Las hermanas incestuosas Pt. 2

Continuo o relato: Ao ouvir as palavras dela, fiquei paralisado por um segundo, olhando fixamente pra ela. – O quê? – ela disse, me encarando – Tem alguma coisa errada? Quero que você seja meu primeiro homem em tudo. Engoli seco, porque falar "você vai abrir meu cu" não é algo que se diz no primeiro encontro, ou na primeira vez que se transa, será que é? De qualquer forma, se ela quer, vai ter. Então recuperamos as forças por uns instantes, embora sentíssemos que no nosso cheiro corporal o sexo era muito evidente, então falei: – Que tal um banho juntos? É a melhor ideia, admite – olhei ela hesitar, mas ela aceitou e, na minha frente, começou a se despir. Eu já não tava vestindo nada, tinha acabado de sair do banho quando ela chegou, mas um segundo banho nunca faz mal, a gente cheirava a sexo e suor, então peguei na mão dela e levei pro chuveiro, abri a torneira e deixei a água cair sobre nossos corpos, molhando e limpando tudo. – É gostoso – ela disse, enquanto pegava o sabonete e passava pra cima e pra baixo no meu peito, me olhando. – Eu sei – respondi, pegando o sabonete da mão dela e fazendo ela se virar – Mãos na parede – falei no ouvido dela, e surpreendentemente ela obedeceu sem reclamar, então fiz um pouco de espuma com o sabonete e massageei as costas dela, com cuidado, usando a ponta dos dedos. – Você tem mãos muito boas – Diana disse. – Obrigado, sabe que é por causa do meu trabalho – respondi, trabalhar num sauna tem suas vantagens. – Bom, que tal levar essas mãos pra outro lugar – ela disse com um sorriso safado nos lábios, sei o que ela quer, mas ela quer que eu fure o cuzinho dela, e vou realizar o desejo. Então levei minhas mãos direto pra bunda dela, massageando fundo, Diana tinha uma bunda incrível, durinha e firme. Então, molhando meu dedo mindinho com um pouco de saliva, fui enfiando devagar no esfíncter dela, senti ela se contorcer, mas rapidamente acalmei: – Calma, relaxa. Ela obedeceu, e com uma respirada me deixou continuar. Não demorou muito. rato pra que o dedo mindinho fosse substituído por outro dedo, e depois mais um, e mais um. Já com três dos meus dedos enfiados na bunda dela, pude ouvir enquanto os gemidos leves de dor se transformavam em gemidos de prazer – Pronta? – falei no ouvido dela, e quando vi ela balançar a cabeça... bom, foi a assinatura dela com esse diabo. Então enfiei a cabeça da minha pica no cu recém-estimulado dela, era tão apertado, molhado e quente, mas o que mais me surpreendeu foi o berro enorme que a Diana deu, não sei se de dor ou de prazer, mas ela me agarrou pela cintura e me mandou meter. Ela ainda tava com as mãos na parede do chuveiro, o que deixava as coisas mais fáceis pra mim, porque pude segurar o quadril dela com as mãos e começar a guiar nossos movimentos, eram sensações incríveis, a Diana tem muito potencial mesmo, será que eu poderia amar uma mulher assim? A resposta é: ah, com certeza. – Isso, assim, papai, me come gostoso assim – ela disse, o que me inspirou a meter ainda mais rápido. Não sei quanto tempo a gente ficou transando, só sei que minhas pernas estavam tremendo e meus dedos também, de tanto que eu não parava de apalpar a buceta e os peitos dela. Então, metendo o mais rápido que podia, nós dois gozamos ao mesmo tempo. Senti minha pica explodir dentro dela, deixando um rastro branco explosivo na bunda dela, algo que ela adorou. Então, quando saímos do banheiro, finalmente nos vestimos, deitamos na cama e fomos dormir, eu pensando em tudo que podia rolar ao lado da Diana, achei que finalmente tudo estava no lugar certo. Será que estava? Claro que não... Assim que ela dormiu, ouvi a porta da rua, então, o mais rápido que pude, me vesti, saí na rua e meu cérebro parou de processar... A mulher que estava lá fora tinha uma grande semelhança com a Diana, adivinharam? Sim, cabelo e olhos pretos como a noite, figura chamativa mas discreta, e um olhar que gelava o sangue: Rosa, irmã mais velha da Diana, tinha vindo buscar a irmã dela.

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