Um jovem de 18 anos começa dormindo com a mãe viúva pra consolar ela e acaba engravidando ela...
Recém-completados 18 anos, minha vida sofreu uma mudança radical...
Filho único de um casamento de freelancers de TI (dois engenheiros de telecomunicações), que tinham o negócio montado na própria casa...
Como vocês podem imaginar, nesse ambiente, eu era um nerd da informática e colaborava com meus pais nos projetos, de igual pra igual, ou seja, éramos três especialistas em telecomunicações, hackers que trabalhavam pra várias multinacionais do setor...
Justamente naquele ano eu tinha começado a estudar na universidade... Querem adivinhar qual curso? Kkkk
Bom, o fato é que éramos uma família muito unida, já que passávamos praticamente o tempo todo juntos, com uma situação financeira confortável... Felizes...
Mas tudo mudou de repente...
Meu pai, aos 45 anos, sofreu um infarto agudo do miocárdio e morreu de repente...
O mundo desabou sobre mim e minha mãe...
Tanto meu pai quanto minha mãe também eram filhos únicos, e os pais deles já tinham morrido, então não tínhamos familiares próximos...
Estávamos sozinhos no mundo...
Mas tínhamos um ao outro, nos amávamos loucamente, éramos fortes e íamos superar...
Minha mãe, logicamente, sentiu o golpe ainda mais do que eu, além de ser muito sensível, e passou os dois dias até enterrarmos meu pai como uma alma penada, me tendo como único ombro pra chorar...
Eu não me afastei dela nem por um momento, consolando e dando força...
Quando chegamos em casa depois do enterro, os dois estávamos destruídos, fazia mais de 24 horas sem dormir e praticamente sem comer...
Minha mãe desabou no sofá e eu fui pra cozinha... Preparei uns sanduíches e umas frutas e comemos... Minha mãe não queria comer, mas eu forcei e ela acabou comendo tudo...
Descansamos um pouco e minha mãe disse que ia pra cama... Ela se levantou e quase caiu, tava tonta... Segurei ela e a acompanhei até o quarto dela...
Lá, a ausência do meu pai ficou ainda mais evidente...
— Meu Deus, que solidão!... — exclamou entre soluços, sentada na cama...
Sentei ao lado dela, abracei ela e, enchendo o rostinho molhado de lágrimas de beijos, falei...
— Mãe, você não está sozinha, você me tem e nunca vou te deixar sozinha...
Entre lágrimas, ela me abraçou...
— Obrigada, meu amor... Já sei que tenho você, graças a Deus...
Ajudei ela a tirar a roupa, ela estava como ausente...
Quando ficou só de calcinha e sutiã, perguntei o que ela queria vestir...
Ela disse pra eu pegar uma camiseta branca (daquelas tamanho GG) no armário...
Fui até o armário pegar e, quando voltei, ela já tinha tirado o sutiã e estava com os peitos de fora, o olhar perdido...
Obviamente, o momento não era nada erótico, mas era a primeira vez que eu via minha mãe só de calcinha, e aquela imagem ficou gravada inconscientemente no meu cérebro... O corpo nu dela e, principalmente, os peitos perfeitos...
Entreguei a camiseta pra ela, e ela, como uma autômata, colocou pela cabeça e ficou parada assim...
Vendo a situação, ajudei ela a passar um braço, depois ela passou o outro e ficou de novo com os braços caídos, o olhar perdido e a camiseta enrolada em cima dos peitos, que era o que impedia ela de cair...
Aquela imagem também ficou gravada no meu cérebro, porque era realmente impactante...
Peguei a borda da camiseta e puxei pra baixo, cobrindo finalmente o torso dela...
Ajudei ela a se deitar na cama, cobri ela, sentei na beirada, dei um beijo no rosto dela e falei...
— Descansa, mãe...
Ela, como se acordasse de um sonho, me olhou, segurou meu braço e disse...
— Não vai embora... Não me deixa sozinha, por favor...
— Tá bom, mãe, não se preocupa, vou ficar com você...
Tava claro que eu não podia deixar ela sozinha naquele estado, então comecei a tirar minha roupa pra passar a noite ali com minha mãe angustiada...
Fiz no automático, como sempre faço... Sempre quando vou dormir... Tirei tudo e fiquei só de cueca, que é como durmo sempre (nossa casa tem ar condicionado e todo mundo dorme leve de roupa)... Mas de repente percebi que não ia dormir sozinho e que ficar só de cueca não parecia adequado pra dormir com minha mãe... Minha mãe, com os olhos sonolentos, me observava, esperando eu terminar e me enfiar na cama... Apoiando a mão no ombro dela pra chamar a atenção, falei... Mãe, vou um instante no meu quarto pegar uma roupa e já volto... Minha mãe, que sabia perfeitamente que eu dormia de cueca, disse... Por que você vai pegar roupa, se você sempre dorme assim? Pô, mãe, é que me dá vergonha dormir assim com a senhora... Anda, anda, não fala besteira e se enfia na cama, falou minha mãe com a voz normal de mãe mandona... E foi o que fiz, me enfiei na cama e apaguei a luz... Até amanhã, mãe, descansa bem... Minha mãe virou o corpo, me abraçou, me deu um beijo e disse... Até amanhã, meu amor, e obrigada por ser tão bom comigo... Sabe que te amo pra caralho e que vou estar sempre do seu lado pro que você precisar... respondi... Eu sei, meu amor... E assim a gente dormiu, vencidos pelo cansaço acumulado... No dia seguinte, quando acordei, era meio-dia e minha mãe já não estava na cama... Tinha dormido 15 horas seguidas... Aos poucos fui caindo na real da situação... A morte do meu pai..., o enterro..., minha mãe destruída... Eu no quarto da minha mãe... Minha mãe tinha acabado de tomar banho e saiu do banheiro de roupão e com uma toalha enrolada na cabeça... Bom dia, querido, vejo que já acordou... Bom dia, mãe... Como a senhora tá se sentindo? Tô bem, querido, dormi muito bem e o banho me clareou as ideias... Que bom, mãe, porque ontem à noite a senhora me deixou muito preocupado... Obrigada por tudo, meu amor... Agora só temos um ao outro e eu sei que você vai estar sempre aqui pra mim... Como foi ontem à noite... do meu lado... me dando seu apoio...
Claro, mãe, vou estar sempre do seu lado, por isso não se preocupe...
Levantei e fui tomar um banho para clarear a mente, que também estava precisando...
Já no café da manhã, minha mãe começou a tomar o controle da situação...
Seguiríamos com nossas vidas da forma mais normal possível... Eu continuaria na faculdade e ajudando ela como sempre... Falaria com nossos clientes e ajustaríamos as cargas de trabalho para a nova situação...
Em resumo, minha mãe tinha aceitado que precisava assumir o controle e ia fazer isso do jeito que sempre fazia as coisas... Da forma mais eficiente possível... (Meu pai, carinhosamente, dizia que ela era "deliciosamente" prática)...
O dia passou com toda a normalidade que as circunstâncias permitiam... Sem nenhum problema grave...
Já à noite, durante o jantar, minha mãe me diz...
Querido, gostaria que por um tempo você continuasse dormindo comigo, se você não se importar...
Eu tinha pensado que dormir com ela ontem à noite tinha sido uma exceção necessária, dado o estado de espírito dela, e que hoje dormiríamos cada um na sua cama, então a proposta da minha mãe me pegou totalmente de surpresa...
Minha mãe, vendo minha cara de espanto, continuou me dizendo...
Olha, querido, eu estou bem, mas quando eu me deitar hoje nessa cama enorme e vazia (a cama dos meus pais é de 2x2), a solidão vai ser mais evidente do que nunca e vai ser insuportável, pelo menos agora no começo...
Eu entendi perfeitamente os argumentos da minha mãe, então respondi na hora...
Claro, mãe, lógico que sim... não vou deixar você sentir essa solidão nunca...
Minha mãe segurou minhas mãos nas dela e, me olhando com uma cara de satisfação, me disse...
Obrigado, meu filho, sabia que você entenderia...
Eu aceitei de bom grado a proposta e deixei no automático, pensando que minha mãe decidiria o momento em que se sentisse mentalmente preparada para dormir sozinha. sozinha...
E foi assim que começamos a dormir juntos numa boa...
Os dias foram passando e minha mãe não mostrava o menor interesse em dormir sozinha...
Até que um dia, do nada e como quem brinca, ela me disse...
Olha só, querido, além de ser tão bom pra mim você dormir comigo, ainda economizamos de ter que arrumar sua cama todo dia e lavar os lençóis... Kkkk... (Como meu pai dizia, "deliciosamente" prática)...
Eu ri da brincadeira... Kkkk... Pois é verdade, mãe, só tem vantagem e nenhum problema...
Tava claro..., ela tinha mandado o recado de que dormir juntos era por tempo indeterminado..., eu tinha captado e respondido que pra mim não tinha problema...
Assunto encerrado... Continuaríamos dormindo juntos pra sempre...
Mas não era verdade que não tinha nenhum problema, porque conforme o tempo passava (já vários meses), a dor e a tristeza pela morte do pai e marido iam diminuindo e... nossas respectivas libidos começavam a dar sinais claros de que estavam despertando...
Eu, sinceramente, sentia um puta respeito pela minha mãe, mas ter aquele pedaço de corpo do meu lado toda noite começava a me excitar, mesmo eu não querendo... Toda vez que a gente deitava, eu não parava de pensar que por baixo da camiseta largona que ela usava pra dormir estavam aqueles peitos lindos que vi na primeira noite que dormimos juntos... Não tinha visto eles de novo, mas sentia cada vez que ela dormia abraçada em mim... Porque como parecia que ela não via maldade nenhuma, ela se agarrava a mim, esfregando os peitos no meu peito...
Outras vezes, quando acordava antes de mim, começava a acariciar meu peito, brincando com os pelos que tenho e com meus bicos..., o que me deixava louco, mas pra ela parecia que não passava de um carinho no filhinho dela...
Eu tentava segurar a excitação, mas nem sempre conseguia, principalmente quando ela me abraçava e enfiava os peitos em mim. Por cima, e ela, acho que em algum momento tinha que ter notado, mas não dizia nada...
Os meses foram passando e, claro, nossa confiança foi aumentando... entre brincadeiras, a gente se mandava indiretas e, como sem querer, íamos nos tocando nas partes mais íntimas dos nossos corpos...
Chegou uma hora em que eu já estava totalmente desinibido e decidi fazer com o peito da minha mãe a mesma coisa que ela fazia com o meu... acariciar as "tetinhas" dela...
Com a diferença mais que óbvia de "tetinhas" que tinha... hahaha
Então, um dia que acordei antes dela e a peguei dormindo de costas, com as "tetinhas" dela à minha disposição, meti a mão por baixo da camiseta e comecei a acariciá-las, primeiro de leve, depois os biquinhos...
Quando peguei um biquinho e massageei com os dedos, ela acordou... Eu continuei na minha, esperando pra ver o que ela ia dizer...
Ela me olhou sorrindo e falou...
"Você gosta das minhas tetas?"
Eu, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo, respondi...
"Você tem umas tetas lindas, mãe, com uns biquinhos perfeitos...", sem parar de apalpar elas.
Ela, com um sorriso e cara de satisfação, disse...
"Obrigada, querido, mas os biquinhos estão assim por sua causa... hahaha"
"Por minha causa?"
"Claro, foi você que os deixou assim mamando neles durante 9 meses... era um guloso... hahaha"
"Puxa... hahaha..."
"Sabe de uma coisa?"
"O quê?"
"Que eu adoraria mamar neles de novo... hahaha..."
Ela riu da minha "brincadeira" hahaha... e, para meu espanto, disse...
"Bom... são seus e de mais ninguém, então pode usar eles quando e como quiser."
"Porra, minha mãe!... Não só não me 'repreende', como me incentiva a seguir em frente com minha fantasia..."
Não pensei duas vezes... levantei a camiseta dela e comecei a chupar aqueles biquinhos deliciosos...
Hummmmmm, gostosos, gostosos...
Enquanto fazia isso, ouvi minha mãe ofegar e soltar gemidos de prazer...
"Você gosta, mãe?"
"Adoro, minha vida, continua, continua, meu amor... Ahahahah... Siiii minha vida... Siiiiiiii...
Minha mãe gritava enquanto apertava minha cabeça contra os peitos dela... Eu continuei devorando "gulosamente" aquela maravilha de carne macia...
Acho que gozamos os dois ao mesmo tempo...
Porra, que loucura... Não conseguia acreditar...
Nem preciso dizer que a partir daquele dia eu chupava os peitos dela sempre que dava vontade... Buffff... Que gozadas a gente dava juntos, porque descobri que os peitos da minha mãe eram um dos pontos mais sensíveis dela...
O jeito peculiar que minha mãe tinha de ver as coisas me encorajou a continuar avançando num terreno que, pra mim, no começo, parecia complicado e cheio de linhas vermelhas difíceis de ultrapassar...
Diante do que vi, perdi todos os meus preconceitos e decidi seguir em frente pra ver até onde minha mãe considerava "normal" a gente chegar...
Então, uma noite, quando fomos deitar, comecei a chupar os peitos da minha mãe mais uma vez e, enquanto fazia isso, desci minha mão até o elástico da calcinha dela e enfiei a mão lá dentro...
Minha mãe, que estava adorando minhas chupadas nos peitos dela, me disse...
"Você quer tocar minha buceta?"
"Adoraria, mãe..."
Ela, sem mais, se sentou, tirou a calcinha e disse...
"Toda sua, meu amor..."
Porra, minha mãe! Nem linha vermelha nem porra nenhuma...
Enfiei minha mão entre as pernas dela e comecei a acariciar a boceta dela... Bufffff... Tava escorrendo...
Minha mãe começou a gemer de prazer e meu pau ficou duro que nem uma vara...
Num estado de excitação máxima e já sem linhas vermelhas no meio, falei pra minha mãe...
"Posso enfiar?"
A resposta dela já me deixou morto...
"Claro, minha vida, foi por aí que você saiu, então conhece bem o caminho... Kkkk"
Kkkk... Mãe, definitivamente você é única...
Enfiei entre as pernas dela, ela levantou os joelhos e abriu bem as pernas pra facilitar meu acesso...
Apontei meu pau na entrada da boceta dela, apertei meus quadris e deslizei pra dentro do buraco macio e quentinho dela..., o mesmo buraco por onde, como Minha mãe tinha me lembrado, eu saí de casa uns 18 anos atrás...
Minha mãe soltou um grito de prazer ao me sentir dentro dela... E começou a ter um orgasmo...
As contrações da buceta dela praticamente sugavam meu pau e me davam um prazer incrível...
Eu não gozei naquele momento porque não sabia se minha mãe tomava precauções e não queria correr o risco de engravidá-la...
Então, fazendo um grande esforço, consegui controlar minha iminente ejaculação...
Me aproximei do ouvido da minha mãe, que estava gemendo e aproveitando o orgasmo dela, e perguntei...
Mãe, posso gozar dentro?...
Entre suspiros e com a voz trêmula, ela respondeu...
Sim, meu amor...
Obrigado, mãe... Vou gozar dentro de você, vou inundar suas entranhas com meu leitinho quente e quero que você sinta e aproveite...
Meu pau, que já não aguentava mais, começou a se descarregar dentro daquele lugar molhado, macio e quente dela... Uma, duas, três, quatro descargas...
Minha mãe começou a sentir eu me derramando dentro dela e ficou louca de prazer...
Eu tinha metido até o fundo e fiquei parado, pra que minha mãe pudesse sentir melhor minhas descargas...
Com os olhos arregalados, ela balbuciava frases de aprovação, surpresa, satisfação e carinho...
O filho dela estava inundando com seu leite o lugar por onde ela o trouxe ao mundo... Isso deve ser uma das sensações mais profundamente intensas que uma mãe pode sentir...
Mas uma coisa são os sentimentos e o coração, e outra são as reações do corpo...
Minha mãe estava gozando junto com o filho dela... O corpo dela tremia, as mãos dela tinham envolvido meu corpo e me apertavam contra ela, cravando as unhas nas minhas costas...
Siim, meu amor... Siim... Oh meu Deus... Oh meu Deus... Sinto seu leite quente dentro de mim... Siim... Siim... Me dá tudo, meu amor... Inunda as entranhas da sua mãe...
Ela repetia sem parar, enquanto nós dois tínhamos, sem dúvida, o orgasmo mais intenso das nossas vidas...
Quando terminamos de gozar, nos separamos e nos jogamos na cama, completamente exaustos...
Depois de recuperar o fôlego, perguntei pra minha mãe que método anticoncepcional ela usava...
Ela respondeu que era a pílula mensal...
Eu já imaginava, mas perguntei antes de gozar porque pensei que, depois de mais de um ano da morte do papai, você podia ter parado de tomar...
E ela tinha parado mesmo...
— Então? — perguntei com preocupação visível...
— Kkkkk... — Minha mãe riu vendo minha cara...
— É que eu voltei a tomar no mês passado, porque quando você chupou meus peitos, entendi que a gente tinha começado um caminho sem volta e era questão de tempo você dar o próximo passo... e se desse, eu tinha que estar preparada, porque eu também tava morrendo de vontade, meu amor... — e continuou...
— Na minha idade, sabia que ia precisar de um homem mais cedo ou mais tarde, então quando comecei a ver seu interesse por mim como mulher, tive certeza: esse homem seria você...
Se você não tinha problema por eu ser sua mãe, eu não ia ter por você ser meu filho...
Você é maior de idade, é o homem mais parecido com meu marido, que sempre amei, então pra que procurar um homem fora se eu tinha o homem perfeito em casa, e ainda por cima o homem que mais amo no mundo...
Eu não ia te forçar a nada, mas tava disposta a dar todas as facilidades...
Minha mãe, a "deliciosamente" prática em estado puro...
Tinham se passado apenas 6 meses desde que minha mãe e eu começamos nosso relacionamento "matrimonial" quando
minha mãe, a "deliciosamente" prática, começou a matutar na cabecinha dela, pesando os prós e contras de engravidar...
Ela ia fazer 40 anos e, embora, segundo ela, hoje em dia muitas mulheres sejam férteis até os 50, se decidíssemos ter um filho, quanto antes melhor...
Eu disse que se ela tivesse certeza, por mim não tinha problema nenhum...
E... Partimos pra ação... Minha mãe assumiu o comando...
Fora pílula e nada de uma transa quando a gente tava a fim, tinha que foder pelo menos umas duas vezes por dia até ela engravidar... Kkkk
Dito e feito... Não demorou muito, ela engravidou no mês seguinte de parar de tomar a pílula...
Graças a Deus, porque senão ela me matava de tanto gozar... Kkkk
Nove meses depois tivemos uma menina linda...
Era o que minha mãe queria, uma neta, e ela conseguiu... SÓ FALTAVA ESSA... kkkk...
Recém-completados 18 anos, minha vida sofreu uma mudança radical...
Filho único de um casamento de freelancers de TI (dois engenheiros de telecomunicações), que tinham o negócio montado na própria casa...
Como vocês podem imaginar, nesse ambiente, eu era um nerd da informática e colaborava com meus pais nos projetos, de igual pra igual, ou seja, éramos três especialistas em telecomunicações, hackers que trabalhavam pra várias multinacionais do setor...
Justamente naquele ano eu tinha começado a estudar na universidade... Querem adivinhar qual curso? Kkkk
Bom, o fato é que éramos uma família muito unida, já que passávamos praticamente o tempo todo juntos, com uma situação financeira confortável... Felizes...
Mas tudo mudou de repente...
Meu pai, aos 45 anos, sofreu um infarto agudo do miocárdio e morreu de repente...
O mundo desabou sobre mim e minha mãe...
Tanto meu pai quanto minha mãe também eram filhos únicos, e os pais deles já tinham morrido, então não tínhamos familiares próximos...
Estávamos sozinhos no mundo...
Mas tínhamos um ao outro, nos amávamos loucamente, éramos fortes e íamos superar...
Minha mãe, logicamente, sentiu o golpe ainda mais do que eu, além de ser muito sensível, e passou os dois dias até enterrarmos meu pai como uma alma penada, me tendo como único ombro pra chorar...
Eu não me afastei dela nem por um momento, consolando e dando força...
Quando chegamos em casa depois do enterro, os dois estávamos destruídos, fazia mais de 24 horas sem dormir e praticamente sem comer...
Minha mãe desabou no sofá e eu fui pra cozinha... Preparei uns sanduíches e umas frutas e comemos... Minha mãe não queria comer, mas eu forcei e ela acabou comendo tudo...
Descansamos um pouco e minha mãe disse que ia pra cama... Ela se levantou e quase caiu, tava tonta... Segurei ela e a acompanhei até o quarto dela...
Lá, a ausência do meu pai ficou ainda mais evidente...
— Meu Deus, que solidão!... — exclamou entre soluços, sentada na cama...
Sentei ao lado dela, abracei ela e, enchendo o rostinho molhado de lágrimas de beijos, falei...
— Mãe, você não está sozinha, você me tem e nunca vou te deixar sozinha...
Entre lágrimas, ela me abraçou...
— Obrigada, meu amor... Já sei que tenho você, graças a Deus...
Ajudei ela a tirar a roupa, ela estava como ausente...
Quando ficou só de calcinha e sutiã, perguntei o que ela queria vestir...
Ela disse pra eu pegar uma camiseta branca (daquelas tamanho GG) no armário...
Fui até o armário pegar e, quando voltei, ela já tinha tirado o sutiã e estava com os peitos de fora, o olhar perdido...
Obviamente, o momento não era nada erótico, mas era a primeira vez que eu via minha mãe só de calcinha, e aquela imagem ficou gravada inconscientemente no meu cérebro... O corpo nu dela e, principalmente, os peitos perfeitos...
Entreguei a camiseta pra ela, e ela, como uma autômata, colocou pela cabeça e ficou parada assim...
Vendo a situação, ajudei ela a passar um braço, depois ela passou o outro e ficou de novo com os braços caídos, o olhar perdido e a camiseta enrolada em cima dos peitos, que era o que impedia ela de cair...
Aquela imagem também ficou gravada no meu cérebro, porque era realmente impactante...
Peguei a borda da camiseta e puxei pra baixo, cobrindo finalmente o torso dela...
Ajudei ela a se deitar na cama, cobri ela, sentei na beirada, dei um beijo no rosto dela e falei...
— Descansa, mãe...
Ela, como se acordasse de um sonho, me olhou, segurou meu braço e disse...
— Não vai embora... Não me deixa sozinha, por favor...
— Tá bom, mãe, não se preocupa, vou ficar com você...
Tava claro que eu não podia deixar ela sozinha naquele estado, então comecei a tirar minha roupa pra passar a noite ali com minha mãe angustiada...
Fiz no automático, como sempre faço... Sempre quando vou dormir... Tirei tudo e fiquei só de cueca, que é como durmo sempre (nossa casa tem ar condicionado e todo mundo dorme leve de roupa)... Mas de repente percebi que não ia dormir sozinho e que ficar só de cueca não parecia adequado pra dormir com minha mãe... Minha mãe, com os olhos sonolentos, me observava, esperando eu terminar e me enfiar na cama... Apoiando a mão no ombro dela pra chamar a atenção, falei... Mãe, vou um instante no meu quarto pegar uma roupa e já volto... Minha mãe, que sabia perfeitamente que eu dormia de cueca, disse... Por que você vai pegar roupa, se você sempre dorme assim? Pô, mãe, é que me dá vergonha dormir assim com a senhora... Anda, anda, não fala besteira e se enfia na cama, falou minha mãe com a voz normal de mãe mandona... E foi o que fiz, me enfiei na cama e apaguei a luz... Até amanhã, mãe, descansa bem... Minha mãe virou o corpo, me abraçou, me deu um beijo e disse... Até amanhã, meu amor, e obrigada por ser tão bom comigo... Sabe que te amo pra caralho e que vou estar sempre do seu lado pro que você precisar... respondi... Eu sei, meu amor... E assim a gente dormiu, vencidos pelo cansaço acumulado... No dia seguinte, quando acordei, era meio-dia e minha mãe já não estava na cama... Tinha dormido 15 horas seguidas... Aos poucos fui caindo na real da situação... A morte do meu pai..., o enterro..., minha mãe destruída... Eu no quarto da minha mãe... Minha mãe tinha acabado de tomar banho e saiu do banheiro de roupão e com uma toalha enrolada na cabeça... Bom dia, querido, vejo que já acordou... Bom dia, mãe... Como a senhora tá se sentindo? Tô bem, querido, dormi muito bem e o banho me clareou as ideias... Que bom, mãe, porque ontem à noite a senhora me deixou muito preocupado... Obrigada por tudo, meu amor... Agora só temos um ao outro e eu sei que você vai estar sempre aqui pra mim... Como foi ontem à noite... do meu lado... me dando seu apoio...
Claro, mãe, vou estar sempre do seu lado, por isso não se preocupe...
Levantei e fui tomar um banho para clarear a mente, que também estava precisando...
Já no café da manhã, minha mãe começou a tomar o controle da situação...
Seguiríamos com nossas vidas da forma mais normal possível... Eu continuaria na faculdade e ajudando ela como sempre... Falaria com nossos clientes e ajustaríamos as cargas de trabalho para a nova situação...
Em resumo, minha mãe tinha aceitado que precisava assumir o controle e ia fazer isso do jeito que sempre fazia as coisas... Da forma mais eficiente possível... (Meu pai, carinhosamente, dizia que ela era "deliciosamente" prática)...
O dia passou com toda a normalidade que as circunstâncias permitiam... Sem nenhum problema grave...
Já à noite, durante o jantar, minha mãe me diz...
Querido, gostaria que por um tempo você continuasse dormindo comigo, se você não se importar...
Eu tinha pensado que dormir com ela ontem à noite tinha sido uma exceção necessária, dado o estado de espírito dela, e que hoje dormiríamos cada um na sua cama, então a proposta da minha mãe me pegou totalmente de surpresa...
Minha mãe, vendo minha cara de espanto, continuou me dizendo...
Olha, querido, eu estou bem, mas quando eu me deitar hoje nessa cama enorme e vazia (a cama dos meus pais é de 2x2), a solidão vai ser mais evidente do que nunca e vai ser insuportável, pelo menos agora no começo...
Eu entendi perfeitamente os argumentos da minha mãe, então respondi na hora...
Claro, mãe, lógico que sim... não vou deixar você sentir essa solidão nunca...
Minha mãe segurou minhas mãos nas dela e, me olhando com uma cara de satisfação, me disse...
Obrigado, meu filho, sabia que você entenderia...
Eu aceitei de bom grado a proposta e deixei no automático, pensando que minha mãe decidiria o momento em que se sentisse mentalmente preparada para dormir sozinha. sozinha...
E foi assim que começamos a dormir juntos numa boa...
Os dias foram passando e minha mãe não mostrava o menor interesse em dormir sozinha...
Até que um dia, do nada e como quem brinca, ela me disse...
Olha só, querido, além de ser tão bom pra mim você dormir comigo, ainda economizamos de ter que arrumar sua cama todo dia e lavar os lençóis... Kkkk... (Como meu pai dizia, "deliciosamente" prática)...
Eu ri da brincadeira... Kkkk... Pois é verdade, mãe, só tem vantagem e nenhum problema...
Tava claro..., ela tinha mandado o recado de que dormir juntos era por tempo indeterminado..., eu tinha captado e respondido que pra mim não tinha problema...
Assunto encerrado... Continuaríamos dormindo juntos pra sempre...
Mas não era verdade que não tinha nenhum problema, porque conforme o tempo passava (já vários meses), a dor e a tristeza pela morte do pai e marido iam diminuindo e... nossas respectivas libidos começavam a dar sinais claros de que estavam despertando...
Eu, sinceramente, sentia um puta respeito pela minha mãe, mas ter aquele pedaço de corpo do meu lado toda noite começava a me excitar, mesmo eu não querendo... Toda vez que a gente deitava, eu não parava de pensar que por baixo da camiseta largona que ela usava pra dormir estavam aqueles peitos lindos que vi na primeira noite que dormimos juntos... Não tinha visto eles de novo, mas sentia cada vez que ela dormia abraçada em mim... Porque como parecia que ela não via maldade nenhuma, ela se agarrava a mim, esfregando os peitos no meu peito...
Outras vezes, quando acordava antes de mim, começava a acariciar meu peito, brincando com os pelos que tenho e com meus bicos..., o que me deixava louco, mas pra ela parecia que não passava de um carinho no filhinho dela...
Eu tentava segurar a excitação, mas nem sempre conseguia, principalmente quando ela me abraçava e enfiava os peitos em mim. Por cima, e ela, acho que em algum momento tinha que ter notado, mas não dizia nada...
Os meses foram passando e, claro, nossa confiança foi aumentando... entre brincadeiras, a gente se mandava indiretas e, como sem querer, íamos nos tocando nas partes mais íntimas dos nossos corpos...
Chegou uma hora em que eu já estava totalmente desinibido e decidi fazer com o peito da minha mãe a mesma coisa que ela fazia com o meu... acariciar as "tetinhas" dela...
Com a diferença mais que óbvia de "tetinhas" que tinha... hahaha
Então, um dia que acordei antes dela e a peguei dormindo de costas, com as "tetinhas" dela à minha disposição, meti a mão por baixo da camiseta e comecei a acariciá-las, primeiro de leve, depois os biquinhos...
Quando peguei um biquinho e massageei com os dedos, ela acordou... Eu continuei na minha, esperando pra ver o que ela ia dizer...
Ela me olhou sorrindo e falou...
"Você gosta das minhas tetas?"
Eu, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo, respondi...
"Você tem umas tetas lindas, mãe, com uns biquinhos perfeitos...", sem parar de apalpar elas.
Ela, com um sorriso e cara de satisfação, disse...
"Obrigada, querido, mas os biquinhos estão assim por sua causa... hahaha"
"Por minha causa?"
"Claro, foi você que os deixou assim mamando neles durante 9 meses... era um guloso... hahaha"
"Puxa... hahaha..."
"Sabe de uma coisa?"
"O quê?"
"Que eu adoraria mamar neles de novo... hahaha..."
Ela riu da minha "brincadeira" hahaha... e, para meu espanto, disse...
"Bom... são seus e de mais ninguém, então pode usar eles quando e como quiser."
"Porra, minha mãe!... Não só não me 'repreende', como me incentiva a seguir em frente com minha fantasia..."
Não pensei duas vezes... levantei a camiseta dela e comecei a chupar aqueles biquinhos deliciosos...
Hummmmmm, gostosos, gostosos...
Enquanto fazia isso, ouvi minha mãe ofegar e soltar gemidos de prazer...
"Você gosta, mãe?"
"Adoro, minha vida, continua, continua, meu amor... Ahahahah... Siiii minha vida... Siiiiiiii...
Minha mãe gritava enquanto apertava minha cabeça contra os peitos dela... Eu continuei devorando "gulosamente" aquela maravilha de carne macia...
Acho que gozamos os dois ao mesmo tempo...
Porra, que loucura... Não conseguia acreditar...
Nem preciso dizer que a partir daquele dia eu chupava os peitos dela sempre que dava vontade... Buffff... Que gozadas a gente dava juntos, porque descobri que os peitos da minha mãe eram um dos pontos mais sensíveis dela...
O jeito peculiar que minha mãe tinha de ver as coisas me encorajou a continuar avançando num terreno que, pra mim, no começo, parecia complicado e cheio de linhas vermelhas difíceis de ultrapassar...
Diante do que vi, perdi todos os meus preconceitos e decidi seguir em frente pra ver até onde minha mãe considerava "normal" a gente chegar...
Então, uma noite, quando fomos deitar, comecei a chupar os peitos da minha mãe mais uma vez e, enquanto fazia isso, desci minha mão até o elástico da calcinha dela e enfiei a mão lá dentro...
Minha mãe, que estava adorando minhas chupadas nos peitos dela, me disse...
"Você quer tocar minha buceta?"
"Adoraria, mãe..."
Ela, sem mais, se sentou, tirou a calcinha e disse...
"Toda sua, meu amor..."
Porra, minha mãe! Nem linha vermelha nem porra nenhuma...
Enfiei minha mão entre as pernas dela e comecei a acariciar a boceta dela... Bufffff... Tava escorrendo...
Minha mãe começou a gemer de prazer e meu pau ficou duro que nem uma vara...
Num estado de excitação máxima e já sem linhas vermelhas no meio, falei pra minha mãe...
"Posso enfiar?"
A resposta dela já me deixou morto...
"Claro, minha vida, foi por aí que você saiu, então conhece bem o caminho... Kkkk"
Kkkk... Mãe, definitivamente você é única...
Enfiei entre as pernas dela, ela levantou os joelhos e abriu bem as pernas pra facilitar meu acesso...
Apontei meu pau na entrada da boceta dela, apertei meus quadris e deslizei pra dentro do buraco macio e quentinho dela..., o mesmo buraco por onde, como Minha mãe tinha me lembrado, eu saí de casa uns 18 anos atrás...
Minha mãe soltou um grito de prazer ao me sentir dentro dela... E começou a ter um orgasmo...
As contrações da buceta dela praticamente sugavam meu pau e me davam um prazer incrível...
Eu não gozei naquele momento porque não sabia se minha mãe tomava precauções e não queria correr o risco de engravidá-la...
Então, fazendo um grande esforço, consegui controlar minha iminente ejaculação...
Me aproximei do ouvido da minha mãe, que estava gemendo e aproveitando o orgasmo dela, e perguntei...
Mãe, posso gozar dentro?...
Entre suspiros e com a voz trêmula, ela respondeu...
Sim, meu amor...
Obrigado, mãe... Vou gozar dentro de você, vou inundar suas entranhas com meu leitinho quente e quero que você sinta e aproveite...
Meu pau, que já não aguentava mais, começou a se descarregar dentro daquele lugar molhado, macio e quente dela... Uma, duas, três, quatro descargas...
Minha mãe começou a sentir eu me derramando dentro dela e ficou louca de prazer...
Eu tinha metido até o fundo e fiquei parado, pra que minha mãe pudesse sentir melhor minhas descargas...
Com os olhos arregalados, ela balbuciava frases de aprovação, surpresa, satisfação e carinho...
O filho dela estava inundando com seu leite o lugar por onde ela o trouxe ao mundo... Isso deve ser uma das sensações mais profundamente intensas que uma mãe pode sentir...
Mas uma coisa são os sentimentos e o coração, e outra são as reações do corpo...
Minha mãe estava gozando junto com o filho dela... O corpo dela tremia, as mãos dela tinham envolvido meu corpo e me apertavam contra ela, cravando as unhas nas minhas costas...
Siim, meu amor... Siim... Oh meu Deus... Oh meu Deus... Sinto seu leite quente dentro de mim... Siim... Siim... Me dá tudo, meu amor... Inunda as entranhas da sua mãe...
Ela repetia sem parar, enquanto nós dois tínhamos, sem dúvida, o orgasmo mais intenso das nossas vidas...
Quando terminamos de gozar, nos separamos e nos jogamos na cama, completamente exaustos...
Depois de recuperar o fôlego, perguntei pra minha mãe que método anticoncepcional ela usava...
Ela respondeu que era a pílula mensal...
Eu já imaginava, mas perguntei antes de gozar porque pensei que, depois de mais de um ano da morte do papai, você podia ter parado de tomar...
E ela tinha parado mesmo...
— Então? — perguntei com preocupação visível...
— Kkkkk... — Minha mãe riu vendo minha cara...
— É que eu voltei a tomar no mês passado, porque quando você chupou meus peitos, entendi que a gente tinha começado um caminho sem volta e era questão de tempo você dar o próximo passo... e se desse, eu tinha que estar preparada, porque eu também tava morrendo de vontade, meu amor... — e continuou...
— Na minha idade, sabia que ia precisar de um homem mais cedo ou mais tarde, então quando comecei a ver seu interesse por mim como mulher, tive certeza: esse homem seria você...
Se você não tinha problema por eu ser sua mãe, eu não ia ter por você ser meu filho...
Você é maior de idade, é o homem mais parecido com meu marido, que sempre amei, então pra que procurar um homem fora se eu tinha o homem perfeito em casa, e ainda por cima o homem que mais amo no mundo...
Eu não ia te forçar a nada, mas tava disposta a dar todas as facilidades...
Minha mãe, a "deliciosamente" prática em estado puro...
Tinham se passado apenas 6 meses desde que minha mãe e eu começamos nosso relacionamento "matrimonial" quando
minha mãe, a "deliciosamente" prática, começou a matutar na cabecinha dela, pesando os prós e contras de engravidar...
Ela ia fazer 40 anos e, embora, segundo ela, hoje em dia muitas mulheres sejam férteis até os 50, se decidíssemos ter um filho, quanto antes melhor...
Eu disse que se ela tivesse certeza, por mim não tinha problema nenhum...
E... Partimos pra ação... Minha mãe assumiu o comando...
Fora pílula e nada de uma transa quando a gente tava a fim, tinha que foder pelo menos umas duas vezes por dia até ela engravidar... Kkkk
Dito e feito... Não demorou muito, ela engravidou no mês seguinte de parar de tomar a pílula...
Graças a Deus, porque senão ela me matava de tanto gozar... Kkkk
Nove meses depois tivemos uma menina linda...
Era o que minha mãe queria, uma neta, e ela conseguiu... SÓ FALTAVA ESSA... kkkk...
7 comentários - Dormindo com a Mãe Viúva pra Consolar Ela