Hermanastra loca y viciosa

Fala, pessoal! Tudo bem? Essa é a primeira história que vou escrever, espero que gostem, porque se sim, vou continuar contando várias das experiências sexuais que tive, que não foram poucas.

Vou começar contando como começou a história com minha meia-irmã e tentar descrever tudo da melhor forma possível.

O vínculo é assim: ela é filha da mulher do meu pai.
Sempre desde novinha foi meio rebelde e doida, com uma sexualidade bem forte e sem papas na língua. No pouco tempo que moramos juntos, criamos uma confiança meio incomum, dava pra falar sobre qualquer coisa, mais ela do que eu, porque eu tinha um pouco de dificuldade em falar de sexo, mas isso não me impedia de perguntar tudo, apesar de ela ser um ano mais nova que eu e de nenhum dos dois nunca ter transado.

Tempo depois, já morando em casas separadas, ela com a mãe e meu pai, e eu com minha mãe, foi quando começaram a deixar ela sair, já que a mãe é bem rígida, ela começou a ir pra balada com 18 anos. Eu já saía há um tempão.

Uma das várias vezes que cruzei com ela numa balada, a gente começa a conversar e tomar uns drinks, ela me conta que tava mal com o cara que tava saindo, e nessa altura já tava bem bebada, então falei pra ela não beber tanto, deixei ela com as amigas e fui ver se achava umas gostosas que tinha combinado de encontrar (outro dia conto pra vocês sobre essas duas minas). Umas horas depois, já quase no fechamento da balada, decido ir embora e quando tô saindo, encontro minha meia-irmã (Antonella) do lado de fora, sentada num banco, muito bêbada, com uns caras enchendo o saco dela e querendo levar ela embora. Aí chego perto deles e mando eles vazarem, nem preciso falar que malho desde moleque e não era, nem na época, pequeno, então eles saíram sem reclamar. Pego ela no colo falando que sou eu e levo até o estacionamento do lugar, onde tava meu carro. Carrego ela pro carro e tava levando ela pra casa dela, aí ela me fala:
— Minha mãe me vê assim e me mata, me leva na casa da minha tia, que ela tá trabalhando e me empresta a casa pra gente foder.

Aí eu dou uma gargalhada e falo que não tinha problema.

Chegando no lugar, percebem que ela tinha perdido a chave e que tinha que entrar pela janela, então ela começa a chorar e falar que tudo dava errado pra ela, que o cara com quem ela tava saindo tinha ido embora com outra, que tinha perdido as chaves e tal. Aí, tentando desviar a atenção dela, falo pra gente tentar fazer ela entrar pra tomar um banho. A janela era pequena, então só ela passava.

Vou descrever ela e como tava vestida pra vocês entenderem o contexto:
Anto: pele bem branca, cabelo meio loiro, olhos verdes, 1,70m, atlética porque faz esporte, cintura bem marcada, bunda redonda e bem durinha, nada exagerado, na medida certa, peitos de uns 90 de medida, bem redondos e empinados, uns lábios grossos bem chamativos.

Vestia uma camiseta branca justa na altura do umbigo, uma saia curta bem justa preta e sapatos.

Na hora de entrar na casa, ela fala:
— Me ajuda a passar as pernas, que com essa roupa não consigo.
— Beleza, pisa no meu joelho e eu te empurro... respondo.

Quando ela faz isso e levanta a perna pra depois se apoiar com as duas no batente da janela, foi inevitável ver que ela tava de calcinha fio dental de renda da mesma cor da saia e, de cócoras no batente, a saia ficou levantada, mostrando aquela bunda bem redonda e branca. Me fiz de desentendido e falo:
— Vai, passa que eu tenho que ir.
— Não!!!... ela responde... Você tem que me ajudar.
— Ajudar em quê?... falo... Enquanto ela mexia nuns armários da casa pra depois me abrir a porta.

Ela fala:
— Entra, depois que eu tomar banho, você me leva pra minha casa, não posso ficar aqui.

Eram umas 5h30 da manhã, mais ou menos, a mãe dela acorda às 9 e ela, supostamente, não chegava antes desse horário se eu levasse. não tava usando nada. Me sentei num sofá e ela entrou no banheiro e começou a falar comigo do chuveiro, nada importante, até que ouvi ela sair e me dizer:
- então também te deram um bolo.
- são coisas que acontecem... falei
Ela sai do chuveiro enrolada numa toalha e diz:
- devo ter umas roupas minhas aqui, me ajuda a procurar. Dá uma olhada naquela gaveta.
Quando abro a gaveta, encontro roupas íntimas, ela me diz: me passa uma calcinha fio dental e um sutiã da mesma cor e procura naquela outra gaveta. Entreguei um conjunto de renda branca e, quando peguei uma calça clara da outra gaveta e me virei pra dar pra ela, ela estava fechando o sutiã na altura do umbigo, sem ter vestido direito, deixando à mostra os peitos bem empinados e os mamilos rosados.
- uh!... falei... e me virei
- não tem problema... ela disse...
Ela se aproxima e me fala:
- tô muito tesuda... enquanto pega minha mão direita e leva até o peito esquerdo dela, que estava bem quente.
Começa a rir, provavelmente por alguma cara ou expressão minha, e me diz de novo:
- não tem problema, cê tá estranhando! completa enquanto ria.
- pega no outro... ela diz
- cê tá doida? pergunto
- passou com a água fria... ela responde... mas o tesão não passou e me dá um beijo, que eu correspondo, ela sorri e enquanto me beijava começa a desabotoar minha camisa e passar a mão nos meus braços.
Ficamos assim um tempão, entre beijos e carícias, até ficarmos pelados, ela de vez em quando soltava uns gemidinhos leves, até que me diz:
- não aguento mais, enquanto pega no meu pau completa... você também tá muito tesudo.
Na hora, ela se ajoelha na minha frente, enfia quase todo o meu pau na boca dela, tira sugando com força, faz isso mais duas vezes tentando colocar tudo na boca, até que engasga e diz:
- que pedaço de pau, desgraçado!
Eu solto um sorriso enquanto via ela vidrada no pau como se a vida dela dependesse daquilo.
Resumo: ela chupou uns 5 minutos enquanto dizia:
- não pode ser que eu goste tanto assim.
- me come toda... ela diz enquanto ela se levanta.
Então coloco ela de quatro na cama e devagar enfio a cabeça, sinto que era bem apertada, o que fez nós dois soltarmos um gemido forte. Aos poucos vou brincando, tirando e colocando cada vez mais, até que de uma vez enfio o pouco que faltava. Ela solta um gemido e se apoia nos peitos e no rosto, deixando só a raba pra cima. Dou um tapa bem dado na bunda, que fica vermelha na hora, e começo a meter bem forte. Depois pego ela pelo cabelo e aumento a intensidade, fazendo ela gemer e tapar a boca mordendo um travesseiro. Depois de uns minutos assim, tiro e bato com a pica no cu dela, e ela fala:

– Depois, agora me faz gozar de novo.
– Já acabou? – pergunto rindo.
– Como se não desse pra perceber... – responde.

Então viro ela, coloco as pernas dela sobre meus ombros e começo de novo. Depois ela se levanta, me abraça, e enquanto eu continuo metendo, ela me beija descontroladamente. Me tira, me faz deitar de costas e vai se sentando devagar na pica, com a buceta bem apertada. Começa a apertar mais enquanto pergunta se eu tava gostando. Depois apoia as plantas dos pés e, de cócoras, faz a pica entrar toda, soltando um grito e dizendo:

– Filho da puta, você me machuca... – fazia de novo e repetia a mesma coisa.
– Que pica!!! – dizia – Tá me destruindo.

Ela ficou assim até começar a gemer igual uma louca. Depois as pernas começaram a tremer e ela soltou muito líquido escorregadio. Se jogou no meu peito e falou:

– Faz o que quiser comigo.

Então deixo ela de bruços, molho bem os dedos na buceta dela e começo a enfiar no cu dela. Depois de fazer isso umas vezes, me posiciono por cima e ela fala:

– Tem cuidado.
– Sim – respondo, enquanto começo a enfiar a pica no cu dela, bem devagar, igual fiz com a buceta. Consigo enfiar tudo, dou um tapa na outra nádega que fica vermelha na hora igual a anterior, e começo a meter firme por uns minutos. Puxando pelos cabelos dela, até que ela me pede pra deixar ela fazer uma coisa. Eu deito de costas, ela vira de costas pra mim e se agacha sentando na pica, enfiando tudo no cu dela. Ela começa a gemer, dessa vez não doeu. Entrou toda, completa. Por uns minutos ela dá umas sentadas fodidas e me manda avisar antes de gozar. Depois de uns minutos, eu falo:
— Já tô perto.
Rápido, ela vira e começa a chupar minha pica com força e velocidade, tentando engolir tudo. Consegue umas duas vezes, mas engasgando. Aí aviso que vou gozar, e ela não para de chupar nem um segundo. Até que eu gozo, e ela continua chupando a cabeça até tirar a última gota, e se larga em cima de mim.
Tudo isso era umas 7h30, então a gente se vestiu correndo e saímos pra casa dela. Fomos sem falar nada. Quando chegamos, ela me dá um beijo na bochecha e sussurra no meu ouvido:
— Custou um pouco, mas é questão de se acostumar... deixando claro que teria mais encontros desse tipo.

0 comentários - Hermanastra loca y viciosa