Aqui vai mais um dos meus contos favoritos. Temática mãe e filho. Um dos melhores que já li. Aqui estão as duas primeiras partes. Aproveitem!
1 -----------Vou me chamar Pilar, sou divorciada e vou contar pra vocês o motivo do meu divórcio.
Tenho um corpo bonito apesar da idade, tenho 37 anos e mantenho ele assim porque malho muito. Na minha vida, nunca transei com um homem. Aos 17 anos, tive uma amiga com quem passei momentos inesquecíveis de prazer, já que ela era sapatão e a gente gozava toda vez que ela vinha dormir na casa dos meus pais. Éramos inseparáveis. Eu achava que também era lésbica. Com o tempo, fizemos a mesma coisa com novas amigas sapatões, a gente se divertia pra caralho. Mas conheci o Ramón, um homem que nunca soube da minha atração sexual e, sinceramente, me apaixonei por ele. Nunca transei com ele até a gente casar, achando que assim acabaria com toda a minha putaria e que eu seria só dele até o dia da nossa noite de núpcias. Foi um erro fatal, porque acostumei ele a transar poucas vezes. Casei muito nova, com 18 anos, e estava encantada com aquele homem.
No ano, tivemos nosso único filho, o Juan. O Ramón foi crescendo na vida profissional e vivemos muitos anos entre luxos e os prazeres que o dinheiro dá, mas nosso relacionamento amoroso fracassou. No máximo uma vez por mês a gente transava, eu passei de uma gostosa lésbica safada pra uma mulher frígida, e hoje em dia é um milagre ele me comer.
Quando a internet começou a se expandir, compramos um computador pro nosso filho. Isso foi há um ano, e ele descobriu muito rápido todo o sexo que tem lá, passava horas navegando. A gente não sabia o porquê até que um dia, quando Juan, meu filho, não esperava minha volta, entrei no escritório de casa e ele estava se masturbando. Quando abri a porta, ele não percebeu, e eu não fiz barulho nenhum, só fiquei olhando. E, sinceramente, foi maravilhoso. Ele tinha um pau muito gostoso, não muito grande, mas bem grosso, igual ao do pai dele, que também era grosso, mas o dele parecia mais carnudo. A visão era maravilhosa. Não consegui ver o que ele tava vendo na tela, mas ele tava curtindo pra caralho. Me senti tão mal por estar espiando ele, mas não conseguia parar de admirar. Os gemidos dele me excitavam ainda mais, e logo comecei a ficar com um tesão danado. Meus mamilos ficaram durinhos e minha calcinha molhou sem parar. Foi nesse momento que lembrei de todas as minhas loucuras de juventude e desejei tanto ter aquele mastrão lindo entre minhas pernas. Queria gozar com ele e que ele me fizesse mulher de novo, mas era meu filho, e isso só podia ser uma fantasia. Naquela hora, vi ele soltar jatos e mais jatos de porra, que não paravam de sair. Foi maravilhoso ver meu querido filho gozar daquele jeito. Como eu queria ter sido eu, com minhas mãos, fazendo ele gozar assim. Rapidamente fechei a porta com cuidado, voltei pra porta da entrada e fingi que tinha chegado em casa. Abri e fechei a porta com força e gritei que tinha chegado. Meu filho respondeu lá do escritório. Por um momento, quis entrar lá, mas sabia que ia encontrá-lo muito excitado e preocupado de vê-lo naquele estado, então resolvi subir pro meu quarto. Enquanto subia, gritei que ia tomar banho, e ele respondeu que ia sair pra rua.
Entrei no meu quarto, me despi devagarinho na frente do espelho, meu coração batia sem parar. Dava pra ver o quanto meus bicos estavam duros, como há muitos anos não ficavam assim. E minha calcinha, nem se fala, tava tão molhada que só pensava na pica dele dentro de mim. Então comecei a acariciar meu corpo todo, meus peitos, minha bunda, minha pussy. Em segundos já tinha dois dedos enfiados na minha pussy e me acariciava a bunda, tudo isso imaginando que era a pica do João. Peguei um aplicador de absorvente de ampola, me deitei e gozei enfiando ele até gemer de prazer com minha porra.
Entrei no chuveiro e tive outro orgasmo lá. Saí, me vesti e fui direto pro quarto do meu filho. Mesmo tendo uma moça que vem duas vezes por semana fazer a limpeza da casa, meu filho recusou desde o início e preferiu fazer ele mesmo. Naquele momento, descobri o motivo. Já tinha entrado no quarto dele várias vezes, mas nunca pra bisbilhotar. Tinha posters de algumas atrizes de biquíni, mas nada fora do normal. Abri a gaveta dele e só encontrei as cuecas. Procurei mais no fundo e nada. Fui até o armário e encontrei uma caixa com cadeado. Procurei em tudo até achar a chave pequena. Abri o cadeado e tive uma surpresa gostosa: revistas pornográficas, vídeos XXX, várias caixas de camisinha. Enfim, percebi que meu filho era um comedor danado. Pelas camisinhas, soube que ele transava com as amigas. Ficava imaginando as loucuras que os vídeos deviam ter e morria de vontade de vê-los. Guardei tudo, mas não sem antes dar uma olhada naquelas revistas deliciosas. Deixei tudo no lugar e fui pro meu quarto continuar me masturbando pensando nele. Em mais de dez anos, não tinha tido tantos orgasmos como naquele dia, e muito menos imaginando que seria por causa do meu filho.
Tomei outro banho e esperei meu marido e meu filho pra comer, só pedi comida por telefone porque o tempo todo tava descendo em cima de mim.
Meu marido chegou e depois apareceu meu filho. Eu tava nervosa, não sabia se ele tinha percebido que eu vi ele se masturbando, mas acho que não, porque ele agiu super natural. A gente comeu e meu marido voltou pro trabalho. Meu filho disse que ia sair com uns amigos, e eu pedi um favor pra ele me ensinar a usar o computador, falando que queria escrever todas as minhas receitas de culinária. Mas, na real, eu queria descobrir o que ele via naquele computador. Eu nem entendia essa coisa de Internet, mas enfim, ele começou a me ensinar o básico: como usar o Windows, Word, etc., e como procurar arquivos. Tentei abrir os arquivos dele, mas estavam protegidos com senha e não consegui ler. O resto era trabalho, vídeos, fotos de artistas, etc. No dia seguinte, ele prometeu me ensinar a usar a Internet.
Chegou a noite, jantamos e eu ainda tava muito tarada. Tentei fazer amor com meu marido, mas ele tava muito cansado. Reclamei e a gente discutiu. Falei que precisava mais dele, que queria que me fizesse sentir mulher, que tava cansada dessa vida monótona que a gente levava. Cobrei ele, falei que talvez ele tivesse uma amante. No fim, ele teve que dormir em outro quarto.
Meu casamento com meu marido era um fracasso e, por tudo que aconteceu com meu filho, decidi aproveitar o sexo com outros homens, e assim não ter que lidar com meu filho, já que não era certo.
Na sexta, quando meu filho foi pra escola, fui direto pegar os vídeos... puta merda, era maravilhoso. Num deles apareciam duas minas novinhas, bem gostosas e magrinhas, se beijando e se pelando, chupando o corpo inteiro uma da outra. Um cara chegou perto delas, na hora tiraram a roupa dele e mamaram aquele pauzão gostoso, ele comeu as duas como um verdadeiro mestre. O que mais me deixou louca foi quando ele metia no cu delas e como as duas engoliam o leite dele. O vídeo continuou, e eu acabei batendo uma gostosona enquanto via aquilo, desejando meu filho. Aí decidi mudar o rumo da minha vida: tinha que transar com meu filho.
Tomei um banho e fiquei só de roupão, esperando ele voltar. Quando chegou, pedi pra ele me ensinar a usar a internet. Ele me explicou como entrar em sites, como pesquisar, etc., tudo focado em receitas de cozinha, claro. Ele não parava de olhar a abertura do meu roupão, que mostrava um pouco dos meus peitos e marcava meus bicos durinhos de tesão. Dava pra ver a ereção dele, e isso me deixou louca — eu tinha excitado meu filho.
Quando ele saiu com os amigos, a primeira coisa que fiz foi pesquisar a palavra "incesto"; e aí encontrei sites onde comecei a ler todos os contos, as fotos, e tudo me encantou, entendi por que meu filho passava horas conectado na internet.
Os contos de incesto me deram coragem e ideias de como foder com meu filho, e não hesitei em fazer um plano pra conseguir.
À noite, entrei no estúdio e meu filho tava no computador, não sei se tava vendo um site de sexo, mas ele se assustou. Entrei devagar e sentei no colo dele, e finalmente pude sentir o pau duro dele, já que tava roçando nele. Ele tava muito tenso. Aí agi natural e falei que o pai dele tava com muito trabalho e que queria ir pra praia passar uns dias. Ele disse que seria maravilhoso. Dei um beijo na bochecha dele e falei que ia resolver tudo.
Conversei com meu marido e, claro, ele disse que iria sem a gente. Falei que a gente sairia na próxima quinta e voltaria no domingo. Fui no quarto do meu filho e, quando entrei, o cheiro de porra tava forte, meu menino tinha se masturbado. Eu tava só de roupão de seda pra dormir, meus bicos apareciam no tecido, ele percebeu e não tirava os olhos deles. Cheguei perto da cama dele e sentei, minhas nádegas sentiram uma revista entre os lençóis. Imagino que meu filho tava batendo uma com alguma revista pornô e não deu tempo de esconder. Deu vontade de puxar e descobrir ele pra ver a reação, mas não fiz. Preferi seguir com meu plano.
Avisei que a gente ia pra praia naquela quinta, que ela pedisse dispensa na escola e se preparasse pra ir. Peguei na mão dela e dei um beijo no rosto, dizendo que a gente ia se divertir pra caralho. Adorei o jeito que ela disfarçadamente olhava pros meus peitos. Ficava imaginando o pau lindo dela duro debaixo dos lençóis e por um momento quase tirei os lençóis pra chupar ele, mas me segurei.
No dia seguinte, fui na agência de viagens. Lembrei que no shopping tinha uma loja de roupas com uma senhora bem mais velha que eu, que todas as minhas amigas diziam que era sapatão. Achei que seria uma boa ideia brincar um pouco com ela e relembrar meus tempos de sapatão. Cheguei na loja já quase na hora do almoço. A senhora se chama Marta e me disse que estava prestes a fechar. Falei que era uma emergência, porque ia viajar. Cheguei perto do ouvido dela e sussurrei: "Me ajuda, vou viajar com meu amante e quero ficar gostosa pra ele". O olho dela brilhou, e ela mandou as funcionárias embora, falou pra elas irem que ela mesma me atenderia.
Amiga, tu sim que sabe convencer, ele me disse.
O negócio é que é meu primeiro encontro com outro homem e quero deixar ele muito excitado.
Não se preocupa, querida, eu te ajudo. Me diz o que você gostaria, enquanto fechava a loja.
Não sei, quero algo bem sexy, vamos pra praia e quero deixar ele excitado o tempo todo.
Olha, tenho esse vestido aqui, experimenta ele.
Entrei no provador e deixei a porta aberta, fui me despindo devagarzinho lá dentro. Ela não tirava os olhos de mim. Fiquei só de calcinha e vesti o vestido. Ela disse que ficava muito bem em mim, e era verdade: tinha um decote que mostrava o peito todo, só cobrindo meus seios, e as costas eram abertas. O vestido chegava só uns centímetros abaixo da minha bunda. Ela se aproximou e ajeitou a parte de cima, roçando meu mamilo de leve. Nossa, eles ficaram durinhos na hora...
Com esse vestido, querida, você levanta até um defunto, a gente ri. Diz que vai pra praia? Então experimenta esse biquíni.
De novo eu estava nua, tirei a calcinha. Ela já não disfarçava mais, me olhava com luxúria e eu estava com os mamilos duros e começando a me molhar. Era uma calcinha fio-dental minúscula, mal me cobria com um triângulo pequeno, todos os meus pelos aparecendo. O sutiã mal me tampava com aqueles triângulos pequenos, meus mamilos e minha bunda engolia todo o fio fino, deixando minhas nádegas à mostra. Ela me disse para me virar. Fiz devagar, ela se aproximou para ajeitar meu sutiã, cobrindo bem os mamilos, roçando neles de novo. Eu me sentia no paraíso. Ela me disse:
Amor, com essa roupa você não só excita até um morto, como deixa qualquer mulher morrendo de vontade de te devorar inteiro.
Pra qualquer mulher, acho que não, teria que ser lésbica ou bi.
Tem razão, as outras iam te olhar com inveja, mas a gente com admiração. Sério, você tá muito gostosa, mas a gente precisa dar um jeito nesses pelos. E uauuu, minhas pernas tremeram quando ela passou a mão nos meus pelos...
Amor, você tem que raspar eles (com certeza não raspava há vários meses e tava saindo um monte). Quando quiser, te ajudo...
Fiquei ali parada, surpresa. Meu jogo de excitá-la tinha me pegado também, agora as duas estávamos muito excitadas. Ela começou a acariciar minha pussy, soltei um gemido que ela abafou com um beijo... Já fazia anos desde aqueles jogos juvenis com minhas amigas, mas agora eu estava me beijando com uma mulher que tinha me tornado bissexual. O beijo dela foi molhado, gostoso, ela passava a língua junto com a minha. Acariciou minha bunda, chupou e mordeu meus mamilos, não parava de acariciar minha pussy toda molhada. Eu só continuava beijando ela, e minhas mãos foram parar na bunda dela, já flácida pela idade, mas não menos gostosa e excitante pra mim.
Não sei como, mas já estava nua e eu já tinha tirado o vestido dela, tinha uma mulher de calcinha gozando comigo, os peitos dela caíam por causa da idade, mas o tamanho compensava, porque eram enormes com uns bicos gigantes e escuros, uma calcinha branca e cada vez mais molhada quando eu acariciava ela. Na hora ela se abaixou e me deu o boquete mais gostoso em anos, eu gemia, segurava a cabeça dela empurrando mais pra perto de mim, puxava os bicos duros e grandes dela, ela subia e continuava mordendo meus peitos e me beijando, não demorei nada pra ter um orgasmo delicioso. Ela se levantou e me ofereceu os peitos, eu chupando sem parar, tirei a calcinha dela, agora era minha vez e desci pra chupar toda a buceta dela, que jorrava uns sucos deliciosos por todo o meu rosto, enfiava meus dedos, ela gritava sem vergonha, deu um pulo quando enfiei um dedo no cu dela, a putinha gostou, me molhou toda quando chegou ao orgasmo. Me colocou de quatro e enfiou a boca no meu cu, metendo um e até dois dedos no meu cu, estava me destruindo, fazia anos que ninguém me dava pelo cu, doía tanto que quase não aguentava, ela dizia: "você é uma puta safada, gosta de ser foxy, gosta de ser fodida pelo cu". Me dava tapas fortes na bunda, que deixaram ela vermelha e sensível, não parava, a safada estava me estuprando gostoso pra caralho, tirou merda de mim de tanto me foder, tive um orgasmo interminável, e acabei toda dolorida no cu, cheia de merda e querendo mais.
Me deixou ali parada feito uma puta, toda excitada, voltou pra me limpar e disse:
Amor, amanhã você vem. Aparece esses pelos pra que o filho da puta do seu amante fique duro o dia inteiro de tão gostosa que você vai ficar. E de quebra, trouxe uns brinquedos pra gente gozar mais. Me limpei, beijei ela, me vesti e saí da loja sem o vestido e o biquíni que tinha comprado. Ia ter que voltar amanhã pra pegar e ver que surpresa ela me preparava. Entrei num restaurante, pedi uma vodka e, a cada gole, vinham imagens do meu filho me comendo, me fazendo de amante dele, de escrava safada. Não sei quanto tempo fiquei nas nuvens, molhada, desejando ter meu filho me possuindo de novo. Fui ao banheiro do restaurante e me masturbei de novo. Saí e fui pra casa, mal conseguia dirigir. Aquela mulher me deixou acabada.
Na quinta-feira, eu iria com meu filho pra praia e teria tudo planejado pra curtir com ele. Faria ele me implorar aos berros pra gente trepar, faria dele o amante perfeito, já que não precisaria sair de casa pra gozar com ele.
Queria tanto que os dias passassem rápido e que chegasse logo o dia da nossa partida. Voltei pra loja no mesmo horário, e lá estava Martha me esperando, mas agora tinha uma amiga dela com ela, muito magra, cabelo preto, bem alta, parecia muito elegante com um vestido preto. Quase não tinha peito, mas os bicos dos peitos marcavam demais. Ela fechou a porta e me disse:
Amor, esta é a Susana, ela vai nos ajudar a raspar. Vamos, fica nua gostosa pra gente. E foi assim que eu fiz, me despi pra elas, fiz tudo bem sensual. A Susana chegou perto de mim e me beijou, me fez sentar e pegou tudo que era necessário pra me raspar. Ela abriu minhas pernas e acariciou minha buceta, eu mordia os lábios de tão excitante que era a sensação de estar sendo depilada. Em minutos, eu estava totalmente lisinha. Na hora, as duas fizeram um show particular pra mim. Eu via elas se beijando, se tocando inteiras, enquanto eu me masturbava gostoso pra caralho. Foi incrível ver elas gozando daquele jeito, o contraste dos dois corpos era lindo: uma com peitão e rabão, e a outra quase lisa, mas com uns bicos durinhos que me deixaram super molhada. Não aguentei e me juntei a elas. Nós três gozamos pra caramba. Elas tinham consolos duplos, vibradores, uns paus enormes, e a gente usou em tudo que é lugar. Nós três éramos machos umas pras outras. Foi incrível tudo que a gente fez. Só vi algo assim nos filmes do meu filho. Posso dizer que nunca pararia de fazer isso, de verdade, nunca mesmo.
Me deram de presente o pau maior que já vi como lembrança da nossa amizade safada, pra eu sempre lembrar delas. Peguei o vestido e o maiô minúsculo. No meu plano, não tava saindo com aquele maiô no primeiro dia, então entrei em outra loja pra procurar um menos chamativo, mas também de duas peças e que ficasse justinho. Entrei pra catar sutiãs e calcinhas bem sensuais e transparentes. Procurei uma fio-dental preta transparente com renda pra vestir com meu vestido.
Chegou quinta-feira, meus dias férteis já tinham passado e eu podia aproveitar meu filho sem camisinha e sem risco de engravidar dele.
Saí vestida com uma calça bem justa e uma regata preta sem sutiã, que marcava bem meus peitos. Coloquei uma blusa de botões por cima, não queria que meu marido me visse assim. Ele nos levou ao aeroporto e partimos pra glória.
Ao subir no avião, meu filho sentou na janela e eu no meio, um senhor no corredor. Eu não parava de olhar pro volume do meu filho, não estava ereto, mas eu queria ver ele durinho. Falei que tava com sono e me encostei no ombro dele, e logo meu peito roçava no braço dele. Eu me mexia sem parar pra esfregar nele, meus mamilos já estavam bem duros e, sem dúvida, ele sentia meu mamilo inchado, excitado no braço dele. Deus, eu tava tão tesuda que queria que ele me comesse ali mesmo. Abri os olhos disfarçadamente e olhei pra entreperna dele, e lá estava o mastro já duro, tinha excitado meu filho, tava lindamente ereto. Ele não conseguiu disfarçar o contato do meu corpo quente com o dele, meu plano tava começando a ser perfeito. Ali estávamos nós dois num avião, roçando nossos corpos, quentes, nos desejando, mas ao mesmo tempo nervosos. Sim, tenho que confessar, parecia uma recém-casada, nervosa na hora da primeira noite de núpcias, mas também tava nervosa porque, apesar do meu filho estar excitado, eu tava preocupada com como ele reagiria a cada insinuação minha pra ele se atrever a foder com a mãe dele, com a mulher que trouxe ele ao mundo. Só queria ter força suficiente pra fazer ele me foder como nunca, e faria de tudo pra ele aproveitar e esquecer todos os preconceitos idiotas e foder comigo com a mesma vontade e desejo que eu.
Ao chegar no destino e descer do avião, entrei no banheiro e tirei a blusa. Eu tava muito gostosa, aquela calça valorizava minha bunda e o top destacava meus peitos muito bem. Peguei as pontas dos meus bicos e puxei com força, apertando pra eles ficarem durinhos ao máximo. Saí do banheiro e lá estava meu filho me esperando. Cheguei perto dele e o olhar dele foi direto pros meus bicos marcando escandalosamente no top. Peguei na mão dele e falei que tinha tirado a blusa por causa do calor que ia fazer quando saísse do aeroporto. Saímos e fomos pro hotel, fizemos o check-in, e lá estávamos nós dois dentro do quarto. Falei pro meu filho que a gente ia aproveitar cada minuto...
Vem, querido, vamos dar uma voltinha na praia, coloca teu biquíni. Peguei meu biquíni e deixei em cima da roupa minha outra fio dental, queria que ele visse e se surpreendesse que eu ia usar uma dessas.
Entrei no banheiro pra me trocar, meu deus, eu tava tão molhada, meus sucos tavam uma delícia, não aguentei muito e decidi me masturbar pra aliviar minha vontade de sexo por um momento. Quando saí, os olhos do meu filho ao me olhar já não eram os mesmos de antes, ele já tinha me visto de biquíni, mas sempre de peça única, era a primeira vez que na frente dele eu usava um biquíni de duas peças, praticamente ele tava me vendo de calcinha e sutiã, sem calça, sem blusa ou vestido. Ele tinha vestido um short, acho que pra disfarçar a ereção dele, os olhos dele brilhavam. Reparei na minha mala e ele tinha mexido nas minhas roupas, acho que ele adorou ver o biquíni minúsculo que eu tinha preparado pra ele...
Amor, e seu biquíni.
Tô com ele vestido, mas prefiro ir de short.
Ok, amor, bora curtir; dei um beijo na bochecha dela e peguei na mão; a gente vai se divertir pra caralho, esquece que sou sua mãe, imagina que você tá com uma amiga sua, não me trata como sua mãe.
Sim, mãe, não se preocupa.
Além disso, somos amigos, não acha?
Sim, gostosa, mas como vou te chamar quando tiver que fazer isso?
Pelo meu nome, me chama de Pili toda vez que me chamar, assim ninguém vai dizer que essa mulher não tem um homem pra acompanhar ela, e isso ia me fazer sentir mal.
Bom, Pili, vamos pra praia.
É assim que se diz amor, vamos. Perfeito, não agiríamos como mãe e filho, mas como um homem e uma mulher que estão de férias.
Ao chegar na praia, meu filho tirou o shortinho dele. Ah, que vista deliciosa! O filho da puta do meu filho tem um belo pacote. Não estava ereto, mas dava pra ver o grosso que o pau dele é.
Pouco depois, falei pra gente pegar um bronzeado, que não queria que a gente se queimasse no sol. Peguei o protetor e mandei ele virar de costas. Passei a loção nas costas dele, nas pernas, bem devagar, tentando deixar ele excitado. Pedi pra ele virar de frente, mas ele recusou — acho que o pau duro dele não deixava. Aí falei pra ele passar creme em mim. Deitei de bruços e ele começou a me untar também. Era a primeira vez que ele fazia isso. Senti as mãos dele massageando minhas costas, descendo pras minhas pernas, uma delícia. Pedi pra ele desatar o sutiã, que não queria ficar com marca, e ele fez.
Me irrita que o traje deixe marcas. Tomara que não existissem tantos preconceitos e a gente pudesse se bronzear pelado; falei.
Não, Pili, isso só se faz numa praia de nudismo.
Pois não sei se aqui tem uma, mas adoraria que não ficassem marcas em mim.
Sim, tem uma por aqui.
Sério, amor, seria uma boa ideia a gente dar um rolê por aí, não acha?
Tá louca, mãe, como é que a gente vai?
Juan, a gente tinha combinado que você não ia medir a mamãe, e além disso, eu sou sua mãe e já te vi pelado várias vezes, não teria nada de errado em te ver de novo. Não me diga que você tá com vergonha.
Não é isso, Pili, mas eu nunca te vi pelada.
Mas é super normal, nesses lugares todo mundo fica pelado como se fosse nada, sem malícia, e até famílias inteiras vão e não rola nada, mas enfim, é só uma ideia, talvez a gente faça, talvez não, eu adoraria me sentir livre por um momento, você não.
Sim, eu adoraria conhecer um lugar assim, mas nunca pensei que faria isso com você.
Mas se você é um filho da puta que queria fazer isso com alguma das suas namoradas, né.
Pois essa é a fantasia de qualquer homem: ficar pelado com uma gostosa.
Bom, como te falei, agora não sou sua mãe, sou a Pili, sua amiga, e tudo que a gente fizer vai ser como se fosse namorados, sem preconceito nem nada, vamos aproveitar.
Bom, Pili, se você quiser.
E aí, tu não quer se divertir não?
Sim, Pili, você tem razão, vamos aproveitar o momento.
Vai, assim que eu gosto... me bronzeia na frente.
Me virei e por um momento quis que ele visse meus peitos, mas resolvi tapá-los pra não preocupar ele, meu plano tava saindo perfeitamente, agora meu filho ia atuar como meu namorado e até pra uma praia de nudismo eu tava disposta a ir, era o momento perfeito.
Ao me virar, olhei direto pro pacote dele — e que pacote! Mesmo escondido, dava pra ver que era bonitão e grandinho. Ele se espreguiçou e começou a passar creme na minha barriga e no corpo todo. Pra ser sincera, nós dois tava curtindo pra caralho. Falei pra ele passar creme nas minhas mãos e, na frente dele, passei nos meus peitos sem mostrar tudo. Fiz isso várias vezes. Insisti pra ele deixar eu bronzeá-lo na frente, mas ele disse que não, que queria sentir mais o sol nas costas. Virou de lado e deitou.
Imagino que o pau lindo dele devia estar duro feito pedra, enterrado na areia de tão excitado que tava. Passou mais um tempo e eu acabei pegando no sono. Me virei um pouquinho pra deixar minha teta direita de fora, e lá estava eu, dormindo do lado do meu filho, com um peito à mostra. De repente, sinto ele se mexer. Continuei fingindo que tava dormindo. Aí, do nada, sinto a mão dele tentando cobrir meu peito. Quando ele faz isso, roça no meu mamilo duro. Sinto os dedos dele acariciando, brincou com ele só por uns segundos e me cobriu. Foi fantástico. Esse foi o primeiro contato direto. Finalmente ele tomou a iniciativa de me tocar, e isso me deixou ainda mais excitada. De repente, ele foi correndo pro mar. Abri os olhos e vi ele caminhando rápido em direção à água. Acho que ele precisava aliviar a excitação, batendo uma punheta dentro d'água. Me senti mulher, me senti uma puta que tinha excitado o próprio filho, que tava se acabando com a mãe dele. E eu tava feliz pra caralho.
Depois que ele voltou, eu já estava pronta pra ele. O maiô dele não escondia o pau duro que eu tanto queria. Ele sorriu pra mim e nos olhos dele dava pra ver o brilho de satisfação. Me pediu pra passar bronzeador na frente dele. Sentei e pedi pra ele amarrar a parte de trás do meu biquíni.
Amor, você não me convidou pra nadar, eu falei.
O que acontece é que você tava bem dormida, Pili.
Bom, é que a viagem foi cansativa pra caralho e eu merecia um descanso, nem senti quando você foi embora. Deita aqui, amor, deixa eu te bronzear e assim você descansa um pouco pra gente ir jantar e se preparar pra noite.
Onde você tá pensando em ir.
Não sei, tô afim de dançar, e você não?
Sim, Pili, dizem que aqui é um antro de luxo.
Bom, então vamos nos divertir; a gente conversava enquanto eu passava a mão pelo corpo dela, a pele era lisa, os pelinhos se arrepiavam a cada toque da minha mão. Quando cheguei nas pernas dela, comecei a ver o pequeno mastrinho dela crescendo, ela não conseguiu evitar, e eu já não aguentava a tentação de tocar nele. Então parei de bronzeá-la e falei que ia nadar um pouco.
Meu filho me viu entrar na água feliz
por ter excitado meu filho daquele jeito, nadei um pouco e gritei pra ele que a gente fosse embora. Quando chegamos, ele já tinha juntado todas as nossas coisas, vestiu o short e fomos pro quarto. Chegamos e entrei no chuveiro, ele esperando o momento de entrar ali pra me comer, mas não aconteceu. Quando saí, ele estava ligando pra casa. Os olhos dele brilharam ao me ver coberta só com a toalha. Ele disse que o pai não atendia. Falei que com certeza ele tava aproveitando que tava sozinho pra sair e se divertir.
Você tem problemas com o pai; ela me disse.
Por que você tá falando isso, amor?
Por que ele não veio com a gente nessa viagem? E tô sentindo que vocês tão meio afastados.
Sim, amor, meu pai me abandonou pra caralho. Acho que ele tem uma amante.
Por que você tá falando isso, Pili?
Love quando um homem tem uma amante, a esposa é a primeira a perceber. Simplesmente, ela já não te dá mais bola, sabe do que eu tô falando.
Talvez sejam as pressões do trabalho dela.
Não acredito quando um homem não te dá mais aquela trepada, alguma coisa tá rolando e não é estresse do trabalho. Eu tentei de várias maneiras excitar o teu pai, mas ele tá sempre cansado, e eu sou uma mulher que adora uma foda e ele já não me dá mais.
Teria sido melhor se você tivesse vindo com ele em vez de comigo, aí vocês resolviam as tretas de vocês.
Tentei, mas ele não quis, e aqui estou eu com meu filho, tô me divertindo pra caralho com você, amor, mas sinceramente esperava que seu pai me fizesse um love e não deu certo.
Pili, o que posso te dizer; ela chegou perto de mim e me abraçou, me deu um beijo na bochecha; "Não se preocupa, a gente vai se divertir pra caralho.
Tem razão, chega de besteira e vamos aproveitar. Entra no chuveiro que vou me preparar pra sair pra jantar.
Entrei e coloquei minha calcinha fio dental preta, perfumei o corpo e vesti meu vestido preto. Me olhei no espelho e tava orgulhosa de mim, me via muito gostosa. Passei batom nos lábios, me penteie e meu filho não saía, acho que tava noutra sessão de punheta. Quando vi que ele ia sair do banho, parei na frente da porta do banheiro. Quando ele saiu, ficou me encarando.
Pili, você tá linda pra caralho.
Valeu, amor, mas não é tudo isso.
De verdade, você tá muito gostosa.
Você está falando sério.
Sim, Pili, que inveja todo mundo vai ter ao me ver com uma mulher tão gostosa como você.
Valeu, amor, se apressa pra gente sair e se divertir; os olhos dele miravam meus peitos mal escondidos pelo vestido, me virei pra ele ver minha bunda e não perder nenhum detalhe da minha calcinha fio dental enfiada, me abaixei pra pegar meus tênis e deixei ele ver tudo, queria que visse a buceta que ele ia foder mais tarde, calcei eles, ele pegou a roupa dele e foi no banheiro se trocar, saiu e a gente saiu do hotel.
Caminhávamos pelo calçadão de mãos dadas, sorrindo, parecíamos namorados, bem, parecia uma mulher madura com seu homem, com seu amante, ninguém desconfiava que éramos mãe e filho prestes a trepar.
Entramos pra jantar e a conversa tava boa, a gente ria, fazia piada, tava feliz os dois, meus bicos tavam durinhos e ele nem disfarçava mais quando olhava pra eles. Eu só pedi uma salada, não queria comida sólida no corpo, queria estar limpa porque essa noite meu filho ia me comer de cu e eu não queria que ele tirasse merda de dentro de mim.
Saímos e entramos no antro que meu filho queria ir, muita luz colorida, muita fumaça, muitos casais, dava pra sentir o sexo no ar. Nos deram nossa mesa, pedimos umas bebidas e fomos dançar. Eu me mexia sexy pra ele, me aproximava pra falar no ouvido dele e assim juntar nossos corpos. A excitação era total, nós dois, quando nos aproximávamos, sentíamos nossos corpos eretos, meus peitos duros com os dois bicos marcados no tecido do vestido, o mastro do meu filho duro de prazer, de mãos dadas, sorrindo, nos desejando.
O tempo passou, a gente continuava bebendo vinho, continuava se roçando. Eu dançava sexy pra ele, e ele adorava, se sentia um gigolô com a amante. Dava pra notar a diferença de idade, o pessoal no lugar sabia que ele era meu homem. Os caras mais novos olhavam com inveja, e as mulheres me criticavam por me exibir com um homem mais novo que eu. Todo mundo tinha inveja da gente, dava pra sentir nos olhares. De repente, tocou uma música romântica. Meu filho me pegou pela mão, talvez pra voltar pra mesa, mas eu puxei ele pra mim. A gente juntou ainda mais nossos corpos, apoiei minha cabeça no ombro dele, nossos peitos se encostaram e nossas bocetas se uniram, sentindo o calor que a gente tava. O pau dele roçava em cada movimento, já não dava mais pra disfarçar, ele tava enorme se esfregando em mim. Nossa respiração tava ofegante, nossos corpos suavam, a gente se apertava mais, se curtindo, se sentindo. Ele acariciava minhas costas, eu sentia as mãos dele me tocando devagar. Eu acariciava a nuca dele. Parecíamos dois namorados excitados, aproveitando nossos corpos. A cada passo, ele empurrava mais o pau na minha buceta molhada de tesão. Levei minha boca até o ouvido dele e falei baixinho, com carinho:
Amor, o que foi? Sinto você muito excitado.
Desculpa, Pili, mas não consigo evitar.
Por que você tá assim, amor?; falei olhando nos olhos dele, ele parecia preocupado e ao mesmo tempo excitado, tava lindo pra caralho.
Por você, você também é gostosa, te sinto tão bem que não consigo evitar, mas sabe, me sinto mal, você é minha mãe.
Não sou sua mãe, sou a Pili e é normal que um garoto da sua idade fique assim excitado ao dançar tão coladinho, não se preocupa, amor. Lembra que viemos pra curtir e, pra ser sincera, eu também tô muito excitada. Será que você não percebe como me deixou, como me deixou o dia inteiro com o tesão à flor da pele?
Ela sorriu pra mim, a gente se olhou nos olhos e, devagar, sem pensar, nossas bocas se encontraram no primeiro beijo, um beijo de paixão, de amor, de incesto, daquele incesto que não teria mais volta. Durou só uns segundos, meu filho se afastou.
Desculpa, Pili, não quis fazer isso.
Love, mas foi maravilhoso.
Não, Pili, não pode ser, você é minha mãe.
Não, não sou sua mãe, sou só uma mulher abandonada, tesuda, louca por sexo, e quem melhor que você pra me fazer sentir mulher de novo.
Mas meu pai, o que é que ele vai dizer, o que o povo vai falar.
Nada que somos dois amantes curtindo o momento e teu pai, ele deve estar comendo alguma puta agora.
Mas eu sou teu filho.
Eu sei, amor, mas te desejo tanto e sei que você também me deseja, vi como você me olha, pude sentir como você tocava meu peito na praia, pude ver seu pau ereto por mim e o beijo que você acabou de me dar confirma isso.
Pili, você me deixa louco, mas não pode ser, você é minha mãe e isso é errado.
Não, você é o Juan, meu homem, e eu sou a Pili, sua mulher, sua putinha, pra te fazer gozar, pra foder como loucos, porque a gente se deseja tanto e que se dane a moral. Quero que você me peça, que grite, que exija foder comigo. Quero que deseje isso tanto quanto eu. Quero ser sua putinha. Quero que essa loucura pare aqui ou que você me tire daqui e me leve pro hotel pra fazer amor comigo. Quero que peça pra acabar com tudo isso ou que grite pra gente foder como loucos. Sei que nossa vida vai mudar com isso, mas vai ser uma mudança cheia de prazer. Seremos amantes sempre que você quiser.
Nos beijamos de novo, eu passava minhas mãos pelas costas dele e ele pelas minhas. Ele olhou nos meus olhos, segurou minhas nádegas com as duas mãos e me apertou contra ele.
Pili, vê como eu tô por você, sente minha pica por você, e sim, eu te desejo, quero te fazer amor, quero te comer a noite toda, você é minha e sempre vai ser — Não importava as pessoas, meu filho acariciava minha bunda, esfregava o pau em mim, usava a palavra: buceta, levantou a mão e tocou meu peito esquerdo, beliscou meu mamilo, a gente não parava de se beijar, e ele falou no meu ouvido:
Pili, agora você vai ser a que vai me pedir pra te foder.
Sim, Juan, me fode, me faz tua, preciso de você, preciso de um homem e quero que seja você, quero ser sua mulher, sem condições, quero que quando der na telha você me pegue, quero transar com você o tempo todo, por favor me tira daqui e me come a noite inteira, amor.
Ele me beijou e saímos da pista de dança, chegamos na mesa, sentamos, ele me beijou de novo, eu levei minhas mãos pro pau dele e pela primeira vez senti ele nas minhas mãos, duro, grosso, não podia acreditar, ali estava eu, com meu filho, acariciando a rola dele, me sentia feliz, realizada, tava pronta pra ele me comer ali mesmo, pedia por isso aos berros, queria que ele enfiasse a vara dele sem piedade, que enchesse minha boca de porra na frente de todo mundo.
Meu filho olhou pra galera, todo mundo na sua, uns dançando, outros se pegando, não éramos os únicos excitados, tinha mais casais se acariciando sem vergonha, igual a nós, cheios de tesão. Ele me beijou de novo, mas agora deslizou a mão num dos meus peitos, pegou, acariciou, apertou gostoso pra caralho, nossas línguas não paravam de brincar, eu não parava de masturbar ele. De repente, ele pegou meu mamilo, beliscou, puxou forte e falou: Pili, não aguento mais, vamos sair daqui. Ele se levantou e ali estava o pau do meu filho, duro igual cano, na frente da minha cara. Eu queria tirar ele pra fora e chupar, morder, mas já tínhamos ido longe demais e decidimos sair do lugar.
Caminhávamos abraçados, apaixonados, aquela seria a nossa noite, a gente sabia e tava feliz. Entramos num táxi e pedimos pra ele nos levar pro hotel. Na hora, eu peguei no pau dele, fiquei masturbando sem parar, a gente não parava de se beijar. Ele pegou no meu peito de novo, mas agora por baixo do tecido. Dessa vez ele sabia que eu não tava fingindo que tava dormindo. Eu acariciava devagar, suave, com amor, debaixo da mão dele. E pela primeira vez, ele acariciou minha buceta, fez isso por cima da calcinha. Tava toda molhada, não lembro de ter ficado tão molhada na minha vida inteira, escorrendo sucos. E eu não consegui evitar, soltei um gemido de prazer que ele me causou. Tive meu primeiro orgasmo da noite, ali no táxi, e só porque meu filho, o filho da puta, acariciou a mamãe. Não duvido que o taxista percebeu o que a gente fez e com certeza ficou excitado igual a nós.
Quando chegamos na recepção do hotel, entramos junto com um casal: uma garota jovem acompanhada de um senhor mais velho que ela. Me chamou muito a atenção, porque estavam na mesma situação que a gente: eu, uma mulher madura com um jovem, e ela, uma jovem com um maduro. Ele era alto, forte, bonito, com cabelos grisalhos. Ela era muito fina, gostosa, magra, com um corpo bem apetitoso. Vestia uma calça jeans justa no corpo, fazendo aquele rabo empinado dela se destacar. Usava uma blusa branca sem sutiã, que marcava uns peitos redondos, não muito grandes, mas dava pra ver que eram firmes. Na real, ela parecia a namorada do meu filho, e eu, a do senhor...
Oi, me chamo Jaque, como vocês estão se divertindo?
Muito bem, eu sou a Pili, e vocês, como é que tão?
Voltamos de jantar.
Nós viemos de dançar.
Que bom, pena que o Jorge não gosta de dançar e amanhã à noite a gente volta pra casa, mas eu adoro dançar.
Nós nos divertimos pra caralho, aquele lugar é muito gostoso.
Já percebi, dá pra ver que voltaram pra continuar a festa. Ela disse sorrindo.
Claro, a noite é jovem.
Tô vendo que você vem muito bem acompanhada.
Olhando pro meu filho.
Você não pode reclamar, seu namorado é muito gostoso.
Valeu, ele é bem sério, mas na cama é pura paixão.
É isso que importa, que te façam sentir bem.
Acho que nós duas vamos nos divertir pra caralho essa noite.
Tomara que sim, é a primeira noite que vou passar com o João.
Então sorte, amiga, espero te ver amanhã na piscina pra continuar conversando.
Claro, a gente vai estar lá.
O homem dela chegou, me sorriu, e foram embora pros elevadores.
Meu filho chegou e a gente foi seguindo eles por trás, eu consegui ver a bunda da Jaque, redondinha e empinada, essa mina fazia qualquer um virar pra olhar, não fui a única a seguir o movimento gostoso da bunda dela, meu filho também fixou o olhar na rabeta dela. Subimos junto com eles no elevador, eles apertaram o sexto andar, a gente o quarto. Meu filho me envolveu nos braços, deixando minha bunda colada no pau dele que ainda tava duro. Eu não perdia detalhe dos peitos da Jaque, agora enfeitados com dois biquinhos saltadinhos. A gente se despediu deles e foi pro nosso quarto. Essa mina me deixou mais puta e com certeza meu filho também.
2------Entramos no quarto e foi só paixão, meu filho me apoiou na mesa me beijando, acariciando, empurrava o pau dele querendo furar o pano das nossas roupas, com as mãos ele baixou as alças do meu vestido e aí apareceram meus peitos inchados, a boca dele se apossou deles, chupava e mordia gostoso pra caralho, eu agarrava a bunda dele empurrando mais pra perto de mim, desde um ano e meio de idade meu filho não mamava, queria devorar eles, tirou meu vestido e me enchendo de beijos chegou até minha calcinha, que ele puxou pra baixo de uma vez, ali estava minha buceta molhada, cheia de sumo, depilada especialmente pra ele...
Mãe, ela é uma gostosa.
Você gosta, amor. Ele/ela tocava suavemente com os dedos.
É perfeita, e você tá toda molhada.
Sim, amor, você me deixou com muito tesãaaaaaaaaaao.
Gritei de prazer quando ele passou a língua, meu clitóris pulou na hora e tomou conta. Mordia, chupava, tava me dando tanto tesão, não sei com quantas mulheres ele já fez isso, mas era um puta expert, o filho da puta tava chupando a buceta da própria mãe, de onde ele nasceu, enfiava a língua onde o pai dele me encheu de porra pra ele nascer.
Ao mesmo tempo, ele acariciava minha bunda, apertava ela, minhas nádegas sentiam as mãos dele, depois ele levantava e apertava meus peitos, puxava meus mamilos pra baixo, com força, doía, mas doía de prazer, logo ele enfiou um dedo, dois, três, eu comecei a ter orgasmos múltiplos, nunca tinha acontecido comigo, com meu marido eu chegava a fingir, mas com meu filho não foi só um, foram várias gozadas, a mão dele ficou cheia dos meus fluidos, ele levantava a mão e me dava pra provar, eu chupava os dedos dele cheios de mim, virei de lado e ele enfiou a cara entre minhas nádegas, pra me fazer gozar mais, era um mestre, chupava minha buceta gostosíssimo, passava a língua no meu cu, devagar ele ia dilatando, o filho da puta percebeu que eu adorava...
Você gosta, amor, você gosta.
Siiiiiiiii, chupa minha buceta, seu filho da puta.
Passava a língua com mais força.
Por aí vou te foder.
Sim amoooor, vai me comer o cu, sim, eu sonhei tanto com isso, love.
Colocou o dedo na entrada do meu cu, agora tava fodendo meu cu com o dedo, com a outra mão fez a mesma coisa na frente, só de lembrar fico toda molhada, acreditem, era sensacional. Com os dedos enfiados, e do jeito que ele mordia meus peitos com a boca, tive outro orgasmo, somando todos os orgasmos da minha vida não chegavam aos que eu tive naquele dia.
Depois de gozar, eu o beijei, gritei agradecendo por ele ter me feito tão feliz, peguei no pau dele brincando por cima da calça, comecei a tirar o cinto dele, subi minhas mãos e desabotoei botão por botão da camisa dele, tirei ela por completo, beijei o peito dele, devolvi as mordidas nos mamilos dele, desci até o umbigo, beijava ele enquanto acariciava a bunda dele, comecei a desabotoar a calça dele e quando fiz isso, puxei ela pra baixo rápido junto com a cueca, foi lindo, simplesmente lindo ver o pau dele saltar se libertando no ar, inchado, duro, grosso, de verdade era muito grosso, na hora peguei ele com minha mão, com a outra tomei conta das bolas dele, tinha nas minhas mãos um tesouro dos sonhos, o pau do meu filho pulsando, molhado, os fluidos pré-seminais escorriam pelas minhas mãos, as veias eram bem grandes, o pau dele não era muito comprido mas a grossura compensava de sobra, apertei e saiu mais líquido.
Com a minha língua, recebi eles na minha boca, provei, tinham um gosto delicioso, doce, minha boca tomou conta do pau dele, comecei a chupar, mordia de leve, colocava e tirava, meu filho começou a fazer o movimento de vai e vem, ele tava me comendo pela boca, me segurava pela cabeça e me empurrava mais fundo, meu filho não só me pegava pela boca, o filho da puta queria gozar ali mesmo, ou talvez de tão excitado que tava, precisava aliviar o prazer e com quem mais senão com a mãe dele, na boca da mãe, de repente ele soltou um grito...
Aaaaahhhhaaaaaa mamãeeeeee tô gozandooooooo.
Apressei meu boquete e logo jorraram jatos e jatos de porra, recebi com gosto na minha boca, espirrou no meu rosto inteiro, não parava de gozar, acreditem ou não, era a primeira vez que provava o sêmen de um homem. O idiota do meu marido nunca chupou minha buceta, nem eu chupei o pau dele, e agora eu não só estava chupando a pica do meu filho, como também engolindo o leite dele, e tinha um gosto delicioso. Finalmente meu filho tinha acabado, tinha soltado toda a porra na boca da mamãe... desculpem, mas vou dar uma pausa para continuar escrevendo, estou tão tesuda só de lembrar, que vou acordar meu filho para reviver esse momento, não demoro...
Finalmente voltei, não aguentei a vontade de dar praquele Juan, desculpa, vou continuar com meu relato.
Não deixei nem uma gota de porra, engoli tudo, meu filho gemia de prazer, o belo mastrão dele não perdia a grossura, pelo contrário, eu via ele tentando crescer mais...
Pili, isso foi único.
Mal dava pra falar.
Eu amei, amor.
Acariciando o pau dele, não queria que ficasse mole.
Você é uma puta, quem diria que você chupa pica assim, tão gostosa.
E você, seu filho da puta, quem diria que tá comendo a sua própria mãe.
Sim, vadia, e o que mais te falta.
Ele me disse ao mesmo tempo que me pegou pela mão e me levou pra cama. Me deitou, acariciando meu peito.
- Quero lembrar dessa foda pra sempre.
- Ele foi direto na câmera de vídeo, ligou e colocou ela bem na cama, o filho da puta queria filmar nossa trepada.
- Abre as pernas, quero filmar como eu enfio a pica em você.
- Eu abri com gosto, ele chegou na minha buceta e lambeu, subiu pra me dar um beijo.
- Mamãe, agora seu filho vai te foder como nunca.
- - Sim, me dá logo, rápido, que eu precisoooooooooo. - - Ele meteu de uma vez só e, puta merda, como ele me comeu, parecia que tava me estuprando, metia e tirava sem piedade, eu sentia ele grosso demais, dava pra sentir raspando nas paredes da minha buceta, ao mesmo tempo me beijava, mordia meus bicos dos peitos, tava dando a foda da minha vida, rapidinho eu tive outro orgasmo, gritei muito alto, não tava nem aí se me ouvissem, eu tava aproveitando pra caralho.
- Ele continuava com as estocadas, aumentava a velocidade, eu sentia que ia desfalecer, parecia mesmo que ele estava me estuprando. Ele tirou e se deitou de barriga pra cima, na hora eu montei nele e enfiei a pica dele em mim, cavalgando sem parar, subindo e descendo enquanto ele apertava meus peitos. Ele levantava a boca e dava mordidas deliciosas nos meus bicos, ficamos nessa posição por um bom tempo. Quando cansei de cavalgar, ele me colocou de quatro e meteu de novo, uma delícia. O vai e vem dele era violento, meus peitos balançavam a cada estocada. Tive outro orgasmo na hora em que ele enfiou o dedo no meu cu, colocando devagar no meu ânus, eu gritei de novo.
- - Assim, vagabunda, goza, que não demoro pra te meter no cu.
- - Sim, amor, me dá, dá pra mamãe no cuzinho.
— Como desejei ter a pica que minha amiga me deu pra enfiar no meu cu ao mesmo tempo que ele me comia gostoso pela minha buceta. Ele tirou o pau pra fora e apontou direto pro meu cu, não precisei de creme vaginal nem de outro lubrificante, tava tão molhada que aquilo já bastava pra não doer tanto. Fiquei muito preocupada quando ele apontou a cabeça do pau pro meu ânus, porque era grossa demais mesmo, ele percebeu isso e foi enfiando devagar, com carinho, enquanto eu já tinha meus dedos dentro da minha buceta, me esfregava o clitóris, tava gostando tanto que queria ter dois paus dentro de mim. Quando meu filho enfiou a cabeça do pau, ele começou a me comer devagar pra não doer tanto, mas era grossa demais, arrancou lágrimas de mim quando enfiou tudo. Ele parou sem se mexer um tempo pro meu cu se acostumar com o tamanho do pau dele, falava comigo com carinho, dizia que logo eu ia gostar, e foi assim, a dor foi virando prazer aos poucos. Ele começou a bombar meu cu devagar e depois era só prazer, tava me dando a melhor fodida do mundo, tinha ele tão dentro do cu e curtia tanto que não queria que ele tirasse nunca. Tava nessa quando meu filho gritou que ia gozar.
- - Vou gozar.
- - Sim, amor, me dá seu leite, inunda minha buceta de você, amor.
- - Sim, vagabunda, aí vai, aproveitaaaaaaaaa.
- - Senti o semen quente dele saindo com força e enchendo minha buceta toda, não sei se foi imaginação minha, mas não parava de sentir o calor do gozo dele jorrando sem parar, meu filho gritava de prazer e eu também tive um orgasmo delicioso. Quando acabou, ele tirou o pau e ficamos exaustos, ele deitado em cima de mim. - -
Ele se levantou e foi pro banheiro, trazendo papel higiênico pra se limpar e limpar toda a merda que ele tirou de mim. Fez isso me dizendo que nunca na vida dele tinha fodido como hoje. Respondi que pra mim foi a mesma coisa. A gente se beijou e dormimos abraçados.
- Depois de algumas horas, me levantei devagar pra não acordar ele, a câmera de vídeo já não gravava mais nada, fui no banheiro porque sentia que a merda ainda tava saindo de mim, ao sair vi meu filho dormindo, ele tava lindo pelado na cama, quem diria que aquele homem fode tão gostoso, quem diria que o filho da puta comeu a própria mãe tão gostoso, pela primeira vez depois de muitos anos vi o pau dele mole, quem diria que aquele pauzinho ficaria tão grande e grosso quando excitado.
- - Me aproximei dele e peguei no seu pauzinho, acariciei até ele acordar, olhou nos meus olhos e sorriu, logo já tava duro e grosso de novo, chupei ele até gozar uma deliciosa descarga de porra, acho que a partir desse momento viciei em leite, porque adoro quando gozam na minha boca.
- Lá pelo meio-dia a gente acordou e pediu um café da manhã no quartão, parecíamos mesmo uns recém-casados e esse era o começo do nosso segundo dia no hotel.
- - Tomamos banho juntos e transamos no chuveiro, a primeira de muitas que aproveitamos. Nos preparamos pra descer pra piscina e pegar um sol por um tempo. Meu filho ficou fascinado com o jeito que meu biquíni minúsculo mostrava, com seus pequenos triângulos, meus peitos e minha bucetinha quente, e por trás, como aquele fiozinho fino me devorava, mostrando toda minha raba pro deleite de quem visse.
- - Meu filho disse que eu parecia uma puta gostosa pra caralho vestida assim e que ele adorava ser meu homem, queria que todo mundo visse que pedaço de mulher tão gostosa ele tinha. - -
Ao chegar na piscina do hotel, sentia os olhares de todo mundo. Meu filho caminhava orgulhoso, segurando minha mão, e de repente ouço aquele assobio clássico de elogiar uma mulher. Viro, pensando que era algum cara me assobiando, mas me deparei com a surpresa: era o Jaques...
- - Guuaaauu, mulher, você é realmente ousada.
- - Jaque... como você tá.
- - Bem, e sua mulher? Você tá muito gostosa.
- - Valeu.
— Mas sentem-se, juntem-se a nós. — Nós sentamos junto com eles, Jorge não parava de me olhar e tanto eu quanto meu filho não tirávamos os olhos da Jaque. Ela estava uma gostosa naquele maiô azul, os peitos dela marcavam deliciosamente e aquele rabo empinado me deixava louco.
Pronto, nós quatro estávamos numa baita conversa, ela e eu fomos nadar na piscina, e nossos homens nos bronzeavam quando saíamos. Eles se deram bem apesar da diferença de idade, e eu tava morrendo de vontade de comer aquela mulher gostosa.
Fonte:https://movil.todorelatos.com/relato/391/
1 -----------Vou me chamar Pilar, sou divorciada e vou contar pra vocês o motivo do meu divórcio.
Tenho um corpo bonito apesar da idade, tenho 37 anos e mantenho ele assim porque malho muito. Na minha vida, nunca transei com um homem. Aos 17 anos, tive uma amiga com quem passei momentos inesquecíveis de prazer, já que ela era sapatão e a gente gozava toda vez que ela vinha dormir na casa dos meus pais. Éramos inseparáveis. Eu achava que também era lésbica. Com o tempo, fizemos a mesma coisa com novas amigas sapatões, a gente se divertia pra caralho. Mas conheci o Ramón, um homem que nunca soube da minha atração sexual e, sinceramente, me apaixonei por ele. Nunca transei com ele até a gente casar, achando que assim acabaria com toda a minha putaria e que eu seria só dele até o dia da nossa noite de núpcias. Foi um erro fatal, porque acostumei ele a transar poucas vezes. Casei muito nova, com 18 anos, e estava encantada com aquele homem.
No ano, tivemos nosso único filho, o Juan. O Ramón foi crescendo na vida profissional e vivemos muitos anos entre luxos e os prazeres que o dinheiro dá, mas nosso relacionamento amoroso fracassou. No máximo uma vez por mês a gente transava, eu passei de uma gostosa lésbica safada pra uma mulher frígida, e hoje em dia é um milagre ele me comer.
Quando a internet começou a se expandir, compramos um computador pro nosso filho. Isso foi há um ano, e ele descobriu muito rápido todo o sexo que tem lá, passava horas navegando. A gente não sabia o porquê até que um dia, quando Juan, meu filho, não esperava minha volta, entrei no escritório de casa e ele estava se masturbando. Quando abri a porta, ele não percebeu, e eu não fiz barulho nenhum, só fiquei olhando. E, sinceramente, foi maravilhoso. Ele tinha um pau muito gostoso, não muito grande, mas bem grosso, igual ao do pai dele, que também era grosso, mas o dele parecia mais carnudo. A visão era maravilhosa. Não consegui ver o que ele tava vendo na tela, mas ele tava curtindo pra caralho. Me senti tão mal por estar espiando ele, mas não conseguia parar de admirar. Os gemidos dele me excitavam ainda mais, e logo comecei a ficar com um tesão danado. Meus mamilos ficaram durinhos e minha calcinha molhou sem parar. Foi nesse momento que lembrei de todas as minhas loucuras de juventude e desejei tanto ter aquele mastrão lindo entre minhas pernas. Queria gozar com ele e que ele me fizesse mulher de novo, mas era meu filho, e isso só podia ser uma fantasia. Naquela hora, vi ele soltar jatos e mais jatos de porra, que não paravam de sair. Foi maravilhoso ver meu querido filho gozar daquele jeito. Como eu queria ter sido eu, com minhas mãos, fazendo ele gozar assim. Rapidamente fechei a porta com cuidado, voltei pra porta da entrada e fingi que tinha chegado em casa. Abri e fechei a porta com força e gritei que tinha chegado. Meu filho respondeu lá do escritório. Por um momento, quis entrar lá, mas sabia que ia encontrá-lo muito excitado e preocupado de vê-lo naquele estado, então resolvi subir pro meu quarto. Enquanto subia, gritei que ia tomar banho, e ele respondeu que ia sair pra rua.
Entrei no meu quarto, me despi devagarinho na frente do espelho, meu coração batia sem parar. Dava pra ver o quanto meus bicos estavam duros, como há muitos anos não ficavam assim. E minha calcinha, nem se fala, tava tão molhada que só pensava na pica dele dentro de mim. Então comecei a acariciar meu corpo todo, meus peitos, minha bunda, minha pussy. Em segundos já tinha dois dedos enfiados na minha pussy e me acariciava a bunda, tudo isso imaginando que era a pica do João. Peguei um aplicador de absorvente de ampola, me deitei e gozei enfiando ele até gemer de prazer com minha porra.
Entrei no chuveiro e tive outro orgasmo lá. Saí, me vesti e fui direto pro quarto do meu filho. Mesmo tendo uma moça que vem duas vezes por semana fazer a limpeza da casa, meu filho recusou desde o início e preferiu fazer ele mesmo. Naquele momento, descobri o motivo. Já tinha entrado no quarto dele várias vezes, mas nunca pra bisbilhotar. Tinha posters de algumas atrizes de biquíni, mas nada fora do normal. Abri a gaveta dele e só encontrei as cuecas. Procurei mais no fundo e nada. Fui até o armário e encontrei uma caixa com cadeado. Procurei em tudo até achar a chave pequena. Abri o cadeado e tive uma surpresa gostosa: revistas pornográficas, vídeos XXX, várias caixas de camisinha. Enfim, percebi que meu filho era um comedor danado. Pelas camisinhas, soube que ele transava com as amigas. Ficava imaginando as loucuras que os vídeos deviam ter e morria de vontade de vê-los. Guardei tudo, mas não sem antes dar uma olhada naquelas revistas deliciosas. Deixei tudo no lugar e fui pro meu quarto continuar me masturbando pensando nele. Em mais de dez anos, não tinha tido tantos orgasmos como naquele dia, e muito menos imaginando que seria por causa do meu filho.
Tomei outro banho e esperei meu marido e meu filho pra comer, só pedi comida por telefone porque o tempo todo tava descendo em cima de mim.
Meu marido chegou e depois apareceu meu filho. Eu tava nervosa, não sabia se ele tinha percebido que eu vi ele se masturbando, mas acho que não, porque ele agiu super natural. A gente comeu e meu marido voltou pro trabalho. Meu filho disse que ia sair com uns amigos, e eu pedi um favor pra ele me ensinar a usar o computador, falando que queria escrever todas as minhas receitas de culinária. Mas, na real, eu queria descobrir o que ele via naquele computador. Eu nem entendia essa coisa de Internet, mas enfim, ele começou a me ensinar o básico: como usar o Windows, Word, etc., e como procurar arquivos. Tentei abrir os arquivos dele, mas estavam protegidos com senha e não consegui ler. O resto era trabalho, vídeos, fotos de artistas, etc. No dia seguinte, ele prometeu me ensinar a usar a Internet.
Chegou a noite, jantamos e eu ainda tava muito tarada. Tentei fazer amor com meu marido, mas ele tava muito cansado. Reclamei e a gente discutiu. Falei que precisava mais dele, que queria que me fizesse sentir mulher, que tava cansada dessa vida monótona que a gente levava. Cobrei ele, falei que talvez ele tivesse uma amante. No fim, ele teve que dormir em outro quarto.
Meu casamento com meu marido era um fracasso e, por tudo que aconteceu com meu filho, decidi aproveitar o sexo com outros homens, e assim não ter que lidar com meu filho, já que não era certo.
Na sexta, quando meu filho foi pra escola, fui direto pegar os vídeos... puta merda, era maravilhoso. Num deles apareciam duas minas novinhas, bem gostosas e magrinhas, se beijando e se pelando, chupando o corpo inteiro uma da outra. Um cara chegou perto delas, na hora tiraram a roupa dele e mamaram aquele pauzão gostoso, ele comeu as duas como um verdadeiro mestre. O que mais me deixou louca foi quando ele metia no cu delas e como as duas engoliam o leite dele. O vídeo continuou, e eu acabei batendo uma gostosona enquanto via aquilo, desejando meu filho. Aí decidi mudar o rumo da minha vida: tinha que transar com meu filho.
Tomei um banho e fiquei só de roupão, esperando ele voltar. Quando chegou, pedi pra ele me ensinar a usar a internet. Ele me explicou como entrar em sites, como pesquisar, etc., tudo focado em receitas de cozinha, claro. Ele não parava de olhar a abertura do meu roupão, que mostrava um pouco dos meus peitos e marcava meus bicos durinhos de tesão. Dava pra ver a ereção dele, e isso me deixou louca — eu tinha excitado meu filho.
Quando ele saiu com os amigos, a primeira coisa que fiz foi pesquisar a palavra "incesto"; e aí encontrei sites onde comecei a ler todos os contos, as fotos, e tudo me encantou, entendi por que meu filho passava horas conectado na internet.
Os contos de incesto me deram coragem e ideias de como foder com meu filho, e não hesitei em fazer um plano pra conseguir.
À noite, entrei no estúdio e meu filho tava no computador, não sei se tava vendo um site de sexo, mas ele se assustou. Entrei devagar e sentei no colo dele, e finalmente pude sentir o pau duro dele, já que tava roçando nele. Ele tava muito tenso. Aí agi natural e falei que o pai dele tava com muito trabalho e que queria ir pra praia passar uns dias. Ele disse que seria maravilhoso. Dei um beijo na bochecha dele e falei que ia resolver tudo.
Conversei com meu marido e, claro, ele disse que iria sem a gente. Falei que a gente sairia na próxima quinta e voltaria no domingo. Fui no quarto do meu filho e, quando entrei, o cheiro de porra tava forte, meu menino tinha se masturbado. Eu tava só de roupão de seda pra dormir, meus bicos apareciam no tecido, ele percebeu e não tirava os olhos deles. Cheguei perto da cama dele e sentei, minhas nádegas sentiram uma revista entre os lençóis. Imagino que meu filho tava batendo uma com alguma revista pornô e não deu tempo de esconder. Deu vontade de puxar e descobrir ele pra ver a reação, mas não fiz. Preferi seguir com meu plano.
Avisei que a gente ia pra praia naquela quinta, que ela pedisse dispensa na escola e se preparasse pra ir. Peguei na mão dela e dei um beijo no rosto, dizendo que a gente ia se divertir pra caralho. Adorei o jeito que ela disfarçadamente olhava pros meus peitos. Ficava imaginando o pau lindo dela duro debaixo dos lençóis e por um momento quase tirei os lençóis pra chupar ele, mas me segurei.
No dia seguinte, fui na agência de viagens. Lembrei que no shopping tinha uma loja de roupas com uma senhora bem mais velha que eu, que todas as minhas amigas diziam que era sapatão. Achei que seria uma boa ideia brincar um pouco com ela e relembrar meus tempos de sapatão. Cheguei na loja já quase na hora do almoço. A senhora se chama Marta e me disse que estava prestes a fechar. Falei que era uma emergência, porque ia viajar. Cheguei perto do ouvido dela e sussurrei: "Me ajuda, vou viajar com meu amante e quero ficar gostosa pra ele". O olho dela brilhou, e ela mandou as funcionárias embora, falou pra elas irem que ela mesma me atenderia.
Amiga, tu sim que sabe convencer, ele me disse.
O negócio é que é meu primeiro encontro com outro homem e quero deixar ele muito excitado.
Não se preocupa, querida, eu te ajudo. Me diz o que você gostaria, enquanto fechava a loja.
Não sei, quero algo bem sexy, vamos pra praia e quero deixar ele excitado o tempo todo.
Olha, tenho esse vestido aqui, experimenta ele.
Entrei no provador e deixei a porta aberta, fui me despindo devagarzinho lá dentro. Ela não tirava os olhos de mim. Fiquei só de calcinha e vesti o vestido. Ela disse que ficava muito bem em mim, e era verdade: tinha um decote que mostrava o peito todo, só cobrindo meus seios, e as costas eram abertas. O vestido chegava só uns centímetros abaixo da minha bunda. Ela se aproximou e ajeitou a parte de cima, roçando meu mamilo de leve. Nossa, eles ficaram durinhos na hora...
Com esse vestido, querida, você levanta até um defunto, a gente ri. Diz que vai pra praia? Então experimenta esse biquíni.
De novo eu estava nua, tirei a calcinha. Ela já não disfarçava mais, me olhava com luxúria e eu estava com os mamilos duros e começando a me molhar. Era uma calcinha fio-dental minúscula, mal me cobria com um triângulo pequeno, todos os meus pelos aparecendo. O sutiã mal me tampava com aqueles triângulos pequenos, meus mamilos e minha bunda engolia todo o fio fino, deixando minhas nádegas à mostra. Ela me disse para me virar. Fiz devagar, ela se aproximou para ajeitar meu sutiã, cobrindo bem os mamilos, roçando neles de novo. Eu me sentia no paraíso. Ela me disse:
Amor, com essa roupa você não só excita até um morto, como deixa qualquer mulher morrendo de vontade de te devorar inteiro.
Pra qualquer mulher, acho que não, teria que ser lésbica ou bi.
Tem razão, as outras iam te olhar com inveja, mas a gente com admiração. Sério, você tá muito gostosa, mas a gente precisa dar um jeito nesses pelos. E uauuu, minhas pernas tremeram quando ela passou a mão nos meus pelos...
Amor, você tem que raspar eles (com certeza não raspava há vários meses e tava saindo um monte). Quando quiser, te ajudo...
Fiquei ali parada, surpresa. Meu jogo de excitá-la tinha me pegado também, agora as duas estávamos muito excitadas. Ela começou a acariciar minha pussy, soltei um gemido que ela abafou com um beijo... Já fazia anos desde aqueles jogos juvenis com minhas amigas, mas agora eu estava me beijando com uma mulher que tinha me tornado bissexual. O beijo dela foi molhado, gostoso, ela passava a língua junto com a minha. Acariciou minha bunda, chupou e mordeu meus mamilos, não parava de acariciar minha pussy toda molhada. Eu só continuava beijando ela, e minhas mãos foram parar na bunda dela, já flácida pela idade, mas não menos gostosa e excitante pra mim.
Não sei como, mas já estava nua e eu já tinha tirado o vestido dela, tinha uma mulher de calcinha gozando comigo, os peitos dela caíam por causa da idade, mas o tamanho compensava, porque eram enormes com uns bicos gigantes e escuros, uma calcinha branca e cada vez mais molhada quando eu acariciava ela. Na hora ela se abaixou e me deu o boquete mais gostoso em anos, eu gemia, segurava a cabeça dela empurrando mais pra perto de mim, puxava os bicos duros e grandes dela, ela subia e continuava mordendo meus peitos e me beijando, não demorei nada pra ter um orgasmo delicioso. Ela se levantou e me ofereceu os peitos, eu chupando sem parar, tirei a calcinha dela, agora era minha vez e desci pra chupar toda a buceta dela, que jorrava uns sucos deliciosos por todo o meu rosto, enfiava meus dedos, ela gritava sem vergonha, deu um pulo quando enfiei um dedo no cu dela, a putinha gostou, me molhou toda quando chegou ao orgasmo. Me colocou de quatro e enfiou a boca no meu cu, metendo um e até dois dedos no meu cu, estava me destruindo, fazia anos que ninguém me dava pelo cu, doía tanto que quase não aguentava, ela dizia: "você é uma puta safada, gosta de ser foxy, gosta de ser fodida pelo cu". Me dava tapas fortes na bunda, que deixaram ela vermelha e sensível, não parava, a safada estava me estuprando gostoso pra caralho, tirou merda de mim de tanto me foder, tive um orgasmo interminável, e acabei toda dolorida no cu, cheia de merda e querendo mais.
Me deixou ali parada feito uma puta, toda excitada, voltou pra me limpar e disse:
Amor, amanhã você vem. Aparece esses pelos pra que o filho da puta do seu amante fique duro o dia inteiro de tão gostosa que você vai ficar. E de quebra, trouxe uns brinquedos pra gente gozar mais. Me limpei, beijei ela, me vesti e saí da loja sem o vestido e o biquíni que tinha comprado. Ia ter que voltar amanhã pra pegar e ver que surpresa ela me preparava. Entrei num restaurante, pedi uma vodka e, a cada gole, vinham imagens do meu filho me comendo, me fazendo de amante dele, de escrava safada. Não sei quanto tempo fiquei nas nuvens, molhada, desejando ter meu filho me possuindo de novo. Fui ao banheiro do restaurante e me masturbei de novo. Saí e fui pra casa, mal conseguia dirigir. Aquela mulher me deixou acabada.
Na quinta-feira, eu iria com meu filho pra praia e teria tudo planejado pra curtir com ele. Faria ele me implorar aos berros pra gente trepar, faria dele o amante perfeito, já que não precisaria sair de casa pra gozar com ele.
Queria tanto que os dias passassem rápido e que chegasse logo o dia da nossa partida. Voltei pra loja no mesmo horário, e lá estava Martha me esperando, mas agora tinha uma amiga dela com ela, muito magra, cabelo preto, bem alta, parecia muito elegante com um vestido preto. Quase não tinha peito, mas os bicos dos peitos marcavam demais. Ela fechou a porta e me disse:
Amor, esta é a Susana, ela vai nos ajudar a raspar. Vamos, fica nua gostosa pra gente. E foi assim que eu fiz, me despi pra elas, fiz tudo bem sensual. A Susana chegou perto de mim e me beijou, me fez sentar e pegou tudo que era necessário pra me raspar. Ela abriu minhas pernas e acariciou minha buceta, eu mordia os lábios de tão excitante que era a sensação de estar sendo depilada. Em minutos, eu estava totalmente lisinha. Na hora, as duas fizeram um show particular pra mim. Eu via elas se beijando, se tocando inteiras, enquanto eu me masturbava gostoso pra caralho. Foi incrível ver elas gozando daquele jeito, o contraste dos dois corpos era lindo: uma com peitão e rabão, e a outra quase lisa, mas com uns bicos durinhos que me deixaram super molhada. Não aguentei e me juntei a elas. Nós três gozamos pra caramba. Elas tinham consolos duplos, vibradores, uns paus enormes, e a gente usou em tudo que é lugar. Nós três éramos machos umas pras outras. Foi incrível tudo que a gente fez. Só vi algo assim nos filmes do meu filho. Posso dizer que nunca pararia de fazer isso, de verdade, nunca mesmo.
Me deram de presente o pau maior que já vi como lembrança da nossa amizade safada, pra eu sempre lembrar delas. Peguei o vestido e o maiô minúsculo. No meu plano, não tava saindo com aquele maiô no primeiro dia, então entrei em outra loja pra procurar um menos chamativo, mas também de duas peças e que ficasse justinho. Entrei pra catar sutiãs e calcinhas bem sensuais e transparentes. Procurei uma fio-dental preta transparente com renda pra vestir com meu vestido.
Chegou quinta-feira, meus dias férteis já tinham passado e eu podia aproveitar meu filho sem camisinha e sem risco de engravidar dele.
Saí vestida com uma calça bem justa e uma regata preta sem sutiã, que marcava bem meus peitos. Coloquei uma blusa de botões por cima, não queria que meu marido me visse assim. Ele nos levou ao aeroporto e partimos pra glória.
Ao subir no avião, meu filho sentou na janela e eu no meio, um senhor no corredor. Eu não parava de olhar pro volume do meu filho, não estava ereto, mas eu queria ver ele durinho. Falei que tava com sono e me encostei no ombro dele, e logo meu peito roçava no braço dele. Eu me mexia sem parar pra esfregar nele, meus mamilos já estavam bem duros e, sem dúvida, ele sentia meu mamilo inchado, excitado no braço dele. Deus, eu tava tão tesuda que queria que ele me comesse ali mesmo. Abri os olhos disfarçadamente e olhei pra entreperna dele, e lá estava o mastro já duro, tinha excitado meu filho, tava lindamente ereto. Ele não conseguiu disfarçar o contato do meu corpo quente com o dele, meu plano tava começando a ser perfeito. Ali estávamos nós dois num avião, roçando nossos corpos, quentes, nos desejando, mas ao mesmo tempo nervosos. Sim, tenho que confessar, parecia uma recém-casada, nervosa na hora da primeira noite de núpcias, mas também tava nervosa porque, apesar do meu filho estar excitado, eu tava preocupada com como ele reagiria a cada insinuação minha pra ele se atrever a foder com a mãe dele, com a mulher que trouxe ele ao mundo. Só queria ter força suficiente pra fazer ele me foder como nunca, e faria de tudo pra ele aproveitar e esquecer todos os preconceitos idiotas e foder comigo com a mesma vontade e desejo que eu.
Ao chegar no destino e descer do avião, entrei no banheiro e tirei a blusa. Eu tava muito gostosa, aquela calça valorizava minha bunda e o top destacava meus peitos muito bem. Peguei as pontas dos meus bicos e puxei com força, apertando pra eles ficarem durinhos ao máximo. Saí do banheiro e lá estava meu filho me esperando. Cheguei perto dele e o olhar dele foi direto pros meus bicos marcando escandalosamente no top. Peguei na mão dele e falei que tinha tirado a blusa por causa do calor que ia fazer quando saísse do aeroporto. Saímos e fomos pro hotel, fizemos o check-in, e lá estávamos nós dois dentro do quarto. Falei pro meu filho que a gente ia aproveitar cada minuto...
Vem, querido, vamos dar uma voltinha na praia, coloca teu biquíni. Peguei meu biquíni e deixei em cima da roupa minha outra fio dental, queria que ele visse e se surpreendesse que eu ia usar uma dessas.
Entrei no banheiro pra me trocar, meu deus, eu tava tão molhada, meus sucos tavam uma delícia, não aguentei muito e decidi me masturbar pra aliviar minha vontade de sexo por um momento. Quando saí, os olhos do meu filho ao me olhar já não eram os mesmos de antes, ele já tinha me visto de biquíni, mas sempre de peça única, era a primeira vez que na frente dele eu usava um biquíni de duas peças, praticamente ele tava me vendo de calcinha e sutiã, sem calça, sem blusa ou vestido. Ele tinha vestido um short, acho que pra disfarçar a ereção dele, os olhos dele brilhavam. Reparei na minha mala e ele tinha mexido nas minhas roupas, acho que ele adorou ver o biquíni minúsculo que eu tinha preparado pra ele...
Amor, e seu biquíni.
Tô com ele vestido, mas prefiro ir de short.
Ok, amor, bora curtir; dei um beijo na bochecha dela e peguei na mão; a gente vai se divertir pra caralho, esquece que sou sua mãe, imagina que você tá com uma amiga sua, não me trata como sua mãe.
Sim, mãe, não se preocupa.
Além disso, somos amigos, não acha?
Sim, gostosa, mas como vou te chamar quando tiver que fazer isso?
Pelo meu nome, me chama de Pili toda vez que me chamar, assim ninguém vai dizer que essa mulher não tem um homem pra acompanhar ela, e isso ia me fazer sentir mal.
Bom, Pili, vamos pra praia.
É assim que se diz amor, vamos. Perfeito, não agiríamos como mãe e filho, mas como um homem e uma mulher que estão de férias.
Ao chegar na praia, meu filho tirou o shortinho dele. Ah, que vista deliciosa! O filho da puta do meu filho tem um belo pacote. Não estava ereto, mas dava pra ver o grosso que o pau dele é.
Pouco depois, falei pra gente pegar um bronzeado, que não queria que a gente se queimasse no sol. Peguei o protetor e mandei ele virar de costas. Passei a loção nas costas dele, nas pernas, bem devagar, tentando deixar ele excitado. Pedi pra ele virar de frente, mas ele recusou — acho que o pau duro dele não deixava. Aí falei pra ele passar creme em mim. Deitei de bruços e ele começou a me untar também. Era a primeira vez que ele fazia isso. Senti as mãos dele massageando minhas costas, descendo pras minhas pernas, uma delícia. Pedi pra ele desatar o sutiã, que não queria ficar com marca, e ele fez.
Me irrita que o traje deixe marcas. Tomara que não existissem tantos preconceitos e a gente pudesse se bronzear pelado; falei.
Não, Pili, isso só se faz numa praia de nudismo.
Pois não sei se aqui tem uma, mas adoraria que não ficassem marcas em mim.
Sim, tem uma por aqui.
Sério, amor, seria uma boa ideia a gente dar um rolê por aí, não acha?
Tá louca, mãe, como é que a gente vai?
Juan, a gente tinha combinado que você não ia medir a mamãe, e além disso, eu sou sua mãe e já te vi pelado várias vezes, não teria nada de errado em te ver de novo. Não me diga que você tá com vergonha.
Não é isso, Pili, mas eu nunca te vi pelada.
Mas é super normal, nesses lugares todo mundo fica pelado como se fosse nada, sem malícia, e até famílias inteiras vão e não rola nada, mas enfim, é só uma ideia, talvez a gente faça, talvez não, eu adoraria me sentir livre por um momento, você não.
Sim, eu adoraria conhecer um lugar assim, mas nunca pensei que faria isso com você.
Mas se você é um filho da puta que queria fazer isso com alguma das suas namoradas, né.
Pois essa é a fantasia de qualquer homem: ficar pelado com uma gostosa.
Bom, como te falei, agora não sou sua mãe, sou a Pili, sua amiga, e tudo que a gente fizer vai ser como se fosse namorados, sem preconceito nem nada, vamos aproveitar.
Bom, Pili, se você quiser.
E aí, tu não quer se divertir não?
Sim, Pili, você tem razão, vamos aproveitar o momento.
Vai, assim que eu gosto... me bronzeia na frente.
Me virei e por um momento quis que ele visse meus peitos, mas resolvi tapá-los pra não preocupar ele, meu plano tava saindo perfeitamente, agora meu filho ia atuar como meu namorado e até pra uma praia de nudismo eu tava disposta a ir, era o momento perfeito.
Ao me virar, olhei direto pro pacote dele — e que pacote! Mesmo escondido, dava pra ver que era bonitão e grandinho. Ele se espreguiçou e começou a passar creme na minha barriga e no corpo todo. Pra ser sincera, nós dois tava curtindo pra caralho. Falei pra ele passar creme nas minhas mãos e, na frente dele, passei nos meus peitos sem mostrar tudo. Fiz isso várias vezes. Insisti pra ele deixar eu bronzeá-lo na frente, mas ele disse que não, que queria sentir mais o sol nas costas. Virou de lado e deitou.
Imagino que o pau lindo dele devia estar duro feito pedra, enterrado na areia de tão excitado que tava. Passou mais um tempo e eu acabei pegando no sono. Me virei um pouquinho pra deixar minha teta direita de fora, e lá estava eu, dormindo do lado do meu filho, com um peito à mostra. De repente, sinto ele se mexer. Continuei fingindo que tava dormindo. Aí, do nada, sinto a mão dele tentando cobrir meu peito. Quando ele faz isso, roça no meu mamilo duro. Sinto os dedos dele acariciando, brincou com ele só por uns segundos e me cobriu. Foi fantástico. Esse foi o primeiro contato direto. Finalmente ele tomou a iniciativa de me tocar, e isso me deixou ainda mais excitada. De repente, ele foi correndo pro mar. Abri os olhos e vi ele caminhando rápido em direção à água. Acho que ele precisava aliviar a excitação, batendo uma punheta dentro d'água. Me senti mulher, me senti uma puta que tinha excitado o próprio filho, que tava se acabando com a mãe dele. E eu tava feliz pra caralho.
Depois que ele voltou, eu já estava pronta pra ele. O maiô dele não escondia o pau duro que eu tanto queria. Ele sorriu pra mim e nos olhos dele dava pra ver o brilho de satisfação. Me pediu pra passar bronzeador na frente dele. Sentei e pedi pra ele amarrar a parte de trás do meu biquíni.
Amor, você não me convidou pra nadar, eu falei.
O que acontece é que você tava bem dormida, Pili.
Bom, é que a viagem foi cansativa pra caralho e eu merecia um descanso, nem senti quando você foi embora. Deita aqui, amor, deixa eu te bronzear e assim você descansa um pouco pra gente ir jantar e se preparar pra noite.
Onde você tá pensando em ir.
Não sei, tô afim de dançar, e você não?
Sim, Pili, dizem que aqui é um antro de luxo.
Bom, então vamos nos divertir; a gente conversava enquanto eu passava a mão pelo corpo dela, a pele era lisa, os pelinhos se arrepiavam a cada toque da minha mão. Quando cheguei nas pernas dela, comecei a ver o pequeno mastrinho dela crescendo, ela não conseguiu evitar, e eu já não aguentava a tentação de tocar nele. Então parei de bronzeá-la e falei que ia nadar um pouco.
Meu filho me viu entrar na água feliz
por ter excitado meu filho daquele jeito, nadei um pouco e gritei pra ele que a gente fosse embora. Quando chegamos, ele já tinha juntado todas as nossas coisas, vestiu o short e fomos pro quarto. Chegamos e entrei no chuveiro, ele esperando o momento de entrar ali pra me comer, mas não aconteceu. Quando saí, ele estava ligando pra casa. Os olhos dele brilharam ao me ver coberta só com a toalha. Ele disse que o pai não atendia. Falei que com certeza ele tava aproveitando que tava sozinho pra sair e se divertir.
Você tem problemas com o pai; ela me disse.
Por que você tá falando isso, amor?
Por que ele não veio com a gente nessa viagem? E tô sentindo que vocês tão meio afastados.
Sim, amor, meu pai me abandonou pra caralho. Acho que ele tem uma amante.
Por que você tá falando isso, Pili?
Love quando um homem tem uma amante, a esposa é a primeira a perceber. Simplesmente, ela já não te dá mais bola, sabe do que eu tô falando.
Talvez sejam as pressões do trabalho dela.
Não acredito quando um homem não te dá mais aquela trepada, alguma coisa tá rolando e não é estresse do trabalho. Eu tentei de várias maneiras excitar o teu pai, mas ele tá sempre cansado, e eu sou uma mulher que adora uma foda e ele já não me dá mais.
Teria sido melhor se você tivesse vindo com ele em vez de comigo, aí vocês resolviam as tretas de vocês.
Tentei, mas ele não quis, e aqui estou eu com meu filho, tô me divertindo pra caralho com você, amor, mas sinceramente esperava que seu pai me fizesse um love e não deu certo.
Pili, o que posso te dizer; ela chegou perto de mim e me abraçou, me deu um beijo na bochecha; "Não se preocupa, a gente vai se divertir pra caralho.
Tem razão, chega de besteira e vamos aproveitar. Entra no chuveiro que vou me preparar pra sair pra jantar.
Entrei e coloquei minha calcinha fio dental preta, perfumei o corpo e vesti meu vestido preto. Me olhei no espelho e tava orgulhosa de mim, me via muito gostosa. Passei batom nos lábios, me penteie e meu filho não saía, acho que tava noutra sessão de punheta. Quando vi que ele ia sair do banho, parei na frente da porta do banheiro. Quando ele saiu, ficou me encarando.
Pili, você tá linda pra caralho.
Valeu, amor, mas não é tudo isso.
De verdade, você tá muito gostosa.
Você está falando sério.
Sim, Pili, que inveja todo mundo vai ter ao me ver com uma mulher tão gostosa como você.
Valeu, amor, se apressa pra gente sair e se divertir; os olhos dele miravam meus peitos mal escondidos pelo vestido, me virei pra ele ver minha bunda e não perder nenhum detalhe da minha calcinha fio dental enfiada, me abaixei pra pegar meus tênis e deixei ele ver tudo, queria que visse a buceta que ele ia foder mais tarde, calcei eles, ele pegou a roupa dele e foi no banheiro se trocar, saiu e a gente saiu do hotel.
Caminhávamos pelo calçadão de mãos dadas, sorrindo, parecíamos namorados, bem, parecia uma mulher madura com seu homem, com seu amante, ninguém desconfiava que éramos mãe e filho prestes a trepar.
Entramos pra jantar e a conversa tava boa, a gente ria, fazia piada, tava feliz os dois, meus bicos tavam durinhos e ele nem disfarçava mais quando olhava pra eles. Eu só pedi uma salada, não queria comida sólida no corpo, queria estar limpa porque essa noite meu filho ia me comer de cu e eu não queria que ele tirasse merda de dentro de mim.
Saímos e entramos no antro que meu filho queria ir, muita luz colorida, muita fumaça, muitos casais, dava pra sentir o sexo no ar. Nos deram nossa mesa, pedimos umas bebidas e fomos dançar. Eu me mexia sexy pra ele, me aproximava pra falar no ouvido dele e assim juntar nossos corpos. A excitação era total, nós dois, quando nos aproximávamos, sentíamos nossos corpos eretos, meus peitos duros com os dois bicos marcados no tecido do vestido, o mastro do meu filho duro de prazer, de mãos dadas, sorrindo, nos desejando.
O tempo passou, a gente continuava bebendo vinho, continuava se roçando. Eu dançava sexy pra ele, e ele adorava, se sentia um gigolô com a amante. Dava pra notar a diferença de idade, o pessoal no lugar sabia que ele era meu homem. Os caras mais novos olhavam com inveja, e as mulheres me criticavam por me exibir com um homem mais novo que eu. Todo mundo tinha inveja da gente, dava pra sentir nos olhares. De repente, tocou uma música romântica. Meu filho me pegou pela mão, talvez pra voltar pra mesa, mas eu puxei ele pra mim. A gente juntou ainda mais nossos corpos, apoiei minha cabeça no ombro dele, nossos peitos se encostaram e nossas bocetas se uniram, sentindo o calor que a gente tava. O pau dele roçava em cada movimento, já não dava mais pra disfarçar, ele tava enorme se esfregando em mim. Nossa respiração tava ofegante, nossos corpos suavam, a gente se apertava mais, se curtindo, se sentindo. Ele acariciava minhas costas, eu sentia as mãos dele me tocando devagar. Eu acariciava a nuca dele. Parecíamos dois namorados excitados, aproveitando nossos corpos. A cada passo, ele empurrava mais o pau na minha buceta molhada de tesão. Levei minha boca até o ouvido dele e falei baixinho, com carinho:
Amor, o que foi? Sinto você muito excitado.
Desculpa, Pili, mas não consigo evitar.
Por que você tá assim, amor?; falei olhando nos olhos dele, ele parecia preocupado e ao mesmo tempo excitado, tava lindo pra caralho.
Por você, você também é gostosa, te sinto tão bem que não consigo evitar, mas sabe, me sinto mal, você é minha mãe.
Não sou sua mãe, sou a Pili e é normal que um garoto da sua idade fique assim excitado ao dançar tão coladinho, não se preocupa, amor. Lembra que viemos pra curtir e, pra ser sincera, eu também tô muito excitada. Será que você não percebe como me deixou, como me deixou o dia inteiro com o tesão à flor da pele?
Ela sorriu pra mim, a gente se olhou nos olhos e, devagar, sem pensar, nossas bocas se encontraram no primeiro beijo, um beijo de paixão, de amor, de incesto, daquele incesto que não teria mais volta. Durou só uns segundos, meu filho se afastou.
Desculpa, Pili, não quis fazer isso.
Love, mas foi maravilhoso.
Não, Pili, não pode ser, você é minha mãe.
Não, não sou sua mãe, sou só uma mulher abandonada, tesuda, louca por sexo, e quem melhor que você pra me fazer sentir mulher de novo.
Mas meu pai, o que é que ele vai dizer, o que o povo vai falar.
Nada que somos dois amantes curtindo o momento e teu pai, ele deve estar comendo alguma puta agora.
Mas eu sou teu filho.
Eu sei, amor, mas te desejo tanto e sei que você também me deseja, vi como você me olha, pude sentir como você tocava meu peito na praia, pude ver seu pau ereto por mim e o beijo que você acabou de me dar confirma isso.
Pili, você me deixa louco, mas não pode ser, você é minha mãe e isso é errado.
Não, você é o Juan, meu homem, e eu sou a Pili, sua mulher, sua putinha, pra te fazer gozar, pra foder como loucos, porque a gente se deseja tanto e que se dane a moral. Quero que você me peça, que grite, que exija foder comigo. Quero que deseje isso tanto quanto eu. Quero ser sua putinha. Quero que essa loucura pare aqui ou que você me tire daqui e me leve pro hotel pra fazer amor comigo. Quero que peça pra acabar com tudo isso ou que grite pra gente foder como loucos. Sei que nossa vida vai mudar com isso, mas vai ser uma mudança cheia de prazer. Seremos amantes sempre que você quiser.
Nos beijamos de novo, eu passava minhas mãos pelas costas dele e ele pelas minhas. Ele olhou nos meus olhos, segurou minhas nádegas com as duas mãos e me apertou contra ele.
Pili, vê como eu tô por você, sente minha pica por você, e sim, eu te desejo, quero te fazer amor, quero te comer a noite toda, você é minha e sempre vai ser — Não importava as pessoas, meu filho acariciava minha bunda, esfregava o pau em mim, usava a palavra: buceta, levantou a mão e tocou meu peito esquerdo, beliscou meu mamilo, a gente não parava de se beijar, e ele falou no meu ouvido:
Pili, agora você vai ser a que vai me pedir pra te foder.
Sim, Juan, me fode, me faz tua, preciso de você, preciso de um homem e quero que seja você, quero ser sua mulher, sem condições, quero que quando der na telha você me pegue, quero transar com você o tempo todo, por favor me tira daqui e me come a noite inteira, amor.
Ele me beijou e saímos da pista de dança, chegamos na mesa, sentamos, ele me beijou de novo, eu levei minhas mãos pro pau dele e pela primeira vez senti ele nas minhas mãos, duro, grosso, não podia acreditar, ali estava eu, com meu filho, acariciando a rola dele, me sentia feliz, realizada, tava pronta pra ele me comer ali mesmo, pedia por isso aos berros, queria que ele enfiasse a vara dele sem piedade, que enchesse minha boca de porra na frente de todo mundo.
Meu filho olhou pra galera, todo mundo na sua, uns dançando, outros se pegando, não éramos os únicos excitados, tinha mais casais se acariciando sem vergonha, igual a nós, cheios de tesão. Ele me beijou de novo, mas agora deslizou a mão num dos meus peitos, pegou, acariciou, apertou gostoso pra caralho, nossas línguas não paravam de brincar, eu não parava de masturbar ele. De repente, ele pegou meu mamilo, beliscou, puxou forte e falou: Pili, não aguento mais, vamos sair daqui. Ele se levantou e ali estava o pau do meu filho, duro igual cano, na frente da minha cara. Eu queria tirar ele pra fora e chupar, morder, mas já tínhamos ido longe demais e decidimos sair do lugar.
Caminhávamos abraçados, apaixonados, aquela seria a nossa noite, a gente sabia e tava feliz. Entramos num táxi e pedimos pra ele nos levar pro hotel. Na hora, eu peguei no pau dele, fiquei masturbando sem parar, a gente não parava de se beijar. Ele pegou no meu peito de novo, mas agora por baixo do tecido. Dessa vez ele sabia que eu não tava fingindo que tava dormindo. Eu acariciava devagar, suave, com amor, debaixo da mão dele. E pela primeira vez, ele acariciou minha buceta, fez isso por cima da calcinha. Tava toda molhada, não lembro de ter ficado tão molhada na minha vida inteira, escorrendo sucos. E eu não consegui evitar, soltei um gemido de prazer que ele me causou. Tive meu primeiro orgasmo da noite, ali no táxi, e só porque meu filho, o filho da puta, acariciou a mamãe. Não duvido que o taxista percebeu o que a gente fez e com certeza ficou excitado igual a nós.
Quando chegamos na recepção do hotel, entramos junto com um casal: uma garota jovem acompanhada de um senhor mais velho que ela. Me chamou muito a atenção, porque estavam na mesma situação que a gente: eu, uma mulher madura com um jovem, e ela, uma jovem com um maduro. Ele era alto, forte, bonito, com cabelos grisalhos. Ela era muito fina, gostosa, magra, com um corpo bem apetitoso. Vestia uma calça jeans justa no corpo, fazendo aquele rabo empinado dela se destacar. Usava uma blusa branca sem sutiã, que marcava uns peitos redondos, não muito grandes, mas dava pra ver que eram firmes. Na real, ela parecia a namorada do meu filho, e eu, a do senhor...
Oi, me chamo Jaque, como vocês estão se divertindo?
Muito bem, eu sou a Pili, e vocês, como é que tão?
Voltamos de jantar.
Nós viemos de dançar.
Que bom, pena que o Jorge não gosta de dançar e amanhã à noite a gente volta pra casa, mas eu adoro dançar.
Nós nos divertimos pra caralho, aquele lugar é muito gostoso.
Já percebi, dá pra ver que voltaram pra continuar a festa. Ela disse sorrindo.
Claro, a noite é jovem.
Tô vendo que você vem muito bem acompanhada.
Olhando pro meu filho.
Você não pode reclamar, seu namorado é muito gostoso.
Valeu, ele é bem sério, mas na cama é pura paixão.
É isso que importa, que te façam sentir bem.
Acho que nós duas vamos nos divertir pra caralho essa noite.
Tomara que sim, é a primeira noite que vou passar com o João.
Então sorte, amiga, espero te ver amanhã na piscina pra continuar conversando.
Claro, a gente vai estar lá.
O homem dela chegou, me sorriu, e foram embora pros elevadores.
Meu filho chegou e a gente foi seguindo eles por trás, eu consegui ver a bunda da Jaque, redondinha e empinada, essa mina fazia qualquer um virar pra olhar, não fui a única a seguir o movimento gostoso da bunda dela, meu filho também fixou o olhar na rabeta dela. Subimos junto com eles no elevador, eles apertaram o sexto andar, a gente o quarto. Meu filho me envolveu nos braços, deixando minha bunda colada no pau dele que ainda tava duro. Eu não perdia detalhe dos peitos da Jaque, agora enfeitados com dois biquinhos saltadinhos. A gente se despediu deles e foi pro nosso quarto. Essa mina me deixou mais puta e com certeza meu filho também.
2------Entramos no quarto e foi só paixão, meu filho me apoiou na mesa me beijando, acariciando, empurrava o pau dele querendo furar o pano das nossas roupas, com as mãos ele baixou as alças do meu vestido e aí apareceram meus peitos inchados, a boca dele se apossou deles, chupava e mordia gostoso pra caralho, eu agarrava a bunda dele empurrando mais pra perto de mim, desde um ano e meio de idade meu filho não mamava, queria devorar eles, tirou meu vestido e me enchendo de beijos chegou até minha calcinha, que ele puxou pra baixo de uma vez, ali estava minha buceta molhada, cheia de sumo, depilada especialmente pra ele...
Mãe, ela é uma gostosa.
Você gosta, amor. Ele/ela tocava suavemente com os dedos.
É perfeita, e você tá toda molhada.
Sim, amor, você me deixou com muito tesãaaaaaaaaaao.
Gritei de prazer quando ele passou a língua, meu clitóris pulou na hora e tomou conta. Mordia, chupava, tava me dando tanto tesão, não sei com quantas mulheres ele já fez isso, mas era um puta expert, o filho da puta tava chupando a buceta da própria mãe, de onde ele nasceu, enfiava a língua onde o pai dele me encheu de porra pra ele nascer.
Ao mesmo tempo, ele acariciava minha bunda, apertava ela, minhas nádegas sentiam as mãos dele, depois ele levantava e apertava meus peitos, puxava meus mamilos pra baixo, com força, doía, mas doía de prazer, logo ele enfiou um dedo, dois, três, eu comecei a ter orgasmos múltiplos, nunca tinha acontecido comigo, com meu marido eu chegava a fingir, mas com meu filho não foi só um, foram várias gozadas, a mão dele ficou cheia dos meus fluidos, ele levantava a mão e me dava pra provar, eu chupava os dedos dele cheios de mim, virei de lado e ele enfiou a cara entre minhas nádegas, pra me fazer gozar mais, era um mestre, chupava minha buceta gostosíssimo, passava a língua no meu cu, devagar ele ia dilatando, o filho da puta percebeu que eu adorava...
Você gosta, amor, você gosta.
Siiiiiiiii, chupa minha buceta, seu filho da puta.
Passava a língua com mais força.
Por aí vou te foder.
Sim amoooor, vai me comer o cu, sim, eu sonhei tanto com isso, love.
Colocou o dedo na entrada do meu cu, agora tava fodendo meu cu com o dedo, com a outra mão fez a mesma coisa na frente, só de lembrar fico toda molhada, acreditem, era sensacional. Com os dedos enfiados, e do jeito que ele mordia meus peitos com a boca, tive outro orgasmo, somando todos os orgasmos da minha vida não chegavam aos que eu tive naquele dia.
Depois de gozar, eu o beijei, gritei agradecendo por ele ter me feito tão feliz, peguei no pau dele brincando por cima da calça, comecei a tirar o cinto dele, subi minhas mãos e desabotoei botão por botão da camisa dele, tirei ela por completo, beijei o peito dele, devolvi as mordidas nos mamilos dele, desci até o umbigo, beijava ele enquanto acariciava a bunda dele, comecei a desabotoar a calça dele e quando fiz isso, puxei ela pra baixo rápido junto com a cueca, foi lindo, simplesmente lindo ver o pau dele saltar se libertando no ar, inchado, duro, grosso, de verdade era muito grosso, na hora peguei ele com minha mão, com a outra tomei conta das bolas dele, tinha nas minhas mãos um tesouro dos sonhos, o pau do meu filho pulsando, molhado, os fluidos pré-seminais escorriam pelas minhas mãos, as veias eram bem grandes, o pau dele não era muito comprido mas a grossura compensava de sobra, apertei e saiu mais líquido.
Com a minha língua, recebi eles na minha boca, provei, tinham um gosto delicioso, doce, minha boca tomou conta do pau dele, comecei a chupar, mordia de leve, colocava e tirava, meu filho começou a fazer o movimento de vai e vem, ele tava me comendo pela boca, me segurava pela cabeça e me empurrava mais fundo, meu filho não só me pegava pela boca, o filho da puta queria gozar ali mesmo, ou talvez de tão excitado que tava, precisava aliviar o prazer e com quem mais senão com a mãe dele, na boca da mãe, de repente ele soltou um grito...
Aaaaahhhhaaaaaa mamãeeeeee tô gozandooooooo.
Apressei meu boquete e logo jorraram jatos e jatos de porra, recebi com gosto na minha boca, espirrou no meu rosto inteiro, não parava de gozar, acreditem ou não, era a primeira vez que provava o sêmen de um homem. O idiota do meu marido nunca chupou minha buceta, nem eu chupei o pau dele, e agora eu não só estava chupando a pica do meu filho, como também engolindo o leite dele, e tinha um gosto delicioso. Finalmente meu filho tinha acabado, tinha soltado toda a porra na boca da mamãe... desculpem, mas vou dar uma pausa para continuar escrevendo, estou tão tesuda só de lembrar, que vou acordar meu filho para reviver esse momento, não demoro...
Finalmente voltei, não aguentei a vontade de dar praquele Juan, desculpa, vou continuar com meu relato.
Não deixei nem uma gota de porra, engoli tudo, meu filho gemia de prazer, o belo mastrão dele não perdia a grossura, pelo contrário, eu via ele tentando crescer mais...
Pili, isso foi único.
Mal dava pra falar.
Eu amei, amor.
Acariciando o pau dele, não queria que ficasse mole.
Você é uma puta, quem diria que você chupa pica assim, tão gostosa.
E você, seu filho da puta, quem diria que tá comendo a sua própria mãe.
Sim, vadia, e o que mais te falta.
Ele me disse ao mesmo tempo que me pegou pela mão e me levou pra cama. Me deitou, acariciando meu peito.
- Quero lembrar dessa foda pra sempre.
- Ele foi direto na câmera de vídeo, ligou e colocou ela bem na cama, o filho da puta queria filmar nossa trepada.
- Abre as pernas, quero filmar como eu enfio a pica em você.
- Eu abri com gosto, ele chegou na minha buceta e lambeu, subiu pra me dar um beijo.
- Mamãe, agora seu filho vai te foder como nunca.
- - Sim, me dá logo, rápido, que eu precisoooooooooo. - - Ele meteu de uma vez só e, puta merda, como ele me comeu, parecia que tava me estuprando, metia e tirava sem piedade, eu sentia ele grosso demais, dava pra sentir raspando nas paredes da minha buceta, ao mesmo tempo me beijava, mordia meus bicos dos peitos, tava dando a foda da minha vida, rapidinho eu tive outro orgasmo, gritei muito alto, não tava nem aí se me ouvissem, eu tava aproveitando pra caralho.
- Ele continuava com as estocadas, aumentava a velocidade, eu sentia que ia desfalecer, parecia mesmo que ele estava me estuprando. Ele tirou e se deitou de barriga pra cima, na hora eu montei nele e enfiei a pica dele em mim, cavalgando sem parar, subindo e descendo enquanto ele apertava meus peitos. Ele levantava a boca e dava mordidas deliciosas nos meus bicos, ficamos nessa posição por um bom tempo. Quando cansei de cavalgar, ele me colocou de quatro e meteu de novo, uma delícia. O vai e vem dele era violento, meus peitos balançavam a cada estocada. Tive outro orgasmo na hora em que ele enfiou o dedo no meu cu, colocando devagar no meu ânus, eu gritei de novo.
- - Assim, vagabunda, goza, que não demoro pra te meter no cu.
- - Sim, amor, me dá, dá pra mamãe no cuzinho.
— Como desejei ter a pica que minha amiga me deu pra enfiar no meu cu ao mesmo tempo que ele me comia gostoso pela minha buceta. Ele tirou o pau pra fora e apontou direto pro meu cu, não precisei de creme vaginal nem de outro lubrificante, tava tão molhada que aquilo já bastava pra não doer tanto. Fiquei muito preocupada quando ele apontou a cabeça do pau pro meu ânus, porque era grossa demais mesmo, ele percebeu isso e foi enfiando devagar, com carinho, enquanto eu já tinha meus dedos dentro da minha buceta, me esfregava o clitóris, tava gostando tanto que queria ter dois paus dentro de mim. Quando meu filho enfiou a cabeça do pau, ele começou a me comer devagar pra não doer tanto, mas era grossa demais, arrancou lágrimas de mim quando enfiou tudo. Ele parou sem se mexer um tempo pro meu cu se acostumar com o tamanho do pau dele, falava comigo com carinho, dizia que logo eu ia gostar, e foi assim, a dor foi virando prazer aos poucos. Ele começou a bombar meu cu devagar e depois era só prazer, tava me dando a melhor fodida do mundo, tinha ele tão dentro do cu e curtia tanto que não queria que ele tirasse nunca. Tava nessa quando meu filho gritou que ia gozar.
- - Vou gozar.
- - Sim, amor, me dá seu leite, inunda minha buceta de você, amor.
- - Sim, vagabunda, aí vai, aproveitaaaaaaaaa.
- - Senti o semen quente dele saindo com força e enchendo minha buceta toda, não sei se foi imaginação minha, mas não parava de sentir o calor do gozo dele jorrando sem parar, meu filho gritava de prazer e eu também tive um orgasmo delicioso. Quando acabou, ele tirou o pau e ficamos exaustos, ele deitado em cima de mim. - -
Ele se levantou e foi pro banheiro, trazendo papel higiênico pra se limpar e limpar toda a merda que ele tirou de mim. Fez isso me dizendo que nunca na vida dele tinha fodido como hoje. Respondi que pra mim foi a mesma coisa. A gente se beijou e dormimos abraçados.
- Depois de algumas horas, me levantei devagar pra não acordar ele, a câmera de vídeo já não gravava mais nada, fui no banheiro porque sentia que a merda ainda tava saindo de mim, ao sair vi meu filho dormindo, ele tava lindo pelado na cama, quem diria que aquele homem fode tão gostoso, quem diria que o filho da puta comeu a própria mãe tão gostoso, pela primeira vez depois de muitos anos vi o pau dele mole, quem diria que aquele pauzinho ficaria tão grande e grosso quando excitado.
- - Me aproximei dele e peguei no seu pauzinho, acariciei até ele acordar, olhou nos meus olhos e sorriu, logo já tava duro e grosso de novo, chupei ele até gozar uma deliciosa descarga de porra, acho que a partir desse momento viciei em leite, porque adoro quando gozam na minha boca.
- Lá pelo meio-dia a gente acordou e pediu um café da manhã no quartão, parecíamos mesmo uns recém-casados e esse era o começo do nosso segundo dia no hotel.
- - Tomamos banho juntos e transamos no chuveiro, a primeira de muitas que aproveitamos. Nos preparamos pra descer pra piscina e pegar um sol por um tempo. Meu filho ficou fascinado com o jeito que meu biquíni minúsculo mostrava, com seus pequenos triângulos, meus peitos e minha bucetinha quente, e por trás, como aquele fiozinho fino me devorava, mostrando toda minha raba pro deleite de quem visse.
- - Meu filho disse que eu parecia uma puta gostosa pra caralho vestida assim e que ele adorava ser meu homem, queria que todo mundo visse que pedaço de mulher tão gostosa ele tinha. - -
Ao chegar na piscina do hotel, sentia os olhares de todo mundo. Meu filho caminhava orgulhoso, segurando minha mão, e de repente ouço aquele assobio clássico de elogiar uma mulher. Viro, pensando que era algum cara me assobiando, mas me deparei com a surpresa: era o Jaques...
- - Guuaaauu, mulher, você é realmente ousada.
- - Jaque... como você tá.
- - Bem, e sua mulher? Você tá muito gostosa.
- - Valeu.
— Mas sentem-se, juntem-se a nós. — Nós sentamos junto com eles, Jorge não parava de me olhar e tanto eu quanto meu filho não tirávamos os olhos da Jaque. Ela estava uma gostosa naquele maiô azul, os peitos dela marcavam deliciosamente e aquele rabo empinado me deixava louco.
Pronto, nós quatro estávamos numa baita conversa, ela e eu fomos nadar na piscina, e nossos homens nos bronzeavam quando saíamos. Eles se deram bem apesar da diferença de idade, e eu tava morrendo de vontade de comer aquela mulher gostosa.
Fonte:https://movil.todorelatos.com/relato/391/
8 comentários - Conto de Incesto Gostoso