Era domingo e eu ia trabalhar só 4 horas, mas falei pra minha namorada que teria que cobrir o turno do filho do chefe, que não ia estar lá naquele dia, então eu sairia umas 20h. O que me dava umas 4 horas com a Vale. Parte de mim resistia em ir, mas a parte que mandava decidiu ir. Quando cheguei lá pelas 16h daquele domingo de outono, a Vale me abriu a porta de short de algodão e regata sem sutiã. Me cumprimentou e me deu um beijo na boca. — Oi, gostoso, você veio! — Sim... Queria falar sobre o que aconteceu ontem... Não sei se foi certo... — Guille... Não me diz que você não gostou! — Adorei! Mas você tem namorado e eu tenho namorada... — Um otário e uma piranha! — Pô, para, eu gosto da Andrea... — E de mim não... — Sabe que sim! É diferente... — Esse aqui é diferente! (Falou colocando minhas mãos na bunda dela) — Esse é divino! — Não quer me comer? (Fez cara de santinha) — Acho que ele sabe sim! (Pegou na minha pica já dura) — Ehh... Antes que eu pudesse reagir, ela se abaixou e abriu minha calça, tirando a pica. Começou a chupar que nem uma safada. Enfiava tudo e tirava até a ponta. Lambeu a cabeça e me olhou nos olhos. — Não aguento mais, vamos pro meu quarto! — Ok! Ela me puxou pela pica e me jogou na cama dela. Virou de costas, se apoiou numa escrivaninha e disse: — Me tira a roupa e sou sua! Parei de resistir e cheguei por trás. Beijava o pescoço dela enquanto passava a mão no corpo inteiro, peitos, bunda, buceta. Puxei o short e a calcinha fio dental de uma vez e comecei a chupar tudo. Aquela bunda redonda e generosa, aquela buceta depilada e molhada... Levantei e enfiei de uma vez. Da minha pica já escorriam gotinhas transparentes que lubrificaram ainda mais aquele forno que a Vale tinha entre as pernas. — Viu como você gosta! Não aguenta 5 minutos sem me foder! Haha. Mete forte como você não mete na sua namorada! Peguei ela pelo cabelo e enfiei com muita força. Entrava selvagem e nossos sucos se misturavam, molhando até a bunda dela e minhas bolas. — Aaahh Aaah ayyy, gozei na sua pijama! Ela se sacudiu em cima da mesa e pingou tudo no chão. Se eu fosse cachorro, lamberia tudo, pensei. Ela me empurrou e se jogou, ofegante, na cama. Descansamos 1 minuto e ela começou a procurar numa gaveta. Tirou um tubo de lubrificante. — É pra isso que você veio. Passa bastante em mim! Me deu o tubo e ficou de quatro na beira da cama. Eu levantei e comecei a passar um dedo até ele deslizar pra dentro. Depois passei a meter 2 dedos e mais lubrificante. Quando eu já tava batendo uma punheta nela devagar mas fundo com os dedos, ela pediu pra eu comer ela. Passei bem no meu pau e encostei a cabeça. — Ayy sim! Mete agora! Empurrei e entrou metade. Aquela bunda era a glória. A Vale tinha 19 anos na época e as nádegas dela eram grandes, macias e firmes ao mesmo tempo. Quis meter mais, fiz isso e fiquei parado esperando a reação da Vale. — Aaaah! Tá me matando! Mexe, por favoooor! Comecei com o vai e vem devagar. Eu mexia sentindo como aquela buceta me apertava de todos os lados. Tirava até deixar só a cabeça dentro e metia de novo até quase o fundo. — Aah... aah... sim... sim... Faz no meu cu, bebê! — Aaah siiim... É um sonho a sua bunda! — Ayy sim, mete tudo, bem fundo, arromba meu cu! Obedeci e meti até encostar nas nádegas dela. A sensação foi incrível. — Aaaahh! Meteu tudo, filho da puta! Me come todaaa! Lembrei de usar a palavra: buceta, então nessa posição me estiquei pra alcançar com uma mão o clitóris dela. — Ai sim, me toca assim que vou gozar com seu pau no meu cuuuu! — Uuh siiim... Vou encher sua bunda linda de porra! — Sim! Cê gosta da minha bunda? Mais que a da sua namorada? — Muito mais! — Ela não deixa você comer o cu dela? — Não, ainda não! — Então come eu! Arromba meu cu o quanto quiser! Com tudo que ela falou, não aguentei mais e gozei bem no fundo. — Aaaahh aahh siiim! Acabooooou! — Ai que tesão! Seu gozo tá queimando por dentro, bebê! Ela continuou rebolando até não sobrar nem uma gota de porra no meu pau. bolas. - Uff... Não aguento mais! Você me espremeu toda! Sentei numa cadeira atrás de mim e fiquei olhando minha porra escorrendo devagar. Ela ficou brincando com ela e disse: - Olha só como você me deixou! Todo cheinho, cheinho! Eu sorri, satisfeito. Vale se virou e estendeu os braços pra mim, com as pernas abertas. A porra tinha escorrido até molhar os lábios dela. Me joguei em cima dela e nos beijamos como amantes. - Você gosta de ficar comigo? - Adoro! Mas daqui a pouco tenho que ir... Preciso tomar um banho antes de... - Você devia largar aquela cuzona... Ela não é pra você! - Não fala isso! Eu amo a Andre! - Então por que você voltou hoje? - Porque você me enlouquece! Você é gostosa e fode muito bem! - Viu? Sua namoradinha não te satisfaz como eu! - Ela não tem a bunda que você tem, com certeza! Mas acho que é questão de tempo até ela fazer mais coisas. Ela é mais nova que você! Aí encerramos a discussão, nos vestimos e fui embora. No dia seguinte, ela me ligou pra contar que tinha se resolvido com o namorado. Perguntei se ela perdoava a traição, e ela respondeu: - Depois de tudo que eu fodi com você, perdoo mais uma! Kkkk Falei que estávamos quites. O problema é que ele ficou muito ciumento e, chorando, me fez prometer que nunca mais íamos nos trair... Naquele fim de semana, acabaram nossos encontros com a Vale.
3 comentários - Mi mejor amiga 4. Final!
Seguiste juntandote como amigos con Vale o cortaron todo vínculo?