Tudo começou no dia em que fomos pro sítio do vô Fabião. Íamos passar o fim de semana: meus pais, minha esposa e uns compadres. Todo mundo adorava ir pra piscina, principalmente a Marina, minha esposa. Ela sempre era a primeira a entrar na água. A vida inteira praticou natação e era uma expert nadando, o que também ajudava a manter a boa forma. As cadeiras largas, a bunda grande e os peitões enormes dela sempre chamavam atenção. Quando minha esposa saiu do nosso quarto de biquíni, chamou a atenção de todo mundo ali. Os peitos e a bunda balançavam pra todo lado enquanto ela caminhava. Quando pulou na piscina e molhou aquele corpo todo, os biquinhos morenos dela ficaram bem marcados no biquíni branco. Meu compadre Héctor e meu pai olhavam pra ela e, pra ser sincero, nem disfarçavam muito. Cada vez que a Marina pulava ou virava de costas, eles não tiravam os olhos. Apesar da idade, minha esposa era meio inocente e não percebia o que tava rolando. Depois de um tempo, minha mãe e minha comadre saíram com um biquíni igual ao da minha esposa — tinham escolhido o mesmo modelo, um biquíni minúsculo. Na minha mãe, dava pra ver a bunda enorme. A pele branca e o cabelão comprido dela faziam um contraste danado com aquele biquíni preto. Já minha comadre Alondra era uma mulher que malhava muito, e, assim como minha esposa, o biquíni branco caía super bem naquele corpo atlético e bem torneado. As três entraram na piscina, e eu preciso confessar: nós, os três homens, olhávamos pra aquelas três mulheres com luxúria e desejo. A gente já tava todo mundo bêbado, e a Marina saiu da piscina pra pegar uma toalha pra minha mãe. Meu pai levantou da cadeira, meio cambaleando, e falou pra Marina: "Eu te ajudo a procurar a toalha, nora querida". Passou um tempo e nenhum dos dois voltava. Isso me pareceu estranho, até porque já tava um pouco tarde, minha mãe começou a sentir frio e queria sair da água. Me ofereci pra ir ver o que tinha acontecido com a tal toalha. Antes de chegar, vi a porta do quarto entreaberta. e uma luz acesa no fundo, conforme eu me aproximava, começaram a se ouvir uns soluços, entrei devagar sem fazer barulho e meu pai estava com minha esposa Marina jogada na cama, ele por cima dela, aí vi que o biquíni da minha esposa estava jogado de lado na cama, e minha esposa estava com as pernas bem abertas sobre os ombros do papai, que estava comendo ela enquanto Marina mordia um travesseiro pra não fazer tanto barulho, tinha um espelho perto deles e de longe pude ver Marina apertar os lençóis com as mãos, enquanto meu pai comia ela com tudo, ten cock slut, ten cock slut, ten cock slut, era o que ele dizia a cada metida que dava, os rangidos da cama e os soluços da minha esposa soavam cada vez mais forte e a coitada aguentava como podia aquela fodida que o sogro dava nela, fiquei imóvel e sem perceber meu pau começou a ficar duro, não sabia o que fazer, meu pai estava comendo minha esposa e ela estava adorando como uma louca, deixa eu ficar de quatro, seu Luis, pra me comer de cachorrinho, disse Marina pro meu pai, pra depois levantar aquela bunda enorme já molhada e depois abrir com as próprias mãos pra oferecer pro meu pai, que olhava hipnotizado pra aquela bunda tão grande e gostosa, meu pai pegou ela pelo cabelo e de uma só estocada atravessou ela inteira, Marina não conseguiu segurar o grito e se ouviu que delíciaaaa, que delícia, me dá pau, me dá pau, seu, talvez tivessem passado uns 10 minutos até então e eu não aguentei mais, decidi fazer alguma coisa, cuidando pra não fazer barulho tirei a cueca e com o pau durasso e pulsando fui me aproximando deles devagar, papai virou e não disse nada, só sorriu um pouco mas continuou comendo minha esposa, eles não conseguiam parar, aquela bunda era deliciosa demais pra deixar assim, enquanto isso Marina me olhou e fez cara de choro mas não parava de rebolar a bunda pra trás cada vez que atravessavam ela, quando viu meu pau, ela mostrou a língua e lambeu os lábios, você gosta, amor? você gosta como tão comendo a sua Esposa, dei uma tapa com meu pau e falei: você é uma puta, Marina, uma maldita puta, e agora vai ver o que é bom. Foi a única coisa que consegui dizer antes do meu pai começar a bater na bunda dela e puxar o cabelo. "Agora grita, puta", meu pai disse pra Marina, que começou a berrar e gritar: "assim, papai, assim, papai, assim, papai, mostra como você me come, mostra como eu gosto, siiiim, siiiim", enquanto meu pai metia com tudo na puta da minha esposa. Antes de gozar, ele falou: "toma o pau todo, toma tudooo!!". Meu pai gozou na bunda da minha esposa Marina, e ela gemia e curtia aquela surra de rola que o sogrão dava nela.Não vi quando dona Rebeca entrou no quarto e correu pra cima do meu pai pra encher ele de porrada, mas eu segurei ela puxando pelo braço, e minha mãe caiu de boca no chão. Quando vi aquele par de bundão enorme, me joguei nela e, como se minha mãe fosse uma gostosa, montei nela. Minha mãe tentou me tirar, mas a Marina segurou ela pra eu abrir a bunda dela de uma vez, enquanto com minhas mãos fui abrindo até ver o cu dela, que cuspi e depois enfiei o dedo. "Filhinho, filhinho, o que você tá fazendo?", minha mãe dizia enquanto meu dedo entrava cada vez mais fundo no cu dela. "Vão comer ela", dona Rebeca, a Marina falou pra minha mãe: "fica quieta que vão te comer bem gostoso pra você parar de ser metida". Meu pai tava sentado na cama só olhando o que faziam com a esposa dele. Depois de abrir o cu dela por completo, coloquei a ponta do meu pau entre as nádegas dela. Minha mãe tentou levantar de novo, mas a Marina puxou o cabelo dela: "quieta, sua puta", gritou. Finalmente, enfiei devagar, pra sentir como ia entrando tudo entre as nádegas dela. Minha mãe apertava meu pau com força, o cu virgem dela era muito apertado e apertava demais, por isso comecei a cair em cima dela uma vez e outra, e na última enfiada não aguentei mais e gozei na bunda dela. Tirei o pau ainda escorrendo, e a Marina aproveitou pra correr e chupar o leite que ainda brotava do meu pau e com pura lambida deixou ele totalmente limpo enquanto minha mãe soluçava no chão com a buceta toda arrombada...
2 comentários - Mamãe de cuzinho arrombado