Na casa do meu sogrão, tinha uma mesa de sinuca enorme com todas as bolas e os acessórios do caso. Meu sogro jogava sinuca e adorava. Como eu nunca tinha jogado, ele se ofereceu pra me ensinar, e eu aceitei. Pra me mostrar como segurar o taco, ele me abraçava por trás, e as mãos dele roçavam nos meus peitos enquanto a barriga dele encostava na minha bunda. Os minutos iam passando, e eu via como ele ficava olhando pro meu rabo quando eu me abaixava na mesa na hora de dar a tacada. Claro, como a minissaia que eu tava usando é daquelas bem curtinhas, ela subia, deixando ele ver muito mais da parte de cima das minhas pernas, e minha bunda redonda se moldava por baixo da saia curtíssima, fazendo ele viajar na imaginação. Além disso, quando eu andava, o balanço das minhas nádegas dava pra ver através da saia justa. O professor tava sendo seduzido pela aluna, que, com essa saia, não deixava ele se concentrar. Quando ele não ficava atrás de mim olhando pro meu rabo, se posicionava bem na frente pra ver como meus peitos, quando eu me abaixava, ficavam perfeitamente expostos pros olhos dele.
Em cada uma das jogadas que eram minhas, ele me abraçava pra me mostrar como bater na bola com o taco. Numa dessas, ele se posicionou atrás de mim e colocou as mãos na minha cintura.
a bater na bola sem a ajuda dela, senti uma das mãos dela se mexer do meu quadril e descer pro meu rabo. Ela acariciou forte, passando a mão duas vezes nas minhas nádegas fazendo movimentos circulares. Bati na bola e coloquei ela no buraco. Pulei pra comemorar e ela me abraçou.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Não dei importância pra isso, mas percebi que naquela noite ele tava disposto a tudo.
Depois do turno dele, foi minha vez de novo. A jogada me obrigava a quase me deitar sobre a mesa, porque a bola tinha ficado numa posição complicada. Me ajustei e meu corpo ficou dobrado e inclinado sobre a mesa. Pela dificuldade que a jogada representava pra mim, comecei a rir. Meu sogro também começou a rir e, andando pela borda da mesa, se posicionou atrás de mim, só de olho na minha bunda. Meu corpo estava numa posição que qualquer homem desejaria pra transar comigo: de pé, minhas pernas longas entreabertas, a saia moldando minha bunda, tinha subido tanto que deixava ver minha virilha, e meu corpo quase deitado sobre a mesa permitia que ele tivesse, por trás, uma vista formidável.
Senti como as mãos dele pousaram na minha bunda e, com facilidade, levantaram minha saia.
Então ele começou a passar a mão na minha bunda. Fiquei parada, com o torso deitado na mesa, olhando pras bolas de sinuca. Aí ele, vendo que eu não tinha recusado, se ajoelhou e puxou minha calcinha fio dental pra baixo.
Meu Deus... que beleza...", disse meu sogro ao ver minha bunda, minha buceta e meu clitóris grande pendurados na frente dele. A posição do meu corpo destacava tudo ainda mais.
Na hora, os dedos dele entraram na minha buceta pra dar passagem pra língua. Ele lambeu meus lábios vaginais, chupou meu clitóris e deixei ele brincar com minha xota por um bom tempo. O suficiente pra minha buceta começar a soltar uma porrada de fluidos femininos e a respiração dele ficar ofegante de tão excitado que tava, com a língua percorrendo minha vulva, me preparando pra penetração.
Depois ele parou. Como eu não me mexia nem ousava me virar, ele se levantou e eu ouvi ele abrir o cinto da calça e o barulho que ele fez ao bater no chão.
Sem perder tempo, as mãos do meu sogro abriram minhas nádegas, procurando minha buceta já lubrificada e pronta pra ser penetrada. Fechei os olhos e na hora um pau grosso começou a afundar dentro da minha xereca. As paredes da minha buceta se esticaram pra deixar entrar esse pedaço enorme de pau. Ele me penetrou devagar, do jeito que eu mais gostava, e como meu marido não conseguiu fazer na noite anterior. Quando ele sentiu que o pau inteiro tava dentro da minha buceta, a gente ficou parado um tempinho, como esperando pra ver qual seria a reação do outro. Enquanto isso, eu sentia minha buceta se ajustando com o novo convidado.
—"Tá confortável?", ele me perguntou.
Assenti com a cabeça sem olhar pra ele, então ele começou a mexer a barriga devagar. O pau dele era bem mais grosso que o do meu marido, por isso fiquei com tesão muito rápido. Cada movimento de entra e sai era acompanhado de gemidos e suspiros dos dois, que foram aumentando de volume conforme ele enfiava o pau em mim com mais velocidade. Achei que ele ia gozar rapidinho, mas tava muito enganada. Ele continuou me comendo com mais força, cravando o pau com firmeza até eu começar a ficar muito arrecha. Senti como se fosse gozar primeiro. Como eu tava deitada na mesa, tentei pegar as bolas de sinuca que estavam do meu lado. Percebi que ia gozar, então queria ter algo nas mãos pra apertar e aproveitar o orgasmo que meu sogro ia me dar. Quando meu marido me comia na cama, eu me agarrava nos lençóis. Como agora eu tava na mesa de sinuca e não conseguia me segurar na borda, peguei a bola 5 do meu lado direito, virei o rosto pra pegar uma bola do lado esquerdo e agarrei a 2. Naquele momento, meu corpo e o dele tremiam por causa dos movimentos da barriga dele, enquanto o pau entrava e saía da minha buceta sem problema. Como se pressentisse que ele também tava pronto, meu sogro me segurou pela cintura, me levantou um pouco e se agarrou nos meus peitos.
Aguentei até onde deu e vi que meu orgasmo era iminente.
vou gozar... vou gozar", gemi com a voz entrecortada
De repente, ele parou. Enfiou o pau dele bem no fundo da minha buceta, garantindo que tava tudo dentro de mim e, com a respiração ofegante, afetada pela excitação,
E naquele momento nós dois tivemos um orgasmo espetacular. Uma sensação de prazer sexual intenso me invadiu por completo. Na hora senti jorros abundantes de porra fervendo sendo bombeados dentro da minha buceta. Cada gozada violenta vinha acompanhada dos gemidos dele e das contrações na barriga.
Não posso negar, mas foi um orgasmo maravilhoso, porque me senti inundada. Ele, claro, estava se esvaziando todo dentro de mim. O corpo dele continuou tremendo até parar. De novo, ficamos imóveis os dois por uns 10 minutos, sem trocar uma palavra. Meus olhos estavam fechados, curtindo o orgasmo, e ele continuava agarrado nos meus peitos, vivendo aquele momento único.
A posição confortável que a gente tava permitia que ele dominasse meu corpo, então depois de um bom tempo, ele resolveu tirar o pau de dentro de mim. Foi tirando devagar e sentou no sofá. Finalmente me virei e ajeitei a minissaia. Minha calcinha fio dental, a calça e a cueca dele estavam no chão, a camiseta e o rosto dele encharcados de suor mostravam como ele tava ofegante.
Não consegui resistir à tentação, então me ajoelhei na frente dele e, com minha calcinha fio dental, limpei a pica dele, que estava toda lambuzada de porra.
O que você vai fazer, gostosa?", ele me perguntou.
Nos cinco minutos seguintes, chupei a pica do meu sogrão. Quando percebi que ele ia estourar, tirei a pica da boca e coloquei na minha frente. Levantei a camiseta com a outra mão e posicionei a pica dele na frente dos meus peitos pra ele ver a porra saindo a jato da pica dele, espirrando nos meus peitos e deixando eles todos lambuzados de esperma.
É isso aí, tive tempo só de levantar minha camiseta antes da pica dele explodir. Ele gozou e deixou meu pescoço, o sutiã, os peitos e a barriga cobertos de porra branca e grossa. Esperei ele terminar de gozar e, sem trocar uma palavra, levantei, ajustei a camiseta e a minissaia, e subi as escadas. Ele me seguiu depois de vestir a calça. Bem na hora que eu abria a porta do meu quarto, ele se aproximou.
Isso é seu...", ele disse, me entregando a minha calcinha fio dental que estava nas mãos dele.
Nós nos olhamos fixamente. Eu estava com a camiseta encharcada de porra dele, que destacava meus peitos. Eu estava na porta do quarto e ele do lado de fora, quando aconteceu algo curioso. Os dois, ao mesmo tempo, viramos para olhar na direção do quarto onde minha sogra e minhas filhas estavam dormindo.
E aí, a gente entrou no meu quarto. Me posicionei na frente do espelho e ele ficou atrás de mim. Pegou minha camiseta molhada e levantou, depois desabotoou meu sutiã e tirou. Por último, abriu o zíper da saia e deixou cair no chão. Toda pelada, as mãos dele percorreram meu corpo enquanto a língua dele passava pela minha bunda, minha buceta e meus peitos. Os dedos dele entraram na minha xota e no meu cu. Quando a pica dele tava dura de novo, ele me pegou pela mão e me levou pra cama. E a gente transou de novo, feito uma gostosa, gozei e gozei, enquanto meu sogão me comia de novo. Adoro me sentir a rabeta do meu sogro.
Em cada uma das jogadas que eram minhas, ele me abraçava pra me mostrar como bater na bola com o taco. Numa dessas, ele se posicionou atrás de mim e colocou as mãos na minha cintura.
a bater na bola sem a ajuda dela, senti uma das mãos dela se mexer do meu quadril e descer pro meu rabo. Ela acariciou forte, passando a mão duas vezes nas minhas nádegas fazendo movimentos circulares. Bati na bola e coloquei ela no buraco. Pulei pra comemorar e ela me abraçou.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Não dei importância pra isso, mas percebi que naquela noite ele tava disposto a tudo.
Depois do turno dele, foi minha vez de novo. A jogada me obrigava a quase me deitar sobre a mesa, porque a bola tinha ficado numa posição complicada. Me ajustei e meu corpo ficou dobrado e inclinado sobre a mesa. Pela dificuldade que a jogada representava pra mim, comecei a rir. Meu sogro também começou a rir e, andando pela borda da mesa, se posicionou atrás de mim, só de olho na minha bunda. Meu corpo estava numa posição que qualquer homem desejaria pra transar comigo: de pé, minhas pernas longas entreabertas, a saia moldando minha bunda, tinha subido tanto que deixava ver minha virilha, e meu corpo quase deitado sobre a mesa permitia que ele tivesse, por trás, uma vista formidável.
Senti como as mãos dele pousaram na minha bunda e, com facilidade, levantaram minha saia.
Então ele começou a passar a mão na minha bunda. Fiquei parada, com o torso deitado na mesa, olhando pras bolas de sinuca. Aí ele, vendo que eu não tinha recusado, se ajoelhou e puxou minha calcinha fio dental pra baixo.
Meu Deus... que beleza...", disse meu sogro ao ver minha bunda, minha buceta e meu clitóris grande pendurados na frente dele. A posição do meu corpo destacava tudo ainda mais.
Na hora, os dedos dele entraram na minha buceta pra dar passagem pra língua. Ele lambeu meus lábios vaginais, chupou meu clitóris e deixei ele brincar com minha xota por um bom tempo. O suficiente pra minha buceta começar a soltar uma porrada de fluidos femininos e a respiração dele ficar ofegante de tão excitado que tava, com a língua percorrendo minha vulva, me preparando pra penetração.
Depois ele parou. Como eu não me mexia nem ousava me virar, ele se levantou e eu ouvi ele abrir o cinto da calça e o barulho que ele fez ao bater no chão.
Sem perder tempo, as mãos do meu sogro abriram minhas nádegas, procurando minha buceta já lubrificada e pronta pra ser penetrada. Fechei os olhos e na hora um pau grosso começou a afundar dentro da minha xereca. As paredes da minha buceta se esticaram pra deixar entrar esse pedaço enorme de pau. Ele me penetrou devagar, do jeito que eu mais gostava, e como meu marido não conseguiu fazer na noite anterior. Quando ele sentiu que o pau inteiro tava dentro da minha buceta, a gente ficou parado um tempinho, como esperando pra ver qual seria a reação do outro. Enquanto isso, eu sentia minha buceta se ajustando com o novo convidado.
—"Tá confortável?", ele me perguntou.
Assenti com a cabeça sem olhar pra ele, então ele começou a mexer a barriga devagar. O pau dele era bem mais grosso que o do meu marido, por isso fiquei com tesão muito rápido. Cada movimento de entra e sai era acompanhado de gemidos e suspiros dos dois, que foram aumentando de volume conforme ele enfiava o pau em mim com mais velocidade. Achei que ele ia gozar rapidinho, mas tava muito enganada. Ele continuou me comendo com mais força, cravando o pau com firmeza até eu começar a ficar muito arrecha. Senti como se fosse gozar primeiro. Como eu tava deitada na mesa, tentei pegar as bolas de sinuca que estavam do meu lado. Percebi que ia gozar, então queria ter algo nas mãos pra apertar e aproveitar o orgasmo que meu sogro ia me dar. Quando meu marido me comia na cama, eu me agarrava nos lençóis. Como agora eu tava na mesa de sinuca e não conseguia me segurar na borda, peguei a bola 5 do meu lado direito, virei o rosto pra pegar uma bola do lado esquerdo e agarrei a 2. Naquele momento, meu corpo e o dele tremiam por causa dos movimentos da barriga dele, enquanto o pau entrava e saía da minha buceta sem problema. Como se pressentisse que ele também tava pronto, meu sogro me segurou pela cintura, me levantou um pouco e se agarrou nos meus peitos.
Aguentei até onde deu e vi que meu orgasmo era iminente.
vou gozar... vou gozar", gemi com a voz entrecortada
De repente, ele parou. Enfiou o pau dele bem no fundo da minha buceta, garantindo que tava tudo dentro de mim e, com a respiração ofegante, afetada pela excitação,
E naquele momento nós dois tivemos um orgasmo espetacular. Uma sensação de prazer sexual intenso me invadiu por completo. Na hora senti jorros abundantes de porra fervendo sendo bombeados dentro da minha buceta. Cada gozada violenta vinha acompanhada dos gemidos dele e das contrações na barriga.
Não posso negar, mas foi um orgasmo maravilhoso, porque me senti inundada. Ele, claro, estava se esvaziando todo dentro de mim. O corpo dele continuou tremendo até parar. De novo, ficamos imóveis os dois por uns 10 minutos, sem trocar uma palavra. Meus olhos estavam fechados, curtindo o orgasmo, e ele continuava agarrado nos meus peitos, vivendo aquele momento único.
A posição confortável que a gente tava permitia que ele dominasse meu corpo, então depois de um bom tempo, ele resolveu tirar o pau de dentro de mim. Foi tirando devagar e sentou no sofá. Finalmente me virei e ajeitei a minissaia. Minha calcinha fio dental, a calça e a cueca dele estavam no chão, a camiseta e o rosto dele encharcados de suor mostravam como ele tava ofegante.
Não consegui resistir à tentação, então me ajoelhei na frente dele e, com minha calcinha fio dental, limpei a pica dele, que estava toda lambuzada de porra.
O que você vai fazer, gostosa?", ele me perguntou.
Nos cinco minutos seguintes, chupei a pica do meu sogrão. Quando percebi que ele ia estourar, tirei a pica da boca e coloquei na minha frente. Levantei a camiseta com a outra mão e posicionei a pica dele na frente dos meus peitos pra ele ver a porra saindo a jato da pica dele, espirrando nos meus peitos e deixando eles todos lambuzados de esperma.
É isso aí, tive tempo só de levantar minha camiseta antes da pica dele explodir. Ele gozou e deixou meu pescoço, o sutiã, os peitos e a barriga cobertos de porra branca e grossa. Esperei ele terminar de gozar e, sem trocar uma palavra, levantei, ajustei a camiseta e a minissaia, e subi as escadas. Ele me seguiu depois de vestir a calça. Bem na hora que eu abria a porta do meu quarto, ele se aproximou.
Isso é seu...", ele disse, me entregando a minha calcinha fio dental que estava nas mãos dele.
Nós nos olhamos fixamente. Eu estava com a camiseta encharcada de porra dele, que destacava meus peitos. Eu estava na porta do quarto e ele do lado de fora, quando aconteceu algo curioso. Os dois, ao mesmo tempo, viramos para olhar na direção do quarto onde minha sogra e minhas filhas estavam dormindo.
E aí, a gente entrou no meu quarto. Me posicionei na frente do espelho e ele ficou atrás de mim. Pegou minha camiseta molhada e levantou, depois desabotoou meu sutiã e tirou. Por último, abriu o zíper da saia e deixou cair no chão. Toda pelada, as mãos dele percorreram meu corpo enquanto a língua dele passava pela minha bunda, minha buceta e meus peitos. Os dedos dele entraram na minha xota e no meu cu. Quando a pica dele tava dura de novo, ele me pegou pela mão e me levou pra cama. E a gente transou de novo, feito uma gostosa, gozei e gozei, enquanto meu sogão me comia de novo. Adoro me sentir a rabeta do meu sogro.
12 comentários - mi suegro me coge arriba de una mesa de billar