Le deciamos gaya

Por aqui de novo contando umas coisas que foram rolando uns anos atrás.
Essa história aconteceu comigo quando eu comecei a trabalhar num depósito que guardava mercadoria pra um mercado na minha cidade. A gente trabalhava umas 5 pessoas no total, controlando o que entrava e saía de lá.

Na época, eu era o mais novo do grupo, uns 20 anos tinha. Os outros já estavam lá há um tempão e eram mais velhos que eu, mas tinha um que era solteiro e tinha uns 45 anos, que sempre zoava falando que adorava comer uns caras, sempre contava alguma história sobre isso.
Os outros me falavam: "Cuidado com esse aí que ele quer te comer". Eu, sério, nunca dizia nada.

Ele não gostava de trabalhar muito e sempre tentava se esconder em algum canto, mas aparecia e roçava na minha pica quando eu tava agachado. "Desculpa", dizia, mas era sem querer. Pra mim, isso enchia o saco, e eu fazia cara feia. Ele usava calças de sarja azul meio desbotadas de tanto lavar, mas na parte da virilha já tavam mais gastas porque ele vivia se tocando na pica, coisa que fazia sem pensar.

Contava que quando vinha algum parque de diversões na cidade, ele era presença garantida e dizia que sempre comia algum cara.
Uma vez, dava pra ver que ele tava de pau duro, e quando passou perto de mim, falou: "Hoje acordei com tesão e não baixa". Eu, sem querer, olhei pro volume dele, e ele se tocou, me mostrando como tava. "Vai bater uma se tá com tesão", falei. Ele se aproximou, pegou minha mão e colocou lá, dizendo: "Vê se você gosta de como eu tô". Dava pra sentir bem dura e de bom tamanho. Falei: "Para de encher o saco e não me enche com isso".

Ele gostava de vir trabalhar bem perfumado, com anéis e pulseiras, mas se vestia de forma simples, embora bem limpo.
Passaram-se os meses, e o ambiente de trabalho era bom. A gente sempre zoava e contava coisas da vida. Uma vez, ele começou a contar que tava comendo um cara em casa, e o cara... tava morrendo de tesão com ele, do jeito que eu tratava ele bem e ele contava que eu dava uns boquetes de louco na pica dele…
Em mim já tinha começado a dar uma coceira, mas eu não tinha coragem de falar nada. O tempo passou e um dia fui no banheiro e ele tava lá dentro. Fui no mictório do outro lado, ele se mudou pra perto e, pegando na rola, me mostrou. Tava dura. “Olha que cabeçona que eu tenho”, ele disse. Eu não respondi nada. Dava pra ver que a pica dele era de tamanho normal, bem branquinha com a cabeça rosadinha. Eu fui embora continuar o trabalho.

Um dia meu velho falou: “Leva o carro pro trabalho que hoje eu não vou usar”. Na saída, quando tava indo pro carro, ele me disse: “Já que a gente mora perto (umas dez quadras), por que não me dá uma carona?” “Fala sério”, eu respondi, e fomos pra casa. Quando chegamos, ele aproveitou pra dizer: “Quero que você me ensine como conectar uma luz na cozinha”. Foi uma desculpa pra eu descer do carro. “Beleza, te explico e vou embora”, falei.

Entramos, ele foi na geladeira e perguntou: “Quer uma coca com fernet?” “Claro”, eu disse, porque tava calor mesmo. Aí ele falou: “Vou no banheiro e já volto”. Em vez disso, entrou no quarto, se trocou e voltou só de sunga, nada mais, e comentou: “Afinal, somos colegas de trabalho”. Dava pra ver bem o volume. Ele sentou na minha frente e, do nada, disse: “Tô com um tesão hoje. Quer fazer uma punheta pra mim?” Me pegou de surpresa. Sem responder, ele puxou a rola pra fora por um lado e falou: “Olha como ela já tá. Toca aqui, não morde”.

Eu hesitei entre levantar e ir embora ou ficar. Acabei ficando, admirando. Sem pensar duas vezes, peguei nela. Tava quente e dura. Ele se jogou pra trás e levantou a bacia, se entregando toda.

Falei: “Isso fica só entre a gente, hein? Nunca um comentário sobre nada.” “Fica tranquilo”, ele disse, “ninguém vai saber. Então tira essa sunga pra não molhar.” A pica dele tava uma delícia de ver. Ele falou: “Essa doida é bem gozadora, você vai ver.” Eu acariciava os ovos dele e parecia que ela ficava mais dura ainda. Eu tava tremendo de tanto tesão também. A cabeça dela tava brilhando e vermelha. Eu me ajoelhei pra Pra ficar mais confortável, fechei os olhos e de uma vez enfiei na boca e comecei a chupar, desde as bolas passando por todo o tronco, tava muito gostosa, o cara tinha higienizado muito bem. Parei e comecei a tirar a roupa até ficar pelado também, engolia o máximo que podia até que um fiozinho começou a escorrer até chegar na virilha dele, passei a língua sentindo o gosto. Ele me disse: "Vem, vamos pra cama pra ficar mais confortável". Se deitou e continuei chupando de baixo pra cima, percorria todo o tronco e comia a cabecinha, chupava os ovos e subia. Fiquei assim uns 10 minutos enquanto ele gemia de prazer até que percebi que ele ia gozar. Apoiei a glande no meu palato e passava a língua no freio, sentia os tremores antes e em seguida uma descarga violenta que encheu minha boca de porra gostosa e quente. Deixei escapar pra escorrer até as bolas e comecei a limpar de baixo pra cima até não deixar nada de sêmen, engolindo tudo, deixando a pica bem limpinha.

"Que puta que você é", ele disse, e "o que eu sou capaz de fazer", respondi. Comecei a acariciar as bolas dele pra endurecer de novo, enquanto dizia que queria dar a bunda. Isso esquentou ele de novo e começou a ficar duro outra vez, ele acariciava meu buraquinho que tava bem quentinho e me fez ficar de quatro pra começar a passar lubrificante que tirou da mesinha de cabeceira. "Espera", falei, fui no banheiro e me higienizei bem pra pedir que ele chupasse minha bunda. Voltei e fiquei de quatro, falei "tá limpa e preparada". Sem hesitar, ele começou a dar linguada de cima pra baixo, sentindo o buraquinho se dilatando. Colocou uma camisinha e apoiou a cabecinha, empurrando bem devagar até começar a entrar. Parava e empurrava de forma bem suave até que num dado momento coloquei a mão pra tocar a pica dele e senti que tava quase toda dentro. Começou a bombar devagar e o prazer era indescritível, cada vez mais rápido e assim ficou por vários minutos. minutos até que ele me disse que ia gozar e comecei a notar como a camisinha inchava de porra, eu ao mesmo tempo também gozei, ficando extasiado. Ele tirou do meu rabo e a camisinha pendia cheia de bastante leite que tinha gozado, ele tirou e me disse "vou me lavar", "deixa comigo" eu falei e levei à boca chupando todo o resto de porra até deixar bem limpinha.
Me vesti e me preparei pra ir embora com o dever cumprido, não sem antes deixar bem claro que isso fica entre nós e que a gente repetiria.
No outro dia de novo no trabalho, mas como se nada tivesse acontecido, tudo bem e respeitando o pacto e nosso segredo, de vez em quando ele vinha e eu apoiava quando a gente se encontrava sozinhos e eu passava a mão por cima da calça dele, mas só isso. Deixei passar uns dias e ele começou a me falar pra eu ir visitá-lo, eu disse sábado à tardinha passo lá. Chegou sábado que a gente não trabalhava, me preparei bem, me perfumei e saí andando até a casa dele, ele estava me esperando impaciente, estava só de roupão sem nada por baixo, abriu a geladeira e pegou duas cervejas, sentamos no sofá pra ver um pornô gay, depois de alguns minutos ele abriu o roupão e já estava com o pau bem duro, peguei nele e dava pra ver que tava tesudo, "juntei muito leite" ele me disse, me abaixei e comecei a passar a língua no pau inteiro, ele ainda tinha a cabecinha coberta porque não era circuncidado, por sorte a pele descia bem e deixava a glande bem exposta pra chupar, meti na garganta e tentava enfiar tudo na boca, ele só gemia de prazer e me perguntava se eu ia tomar tudo, eu concordava com os olhos enquanto continuava chupando aquele pau doce babado. Ele pediu pra ficar de pé, nu, e eu sentado segurando nas nádegas dele, chupando aquele pedaço e tentando enfiar o máximo que dava na boca, era bem liso com poucas veias marcadas, uns 4 cm de largura por 17 de comprimento, com umas bolas bem gordinhas que pendiam separadinhas. do pau com cada ovo bem marcado de tamanho médio, no conjunto era um poema, isso sim era leiteiro quando cuspia esporra branquinha. Assim parado na minha frente, comecei a roçar a bunda com meus dedos e ele ficou com uma rigidez nas pernas enquanto eu dizia: vou te esvaziar até a última gota. Ele soltou um gemido forte enquanto com minha língua eu acariciava toda a glande, ele se apoiou nos meus ombros, ficando na ponta dos pés, deixando escapar todo o néctar acumulado dentro da minha boca sem perder nada, continuei chupando até mostrar a boca vazia. Com a voz trêmula ainda me disse: agora vou te dar um prêmio pelo que você fez.

Sentamos até ele se recuperar dessa gozada tão boa, eu queria mais e falei: vou te fazer a Booty agora, mas chupa pra ele ficar bem duro. Peguei no tronco e comecei a chupar de novo enquanto ele começava a dilatar meu buraquinho comilão, foi lubrificando bem enquanto enfiava os dedos, se apoiou e deslizou pra dentro, me fazendo sentir uma sensação única. Ele tava quente e bem duro de novo, começou a bombar sem parar, tirava e colocava de novo, dizia que assim eu me acostumava mais fácil com a cock. Ficou um tempão me fazendo gozar e perguntou: onde você quer a cum? Eu, com a voz entrecortada de prazer, falei: dá de novo na boca. Ele tirou e foi no banheiro lavar bem, já que ia chupar de novo. Se deitou no sofá, comecei a chupar, mas tentando não deixar ele gozar muito rápido, chupava e tirava quando sentia que ele ia gozar, fazia ele desejar. Essa prática faz com que quando o homem termina, ele goza com mais força e cum abundante. Depois dessa brincadeira, resolvi fazer ele gozar, ele soltou um gemido grande e se contorcia enquanto chegava ao orgasmo, ficou exausto enquanto eu também gozava. Ele me agradeceu por ter feito ele gozar assim, eu falei: isso é por você ser tão tarado.

Na próxima você vai sentir algo diferente, já vai ver, vou te comer bem a Bundinha pequena e fui embora.
Uns dias depois do trabalho, fui na casa dele "tomar uma cerveja" e, quando passamos pela porta, ela se encostou em mim e eu peguei no pau dele por cima da calça, deixei ele duro. Ele foi se trocar e se higienizar bem, porque ele cuidava muito disso, já tinha mencionado que era muito limpo. Me chamou pro quarto, tava pelado e tinha depilado muito bem a rola, tava uma delícia. Falei pra ele ficar de quatro e comecei a chupar a bunda dele, enquanto segurava o pau dele e puxava pra trás pra lamber as bolas e passava a língua por todo o tronco de baixo até o furinho. Ele tava nas nuvens, e aí foi quando eu me deitei entre as pernas dele pra chupar o pau dele por baixo, tava bem duro e eu engolia o máximo que podia até ele começar a bombar na minha boca e não demorou pra gozar, senti o leite descendo direto pela minha garganta até eu tirar a última gota. Já tinha tirado uma gozada dele, mas ainda tinha mais, dei uma linguada no cuzinho dele e falei que queria comer ele.
Minha buceta tá à sua disposição, quero que você me meta. Ele se abaixou abrindo as nádegas, sem hesitar eu meti a língua pra ir dilatando, peguei uma camisinha e lubrificante, encostei a cabecinha e empurrei até ele ir engolindo meu pau. Como ele tava aguentando muito, não demorei pra encher a bunda dele de leite, enquanto ele dizia que já tinham usado ele também.
Ao confessar isso, a relação mudou, nosso segredo tava seguro e, com o tempo, a gente falava sobre isso sem rodeios e curtia ao máximo nosso segredo. No trabalho, disfarçávamos muito bem entre os colegas o que a gente fazia pelo menos uma vez por semana.
Continuamos por um bom tempo até que começaram a reduzir o pessoal, eu fui buscar novos horizontes, nos afastando pra sempre, porque viajei pra outra cidade.
Isso me deixou um aprendizado de que não há mal que sempre dure, de sentir prazer como ativo, e em algum momento buscar ver como é quando se come. Pronto.
Espero que tenham gostado do meu relato, aos poucos vou contando mais alguns que aconteceram comigo.

2 comentários - Le deciamos gaya

ME GUSTO MUCHO COMO SE ARMO ESA AMISTAD SEXUAL POR UN TIEMPO, COMO SABE
CONTAR QUE PARA MI SE ABURRIO ESTE CHICO.