Boa tarde. Promessa é dívida, então tô compartilhando a segunda parte.
A verdade é que o relato ficou longo, e olha que cortei umas coisinhas.
Espero que vocês curtam.Naquele momento, já me sentia uma puta. Uma puta virgem, mas puta. Minhas fantasias estavam se realizando aos poucos. Eu gostava daquela posição que me cabia. A vergonha e o medo eram um obstáculo. Mas eu me sentia toda uma puta, nua, molhada, de pernas abertas, esperando pelo meu instrutor.
-Espera aí, já volto, fica assim mesmo.
Ele me disse.Ele parou e saiu do quarto. Antes de sair, acendeu a luz e eu vi ele ir embora pelado. Eu ouvia ele se mexer pela casa. Respirei fundo e me levantei. Minhas pernas estavam dormentes. Me espreguicei. Toquei minha bucetinha pequena e ela estava muito molhada. Aproveitei pra me espreguiçar de novo, e ele entrou no quarto. Finalmente eu via ele completamente pelado com a luz do quarto. Fiquei atônita vendo o pau dele, muito maior do que eu tinha sentido. Grosso e comprido, com uma cabeça muito mais larga. Ele percebeu meu estado de choque.
- Gostou?
Sentei na beira da cama.
- É enorme - ele riu um pouco.
- Talvez. Esse pau vai ser todo seu hoje à noite. E não fala nada... esse pau vai te cravar bem cravado.
Eu continuei olhando sem dizer nada. Se antes eu tinha vergonha e medo, agora só muito medo.
Ele passou na minha frente e deixou um pote de creme na mesa de cabeceira.
- Te falei que essa noite estava planejada há tempos. Vou te adestrar nos meus prazeres e vou gozar de você.
Depois ele parou na minha frente, e eu tinha um close do pau dele.
Estava muito duro, apontando pra cima, passando do umbigo. Totalmente raspado, e uns ovões grandes pendurados. No tronco, as veias saltavam, e o prepúcio mal cobria uma cabeça muito mais grossa.
Ele perguntou de novo.
- Você quer?
Não consegui responder, só consegui me ajoelhar e aproximar meu rosto do pau duro dele. Com uma mão, agarrei os ovões dele. E, timidamente, aproximei meus lábios deles. Dei uns beijos. Algo que ele gostou muito.
- Mmmmmm, você sabe como me agradar.
Enquanto isso, minha boca sugou um dos testículos dele, e minha língua massageava ele dentro da boca. Dessa vez, era eu quem estava no controle. Comecei a lamber as bolas dele. De baixo pra cima. Fiz devagar e fui aumentando as sugadas e lambidas. Olhei pra cima e vi ele de olhos fechados, aproveitando. Também vi umas gotas do líquido dele escorrendo pelo tronco. Decidi ir subindo com minha língua. Até encontrar o líquido salgado dele. Não era gostoso nem ruim. Mas muito excitante. Saboreá-lo. Fui subindo e descendo, lambendo suas bolas, beijando elas e o tronco também. Até que criei coragem e com minha mão agarrei seu tronco. Acariciei ele de cima pra baixo. Enquanto com a outra mão massageava as bolas e chupava elas. Me afastei um pouco pra observar o que tinha nas mãos. Continuava pensando que era enorme e que não ia dar conta. Puxei o prepúcio dele até deixar uma cabeça maior e rosada descoberta. Ao puxar, o elixir dele jorrou ainda mais. Com minha língua, recolhi rapidamente. Continuei subindo até ter a glande dele na minha língua e sentir toda a umidade. E, assim como ele fez com o dedo no meu cuzinho, introduzi o máximo possível da vara dele na minha boca. Até onde consegui. E chupei um pouco. Ele adorava. Tirei minha boca e desci de novo várias vezes, fiz isso. Tava masturbando ele com minha boca e ele ficava fascinado, os líquidos dele molhavam meu queixo. E já achei delicioso. Por fim, me afastei. Voltei a descer pras bolas dele pra brincar com elas e olhei pra ele. Ele me olhava extasiado.
— Que linda você fica ajoelhada na minha frente me chupando a pica. Adoro olhar seu cuzinho daqui. Tão lindo e brincalhão quanto sua boca. Sim, quantas revistas pornô te ensinaram a ser uma putinha. Agora é minha vez de te ensinar a entregar esse cuzinho.
Num ato quase desesperado, me jogou na cama.
— Vira. Quero ver sua bunda bem.
No estado de excitação que eu tava, assumi a posição na hora. Deitada de lado na cama, com as pernas juntas e peladinha. Ele me olhou um pouco e disse:
— Já decidi… Valéria. Você vai se chamar Valéria. Soa lindo te chamar de Vale quando te foder. Vale a putinha. Assim você vai ser.
Começou a apalpar minha bunda, a mexer nela e dar uns tapinhas.
— Levanta esse cuzinho, Vale.
Assim fiz e ele colocou um travesseiro debaixo da minha barriga. E separou um pouco minhas pernas.
— Mmmmm, que imagem linda. Tá faltando algo.
Pegou minha pica por trás e ajeitou pra eu ver.Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?Assim tá melhor, ver todo o seu sexo à minha disposição e capricho.
Senti a boca dela na minha costa, beijando e descendo até onde começa minha bunda minúscula. Ela apalpava sem parar. E começou a lamber e mordiscar meus glúteos. Parece que a mamada que eu dei nela tinha excitado demais. Ela começou a passar a língua pela minha racha. Sentia a saliva dela escorrendo por ela até que a língua chegou no meu anel do prazer. Fazia círculos com ela, rodeando. Eu ficava louco, me excitava e esquentava. De repente, com as mãos, ela abriu minha bunda e começou a me comer com a língua. Nunca tinha sentido tanto prazer. Ela afastava o rosto e voltava a meter a língua. Eu gemia, adorava. Depois seguiu com minhas bolas e chupava com força. Até me fazer doer e gritar. Peguei a cabeça dela como pude e com força ela agarrou as minhas e imobilizou ao meu lado. De novo me comeu com força com a língua. Me soltou e logo me pegou com o dedo. Sem demora nem hesitação. Até o fundo. Me fazendo delirar e gritar. Instintivamente peguei a mão dela e ela gentilmente tirou a mão.
— Fica quietinha, já volto.
Ela se levantou e saiu de novo. Fiquei rebolando a bunda minúscula pra cima. Curiosa pra saber com o que ela voltaria. Ela entrou de novo e senti que acariciava minhas costas. Se ajoelhou na cama na frente do meu rosto.
— Abre a boca.
Em seguida, pegou minha cabeça, levantou um pouco e meteu o pau inteiro na minha boca até a garganta. Eu engasguei um pouco e minha baba começou a escorrer. Ela segurava minha nuca e os quadris dela começaram a ir e vir. Fazia suave, o que me deixava brincar com a língua em todo o tronco. Com umas poucas metidas daquela fodida bucal, peguei o ritmo. Quando saía, eu passava a língua e deixava a saliva escorrer. E sugava a cabeça quando entrava, abria a boca.
— Como eu gosto de comer sua boca, mmmmmm, parece que você é uma expert.
Enquanto com uma mão segurava minha nuca, com a outra dava tapinhas nas minhas nádegas e no cu. Abri as pernas pra deixar os tapas chegarem no destino. Ela tirou o pau da minha boca.
- Chegou a hora.
Ela desceu da cama, se ajoelhou na minha frente e me olhou. Tinha o rosto todo sujo dos próprios sucos e da minha saliva.
- Não quero que me incomode daqui pra frente.
Esticou o braço e pegou um cachecol.
- Me dá suas mãos.
Eu obedeci.
Ele as amarrou e depois as prendeu na grade da cama. Fiquei deitada de través na cama, nua do jeito que ele queria e na posição favorita dele. Com a bunda pra cima, pernas abertas e meus braços amarrados pra frente.
Minha cara de susto não disfarçava.
- Não fica assustada... mas vou comer essa bunda que eu tanto quero. E vou te engravidar de tanto leite acumulado. Eu sei que você quer tudo dentro e não fala. Então vou te dar.
Ele se levantou e foi pra trás. Deitada, graças a um espelho, eu via ele em pé, se acariciando enquanto me olhava. A verdade é que eu tava com medo, mas com muita vontade. Ele se ajoelhou na frente da minha bunda e começou a lamber. Muita língua e saliva ele me dava. Com as mãos, separava minha bunda com força e atacava com a língua dentro do meu buraco. Era uma delícia ser pega pela língua molhada e brincalhona dele. Eu empinava mais a bunda pra aproveitar mais aqueles jogos. Me comportava como uma boa puta satisfazendo o macho dela. Um gemido escapou de mim. Como já tinha feito antes, ele trocou a língua pelo dedo médio, enfiando até o fundo sem dificuldade. O desconforto da primeira vez não apareceu, gostei de como foi sentir ele entrar até o fundo. Ele começou a mexer o dedo dentro de mim em círculos. Tirava quase até sair e enfiava de novo. Tava me apalpando por dentro. Era muito gostoso e quente. Minha buceta pulsava, quase estrangulando o dedo dele. De novo, ele enfiou até o fundo de uma vez e deixou parado lá.
- Essa bunda tá aprendendo mesmo, mmmmmmm.
Ele riu sarcasticamente.
- Vamos ver como você aperta esse cuzinho?
Na hora, comecei a apertar com o dedo dele dentro e a soltar várias vezes.
Sem perceber, instintivamente empinava a bunda pra ele enfiar mais.
- .....mmmmmmmm que movimento lindo. Assim que eu gosto, meu amor...... vai, continua um pouco mais. Que putinha você é, melhor do que eu esperava.
Com o dedo dentro de mim, ele começou a fazer força com o outro dedo. Eu sentia ele forçando minha entrada, abrindo caminho. Incomodava um pouco, mas a sensação de que estava se abrindo mais e meu canal se enchendo com os dedos dele me deixava louca.
Meus gemidos excitavam ele, eu tentava relaxar pra ele fazer o trabalho dele da melhor forma. Eu ofegava e respirava fundo. Ele tirou os dedos e senti um certo alívio. Abri minhas nádegas com força e ele olhou pro meu buraquinho.
— Mmmmmmm, tá ficando bonito.
Ele colocou dentro uma porção generosa de lubrificante e logo meteu os dois dedos juntos. Senti como se meu cuzinho pequeno se abrisse enquanto eu apertava com as mãos amarradas, sem poder fazer nada. Me sentia vulnerável, sem poder agir, mas de um jeito estranho, me dava prazer. A única coisa que consegui foi fechar um pouco as pernas, mas ele impediu, abrindo elas mais.
Ele começou com o mesmo jogo, remexendo meu interior, movendo os dedos pra todos os lados dentro de mim. Até que começou a separá-los. Eu me mexia um pouco por dor e muito por prazer. Sentia ele abrindo e fechando meu buraquinho uma e outra vez. Sem parar com isso, começou a tirar e colocar os dedos. Meu cu tava sendo violado por aqueles dedos e eu gostava, doía, mas sentia prazer, me mexia tentando evitar, mas sem querer evitar. Uma mistura contraditória de sensações e desejos. Até que ele parou e tirou os dedos. Senti um certo alívio, como pra recuperar um pouco a sanidade. Minha bunda pulsava e eu sentia ela fervendo. Vejo ele pelo espelho se masturbando e pegando o pote de creme. Passou na pica. Aquela pica me enlouquecia, mas eu sabia o que vinha. Olhei pra frente, esperando acontecer.
— Essa bunda tá muito gostosa, não aguento mais a vontade de comer ela. Vou meter essa estaca em você e tenta aproveitar.
Com as duas mãos, ele abriu minhas nádegas e deixou cair bastante saliva, se ajeitou bem e se aproximou. Esfregou a vara algumas vezes na minha racha até deixar a cabeça na entrada.
— Preparada?
Sem me deixar responder, ele enfiou tudo de uma vez. Queria responder. Apertei. Sentia a cabeça enorme dele pressionando meu buraco. Pressionava com força e soltava uma vez e outra até que apertou mais e minha bunda começou a se abrir à força. Sentia aquela coisa enorme entrando aos poucos. Sentia que meu cu tava se partindo. Minha respiração e gemidos ficaram evidentes.
-Que bunda divina, meu amor... quentinha e apertadinha... mmmmmmmmm
Ele começou a mexer os quadris devagar, me fazendo perder a razão. Com dor, sentia meu cu se abrindo mais, muito mais. Doía, mas eu queria.
-Relaxa pra você curtir mais. Essa bunda foi feita pra gozar e ser gozada.
Já tava encaixado. Com as mãos, ele separou com mais força e, com firmeza, apertou. Meu cu se abriu mais e depois se fechou. Era minha primeira vez, mas senti clarinho como a cabeça dele entrou e, depois dela, meu cu se fechou envolvendo o tronco. A única coisa que veio na minha cabeça foi (e assim que a cabeça entrou) sabia que faltava muito. Ele ficou parado com a cabecinha dentro de mim. Sentia ela super quente e molhada. Não só meu cu pulsava, sentia ele pulsando dentro de mim. De novo, sinto o movimento dele pressionando e, com dificuldade, vai entrando aos poucos. E de novo ele ficou quieto.
-Você gosta, sua putinha?
Minhas mãos seguravam com força a borda da cama. E entre suspiros e ofegos, eu disse que sim.
Ele tirou um pouco do que tinha metido e senti que cuspiu. As mãos dele agarraram com força minhas nádegas e quadril, pressionando com mais força. Ele me comeu mais fundo e gostou. Não era só eu que reclamava e gemia. Um vai e vem suave começou com os quadris dele, sem se importar com meus gemidos.
-Não segura seus gemidos, ninguém vai ouvir. Você tá bem gostosa, sua putinha, e eu tô gostando.
E com mais força, ele entrou mais. Soltei um gemido. E apertou de novo.
-Adoro seus barulhinhos, me deixam muito excitado. Esses barulhinhos de putinha que você faz.
E com força, ele me comeu mais até que senti ele colado em mim. Soltei um gemido, quase um grito. Meu cu tava cheio e aberto como nunca imaginei. Sentia o pau dele dentro, preenchendo cada espaço. Sentia as bolas dele esmagando. os meus
- Finalmente todinha dentro. Que gostosa que você tá...
Eu dizia entre gemidos e ofegante
- Te falei que ia te comer.
Ele ficou dentro de mim bem colado, começou a acariciar minhas costas.
Colocou as pernas dele por fora das minhas e me fez fechá-las. Foi difícil fazer isso com o pau dele todo dentro de mim. Sentia que não tinha força e um tremor. Ele esticou as pernas e se deitou em cima de mim. Se esticou sobre mim, me segurando com as pernas dele nas minhas. Esticando as mãos para pegar as minhas. Me beijava o pescoço, lambia minha orelha. Movia os quadris devagar, brincando com o pau dele dentro de mim. Virou meu rosto para que eu o visse. Me olhou nos olhos enquanto me comia, se movendo.
- Essa é a carinha da puta que eu tô comendo. Dá pra ver que você gosta.
E enfiou a língua dele dentro da minha boca por uns instantes. Acelerando a fodida. Com a boca dele tampando a minha, meus gemidos ficavam mudos. Os quadris dele continuavam se movendo, agora mais forte. E mais forte. Ele tava me comendo do jeito e prazer dele. Tava treinando meu cu pra ele.
É muito difícil explicar com palavras o que eu sentia. A gente já tava há mais de 3 horas de brincadeiras. Por mais que eu desejasse tudo aquilo e gostasse, sentia que ele tava abusando de mim... me sentia violada e submissa. Tava perdendo minha virgindade com meu amigo, como ele dizia, me sentia uma puta que tava recebendo o que merecia. Mas mesmo assim eu gostava, além de um pouco de dor e muita vergonha, sentia prazer. Literalmente me sentia uma puta estuprada e gostava, e não entendia isso. Isso me confundia.
Ele continuava me comendo com movimentos mais fortes e profundos... com movimentos mais violentos. Não sei por quanto tempo fui comida assim. Até que ele abaixou as mãos e, do jeito que tava, me agarrou com força pelos quadris. E enfiou até o fundo e ficou parado. Eu gemia e reclamava, um gemido atrás do outro. Ele apertou forte e comecei a sentir o pau dele inchando e dando espasmos dentro de mim, e eu ficava louca. Ele começou a gemer alto e, de repente, senti algo muito quente batendo dentro de mim. Várias vezes. Até que ele desabou completamente em cima de mim.
Entendi que minha buceta não estava só cheia da rola dele... também do esperma quente dele que eu sentia escorrer. Foi uma delícia sentir o gozo dele dentro de mim. Ficamos os dois exaustos. Ele em cima de mim, sem tirar a rola.
— Me deixou sem fôlego.
Ele dizia enquanto eu sentia a rola dele murchar e sair sozinha. A rola dele ficou sobre minha bunda e o esperma começou a jorrar de dentro de mim. Quente e grosso, me sujava toda. Ele se levantou, me olhou e abriu minha bucetinha.
— Hummm, que buceta divina, continua aberta e graças a mim. Um rio de gozo tá saindo, você me deixava com muito tesão.
Fiquei meio anestesiada, sentindo minha bucetinha pulsar e o esperma escorrer pela minha bunda. Ele sentou, olhando minhas pernas abertas com a bunda levantada, e eu voltando aos poucos a mim. Ficamos assim por um tempo até que ele se levantou e soltou minhas mãos. Com esforço, me virei, ficando de pernas abertas de barriga pra cima, e ele se deitou ao meu lado. Me convidou pra tomar um banho juntos, e assim fizemos. Minha buceta ardia com o sabonete do chuveiro, mas eu tava satisfeita. Não conversamos muito depois de ter sido comida. Fingi que ia embora e ele disse que não, pra eu ficar e dormir com ele. Deitamos nus e a verdade é que caímos no sono, eram umas 4 da manhã. Quando acordamos, antes de eu ir embora, ele disse:
— Isso fica entre eu e você. Daqui a pouco vou sair, mas amanhã quero te ver. Ele me agarrou e me deu um chupão longo. Me deu uns tapinhas na bunda e disse:
— Cuida dela que é minha.
Eu ri...
Quando cheguei em casa, me deitei e dormi de novo profundamente.
A verdade é que o relato ficou longo, e olha que cortei umas coisinhas.
Espero que vocês curtam.Naquele momento, já me sentia uma puta. Uma puta virgem, mas puta. Minhas fantasias estavam se realizando aos poucos. Eu gostava daquela posição que me cabia. A vergonha e o medo eram um obstáculo. Mas eu me sentia toda uma puta, nua, molhada, de pernas abertas, esperando pelo meu instrutor.
-Espera aí, já volto, fica assim mesmo.
Ele me disse.Ele parou e saiu do quarto. Antes de sair, acendeu a luz e eu vi ele ir embora pelado. Eu ouvia ele se mexer pela casa. Respirei fundo e me levantei. Minhas pernas estavam dormentes. Me espreguicei. Toquei minha bucetinha pequena e ela estava muito molhada. Aproveitei pra me espreguiçar de novo, e ele entrou no quarto. Finalmente eu via ele completamente pelado com a luz do quarto. Fiquei atônita vendo o pau dele, muito maior do que eu tinha sentido. Grosso e comprido, com uma cabeça muito mais larga. Ele percebeu meu estado de choque.
- Gostou?
Sentei na beira da cama.
- É enorme - ele riu um pouco.
- Talvez. Esse pau vai ser todo seu hoje à noite. E não fala nada... esse pau vai te cravar bem cravado.
Eu continuei olhando sem dizer nada. Se antes eu tinha vergonha e medo, agora só muito medo.
Ele passou na minha frente e deixou um pote de creme na mesa de cabeceira.
- Te falei que essa noite estava planejada há tempos. Vou te adestrar nos meus prazeres e vou gozar de você.
Depois ele parou na minha frente, e eu tinha um close do pau dele.
Estava muito duro, apontando pra cima, passando do umbigo. Totalmente raspado, e uns ovões grandes pendurados. No tronco, as veias saltavam, e o prepúcio mal cobria uma cabeça muito mais grossa.
Ele perguntou de novo.
- Você quer?
Não consegui responder, só consegui me ajoelhar e aproximar meu rosto do pau duro dele. Com uma mão, agarrei os ovões dele. E, timidamente, aproximei meus lábios deles. Dei uns beijos. Algo que ele gostou muito.
- Mmmmmm, você sabe como me agradar.
Enquanto isso, minha boca sugou um dos testículos dele, e minha língua massageava ele dentro da boca. Dessa vez, era eu quem estava no controle. Comecei a lamber as bolas dele. De baixo pra cima. Fiz devagar e fui aumentando as sugadas e lambidas. Olhei pra cima e vi ele de olhos fechados, aproveitando. Também vi umas gotas do líquido dele escorrendo pelo tronco. Decidi ir subindo com minha língua. Até encontrar o líquido salgado dele. Não era gostoso nem ruim. Mas muito excitante. Saboreá-lo. Fui subindo e descendo, lambendo suas bolas, beijando elas e o tronco também. Até que criei coragem e com minha mão agarrei seu tronco. Acariciei ele de cima pra baixo. Enquanto com a outra mão massageava as bolas e chupava elas. Me afastei um pouco pra observar o que tinha nas mãos. Continuava pensando que era enorme e que não ia dar conta. Puxei o prepúcio dele até deixar uma cabeça maior e rosada descoberta. Ao puxar, o elixir dele jorrou ainda mais. Com minha língua, recolhi rapidamente. Continuei subindo até ter a glande dele na minha língua e sentir toda a umidade. E, assim como ele fez com o dedo no meu cuzinho, introduzi o máximo possível da vara dele na minha boca. Até onde consegui. E chupei um pouco. Ele adorava. Tirei minha boca e desci de novo várias vezes, fiz isso. Tava masturbando ele com minha boca e ele ficava fascinado, os líquidos dele molhavam meu queixo. E já achei delicioso. Por fim, me afastei. Voltei a descer pras bolas dele pra brincar com elas e olhei pra ele. Ele me olhava extasiado.
— Que linda você fica ajoelhada na minha frente me chupando a pica. Adoro olhar seu cuzinho daqui. Tão lindo e brincalhão quanto sua boca. Sim, quantas revistas pornô te ensinaram a ser uma putinha. Agora é minha vez de te ensinar a entregar esse cuzinho.
Num ato quase desesperado, me jogou na cama.
— Vira. Quero ver sua bunda bem.
No estado de excitação que eu tava, assumi a posição na hora. Deitada de lado na cama, com as pernas juntas e peladinha. Ele me olhou um pouco e disse:
— Já decidi… Valéria. Você vai se chamar Valéria. Soa lindo te chamar de Vale quando te foder. Vale a putinha. Assim você vai ser.
Começou a apalpar minha bunda, a mexer nela e dar uns tapinhas.
— Levanta esse cuzinho, Vale.
Assim fiz e ele colocou um travesseiro debaixo da minha barriga. E separou um pouco minhas pernas.
— Mmmmm, que imagem linda. Tá faltando algo.
Pegou minha pica por trás e ajeitou pra eu ver.Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?Assim tá melhor, ver todo o seu sexo à minha disposição e capricho.
Senti a boca dela na minha costa, beijando e descendo até onde começa minha bunda minúscula. Ela apalpava sem parar. E começou a lamber e mordiscar meus glúteos. Parece que a mamada que eu dei nela tinha excitado demais. Ela começou a passar a língua pela minha racha. Sentia a saliva dela escorrendo por ela até que a língua chegou no meu anel do prazer. Fazia círculos com ela, rodeando. Eu ficava louco, me excitava e esquentava. De repente, com as mãos, ela abriu minha bunda e começou a me comer com a língua. Nunca tinha sentido tanto prazer. Ela afastava o rosto e voltava a meter a língua. Eu gemia, adorava. Depois seguiu com minhas bolas e chupava com força. Até me fazer doer e gritar. Peguei a cabeça dela como pude e com força ela agarrou as minhas e imobilizou ao meu lado. De novo me comeu com força com a língua. Me soltou e logo me pegou com o dedo. Sem demora nem hesitação. Até o fundo. Me fazendo delirar e gritar. Instintivamente peguei a mão dela e ela gentilmente tirou a mão.
— Fica quietinha, já volto.
Ela se levantou e saiu de novo. Fiquei rebolando a bunda minúscula pra cima. Curiosa pra saber com o que ela voltaria. Ela entrou de novo e senti que acariciava minhas costas. Se ajoelhou na cama na frente do meu rosto.
— Abre a boca.
Em seguida, pegou minha cabeça, levantou um pouco e meteu o pau inteiro na minha boca até a garganta. Eu engasguei um pouco e minha baba começou a escorrer. Ela segurava minha nuca e os quadris dela começaram a ir e vir. Fazia suave, o que me deixava brincar com a língua em todo o tronco. Com umas poucas metidas daquela fodida bucal, peguei o ritmo. Quando saía, eu passava a língua e deixava a saliva escorrer. E sugava a cabeça quando entrava, abria a boca.
— Como eu gosto de comer sua boca, mmmmmm, parece que você é uma expert.
Enquanto com uma mão segurava minha nuca, com a outra dava tapinhas nas minhas nádegas e no cu. Abri as pernas pra deixar os tapas chegarem no destino. Ela tirou o pau da minha boca.
- Chegou a hora.
Ela desceu da cama, se ajoelhou na minha frente e me olhou. Tinha o rosto todo sujo dos próprios sucos e da minha saliva.
- Não quero que me incomode daqui pra frente.
Esticou o braço e pegou um cachecol.
- Me dá suas mãos.
Eu obedeci.
Ele as amarrou e depois as prendeu na grade da cama. Fiquei deitada de través na cama, nua do jeito que ele queria e na posição favorita dele. Com a bunda pra cima, pernas abertas e meus braços amarrados pra frente.
Minha cara de susto não disfarçava.
- Não fica assustada... mas vou comer essa bunda que eu tanto quero. E vou te engravidar de tanto leite acumulado. Eu sei que você quer tudo dentro e não fala. Então vou te dar.
Ele se levantou e foi pra trás. Deitada, graças a um espelho, eu via ele em pé, se acariciando enquanto me olhava. A verdade é que eu tava com medo, mas com muita vontade. Ele se ajoelhou na frente da minha bunda e começou a lamber. Muita língua e saliva ele me dava. Com as mãos, separava minha bunda com força e atacava com a língua dentro do meu buraco. Era uma delícia ser pega pela língua molhada e brincalhona dele. Eu empinava mais a bunda pra aproveitar mais aqueles jogos. Me comportava como uma boa puta satisfazendo o macho dela. Um gemido escapou de mim. Como já tinha feito antes, ele trocou a língua pelo dedo médio, enfiando até o fundo sem dificuldade. O desconforto da primeira vez não apareceu, gostei de como foi sentir ele entrar até o fundo. Ele começou a mexer o dedo dentro de mim em círculos. Tirava quase até sair e enfiava de novo. Tava me apalpando por dentro. Era muito gostoso e quente. Minha buceta pulsava, quase estrangulando o dedo dele. De novo, ele enfiou até o fundo de uma vez e deixou parado lá.
- Essa bunda tá aprendendo mesmo, mmmmmmm.
Ele riu sarcasticamente.
- Vamos ver como você aperta esse cuzinho?
Na hora, comecei a apertar com o dedo dele dentro e a soltar várias vezes.
Sem perceber, instintivamente empinava a bunda pra ele enfiar mais.
- .....mmmmmmmm que movimento lindo. Assim que eu gosto, meu amor...... vai, continua um pouco mais. Que putinha você é, melhor do que eu esperava.
Com o dedo dentro de mim, ele começou a fazer força com o outro dedo. Eu sentia ele forçando minha entrada, abrindo caminho. Incomodava um pouco, mas a sensação de que estava se abrindo mais e meu canal se enchendo com os dedos dele me deixava louca.
Meus gemidos excitavam ele, eu tentava relaxar pra ele fazer o trabalho dele da melhor forma. Eu ofegava e respirava fundo. Ele tirou os dedos e senti um certo alívio. Abri minhas nádegas com força e ele olhou pro meu buraquinho.
— Mmmmmmm, tá ficando bonito.
Ele colocou dentro uma porção generosa de lubrificante e logo meteu os dois dedos juntos. Senti como se meu cuzinho pequeno se abrisse enquanto eu apertava com as mãos amarradas, sem poder fazer nada. Me sentia vulnerável, sem poder agir, mas de um jeito estranho, me dava prazer. A única coisa que consegui foi fechar um pouco as pernas, mas ele impediu, abrindo elas mais.
Ele começou com o mesmo jogo, remexendo meu interior, movendo os dedos pra todos os lados dentro de mim. Até que começou a separá-los. Eu me mexia um pouco por dor e muito por prazer. Sentia ele abrindo e fechando meu buraquinho uma e outra vez. Sem parar com isso, começou a tirar e colocar os dedos. Meu cu tava sendo violado por aqueles dedos e eu gostava, doía, mas sentia prazer, me mexia tentando evitar, mas sem querer evitar. Uma mistura contraditória de sensações e desejos. Até que ele parou e tirou os dedos. Senti um certo alívio, como pra recuperar um pouco a sanidade. Minha bunda pulsava e eu sentia ela fervendo. Vejo ele pelo espelho se masturbando e pegando o pote de creme. Passou na pica. Aquela pica me enlouquecia, mas eu sabia o que vinha. Olhei pra frente, esperando acontecer.
— Essa bunda tá muito gostosa, não aguento mais a vontade de comer ela. Vou meter essa estaca em você e tenta aproveitar.
Com as duas mãos, ele abriu minhas nádegas e deixou cair bastante saliva, se ajeitou bem e se aproximou. Esfregou a vara algumas vezes na minha racha até deixar a cabeça na entrada.
— Preparada?
Sem me deixar responder, ele enfiou tudo de uma vez. Queria responder. Apertei. Sentia a cabeça enorme dele pressionando meu buraco. Pressionava com força e soltava uma vez e outra até que apertou mais e minha bunda começou a se abrir à força. Sentia aquela coisa enorme entrando aos poucos. Sentia que meu cu tava se partindo. Minha respiração e gemidos ficaram evidentes.
-Que bunda divina, meu amor... quentinha e apertadinha... mmmmmmmmm
Ele começou a mexer os quadris devagar, me fazendo perder a razão. Com dor, sentia meu cu se abrindo mais, muito mais. Doía, mas eu queria.
-Relaxa pra você curtir mais. Essa bunda foi feita pra gozar e ser gozada.
Já tava encaixado. Com as mãos, ele separou com mais força e, com firmeza, apertou. Meu cu se abriu mais e depois se fechou. Era minha primeira vez, mas senti clarinho como a cabeça dele entrou e, depois dela, meu cu se fechou envolvendo o tronco. A única coisa que veio na minha cabeça foi (e assim que a cabeça entrou) sabia que faltava muito. Ele ficou parado com a cabecinha dentro de mim. Sentia ela super quente e molhada. Não só meu cu pulsava, sentia ele pulsando dentro de mim. De novo, sinto o movimento dele pressionando e, com dificuldade, vai entrando aos poucos. E de novo ele ficou quieto.
-Você gosta, sua putinha?
Minhas mãos seguravam com força a borda da cama. E entre suspiros e ofegos, eu disse que sim.
Ele tirou um pouco do que tinha metido e senti que cuspiu. As mãos dele agarraram com força minhas nádegas e quadril, pressionando com mais força. Ele me comeu mais fundo e gostou. Não era só eu que reclamava e gemia. Um vai e vem suave começou com os quadris dele, sem se importar com meus gemidos.
-Não segura seus gemidos, ninguém vai ouvir. Você tá bem gostosa, sua putinha, e eu tô gostando.
E com mais força, ele entrou mais. Soltei um gemido. E apertou de novo.
-Adoro seus barulhinhos, me deixam muito excitado. Esses barulhinhos de putinha que você faz.
E com força, ele me comeu mais até que senti ele colado em mim. Soltei um gemido, quase um grito. Meu cu tava cheio e aberto como nunca imaginei. Sentia o pau dele dentro, preenchendo cada espaço. Sentia as bolas dele esmagando. os meus
- Finalmente todinha dentro. Que gostosa que você tá...
Eu dizia entre gemidos e ofegante
- Te falei que ia te comer.
Ele ficou dentro de mim bem colado, começou a acariciar minhas costas.
Colocou as pernas dele por fora das minhas e me fez fechá-las. Foi difícil fazer isso com o pau dele todo dentro de mim. Sentia que não tinha força e um tremor. Ele esticou as pernas e se deitou em cima de mim. Se esticou sobre mim, me segurando com as pernas dele nas minhas. Esticando as mãos para pegar as minhas. Me beijava o pescoço, lambia minha orelha. Movia os quadris devagar, brincando com o pau dele dentro de mim. Virou meu rosto para que eu o visse. Me olhou nos olhos enquanto me comia, se movendo.
- Essa é a carinha da puta que eu tô comendo. Dá pra ver que você gosta.
E enfiou a língua dele dentro da minha boca por uns instantes. Acelerando a fodida. Com a boca dele tampando a minha, meus gemidos ficavam mudos. Os quadris dele continuavam se movendo, agora mais forte. E mais forte. Ele tava me comendo do jeito e prazer dele. Tava treinando meu cu pra ele.
É muito difícil explicar com palavras o que eu sentia. A gente já tava há mais de 3 horas de brincadeiras. Por mais que eu desejasse tudo aquilo e gostasse, sentia que ele tava abusando de mim... me sentia violada e submissa. Tava perdendo minha virgindade com meu amigo, como ele dizia, me sentia uma puta que tava recebendo o que merecia. Mas mesmo assim eu gostava, além de um pouco de dor e muita vergonha, sentia prazer. Literalmente me sentia uma puta estuprada e gostava, e não entendia isso. Isso me confundia.
Ele continuava me comendo com movimentos mais fortes e profundos... com movimentos mais violentos. Não sei por quanto tempo fui comida assim. Até que ele abaixou as mãos e, do jeito que tava, me agarrou com força pelos quadris. E enfiou até o fundo e ficou parado. Eu gemia e reclamava, um gemido atrás do outro. Ele apertou forte e comecei a sentir o pau dele inchando e dando espasmos dentro de mim, e eu ficava louca. Ele começou a gemer alto e, de repente, senti algo muito quente batendo dentro de mim. Várias vezes. Até que ele desabou completamente em cima de mim.
Entendi que minha buceta não estava só cheia da rola dele... também do esperma quente dele que eu sentia escorrer. Foi uma delícia sentir o gozo dele dentro de mim. Ficamos os dois exaustos. Ele em cima de mim, sem tirar a rola.
— Me deixou sem fôlego.
Ele dizia enquanto eu sentia a rola dele murchar e sair sozinha. A rola dele ficou sobre minha bunda e o esperma começou a jorrar de dentro de mim. Quente e grosso, me sujava toda. Ele se levantou, me olhou e abriu minha bucetinha.
— Hummm, que buceta divina, continua aberta e graças a mim. Um rio de gozo tá saindo, você me deixava com muito tesão.
Fiquei meio anestesiada, sentindo minha bucetinha pulsar e o esperma escorrer pela minha bunda. Ele sentou, olhando minhas pernas abertas com a bunda levantada, e eu voltando aos poucos a mim. Ficamos assim por um tempo até que ele se levantou e soltou minhas mãos. Com esforço, me virei, ficando de pernas abertas de barriga pra cima, e ele se deitou ao meu lado. Me convidou pra tomar um banho juntos, e assim fizemos. Minha buceta ardia com o sabonete do chuveiro, mas eu tava satisfeita. Não conversamos muito depois de ter sido comida. Fingi que ia embora e ele disse que não, pra eu ficar e dormir com ele. Deitamos nus e a verdade é que caímos no sono, eram umas 4 da manhã. Quando acordamos, antes de eu ir embora, ele disse:
— Isso fica entre eu e você. Daqui a pouco vou sair, mas amanhã quero te ver. Ele me agarrou e me deu um chupão longo. Me deu uns tapinhas na bunda e disse:
— Cuida dela que é minha.
Eu ri...
Quando cheguei em casa, me deitei e dormi de novo profundamente.
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