Fudendo a esposa de outro até ela gozar

Fudendo a esposa de outro até ela gozarSEGUNDO CAPÍTULO As fotos no celular de Begoña não mostram nada suspeito, só fotos de que ela se casou recentemente com um cara branco. Também encontrou a carta de amor de 4 páginas que estava escrevendo para o marido. - puta apaixonada! Os negros pegam e leem a carta que estava escondida no porta-clipes, debaixo de todos os formulários do seu trabalho de Assistente Social. Yaro então sai para coletar todas as informações pessoais, com o objetivo de se aproveitar dela no futuro, quebra o telefone dela na passarela de concreto das escadas. Ele esmagou o celular no chão várias vezes e em seguida pisou com o salto do sapato direito, recolheu os pedaços de plástico do telefone e os fez desaparecer em um saco de lixo. O traficante negro, pela janela, avistou o carro azul, estacionado discretamente e fora da via principal, estava parado num canto do estacionamento municipal. É um bom carro. É uma pena que tenha que ir para o desmanche. Ele pega o próprio celular e disca um número: "Oi Guiñazú, sou o Yaro. Tô olhando um Ibiza, é novo, em muito boas condições. No momento é mais da Alika que meu e não tá no nome dela. Tenho as chaves!... Sim, a dona já não precisa mais. Ela vai trabalhar de costas por ter dirigido muito – também, talvez agora faça com minha marcha, ha, ha, ha…": Continua Yaro "Você tem que sumir com ele na hora porque tá quente e tem que ser bem longe daqui". Volta para o quarto e grita com Alika: "Me dá toda a roupa e os acessórios da puta". Ele leva alguns minutos e inala profundamente o cheiro de mulher fina que emana da calcinha da Begoña. Ele se delicia com a fragrância, decide guardá-la como lembrança. Então o resto da roupa, incluindo a bolsa, os sapatos e o sutiã, vão para o saco de lixo destinado ao forno. "É melhor picar ela de novo e levar pra minha casa do oeste, caso venham procurá-la na sua apartamento": ele ordena a Alika. Algo se contrai em volta do braço de Begoña e alguém o mantém esticado, ela não consegue movê-lo. Vira a cabeça e vê Alika com uma seringa em sua veia distendida. "Por favor, não mais", murmura. Com um olhar severo, Yaro observa Alika, que está terminando de drogar Begoña. Pela gravidade da situação, ele vê que ela está afundando e diz: "Vou precisar da sua ajuda com um pouco dessa merda". Begoña solta um longo e profundo suspiro e seus olhos reviram. Ela está completamente fora de si. "Ela é a melhor buceta que eu piquei em anos, mas a puta não vai ser fácil de manter dócil", continua Yaro. "Estamos diante da possibilidade de prisão perpétua pelo que estamos fazendo, se formos pegos pela polícia". "Você sabe que pode contar comigo, Yaro - o que você precisar". Ele diz: "Esse negócio das drogas está comigo há muito tempo. Tenho que viajar para a Catalunha na próxima semana para alguns assuntos importantes, acho que também tenho que ir a Madrid. Além disso, tenho as garotas do clube de strip e os caras que trabalham na rua, não sei como vou controlar toda essa merda". "O que você tem em mente, Yaro?": pergunta Alika. Enquanto ela olha para Begoña, que está deitada e nua na cama ao lado dela, com a boca entreaberta, os olhos mal abertos e seu corpo balançando lentamente de um lado para o outro, como se tentasse, sem sucesso, ficar sóbria. "Se eu continuar com ela, vai ser um compromisso de longo prazo. Isso é uma merda porque um de nós sempre tem que ficar com a puta branca. Bem, acho que esse problema poderia ser fácil, simplesmente dê uma overdose nela e deixe a polícia encontrá-la na rua", sugere Yaro, olhando para a linda garota e tentando tomar uma decisão. "Ou eu poderia simplesmente vendê-la para os cafetões. Eles vão pagar uma boa grana por uma garota de classe alta, branca", acrescenta, olhando para Begoña. "Ela é tão linda, com um corpo de deusa". Seria uma pena desperdiçar uma buceta tão apertada e rosada", responde Alika. "Espera, podemos ver como as coisas vão e se ficar muito complicado, partimos para uma dessas 2 opções que você sugeriu". Yaro propõe: "Eu já quero parar com esses truques de variar com mulheres vazias e trabalhar só com ela no lugar. Posso te pagar um pouco mais, mas que ninguém mais fique com ela, só meu pau para ela. Eu quero ela só pra mim até eu me cansar dessa vadia branca." Ele acrescenta com um sorriso diabólico: "Você também pode ser a namorada dela e tem a buceta dela à sua disposição, claro, se quiser. Vai ser sempre assim, mas não quero que outro enfie o pau nela, só o meu. Você sabe que eu gosto dessa merda de lesbianismo pra esquentar. Ha, ha, ha…" Os olhos de Alika se iluminam; além do dinheiro extra que o traficante negro vai dar, ela adora trabalhar com as novatas e tem um gosto especial por Begoña, e responde: "Tudo bem, eu cuido dela para nós", a negra acrescenta: "Isso vai dar um novo significado à expressão… ha, ha, ha…" ela brinca e ri da própria graça. Yaro começa a rir: "Ela é sua nova namorada assim como a minha – a nova namorada", ele finalmente solta uma grande risada: ha, ha, ha, ha, ha…, depois recupera um pouco a compostura. "Agora vamos tirar ela daqui enquanto nossa namorada está tranquila." Begoña acorda nua numa cama estranha, só há confusão na sua mente e fragmentos de sonhos estranhos. Ela se abaixa e vê o tufo do seu pelo púbico em cima da buceta, e sente ele crocante e duro, como se estivesse com gel para cabelo seco. Após um exame mais detalhado, vê que sua barriga e peitos têm resíduos parecidos. Ela se senta e escaneia o corpo, e vê que está suja, sem maquiagem e sem roupa. No quarto, vê que há perucas e cachos de mulher pendurados em ganchos, nas paredes pinturas de paisagens com muito sol que queimaria a pele, as paredes de gesso estão reduzidas a buracos, deixando crateras. como marcas de varíola num rosto cheio de cicatrizes de acne. O pó e os pedaços dispersos de gesso desintegrado cobrem o piso de madeira fosco. Onde ela está? Como foi parar aqui? O que estava fazendo aqui? Ela sente uma névoa na mente e não consegue pensar com clareza. Onde está sua roupa? Ao longo da noite, os negros espetam Begoña com substâncias nocivas para mantê-la "na tarefa". Alika senta na sala, lembrando da noite anterior e o quanto curtiu o sexo com Begoña, mas percebe que ela está cambaleando no quarto, com a mão direita apoiada na parede tentando se manter em pé, o efeito da droga está sumindo porque deram a última injeção há 12 horas. Alika diz a Begoña: "Você ontem à noite se divertiu bastante comigo e com o Yaro. Pela primeira vez você ficou com um homem negro e uma mulher negra linda como eu, ha, ha, ha,… lembra do que você fez com a gente, boneca?" Continua: "Aposto que agora você não vai mais querer outra mulher que come buceta, você manda muito bem comigo". Begoña olha confusa para Alika: Quem é Yaro? Do que ela está falando? As coisas não fazem nenhum sentido para Begoña. Ela nunca teria sexo com outro homem que não fosse seu marido, e muito menos com uma mulher - a ideia é repulsiva. "Tenho que ir embora," Begoña diz e se dirige para a porta. O ambiente parece fluir como um líquido e ela não consegue andar em linha reta, as pernas viram como se fossem de borracha. Pequenas lascas de tinta e gesso se alojam em seus pés descalços e com as unhas e dedos ela se agarra na parede para não cair. "Agora, querida, para onde você vai nesse estado e sem roupa?": pergunta Alika, segurando Begoña e guiando-a para o sofá. Ela cai de volta no sofá e olha para Alika com um olhar perplexo. "Só senta e relaxa. Tudo vai ficar bem": a tranquiliza. Alika pega o celular e liga para alguém, comunicando: "Nossa nova namorada está acordada. Ainda... fora de si, mas é melhor você vir aqui rápido". Mesmo assim, Begoña não entende completamente o que Alika diz no telefone. "Por que estou nua?"… "Onde estão minhas roupas?": ela pergunta à mulher negra. Ela sente que está sonhando… Alika não responde. "Onde está minha aliança?": ela pergunta, movendo as mãos, com espanto e medo observa que falta a aliança em seu dedo, tudo parece tão diferente. Um homem grande e negro de shorts de ginástica e sem camisa de repente está à sua frente. Begoña não consegue lembrar quando ele entrou no quarto, mas reconhece os músculos enormes dos braços, do pecho, da barriga e o volume ridículo na cueca, mas em seus sonhos ela lembra que o pau grande e devastador esteve dentro dela. "Por favor, posso fazer ele gozar primeiro comigo?", Alika suplica a Yaro. "Eu adoro a buceta dela." Yaro coloca Begoña em seu colo e comenta: "Vamos dar um pouco mais de droga nela pela primeira vez. Depois, você pode cuidar dela como quiser. Não quero que ela fique lúcida até quebrar um pouco mais". Das profundezas da turbidez induzida pelas drogas, Begoña se sente em perigo enquanto senta nua no colo desse gigante homem negro, seu pau duro e enorme pressionando suas nádegas através dos shorts. "Não, o que você está me dando?": Begoña pergunta, com uma ruga se formando entre suas sobrancelhas. Encurralada e presa nos braços enormes de Yaro, enquanto observa Alika inserir novamente uma agulha hipodérmica em seu braço. "Ela já não está lutando tanto", observa Alika. "Oh", Begoña murmura como se se lembrasse de algo familiarmente prazeroso. Alika remove o torniquete, permitindo que toda a gama de fogos de artifício exploda dentro de Begoña. "Acho que ela está começando a gostar dessa merda", comenta, observando a reação de Begoña. A cabeça de Begoña repousa sobre os ombros de Yaro, sua boca aberta, babando; seu... O rosto se acalma, mas os olhos denunciam a noite em claro. Há tempos Yaro usa drogas em outras garotas brancas de boa família. Os medicamentos as mantêm na linha para evitar que fujam. Alika coloca a agulha na mesa de café ao lado do sofá e monta em Begoña, que está de costas sobre as pernas de Yaro. Yaro abre suas pernas, fazendo Begoña deslizar e se afastar dele. Ele olha de cima, sobre o ombro e os seios de Begoña. Os lábios vaginais, seu clitóris e os delicados vincos rosados são oferendas de prazer para Alika. Em seguida, lambe o dedo e acaricia suavemente o capuz do clitóris de Begoña.

"NÃO, POR FAVOR, AH, NÃO, NÃO PODE, AAAAAAAAAAAH!" — ela geme.

Alika: "Ah, isso, bem aí. Encontrei seu botãozinho do amor de novo, gata?"

"AH, AAAH, AAAAAH, AAAAAAAAAH, NÃÃÃO, POR FAVOR."

"Por que já está dizendo não? A gente sabe bem como você gosta. Já esqueceu todas as coisas boas que fizemos ontem à noite? Olha como você está molhadinha quando recebe o que é meu… Pois é, agora vamos fazer um bom trabalho social para nós. Viu como é a vida com a gente de verdade? É assim que vai ser. É tão gostoso e não é nada ruim, né?"

Mesmo com a mente pesada e quimicamente nas nuvens, os negros continuavam injetando mais droga em seu sangue para suavizar a gravidade de sua situação. Um alarme soa fraco em algum lugar profundo do cérebro de Begoña, quase silenciado, abafado — mas não completamente. Ela reconhece vagamente os atos homossexuais que Alika pratica nela como imorais, antinaturais e repugnantes. No entanto, Yaro mantém em sua mente as atenções físicas que teve com ela. As sensações se misturam com a perversidade sugestiva de Alika, e os restos de seus pensamentos racionais se distorcem pelo "trabalho das drogas" realizado em sua linda cabeça...

"Aaaaaah, isso, sua buceta está tão boaaa. Uh-huh, tá gostoso, hein? Aaaaaah, isso, vamos lá — consegui fazer você você tá taaaão encharcada pra mim. Você já vai gozar. Já vai se acabar toda pra mim, minha putinha… me dá seu orgasmo": Alika canta essas ladainhas ritmicamente várias vezes, as frases perturbadoras começam a tocar como um refrão no cérebro de Begoña, feito uma melodia grudenta. Ela se sente tão molhada e bagunçada quanto Alika diz. A negra continua tocando sua buceta, fazendo-a se sentir cada vez melhor, o que a deixa suscetível às palavras enganosas e perversas da mulher negra. Alguns dos diálogos de Alika, Begoña os transforma em pensamentos. Ela vai ter seu orgasmo como Alika diz; mas nunca pode admitir que gosta desse lance lésbico pra ela. "Uh-huh, uh-huh, sua buceta adora meus carinhos. Oooooh, sim, você já gosta tanto… você é minha putinha branca e vai gozar pra mim": Alika repete, como se respondesse à objeção que Begoña pensa em silêncio. Ela se debate no colo de Yaro, ele a abraça com força e observa Alika fazendo a buceta brilhar de tesão. "Oooooh, ela já vai gozar pra gente", reitera. "Não, não me faz isso", sibila Begoña. Mas Alika continua masturbando a loirinha, variando o ritmo e a pressão do toque no seu clitóris de acordo com as respostas físicas e eróticas, trabalhando nas zonas mais sensuais. "Sua buceta é tão gostosa", comenta Alika. Ela põe a boca e a língua na buceta, dando voltas até provar seu néctar. "Ooooooh, ooooooh, ooooooh, nãoooooo, ooooooh": são os gemidos de Begoña, com as palmas viradas pra cima e os dedos curvados, empurrando a cabeça de Alika mas incapaz de afastá-la. "Relaxa – não briga com isso – e aproveita ao máximo sua buceta com sua namorada negra… curtam um pouco. Nunca ninguém vai saber das suas gozadas. Esse é nosso segredinho": Yaro sussurra no ouvido de Begoña e depois começa a lambê-lo. O rosto de Begoña se contorce; seus mamilos eretos viram pedrinhas redondas e duras quando Yaro os enrola entre seus dedos grossos. Qual seria a reação do seu marido se ele descobrisse que muitas vezes sua linda esposa gozou com outra mulher em atos lésbicos e também fez isso durante os ménages com um homem negro?" Yaro pergunta silenciosamente para si mesmo. Não importa, porque ele vai garantir que seu marido branco e mudo nunca encontre Begoña. "Isso é muito bom e excitante, Alika realmente ama sua bucetinha branca e jovem, por isso faz você sentir tudo isso", Yaro encoraja Begoña, fazendo-a sentir seu corpo negro em tensão, relaxando e apertando ela novamente. "Nunca mais outra mulher vai comer sua buceta como a Alika faz agora, tão gostoso, com muito amor e sua língua profunda na sua buceta." Ela balança a cabeça com os olhos fechados e solta um "Não." Mesmo drogada, ela está envergonhada por esse ato repugnante, e a resposta do seu corpo é a mesma. "Você vai se acostumar com ela, que é muito quente, e vai pedir sempre porque ela vai te fazer feliz com sua língua e sua buceta. A Alika realmente gosta muito de bucetas, especialmente a sua bucetinha branca."

A cabeça da Alika finalmente se levanta de entre as pernas da Begoña, o suco brilha em seus lábios e queixo e escorre um pouco pelos cantos da sua boca. "Contei oito orgasmos dela para mim, é meu recorde com uma branquinha como essa vadia que é nossa namorada", ela se gaba orgulhosamente. "Ela tem uma sensibilidade incrível no seu clitóris lindo, e parece que acabou de descobrir isso, então temos muitas gozadas pela frente com nossa gatinha que depois vai virar uma grande raposa."

Alika dá as boas-vindas às garotas brancas no desafio de guiá-las para o gosto pelo lesbianismo, proporcionando-lhes orgasmos massivos e, dessa forma, despertando sua latente saficidade. Alika acredita que todas as mulheres possuem esse instinto lésbico e que é questão de tempo e prática contínua com as novatas, especialmente as de raça negra, porque seus maridos brancos não as satisfazem com seus pênis pequenos. Begoña, enquanto isso, suando e ofegante, não... sabe que está indo direto para a perdição...

1 comentários - Fudendo a esposa de outro até ela gozar

Seguramente no está lejos de la realidad este relato