Noche de Aniversario Pt. 1

Choveu a cântaros naquela noite e cheguei tarde, ela me esperava na sala e estava putíssima, eu não tinha uma desculpa boa, então em vez de dar uma explicação pelo meu atraso, preferi deixar ela falando sozinha e corri pra me trocar e me secar, o frio tava me deixando mais intimidado. Quando voltei pra perto dela, pedi desculpas de todas as formas que me vieram à cabeça, mas nada adiantou, comecei a me resignar, seria mais uma noite dormindo separados. Mas antes de sair da sala, entreguei o presente que tinha preparado pra ela, era nosso primeiro aniversário. Depois me afastei. Me deitei no quarto de hóspedes e, tremendo de frio, me cobri com a manta mais grossa que encontrei, tava cansado e com fome, mas não quis comer com aquele mau humor. Me preparando pra dormir, fechei os olhos, mas na hora a luz acendeu e me obrigou a abri-los de novo, e lá estava ela me olhando, o rosto já não era mais de raiva. —Vai perder o jantar? — ela disse —Tô com fome — respondi —Levanta daí e vamos comer juntos, vamos conversar — respondeu enquanto se virava. Eu segui ela então, fomos pra cozinha e nos servimos cada um seu prato, sentamos e nos olhamos nos olhos e deixei ela provar a primeira garfada, pra mim era um prazer olhar pra ela, até pra comer ela tem estilo. —Agora vai me dizer o motivo do seu atraso? — disse com um olhar curioso —Você não viu como tá lá fora? —Vi, mas é nosso aniversário —A comida tá uma delícia — desviei a conversa inutilmente —Me diz... —Sinceramente? —Pode falar... —Você sabe que sou esquecido e sim, esqueci que era nosso aniversário e fui procurar um bom presente assim que saí do trabalho, tem ideia do difícil que foi achar algo decente?... espero que tenha gostado. —Kkkkkk — ela interrompeu —que idiota você é, amor! —Se não gostou, posso devolver —Amei, olha — Nem tinha percebido que ela tava usando aquele colar lindo pendurado no pescoço, a fina corrente de prata brilhante se perdia no peito dela... os peitos dela. —E pra —E aí, beleza? — falei com sarcasmo.
Ela tirou uma caixinha sei lá de onde e me entregou.
—Mas não abre até amanhã.
—Tá bom — respondi. Me senti estranho, mas desconfiava que era um truque dela. Ela saiu da mesa e mandou eu lavar a louça enquanto voltava, e foi o que fiz. Esperei, e depois de vários minutos ela voltou com uma roupa linda e sensual ao mesmo tempo. Ela estava tão atraente e radiante que parecia a primeira vez que a conheci. Mordeu os lábios e me sorriu enquanto colocava uma música...
—Presentinhos são legais, mas o que vai rolar agora é melhor — disse com a voz tão sensual e provocante que senti uma energia indescritível percorrer meu corpo na hora, uma sensação que conheço, mas não sei explicar em palavras.
Ela se aproxima devagar, dançando como uma cobra no ritmo da música que, por algum motivo, eu não percebia. Tava hipnotizado olhando o corpo dela. Aquele vestido curto era perfeito, colado na pele, deixando as curvas dela brilharem. O vermelho escarlate do tecido e dos lábios dela invadiu meu subconsciente.
Despertou em mim um desejo incontrolável de ficar grudado nela, mas ela brincava com minha vontade, se afastando e se aproximando enquanto dançava, ria e zoava, até que não aguentei mais. Peguei ela no colo e tentei beijá-la loucamente, mas ela me parou com o dedo e disse:
—Se não dançar, não tem prêmio.
Sorri e, apertando a bunda dela, cheirei o pescoço dela. Me afastei e comecei a dançar. Ri, não era muito bom, mas logo ela tava na minha frente.
—Que seja como quando a gente se conheceu — disse.
Então segurei a cintura dela e dançamos devagar no ritmo de um jazz relaxante e sensual. Senti o corpo dela colado no meu, as risadinhas excitantes dela, o perfume de mulher e a pele quente. Me tentava demais, mas tentei manter a calma e dançar o mais gostoso que podia.
Aí ela foi, aos poucos, tomando o controle da situação e começou a me beijar devagar com uma magia que não sei explicar. Os lábios dela eram uma delícia, cada milissegundo era um manjar. O calor dela, a respiração dela, o jeito dela de brincar com a minha mente desse jeito. Minhas mãos se moveram sozinhas e pousaram na bunda dela, comecei a apalpar devagar por cima do vestido. Ela soltava uma risadinha silenciosa enquanto beijava meu pescoço com carinho e as mãos dela acariciavam minhas costas. Nossos corpos estavam tão juntos que a pele quente dela e a minha pareciam não ter roupa nenhuma no meio, minhas mãos foram subindo devagar pelas costas dela e depois pros ombros, enquanto as dela desciam pra minha calça e, sem dizer nada, acariciava minha virilha com um sorriso safado. Eu beijei ela de novo, foi um beijo intenso e gostoso, nossos lábios se recusavam a se separar. Ela foi tirar minha camisa e beijar meu peito, apalpando minha pele com as mãos macias de deusa. Eu levantei o vestido até sentir os glúteos nus dela, ela não tava de calcinha, e isso me excitou pra caralho, tive uma ereção violenta que lutava pra sair da minha calça e ela sabia disso, e de novo as mãos dela desceram pra acariciar minha virilha me deixando louco, mas sabendo que tinha que seguir o jogo dela, não fiz nada além de me deixar levar pelo ritmo dela. Beijei o pescoço dela e mordi o ombro esquerdo fazendo cócegas, minha mão direita desceu pra virilha dela e acariciou, igual ela fazia comigo, meus beijos na pele quente dela desciam do pescoço pros peitos seguindo o colar, ela olhava pra cima gemendo toda vez que meus lábios tocavam os peitos dela. — Que tal? — ela me pergunta — O vestido tá perfeito — eu disse — Perfeito pra quê? — ela riu de novo com sensualidade — Pra tirar de você — respondi bem antes de beijar ela de novo. A música acabou, nossas respirações ofegantes e beijos tomam conta do quarto, a respiração excitada dela me encanta, sinto que não aguento mais e ela percebe, então finalmente me deixa tirar meu membro ereto e duro da calça, colada em mim deixa eu brincar entre as pernas dela apertando com as coxas fazendo roçar na buceta dela. Igualmente, e começam os movimentos provocantes. O calor que sai da buceta dela roçando no meu pau é uma delícia, ela começa a gemer e a se mexer mais rápido enquanto eu aperto a bunda dela e pressiono ela contra mim pra ficar bem colada. A brincadeira dura uns minutos até que a gente não aguenta mais, e ela descaradamente me deixa quase gozando, se afasta de mim, me chama pra segui-la até o sofá, e eu vou atrás feito um cachorrinho. Ela diz: — Quer gozar, bebê? E eu não falo nada, só me deixo usar. Quando chega no sofá, ela me manda sentar e logo em seguida se ajoelha na minha frente e começa a me masturbar com as duas mãos sem tirar os olhos de mim, o toque das mãos dela na pele do meu pau é mais que suficiente pra me trazer de volta o prazer de antes, e ainda mais com aquele olhar de tesão nos meus olhos. O prazer aumenta quando ela pede pra eu fechar os olhos e eu sinto a língua quente dela brincando com a minha cabecinha, depois os lábios dela envolvem a ponta e devagar, como se fosse um pirulito, ela começa a lamber e chupar, me dando um gosto ainda melhor que o anterior. O trabalho dela é especialmente foda, e o prazer que eu sinto é duplamente incrível, a ponto de deixar minha mente em branco. Queria ver como ela faz, mas se eu abrir os olhos, a magia acaba, né? Ela continua como se nada, lambendo, chupando, brincando e rindo até que, inevitavelmente, eu sinto que vou gozar. Quando ela percebe, tira o pau da boca com um sorriso safado, mas com medo de que ela me deixe na mão de novo, eu seguro a cabeça dela e empurro de volta pro meu pau, e gozo igual um louco até perder a noção por uns segundos. Abro os olhos e respiro pesado enquanto vejo que ela me olha, mas não com nojo, e engole tudo até me deixar limpinho. Ela diz: — Agora faz o mesmo comigo. Essas palavras me animaram pra caralho, e ainda meio chapado da gozada, a gente troca de lugar. Ela se deita no sofá enquanto eu me ajoelho e aproximo minha cara da buceta dela, que eu tanto queria. É aí que eu percebo o quanto... molhada que está como resultado de toda essa brincadeira, está ardendo, totalmente desejosa e exigindo prazer aos gritos. Começo lambendo a umidade que escapou, e aos poucos me aposso da sua área com minha língua, uso a ponta para estimular o clitóris dela enquanto com meus dedos abro seus lábios para alcançar melhor, depois minha língua se acomoda na entrada dela e, fazendo um círculo, decide entrar para provar o néctar feminino que ali se encontra, minha língua entra enquanto meus dedos separam os lábios o suficiente para chegar até onde der e brinco com vontade, círculos, vibrações, beijos e carícias no clitóris dela são seu manjar. Os gemidos dela não demoram a aparecer e meus ouvidos adoram, a voz dela é deliciosa. Mudo de técnica e então uso dois dedos para penetrá-la enquanto lambo o clitóris dela até levá-la àquele ponto em que ela não aguenta mais e, fazendo o mesmo que eu, pressiona minha cabeça contra a buceta dela e goza entre gemidos, sacudidas e rebolados gostosos, me obrigando a beber seu néctar salgado. Ela fica tentando recuperar o fôlego e me dando outro sorriso, dessa vez de satisfação, me aproximo dela e a beijo loucamente sem parar, ela me para. — Com essa boquinha eu chupei seu pau — Ao que respondi — E eu bebi dos seus sucos — Nós rimos e ao mesmo tempo tiramos a roupa, e finalmente colamos nossa pele nua uma na outra sentindo aquele toque deliciosamente indefinível, ela se deita sobre mim de frente e se senta esmagando meu pau sem enfiar, rebola para frente e para trás roçando nele e fazendo ele endurecer muito mais na hora, o rebolado dela é o melhor do melhor, ela coloca seus lindos peitos à disposição da minha boca e aproveito o gesto com gosto, chupo, mordo, apalpo e com tudo isso ela consegue o que quer, quando não aguentamos mais a vontade de nos sentir, ela pega meu pau, encaixa e deixa entrar finalmente aos poucos, desliza lá dentro e só o toque ali já proporciona o prazer mais libidinoso e erótico que existe. Segurando-a pela cintura, a pressiono. contra mim pra eu sentir mais fundo, e ela dita o ritmo, primeiro lento e profundo, depois mais rápido, e mais rápido, e mais forte, mas sem perder o toque de paixão, que delícia que é, que prazer tão único. Apalpo a bunda dela de novo e chupo os peitos dela enquanto ela se move maravilhosamente em cima do meu pau duro e sedento de prazer, tudo pra ela, cada centímetro. As unhas dela cravam nas minhas costas, os lábios dela no meu pescoço e a respiração dela enlouquece, a gente fode como nunca. Lá dentro, meu pau ardente toma conta de cada canto, cada dobra, cada espaço, e derrete ela de prazer. Minhas estocadas são potentes e até o limite, ela se mexe, e eu penetro ela sem controle. Os beijos não podem faltar, mas principalmente a vontade imensa que ainda mora na nossa pele. Ela morde meus lábios, eu mordo o pescoço dela, a gente fode até a alma e esquece que o mundo existe, só tem nós dois, a gente é da gente. A loucura e a luxúria tomam conta da gente e o prazer delicioso é só nosso. Mudamos de posição, coloco ela de quatro, mas logo levanto o tronco dela pra brincar com os peitos e fodo colado nela, ela é minha deusa. Ela não faz nada além de gemer e se mexer pedindo mais e mais como uma louca, e eu não vou negar nada pra ela, e penetro ela selvagemente. O suor, o calor, a nudez, o gosto intenso de estar dentro dela e o prazer indescritível que ela sente por me ter dentro são o melhor presente de aniversário, sem dúvida. Deito ela no sofá e fodo de papai e mamãe até que finalmente o êxtase que se aproxima começa a aparecer, eu percebo, as pernas dela apertam minhas nádegas pra me grudar mais nela e eu meto como se minha vida dependesse disso, todo o meu pau até o talo dentro da buceta gostosa e ardente dela. Os olhos dela vão pra outro plano e o olhar dela se perde no êxtase lúbrico que inunda o interior dela e me faz chegar também ao céu, naquele instante ela me beija como nunca e juntos a gente toca o céu num orgasmo delicioso e inevitável... não existe nada mais do que nós. Depois dessa delícia, ficamos recuperando o fôlego e nos beijando.. —Feliz aniversário, meu amor — ele me diz com um sorriso lindo e uns olhos brilhando de prazer. —Feliz aniversário, coisinha minha — respondo. Mas aquela noite de chuva estava só começando.

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