela, meus dedos ficaram molhados e desci até acariciar o clitóris dela com os dedos molhados. Sempre fui convicto de que as baixinhas são as melhores amantes, e com a Sofi não me decepcionei. Ela sentou em cima de mim e colocou uma mão no meu diafragma, a outra pegou meu pau e encaixou na vulva dela, os lábios foram se abrindo, molhando minha glande. Sem soltar meu pau da mão dela, meu pau foi entrando. Como explicar. O roçar, a umidade, cada dobra da buceta dela. Eu sentia tudo, as paredes da buceta dela estavam me fazendo ver estrelas. Era uma glória aquela ppk, eu tava me apaixonando por essa gatinha. Entrou um quarto do meu pau dentro dela, queria sentir mais, roçar mais, coloquei uma mão na cintura dela, mas ela me recusou suavemente. —Deixa, deixa eu fazer. Você tem ele grande,... deixa eu me acostumar, te sinto muito gostoso,... eu faço devagar, tem paciência comigo—. Ela falava entrecortado: —Adoro... mas se me... der de uma vez vai doer—. Ela foi me mergulhando dentro dela aos poucos, em minutos que pareceram uma eternidade. Claramente senti o útero dela com a ponta do meu pau, tinha chegado ao fundo. Sofia gemia, tava tendo um orgasmo gostoso, passei minha mão pelas costas dela e ela tava completamente suada. Ela apertava meu pau com a ppk dela num movimento que eu aprenderia a amar nos próximos meses. Eu fazia uma pressão suave pra cima, não queria me separar do útero dela. Ela começou um movimento curto e suave, e quando meu pau batia no útero dela, ela dava um gemido mais forte. Ficou assim até chegar num segundo orgasmo. Ela saiu e me fez um boquete bem suave com os lábios dela. Mas não aguentei muito. Me levantei e me ajoelhei do lado dela. Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, enfiei entre as pernas dela com meu pau e minha glande entrou na buceta dela super molhada. Vi no olhar dela uma mistura de preocupação e terror, mas ela sabia que estava nas minhas mãos e que não poderia fazer nada se eu quisesse causar dor. Tive que segurar meus instintos sádicos e comecei uma bombada suave e curta, mal mexendo meus quadris. Sofi gemia e sabia que outro orgasmo estava chegando, foi relaxando e as pernas dela caíram primeiro na barriga e depois para os lados, deixando toda a buceta dela exposta. Gozei de novo e eu tirei. — Meu amor, quero seu gozo — disse ela sentando enquanto nos fundíamos num beijo. Ela me chupou de novo, mas dessa vez com mais energia, enquanto eu me jogava para trás com as mãos nos pés dela, a boca dela só conseguia cobrir um terço da minha pica e já dava pra sentir a garganta. Empurrei ela, jogando na cama. Peguei minha pica, batendo uma, e apontei pras tetinhas dela, descarregando todo meu leite nelas. As semanas passaram e fomos nos acertando melhor. Insisti tanto no sexo anal que ela se animou a fazer e descobri que, depois que a bundinha pequena dela se adaptou à minha pica, dava pra meter tudo sem problemas. Com duas semanas, ela já morava comigo e eu propus que ela se mudasse de vez. Nos acertamos bem no sexo e como casal. Depois de três meses, ela me pergunta: — Já fez um suruba alguma vez? — Já, amor — falei, enquanto ela levantava as sobrancelhas: — Olha só — disse ela, safada — E como é? — Amor, é perfeito se estiver com as pessoas certas. — Com dois homens ou duas mulheres? — Ambos. — Não pensei que você tivesse tanta experiência, hein!!! — disse ela — Uma amiga do trabalho contou que fez com o namorado. Ela me pediu pra contar tudo com detalhes, e resolvi contar todas as minhas fodas em grupo. — Não tá mentindo... tá me zoando mesmo... — dizia ela enquanto eu contava. O assunto ficou por ali depois de uma longa trepada. Um dia fomos almoçar na casa da irmã dela (que por sinal era uma gostosa), mas me interessou mais uma foto da Sofi quando criança, com roupa de bailarina de patinação. Na foto, ela estava parada numa perna patinando e a outra totalmente levantada atrás da nuca. — Uau!!! Isso não é esperava-. -Sabe o que era o pior-. Disse a irmã da Sofi -Essa gostosa fazia com as duas pernas, parecia que ia quebrar-. -Incrível, não pensei que você fosse tão flexível, amor-. A ideia ficou gravada a fogo na minha mente, naquela noite não consegui evitar de falar pra ela. -Faz dez anos que não faço isso- se desculpou com um pouco de irritação. Foi tomar banho e quando voltou só de calcinha branca me viu deitado na cama com o pau duro. -Hooo!!! E isso quem fez-. Disse enquanto se deitava ao meu lado. -Te imaginei como patinadora, amor-. -Nossa, que chato-. -Vai lá-. Falei sorrindo. Ela se mexeu um pouco, respirou fundo e lentamente levantou a perna, cruzou o braço por baixo e magicamente o tornozelo estava atrás da nuca. -Genial-. Falei extasiado, olhando pra ela, minha mão tocou a coxa esticada e começou a descer em direção à buceta dela. -Você é um pervertido, filho da puta-. Obviamente queria ver aquela menina de doze anos, queria que ela virasse minha boneca. Ela olhou nos meus olhos, meus dedos já brincavam por cima da calcinha. Ajudei um pouco com a outra perna e num instante ela estava com os tornozelos atrás da nuca e as duas pernas sobre meus ombros, olhei pra ela um momento, percorri com os olhos até chegar na buceta dela. Não resisti e me joguei de cabeça, puxei a calcinha de lado e meus lábios se uniram aos outros lábios dela. Uma perna escapou por causa da contração. Então me levantei e peguei meu cinto, levantei as perninhas dela de novo e amarrei os tornozelos firmemente atrás da nuca. E pronto, tinha minha boneca perfeita, o que veio depois foi uma fodida de umas 3 horas, eu a carregava pra lá e pra cá, segurando pelas axilas, no sofá, na cozinha, apoiei ela na ponta da mesa e sentei ali pra chupar a buceta e o cu dela. Eu gozei duas vezes, uma na buceta dela e outra no fundo do cu, ela teve mais de 4 orgasmos que eu percebi. Foi assim que comecei a comprar algemas, prendedores, chicotes e mordaças. E a gente usava uma ou duas vezes por semana e até coloquei uns ganchos bem firmes na parede. A sala e a antessala aguentavam bem seus 45 quilos, pra poder pendurá-la lá pelos tornozelos e estuprá-la à vontade. Um dia, a ideia de um ménage voltou à mente dela. Falei que, se ela quisesse, eu organizaria tudo pro próximo fim de semana. — E quem você tem em mente? — perguntou a Sofi. — O Luís tá solteiro e com certeza não vai ter problema de vir uma noite jantar. — Ela pensou um pouco e depois disse: — Ok, amor, deixo nas suas mãos. — O Luís era um colega meu de trabalho. A Sofi já conhecia ele, porque várias vezes ele tinha ido me buscar no fim do expediente e eu os apresentei. O Luís era bissexual e fazia dois meses que tinha terminado um relacionamento. O que não contei pra Sofi é que, em algumas ocasiões, o Luís tinha me chupado a pica. Um dia de trabalho, voltamos tarde pra empresa. Antes de ir embora, resolvi tomar um banho, e ele me seguiu. Entrou no chuveiro primeiro, se despindo. Era fisicamente menor que eu, mas a musculatura dele era muito mais definida que a minha. Fui pegar minha roupa e voltei só de cueca, me descobri com o pau meio duro. — O dia te deixou estressado — ele disse, olhando pro meu volume. — Deixa eu te ajudar. — Quando ele tocou meu cacete, eu pulei. Em segundos, ele tava me dando uma punheta-chupada de puta de primeira, e eu gozei direto na boca dele. Foi assim que a gente tava quando chegou a sexta. Comprei um conjunto novo pra Sofi: minissaia de couro, meia com liga, algemas de couro e mordaça. Na hora marcada, o Luís chegou com vinho, e a Sofi recebeu ele. Ela tava muito puta com a mini e as meias, e uma camisola preta com um decote que deixava ver os peitinhos dela empinados pelo sutiã. A gente conversou e comeu frugalmente. Pedi pra Sofi fazer um café. Ela foi pra cozinha, e em alguns minutos fui atrás dela. Passei a mão no pescoço dela. Desci até o decote, desabotoando a camisola, acariciando o corpo dela enquanto ela fechava os olhos. Tirei a mini e a calcinha dela. A Sofi me olhou. Peguei ela, levantei e sentei na bancada. Abri uma gaveta e tirei umas algemas de couro preto. — Sério, vai me expor assim? Como a mais vadia das gostosas? — sussurrou pra mim enquanto eu colocava os tornozelos dela na nuca e amarrava, e coloquei a mordaça que tinha uma bola pra boca dela. Levei ela e pendurei no corredor. Voltei pra cozinha e levei o café pro Luis. Quando terminamos de tomar, falei: — Ó Luis, organizei uma festa pro nosso prazer entre homens. — Show — ele respondeu. — Mas a Sofia, o que ela vai dizer? — Ela é obrigada a concordar. — Ahh, beleza, vamos. — Não, é aqui mesmo. Chegamos no corredor e o Luis viu ela pendurada lá, ficou completamente de boca aberta, surpreso. — Ficou sem palavras — falei pro Luis. — Mas mesmo assim você ficou de pau duro. — Como não, a Sofia sempre me pareceu uma delícia… e agora… — Despendura nossa boneca pra gente usar ela direito. O Luis despendurou ela e levamos pra mesa da sala, começamos a tocar ela, nossos dedos iam e vinham na cancha da Sofia, que só conseguia gemer. A buceta dela tava soltando uma quantidade industrial de lubrificação. Massageamos o clitóris dela e chupamos os peitos dela com gosto. Fomos tirando a roupa e nossas picas já tavam bem duras. A cock do Luis era mais curta que a minha, mas mais grossa. O Luis ficou na frente da Sofia, que olhava pra ele ansiosa. Ele encostou a cock na buceta dela e começou a mexer pra cima e pra baixo. Enquanto isso, meus dedos estavam no clitóris da Sofia. Peguei a cock do meu amigo e posicionei de um jeito que, quando ele empurrou, a cabeça do pênis entrou dentro dela. A Sofia mexia e contraía a pélvis violentamente. O Luis não parou e, a cada bombada, foi enfiando até que a cock inteira desapareceu dentro da Sofia. Agarrou ela pela cintura e começou uma metida rápida. Notei que a Sofia tava gozando, e tirei a mordaça dela. — Buceta, que cock gostosa que tu tem — ela conseguiu falar antes de receber minha cock, que tapou a boca dela. Fizemos a troca: o Luis enfiou à força o pau grosso dele na boca da Sofia, que abria o máximo que podia pra engolir. O Luis viu que eu não tava enfiando toda a cock na Sofia e falou: — Mano, não consegue meter ela toda? — Claro que consigo, Olha—. Disse eu, saindo da buceta molhada da Sofía e começando a forçar o canal anal dela. A Sofía deu um gritinho quando consegui dilatar. Num instante, já estava com a pica toda enfiada no cu dela e as costas da Sofía formando uma poça de suor na mesa de vidro. —Deus, como sua gatinha goza—. Disse o Luis. Ele se aproximou da gente e se abaixou pra chupar a buceta dela enquanto minha ferramenta trabalhava no cu dela. Saí de dentro da Sofía e o Luis virou ela sobre a mesa, deu umas palmadas que fizeram ela gritar e na sequência apontou a pica dele pro buraco já dilatado. Não foi tão fácil, apesar de ter abrigado minha pica, a pica do Luis era mais grossa e a Sofía custou pra adaptar o cu a esse novo intruso. O Luis, com a pica ainda dentro, levantou ela no ar, fazia ela subir e descer e o pau dele se enterrava bem fundo nela. Decidi entrar também, ajustei minha pica me abaixando e entrei na buceta dela. A Sofía gemia sem parar enquanto nossas porradas faziam maravilhas dentro dela. Ela estava encharcada de suor e nossas quatro mãos subiam e desciam ela cada vez mais rápido. Não aguentamos mais e os dois gozamos dentro dela, sentia meu sêmen escapando da buceta dela, descendo pelo meu pau e pingando nas minhas bolas. Quando o Luis tirou, saiu um pouco de merda, sêmen e sangue tudo misturado. Coloquei a mordaça de novo nela, acomodei no sofá e o Luis e eu fomos tomar banho. Voltamos e servi uns uísques com gelo. —Se divertiu?— Perguntei. —A buceta dela é sensacional, e o cu tão apertado—. Disse o Luis. Continuamos falando da boneca. Fiquei duro de novo e o Luis veio pro meu lado do sofá, pegou minha pica e começou a chupar. Pena que não tinha uma câmera, porque a cara da Sofía não tinha preço. —Ummm junnn hummm—. Ela dizia, o que eu traduzia como um insulto. Fiz sinal pro Luis cuidar dela, e logo ele colocou ela sobre um sofá e começou a meter nela pela vagina. —Ummmm, jummummm—. Ela repetia enquanto a pica do Luis arrasava a buceta dela com violentas estocadas. Tirei a mordaça da Sofia e enfiei a pica nela. —Safada, tá bebendo meu uísque, tá dando pra minha mulher e tudo na minha própria casa… agora vai ver o que acontece com filhos da puta como você—. Gritei pro Luis. Lambri meu pau com saliva, Sofia me olhou com os olhos arregalados, Luis segurou Sofia pelo ombro e pelos quadris, puxando ela bem junto do corpo dele, enterrando o pau até o fundo, depois levantou uma perna dela no sofá pra me dar acesso. Fui enfiando —Ahhh!!! Ahhh!!!—. Ela gemia. —Tá doendo, putinha? Mas parece que cê gosta—. Sofia falou pra ela. Sofia agarrou a cabeça dele e se beijaram, se fundindo em gemidos. Quando eu tinha penetrado o Luis até a metade, comecei a bombar, enfiei até o talo. Assim fizemos tipo um trenzinho e logo os três gozamos, eu dentro do Luis, Luis dentro da Sofia e ela molhando o pau do meu amigo-amante com o leite dela. Cinco anos durou nosso relacionamento, tempo em que cometemos todas as safadezas sexuais que podíamos imaginar. Até que a Sofia falou chega e me disse que queria separar, tava cansada de ser minha boneca e queria mudar de vida. Não terminamos mal, mas por duas semanas não nos vimos nem falamos, até que fico sabendo que ela ia casar — pelo visto no último ano comigo ela levou uma vida quase paralela, com namorado e tudo. Hoje tem dois filhos e é casada. Encontrei ela cinco anos depois do término na rua, me apresentou o marido, um cara maneiro, e os filhos dela, uma menina e um menino. Me afastei deles e continuei andando pela cidade, mas não conseguia lembrar de nada além da minha boneca mansa.
Sofia e eu nos conhecemos na rua, ela bateu violentamente em mim enquanto eu andava distraída. Ela acertou meu lado e depois foi percorrendo meu corpo com o olhar até encontrar o meu. Ela tem um metro e cinquenta, e eu, um e noventa. É magra e o corpo dela é bem estilizado. Os peitos dela são pequenos, estilo limãozinhos. Convidei ela pra levar pra casa dela naquele dia, naquela noite a gente tomou algo num bar e à noite ela veio dormir.
Nossa primeira vez foi complicada. Ela nua parecia uma bonequinha que eu via iluminada pela luz de fora, porque ela pediu pra apagar a luz. Quando a gente ficou pelado, a gente se encarou de pé. Peguei ela pelo pescoço e minhas mãos percorreram os ombros dela até chegar nos peitos, que, sinceramente, me encantaram. Ela começou pelos meus peitos e foi descendo as mãos pelo meu lado até meus quadris, levou uma das mãos pro meu pau. Tava realmente muito dura. Ela, ao sentir e passar a mão, deu um suspiro, deu um passo pra trás e falou:
— Julio. Espera. Não sei se consigo, nunca... eu... não quero que você fique bravo.
— Calma, se você se sentir insegura, a gente para.
— É que seu pau... eu nunca... bom, nunca estive com alguém tão grande... em todos os sentidos.
Olha, não me acho superdotado nem nada, acho que meu pau tá na proporção do meu corpo, só isso. Quando uma parceira consegue me excitar muito, geralmente depois de um boquete longo, pode chegar a vinte e um ou vinte e dois centímetros, então não é nada demais.
Beijei Sofia, peguei a cabeça dela com as duas mãos e falei:
— Sofi, o que você quiser. Quer mais tempo, a gente tem mais tempo. Quer só dormir ou ficar de carinho, não tenho pressa nem quero te apressar.
— Não, amor, eu quero... mas... deixa, deixa eu fazer, tem paciência comigo.
Ela colocou a mão na minha barriga e me empurrou na cama, subiu em cima de mim. Nós nos beijamos, eu acariciava os peitinhos dela e minha mão desceu pra bunda dela. Coloquei a ponta dos dedos nos lábios da buceta dela, ela gemeu e suspirou. A vulva dela foi se abrindo pros meus dedos, e eles entraram nela, meus dedos ficaram molhados e desci até acariciar o clitóris dela com os dedos molhados. Sempre fui convicto de que as baixinhas são as melhores amantes, e com a Sofi não me decepcionei. Ela sentou em cima de mim e colocou uma mão no meu diafragma, a outra pegou meu pau e encaixou na vulva dela, os lábios foram se abrindo, molhando minha glande. Sem soltar meu pau da mão dela, meu pau foi entrando. Como explicar. O roçar, a umidade, cada dobra da buceta dela. Eu sentia tudo, as paredes da buceta dela estavam me fazendo ver estrelas. Era uma glória aquela ppk, eu tava me apaixonando por essa gatinha. Entrou um quarto do meu pau dentro dela, queria sentir mais, roçar mais, coloquei uma mão na cintura dela, mas ela me recusou suavemente. —Deixa, deixa eu fazer. Você tem ele grande,... deixa eu me acostumar, te sinto muito gostoso,... eu faço devagar, tem paciência comigo—. Ela falava entrecortado: —Adoro... mas se me... der de uma vez vai doer—. Ela foi me mergulhando dentro dela aos poucos, em minutos que pareceram uma eternidade. Claramente senti o útero dela com a ponta do meu pau, tinha chegado ao fundo. Sofia gemia, tava tendo um orgasmo gostoso, passei minha mão pelas costas dela e ela tava completamente suada. Ela apertava meu pau com a ppk dela num movimento que eu aprenderia a amar nos próximos meses. Eu fazia uma pressão suave pra cima, não queria me separar do útero dela. Ela começou um movimento curto e suave, e quando meu pau batia no útero dela, ela dava um gemido mais forte. Ficou assim até chegar num segundo orgasmo. Ela saiu e me fez um boquete bem suave com os lábios dela. Mas não aguentei muito. Me levantei e me ajoelhei do lado dela. Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, enfiei entre as pernas dela com meu pau e minha glande entrou na buceta dela super molhada. Vi no olhar dela uma mistura de preocupação e terror, mas ela sabia que estava nas minhas mãos e que não poderia fazer nada se eu quisesse causar dor. Tive que segurar meus instintos sádicos e comecei uma bombada suave e curta, mal mexendo meus quadris. Sofi gemia e sabia que outro orgasmo estava chegando, foi relaxando e as pernas dela caíram primeiro na barriga e depois para os lados, deixando toda a buceta dela exposta. Gozei de novo e eu tirei. — Meu amor, quero seu gozo — disse ela sentando enquanto nos fundíamos num beijo. Ela me chupou de novo, mas dessa vez com mais energia, enquanto eu me jogava para trás com as mãos nos pés dela, a boca dela só conseguia cobrir um terço da minha pica e já dava pra sentir a garganta. Empurrei ela, jogando na cama. Peguei minha pica, batendo uma, e apontei pras tetinhas dela, descarregando todo meu leite nelas. As semanas passaram e fomos nos acertando melhor. Insisti tanto no sexo anal que ela se animou a fazer e descobri que, depois que a bundinha pequena dela se adaptou à minha pica, dava pra meter tudo sem problemas. Com duas semanas, ela já morava comigo e eu propus que ela se mudasse de vez. Nos acertamos bem no sexo e como casal. Depois de três meses, ela me pergunta: — Já fez um suruba alguma vez? — Já, amor — falei, enquanto ela levantava as sobrancelhas: — Olha só — disse ela, safada — E como é? — Amor, é perfeito se estiver com as pessoas certas. — Com dois homens ou duas mulheres? — Ambos. — Não pensei que você tivesse tanta experiência, hein!!! — disse ela — Uma amiga do trabalho contou que fez com o namorado. Ela me pediu pra contar tudo com detalhes, e resolvi contar todas as minhas fodas em grupo. — Não tá mentindo... tá me zoando mesmo... — dizia ela enquanto eu contava. O assunto ficou por ali depois de uma longa trepada. Um dia fomos almoçar na casa da irmã dela (que por sinal era uma gostosa), mas me interessou mais uma foto da Sofi quando criança, com roupa de bailarina de patinação. Na foto, ela estava parada numa perna patinando e a outra totalmente levantada atrás da nuca. — Uau!!! Isso não é esperava-. -Sabe o que era o pior-. Disse a irmã da Sofi -Essa gostosa fazia com as duas pernas, parecia que ia quebrar-. -Incrível, não pensei que você fosse tão flexível, amor-. A ideia ficou gravada a fogo na minha mente, naquela noite não consegui evitar de falar pra ela. -Faz dez anos que não faço isso- se desculpou com um pouco de irritação. Foi tomar banho e quando voltou só de calcinha branca me viu deitado na cama com o pau duro. -Hooo!!! E isso quem fez-. Disse enquanto se deitava ao meu lado. -Te imaginei como patinadora, amor-. -Nossa, que chato-. -Vai lá-. Falei sorrindo. Ela se mexeu um pouco, respirou fundo e lentamente levantou a perna, cruzou o braço por baixo e magicamente o tornozelo estava atrás da nuca. -Genial-. Falei extasiado, olhando pra ela, minha mão tocou a coxa esticada e começou a descer em direção à buceta dela. -Você é um pervertido, filho da puta-. Obviamente queria ver aquela menina de doze anos, queria que ela virasse minha boneca. Ela olhou nos meus olhos, meus dedos já brincavam por cima da calcinha. Ajudei um pouco com a outra perna e num instante ela estava com os tornozelos atrás da nuca e as duas pernas sobre meus ombros, olhei pra ela um momento, percorri com os olhos até chegar na buceta dela. Não resisti e me joguei de cabeça, puxei a calcinha de lado e meus lábios se uniram aos outros lábios dela. Uma perna escapou por causa da contração. Então me levantei e peguei meu cinto, levantei as perninhas dela de novo e amarrei os tornozelos firmemente atrás da nuca. E pronto, tinha minha boneca perfeita, o que veio depois foi uma fodida de umas 3 horas, eu a carregava pra lá e pra cá, segurando pelas axilas, no sofá, na cozinha, apoiei ela na ponta da mesa e sentei ali pra chupar a buceta e o cu dela. Eu gozei duas vezes, uma na buceta dela e outra no fundo do cu, ela teve mais de 4 orgasmos que eu percebi. Foi assim que comecei a comprar algemas, prendedores, chicotes e mordaças. E a gente usava uma ou duas vezes por semana e até coloquei uns ganchos bem firmes na parede. A sala e a antessala aguentavam bem seus 45 quilos, pra poder pendurá-la lá pelos tornozelos e estuprá-la à vontade. Um dia, a ideia de um ménage voltou à mente dela. Falei que, se ela quisesse, eu organizaria tudo pro próximo fim de semana. — E quem você tem em mente? — perguntou a Sofi. — O Luís tá solteiro e com certeza não vai ter problema de vir uma noite jantar. — Ela pensou um pouco e depois disse: — Ok, amor, deixo nas suas mãos. — O Luís era um colega meu de trabalho. A Sofi já conhecia ele, porque várias vezes ele tinha ido me buscar no fim do expediente e eu os apresentei. O Luís era bissexual e fazia dois meses que tinha terminado um relacionamento. O que não contei pra Sofi é que, em algumas ocasiões, o Luís tinha me chupado a pica. Um dia de trabalho, voltamos tarde pra empresa. Antes de ir embora, resolvi tomar um banho, e ele me seguiu. Entrou no chuveiro primeiro, se despindo. Era fisicamente menor que eu, mas a musculatura dele era muito mais definida que a minha. Fui pegar minha roupa e voltei só de cueca, me descobri com o pau meio duro. — O dia te deixou estressado — ele disse, olhando pro meu volume. — Deixa eu te ajudar. — Quando ele tocou meu cacete, eu pulei. Em segundos, ele tava me dando uma punheta-chupada de puta de primeira, e eu gozei direto na boca dele. Foi assim que a gente tava quando chegou a sexta. Comprei um conjunto novo pra Sofi: minissaia de couro, meia com liga, algemas de couro e mordaça. Na hora marcada, o Luís chegou com vinho, e a Sofi recebeu ele. Ela tava muito puta com a mini e as meias, e uma camisola preta com um decote que deixava ver os peitinhos dela empinados pelo sutiã. A gente conversou e comeu frugalmente. Pedi pra Sofi fazer um café. Ela foi pra cozinha, e em alguns minutos fui atrás dela. Passei a mão no pescoço dela. Desci até o decote, desabotoando a camisola, acariciando o corpo dela enquanto ela fechava os olhos. Tirei a mini e a calcinha dela. A Sofi me olhou. Peguei ela, levantei e sentei na bancada. Abri uma gaveta e tirei umas algemas de couro preto. — Sério, vai me expor assim? Como a mais vadia das gostosas? — sussurrou pra mim enquanto eu colocava os tornozelos dela na nuca e amarrava, e coloquei a mordaça que tinha uma bola pra boca dela. Levei ela e pendurei no corredor. Voltei pra cozinha e levei o café pro Luis. Quando terminamos de tomar, falei: — Ó Luis, organizei uma festa pro nosso prazer entre homens. — Show — ele respondeu. — Mas a Sofia, o que ela vai dizer? — Ela é obrigada a concordar. — Ahh, beleza, vamos. — Não, é aqui mesmo. Chegamos no corredor e o Luis viu ela pendurada lá, ficou completamente de boca aberta, surpreso. — Ficou sem palavras — falei pro Luis. — Mas mesmo assim você ficou de pau duro. — Como não, a Sofia sempre me pareceu uma delícia… e agora… — Despendura nossa boneca pra gente usar ela direito. O Luis despendurou ela e levamos pra mesa da sala, começamos a tocar ela, nossos dedos iam e vinham na cancha da Sofia, que só conseguia gemer. A buceta dela tava soltando uma quantidade industrial de lubrificação. Massageamos o clitóris dela e chupamos os peitos dela com gosto. Fomos tirando a roupa e nossas picas já tavam bem duras. A cock do Luis era mais curta que a minha, mas mais grossa. O Luis ficou na frente da Sofia, que olhava pra ele ansiosa. Ele encostou a cock na buceta dela e começou a mexer pra cima e pra baixo. Enquanto isso, meus dedos estavam no clitóris da Sofia. Peguei a cock do meu amigo e posicionei de um jeito que, quando ele empurrou, a cabeça do pênis entrou dentro dela. A Sofia mexia e contraía a pélvis violentamente. O Luis não parou e, a cada bombada, foi enfiando até que a cock inteira desapareceu dentro da Sofia. Agarrou ela pela cintura e começou uma metida rápida. Notei que a Sofia tava gozando, e tirei a mordaça dela. — Buceta, que cock gostosa que tu tem — ela conseguiu falar antes de receber minha cock, que tapou a boca dela. Fizemos a troca: o Luis enfiou à força o pau grosso dele na boca da Sofia, que abria o máximo que podia pra engolir. O Luis viu que eu não tava enfiando toda a cock na Sofia e falou: — Mano, não consegue meter ela toda? — Claro que consigo, Olha—. Disse eu, saindo da buceta molhada da Sofía e começando a forçar o canal anal dela. A Sofía deu um gritinho quando consegui dilatar. Num instante, já estava com a pica toda enfiada no cu dela e as costas da Sofía formando uma poça de suor na mesa de vidro. —Deus, como sua gatinha goza—. Disse o Luis. Ele se aproximou da gente e se abaixou pra chupar a buceta dela enquanto minha ferramenta trabalhava no cu dela. Saí de dentro da Sofía e o Luis virou ela sobre a mesa, deu umas palmadas que fizeram ela gritar e na sequência apontou a pica dele pro buraco já dilatado. Não foi tão fácil, apesar de ter abrigado minha pica, a pica do Luis era mais grossa e a Sofía custou pra adaptar o cu a esse novo intruso. O Luis, com a pica ainda dentro, levantou ela no ar, fazia ela subir e descer e o pau dele se enterrava bem fundo nela. Decidi entrar também, ajustei minha pica me abaixando e entrei na buceta dela. A Sofía gemia sem parar enquanto nossas porradas faziam maravilhas dentro dela. Ela estava encharcada de suor e nossas quatro mãos subiam e desciam ela cada vez mais rápido. Não aguentamos mais e os dois gozamos dentro dela, sentia meu sêmen escapando da buceta dela, descendo pelo meu pau e pingando nas minhas bolas. Quando o Luis tirou, saiu um pouco de merda, sêmen e sangue tudo misturado. Coloquei a mordaça de novo nela, acomodei no sofá e o Luis e eu fomos tomar banho. Voltamos e servi uns uísques com gelo. —Se divertiu?— Perguntei. —A buceta dela é sensacional, e o cu tão apertado—. Disse o Luis. Continuamos falando da boneca. Fiquei duro de novo e o Luis veio pro meu lado do sofá, pegou minha pica e começou a chupar. Pena que não tinha uma câmera, porque a cara da Sofía não tinha preço. —Ummm junnn hummm—. Ela dizia, o que eu traduzia como um insulto. Fiz sinal pro Luis cuidar dela, e logo ele colocou ela sobre um sofá e começou a meter nela pela vagina. —Ummmm, jummummm—. Ela repetia enquanto a pica do Luis arrasava a buceta dela com violentas estocadas. Tirei a mordaça da Sofia e enfiei a pica nela. —Safada, tá bebendo meu uísque, tá dando pra minha mulher e tudo na minha própria casa… agora vai ver o que acontece com filhos da puta como você—. Gritei pro Luis. Lambri meu pau com saliva, Sofia me olhou com os olhos arregalados, Luis segurou Sofia pelo ombro e pelos quadris, puxando ela bem junto do corpo dele, enterrando o pau até o fundo, depois levantou uma perna dela no sofá pra me dar acesso. Fui enfiando —Ahhh!!! Ahhh!!!—. Ela gemia. —Tá doendo, putinha? Mas parece que cê gosta—. Sofia falou pra ela. Sofia agarrou a cabeça dele e se beijaram, se fundindo em gemidos. Quando eu tinha penetrado o Luis até a metade, comecei a bombar, enfiei até o talo. Assim fizemos tipo um trenzinho e logo os três gozamos, eu dentro do Luis, Luis dentro da Sofia e ela molhando o pau do meu amigo-amante com o leite dela. Cinco anos durou nosso relacionamento, tempo em que cometemos todas as safadezas sexuais que podíamos imaginar. Até que a Sofia falou chega e me disse que queria separar, tava cansada de ser minha boneca e queria mudar de vida. Não terminamos mal, mas por duas semanas não nos vimos nem falamos, até que fico sabendo que ela ia casar — pelo visto no último ano comigo ela levou uma vida quase paralela, com namorado e tudo. Hoje tem dois filhos e é casada. Encontrei ela cinco anos depois do término na rua, me apresentou o marido, um cara maneiro, e os filhos dela, uma menina e um menino. Me afastei deles e continuei andando pela cidade, mas não conseguia lembrar de nada além da minha boneca mansa.
1 comentários - Minha bonequinha mansa