
Esta é uma história real, da primeira vez que lamberam e comeram a buceta da minha irmãzinha por horas...
Desde que a gente era pequeno, lembro que nossos pais nos davam banho, é óbvio, mas...
Só que chegou uma hora que pararam de fazer isso, tava na cara, eles tinham que parar, era inegável...
Mas, nós dois, eu e minha irmã, estávamos acostumados a que fizessem isso por nós (nos dar banho). Então foi uma mudança enorme nas nossas vidas. Tanto que a gente não conseguia se acostumar com isso.
E mais de uma vez a gente reclamou por causa disso. Vendo que não davam a devida atenção às nossas reclamações e exigências, a gente se conformou entre nós dois, mas sem desistir do que considerávamos um direito adquirido e agora perdido.
Ficamos tão obstinados que, nós dois encaramos o problema, começamos a tratar com consciência, e pra desvendar aquele pepino, buscamos a solução como manda o figurino de todo mistério, investigando na prática. No fim, acabamos conversando e botando em prática todas as nossas experiências daqueles momentos.
Felina tomou a iniciativa (esse é o nome da minha irmã) e disse então, entre outras coisas que,Papá separava os lábios da minha bucetinha, ele adorava olhar....Agora eu percebo que o nosso pai tinha um fetiche por clitóris!Pelo clitóris da filha dela!Pensei...Ele apontava o chuveirinho pra minha buceta / clitóris e ficava rindo!Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Então lembrei de um dia em que eu, o irmão dela, entrei sem perceber, "sem sacar que tava ocupado", no banheiro quando meu pai tava limpando ela e ele separou os lábios da buceta da minha irmã, perguntei pro meu pai o que era aquilo... enquanto apontava pro clitóris dela, meu pai me disse que eraO botão rosa dela, igualzinho uma flor!Ou seja, minha irmã não mentia nem inventava, eu tinha sido testemunha daquilo.

Além disso, lembro que nosso pai continuou com a explicação.Você tem que separar as pétalas pra ver o botão rosa!... Meu pai até deixou que eu, filho dele, também tocasse na minha irmã, e afastasse os lábios da buceta dela pra ver o clitóris / grelinho rosa dela...
Além disso, ela deixou que eu, seu irmão, esfregasse o clitóris dela com meus dedos enquanto eu puxava uma parte da calcinha dela pra cima e pra fora pra expor mais da buceta dela pra ele (nosso pai) e pra mim, (seu irmão), olhar...
Diante da passividade da nossa irmã de sangue, eu continuei fazendo isso de forma recorrente, em qualquer ambiente e/ou lugar. E se de alguma forma ela demonstrasse contrariedade, eu lembrava que contava com a anuência do nosso pai e a ameaçava de acusá-la com ele.
Felina disseNosso pai adora olhar minha buceta careca, pelada, escancarada. Ele só sentava ali e ficava olhando por uns 15 minutos às vezes! Depois, passava a dedar, apalpar, babujar tudo, porque era mais que beijos, chupões e lambidas!Lembro que daquela vez tudo pareceu estranho, a situação, nosso pai com uma expressão exaltada e eu que me emocionei numa excitação que acendeu minha pica e a molhou com um líquido pegajoso...

Quando eu tinha 18 anos, minha irmã, eu (3) três anos mais velho e os (5) cinco ex-colegas de escola dela fomos na casa de um amigo do meu bairro, um vizinho da minha idade... O cara morava com o pai viúvo, e ele (o pai) tava no trabalho naquela hora... O moleque queria que a gente visse um vídeo que ele encontrou na casa dele. Na sala dos pais, só nós...
Acabou sendo uma fita de pornô, de uma mulher que foi estuprada oralmente por uma gangue de homens... Eu, meu irmão, meu amigo e os (5) cinco ex-colegas de escola dele decidimos que íamos testar nela, na única mulher presente naquele momento, ou seja, minha irmã...
(2) Dois dos ex-colegas dela seguraram as pernas dela abertas e eu, o irmão dela, peguei ela e tirei a roupa íntima, separei os lábios da buceta dela, como tinha feito naquela vez, mas nesse caso ali, não em família e sem o consentimento explícito dela, embora na prática ela não tenha resistido, na verdade se entregou ao meu arbítrio. Ela estava no chão, semi nua, com as pernas presas pelos "amigos" dela, e eu, o irmão dela, expondo o broto rosa dela, o clitóris de (18) dezoito anos para todos eles, estranhos embora não desconhecidos, os amigos dela e os meus.

Como a maioria tinha idades parecidas com a dela (os ex-colegas dela), não faziam ideia do que fazer ou do que estavam fazendo, igual a nós dois, que éramos mais velhos mas novatos no assunto, mesmo assim, durante três horas nos revezamos chupando, lambendo e mordendo o clitóris dela. A pobrezinha do "botão rosa" dela ficou tão inchado que parecia um girassol. Finalmente, o dono da casa chegou e pegou todo mundo no flagra.
Tanto a Felina quanto eu pensamos que estávamos salvos, eu porque não sabia como continuar e estava arrependido do que tínhamos feito com ela, era uma questão de egoísmo meu, porque estava exibindo e compartilhando minha irmã de graça, por nada.
Sem nenhum benefício e certamente algum prejuízo. E ela, por pudor, por vergonha, se sentia exposta diante dos colegas — muitos deles ela considerava amigos, talvez todos — e decepcionada comigo, seu irmão em quem confiava e obedecia, e que a entregou àquela bagunça de degenerados exaltados. E ainda por cima, porque ela gostava do meu amigo, e ele, dela.
Mas nós dois erramos. O pai do meu amigo se desesperou com a situação e mandou todos os caras nunca contarem nada pra ninguém, mas ele tava com medo que ela, minha irmã, contasse pra alguém, então ele nos ameaçou, me obrigando a ir lá e comer minha irmã.
Minha irmã então teve que continuar aguentando a lambida e a chupada no clitóris dela e em todos os buracos. O que ela pôde fazer foi olhar pro pai do jovem dono da casa pra gerar culpa nele, mas ele, se estava satisfeito.
Ela só tremeu quando eu a banhei com meus fluidos seminais, que na ocasião, foi minha estreia com ela.Sei que a Felina gozou umas duas vezes também, enquanto isso, o cara explicava pros meninos e mandava eles prestarem atenção e focarem no clitóris dela, nos pezinhos dela durinhos, por causa dos orgasmos...
Máxime diante da sensibilidade que mantinham e do que Felina sentiria, dado o quanto estavam mordidas e chupadas todas as suas zonas erógenas, entre outras coisas feitas por eles de forma selvagem por horas e horas... Mas esse não foi o fim: o pai, dono da casa, filmou e tirou fotos de tudo aquilo...

Disse que se algum dia contássemos pra alguém o que aconteceu, ele mostraria esses vídeos e essas fotos como prova pros nossos pais e diria pros nossos pais que nos pegou numa orgia, eu como um gigolô safado deixando a puta da minha irmã ter a buceta lambida e ser fodida por mim, numa espécie de show degradante...
No caminho de volta pra casa, minha irmã não falou comigo, não disse uma palavra sequer, mas o pobrezinho do clitóris inchado dela a fazia gemer de dor, tava roçando, esfregando na calcinha e machucando. Quando percebi, falei pra ela tirar a calcinha quando chegasse em casa.É uma ordem!... 
Grande erro... Naquela noite, justo o nosso pai estava esperando pra gente tomar banho, ele ou a nossa mãe, de vez em quando tinham o costume de nos pegar de surpresa com isso, era uma forma de vigilância. Então ele pediu as roupas pra nós dois, nós dois tiramos as peças ficando de roupa íntima, mas a Felina, ao tirar a saia, ficou só de buceta. Meu pai perguntou onde estavam as calcinhas dela e aí olhou pra ela e viu o clitóris inchado dela, o botão rosa aparecendo desgrenhado entre os lábios da buceta dela...

Ele se agachou e olhou pra buceta sem pelo de (18) dezoito anos dela e perguntou o que aconteceu... Minha irmã desabou em lágrimas e correu pro banheiro, por causa da soma de impudícias que rolaram, com medo de contar a verdade pro nosso pai... Eu menti e falei que encontrei ela bem na hora que tava mostrando o clitóris pros ex-colegas de escola e que os amigos lamberam a buceta dela enquanto todo mundo olhava...
Meu pai, bravo, mandou eu esperar ele no meu quarto... Ouvi minha irmã mentir pra apoiar minha história, falando pro Papai.Separei minha buceta e mostrei pros meus amigos meu grelinho rosa! De alguma forma, eu achava aquilo normal, já que meu pai tinha feito o mesmo comigo, naturalmente....

Nosso pai interrompeu o discurso dele e mandou ela sentar na beira da cama com as pernas abertas, puxou uma cadeira e sentou na frente das pernas dela...
Às vezes eu não uso calcinha!Continuou com a tentativa de discurso, que aliás era verdade, e fez isso pra eu não ficar puto e ter livre acesso... nosso pai colocou raiva nos olhos... separando os lábios da boceta dela, disse que ia dar uma lição nela, por deixar uns caras lamberem a buceta dela e mentir sobre os detalhes do ocorrido...

Nosso pai comeu ela por cerca de (1) uma hora e parecia que nunca ia parar... Ela gozou tantas vezes que parecia estar colapsando, saíam fluidos da buceta dela, era um estertor agonizante e trêmulo.
Mas ele não parava de chupar e morder o pobrezinho do clitóris dela, que explodiu...
Nosso pai comeu ela todo dia desde aquela vez... a pobrezinha da buceta dela foi devorada selvagemente pelo nosso pai, e usada por quem quisesse, tipo eu, o irmão dela, pelos nossos primos, nossos tios, e os amigos deles, e até hoje nosso pai ainda come ela...Nunca mais usou calcinha desde aquele dia em diante... Porque nosso pai sempre quis poder ver e lamber a buceta dela quando sentisse vontade, de foder ela, de humilhar ela, de entregar ela, de emprestar ela, etc....
Sempre a obriga a obedecer ele, ela é a escrava dele, se rende na frente dele e ele levanta a saia dela na frente de todo mundo, de qualquer um, apalpa os buracos dela completamente abertos pra todo mundo ver, inspeciona, usa ou empresta eles...E sim, mesmo agora nosso pai já velho, chupa o clitóris dela toda vez que quer, goza nela "quando consegue", e Felina, minha irmã, filha dele, está tão acostumada com isso que agora até abre os lábios da bucetinha pra ele poder se divertir fazendo estrago nabotão rosa, o clitóris dela, várias vezes ao dia e com quem ele mandar.
51 comentários - Fotos do "Capinho Rosa" da minha irmã