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13 de novembro de 2019A EMPREGADA DO SERVIÇO DOMÉSTICO
O que eu vi naquela casa é perturbador demais. Em todos os anos que trabalhei em restaurantes e, depois, como empregada doméstica, nunca vi nada igual. Eu tava procurando um lugar pra desabafar, pra contar esses fatos que testemunhei. Contei pra uma boa amiga e ela se ofereceu pra mandar pra você, Bunnyofdaddy, e postar aqui nessa página de P!. Pra vocês me darem a opinião de vocês. Não é um relato que tem como objetivo agradar nem nada assim. Só quero saber o que devo fazer. Na minha situação. Por isso, vou dar um contexto sobre mim e sobre a família.

Eu, sinceramente, não sei o que pensar. A verdade é que, no começo, eu teria dito que era errado. Teria sentido nojo. Quer dizer, um pai e uma filha que transam juntos. Isso é uma sujeira. Eu teria ido correndo denunciar. Porque essa história de incesto, acho que deve ser algum crime. Mas vendo como eles se amam... Vocês não sabem como eles se amam, os dois. É algo que tem que ver pra entender. Nunca houve um pai e uma filha que se amassem, que se mimassem mais do que eles. Ele é pura ternura. Nada do típico pervertido que a gente imaginaria nesses casos. É um homem tão atencioso, tão educado...

São uma família de muito dinheiro. De arquitetos prestigiados. Não vou dizer o nome da família por respeito à privacidade deles. Mas são muito conhecidos. Eu trabalhava num restaurante muito bom, do setor de luxo, como cozinheira, e o pai conseguiu me convencer a prestar serviços na casa dele, me oferecendo condições mais que dignas. Um salário muito mais alto, contrato, previdência social, etc.

O coitado vivia sozinho com a filha desde que ela era pequena. A mãe era alcoólatra e tinha abandonado eles por um barman que dava bebida de graça pra ela. Ele tinha se dedicado completamente à Betty, a menina. Não tinha se casado de novo. Por mais multimilionário que você seja, é muito difícil suprir numa menina o carinho de uma mãe. Mas ele tinha conseguido. Muito bem. Um grande pai, embora eu sempre achasse que ele a mimava demais. Cavalo puro-sangue, os brinquedos mais caros, as roupas mais chiques. A menina tinha talvez mais do que o recomendável para uma garota. Era a queridinha dele. A adorada. Quando ela chegou na adolescência, tinha uma infinidade de cremes, joias, vestidos, perfumes, objetos artísticos. Tudo trazido de todos os cantos do mundo. O pai se desvivia por ela. E ainda se desvive. E ela também por ele. Ela está sempre preocupada em ter os pratos favoritos do pai na mesa. Em conseguir os melhores presentes para ele. Dá massagem nas costas dele. Acompanha ele em todas as viagens. Vai comer com ele umas duas vezes por semana em algum restaurante e praticam esporte juntos todo dia. Eu não acredito, sinceramente, que o pai teria entrado nessa dinâmica com a filha tão, digamos, "suja" e "doentia" se não fosse pela desconfiança que ele criou depois das experiências com as mulheres. Ele é um homem muito atraente apesar da idade. Não exagero em nada se digo que é um verdadeiro Harrison Ford, sério, é igualzinho ao ator. Eu sempre falava isso pras minhas amigas quando comecei a trabalhar aqui. É que ele se cuida tanto, com tanta academia e uma alimentação rigorosa… Eu confesso que quando cheguei na casa, alimentei certas esperanças vãs de ser uma espécie de *pretty woman* e conquistar esse maduro gostoso e atraente. Entrar como cozinheira e assistente e me tornar a dona da casa. Mas logo percebi que eram só sonhos. Ele só estava interessado em novinhas burras. Loiras esculturais com vinte anos a menos. Que ainda se aproveitavam dele. Porque eram umas vadias que só queriam o dinheiro dele. Não sei como ele fazia, mas o homem sempre ia dar com as mulheres mais filhas da puta. As piores do mundo. E olha que ele sempre foi um amor. Sério, uma maravilha. Tratava todas como rainhas. E quando se apaixonava, perdia a cabeça. E dava todos os caprichos. Dava tudo. Mas claro, sempre tinha uma filha da puta na frente. Era a Betty, a sua pequenininha. E as outras garotas sempre com ciúmes da menina, que tinha quase a mesma idade delas. E viviam tentando tornar a vida da garota um inferno. Ela estava furiosa de ver o que faziam com o pai dela. Mas o que a menina ia fazer, né? Ele não queria ver que estavam se aproveitando dele e que só queriam o que ele tinha. Por mais bonito e inteligente que você seja, quando é milionário e sai com garotas tão jovens, é inevitável que não estejam com você só por você. Mas isso não entrava na cabeça dele. E cada vez eles discutiam mais. E olha que eles se adoravam. Mas ela se sentia impotente, e eles envenenavam ele contra a própria filha. Uma das vadias até gritava como uma louca na hora do sexo com o pai, e não tenho dúvida de que era o jeito dela de encher o saco da Betty, tava claro que tanto escândalo não tinha outro objetivo. Não sei exatamente quando aconteceu o que mudou tudo. Eu comecei a notar pequenas coisas. Pouco depois de o senhor terminar com uma garota especialmente idiota. A primeira coisa que me pareceu estranha foi a mudança nas roupas da Betty. Eu chegava em casa e encontrava ela com uns shorts que mostravam mais do que escondiam. Ela andava por ali, se exibindo na frente do pai daquele jeito. Com camisolas transparentes. Calcinhas fio dental. E o pai dela a repreendia. Mas ela não ligava, e quando ele via televisão, ela passava na frente dele mil vezes. Eu achava que eram coisas da idade. Mas depois tinha a questão de não usar roupa íntima. E muitas vezes, quando o pai dela estava lá embaixo no hall, ela chamava ele lá de cima da escada e falava qualquer besteira. Com as pernas abertas. Dava pra ver tudo da garota. E assim, tão alta e tão loira. A menina escultural. O homem não é de pedra, por mais que seja pai. Ele não sabia pra onde olhar. Ficava muito perturbado. Depois tinha também a história de ser desastrada de mentira. Direto caíam os garfos, os cadernos, as canetas…qualquer desculpa pra ficar com a bunda empinada na frente do pai. Sempre sem calcinha. E aquela outra coisa da... Chuveiro. Toda vez que ela tava tomando banho, do nada esquecia alguma coisa no banheiro do pai. E ia assim, com a toalha meio caída, pegar o que fosse. Eu seguia ela na discrição pra não perder nada e via o pai olhando pra ela de boca aberta. E ele não conseguia tirar os olhos da garota e ela com a toalha que se caía pra cá ou pra lá enquanto perguntava onde tava não sei o quê. Não sei nem como ele conseguia responder. Ela aproveitando qualquer ocasião pra mostrar os peitos. Outra parada era quando comia sorvete, ou cenoura, ou qualquer coisa. Porque nessa época ela tinha uma preferência, que eu juraria que não era por acaso, por coisas compridas. E comia de um jeito que não era normal. Atraía como pudesse a atenção do pai. Numa conversa sobre qualquer assunto. O lance era olhar pro pai fixamente e lamber, por exemplo, o sorvete de morango. Assim com a língua devagar. Uma e outra vez com a língua. Batendo e rebatendo. Como se lambesse outra coisa que vocês já podem imaginar. E ele não ousava falar nada. Afinal, o que ia dizer? Era tudo muito sutil. Era evidente, mas sutil. Não sei como explicar. Depois começaram os roçados. Eu já começava a me alarmar um pouco. A desculpa geralmente eram as massagens. Ela dava desde pequena. Mas ultimamente era mais que óbvio que não eram como antes, e ainda mais agora que ela já era maior de idade. Principalmente quando chegava na área das pernas. Particularmente lembro de um dia em que eu tava por ali limpando. Em outro cômodo, mas como a porta da sala era de vidro e eu limpava uma porta que ficava em frente à da sala, que também era de vidro, dava pra ver eles no reflexo. Ela tava dando uma massagem e ele só de sunga. Com as mãozinhas brancas de unhas impecáveis, começou a subir pelas coxas do pai, que tava de barriga pra cima, e enfiava os dedinhos, como quem não quer nada, por baixo da sunga. Em pequenos roçados. Não me surpreendeu nada um volume começar a se formar. na virilha do senhor. Aí ele tentou se virar, mas ela, pelo que entendi (não tenho certeza porque não ouvia bem de lá), mas pelos lábios acho que disse: — Nada disso, agora é minha vez. Então o pai sentou, tentando disfarçar a excitação, e ela se deitou apoiando a cabeça no colo do pai pra ele acariciar o cabelinho dela. Mas eu percebia que ela não parava de mexer a cabeça, pra um lado, pro outro. Riscando e roçando o volume do pai. Como se não achasse posição. E a cara do papai, juro, era um poema. E aí ele já olhava pra ela de um jeito diferente. Com desejo. Mas tentava se acalmar. Num outro massagem que ela deu nele, no rosto e no peito, lembro que ela sentou de repente montada nele. Feito uma amazona. Ele mandou ela descer, mas ela reclamou: que o papai já não queria mais as massagens dela, que o papai tava muito estranho com ela ultimamente, que já não amava ela... Enfim, o senhor acabou deixando ela fazer, e ela, com uma minissaia e aposto que sem calcinha, como tantos dias, não parava de rebolá em cima do pai, que só tava de sunga. Eu me fiz de sonsa. Fui embora e espiei eles pelo reflexo que já falei antes. E admito que tava ficando com tesão. E sei muito bem que isso não é certo. Mas é que separados só por aquela telinha de nada, já dá pra imaginar que o pau do pai quase entrava na menina. E ela não tinha cerimônia nenhuma, se mexia pra frente, pra trás. Não eram movimentos de massagem, não. Até vi claramente que ele segurou ela pela cintura enquanto ela se mexia daquele jeito. E cada vez a menina se mexia mais rápido, e nem se dava mais ao trabalho de fingir que era massagem. Só apoiava as mãos no peito do pai e cavalgava ele. Via ela assim, tão gostosa, com aquela cabeleira loira e comprida, tão magrinha e com as pernas impressionantes que brilhavam naquela posição. Subindo e descendo em cima O senhor, que a segurava com força. Dava pra imaginar a cena espetacular que o senhor teria das tetas dela quicando na frente do rosto dele. Porque ela tava com uma camiseta branca, por baixo, quase transparente e bem soltinha em cima, que sem dúvida deixava ver completamente os peitos lindos, grandes e com aquela firmeza típica da juventude. E é que a mocinha não é uma garota qualquer. E, é verdade que talvez eu a veja com olhos de mãe, mas nunca vi uma menina mais gostosa. E ali se mexendo daquele jeito. Com um pau enfiando na buceta dela com um paninho como barreira. E sendo aquele pau do seu amado papai. Tudo isso tava me excitando tanto que levei minha mão ao meu clitóris e me toquei enquanto via os dois. E continuaram por um bom tempo. E é possível que um dos dois, ou os dois, tenham gozado daquele jeito. Isso eu já não sei. Não fiquei até o fim. Pra não dar o azar de ser descoberta. Por aquela época chegaram os beijos na boca. O primeiro que lembro foi num dia de verão muito quente. Subiram no terraço pra se molhar com a mangueira. Que era uma brincadeira que sempre faziam. Eu subi pra recolher umas coisas que tinha estendido, pra ver se não iam molhar com tanta mangueira. Ela corria de um lado pro outro enquanto ele molhava ela com a mangueira e ela, fugindo, foi se afastando dele até chegar numa grade que tem e não dava mais pra fugir. Ele perseguiu ela e agarrou por trás. Acho que ele não tinha nenhuma intenção safada. Mas ela ficou com a bunda assim meio empinada e virou o pescoço pro lado como se quisesse que ele beijasse ela. Ele se afastou, mas ela se virou e disse: — Te amo demais, papai! E deu um abraço forte, colando bem no corpo dele, do jeito que tava, de biquíni e toda molhada. E beijou ele na boca. Posso garantir que de língua. Ficou um bom tempo. E depois a menina se soltou e foi embora, e o pai ficou parado, petrificado, coitado. Com um tesão enorme que eu bem que gostaria de aliviar. depois vieram os beijos de boa noite. Ele sempre dava um beijo casto no rosto dela antes dela ir pro quarto dormir. Mas ela colocava a boca e abraçava ele, tentando roçar com o joelho o pacote do pai. Além disso, sempre que podia, tentava prolongar aquele beijo. E ele às vezes fingia que resistia, mas cada vez mais, também abraçava ela e respondia àquele beijo como se a filha fosse uma namorada. Naquele período, o pai tinha deixado de ser só um pai e trazia pra menina mais presentes do que nunca. Se antes já era dedicado a ela, agora era ainda mais. Tinha mais presentes, mais love. Acho que ele se apaixonou perdidamente pela própria filha. E continua apaixonado. Agora muito mais, com certeza. A próxima coisa que aconteceu foi a do medo noturno. Tipo medo de tempestade. Ela nunca tinha medo de nada. Sempre foi uma menina muito corajosa. Mas de repente, naquelas tempestades de verão, Betty dizia estar com muito medo, e saía no meio da noite, com uma camiseta branca, do pai, que ela gostava de usar pra dormir e sem nada por baixo, em direção ao quarto do senhor. Não sei se o primeiro dia que eu percebi foi o primeiro que isso aconteceu, ou se já tinha acontecido outras vezes. Acho que foi o primeiro. Eu ouvi os passos dela no corredor. Já que o quarto onde eu durmo fica entre os dois. Não consegui evitar, picada pela curiosidade, sair pra ver o que tava rolando e segui ela sem que ela percebesse. O senhor sempre dorme com a porta ligeiramente entreaberta, acho que por causa do grande instinto protetor dele, e a senhorita não fechou pra não fazer barulho, porque as portas são antigas e rangem pra caralho ao abrir e fechar. Então eu conseguia ver tudo pela fresta. Além disso, o quarto se iluminava de um jeito espectral, com clarões incríveis da tempestade. A pequena Betty se aproximou da cama do pai, parece que ele ainda não tava dormindo: — Papai, tô com medo da tempestade, posso dormir com o senhor? O senhor hesitou um momento: — Bom, só um momento, mas quando a tempestade passar, você vai pro seu quarto. — Obrigada, papai. Então ela se meteu na cama e começou a beijar o pai no pescoço, no rosto e na boca, agradecendo por ele deixar ela dormir ali. Mas ele se irritou e mandou ela dormir. Aí ela fingiu ficar triste e virou de costas. Quando se virou, deixou a camiseta subir um pouco e a bunda dela ficou bem à mostra. Eu conseguia ver tudo perfeitamente, já que não tinham se coberto com o lençol. Apesar da tempestade, não fazia frio nenhum. Os dois ficaram de costas um para o outro, e eu pensei em ir dormir também. Mas então ela disse: — Papai, me abraça, tô com medo. Por favor. — Filha, você já é grande, não devia ter medo à toa com seus 19, quase 20 anos. — Eu pensei que ele ia recusar. Mas ele se virou e abraçou ela. Como é verão, o senhor dorme só de cueca. Ela aproveitou pra encostar a bunda na pica do pai, que já tava bem dura. Não esperou muito pra começar a rebolá-la pra trás e pra frente. No começo, fazia bem devagar, tentando disfarçar o movimento. O pai, a princípio, ficou parado, mas depois começou a entrar na brincadeira. Ele abraçava ela enquanto se mexia, enfiando nela, mas ainda de cueca. A menina gemia baixinho. Ele foi subindo a camiseta dela aos poucos, levando o braço mais pra cima, aumentando a altura do abraço. Até chegar na altura dos peitos dela. O pai começou a apalpar os peitos dela, com força, mas devagar, mantendo a desculpa do abraço. Mas ela não se enganava e levou a mão dele pra entreperna, esticando o braço pra trás. Acariciou por fora um pouco e apertou o pau do pai. Sem mexer na cueca. Mas quando tentou puxar pra baixo, o pai se assustou e se afastou um pouco pra trás. Ela respondeu colando a bunda de novo e dando um puxão forte pra baixo na cueca do pai. O pau saiu da tela rapidamente, quicando, como se tivesse sido expulsa. Yella apertou com a mão e balançou. Enquanto segurava com a mão, ajustou o corpo, posicionando bem na ponta da pika. A menina colocou com a mão o brinquedo do papai no lugar certo pra ele só precisar dar uma leve subida. Ela apertava a entrada da buceta contra a pika vibrante do pai. Os dois continuavam se mexendo de um jeito provocante. O pai roçava a buceta da garota uma e outra vez sem penetrar. Pensei em entrar e interromper antes que cometessem a loucura que tava por vir, mas tava tão excitada que não conseguia fazer nada além de observar a cena, virando sem querer cúmplice daquela história. O pai mexia o quadril com tanta força na entrada da filha que achei que, a qualquer momento, mesmo parecendo não querer penetrar, pelo calor que devia estar, a pika ia entrar sozinha. O pai de repente parou. Parou os movimentos e a menina também ficou imóvel, surpresa. Ele beijou o pescoço dela e apertou o peito. Então, de repente, segurou ela pela cintura, como pra manter ela quieta, e enfiou tudo que podia, sem piedade. Betty soltou um grito e eu não acreditava no que tava vendo. O senhor tava furando a própria filha, de um jeito que eu nunca imaginaria que um cavalheiro de mais de quarenta conseguisse. Fazia com a velocidade e a paixão de um moleque de dezessete. E repetia o nome da menina: Betty, Betty; enquanto comia ela. Ela gemia, de prazer e de dor. E a pika do pai devia estar entrando até os colhões, pelo jeito que ele investia. Eu me masturbava na porta vendo a cena. Os peitos de Betty, com a camiseta levantada, pulavam sem controle. A coitada gritava, sem conseguir se segurar, e o pai, longe de se controlar, aumentava a força e dizia: Meu amor, meu amor. Eu via a boca de Betty, aberta enquanto gemia, com os lábios trêmulos e rosados. A Os peitos dela balançavam no ritmo que os ovos do pai deveriam balançar. O pau do senhor, dentro daquela bucetinha jovem, mais nova do que as mais novas que ele já tinha provado, devia estar se divertindo como nunca. O pai então avisou a menina que ia gozar e a Betty disse:
— Te amo.
Então ele, em várias estocadas finais, fortes mas mais lentas, descarregou todo o esperma dentro da sua amada filha.

No dia seguinte, os dois foram embora, suspeito que pra menina tomar a pílula do dia seguinte ou algo assim. Porque acho que o senhor de repente teve um lampejo de consciência. Eu lavei os lençóis e encontrei eles meio manchados de sangue. É possível que a Betty tenha sido desvirginada naquela noite, mas também não botaria a mão no fogo. Pode ser que ela estivesse terminando ou começando a menstruação ou qualquer outra coisa.

Aquilo não aconteceu só naquela noite. Primeiro com a desculpa das tempestades e ultimamente sem desculpas, continuaram fazendo esse tipo de prática. Eu me sinto presa de uma excitação profunda que não sentia desde bem novinha. O dia inteiro fico tarada com essas e outras imagens rondando minha mente. Mas minha consciência me corrói. Talvez eu devesse fazer alguma coisa. Preciso de ajuda.

Por um lado, lamento o que eles fazem, por outro, me excita, por outro, os entendo. Ela quer proteger o pai, pra que ninguém se aproveite dele. Quer amar o pai como nenhuma das namoradas dele foi capaz, como ele merece. Por parte dele, ele tentou resistir. Mas com uma filha tão gostosa, tão adorada e tão mimada. Era difícil pra um homem solitário, e repito que ele é encantador, reprimir os instintos.

Passaram-se uns anos até que a "pequena Betty", que já tinha 22 anos, falou comigo e me perguntou se eu não queria um aumento de salário, ao que eu disse que sim, e ela me contou que estava grávida e que precisava de alguém pra ser a "babá" do bebê dela. Aceitei de bom grado. Depois, no segundo filho da Betty, descobri quem era o pai dos dois bebês dela. Sempre soube. Calado mesmo depois que a Betty e o pai dela dormem juntos, tenho muito carinho pelos pequenos, porque são muito fofos. Me sinto sortuda por eles me verem como a "Vovó", mas pra ser sincera, me sinto muito culpada por esconder esse segredo.Array

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