Essa é uma história que eu queria contar há anos. Como não sou o único protagonista, tive que esperar que todos concordassem. Todos os fatos são reais e, óbvio, vamos mudar os nomes e alguns detalhes.
Pra começar a dar contexto, vou contar que a melhor experiência sexual que já tive começou há dez anos. Meu nome é Fernando, sou de Mendoza e sou arquiteto. Venho de uma família de trabalhadores onde meus pais encheram muito o saco pra que eu estudasse, e foi o que fiz durante meus anos de faculdade.
Me formei muito jovem e comecei a trabalhar num escritório através de um contato. Tudo isso pra explicar que eu morava sozinho e tinha começado a ganhar uma grana boa, o que é um dado importante pro começo dessa história. Naquela época, eu tava curtindo sair e tinha algumas "amigas" com quem eu transava direto, e já tinha tido uns trios que não me deixaram totalmente satisfeito. Eu queria algo diferente e muitas vezes imaginei ter uma relação com duas mulheres, mas nem faz sentido me alongar no porquê era difícil.
Então meu objetivo passou a ser encontrar duas minas que quisessem se divertir comigo não só uma vez, mas com vontade de curtir várias vezes e experimentar coisas novas.
Minha tática então passou a ser que, sempre que ia pra uma balada com amigos, dava uma voltinha sozinho e procurava duas garotas que me agradassem e que estivessem dançando de um jeito que esquentasse a plateia. Comprava um champanhe, dava de presente pra elas e via se conseguia criar uma conexão pra ter algo entre nós três... 7 vezes ao longo de 3 meses tentei sem sucesso! Algumas vezes aceitaram o presente e não me deram moral, numa acabei ficando com uma delas (sim, falhei na missão porque a outra foi com o ex-namorado) e até recusaram o presentinho e me mandaram pastar.
Até que conheci elas... Tocava "Dile" do Don Omar e elas dançavam sensual entre si. Não tavam dando perrengue nem exagerando na provocação, Elas simplesmente estavam se divertindo e rejeitando cada cara que se aproximava para dançar ou puxar papo. A Sole estava de short branco que destacava aquele rabão enorme que ela tem, e a Pili, de vestido preto com flores vermelhas... Sensual, não putas. Inalcançáveis, muito desejadas por dezenas de caras.
Decidi que faria minha estratégia do champanhe, mas sabia que não teria sucesso se chegasse nelas com um papo furado de que tinham ganhado um prêmio por serem as mais "gostosas" da noite. Eu conhecia um dos caras do bar, então comecei a sondar o terreno.
- E aí, a loira e a morena ali? Vêm sempre?
- Vêm. Mas não cria expectativa. Elas são muito chetas e não dão moral pra ninguém. Dá pra ver que curtem provocar e só. Nem deixam chegar perto pra dar em cima.
- Se eu pedir uma ajuda com elas, você topa?
- Kkkk, não teria muita esperança.
- Eu te pago um champanhe e você entrega pra elas, de minha parte, com duas taças. E pra mim, deixa um aqui com uma taça.
- Você tá maluco? É jogar dinheiro fora! Elas não vão dar muita abertura.
- Não importa. Só me faz esse favor.
- Kkkk, beleza. Mas se alguma der bola, eu entro na que sobrar. Kkkk
E lá foi meu amigo bartender fazer a jogada da qual dependia minha sorte. Não sem antes me cobrar uma grana preta pelos dois champanhes. Ele trouxe o meu com uma taça e uma frapera e levou o delas.
Eu tentava bancar o descolado sem parecer um otário nem desesperado. A verdade é que eu estava tremendo tudo, mas ao mesmo tempo não tinha muito a perder (a grana já tinha ido embora). Observo de longe que ele entrega o champanhe e me aponta, dizendo:
- Tomem, é cortesia do cara de camisa branca que está no bar.
- Quem? - perguntou a Pili, pegando as taças. O bartender apontou pra mim de novo, mas ela mudou a pergunta: - Sim, mas quem é?
Não tinha dado instruções do que dizer se perguntassem isso, mas vou ser eternamente grato pelo que ele falou em seguida.
- Vão perguntar pra ele. Vi que elas conversaram. Me agradeceram com um gesto e decidiram continuar dançando e bebendo entre elas. Eu não tinha pensado em nada depois daquela jogada. Se elas não falassem comigo, eu ia vazar sem tentar chegar nelas igual aos 20 caras que vi serem rejeitados. No fim das contas, eu tinha conseguido o olhar delas e Mendoza é pequena, uma hora a gente ia se esbarrar de novo.
Eu foquei no meu champagne. Encontrei uns conhecidos e meia hora depois vi que o sonho tava rolando. A Sole se aproximou com cara de curiosa.
- Valeu pelo presente. Quem é você? - disse com tom de interrogatório
- De nada, sou o Fernando. Muito prazer - estiquei a mão fazendo graça, mas com um tom tranquilo e amigável
Ela me escaneou de cima a baixo, como se fosse medir o que ia dizer. Aceitou minha mão e chegou perto pra falar, mas olhando pra amiga.
- Você tá a fim da minha amiga, né? - ela falou enquanto os dois observávamos aquela gostosa loira digitando algo no celular
- Pode ser. Mas por que não poderia estar a fim de você? - falei já olhando nos olhos dela
- Porque todo mundo corre atrás da Pili
"Pili"... agora eu sabia o nome dela. Sentia que estava dando os primeiros passos pra frente. Tava conversando com essa gostosa que aproveito pra descrever pra vocês: a Sole é alta (1,72), uma cintura de dar inveja, com certeza deve ter 90 de peitos e uma bunda impressionante que ela sabe que é o que mais chama atenção e não passa despercebida. Sempre falei que ela parece a Karina Jelinek (sim, nesse nível de gata) mas usa óculos, o que dá um estilo único. Ela é morena, olhos negros e uma boca de fazer um oral incrível, lábios carnudos com um sorriso de cair o queixo.
Então vocês devem tá se perguntando por que essa gostosa que acabei de descrever assumiu que eu tinha que estar a fim da amiga. Em parte acho que é uma questão de autoestima da Sole, mas também tem a beleza inevitável da Pili. Pili é aquela loira que quando passa todo mundo vira a cabeça. Desejada pelos homens e odiada pelas mulheres. Loira alta (1,70 segundo ela), dois peitos impressionantes (95 no mínimo), curvas boas e um rosto de boneca lindo: olhos verdes, sorriso doce, nariz pequena.
Deixando essa descrição que foi totalmente auditada pelas protagonistas 🙂 sigo com o relato.
Sole me olhava como tentando decifrar se eu era um pervertido ou um otário. Não acho que ela tenha considerado mais opções além dessas.
- E o que você procura? - ela disse com olhar intrigado
- Por que eu teria que procurar alguma coisa - comentário idiota que fiz porque exagerei no mistério. Todo mundo procura alguma coisa.
- Todo mundo procura alguma coisa - Pois é... a frase de cabeceira da Sole que era óbvio que ela ia me dizer
Nesse momento Pili se aproximou da gente com sorriso e um pouco dançando na direção da Sole. O álcool nessa altura já tinha batido e ela estava alegre. Pediu explicações pra Sole e ficaram um tempinho conversando e de vez em quando me olhavam. Tocava um som do Pitbull, lembro porque eu tentava decifrar o que elas diziam mas era impossível. Sole nos apresentou... fez algumas piadas e Pili falou comigo pela primeira vez.
- Pili: Obrigada pelo presentinho! vejo que você fez um pra você também! - olhando minha taça de champanhe
- Eu: É. Mas não acho que vou conseguir terminar sozinho - disse como pedindo ajuda
- Pili: Com certeza tem outras minas pela balada que aceitam - Ela me disse meio tirando sarro
- Eu: Hmm... não. Sou muito seletivo com meus presentes - De novo me fazendo de engraçado
- Sole: E qual é o objetivo do seu presente? por que somos tão privilegiadas em recebê-lo - Sole entrou na conversa e colocou ironia no meu comentário
- Eu: kkk só gostaria de conhecê-las - me sentia acuado, pra ser sincero. Não sei se foi o melhor comentário
- Sole: Numa balada? kkk Qualé. Eu sou de Sagitário - Continuou com a ironia dela
Aí fiz o movimento mais esperto da minha vida. Pedi o celular dela (tipo, o aparelho, não o número) que com curiosidade ela me deu. Abri o app do Facebook, procurei meu perfil e me mandei um convite. Devolvi o celular e disse.
- Eu: preciso ir mas aí me têm pra gente marcar de se encontrar um dia pra "nos conhecer" fora da balada - devolvi com um pouco de ironia
- Sole: boaaaa!
Cumprimentei as duas e comecei a sair, me aproximando da Sole e dizendo:
- Ah... e eu sou de Aquário
Drop the mic!!!
Nem quis virar pra ver se estavam rindo de mim. Um pouco porque queria bancar o interessante e outro porque minha autoestima não ia aguentar. Meia hora depois, saí da balada. Cheguei no apto e, ao me jogar na cama, vi o convite. "Solci Altamirano enviou uma solicitação de amizade". Aceitei na hora e dei uma stalkeada. Descobri que a Pili era a melhor amiga dela, o perfil estava cheio de fotos das duas, que estudavam administração de empresas, que ela tinha 21 anos e fui direto pro meu próximo passo. Adicionar a Pili como amiga. Espiei um pouco mais o mural dela, as fotos, e dormi.
Quando acordei no dia seguinte, tinha uma notificação de que a Pili havia aceitado minha solicitação. Excelente! pensei... e comecei a fuçar o facebook dela (elas fizeram o mesmo com o meu). Outra coisa pra notar era que a gente tinha amigos em comum. Uns caras do clube, uma colega do colégio, mas ninguém que me desse muitas informações sobre elas.
Os dias passaram e não tive notícias delas até a quinta-feira seguinte, quando me escreveram num chat do facebook.
- Sole: Oi "camisinha"! - depois me contaram que o bartender tinha me chamado assim quando apontou pra mim
- Eu: Ee aí! como vocês estão?!
- Sole: Vocês? por que tá assumindo que estamos juntas
- Eu: kkkk sei lá. Conheci vocês juntas e imagino assim. Tão juntas?
- Sole: Siiiim! estamos estudando. A gente lembrou do fim de semana e conversou sobre você ter nos adicionado no face.
- Eu: Como assim? você que me adicionou! - Modo histeria ligado
- Sole: HA HA o que você tá fazendo?
- Eu: No apto. Trampando até tarde
O que seguiu foram uns 20 ou 30 minutos de papo onde eu contava que era arquiteto, que morava sozinho, elas me contavam a idade, o que estudavam, onde moravam, piadas e mais piadas sobre minha camisa e como eu as deixei "penduradas" naquela noite, até que a conversa começou a ficar interessante. Já estávamos em um chat do Messenger (sim, ainda usávamos o velho MSN).
- Sole: Bom... viu que você conseguiu seu objetivo??
- Eu: qual objetivo? - perguntei intrigado
- Pili: Como qual? Você não disse que queria nos conhecer?
- Eu: óbvio! Agora sinto que conheço mais vocês. Mas ainda tem muito pra conhecer - joguei pra ver como reagiam
- Sole: epaaa! O que você pretende da gente? Diria a coca
- Eu: Não sei. Conhecer mais vocês e ao vivo. A gente sai pra fazer alguma coisa? - me joguei pra ver se a gente marcava algo pro fim de semana
- Pili: agora? Eu topo. Cansei de estudar (sem vergonha total)
- Sole: Nena! Agora!? Não vê que o "camisetinha" tem que trabalhar amanhã? Não compromete ele - dava pra sentir a provocação no ar
- Eu: ehh - hesitei um pouco porque me pegaram de surpresa - eu tô a fim de fazer algo agora. Vou buscar vocês?
- Sole: e daaale! Mas assim mesmo, hein. Não vou me arrumar
- Eu: beleza. Deixa eu me vestir. Tô pelado - falei na zoeira, mas era um pouco verdade. Só tava de short
- Pili: eeeessa foto foto!! - não sabia o que responder, mas meu instinto disse que mandar foto era demais
- Eu: hahaha ainda não. Quando a gente se conhecer mais - falei me fazendo de maduro - passo em 15 na sua casa, Sole!
No carro fiquei pensando mil coisas. O que eu ia fazer quando as visse? Pra onde ia levar elas? Comprava algo pra beber? Que puta nervoso que eu tava!!!
Cheguei na casa dela e mandei mensagem dizendo que tava na porta. Que respeitassem a regra de sair assim mesmo (não queria que me deixassem esperando 30 minutos). Saíram em 5 minutos rindo e um pouco coradas. Era a vergonha de ter feito um desconhecido vir buscá-las. Entraram no carro rindo, reclamando que não tinham tido tempo de se arrumar (tremendas). Pra mim estavam melhores que na balada e falei isso. As duas de shorts, mas não muito justos, e camisetas soltas.
- Pili: que cantada! Olha só se você vai nos preferir assim do que como estávamos na balada. A gente se vestiu que parecia puta no outro dia - e ela pegou o celular pra mostrar fotos onde dava pra ver o decote das duas.
- Eu: assim vocês estão mais reais. Beleza. Pra onde a gente vai?? - quis sair daquela conversa sobre roupa
Depois de várias discussões acabamos num barcinho onde dava pra jogar jogos de mesa. Rimos muito e nos conhecemos mais (quero resumir essa parte). Quando uma ia no banheiro a outra tentava sondar se eu tava tentando pegar a amiga dela. Era muito engraçado.
- Sole: e aí? Já decidiu qual quer "conhecer"? - de novo a autoestima da Sole falando
- Eu: quero "conhecer" as duas - falei decidido
Minha missão nesse encontro era mostrar 3 coisas:
1. Não sou um tarado
2. Não sou um amigo
3. Gosto das duas
A noite passou rápido e levei elas de volta pra casa.
Na semana seguinte continuamos conversando no nosso grupo. Tinha muito chilique. Piadas e já começavam a dizer que eu era delas. Me perguntavam se tinha saído com alguém. Que não me compartilhavam. Enfim, muito chilique. Duas semanas depois me convidaram pra uma festa de fim de ano. Aí joguei tudo
- Eu: eu passo. Prefiro que a gente saia só nós três outro dia
- Sole: sério? Tem vergonha que te vejam com a gente?
- Pili: que vergonha nada! Com certeza tem algum plano com alguma putinha
- Eu: haha não! Sério. Contem comigo quando tiverem afim de sair só os três
Isso impactou elas demais. Nos dias seguintes não paravam de falar no assunto. Me perguntavam:
- E se alguma tiver um casamento e precisarmos de par não podemos te chamar?
- Não
- E se a gente quiser te apresentar pra alguém?
- Não! Pra quê? Já tenho vocês. E aliás... eu não sou de vocês?
- E se a gente precisar de você pra um encontro de quatro?
- Nem fudendo!
- E se alguma tiver na fossa e precisar de um homem - já tavam jogando sujo e medindo
- Também não! Os três ou nada. E estando na fossa não dá pra sair em três?
As conversas continuavam sendo daquele estilo. A gente colocava regras sobre o que fazer e o que não fazer. Como não falar de desilusões amorosas nos nossos encontros ou não pedir conselhos sobre o que fazer com outra gostosa. Saímos mais algumas vezes até que chegou o encontro que mudou nossa relação.
Era um dia de semana e queríamos fazer algo tranquilo. Compramos algo pra beber e petiscar e fomos pra montanha fazer um camping típico com o carro, música e papo. Estávamos tomando vinho doce e já estávamos bem bêbadas quando a Sole começou a reclamar que não tínhamos nenhum jogo (algo que a gente vinha fazendo nos nossos encontros pra se divertir).
Pili: Eu tenho um! — gritou, afetada pelo álcool — vamos jogar "Eu nunca"!! — que feliz esse comentário me deixou, por favor!!!
A gente topou na hora. Pra quem não sabe do que se trata o "Eu nunca", é um jogo de prévia onde alguém fala uma frase e se você já fez, tem que beber.
Sole: Eu nunca fui infiel! — começou a Sole. As três bebemos.
Pili: Eu nunca... Fumei um beck! — Sole e eu bebemos. Pili depois disse que um dia vai experimentar.
Eu: Eu nunca... Transei — as três bebemos. Ok, pensei, não tem virgem na sala.
Sole: Olha que atrevida, Camisita, como já levei pro sexo logo de cara! Minha vez... Eu nunca... Fiz ou recebi um boquete!! — as três bebemos. Continuei comemorando por dentro e meu pau reagiu na hora que a Sole falou boquete.
Pili: Eu nunca... Tive sexo casual — as três bebemos! E contamos as histórias. Elas tinham tido a experiência delas numas férias juntas no Chile.
Eu: Eu nunca... Transei ao ar livre — só eu bebi. Contei uma história de praia e uma trepada do lado da estrada. Surgiram piadas sobre poder fazer elas cumprirem esse item ali mesmo comigo.
A música e o álcool tinham deixado a gente muito animada. Estávamos na montanha, bebendo pra caralho, jogando e dançando as três.
Sole: Tenho outra!! Eu nunca... Gozei ou alguém gozou nos meus peitos — as três bebemos! Embora a Pili... ela estava vermelha! Quando começamos a investigar foi porque ela contou que sempre pedem gozo nos peitos dela. Ela gosta mas acha um saco que os caras fiquem obcecados.
Sole: e o que você quer, são esses peitos que você tem!! - gritou agarrando eles. Meu pau já tá pedindo pra sair da bermuda.
Pili: filha da puta. Sabia que eu ia ficar vermelha - disse com um pouco de raiva - Eu nunca fiz sexo anal! - falou como vingança. Sole e eu bebemos.
A vingança foi porque assim como os caras ficam obcecados com gozo nos peitos da Pili, todo mundo pede a bunda da Sole. Quem não pediria com um culo desse.
Eu: E muitos conseguiram?
Sole: só um, gato! E porque ele mereceu!
Eu: ok. Minha vez... Eu nunca fiz ou me fizeram um espanhola - nós três bebemos. Já comecei a investigar até onde elas iam. Eu estava durasso. Imaginei as duas me fazendo uma espanhola. Que peitos que elas tinham!
Sole: Eu nunca... Me filmei transando - Só a Pili bebeu! Aqui já percebi que estavam se jogando na frente e eu estava adorando. Ela contou que fez com o ex mas ela guarda o vídeo e nunca deixa ele levar. Eu não acreditei em nada.
Pili: Eu nunca "engoli" ou me engoliram (pra me incluir) - Sole e eu bebemos. Eu aplaudi e Sole, orgulhosa, contou que gosta. Que dá tesão sentir aquele final quentinho. Esse comentário me deixou louco. Pili disse que não faz porque acha nojento. Que o pouco que experimentou porque "algum não avisou a tempo" não foi prazeroso.
Eu: Eu nunca... Gozei na cara de alguém ou gozaram na minha cara - nós três bebemos! Excelente, eu pensei, e meu pau estava cada vez mais duro.
Eu: Te dá nojo engolir mas não sentir na cara? - perguntei pra Pili já com uma confiança enorme.
Pili: kkkk poxa... Só fiz algumas poucas vezes. Também não sou fanática.
Eu: Mas não pedem muito? Aposto que sim.
Pili: aposta que sim?? Por quê? Sim. Já me pediram várias vezes.
Eu: kkkk agora me arrependo do meu comentário.
Pili: Não!! Agora você me conta! Eu: E... Porque dá tesão ver uma carinha de modelo toda melada de porra - A confissão pervertida mais o elogio da carinha de modelo me deixou nervoso.
Sole soltou uma gargalhada escandalosa e Pili ficou toda corada. Acho que foi por causa da carinha de modelo.
Dançamos mais um pouco. Elas se aproximavam e já sentiam meu volume. Eu sabia que era a oportunidade pra dar um passo a mais, mas não sabia como. Sole continuou com o jogo.
Sole: Vamos ver, "camisinha", vou começar a te descobrir. Eu nunca... tive um ménage - e só eu bebi!
Elas gritaram. Me zoaram. Acho que também ficaram com tesão, porque me pediram detalhes. Contei sobre minhas duas experiências. A primeira foi com um amigo, vários anos atrás, quando ficamos com uma mina. Além da transa, não gostei da experiência. Meu amigo era um babaca que tratava a gatinha como uma puta e caía na risada quando eu a tinha de quatro e ela chupava ele.
Sole: Que coordenação, a gatinha. Não sei se conseguiria.
Pili: Com certeza te pedem o cu e a buceta, neném!
Sole caiu na gargalhada, mas empurrou a amiga pela zoeira.
Sole: Bom, Fer, e a outra? Duas minas?
Minha segunda vez tinha sido com duas minas da faculdade. Não curti. Não quero bancar o exigente, mas a verdade é que não botamos muita energia e lembro que, no meio da transa, uma teve que ir mijar no banheiro e a gente ouvia tudo da cama. Desestimulante pra caralho!!
Sole: Não acredito! Que burra a gatinha. Não dava pra segurar?? - disse rindo muito.
Pili: E como estavam as gatinhas? Eram companhia melhor do que as que você tem hoje à noite?? - e puxou Sole com um passo de dança que acabou deixando elas bem perto, cara a cara.
Eu: Que malvada você é. Sabem que vocês são difíceis de superar. Acabei de me lembrar de outro... Eu nunca... beijei alguém que está aqui - Um dardo duplo que mandei. Óbvio que as duas beberam!! Me contaram que já se pegaram várias vezes e, às vezes, um beijo mais intenso pra esquentar uns caras no Brasil.
Eu: Vamos ver? Vai esquentar?
Elas estavam perto. A Sole agarrou o rosto da amiga e deu um selinho.
Eu: isso não esquenta. É um beijo de amiga.
Pili: Nossa! Senhor exigente! É por isso que já teve ménage! – ela me provocou.
E dei um passo arriscado. Me aproximei da Sole. Olhei pra Pili e dei um selinho na amiga dela. A Sole não ofereceu resistência.
Eu: Agora você foi observadora. Isso te esquentou?
Pili: Não. É verdade – tomando um gole.
Sole: Ei! Eu quero ser observadora também.
Ri um pouco porque os planetas estavam se alinhando. Peguei a Pili pelo braço e aproximei meu rosto do dela. Dei um selinho.
Sole: É. Não esquenta. Parece que somos exigentes nós três. Mas seu amigo lá embaixo não pensa igual. – e apontou pro meu volume.
Nós três rimos e dançamos. Dessa vez, elas já se aproximavam pra sentir meu volume e também dançavam entre si pra me esquentar, até que me olharam e se deram um beijo de uns 15 ou 20 segundos.
Sole: Eu nunca transei com palavrão – Sole e eu bebemos. Perguntamos pra Pili se ela não gostava.
Pili: A verdade é que a ideia me excita, mas nunca fiz – imediatamente entendi que tratavam ela demais como uma princesa.
Pili: Ah! Eu tenho outra! Eu nunca... Fiz ou me fizeram um deep throat! – nós três bebemos! Elas contaram suas histórias e começaram a falar do tamanho de algumas picas que já tinham chupado. Pili destacou a habilidade da Sole pelo pau do ex dela.
Eu: E como você sabe do tamanho do ex?
Pili: Fotos, gato! – comentário acompanhado de uma piscadela.
Aí comecei a notar o interesse em saber meu tamanho.
Sole: E com você, Camisinha? Elas tiveram dificuldade? – disse com cara de putinha curiosa.
Eu: É uma pergunta pra saber quão grande eu tenho? – retruquei.
Sole: Hahahaha que puto safado. Sim. Um pouco sim.
Eu: Acho que podem descobrir de outras formas.
Pili: Pervertido!! Você quer mostrar pra gente??
Eu: Haha só quero saciar a curiosidade de vocês. Ou podem tocar pra medir.
Rimos e elas não conseguiam acreditar no que eu estava dizendo. Mas a Sole não se fez de rogada.
Sole: Eu posso medir com meus dedos. Mas por cima do short, hein!!
Eu estava encostado de costas no carro e ela se aproximou enquanto a Pili assistia perplexa. Meu pau pulsava debaixo da roupa e a Sole começou a percorrê-lo com um dedo, com cara de concentrada. Eu olhava bem de cima, mas também não perdia de vista nossa observadora. Ela acrescentou mais dois dedos e acariciava de ponta a ponta.
Sole: eu digo que entre 18 e 20 cm — disse num tom científico — mas preciso de uma segunda opinião.
E quase empurrou a Pili para que se aproximasse.
A Pili foi muito mais tímida, e a mão tremia. Foi muito mais rápida que a amiga e se afastou para dar a opinião.
Pili: sim. Concordo. Mas é difícil medir assim — de repente ficou ousada.
Eu: hahaha ok. Têm permissão para meter a mão, assim melhoramos o método — eu tinha medo de gozar quando metessem a mão.
A Sole sugeriu que nos afastássemos da vista dos carros que poderiam passar, e assim fizemos. Ela se aproximou, me olhou nos olhos e disse:
Sole: tá nervoso, Camisita?
Eu: hahaha, que filha da puta. E você, o que acha? Nunca me submeti a esse tipo de teste.
Ela afastou o short do meu abdômen e fez espaço para baixar a mão. Chegou à cueca e puxou o elástico para abrir caminho. Eu estava nas nuvens. Custava a engolir saliva e a observava em cada movimento, enquanto também via a Pili acompanhando os gestos da amiga, mas ainda olhando a estrada para ver se vinham carros.
A Sole chegou até a cabeça do meu pau, que reagiu ao toque.
Sole: Amiga! — gritou — é grossa!
A Pili comemorou e soltou os nervos. Tinha um sorriso interessante e dançou para aliviar a tensão. Dava pra ver que estava mais desconfortável que a Sole.
A morena continuou descendo, percorrendo com os dedos, mas sem segurar. Chegou até a base, me olhou nos olhos, agarrou como se fosse o cabo de uma raquete de tênis. Me deu um beijo e disse:
Sole: você é muito bem dotado, Camisita — e se virou para gritar à Pili — sua vez, loira! Tem que confirmar!
A Pili estava... eufóyummy. Dançando e eu acho que tomando coragem também. Eu estava entregue. À mercê do que elas quisessem fazer. Vi a Pili com seu andar de princesa se aproximando de mim. Mas seu rosto estava diferente. Dava pra ver sua tesão e ela tinha um olhar de puta. Ela foi mais rápida que a Sole. Meteu a mão e agarrou.
Pili: você tem que tirar ela. Pra ficar mais fácil
Eu obedeci e deixei meu pau duro à vista das duas que, com a brisa que tinham, comemoravam. A Sole começou a levar pro próximo nível seguindo o jogo
Sole: eu nunca toquei num pau na beira da estrada! - e as duas brindaram e beberam
Pili: Eu nunca... - e se aproximou de mim pra pegar no meu pau - punhetei alguém na beira da estrada! - e começou a mover a mão ao longo do tronco. Pra depois tomar um gole.
Eu: boa, loira!
Sole: Peraí que eu queria beber nessa também - e veio rápido pra tirar a mão da Pili e me aplicar sua dose de punheta. Depois tomou um gole.
Sole fazia de um jeito mais sensual. Com muita atitude de puta.
Eu tinha as duas ali. Eu não acreditava que aguentaria muito mais, então tentei avançar
Eu: Eu nunca... Beijei um pau na beira da estrada.
Sole: que filha da puta!! Vou ter que fazer por honra ao jogo! - se agachou e me deu um beijinho na ponta do pau. Depois tomou um gole.
Pili também veio e seu beijo foi bem fugaz. Como se fosse parte do passo de cumbia que ela estava fazendo.
Pili: bom, amiga! - disse enquanto brindava com a Sole - até morrer! Eu nunca... Chupo um pau na beira da estrada! - disse empurrando ela.
Com a Sole nos olhamos porque nos surpreendia o quão solta a Pili estava. A morena se aproximou pra cumprir seu marco e se ajoelhou. Olhou pro meu pau com carinho e com as duas mãos foi guiando ele pra sua boca. Pili olhava pro lado e dançava e ficava com muito tesão.
Sole prendeu os olhos, através dos seus óculos, em mim e botou a língua pra fora pra fazer sua cara de puta. Pra mim, o pau estava latejando no máximo e eu sentia que não ia durar muito. Ela abriu bem a boca e enfiou para começar a percorrê-la. Ela tinha experiência chupando e dava pra ver. Por mais que gozar na Sole tivesse sido mais do que eu sonhei pra aquela noite, eu queria continuar mostrando que isso era um trevo, então olhei pra Pili.
Eu: se não vier agora, vai perder essa parte você também!
Sole se afastou e tomou um gole como comemoração. Pili veio e tentou chupar sem se ajoelhar. Quando viu que não ia funcionar, teve que ceder e descer até meu pau. Acho que ela tinha alguma coisa contra se ajoelhar, porque no início tentou fazer agachada, mas as pernas cansaram e ela acabou ajoelhada. Tinha menos experiência que a Sole, mas ver a carinha de princesa dela enfiando meu pau na boca é uma imagem que nunca vou esquecer.
Nos minutos seguintes, elas se revezavam pra me chupar, mas sem parar de dançar nem de beber. Mesmo eu estando a mil, a situação não era de total concentração no boquete. A gente também estava se cagando de rir. Quando Pili enfiava na boca, Sole ajudava a levar o ritmo, tipo empurrando pra ela engolir mais.
Pili: Agora posso ver ao vivo! — disse olhando pra Sole — Vamos, engole tudo!
Sole fez cara de concentrada e aceitou a missão. Eu estava nas nuvens, e a morena não parava de engolir. Chegou a apoiar o nariz contra minha pelve e soltou tudo pra sair em busca da amiga pra comemorar. Eu já não aguentava mais e senti o dever de avisar:
Eu: Eu não vou aguentar muito. A qualquer momento eu gozo.
Sole: Mmm, e você vai pedir os peitos da loira? — disse juntando os peitos da Pili.
Pili: Não, não, neném! Todos sabemos que você está desesperada pra engolir porra hoje. É toda sua — e fez um gesto de entrega do meu pau. Eu também sabia que a Pili nem fodendo ia deixar se manchar num lugar onde não tinha como limpar.
Sole lambeu os lábios e se ajoelhou na minha frente.
Sole: Você vai ter que me dar essa porra, Camisita — disse com voz de puta, mas afetada pela bebida, saía engraçada também.
Começou a chupar com energia, e eu agarrava a cabeça para sentir bem. Ela se afastou e começou a me masturbar, com a língua para fora e a boca aberta, como se mostrando onde eu deveria depositar toda a minha porra. Ela enfiou na boca, fez mais alguns movimentos e, quando sentiu minhas pernas tremendo, se concentrou em receber o leite na boca sem se engasgar. Eu sentia os jatos de porra saindo enquanto Pili nos observava. Era um momento dos sonhos. Solt soltou meu pau e engoliu a porra com cara de satisfação. Depois limpou o que sobrou enquanto Pili exclamava.
Pili: Como você pode gostar tanto de porra, sua putinha!
Sole se levantou com delicadeza. Se aproximou dela e, com hálito de porra, disse:
Sole: Você também vai pegar o gostinho — e deu um beijo nela.
Eu já tinha guardado meu pau e as observava dançando, incrédulo. Me perguntando como faria para seguir com elas até o próximo nível. Percebi que estava racionalizando o que tinha acontecido porque fazia quase uma hora que eu não bebia.
Elas continuaram dançando e, quando demos por isso, eram 4 da manhã de uma terça-feira. No caminho de volta, as duas dormiram. Eu as observava, ainda sem acreditar no que tinha acontecido, mas sabendo que era só o começo. Que poderíamos continuar fazendo coisas juntas... E fizemos.
Mas isso eu conto para vocês na próxima.
Pra começar a dar contexto, vou contar que a melhor experiência sexual que já tive começou há dez anos. Meu nome é Fernando, sou de Mendoza e sou arquiteto. Venho de uma família de trabalhadores onde meus pais encheram muito o saco pra que eu estudasse, e foi o que fiz durante meus anos de faculdade.
Me formei muito jovem e comecei a trabalhar num escritório através de um contato. Tudo isso pra explicar que eu morava sozinho e tinha começado a ganhar uma grana boa, o que é um dado importante pro começo dessa história. Naquela época, eu tava curtindo sair e tinha algumas "amigas" com quem eu transava direto, e já tinha tido uns trios que não me deixaram totalmente satisfeito. Eu queria algo diferente e muitas vezes imaginei ter uma relação com duas mulheres, mas nem faz sentido me alongar no porquê era difícil.
Então meu objetivo passou a ser encontrar duas minas que quisessem se divertir comigo não só uma vez, mas com vontade de curtir várias vezes e experimentar coisas novas.
Minha tática então passou a ser que, sempre que ia pra uma balada com amigos, dava uma voltinha sozinho e procurava duas garotas que me agradassem e que estivessem dançando de um jeito que esquentasse a plateia. Comprava um champanhe, dava de presente pra elas e via se conseguia criar uma conexão pra ter algo entre nós três... 7 vezes ao longo de 3 meses tentei sem sucesso! Algumas vezes aceitaram o presente e não me deram moral, numa acabei ficando com uma delas (sim, falhei na missão porque a outra foi com o ex-namorado) e até recusaram o presentinho e me mandaram pastar.
Até que conheci elas... Tocava "Dile" do Don Omar e elas dançavam sensual entre si. Não tavam dando perrengue nem exagerando na provocação, Elas simplesmente estavam se divertindo e rejeitando cada cara que se aproximava para dançar ou puxar papo. A Sole estava de short branco que destacava aquele rabão enorme que ela tem, e a Pili, de vestido preto com flores vermelhas... Sensual, não putas. Inalcançáveis, muito desejadas por dezenas de caras.
Decidi que faria minha estratégia do champanhe, mas sabia que não teria sucesso se chegasse nelas com um papo furado de que tinham ganhado um prêmio por serem as mais "gostosas" da noite. Eu conhecia um dos caras do bar, então comecei a sondar o terreno.
- E aí, a loira e a morena ali? Vêm sempre?
- Vêm. Mas não cria expectativa. Elas são muito chetas e não dão moral pra ninguém. Dá pra ver que curtem provocar e só. Nem deixam chegar perto pra dar em cima.
- Se eu pedir uma ajuda com elas, você topa?
- Kkkk, não teria muita esperança.
- Eu te pago um champanhe e você entrega pra elas, de minha parte, com duas taças. E pra mim, deixa um aqui com uma taça.
- Você tá maluco? É jogar dinheiro fora! Elas não vão dar muita abertura.
- Não importa. Só me faz esse favor.
- Kkkk, beleza. Mas se alguma der bola, eu entro na que sobrar. Kkkk
E lá foi meu amigo bartender fazer a jogada da qual dependia minha sorte. Não sem antes me cobrar uma grana preta pelos dois champanhes. Ele trouxe o meu com uma taça e uma frapera e levou o delas.
Eu tentava bancar o descolado sem parecer um otário nem desesperado. A verdade é que eu estava tremendo tudo, mas ao mesmo tempo não tinha muito a perder (a grana já tinha ido embora). Observo de longe que ele entrega o champanhe e me aponta, dizendo:
- Tomem, é cortesia do cara de camisa branca que está no bar.
- Quem? - perguntou a Pili, pegando as taças. O bartender apontou pra mim de novo, mas ela mudou a pergunta: - Sim, mas quem é?
Não tinha dado instruções do que dizer se perguntassem isso, mas vou ser eternamente grato pelo que ele falou em seguida.
- Vão perguntar pra ele. Vi que elas conversaram. Me agradeceram com um gesto e decidiram continuar dançando e bebendo entre elas. Eu não tinha pensado em nada depois daquela jogada. Se elas não falassem comigo, eu ia vazar sem tentar chegar nelas igual aos 20 caras que vi serem rejeitados. No fim das contas, eu tinha conseguido o olhar delas e Mendoza é pequena, uma hora a gente ia se esbarrar de novo.
Eu foquei no meu champagne. Encontrei uns conhecidos e meia hora depois vi que o sonho tava rolando. A Sole se aproximou com cara de curiosa.
- Valeu pelo presente. Quem é você? - disse com tom de interrogatório
- De nada, sou o Fernando. Muito prazer - estiquei a mão fazendo graça, mas com um tom tranquilo e amigável
Ela me escaneou de cima a baixo, como se fosse medir o que ia dizer. Aceitou minha mão e chegou perto pra falar, mas olhando pra amiga.
- Você tá a fim da minha amiga, né? - ela falou enquanto os dois observávamos aquela gostosa loira digitando algo no celular
- Pode ser. Mas por que não poderia estar a fim de você? - falei já olhando nos olhos dela
- Porque todo mundo corre atrás da Pili
"Pili"... agora eu sabia o nome dela. Sentia que estava dando os primeiros passos pra frente. Tava conversando com essa gostosa que aproveito pra descrever pra vocês: a Sole é alta (1,72), uma cintura de dar inveja, com certeza deve ter 90 de peitos e uma bunda impressionante que ela sabe que é o que mais chama atenção e não passa despercebida. Sempre falei que ela parece a Karina Jelinek (sim, nesse nível de gata) mas usa óculos, o que dá um estilo único. Ela é morena, olhos negros e uma boca de fazer um oral incrível, lábios carnudos com um sorriso de cair o queixo.
Então vocês devem tá se perguntando por que essa gostosa que acabei de descrever assumiu que eu tinha que estar a fim da amiga. Em parte acho que é uma questão de autoestima da Sole, mas também tem a beleza inevitável da Pili. Pili é aquela loira que quando passa todo mundo vira a cabeça. Desejada pelos homens e odiada pelas mulheres. Loira alta (1,70 segundo ela), dois peitos impressionantes (95 no mínimo), curvas boas e um rosto de boneca lindo: olhos verdes, sorriso doce, nariz pequena.
Deixando essa descrição que foi totalmente auditada pelas protagonistas 🙂 sigo com o relato.
Sole me olhava como tentando decifrar se eu era um pervertido ou um otário. Não acho que ela tenha considerado mais opções além dessas.
- E o que você procura? - ela disse com olhar intrigado
- Por que eu teria que procurar alguma coisa - comentário idiota que fiz porque exagerei no mistério. Todo mundo procura alguma coisa.
- Todo mundo procura alguma coisa - Pois é... a frase de cabeceira da Sole que era óbvio que ela ia me dizer
Nesse momento Pili se aproximou da gente com sorriso e um pouco dançando na direção da Sole. O álcool nessa altura já tinha batido e ela estava alegre. Pediu explicações pra Sole e ficaram um tempinho conversando e de vez em quando me olhavam. Tocava um som do Pitbull, lembro porque eu tentava decifrar o que elas diziam mas era impossível. Sole nos apresentou... fez algumas piadas e Pili falou comigo pela primeira vez.
- Pili: Obrigada pelo presentinho! vejo que você fez um pra você também! - olhando minha taça de champanhe
- Eu: É. Mas não acho que vou conseguir terminar sozinho - disse como pedindo ajuda
- Pili: Com certeza tem outras minas pela balada que aceitam - Ela me disse meio tirando sarro
- Eu: Hmm... não. Sou muito seletivo com meus presentes - De novo me fazendo de engraçado
- Sole: E qual é o objetivo do seu presente? por que somos tão privilegiadas em recebê-lo - Sole entrou na conversa e colocou ironia no meu comentário
- Eu: kkk só gostaria de conhecê-las - me sentia acuado, pra ser sincero. Não sei se foi o melhor comentário
- Sole: Numa balada? kkk Qualé. Eu sou de Sagitário - Continuou com a ironia dela
Aí fiz o movimento mais esperto da minha vida. Pedi o celular dela (tipo, o aparelho, não o número) que com curiosidade ela me deu. Abri o app do Facebook, procurei meu perfil e me mandei um convite. Devolvi o celular e disse.
- Eu: preciso ir mas aí me têm pra gente marcar de se encontrar um dia pra "nos conhecer" fora da balada - devolvi com um pouco de ironia
- Sole: boaaaa!
Cumprimentei as duas e comecei a sair, me aproximando da Sole e dizendo:
- Ah... e eu sou de Aquário
Drop the mic!!!
Nem quis virar pra ver se estavam rindo de mim. Um pouco porque queria bancar o interessante e outro porque minha autoestima não ia aguentar. Meia hora depois, saí da balada. Cheguei no apto e, ao me jogar na cama, vi o convite. "Solci Altamirano enviou uma solicitação de amizade". Aceitei na hora e dei uma stalkeada. Descobri que a Pili era a melhor amiga dela, o perfil estava cheio de fotos das duas, que estudavam administração de empresas, que ela tinha 21 anos e fui direto pro meu próximo passo. Adicionar a Pili como amiga. Espiei um pouco mais o mural dela, as fotos, e dormi.
Quando acordei no dia seguinte, tinha uma notificação de que a Pili havia aceitado minha solicitação. Excelente! pensei... e comecei a fuçar o facebook dela (elas fizeram o mesmo com o meu). Outra coisa pra notar era que a gente tinha amigos em comum. Uns caras do clube, uma colega do colégio, mas ninguém que me desse muitas informações sobre elas.
Os dias passaram e não tive notícias delas até a quinta-feira seguinte, quando me escreveram num chat do facebook.
- Sole: Oi "camisinha"! - depois me contaram que o bartender tinha me chamado assim quando apontou pra mim
- Eu: Ee aí! como vocês estão?!
- Sole: Vocês? por que tá assumindo que estamos juntas
- Eu: kkkk sei lá. Conheci vocês juntas e imagino assim. Tão juntas?
- Sole: Siiiim! estamos estudando. A gente lembrou do fim de semana e conversou sobre você ter nos adicionado no face.
- Eu: Como assim? você que me adicionou! - Modo histeria ligado
- Sole: HA HA o que você tá fazendo?
- Eu: No apto. Trampando até tarde
O que seguiu foram uns 20 ou 30 minutos de papo onde eu contava que era arquiteto, que morava sozinho, elas me contavam a idade, o que estudavam, onde moravam, piadas e mais piadas sobre minha camisa e como eu as deixei "penduradas" naquela noite, até que a conversa começou a ficar interessante. Já estávamos em um chat do Messenger (sim, ainda usávamos o velho MSN).
- Sole: Bom... viu que você conseguiu seu objetivo??
- Eu: qual objetivo? - perguntei intrigado
- Pili: Como qual? Você não disse que queria nos conhecer?
- Eu: óbvio! Agora sinto que conheço mais vocês. Mas ainda tem muito pra conhecer - joguei pra ver como reagiam
- Sole: epaaa! O que você pretende da gente? Diria a coca
- Eu: Não sei. Conhecer mais vocês e ao vivo. A gente sai pra fazer alguma coisa? - me joguei pra ver se a gente marcava algo pro fim de semana
- Pili: agora? Eu topo. Cansei de estudar (sem vergonha total)
- Sole: Nena! Agora!? Não vê que o "camisetinha" tem que trabalhar amanhã? Não compromete ele - dava pra sentir a provocação no ar
- Eu: ehh - hesitei um pouco porque me pegaram de surpresa - eu tô a fim de fazer algo agora. Vou buscar vocês?
- Sole: e daaale! Mas assim mesmo, hein. Não vou me arrumar
- Eu: beleza. Deixa eu me vestir. Tô pelado - falei na zoeira, mas era um pouco verdade. Só tava de short
- Pili: eeeessa foto foto!! - não sabia o que responder, mas meu instinto disse que mandar foto era demais
- Eu: hahaha ainda não. Quando a gente se conhecer mais - falei me fazendo de maduro - passo em 15 na sua casa, Sole!
No carro fiquei pensando mil coisas. O que eu ia fazer quando as visse? Pra onde ia levar elas? Comprava algo pra beber? Que puta nervoso que eu tava!!!
Cheguei na casa dela e mandei mensagem dizendo que tava na porta. Que respeitassem a regra de sair assim mesmo (não queria que me deixassem esperando 30 minutos). Saíram em 5 minutos rindo e um pouco coradas. Era a vergonha de ter feito um desconhecido vir buscá-las. Entraram no carro rindo, reclamando que não tinham tido tempo de se arrumar (tremendas). Pra mim estavam melhores que na balada e falei isso. As duas de shorts, mas não muito justos, e camisetas soltas.
- Pili: que cantada! Olha só se você vai nos preferir assim do que como estávamos na balada. A gente se vestiu que parecia puta no outro dia - e ela pegou o celular pra mostrar fotos onde dava pra ver o decote das duas.
- Eu: assim vocês estão mais reais. Beleza. Pra onde a gente vai?? - quis sair daquela conversa sobre roupa
Depois de várias discussões acabamos num barcinho onde dava pra jogar jogos de mesa. Rimos muito e nos conhecemos mais (quero resumir essa parte). Quando uma ia no banheiro a outra tentava sondar se eu tava tentando pegar a amiga dela. Era muito engraçado.
- Sole: e aí? Já decidiu qual quer "conhecer"? - de novo a autoestima da Sole falando
- Eu: quero "conhecer" as duas - falei decidido
Minha missão nesse encontro era mostrar 3 coisas:
1. Não sou um tarado
2. Não sou um amigo
3. Gosto das duas
A noite passou rápido e levei elas de volta pra casa.
Na semana seguinte continuamos conversando no nosso grupo. Tinha muito chilique. Piadas e já começavam a dizer que eu era delas. Me perguntavam se tinha saído com alguém. Que não me compartilhavam. Enfim, muito chilique. Duas semanas depois me convidaram pra uma festa de fim de ano. Aí joguei tudo
- Eu: eu passo. Prefiro que a gente saia só nós três outro dia
- Sole: sério? Tem vergonha que te vejam com a gente?
- Pili: que vergonha nada! Com certeza tem algum plano com alguma putinha
- Eu: haha não! Sério. Contem comigo quando tiverem afim de sair só os três
Isso impactou elas demais. Nos dias seguintes não paravam de falar no assunto. Me perguntavam:
- E se alguma tiver um casamento e precisarmos de par não podemos te chamar?
- Não
- E se a gente quiser te apresentar pra alguém?
- Não! Pra quê? Já tenho vocês. E aliás... eu não sou de vocês?
- E se a gente precisar de você pra um encontro de quatro?
- Nem fudendo!
- E se alguma tiver na fossa e precisar de um homem - já tavam jogando sujo e medindo
- Também não! Os três ou nada. E estando na fossa não dá pra sair em três?
As conversas continuavam sendo daquele estilo. A gente colocava regras sobre o que fazer e o que não fazer. Como não falar de desilusões amorosas nos nossos encontros ou não pedir conselhos sobre o que fazer com outra gostosa. Saímos mais algumas vezes até que chegou o encontro que mudou nossa relação.
Era um dia de semana e queríamos fazer algo tranquilo. Compramos algo pra beber e petiscar e fomos pra montanha fazer um camping típico com o carro, música e papo. Estávamos tomando vinho doce e já estávamos bem bêbadas quando a Sole começou a reclamar que não tínhamos nenhum jogo (algo que a gente vinha fazendo nos nossos encontros pra se divertir).
Pili: Eu tenho um! — gritou, afetada pelo álcool — vamos jogar "Eu nunca"!! — que feliz esse comentário me deixou, por favor!!!
A gente topou na hora. Pra quem não sabe do que se trata o "Eu nunca", é um jogo de prévia onde alguém fala uma frase e se você já fez, tem que beber.
Sole: Eu nunca fui infiel! — começou a Sole. As três bebemos.
Pili: Eu nunca... Fumei um beck! — Sole e eu bebemos. Pili depois disse que um dia vai experimentar.
Eu: Eu nunca... Transei — as três bebemos. Ok, pensei, não tem virgem na sala.
Sole: Olha que atrevida, Camisita, como já levei pro sexo logo de cara! Minha vez... Eu nunca... Fiz ou recebi um boquete!! — as três bebemos. Continuei comemorando por dentro e meu pau reagiu na hora que a Sole falou boquete.
Pili: Eu nunca... Tive sexo casual — as três bebemos! E contamos as histórias. Elas tinham tido a experiência delas numas férias juntas no Chile.
Eu: Eu nunca... Transei ao ar livre — só eu bebi. Contei uma história de praia e uma trepada do lado da estrada. Surgiram piadas sobre poder fazer elas cumprirem esse item ali mesmo comigo.
A música e o álcool tinham deixado a gente muito animada. Estávamos na montanha, bebendo pra caralho, jogando e dançando as três.
Sole: Tenho outra!! Eu nunca... Gozei ou alguém gozou nos meus peitos — as três bebemos! Embora a Pili... ela estava vermelha! Quando começamos a investigar foi porque ela contou que sempre pedem gozo nos peitos dela. Ela gosta mas acha um saco que os caras fiquem obcecados.
Sole: e o que você quer, são esses peitos que você tem!! - gritou agarrando eles. Meu pau já tá pedindo pra sair da bermuda.
Pili: filha da puta. Sabia que eu ia ficar vermelha - disse com um pouco de raiva - Eu nunca fiz sexo anal! - falou como vingança. Sole e eu bebemos.
A vingança foi porque assim como os caras ficam obcecados com gozo nos peitos da Pili, todo mundo pede a bunda da Sole. Quem não pediria com um culo desse.
Eu: E muitos conseguiram?
Sole: só um, gato! E porque ele mereceu!
Eu: ok. Minha vez... Eu nunca fiz ou me fizeram um espanhola - nós três bebemos. Já comecei a investigar até onde elas iam. Eu estava durasso. Imaginei as duas me fazendo uma espanhola. Que peitos que elas tinham!
Sole: Eu nunca... Me filmei transando - Só a Pili bebeu! Aqui já percebi que estavam se jogando na frente e eu estava adorando. Ela contou que fez com o ex mas ela guarda o vídeo e nunca deixa ele levar. Eu não acreditei em nada.
Pili: Eu nunca "engoli" ou me engoliram (pra me incluir) - Sole e eu bebemos. Eu aplaudi e Sole, orgulhosa, contou que gosta. Que dá tesão sentir aquele final quentinho. Esse comentário me deixou louco. Pili disse que não faz porque acha nojento. Que o pouco que experimentou porque "algum não avisou a tempo" não foi prazeroso.
Eu: Eu nunca... Gozei na cara de alguém ou gozaram na minha cara - nós três bebemos! Excelente, eu pensei, e meu pau estava cada vez mais duro.
Eu: Te dá nojo engolir mas não sentir na cara? - perguntei pra Pili já com uma confiança enorme.
Pili: kkkk poxa... Só fiz algumas poucas vezes. Também não sou fanática.
Eu: Mas não pedem muito? Aposto que sim.
Pili: aposta que sim?? Por quê? Sim. Já me pediram várias vezes.
Eu: kkkk agora me arrependo do meu comentário.
Pili: Não!! Agora você me conta! Eu: E... Porque dá tesão ver uma carinha de modelo toda melada de porra - A confissão pervertida mais o elogio da carinha de modelo me deixou nervoso.
Sole soltou uma gargalhada escandalosa e Pili ficou toda corada. Acho que foi por causa da carinha de modelo.
Dançamos mais um pouco. Elas se aproximavam e já sentiam meu volume. Eu sabia que era a oportunidade pra dar um passo a mais, mas não sabia como. Sole continuou com o jogo.
Sole: Vamos ver, "camisinha", vou começar a te descobrir. Eu nunca... tive um ménage - e só eu bebi!
Elas gritaram. Me zoaram. Acho que também ficaram com tesão, porque me pediram detalhes. Contei sobre minhas duas experiências. A primeira foi com um amigo, vários anos atrás, quando ficamos com uma mina. Além da transa, não gostei da experiência. Meu amigo era um babaca que tratava a gatinha como uma puta e caía na risada quando eu a tinha de quatro e ela chupava ele.
Sole: Que coordenação, a gatinha. Não sei se conseguiria.
Pili: Com certeza te pedem o cu e a buceta, neném!
Sole caiu na gargalhada, mas empurrou a amiga pela zoeira.
Sole: Bom, Fer, e a outra? Duas minas?
Minha segunda vez tinha sido com duas minas da faculdade. Não curti. Não quero bancar o exigente, mas a verdade é que não botamos muita energia e lembro que, no meio da transa, uma teve que ir mijar no banheiro e a gente ouvia tudo da cama. Desestimulante pra caralho!!
Sole: Não acredito! Que burra a gatinha. Não dava pra segurar?? - disse rindo muito.
Pili: E como estavam as gatinhas? Eram companhia melhor do que as que você tem hoje à noite?? - e puxou Sole com um passo de dança que acabou deixando elas bem perto, cara a cara.
Eu: Que malvada você é. Sabem que vocês são difíceis de superar. Acabei de me lembrar de outro... Eu nunca... beijei alguém que está aqui - Um dardo duplo que mandei. Óbvio que as duas beberam!! Me contaram que já se pegaram várias vezes e, às vezes, um beijo mais intenso pra esquentar uns caras no Brasil.
Eu: Vamos ver? Vai esquentar?
Elas estavam perto. A Sole agarrou o rosto da amiga e deu um selinho.
Eu: isso não esquenta. É um beijo de amiga.
Pili: Nossa! Senhor exigente! É por isso que já teve ménage! – ela me provocou.
E dei um passo arriscado. Me aproximei da Sole. Olhei pra Pili e dei um selinho na amiga dela. A Sole não ofereceu resistência.
Eu: Agora você foi observadora. Isso te esquentou?
Pili: Não. É verdade – tomando um gole.
Sole: Ei! Eu quero ser observadora também.
Ri um pouco porque os planetas estavam se alinhando. Peguei a Pili pelo braço e aproximei meu rosto do dela. Dei um selinho.
Sole: É. Não esquenta. Parece que somos exigentes nós três. Mas seu amigo lá embaixo não pensa igual. – e apontou pro meu volume.
Nós três rimos e dançamos. Dessa vez, elas já se aproximavam pra sentir meu volume e também dançavam entre si pra me esquentar, até que me olharam e se deram um beijo de uns 15 ou 20 segundos.
Sole: Eu nunca transei com palavrão – Sole e eu bebemos. Perguntamos pra Pili se ela não gostava.
Pili: A verdade é que a ideia me excita, mas nunca fiz – imediatamente entendi que tratavam ela demais como uma princesa.
Pili: Ah! Eu tenho outra! Eu nunca... Fiz ou me fizeram um deep throat! – nós três bebemos! Elas contaram suas histórias e começaram a falar do tamanho de algumas picas que já tinham chupado. Pili destacou a habilidade da Sole pelo pau do ex dela.
Eu: E como você sabe do tamanho do ex?
Pili: Fotos, gato! – comentário acompanhado de uma piscadela.
Aí comecei a notar o interesse em saber meu tamanho.
Sole: E com você, Camisinha? Elas tiveram dificuldade? – disse com cara de putinha curiosa.
Eu: É uma pergunta pra saber quão grande eu tenho? – retruquei.
Sole: Hahahaha que puto safado. Sim. Um pouco sim.
Eu: Acho que podem descobrir de outras formas.
Pili: Pervertido!! Você quer mostrar pra gente??
Eu: Haha só quero saciar a curiosidade de vocês. Ou podem tocar pra medir.
Rimos e elas não conseguiam acreditar no que eu estava dizendo. Mas a Sole não se fez de rogada.
Sole: Eu posso medir com meus dedos. Mas por cima do short, hein!!
Eu estava encostado de costas no carro e ela se aproximou enquanto a Pili assistia perplexa. Meu pau pulsava debaixo da roupa e a Sole começou a percorrê-lo com um dedo, com cara de concentrada. Eu olhava bem de cima, mas também não perdia de vista nossa observadora. Ela acrescentou mais dois dedos e acariciava de ponta a ponta.
Sole: eu digo que entre 18 e 20 cm — disse num tom científico — mas preciso de uma segunda opinião.
E quase empurrou a Pili para que se aproximasse.
A Pili foi muito mais tímida, e a mão tremia. Foi muito mais rápida que a amiga e se afastou para dar a opinião.
Pili: sim. Concordo. Mas é difícil medir assim — de repente ficou ousada.
Eu: hahaha ok. Têm permissão para meter a mão, assim melhoramos o método — eu tinha medo de gozar quando metessem a mão.
A Sole sugeriu que nos afastássemos da vista dos carros que poderiam passar, e assim fizemos. Ela se aproximou, me olhou nos olhos e disse:
Sole: tá nervoso, Camisita?
Eu: hahaha, que filha da puta. E você, o que acha? Nunca me submeti a esse tipo de teste.
Ela afastou o short do meu abdômen e fez espaço para baixar a mão. Chegou à cueca e puxou o elástico para abrir caminho. Eu estava nas nuvens. Custava a engolir saliva e a observava em cada movimento, enquanto também via a Pili acompanhando os gestos da amiga, mas ainda olhando a estrada para ver se vinham carros.
A Sole chegou até a cabeça do meu pau, que reagiu ao toque.
Sole: Amiga! — gritou — é grossa!
A Pili comemorou e soltou os nervos. Tinha um sorriso interessante e dançou para aliviar a tensão. Dava pra ver que estava mais desconfortável que a Sole.
A morena continuou descendo, percorrendo com os dedos, mas sem segurar. Chegou até a base, me olhou nos olhos, agarrou como se fosse o cabo de uma raquete de tênis. Me deu um beijo e disse:
Sole: você é muito bem dotado, Camisita — e se virou para gritar à Pili — sua vez, loira! Tem que confirmar!
A Pili estava... eufóyummy. Dançando e eu acho que tomando coragem também. Eu estava entregue. À mercê do que elas quisessem fazer. Vi a Pili com seu andar de princesa se aproximando de mim. Mas seu rosto estava diferente. Dava pra ver sua tesão e ela tinha um olhar de puta. Ela foi mais rápida que a Sole. Meteu a mão e agarrou.
Pili: você tem que tirar ela. Pra ficar mais fácil
Eu obedeci e deixei meu pau duro à vista das duas que, com a brisa que tinham, comemoravam. A Sole começou a levar pro próximo nível seguindo o jogo
Sole: eu nunca toquei num pau na beira da estrada! - e as duas brindaram e beberam
Pili: Eu nunca... - e se aproximou de mim pra pegar no meu pau - punhetei alguém na beira da estrada! - e começou a mover a mão ao longo do tronco. Pra depois tomar um gole.
Eu: boa, loira!
Sole: Peraí que eu queria beber nessa também - e veio rápido pra tirar a mão da Pili e me aplicar sua dose de punheta. Depois tomou um gole.
Sole fazia de um jeito mais sensual. Com muita atitude de puta.
Eu tinha as duas ali. Eu não acreditava que aguentaria muito mais, então tentei avançar
Eu: Eu nunca... Beijei um pau na beira da estrada.
Sole: que filha da puta!! Vou ter que fazer por honra ao jogo! - se agachou e me deu um beijinho na ponta do pau. Depois tomou um gole.
Pili também veio e seu beijo foi bem fugaz. Como se fosse parte do passo de cumbia que ela estava fazendo.
Pili: bom, amiga! - disse enquanto brindava com a Sole - até morrer! Eu nunca... Chupo um pau na beira da estrada! - disse empurrando ela.
Com a Sole nos olhamos porque nos surpreendia o quão solta a Pili estava. A morena se aproximou pra cumprir seu marco e se ajoelhou. Olhou pro meu pau com carinho e com as duas mãos foi guiando ele pra sua boca. Pili olhava pro lado e dançava e ficava com muito tesão.
Sole prendeu os olhos, através dos seus óculos, em mim e botou a língua pra fora pra fazer sua cara de puta. Pra mim, o pau estava latejando no máximo e eu sentia que não ia durar muito. Ela abriu bem a boca e enfiou para começar a percorrê-la. Ela tinha experiência chupando e dava pra ver. Por mais que gozar na Sole tivesse sido mais do que eu sonhei pra aquela noite, eu queria continuar mostrando que isso era um trevo, então olhei pra Pili.
Eu: se não vier agora, vai perder essa parte você também!
Sole se afastou e tomou um gole como comemoração. Pili veio e tentou chupar sem se ajoelhar. Quando viu que não ia funcionar, teve que ceder e descer até meu pau. Acho que ela tinha alguma coisa contra se ajoelhar, porque no início tentou fazer agachada, mas as pernas cansaram e ela acabou ajoelhada. Tinha menos experiência que a Sole, mas ver a carinha de princesa dela enfiando meu pau na boca é uma imagem que nunca vou esquecer.
Nos minutos seguintes, elas se revezavam pra me chupar, mas sem parar de dançar nem de beber. Mesmo eu estando a mil, a situação não era de total concentração no boquete. A gente também estava se cagando de rir. Quando Pili enfiava na boca, Sole ajudava a levar o ritmo, tipo empurrando pra ela engolir mais.
Pili: Agora posso ver ao vivo! — disse olhando pra Sole — Vamos, engole tudo!
Sole fez cara de concentrada e aceitou a missão. Eu estava nas nuvens, e a morena não parava de engolir. Chegou a apoiar o nariz contra minha pelve e soltou tudo pra sair em busca da amiga pra comemorar. Eu já não aguentava mais e senti o dever de avisar:
Eu: Eu não vou aguentar muito. A qualquer momento eu gozo.
Sole: Mmm, e você vai pedir os peitos da loira? — disse juntando os peitos da Pili.
Pili: Não, não, neném! Todos sabemos que você está desesperada pra engolir porra hoje. É toda sua — e fez um gesto de entrega do meu pau. Eu também sabia que a Pili nem fodendo ia deixar se manchar num lugar onde não tinha como limpar.
Sole lambeu os lábios e se ajoelhou na minha frente.
Sole: Você vai ter que me dar essa porra, Camisita — disse com voz de puta, mas afetada pela bebida, saía engraçada também.
Começou a chupar com energia, e eu agarrava a cabeça para sentir bem. Ela se afastou e começou a me masturbar, com a língua para fora e a boca aberta, como se mostrando onde eu deveria depositar toda a minha porra. Ela enfiou na boca, fez mais alguns movimentos e, quando sentiu minhas pernas tremendo, se concentrou em receber o leite na boca sem se engasgar. Eu sentia os jatos de porra saindo enquanto Pili nos observava. Era um momento dos sonhos. Solt soltou meu pau e engoliu a porra com cara de satisfação. Depois limpou o que sobrou enquanto Pili exclamava.
Pili: Como você pode gostar tanto de porra, sua putinha!
Sole se levantou com delicadeza. Se aproximou dela e, com hálito de porra, disse:
Sole: Você também vai pegar o gostinho — e deu um beijo nela.
Eu já tinha guardado meu pau e as observava dançando, incrédulo. Me perguntando como faria para seguir com elas até o próximo nível. Percebi que estava racionalizando o que tinha acontecido porque fazia quase uma hora que eu não bebia.
Elas continuaram dançando e, quando demos por isso, eram 4 da manhã de uma terça-feira. No caminho de volta, as duas dormiram. Eu as observava, ainda sem acreditar no que tinha acontecido, mas sabendo que era só o começo. Que poderíamos continuar fazendo coisas juntas... E fizemos.
Mas isso eu conto para vocês na próxima.
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