Como todo ano, no final dele, começam as tradicionais reuniões de ex-alunos. Meu colégio não é exceção, uma instituição emblemática de San Justo que não vou nomear por razões óbvias.
Já virou costume que, na última semana de novembro, a turma de 1998 se reúna nas instalações do colégio para relembrar aqueles tempos em que o mundo ainda nos parecia vasto e insondável.
No meu caso, não vou todo ano, mas dessa vez meu marido estaria viajando, então pensei que seria legal me reencontrar mais uma vez com quem fez parte da minha adolescência.
Não vou me alongar muito na reunião em si, porque é sempre a mesma coisa: comida, dança, bebida e aquelas histórias que, mesmo contadas centenas de vezes, ainda nos fazem rir como se tivessem acontecido ontem.
Depois de bater um papo até não aguentar mais com meu grupo de amigas, principalmente com a Vale e a Jose, com quem nunca perdi o contato, dancei um pouco com o Fede — só uma música, porque a chata da esposa dele estava por perto — e então me reencontrei com o Juanjo, que tinha voltado da Espanha disposto a se estabelecer de novo no país.
— Que momento lindo você escolheu pra voltar — brinquei, numa alusão óbvia à crise que a gente tá enfrentando.
— Era agora ou nunca, e olhando pra você agora, não me arrependo — ele respondeu.
A gente tava dançando "Believe" da Cher, um dos hits da época, e mesmo sendo uma música animada, a gente se aproximava cada vez mais.
No colégio, nunca rolou nada entre a gente; ele preferia as meninas mais extrovertidas, e eu, depois que comecei a transar com meu tio Carlos, parei de reparar nos caras da minha idade. Mas agora, com os anos e a maturidade, sentia que a gente tinha uma nova chance. Afinal, quem nunca saiu de uma dessas festas de mãos dadas com um ex-colega?
No meu caso, ainda não tinha cruzado essa linha, embora soubesse de fonte segura que tanto a Vale quanto a Jose, minhas duas melhores amigas, Daqueles anos, graças àquelas reuniões, a gente tinha relembrado uns amores antigos do colégio.
E a verdade é que eu teria ido com o Juanjo, não fosse que, entre vivas e gritos, apareceu o nosso antigo professor de História, que a gente não esperava, já que no meio do ano ele tinha perdido a esposa, depois de uma longa e cruel doença.
O Professor Augusto M., embora já não desse mais aula no colégio, era um frequentador dessas reuniões e um dos principais animadores, mas sabendo da perda recente dele, a gente não tinha muita esperança de que viesse — mas lá estava ele. Desanimado, claro, e muito mais envelhecido que nos anos anteriores, com aquela aura que a viuvez teimpa.
Depois que todo mundo cumprimentou ele e deu os pêsames de praxe, me aproximei com duas taças na mão.
— Que bom ver o senhor, professor — falei, oferecendo uma.
— Espero que este ano tenha melhorado a escolha da bebida — ele concordou, dando um gole.
— É um Malbec de Mendoza, de uma das vinícolas com que meu marido trabalha. Eu mesma trouxe as garrafas.
— Muito boa escolha a do seu marido, Valle. Mande meus parabéns a ele — respondeu depois de saborear o vinho como um verdadeiro degustador.
Apesar dos anos passados, o Professor não perdia o costume de nos chamar pelo sobrenome. O meu não é Valle, mas vou usar pra deixar o relato mais fiel.
— Bom, já cumprimentei todo mundo, então vou me retirar. Ano que vem fico mais tempo — ele deixou a taça numa das mesas, se aproximou pra apertar minha mão e completou — um prazer vê-la, Valle, como sempre.
Ele foi saindo, tentando se afastar da farra que não combinava com aquele momento da vida dele, mas antes que chegasse na porta de saída, eu alcancei ele já com minha bolsa na mão.
— Professor, gostaria de acompanhar o senhor.
— Não precisa, Valle. Fique e continue curtindo a festa.
— A verdade é que este ano tá meio sem graça. A gente sente falta das suas arengas. Além disso... já chamei um táxi.
Não sobrou outra pra ele a não ser aceitar. Quando o táxi chegou... Ele me abre a porta, feito um verdadeiro cavalheiro, e na hora que vou subir, não escapa dos meus olhos a puta olhada que ele dá nas minhas pernas. Tô de mini, então quando me mexo pro outro banco, ele consegue ver não só a lisura das minhas coxas, mas até a cor da minha calcinha fio dental.
— O senhor primeiro, profe — falo, fazendo referência ao trajeto que vamos fazer.
Ele dá o endereço pro taxista e lá vamos nós. Durante o caminho, a gente começa a conversar animadamente, relembrando aqueles dias do colégio. O Professor Augusto era tipo um "Felipe Pigna", ensinava a parte real dos heróis, não aquela escrita em bronze. Os livros didáticos oficiais a gente passava bem por cima, porque ele recomendava ler autores como Félix Luna, Estanislao Zevallos, Sarmiento ou Mitre. Dizia que só lendo quem tinha feito parte dava pra entender melhor a Nossa História.
Era foda ouvir ele falar sobre a travessia dos Andes, a batalha de San Lorenzo ou a libertação do Peru. Praticamente nos transportava praquela época em que tudo ainda estava por fazer.
Quando chegamos, depois de uma viagem que pareceu curta demais, ele desce e tenta se despedir, mas se surpreende ao perceber que eu desço com ele.
— Me convida pra um drink, profe? — pergunto depois de pagar a corrida e me despedir do taxista.
— Você não tem que ir pra casa? — ele se espanta com minha proposta.
— Hoje é minha noite livre, sem limite de horário — confirmo com um sorriso cheio de safadeza.
— Se é assim, então um drink, mas te aviso que não tenho nada do nível do vinho que você levou pra reunião.
— O que tiver tá ótimo.
Entramos no prédio e, enquanto subimos no elevador, recebo uma mensagem de uma amiga:
"Onde você se meteu? O Juanjo tá te procurando que nem louco, olha que se você não pegar ele, eu pego."
"Pode ir em frente e aproveita, depois me conta", respondo.
Abaixo o volume das notificações e guardo o celular, porque tenho certeza que Vai começar a me encher de mensagens pra saber com quem eu fui.
—As meninas, não avisei que ia embora— falo sobre a mensagem.
—Você ainda dá tempo de voltar— ele me adverte.
—Tô onde quero estar, professor— confirmo bem na hora que o elevador chega no oitavo andar.
Descemos, atravessamos o corredor e entramos no apartamento marcado com a letra D.
—Senta aí que vou te servir uma coisa que tomo toda vez que quero relaxar um pouco— ele indica.
Me acomodo no sofá enquanto ele se aproxima de um móvel pequeno que serve de bar e serve uns copos. Me estende um e senta não do meu lado, mas numa poltrona na minha frente. Brindamos e tomamos um gole.
—Nada mal— falo, lembrando do aviso que ele tinha me dado antes.
—É o que tenho, desde que minha esposa..., bom, a verdade é que não tenho saído muito pra fazer compras ultimamente—
—Tem música, professor?— pergunto, tentando afastar ele desse assunto o mais rápido possível.
—Tenho uns discos, mas acho que não é o tipo de música que você gosta de ouvir—
Se não me engano, o professor Augusto era um grande fã de tango. Então ele tinha razão, não era o tipo de música certa pra aquele momento.
—Não se preocupa...— falo, e tirando meu celular, ligo e coloco uma das minhas playlists do Spotify.
Deixo o celular no apoio de braço da poltrona, tomo outro gole do meu copo, e olhando pra ele daquele jeito que vai além de qualquer barreira de idioma, falo:
—Professor, por que você não vem sentar do meu lado?—
Acho que o professor já sabia pra onde a coisa tava indo, ele é um cara velho, com experiência, embora também ache que, de certa forma, e apesar dos anos que passaram, ele ainda me via como aluna dele. O que, de algum jeito, impedia ele de pular em cima de mim e fazer de tudo, me tendo ali entregue do jeito que eu tava.
Ele também toma um gole, bem mais longo que o meu, levanta e senta do meu lado, mas não tão perto. Sou eu que chego mais pra perto.
—Tava com vontade de te ver, professor— confesso.
—Bom, eu também..., a todos, por isso fui- ele hesita.
-Mas eu tava com vontade de ver você, só você- esclareço, apoiando, como confirmação, uma mão na perna dele.
Mesmo parecendo estar suando a camisa, ele não se afasta nem tenta se levantar.
-Mariela...- agora ele me chama pelo meu nome, tentando afastar, talvez, a imagem que tinha de mim como aluna -Pensa no teu marido, no teu filho, eu já sou um velho-
-Penso no meu marido e no meu filho, mas eles estão em casa e eu tô aqui, com você, um velho que me encanta- respondo, intensificando os carinhos na perna dele.
Já consigo sentir a tensão e o volume naquela parte do corpo dele. Por mais que ele tenha sido meu professor, naquele momento somos um homem e uma mulher, ávidos por sexo, por luxúria, por descontrole.
Quando parece que ele não vai mais resistir, pego no pacote dele e aperto, constatando uma dureza mais que considerável. Me aproximo ainda mais, sem soltar, e beijo ele na boca. No instante exato em que nossas línguas se tocam, sinto o volume dar um pulo.
Sempre com o máximo de cuidado, desabotoo a calça dele, abaixo o zíper e tiro a pica pra fora. Nada de anormal, mas digamos que no estado em que eu tava naquele momento, tão ansiosa e desesperada, não tava em condições de exigir muito.
Beijando ele com mais entusiasmo, bato uma pra ele, sentindo a mão ficar molhada de líquido pré-seminal. Então me deito no chão, entre as pernas dele, e puxando toda a pele pra baixo, dou um beijo na ponta. Levanto a cabeça e, vendo que ele tá de olhos fechados, ronronando placidamente, começo a beijar também dos lados.
-Já fantasiou com uma aluna te chupando a pica?- pergunto enquanto enfio na boca e começo a chupar com um prazer delicioso.
Como é curta, consigo engolir ela toda, até os pelos, que formam um colchão áspero e espumoso contra o qual meus lábios batem toda vez que chegam lá. Abaixo.
Ela não me responde, mas os suspiros e as expressões de prazer já são suficientes pra mim. Levanto e começo a me despir na frente dela. A minissaia, a blusa, a calcinha, o sutiã. Os olhos dela percorrem minha nudez de cima a baixo. Não diz nada, mas o olhar entrega a fascinação.
Abro as pernas, subo em cima dela e, segurando a cock dele, encaixo na entrada da minha pussy. Adoro sentir aquele primeiro contato, antes da penetração, o momento antes de consumarmos nossos desejos.
Vou enfiando devagar, injetando a virilidade dele pedaço por pedaço, sentindo como nossas partes se encaixam perfeitamente.
Fico parada um instante, curtindo aquela pulsação intensa, e então começo a me mexer, como se estivesse balançando, me enchendo toda com a cock do professor, que já está de olhos virados, num transe extático. Aí ele me agarra pela cintura e começa a se mover também, empurrando o corpo dele contra o meu. Recebendo cada estocada, esfrego os peitos na cara dele, pra ele chupar, morder ou fazer o que quiser com eles.
Nós nos inclinamos para o lado, sem parar de rebolar, deitados no braço do sofá, nos amassando sem parar, selvagens, frenéticos, impetuosos.
De repente, sinto ele me enchendo de cum. Eu ainda não gozei, mas ele já está no auge do orgasmo. Quando percebe o que aconteceu, me olha meio assustado.
— Não se preocupa, professor, goza tranquilo que tá tudo bem... — tranquilizo ele, apertando ainda mais meu corpo contra os ovos dele.
Enquanto ele goza dentro de mim, eu me masturbo o clitóris, acompanhando ele nesse prazer que é só um aperitivo pra uma noite que eu já sinto que vai ser épica.
Levanto, com o cum escorrendo entre as pernas, e me aninho do lado dele, toda melosa, toda caramelada.
Depois de esvaziar, a cock do professor fica pequenininha, nada a ver com o míssil todo-poderoso que acabou de me bombar.
Ele se levanta, pega a garrafa, as duas taças e me convida pra ir pra cama. Entramos no quarto dele, deitamos e, depois de mais um brinde, nos enroscamos numa longa sessão de beijos e chupões.
Aos poucos, vou empurrando a cabeça dele pra baixo, até que ele mesmo saca o que eu quero e desce sozinho.
Ele chupa meus peitos, meu umbigo, lambe minha barriga e, quando chega na minha área mais íntima, mete a língua como se fosse uma pá.
Devo admitir que nunca imaginei o professor Augusto entre minhas pernas, mas ao vê-lo ali, e principalmente ao senti-lo, não conseguia imaginá-lo em nenhum outro lugar.
O profe tem uma barbicha estilo cavanhaque, do tipo intelectual, hoje toda grisalha, com a qual ele raspa toda aquela área, me dando umas cócegas deliciosas.
No meio do delírio, com a buceta molhada pra caralho, faço ele ficar por cima de mim e, enquanto como a boca dele, saboreando entre os lábios dele minha própria essência, pego a pica dele por baixo e coloco entre os meus lábios. Ainda não está no auge, então começo a punhetar ele e a esfregar contra meu clitóris, de modo que não demora pra ficar durona.
Quando atinge um certo grau de dureza, ele mete e deixa lá, guardadinha, enquanto continuamos nos beijando com uma paixão descontrolada.
— Me come...! — peço, sentindo como dentro de mim a pica dele vai ficando mais grossa e dura.
Ele começa se movendo devagar, suave, com ternura, chegando cada vez mais fundo, como se a cada penetração a pica dele fosse alongando.
Fico passiva por um tempo, me deixando comer, permitindo que ele controle o ritmo, até que o fogo começa a crescer e, quando estou prestes a explodir, abraço ele e começo a me mexer também. Agora sim, a gente se come os dois, fluindo um dentro do outro, golpe por golpe, explodindo em suspiros e gemidos cada vez mais intensos.
Dessa vez, quando ele goza, eu estou no meio de um orgasmo, então nossas gozadas se unem, se misturam, fluindo num só torrente cheio de vida e prazer.
De novo, aquele olhar culpado dele, preocupado por não ter conseguido Me segurar.
—Adoro quando você goza dentro de mim...! — falo pra acalmar ele, deixando claro que não foi nenhuma mancada, que eu adorava sentir o leite dele dentro de mim.
A gente não se desgruda, ficamos juntos, colados, curtindo aquela sensação que só o melhor sexo pode dar.
Preciso ser sincera e admitir que o professor Augusto não é nenhum garanhão fogoso e desenfreado; se eu tivesse que ser objetiva e dar uma nota pro desempenho dele, com certeza não passaria. Mas o fato de ele ter sido meu professor no colégio, de eu estar com a noite livre, o vinho que tomei na festa... tudo conspirava pra que, no menor roçar, nossos corpos soltassem faísca.
A gente terminou a garrafa, cada um foi ao banheiro na sua vez, e quando voltamos pra cama, lancei um desafio:
— Como é que fica com um terceiro, professor?
— Até dois eu já cheguei uma vez, mas três? Acho que nunca na vida — ele responde.
E dessa vez também não rolou, e olha que eu me esforcei, chupando e amassando o pau dele com toda a dedicação, mas mesmo assim não subiu de novo. Mesmo assim, foi bom tentar.
Fiquei pra dormir com o professor naquela noite. E na manhã seguinte, depois de tomar café juntos, fui pra casa.
Quando olhei o celular no táxi, tava explodindo de mensagens das minhas amigas querendo saber com quem eu tinha saído da festa. Óbvio que deixei elas na curiosidade. Esse é o meu segredo...
Já virou costume que, na última semana de novembro, a turma de 1998 se reúna nas instalações do colégio para relembrar aqueles tempos em que o mundo ainda nos parecia vasto e insondável.
No meu caso, não vou todo ano, mas dessa vez meu marido estaria viajando, então pensei que seria legal me reencontrar mais uma vez com quem fez parte da minha adolescência.
Não vou me alongar muito na reunião em si, porque é sempre a mesma coisa: comida, dança, bebida e aquelas histórias que, mesmo contadas centenas de vezes, ainda nos fazem rir como se tivessem acontecido ontem.
Depois de bater um papo até não aguentar mais com meu grupo de amigas, principalmente com a Vale e a Jose, com quem nunca perdi o contato, dancei um pouco com o Fede — só uma música, porque a chata da esposa dele estava por perto — e então me reencontrei com o Juanjo, que tinha voltado da Espanha disposto a se estabelecer de novo no país.
— Que momento lindo você escolheu pra voltar — brinquei, numa alusão óbvia à crise que a gente tá enfrentando.
— Era agora ou nunca, e olhando pra você agora, não me arrependo — ele respondeu.
A gente tava dançando "Believe" da Cher, um dos hits da época, e mesmo sendo uma música animada, a gente se aproximava cada vez mais.
No colégio, nunca rolou nada entre a gente; ele preferia as meninas mais extrovertidas, e eu, depois que comecei a transar com meu tio Carlos, parei de reparar nos caras da minha idade. Mas agora, com os anos e a maturidade, sentia que a gente tinha uma nova chance. Afinal, quem nunca saiu de uma dessas festas de mãos dadas com um ex-colega?
No meu caso, ainda não tinha cruzado essa linha, embora soubesse de fonte segura que tanto a Vale quanto a Jose, minhas duas melhores amigas, Daqueles anos, graças àquelas reuniões, a gente tinha relembrado uns amores antigos do colégio.
E a verdade é que eu teria ido com o Juanjo, não fosse que, entre vivas e gritos, apareceu o nosso antigo professor de História, que a gente não esperava, já que no meio do ano ele tinha perdido a esposa, depois de uma longa e cruel doença.
O Professor Augusto M., embora já não desse mais aula no colégio, era um frequentador dessas reuniões e um dos principais animadores, mas sabendo da perda recente dele, a gente não tinha muita esperança de que viesse — mas lá estava ele. Desanimado, claro, e muito mais envelhecido que nos anos anteriores, com aquela aura que a viuvez teimpa.
Depois que todo mundo cumprimentou ele e deu os pêsames de praxe, me aproximei com duas taças na mão.
— Que bom ver o senhor, professor — falei, oferecendo uma.
— Espero que este ano tenha melhorado a escolha da bebida — ele concordou, dando um gole.
— É um Malbec de Mendoza, de uma das vinícolas com que meu marido trabalha. Eu mesma trouxe as garrafas.
— Muito boa escolha a do seu marido, Valle. Mande meus parabéns a ele — respondeu depois de saborear o vinho como um verdadeiro degustador.
Apesar dos anos passados, o Professor não perdia o costume de nos chamar pelo sobrenome. O meu não é Valle, mas vou usar pra deixar o relato mais fiel.
— Bom, já cumprimentei todo mundo, então vou me retirar. Ano que vem fico mais tempo — ele deixou a taça numa das mesas, se aproximou pra apertar minha mão e completou — um prazer vê-la, Valle, como sempre.
Ele foi saindo, tentando se afastar da farra que não combinava com aquele momento da vida dele, mas antes que chegasse na porta de saída, eu alcancei ele já com minha bolsa na mão.
— Professor, gostaria de acompanhar o senhor.
— Não precisa, Valle. Fique e continue curtindo a festa.
— A verdade é que este ano tá meio sem graça. A gente sente falta das suas arengas. Além disso... já chamei um táxi.
Não sobrou outra pra ele a não ser aceitar. Quando o táxi chegou... Ele me abre a porta, feito um verdadeiro cavalheiro, e na hora que vou subir, não escapa dos meus olhos a puta olhada que ele dá nas minhas pernas. Tô de mini, então quando me mexo pro outro banco, ele consegue ver não só a lisura das minhas coxas, mas até a cor da minha calcinha fio dental.
— O senhor primeiro, profe — falo, fazendo referência ao trajeto que vamos fazer.
Ele dá o endereço pro taxista e lá vamos nós. Durante o caminho, a gente começa a conversar animadamente, relembrando aqueles dias do colégio. O Professor Augusto era tipo um "Felipe Pigna", ensinava a parte real dos heróis, não aquela escrita em bronze. Os livros didáticos oficiais a gente passava bem por cima, porque ele recomendava ler autores como Félix Luna, Estanislao Zevallos, Sarmiento ou Mitre. Dizia que só lendo quem tinha feito parte dava pra entender melhor a Nossa História.
Era foda ouvir ele falar sobre a travessia dos Andes, a batalha de San Lorenzo ou a libertação do Peru. Praticamente nos transportava praquela época em que tudo ainda estava por fazer.
Quando chegamos, depois de uma viagem que pareceu curta demais, ele desce e tenta se despedir, mas se surpreende ao perceber que eu desço com ele.
— Me convida pra um drink, profe? — pergunto depois de pagar a corrida e me despedir do taxista.
— Você não tem que ir pra casa? — ele se espanta com minha proposta.
— Hoje é minha noite livre, sem limite de horário — confirmo com um sorriso cheio de safadeza.
— Se é assim, então um drink, mas te aviso que não tenho nada do nível do vinho que você levou pra reunião.
— O que tiver tá ótimo.
Entramos no prédio e, enquanto subimos no elevador, recebo uma mensagem de uma amiga:
"Onde você se meteu? O Juanjo tá te procurando que nem louco, olha que se você não pegar ele, eu pego."
"Pode ir em frente e aproveita, depois me conta", respondo.
Abaixo o volume das notificações e guardo o celular, porque tenho certeza que Vai começar a me encher de mensagens pra saber com quem eu fui.
—As meninas, não avisei que ia embora— falo sobre a mensagem.
—Você ainda dá tempo de voltar— ele me adverte.
—Tô onde quero estar, professor— confirmo bem na hora que o elevador chega no oitavo andar.
Descemos, atravessamos o corredor e entramos no apartamento marcado com a letra D.
—Senta aí que vou te servir uma coisa que tomo toda vez que quero relaxar um pouco— ele indica.
Me acomodo no sofá enquanto ele se aproxima de um móvel pequeno que serve de bar e serve uns copos. Me estende um e senta não do meu lado, mas numa poltrona na minha frente. Brindamos e tomamos um gole.
—Nada mal— falo, lembrando do aviso que ele tinha me dado antes.
—É o que tenho, desde que minha esposa..., bom, a verdade é que não tenho saído muito pra fazer compras ultimamente—
—Tem música, professor?— pergunto, tentando afastar ele desse assunto o mais rápido possível.
—Tenho uns discos, mas acho que não é o tipo de música que você gosta de ouvir—
Se não me engano, o professor Augusto era um grande fã de tango. Então ele tinha razão, não era o tipo de música certa pra aquele momento.
—Não se preocupa...— falo, e tirando meu celular, ligo e coloco uma das minhas playlists do Spotify.
Deixo o celular no apoio de braço da poltrona, tomo outro gole do meu copo, e olhando pra ele daquele jeito que vai além de qualquer barreira de idioma, falo:
—Professor, por que você não vem sentar do meu lado?—
Acho que o professor já sabia pra onde a coisa tava indo, ele é um cara velho, com experiência, embora também ache que, de certa forma, e apesar dos anos que passaram, ele ainda me via como aluna dele. O que, de algum jeito, impedia ele de pular em cima de mim e fazer de tudo, me tendo ali entregue do jeito que eu tava.
Ele também toma um gole, bem mais longo que o meu, levanta e senta do meu lado, mas não tão perto. Sou eu que chego mais pra perto.
—Tava com vontade de te ver, professor— confesso.
—Bom, eu também..., a todos, por isso fui- ele hesita.
-Mas eu tava com vontade de ver você, só você- esclareço, apoiando, como confirmação, uma mão na perna dele.
Mesmo parecendo estar suando a camisa, ele não se afasta nem tenta se levantar.
-Mariela...- agora ele me chama pelo meu nome, tentando afastar, talvez, a imagem que tinha de mim como aluna -Pensa no teu marido, no teu filho, eu já sou um velho-
-Penso no meu marido e no meu filho, mas eles estão em casa e eu tô aqui, com você, um velho que me encanta- respondo, intensificando os carinhos na perna dele.
Já consigo sentir a tensão e o volume naquela parte do corpo dele. Por mais que ele tenha sido meu professor, naquele momento somos um homem e uma mulher, ávidos por sexo, por luxúria, por descontrole.
Quando parece que ele não vai mais resistir, pego no pacote dele e aperto, constatando uma dureza mais que considerável. Me aproximo ainda mais, sem soltar, e beijo ele na boca. No instante exato em que nossas línguas se tocam, sinto o volume dar um pulo.
Sempre com o máximo de cuidado, desabotoo a calça dele, abaixo o zíper e tiro a pica pra fora. Nada de anormal, mas digamos que no estado em que eu tava naquele momento, tão ansiosa e desesperada, não tava em condições de exigir muito.
Beijando ele com mais entusiasmo, bato uma pra ele, sentindo a mão ficar molhada de líquido pré-seminal. Então me deito no chão, entre as pernas dele, e puxando toda a pele pra baixo, dou um beijo na ponta. Levanto a cabeça e, vendo que ele tá de olhos fechados, ronronando placidamente, começo a beijar também dos lados.
-Já fantasiou com uma aluna te chupando a pica?- pergunto enquanto enfio na boca e começo a chupar com um prazer delicioso.
Como é curta, consigo engolir ela toda, até os pelos, que formam um colchão áspero e espumoso contra o qual meus lábios batem toda vez que chegam lá. Abaixo.
Ela não me responde, mas os suspiros e as expressões de prazer já são suficientes pra mim. Levanto e começo a me despir na frente dela. A minissaia, a blusa, a calcinha, o sutiã. Os olhos dela percorrem minha nudez de cima a baixo. Não diz nada, mas o olhar entrega a fascinação.
Abro as pernas, subo em cima dela e, segurando a cock dele, encaixo na entrada da minha pussy. Adoro sentir aquele primeiro contato, antes da penetração, o momento antes de consumarmos nossos desejos.
Vou enfiando devagar, injetando a virilidade dele pedaço por pedaço, sentindo como nossas partes se encaixam perfeitamente.
Fico parada um instante, curtindo aquela pulsação intensa, e então começo a me mexer, como se estivesse balançando, me enchendo toda com a cock do professor, que já está de olhos virados, num transe extático. Aí ele me agarra pela cintura e começa a se mover também, empurrando o corpo dele contra o meu. Recebendo cada estocada, esfrego os peitos na cara dele, pra ele chupar, morder ou fazer o que quiser com eles.
Nós nos inclinamos para o lado, sem parar de rebolar, deitados no braço do sofá, nos amassando sem parar, selvagens, frenéticos, impetuosos.
De repente, sinto ele me enchendo de cum. Eu ainda não gozei, mas ele já está no auge do orgasmo. Quando percebe o que aconteceu, me olha meio assustado.
— Não se preocupa, professor, goza tranquilo que tá tudo bem... — tranquilizo ele, apertando ainda mais meu corpo contra os ovos dele.
Enquanto ele goza dentro de mim, eu me masturbo o clitóris, acompanhando ele nesse prazer que é só um aperitivo pra uma noite que eu já sinto que vai ser épica.
Levanto, com o cum escorrendo entre as pernas, e me aninho do lado dele, toda melosa, toda caramelada.
Depois de esvaziar, a cock do professor fica pequenininha, nada a ver com o míssil todo-poderoso que acabou de me bombar.
Ele se levanta, pega a garrafa, as duas taças e me convida pra ir pra cama. Entramos no quarto dele, deitamos e, depois de mais um brinde, nos enroscamos numa longa sessão de beijos e chupões.
Aos poucos, vou empurrando a cabeça dele pra baixo, até que ele mesmo saca o que eu quero e desce sozinho.
Ele chupa meus peitos, meu umbigo, lambe minha barriga e, quando chega na minha área mais íntima, mete a língua como se fosse uma pá.
Devo admitir que nunca imaginei o professor Augusto entre minhas pernas, mas ao vê-lo ali, e principalmente ao senti-lo, não conseguia imaginá-lo em nenhum outro lugar.
O profe tem uma barbicha estilo cavanhaque, do tipo intelectual, hoje toda grisalha, com a qual ele raspa toda aquela área, me dando umas cócegas deliciosas.
No meio do delírio, com a buceta molhada pra caralho, faço ele ficar por cima de mim e, enquanto como a boca dele, saboreando entre os lábios dele minha própria essência, pego a pica dele por baixo e coloco entre os meus lábios. Ainda não está no auge, então começo a punhetar ele e a esfregar contra meu clitóris, de modo que não demora pra ficar durona.
Quando atinge um certo grau de dureza, ele mete e deixa lá, guardadinha, enquanto continuamos nos beijando com uma paixão descontrolada.
— Me come...! — peço, sentindo como dentro de mim a pica dele vai ficando mais grossa e dura.
Ele começa se movendo devagar, suave, com ternura, chegando cada vez mais fundo, como se a cada penetração a pica dele fosse alongando.
Fico passiva por um tempo, me deixando comer, permitindo que ele controle o ritmo, até que o fogo começa a crescer e, quando estou prestes a explodir, abraço ele e começo a me mexer também. Agora sim, a gente se come os dois, fluindo um dentro do outro, golpe por golpe, explodindo em suspiros e gemidos cada vez mais intensos.
Dessa vez, quando ele goza, eu estou no meio de um orgasmo, então nossas gozadas se unem, se misturam, fluindo num só torrente cheio de vida e prazer.
De novo, aquele olhar culpado dele, preocupado por não ter conseguido Me segurar.
—Adoro quando você goza dentro de mim...! — falo pra acalmar ele, deixando claro que não foi nenhuma mancada, que eu adorava sentir o leite dele dentro de mim.
A gente não se desgruda, ficamos juntos, colados, curtindo aquela sensação que só o melhor sexo pode dar.
Preciso ser sincera e admitir que o professor Augusto não é nenhum garanhão fogoso e desenfreado; se eu tivesse que ser objetiva e dar uma nota pro desempenho dele, com certeza não passaria. Mas o fato de ele ter sido meu professor no colégio, de eu estar com a noite livre, o vinho que tomei na festa... tudo conspirava pra que, no menor roçar, nossos corpos soltassem faísca.
A gente terminou a garrafa, cada um foi ao banheiro na sua vez, e quando voltamos pra cama, lancei um desafio:
— Como é que fica com um terceiro, professor?
— Até dois eu já cheguei uma vez, mas três? Acho que nunca na vida — ele responde.
E dessa vez também não rolou, e olha que eu me esforcei, chupando e amassando o pau dele com toda a dedicação, mas mesmo assim não subiu de novo. Mesmo assim, foi bom tentar.
Fiquei pra dormir com o professor naquela noite. E na manhã seguinte, depois de tomar café juntos, fui pra casa.
Quando olhei o celular no táxi, tava explodindo de mensagens das minhas amigas querendo saber com quem eu tinha saído da festa. Óbvio que deixei elas na curiosidade. Esse é o meu segredo...
15 comentários - Profesex...
+10
Y menos mal que ese pobre hombre no la quedó de la emoción... aunque es la mejor forma de irse, obvio!