Mi esposa puta.... En un bar cualquiera

Mi esposa puta.... En un bar cualquieraComo vocês sabem, eu gosto de criar situações pra estranhos comerem a Erika, sempre dou um jeito de fazer isso acontecer. Mas os dois contatos que fiz pela internet não saíram como planejado. O primeiro passou o tempo todo contando histórias das experiências dele e das maravilhas que fazia na cama, só que no dia do encontro... gozou na primeira chupada que ela deu... e depois não conseguiu mais ter ereção. O segundo também se achava o alpha machão e, mesmo combinando as regras do encontro, insistiu que o primeiro contato sexual fosse a sós. Naquela época, conhecendo ele só pela internet, nem fodendo que eu deixaria eles sozinhos... Enfim, apesar das experiências ruins, sempre sobram as boas. Como a que vou tentar contar pra vocês hoje. Meu primo César tem contato em todo canto, e não é difícil realizar minhas fantasias ou as dela. Certo dia, enquanto eu observava uma das festas particulares dos colegas dele com a Erika, saí do meu esconderijo pra fumar um cigarro. Fiquei imerso nos meus pensamentos quando a voz do César me tirou desse estado: "E aí, primo? Tá gostando de como tão cuidando da sua putinha?" — "Sim, claro, é óbvio que ela também tá se divertindo pra caralho, mas apesar de ser tudo muito safado... queria tirar ela da 'rotina' e sei lá, talvez encontrar um cara bem dotado de verdade pra foder ela direito." O César ficou pensando um instante e, com um sorrisão, eu soube que ele tinha achado a solução. Ele disse: "Vai nesse endereço, só me avisa quando e a que horas você vai chegar lá, e de quebra me diz exatamente como a putinha vai estar vestida, pros meus amigos ficarem de olho..." Um tempo depois de acertar os detalhes e vendo que minha esposa tava se divertindo lá dentro do apartamento com os últimos paus, fui pra casa, pensando em que surpresa poderia me esperar naquele lugar. Como não há prazo que não se cumpra, chegou o dia em que levei minha querida esposa pra aquele bar. Na minha cabeça, era só pra tomar um drink e relaxar, e quem sabe a gente encontrasse alguém pra foder ela. encerrar aquela noite com chave de ouro, algo tranquilo, eu dizia pra ela, enquanto dirigia (óbvio que antes de sair de casa mandei mensagem pro César pra ele avisar os camaradas dele). Pouco depois ele respondeu dizendo que tudo estava preparado, que com certeza o plano daria certo e que eu não me preocupasse com nada. Chegamos no lugar e na porta três caras nos barraram a passagem, mais ou menos da minha altura e porte (1,83). Não eram outros senão os seguranças do local e amigos do meu primo. Um deles, o chefe da vez, acho, piscou o olho pra mim: "Bem-vindos a este bar, permitam uma revista, pois se estiverem com armas, drogas, álcool ou cigarros, terão que deixar aqui na porta..." Entramos no corredor de acesso e eles procederam a me revistar. Ela ficou de pé, e a gente pensou que iam deixar a gente entrar depois de me revistar, mas não. O chefe falou de novo, dizendo que as regras do estabelecimento exigiam revista tanto em homens quanto em mulheres e que, por falta de pessoal feminino, um deles a revistaria na minha presença (vale dizer que, fiéis ao nosso costume, quando saímos pra farra, ela não usa sutiã e várias vezes também não usa calcinha fio dental). No mesmo corredor tem uma porta discreta, a de um depósito onde os seguranças podem descansar um pouco, um de cada vez, porque o regulamento pede no mínimo dois presentes na porta. Ele pediu pra Erika assumir a posição em que tinham me revistado antes, e ela ficou com as pernas afastadas e as mãos apoiadas na parede. O segurança chefe começou a fazer o serviço. Porra, era totalmente desnecessário revistar ela com aquelas roupas minúsculas, mas a intenção era preparar o clima. Agachado, ele colocou as mãos nas panturrilhas da gostosa e foi subindo, quase até o começo da bunda, desviou pra passar pela lateral do quadril e no caminho levantou a minissaia mais do que devia, pra alegria dos presentes, haha, porque os colegas não perdiam detalhe. Passou da cintura pela... lado, roçando de propósito nos peitos, seguiu seu caminho pelas axilas, braços e até os pulsos, pra começar a descer. Claramente fui me encostar na bunda dela, pressionando meu pau já duro, e vendo que ela não falava nada, continuei descendo as mãos. Ao chegar na altura onde os peitos começam, parei, virei pra olhar pra ela e disse: "A revista tem que ser completa, muitas mulheres usam as curvas pra esconder objetos". Dito e feito, desci rápido as mãos pra apertar os dois peitos. Erika, ao sentir o apalpamento, recuou, colando mais a bunda no meu pau, ouvi ela gemer sem dúvida. A putinha já tava a ponto. Apalpei os peitos por uns segundos e, já seguro de que ela não ia falar nada, desci bem mais as mãos, uma na frente e outra atrás, pra sumir debaixo da saia. Pelos gestos dela, adivinhei que o cu e a buceta dela foram apalpados, e eu tava quase gozando sem nem me tocar. Aí sim nos deixaram entrar, desejando uma estadia agradável. Já na mesa e depois de vários drinks, Erika me dizia que nunca tinham revistado ela tão "profissionalmente". Nem preciso dizer que a noite foi ótima: dança, bebida, Erika exibindo os atributos. Uns caras, depois de apreciar por um bom tempo os bicos dos peitos dela durinhos, tiveram a gentileza de convidar ela pra dançar. Quase sem vergonha, no ritmo da música, metiam a mão nos lugares que dava, mas sem ir além. Numa ida ao banheiro, li uma mensagem nova do meu primo, dizendo que os amigos dele queriam revistar o corpo inteiro da minha esposa, e que em X tempo o chefe da segurança ia falar comigo. Voltei pra mesa, que tava rodeada por vários homens esperando ver mais do que a roupa da gostosa permitia. Pedi mais uns drinks e, nisso, um número não registrado me manda mensagem: "Faça o favor de deixar sua esposa sozinha, venha até a saída e entre pela portinha, é um depósito. Lá você vai poder ver a atenção dada à sua esposa sem problemas..." Discretamente, respondi. que esperasse mais alguns minutos, já que ela tinha acabado de voltar do banheiro. 5 minutos depois, fingi receber uma ligação e falei pra Erika que não demorava. Fui até a saída, um segurança abriu o depósito e eu entrei. Coloquei o celular no modo avião e procurei um lugar pra me esconder. Foi quando vi uma janela disfarçada que dava pro interior do local. Procurei com o olhar a mesa onde tinha deixado a Erika e a vi acompanhada pelo segurança. Ele sussurrou algo no ouvido dela enquanto enfiava a mão entre as pernas dela. Os outros caras não acreditavam quando perceberam que ela não tava de calcinha. Depois de enfiar os dedos na pussy, ele pegou ela pela mão e levou pra onde eu tava esperando. Ouvi a porta abrir e fechar com violência. Espiei um pouco e os dois estavam se beijando gostoso. As mãos dele tiravam a pouca roupa que ela tinha e, em questão de nada, ela já tava pelada. De repente, o cara tomou o controle da situação. "Vem cá, puta, vamos foder que não tem tempo". Agarrou ela pelo cabelo, puxando como se fosse uma rédea de cavalo, e girou ela. Com a mão livre, puxou a cock pra fora da calça e, sem cerimônia, enfiou de uma vez. Erika gemeu de dor. Mesmo lubrificada pelas sacanagens anteriores, a violência da penetração pegou ela desprevenida. Durante o tempo que ele comeu ela, não ouvi outra coisa senão: "puta", "vadia", "piranha". Ela nem teve chance de gozar quando a vulva dela foi inundada por uma cum grossa. Quando ele saciou a vontade, agarrou ela pelo cabelo de novo e mandou limpar a cock com a boca. "Não se veste, puta. Agora vou mandar um colega". Mal ele saiu, entrou outro cara com a cock de fora e, sem dizer nada, virou ela de costas, cuspiu no cu dela e empalou. Não ligou pros gritos da Erika. Bombou por uns minutos e depois fez ela chupar a cock dele. Parecia que ele tava fodendo a boca dela como se fosse o cu. Enfiava até o fundo e segurava por alguns segundos, fazendo a puta babar toda. A maquiagem dela escorreu com as lágrimas que escorriam, ele não se incomodou, virou ela de novo e a sodomizou outra vez, até encher o reto dela com uma porrada de porra. O cara limpou a cock na blusa dela e saiu. Instantes depois, entrava o último dos companheiros. Mandou ela deitar em umas caixas, levantou e abriu as pernas dela, enfiou os dedos tanto na pussy quanto no cu e depois os meteu na boca dela. "Vem, puta, saboreia a cum dos meus amigos. Chegou a hora do prato principal. Acabaram de me contar que você é a puta mais gostosa com quem eles se esfregaram, e vim conferir... Vou ser claro com você: cago se você gosta ou não. Você vai ser meu depósito de porra. Os caras de agora foram suaves com você. Vou te estuprar, garota, e não adianta denunciar, porque tá tudo gravado. Você vai ficar como uma puta que só quer cock... Preparada ou não, aí vai." Ao dizer isso, as mãos dele estavam apertando os dois peitos de Erika, espremendo tão forte que eu via parte dos peitos dela entre os dedos. Apontou a cock na pussy dela e a penetrou sem mais. Erika mordeu o dorso da mão para não gritar. Na vida de puta dela, nunca tinha sido penetrada por uma cock tão descomunal quanto a daquele sujeito. A glande era praticamente do tamanho do punho da puta, e agora aquela coisa se metia nas entranhas dela enquanto os peitos eram esmagados selvagemente. Surpreendentemente, os fluidos dela não demoraram a sair da pussy para molhar as caixas debaixo dela. A cara de dor também não demorou a mudar para um ricto de prazer, até que, no auge da excitação, ela começou a pedir que a fodesse mais forte e que, por favor, a enchesse de porra. Ele ria e dizia que nem louco daria a cum na pussy dela. Deu mais uns empurrões, agarrado aos peitos da puta, e agora apontou pro cu. A gozada do companheiro ajudou a lubrificar o buraco, mas a dilatação anterior não ajudou em nada. Pelo peso e impulso do sujeito, a cock desapareceu naquele canal. fazendo com que Erika ficasse à beira de desmaiar, o que não importou pra ele, que continuou metendo seu instrumento descomunal, hahaha que buceta gostosa você tem, garota, espera que vou te dar, ele dizia isso sem parar de entrar e sair com força, até que numa estocada, a mais selvagem que já vi, encheu de porra o intestino da boneca quebrada, o filho da puta não perdeu a ereção, terminando de esvaziar as bolas, enfiou na pobre garota pela buceta, depois pelo cu, assim várias vezes, a puta não demorou a sentir espasmos, gozando escandalosamente, o cara satisfeito deu uns tapas nela e depois começou a chupar os peitos dela, sugando aqui e ali pra depois cravar os dentes nos seios e deixá-los marcados, aí arrumou a roupa e saiu, Erika ficou sozinha, recuperando o fôlego, levou as mãos aos buracos que ainda estavam abertos e doloridos, e na ação mais puta, passou a mão na porra que escorria do cu dela e levou à boca pra saborear, fez isso até não sair mais semente do buraco, como conseguiu se levantou, arrumou a roupa, a blusa tinha a porra seca daquele que fodeu o cu dela primeiro, ajeitou a calcinha fio dental e satisfeito vi que o tecido não cobria nada o cu bem dilatado, saiu e foi sentar na mesa..... Voltei instantes depois, oi amor, tudo bem? Ela me disse que estava encantada com a noite, mas que queria ir descansar.

3 comentários - Mi esposa puta.... En un bar cualquiera

tonga72 +1
Noooooo,como me paro la verga ,imaginando rompiéndole el culo, mandame fotos
Van 10p