Fala, gostosas! Tudo bem?
Quero contar a última sacanagem que a gente armou com o Juanchi, meu namorado.
Um dia, acompanhei o Juan no mercadinho perto da casa dele e ele começou a bater um papo com um vendedor senegalês daqueles que têm a barraquinha de roupa do lado da entrada do supermercado. O cara era um deus de ébano. Alto, todo trincado e, mais importante, muito gente boa. Ele se chama Miguel, Michel, para os amigos e clientes.
Depois que a gente saiu e chegou em casa, bem sutil, perguntei pro Juan:
— Ei, qual é a do senegalês da esquina?
O Juan sacou na hora minhas intenções e, com aquele sorrisinho maroto, falou:
— O cara é gente boa, tá no país há uns anos. Às vezes troco ideia com ele, comprei um short rosa da Nike que te dei uns meses atrás, lembra?
— Sim, sim (falei apressada).
— Mas é de boa, o cara curte jogar bola. Uma vez fui jogar com ele e os amigos dele num campo de futebol society. A gente se acabou de rir.
— Ahhh, você conhece o resto? Perguntei, surpresa.
Nessa altura, o Juan já me olhava com cara de "já sei o que você tá pensando". Na mesma hora, a gente tava cozinhando, eu tava lavando a alface pra salada na pia. O Juan me abraçou por trás e enfiou a mão na minha pussy pra confirmar o que ele já imaginava.
— Uyuyuy (ele disse), você tá toda molhada, dá pra ver que tá pensando putaria. Quer dar pro Michel, o preto, né?
— Siiiiiiim (falei, apoiando as duas mãos na pia pra abrir as pernas e deixar ele me penetrar melhor com a mão).
— Quer dar só pra ele ou quer que eu chame os amigos dele pra te arrebentar toda?
Ele falou no meu ouvido enquanto me enfiava o punho inteiro na pussy. Eu já tava de calça no joelho, imaginem.
— Todos, todos, por favor, quero sentir essas feras todas juntas dentro de mim.
— HAHAHA, como você é puta, né? Termina de fazer a salada e depois a gente conversa melhor. Nalguei minha bunda com um tapa bem sonoro e fui pra sala, me deixando com a calcinha virada e a calça caída.
Naquela noite a gente trepou igual bicho, Juan gozou duas vezes seguidas, até usamos o vibrador pra me penetrar a bucetinha enquanto ele metia por trás. Algo muito intenso tava se formando.
Dois dias depois chega uma mensagem de Juan no celular: "Amorrrr, SE PREPARA que sexta-feira vem Michel e 3 amigos aqui em casa, convidei eles pra tomar algo, conversei com eles outro dia e falei que você queria conhecer, eles adoraram a ideia e toparam na hora"
"Porra!" Pensei comigo mesma, isso vai ficar muito interessante. Não consegui almoçar de tanta emoção, fiquei feito uma idiota o dia inteiro, tive que ir me tocar a buceta no banheiro do escritório de tanto tesão que tava, isso sim: enquanto me tocava mandei fotos pelo celular pro Juancito pra ele ver o que ele provoca. Esse dia era quarta-feira, reservei a quinta pra me preparar, marquei horário com a depiladora, me deixei lisinha e sem um único pelo, feito uma boneca. De tarde comprei um conjuntinho de renda e lacinho violeta, muito lindo! Também pra ocasião.
Na sexta-feira Juan me mandou uma mensagem dizendo: "vem tipo 20h, a gente vai estar com os caras em casa" e cheguei na hora certa. Cheguei de Uber no horário combinado e meu namorado abriu a porta. Tava com um vestido indiano preto de babados e umas sandálias, tava muito calor.
-Oi amor, falei, e dei um beijinho na boca dele. Os caras já chegaram?
-Sim, estamos na sala conversando, vem que vou te apresentar, eles são muito legais.
Quando entrei me deparei com os 4 amigos senegaleses do meu namorado. Tava Michel e outros 3 caras. Mustafa, Omi e Jawara. Me surpreendeu que ninguém bebia álcool. Depois Juan me contou que eram muçulmanos e não consumiam, mas fumavam maconha pra caralho.
Conversamos sobre música e comidas, eles contaram que todos trabalhavam como feirantes, mandavam dinheiro pras famílias com o que ganhavam aqui. Quando Podiam ir pro estádio ver o San Lorenzo (nem me pergunte por que SL) e tavam felizes de ter vindo pro país. A gente conversou quase duas horas, mas num momento surgiu um silêncio longo e estranho, tipo "e agora? Quem vai dar o primeiro passo?".
Foi aí que o Juan me disse:
— Che, Sasha! Não quer mostrar pros caras o conjuntinho novo que você comprou?
Filho da puta, pensei, era mais fácil do que eu imaginava, e eu aqui enrolando.
— Sim!!! Que ideia boa (falei). O que vocês acham, gurizada, querem que eu mostre o conjuntinho de lingerie que comprei pra vocês??
— Claro (disse o Michel primeiro)
— Adoraria (confirmou o Mustafa)
— Sim, sim, por favor (falou o Jawara)
— Adorashiiimoo (disse o Omi)
Foi aí que eu me levantei, tirei os ombros de fora e desci o vestido até os pés. Tava com os lábios pintados de violeta pra combinar com o conjuntinho e soltei o cabelo. Coloquei as mãos na cintura e perguntei: o que acham, tão gostando?
Os 3, menos o Michel, tavam com os olhos arregalados feito dois ovos cozidos e um sorriso de orelha a orelha, balançando a cabeça. Quem falou foi o Michel:
— Te parabenizo, Juan, tua mina é uma deusa, podemos beijar ela?
— Obviuuuuu galera, de boa e à vontade, que são nossos convidados. Falou o Juan.
Na hora, me aproximei bem devagarinho do Michel e dei um beijo nele. O resto dos caras começou a me rodear, aos poucos fui dando um selinho na boca de cada um. Comecei a sentir as mãos deles acariciando meu corpo todo, o conjuntinho tão lindo que comprei tiraram tudo. Senti os dedos deles em cada um dos meus buracos. O Michel segurou meu pescoço e enfiou um dedo na minha boca pra eu chupar. Outro começou a lamber meus mamilos, outro me beijava na boca, alguém enfiava os dedos na minha bunda e eu tinha uma rola em cada mão. Num momento, o Mustafa virou minha boca e começou a me beijar, o Michel aproveitou e tocou na minha buceta, que tava toda molhada. molhada. Sentia muitas mãos me tocando, como se eu fosse a última mulher que tocariam na vida deles.
Foi nesse momento que Juan disse:
— Deita ela na mesinha de centro, que quero mostrar uma coisa pra eles.
Com todo cuidado, me deitei na mesinha da sala, ficando com as pernas abertas à vista de todos. Só aí vi minha plateia e como eles se masturbavam. Juan me passou o consolo e disse:
— Mostra pra eles como você se tocou outro dia!
Não hesitei um segundo, estava como hipnotizada pelo tesão. Enfiei o consolo o mais fundo que pude e comecei a gemer. Os caras se masturbavam enquanto me olhavam de olhos bem abertos. Juan segurava meu cabelo atrás da minha cabeça enquanto via os 4 senegaleses se punhetando com a imagem das minhas pernas abertas. Os 4 pareciam uma manada de leões olhando uma zebra ferida. Num momento, Juan disse: “mostra pra eles como você enfia no rabo”. Automaticamente, fiquei de quatro e enfiei o consolo no cu, estava tão excitada que entrou sem problema. Michel foi o primeiro que se aproximou e pegou o brinquedo pra continuar me penetrando analmente. Eu fiquei de quatro na mesinha. Os outros caras me rodearam, um enfiou a pica na minha boca e eu comecei a punhetar os outros dois. Juan olhava do sofá e se tocava, tava muito tarado.
Não sei quanto tempo fiquei assim, mas acho que foi um bom tempo. Num momento, Juan disse:
— Pera aí um pouco, tive uma ideia.
Nós cinco nos separamos e vi que Juan pegou o consolo e grudou com a ventosa no chão, ficou lá em pé. Me pegou pela mão e disse:
— Senta aí em cima, amor, enfia bem fundo na buceta, assim a gente pode chupar pica bem à vontade.
E foi o que fiz. Me ajoelhei no chão, me penetrando até encostar no chão, os caras me rodearam e comecei a chupar a pica de um por um. Tava rodeada por 5 picas, uma na boca e uma em cada mão. Tinha os olhos bem abertos, olhando na cara deles, pulando de pica em pica. posso sentir o pulso dele acelerado dentro da rola dele, dava pra sentir como batia, sinto eles me empurrando contra a garganta; eu envolvo eles com meus lábios, lambo suavemente a ponta como se fosse um pirulito. Eles me seguram pela nuca e me forçam a engolir tudo da ponta até a base. Eu acompanho com gemidos, eles também tão gostando.
Num momento, um deles, Jawara, eu acho, o que tinha a rola monstro maior de todas, me fala num espanhol bem ruim:
- Você quer, gatinha, quer a porra?!
- Miau, miau (eu digo) me dá tudo, eu quero, me alimenta, miau… miau.
Não termino de falar e o Senegalês jorra um jato de porra quente na minha cara, não engoli, mas me respingou toda. Assim que ele termina de sacudir a rola pra escorrer a última gota, eu me jogo na glande dele pra chupar e beijar. Os outros 3 se masturbavam freneticamente. Nunca parei de pular no consolo. Do sofá, Juan diz:
- Agora coloquem ela de quatro e é foder!
Michel me dá a mão e me ajuda a ficar de pé. Omi tira o consolo e coloca na mesa, tava todo molhado, ele se deita no chão e me indica pra sentar na rola dele. Não termino de enfiar a rola dele na minha buceta e Juan grita do sofá:
- Michel, enfia na buceta também, a mina aguenta tudo.
Nessa hora, Michel obedece o Juan que mandava do sofá e enfia a rola dele junto com a do Omi na minha buceta, nunca tive tão dilatada na minha vida. Tava com duas rolas pretas na minha buceta e enquanto chupava o Mustafa (o menor dos três). Eles me comeram por um tempão. Num momento, senti que ia explodir, já tinha gozado várias vezes, mas de repente senti um fogo do caralho por dentro. Parei de chupar a rola pra beijar a boca do Omi e abafar o grito de prazer que soltei quando comecei a gozar. Literalmente me mijei toda. Acho que não dava mais pra segurar nada.
Só aí eu falei “chega”, já não aguentava mais, me ajoelhei como pude e falei pra eles:
- Galera, esse é o Agora, tudo o que vocês têm pra me dar é agora!
Começaram cinco a se masturbar, Juan tinha entrado na roda, um por um os Senegaleses foram gozando toda a porra deles no meu corpo, sentia jatos quentes de leite que espirravam na minha cara e nos meus peitos, esfregavam as picas deles nas minhas bochechas e nos meus mamilos, o último a gozar foi o Juan. Ele chegou perto da minha cara e me disse:
— Abre a boca, amor, e põe a língua pra fora.
A tesão me fazia obedecer o que ele dizia sem reclamar, e foi o que eu fiz. Abri a boca o mais largo que pude e vi como meu docinho derramava todo o sêmen dele na minha boca enquanto os 4 Senegaleses sorriam, engoli tudo e terminei limpando os restos que sobraram chupando os dedos da minha mão.
Fui andando como dava pro banheiro pra me lavar e tirar todo o amor líquido que os caras deixaram em mim. Depois entrei na cama e apaguei. Dormi 20 horas seguidas. Não consegui me despedir dos caras, mas o Juan me disse que eles foram embora muito satisfeitos. Não sei como isso vai continuar, mas com certeza a gente vai seguir contando pra vocês.
Quero contar a última sacanagem que a gente armou com o Juanchi, meu namorado.
Um dia, acompanhei o Juan no mercadinho perto da casa dele e ele começou a bater um papo com um vendedor senegalês daqueles que têm a barraquinha de roupa do lado da entrada do supermercado. O cara era um deus de ébano. Alto, todo trincado e, mais importante, muito gente boa. Ele se chama Miguel, Michel, para os amigos e clientes.
Depois que a gente saiu e chegou em casa, bem sutil, perguntei pro Juan:
— Ei, qual é a do senegalês da esquina?
O Juan sacou na hora minhas intenções e, com aquele sorrisinho maroto, falou:
— O cara é gente boa, tá no país há uns anos. Às vezes troco ideia com ele, comprei um short rosa da Nike que te dei uns meses atrás, lembra?
— Sim, sim (falei apressada).
— Mas é de boa, o cara curte jogar bola. Uma vez fui jogar com ele e os amigos dele num campo de futebol society. A gente se acabou de rir.
— Ahhh, você conhece o resto? Perguntei, surpresa.
Nessa altura, o Juan já me olhava com cara de "já sei o que você tá pensando". Na mesma hora, a gente tava cozinhando, eu tava lavando a alface pra salada na pia. O Juan me abraçou por trás e enfiou a mão na minha pussy pra confirmar o que ele já imaginava.
— Uyuyuy (ele disse), você tá toda molhada, dá pra ver que tá pensando putaria. Quer dar pro Michel, o preto, né?
— Siiiiiiim (falei, apoiando as duas mãos na pia pra abrir as pernas e deixar ele me penetrar melhor com a mão).
— Quer dar só pra ele ou quer que eu chame os amigos dele pra te arrebentar toda?
Ele falou no meu ouvido enquanto me enfiava o punho inteiro na pussy. Eu já tava de calça no joelho, imaginem.
— Todos, todos, por favor, quero sentir essas feras todas juntas dentro de mim.
— HAHAHA, como você é puta, né? Termina de fazer a salada e depois a gente conversa melhor. Nalguei minha bunda com um tapa bem sonoro e fui pra sala, me deixando com a calcinha virada e a calça caída.
Naquela noite a gente trepou igual bicho, Juan gozou duas vezes seguidas, até usamos o vibrador pra me penetrar a bucetinha enquanto ele metia por trás. Algo muito intenso tava se formando.
Dois dias depois chega uma mensagem de Juan no celular: "Amorrrr, SE PREPARA que sexta-feira vem Michel e 3 amigos aqui em casa, convidei eles pra tomar algo, conversei com eles outro dia e falei que você queria conhecer, eles adoraram a ideia e toparam na hora"
"Porra!" Pensei comigo mesma, isso vai ficar muito interessante. Não consegui almoçar de tanta emoção, fiquei feito uma idiota o dia inteiro, tive que ir me tocar a buceta no banheiro do escritório de tanto tesão que tava, isso sim: enquanto me tocava mandei fotos pelo celular pro Juancito pra ele ver o que ele provoca. Esse dia era quarta-feira, reservei a quinta pra me preparar, marquei horário com a depiladora, me deixei lisinha e sem um único pelo, feito uma boneca. De tarde comprei um conjuntinho de renda e lacinho violeta, muito lindo! Também pra ocasião.
Na sexta-feira Juan me mandou uma mensagem dizendo: "vem tipo 20h, a gente vai estar com os caras em casa" e cheguei na hora certa. Cheguei de Uber no horário combinado e meu namorado abriu a porta. Tava com um vestido indiano preto de babados e umas sandálias, tava muito calor.
-Oi amor, falei, e dei um beijinho na boca dele. Os caras já chegaram?
-Sim, estamos na sala conversando, vem que vou te apresentar, eles são muito legais.
Quando entrei me deparei com os 4 amigos senegaleses do meu namorado. Tava Michel e outros 3 caras. Mustafa, Omi e Jawara. Me surpreendeu que ninguém bebia álcool. Depois Juan me contou que eram muçulmanos e não consumiam, mas fumavam maconha pra caralho.
Conversamos sobre música e comidas, eles contaram que todos trabalhavam como feirantes, mandavam dinheiro pras famílias com o que ganhavam aqui. Quando Podiam ir pro estádio ver o San Lorenzo (nem me pergunte por que SL) e tavam felizes de ter vindo pro país. A gente conversou quase duas horas, mas num momento surgiu um silêncio longo e estranho, tipo "e agora? Quem vai dar o primeiro passo?".
Foi aí que o Juan me disse:
— Che, Sasha! Não quer mostrar pros caras o conjuntinho novo que você comprou?
Filho da puta, pensei, era mais fácil do que eu imaginava, e eu aqui enrolando.
— Sim!!! Que ideia boa (falei). O que vocês acham, gurizada, querem que eu mostre o conjuntinho de lingerie que comprei pra vocês??
— Claro (disse o Michel primeiro)
— Adoraria (confirmou o Mustafa)
— Sim, sim, por favor (falou o Jawara)
— Adorashiiimoo (disse o Omi)
Foi aí que eu me levantei, tirei os ombros de fora e desci o vestido até os pés. Tava com os lábios pintados de violeta pra combinar com o conjuntinho e soltei o cabelo. Coloquei as mãos na cintura e perguntei: o que acham, tão gostando?
Os 3, menos o Michel, tavam com os olhos arregalados feito dois ovos cozidos e um sorriso de orelha a orelha, balançando a cabeça. Quem falou foi o Michel:
— Te parabenizo, Juan, tua mina é uma deusa, podemos beijar ela?
— Obviuuuuu galera, de boa e à vontade, que são nossos convidados. Falou o Juan.
Na hora, me aproximei bem devagarinho do Michel e dei um beijo nele. O resto dos caras começou a me rodear, aos poucos fui dando um selinho na boca de cada um. Comecei a sentir as mãos deles acariciando meu corpo todo, o conjuntinho tão lindo que comprei tiraram tudo. Senti os dedos deles em cada um dos meus buracos. O Michel segurou meu pescoço e enfiou um dedo na minha boca pra eu chupar. Outro começou a lamber meus mamilos, outro me beijava na boca, alguém enfiava os dedos na minha bunda e eu tinha uma rola em cada mão. Num momento, o Mustafa virou minha boca e começou a me beijar, o Michel aproveitou e tocou na minha buceta, que tava toda molhada. molhada. Sentia muitas mãos me tocando, como se eu fosse a última mulher que tocariam na vida deles.
Foi nesse momento que Juan disse:
— Deita ela na mesinha de centro, que quero mostrar uma coisa pra eles.
Com todo cuidado, me deitei na mesinha da sala, ficando com as pernas abertas à vista de todos. Só aí vi minha plateia e como eles se masturbavam. Juan me passou o consolo e disse:
— Mostra pra eles como você se tocou outro dia!
Não hesitei um segundo, estava como hipnotizada pelo tesão. Enfiei o consolo o mais fundo que pude e comecei a gemer. Os caras se masturbavam enquanto me olhavam de olhos bem abertos. Juan segurava meu cabelo atrás da minha cabeça enquanto via os 4 senegaleses se punhetando com a imagem das minhas pernas abertas. Os 4 pareciam uma manada de leões olhando uma zebra ferida. Num momento, Juan disse: “mostra pra eles como você enfia no rabo”. Automaticamente, fiquei de quatro e enfiei o consolo no cu, estava tão excitada que entrou sem problema. Michel foi o primeiro que se aproximou e pegou o brinquedo pra continuar me penetrando analmente. Eu fiquei de quatro na mesinha. Os outros caras me rodearam, um enfiou a pica na minha boca e eu comecei a punhetar os outros dois. Juan olhava do sofá e se tocava, tava muito tarado.
Não sei quanto tempo fiquei assim, mas acho que foi um bom tempo. Num momento, Juan disse:
— Pera aí um pouco, tive uma ideia.
Nós cinco nos separamos e vi que Juan pegou o consolo e grudou com a ventosa no chão, ficou lá em pé. Me pegou pela mão e disse:
— Senta aí em cima, amor, enfia bem fundo na buceta, assim a gente pode chupar pica bem à vontade.
E foi o que fiz. Me ajoelhei no chão, me penetrando até encostar no chão, os caras me rodearam e comecei a chupar a pica de um por um. Tava rodeada por 5 picas, uma na boca e uma em cada mão. Tinha os olhos bem abertos, olhando na cara deles, pulando de pica em pica. posso sentir o pulso dele acelerado dentro da rola dele, dava pra sentir como batia, sinto eles me empurrando contra a garganta; eu envolvo eles com meus lábios, lambo suavemente a ponta como se fosse um pirulito. Eles me seguram pela nuca e me forçam a engolir tudo da ponta até a base. Eu acompanho com gemidos, eles também tão gostando.
Num momento, um deles, Jawara, eu acho, o que tinha a rola monstro maior de todas, me fala num espanhol bem ruim:
- Você quer, gatinha, quer a porra?!
- Miau, miau (eu digo) me dá tudo, eu quero, me alimenta, miau… miau.
Não termino de falar e o Senegalês jorra um jato de porra quente na minha cara, não engoli, mas me respingou toda. Assim que ele termina de sacudir a rola pra escorrer a última gota, eu me jogo na glande dele pra chupar e beijar. Os outros 3 se masturbavam freneticamente. Nunca parei de pular no consolo. Do sofá, Juan diz:
- Agora coloquem ela de quatro e é foder!
Michel me dá a mão e me ajuda a ficar de pé. Omi tira o consolo e coloca na mesa, tava todo molhado, ele se deita no chão e me indica pra sentar na rola dele. Não termino de enfiar a rola dele na minha buceta e Juan grita do sofá:
- Michel, enfia na buceta também, a mina aguenta tudo.
Nessa hora, Michel obedece o Juan que mandava do sofá e enfia a rola dele junto com a do Omi na minha buceta, nunca tive tão dilatada na minha vida. Tava com duas rolas pretas na minha buceta e enquanto chupava o Mustafa (o menor dos três). Eles me comeram por um tempão. Num momento, senti que ia explodir, já tinha gozado várias vezes, mas de repente senti um fogo do caralho por dentro. Parei de chupar a rola pra beijar a boca do Omi e abafar o grito de prazer que soltei quando comecei a gozar. Literalmente me mijei toda. Acho que não dava mais pra segurar nada.
Só aí eu falei “chega”, já não aguentava mais, me ajoelhei como pude e falei pra eles:
- Galera, esse é o Agora, tudo o que vocês têm pra me dar é agora!
Começaram cinco a se masturbar, Juan tinha entrado na roda, um por um os Senegaleses foram gozando toda a porra deles no meu corpo, sentia jatos quentes de leite que espirravam na minha cara e nos meus peitos, esfregavam as picas deles nas minhas bochechas e nos meus mamilos, o último a gozar foi o Juan. Ele chegou perto da minha cara e me disse:
— Abre a boca, amor, e põe a língua pra fora.
A tesão me fazia obedecer o que ele dizia sem reclamar, e foi o que eu fiz. Abri a boca o mais largo que pude e vi como meu docinho derramava todo o sêmen dele na minha boca enquanto os 4 Senegaleses sorriam, engoli tudo e terminei limpando os restos que sobraram chupando os dedos da minha mão.
Fui andando como dava pro banheiro pra me lavar e tirar todo o amor líquido que os caras deixaram em mim. Depois entrei na cama e apaguei. Dormi 20 horas seguidas. Não consegui me despedir dos caras, mas o Juan me disse que eles foram embora muito satisfeitos. Não sei como isso vai continuar, mas com certeza a gente vai seguir contando pra vocês.
3 comentários - Os amigos senegaleses do meu namorado
-Miau, miau (le digo) dámela toda , la quiero, aliméntame,miau… miau
Que zarpado, se me mojo la punta de la pija instantáeamente al leer eso, como me hubiese gustado estar ahí y darle de los buenos chorros de leche que tiro después de 5 días de abstinencia
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