Minha ex-professora safada

Eu curtia o espetáculo que tinha entre minhas pernas. Em poucos minutos meu pau estava duro e grosso de novo, do jeito que ela gostava. Sentia a maciez e a umidade da língua dela percorrendo todo o caminho do meu pinto. A cabeça dela subia e descia freneticamente. Nos olhos dela dava pra ver a excitação e a luxúria que ela tinha ao chupar meu pau. Depois da garrafa de cerveja, eu estava pronto para o segundo round da noite.Minha ex-professora safada
peitoes
madura
gostosa- Licenciada, levante-se, é hora de continuar transando. Meu pau está pronto para você. Ela se levantou imediatamente, dando-me as costas, pegou meu pau com a mão e, abrindo as pernas, posicionou-o na entrada de sua buceta. Não precisei fazer nenhum movimento, pois ela lentamente ia descendo o quadril até que, finalmente, eu estava novamente bem enfiado no fundo de sua vagina. Era incrível a quantidade de fluidos que emanavam de seu interior. Mal senti sua bunda bater no meu púbis, senti o calor de seus líquidos escorrendo pela minha virilha. Naquela posição, eu podia pegar seus seios com as mãos e apertá-los à vontade. Ela começou a subir e descer o quadril, fazendo todo o trabalho. - Oh! Siii, meu amooor! Que gostoso que é. Aaaah! O quarto se encheu com o som de nossos corpos batendo a cada investida. Tive que tapar sua boca porque ela gritava como uma verdadeira gata no cio. Na mesma posição, ela fechou as pernas, o que fazia as paredes vaginais apertarem ainda mais meu pau. Ela se inclinou para frente e me deixou ver a entrada de seu cu. Eu já estava de olho nele há um tempo e queria comê-lo loucamente. Ainda não era a hora, mas eu ia fazer. Ela colocou as mãos no chão e inclinou ainda mais o corpo. Nessa posição, a visão de como sua buceta engolia meu pau era incrível. Meu pênis, como um grande campeão, abria caminho naquele buraquinho apertado de sua xota. Parei de apalpar seus seios e agora segurei sua cintura, assim eu controlava a velocidade com que ela subia e descia. Poucos minutos depois de estar nessa posição, peguei seu cabelo e puxei para trás, suas costas se arquearam e sua cabeça ficou junto à minha. Nessa posição, com minha mão direita eu podia masturbar seu clitóris enquanto continuava comendo ela. Ela começou a mover o quadril em círculos, estava prestes a gozar de novo. Não imaginava que uma mulher assim, em uma única noite, tivesse gozado tantas às vezes, ou ela era multiorgásmica ou estava desabafando de todos os anos que não tinha transado com o marido.
- Aaaah, eu gooooozo de nooovo!
Acelerei ainda mais meus movimentos, a buceta dela apertava muito forte meu pau, eu estava prestes a chegar no clímax.
- Aaaaah!!! Aaah!!! Aaaah!!! Eu gozo!! Eu gozo!! Te amoooooooooooooooooo!
As pernas dela tremeram com o orgasmo que acabara de ter e ela caiu desfalecida no meu corpo. Ela me olhava como uma adolescente olha para seu primeiro amor. Aquele "Te Amo" me fez pensar que eu poderia ficar com ela, como namorado, amante, marido, tanto faz; afinal, quem não gostaria de ter uma mulher dessas na sua cama?
Mas não era hora de pensar em bobagens assim, levei ela para meu apartamento para foder e era exatamente isso que eu ia fazer, continuar comendo ela até o corpo dela não aguentar mais tanto pau.
Deitei no sofá, ela se virou para ficar ao meu lado, com as pernas entrelaçadas nas minhas e as mãos em volta do meu pescoço. Estiquei meu braço para a cabeça dela apoiar nele e minha mão direita percorria a cintura dela. Um momento de romance no meio de tanto sexo, não mudava nada a situação.
- Você é muito bom no sexo. Não entendo como não tem namorada.
- Doutora, não é que eu não queira ter namorada. É que não apareceu a pessoa certa.
- Sem dúvida quem ficar com você vai curtir os melhores orgasmos da vida. Assim como você está me fazendo curtir.
- Eu não entendo como seu marido é tão cego que não te faz se sentir mulher, se você tem tudo que um homem desejaria. É linda, tem um corpo de cair o queixo, uns peitões, uma bunda perfeita e pernas bem torneadas. Se eu fosse seu marido, todas as noites te faria minha.
- Nem me fale desse filho da puta, é um viado. O trabalho dele é mais importante que a mulher.
- Bom, foi uma sorte a gente ter se reencontrado. Vamos Estamos indo muito bem. Posso confessar uma coisa, doutora?
– Claro, diga. O que é?
– Não se ofenda com o que vou dizer, doutora, mas desde o colégio eu sonhava em ter você assim comigo, poder te comer como fiz até hoje. Não imagina como eu desejava seu corpo, acariciar suas pernas, segurar seus quadris e beijar esses lábios.
– Hahaha, que coisas você diz, me faz ficar toda corada.
– É a verdade, doutora, você é a mulher dos meus sonhos e agora, ainda não acredito que você esteja assim comigo, nua, fazendo sexo como dois adolescentes.
– Olha, deixa eu confessar que nunca tinha sido infiel ao meu marido. Mas com você não sei o que deu em mim e, na verdade, você me fez gozar como nunca, me fez me sentir mulher de novo, desejada. Não lembro quando foi a última vez que tive um orgasmo; mas com certeza essa noite não vou esquecer, porque comigo você já me fez gozar mais vezes do que em cinco anos de casamento.
– E ainda tem muito por vir, doutora. Ainda não acabamos.
– Oh! Isso eu gosto. Sem dúvida a energia dos jovens é sem fim. Eu já não aguento mais; mas, ter você perto e com essa ferramenta que você tem me faz desejar continuar sendo sua.
Sua mão começou a masturbar meu pau. Do jeito que estávamos, nos demos um beijo enquanto com minha mão eu colocava meu pau na entrada de sua buceta. De uma empurrada, enfiei por completo.
– Siiim…!!! Que gostoso! Meu amor! Quero que me coma!
Comecei a meter e sacar meu pau dela enquanto segurava sua bunda para ter mais firmeza. Que delícia era tê-la assim, fodendo. Ela segurava meu pescoço, me abraçava, me beijava como se eu fosse seu marido. E eu me sentia como seu marido, como seu macho. Ela movia os quadris, tinha a perna levantada e isso me dava mais liberdade para enfiar meu pau até o fundo.
– Oooh! Sim, meu amor, me dá mais!!! Me fode!!! Que delícia sentir seu pedaço de pau dentro de mim!!! Aaaaaaaaaaaah!!! Aaaaaaaah!!! Aaaaaah!!
A compostura de ser doutora ela estava perdendo. com meu pau, eu dizia coisas que nem imaginava que podia falar; mas essas coisas me deixavam ainda mais excitado. Me posicionei atrás do seu corpo, ela fazia de tudo para conseguir beijar meus lábios. Eu não me importava se a beijava ou não, estava concentrado na sua buceta e em dar satisfação completa ao seu corpo. Eu, atrás dela, podia masturbar seu clitóris de novo, pegar seus peitos, enquanto a fodia. É uma posição que eu amo porque você pode aproveitar completamente o corpo de uma mulher. Além disso, você pode se mover à vontade. - Aaaaaaah!!! Aaaaah!!!! Me fode, por Deus, me fodeeee!!! - Você gosta assim, doutora, gosta que te fodam assim tão forte, né? - Siiim, meu amooor!!! - Me diz que você é minha! Que essa buceta é minha! - Sou sua, meu amooor!!! Minha xota é sua quando você quiseeeeeeer!!!!!! Continuei metendo e tirando meu pau em alta velocidade e minha mão direita masturbava seu clitóris. Tão duro e molhado que ela se contorcia de prazer, me pedia mais e mais. - Você é minha putaaa!!! Posso te foder quando eu quiseeeer!!! - Siiim, sou sua putaa, amor…!!! Só me fode, me faz sentir mulheeeer!! Aaaaaah!!!! Aaaaaah!!! Me dá forteeee!!! Já não aguentava mais, estava prestes a gozar… - Doutora, vou gozar dentro de você!!!!!! - Não! Não! Não faça isso! Por favor! Já não conseguia segurar mais, sua vagina estava espremendo meu pau. E também não percebi que ela queria se afastar de mim, porque seus quadris continuaram se mexendo. - Doutoraaaa, vou gozaaaar!!!! - Nããão!!! Aaaaah!!! Aaaaah!!! - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah, do-to-raaaaaa!!!! Gozei dentro dela. Tinha feito justamente o que prometi a ela que não faria, mas estava tão excitado que não pensava direito. - Eu te disse para não fazer isso, que eu estava nos meus dias mais férteis! - Desculpa, doutora, não consegui me controlar. Seu corpo é demais para mim. - Era a única coisa que te pedi para não fizesse, e se eu gozar dentro... Nem pensei duas vezes e a beijei, ela tentou se soltar mas com meus movimentos de quadril, com meu pau ainda dentro e minhas mãos em sua cintura foi impossível que conseguisse seu intento. Ela finalmente cedeu e meu beijo foi correspondido. Imediatamente peguei sua perna e a levantei, continuei perfurando aquela buceta do jeito que ela gostava, rápido, forte, até o mais fundo do seu ser. - Aaaaaaaaaaa!! Paraa!! Queee eu desmaiooo!! Não conseguia parar de foder ela, seu corpo, sua bunda, seus peitos e principalmente sua buceta, eu adorava, queria dar canseira a noite toda até o amanhecer - Oh! Deus!!!! Queeee gostosoooo!!! - Então, tá brava por eu ter gozado dentro? Perguntei enquanto dava batidinhas com a palma da minha mão em seu clitóris - Aaaaaaah ¡!!! Aaaahhh!!!!! - Então??!! Ficou brava por eu ter gozado dentro? - Nãããão aaa-m-oor, nãããão eees-toou baaa-rava... Aaaaaah! Aaaah!!! Aaah!!!! Seu corpo era tão manejável e leve, que não me custou levantá-la e colocar suas costas contra o encosto do sofá. Dobrei suas pernas para que sua buceta, escorrendo porra da minha gozada anterior, ficasse visível diante do meu pau que já estava em posição de entrada. Fodi ela tão selvagemente que duvido que alguém mais na vida dela vá foder ela assim de novo. Queria que sua buceta ficasse tão aberta dos meus socos, que se um dia o marido dela quiser transar, o pau pequeno dele fique nadando no buraco que eu ia deixar. Ela queria que meu pau permanecesse no mais fundo de sua vagina, então suas pernas abraçaram minha cintura e assim ficamos um bom tempo. A mesma posição dava para nos beijarmos sem nenhuma complicação, sem deixar de lado o ato sexual. Seu sorriso malicioso não desaparecia de seu rosto - Então gostou, doutora? - Aaaaaaah ¡!! Aaaah!!!!!! oooH!! Siiiii, eu adoroooo!!! - Me suplique para eu te foder!!! - Fodeeeeeeeeeee!!! Fodeeeeeee!! - Quem é O dono da sua buceta, porra?!!!!!! -
Tuuuuuuuuuuuu!!!!! Aaaaaaaah!! Aaaaaah!!!
Mudamos de posição. Ela por cima de mim. Mas era eu quem controlava os movimentos. Eu a segurava pela cintura e pela bunda. Meu pau entrava e saía na velocidade máxima, minhas bolas batiam na bunda dela e ela gritava sem parar. Ela tinha perdido totalmente a cabeça, dava pra ver no rosto dela.
-
Aaaaaaaaaaaaaaah! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! Mmmmmmmmmmmm!! Mmmmmmmm!
Fiquei por cima dela de novo, parecido com a posição de quatro, mas muito melhor. A bunda dela ficava apontada pro céu e o rosto no travesseiro. Segurando ela pelos quadris, eu metia e tirava meu pau, era muito excitante tê-la submissa daquele jeito. Se eu tivesse uma câmera pra gravar aquele momento, teria ganho o prêmio de melhor filme pornô caseiro. Os peitos dela balançando, quase batendo no queixo do rosto por causa das metidas fortes do meu pau. A bunda dela completamente disponível, vermelha de tantas batidas e tapas que dei nela naquela noite, a buceta dela encharcada dos seus fluidos e os lábios vaginais envolvendo meu pauzão. Sem dúvida era uma imagem imperdível.
Que corpo, que buceta, que bunda, que mulher que eu estava comendo. Não se compara com nenhuma outra mina com quem eu já tinha ficado.
Era uma delícia meter numa buceta madura, apertada como a de uma adolescente e sedenta por pau. Acho que a posição favorita, independente de ser homem ou mulher, é a que estávamos, eu e minha formada. Porque pro homem é fácil meter à vontade, controlando o ritmo da foda pelos quadris da mulher. E aumenta o ego, porque ele se sente dominando a situação.
Por outro lado, todas as mulheres gostam de ser submissas, mesmo que neguem, no fundo adoram ser dominadas. E minha formada era daquelas mulheres que gostava de ser dominada, submissa às minhas investidas fortes. Ela curtia cada centímetro do meu pau dentro da sua vagina.
-
Que buceta gulosa que Tem licenciada. Sua buceta já se adaptou muito bem ao meu pau e está engolindo ele por completo. - Aaaaaaaaah! Aaaaah.. o que você diiiz aaaaah!! - Que eu adoro foder ela, licenciada - A mim aaaaaah!! Eu adoro aaaaah! Que você aah!!! Me foda!!!! Seu corpo não aguentava mais, estremecia, se contorcia, fazia movimentos que gritavam excitação. - Oh! Deus! oh deus!!! Me fodeeeeeeeeeeeeeeeee!! - Mmmm siiii licenciadaaa!!!!! Tomaaa!!!! tomaaaaa!!! Nós fomos para o chão continuar fodendo. Com meu pau na sua buceta, eu dava socadas e isso ela adorava. Na posição de missionário com as pernas bem abertas continuei metendo nela - Licenciaaadaaaa quero gozaaar de novo na sua buceta!!! - Aaaaaah! Aaaaaah!!!!! - Eu vou gozar dentro de você!!! - Aaaaaaaaaaaah!!!! Sim amoooor me dá seu leiteeeee, quero sentir ele dentro!!!! - Vou encher sua buceta com meu leiteeeee!!! - Siiiiii papiiiiiiiiiiiiii me dáaaaa que eu vou gozar também!!!! - Aaaaaaaaaah! Tomaaaaaaa peeeeerrrrraaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaa!!!!!!!! - Aaaaaaah!!!!! Que delíciaaaa meu amor ummmmm aaaaah!!! A ideia de deixá-la grávida me excitava, e agora com a permissão dela, gozei com gosto. Tirei meu pau da sua vagina e observei como o sêmen saía da sua buceta, escorria até seu cu e caía no carpete. Ela ainda estava com as contrações do seu orgasmo. Sua mão esquerda foi até sua buceta, aí ela sentiu a mistura dos seus fluidos vaginais com meu sêmen, tocou seu clitóris e com seu dedo indicador fez círculos em volta dele. Enfiou seu dedo no buraco da sua vagina, queria saber o quanto eu tinha gozado dentro dela - Você encheu minha buceta completamente. Continuou percorrendo sua vagina com o dedo, fios de sêmen ela observava como ficavam impregnados na sua mão. Em seguida, levou a mão até a boca e fechando os olhos, enfiou um dedo… Dois dedos, os que estavam mais quantidade do meu sêmen. Ela chupou como se fosse um doce, deixou eles limpos, brilhando. Meu pau ainda estava duro, um pouco mole, mas não o suficiente para penetrar ela de novo. Foi o que fiz, arrancando um gemido e fazendo seu corpo se curvar. Senti o calor do seu interior e a umidade de toda a mistura de prazer da noite. Tirei meu pau, que estava todo encharcado dos seus fluidos e do meu sêmen. Depois, me dirigi até sua boca e ela entendeu perfeitamente o que eu queria. Sem hesitar, nem pensar duas vezes, abriu a boca, esperando meu pau entrar. Ela chupou com força, como se quisesse tirar até a última gota de sêmen que restava dentro de mim. Meu pau estava ficando mole, o que facilitou para ela enfiar tudo sem engasgar. Peguei minhas bolas e, uma a uma, fui colocando na boca dela, era uma imagem engraçada e excitante ao mesmo tempo. Na boca dela cabia todo o meu sexo, sentia como a língua dela brincava com minhas bolas e meu pau dentro da sua boca.
- Você tem umas ideias muito interessantes, me excita tudo o que você faz.
- E isso não é tudo, doutora, agora você vai ver o que é bom…
Fui até meu quarto buscar um frasco de lubrificante. Já tinha fodido sua boca, aberto a buceta dela e gozado dentro duas vezes. Era a hora do cu dela ser meu, pela primeira vez ela ia ter um pau dentro do seu cu virgem, e eu seria quem ia destruir ele.
- Olha, doutora, o que eu trouxe para sua satisfação.
- O que é isso?
- É um lubrificante, doutora, para não doer tanto.
- Mas da minha vagina correm rios de fluidos, não acho que precise de lubrificante extra.
- Você não entendeu, doutora. O lubrificante não é para sua vagina.
- Não? Então para que é?
- Para seu cu! (plast!) dei uma palmada na sua bunda, seguida de um aperto bestial no seu rabo enquanto a beijava apaixonadamente.
- Ei, espera! Eu sou Virgem por aí. Ela se afastou de mim, os olhos exaltados, em parte com medo por ser virgem de bunda e imaginar como seria doloroso com o meu cacete quebrando o esfínter anal dela.

- Justamente por isso, doutora. Já que não fui eu que tirei a virgindade da sua buceta, agora é a vez do seu cu.
- Não, vai doer muito.
- Por isso trouxe esse lubrificante, doutora. Juro que não vai doer tanto e você ainda vai acabar gostando.
- Não sei...
- Vai negar que não gostaria da ideia de ter meu pau dentro do seu cu, abrindo caminho nas suas entranhas, com seu ânus apertando esse pedaço de carne que já te fez gozar tanto?

Peguei a mão dela e guiei até meu pau. Ela agarrou com força, incluindo minhas bolas.

- Não sei. Gosto do seu pau, fico louca quando você me faz sua mulher... mas ele entrar no meu esfínter apertado e virgem me assusta.

Virei ela de costas, deixando a bunda colada em mim. Movendo-me em círculos, posicionei meu pênis na linha média das duas nádegas dela.

- Doutora, veja como seu cu deseja ter meu pau apertado.
- Mmmm! Você me faz perder a cabeça quando brinca assim.
- Pense, doutora. Se não fizer isso hoje, nunca mais na vida terá uma aventura assim. Seu marido acho que é incapaz de pedir seu cu, e você ficará com a curiosidade de saber como é aproveitar um bom sexo.
- Ai! Você me faz fazer loucuras com você. Tá bom, aceito. Mas se doer muito, você tira e a gente para. Tá bem?
- Claro que sim, doutora, o que você mandar.

Claro que não estava nos meus planos deixá-la ir com o cu virgem. Nem pensar. Dito isso, fui até a bancada da cozinha preparar um drink bem forte. Apesar do lubrificante extra, a melhor forma dela aguentar é com o corpo meio amortecido, e esse efeito poderia ser com maconha ou álcool. Como não tinha "erva", optei pelo álcool. Além disso, não acho que minha doutora use esse tipo de drogas e poderia estragar o plano. -
Por favor, doutora, tome um drink cortesia da casa e em agradecimento por tanto prazer. -
Não, muito obrigada, não quero acordar com dor de cabeça -
Não se preocupe, doutora, é só um drink que não vai causar nenhum incômodo. Pelo contrário, vai ajudar você a relaxar para o que está por vir -
Mmmm… está bem, vou tomar este drink. -
Isso, doutora, assim você vai sentir menos dor e mais prazer quando meu pau entrar no seu cu. -
Tá bom, se é para não sentir dor, vou tomar. Fiz outro drink, fingindo que era para mim; mas, na verdade, era para ela. Planejava dar a ela mais tarde, quando o primeiro drink fizesse algum efeito no corpo dela. Com a taça na mão, segurei-a pela cintura, aproximei-a e dei um beijo. Em seguida, minha mão foi até sua bunda, dei duas palmadinhas e a convidei para voltar ao meu quarto. -
Posso ir ao banheiro? -
Claro, doutora, à vontade, vá em frente. Percebi que, ao me dizer isso, suas bochechas ficaram coradas, com um tom de vergonha. Ela era uma mulher muito limpinha, soube disso por sua pele macia e por sua bucetinha bem cuidada. Então imaginei que ela queria se limpar do gozo que tinha escorrido por toda a sua virilha. Não demorou muito e, quando saiu, novamente um sorriso se desenhou em seus lábios. Caminhando de forma sexy, como ela fazia, foi até a cama, mal chegou e se deitou, ficando de quatro. Da minha posição, podia ver perfeitamente aqueles dois buracos, um bem fechado e o outro bem aberto. Um deles já era meu e o outro seria muito em breve. Deixei a taça do drink na mesinha de cabeceira e me joguei como um lobo sobre sua presa. O que eu tinha imaginado: ela tinha lavado toda a parte de baixo, removido o gozo e o resto dos fluidos. Assim, podia novamente aproveitar sua buceta e suas pernas sem nenhum nojo. Comecei a passar minha língua pelo risquinho da sua buceta que ficava marcado nessa posição. Ela, ao notar minha língua, imediatamente... Agarro com força os lençóis da minha cama. Mordia delicadamente a pele das suas pernas, e voltava para sua buceta, tentava enfiar minha língua dentro, mas ela não era tão dura quanto meu pau para vencer a resistência daquela posição. Pouco a pouco fui subindo até a entrada do seu cu, aquele buraco inexplorado por qualquer outro. Quando cheguei, apontei a ponta da língua e fiz uma leve pressão. Notei como imediatamente ele se contraiu…
— Calma, doutora, relaxe
Ela relaxou o esfíncter novamente, enquanto eu me aproximava com dois dedos da entrada de sua buceta. De um só movimento enfiei meus dedos, e oh, surpresa! Já não estava tão apertado como no começo, estava tão dilatado que precisei introduzir um terceiro dedo para preencher o diâmetro que meu pau havia deixado.
Com o terceiro dedo dentro, ela começou a apertar com as paredes vaginais. Comecei a masturbá-la, com uma suave entrada e saída, ao mesmo tempo em que minha língua brincava com a entrada do seu cu.
— Gah, estou me molhando de novo
— Não se preocupe, doutora, dedique-se a aproveitar este momento
Parei de masturbá-la para pegar o frasco de lubrificante.
— Bom, doutora, chegou a hora de ir dilatando esse bum
— Faz devagar, por favor. Não quero que doa.
— Claro, doutora, vou com cuidado.
Derramei algumas gotas de lubrificante bem no orifício do seu cu. Introduzi novamente meus dedos na buceta dela e, com o dedo mindinho da outra mão, comecei a estimular aquele esfíncter anal. Fiz alguns círculos, sentindo a resistência que ela colocava, e depois de alguns segundos assim, consegui introduzir meu dedo na intimidade do seu ânus.
— Mmmm!...
Apenas um gemido escapou de sua boca. Realmente, seu cu era virgem; era o mais virgem de todos os bundinhas virgens. Apertava muito, e isso que só meu dedo mindinho estava dentro, não imaginava como me apertaria quando meu pau partisse aquele orifício. Meu dedo entrava e saía de sua caralho, enquanto meus outros dedos faziam o mesmo na sua buceta. Alternava esses movimentos até que no final eu já não sentia resistência no seu cu. Tirei meu dedo e não notei muita diferença, então decidi introduzir o dedo do meio, que era mais grosso que o mindinho.
-          Ai! Ela ficou um pouco desconfortável, mas não disse para parar. Meu pau estava recuperando o tamanho; então me deitei na cama e disse para fazermos um 69. Ela, com todo o prazer do mundo, subiu em cima de mim e começou a fazer seu trabalho, passando a língua desde minhas bolas, base do meu pau até chegar na cabeça. Da minha parte, a posição não era para fazer sexo oral, mas para continuar dilatando aquele cu enquanto eu recebia a melhor chupada.
Ficamos assim um bom tempo, alternando os dedos no seu cu. Quando já tinha passado um a um dos meus cinco dedos pelo seu ânus, não sentia mais tanta resistência, então o próximo passo era tentar dilatar com dois dedos. Peguei mais lubrificante e com meus dois dedos do meio, os introduzi, fazendo com que ela gritasse um pouco. Com cuidado, enfiei mais e mais até que os dois ficaram dentro. A pressão do seu esfíncter era muito forte, apertava completamente meus dedos. Já queria enfiar meu pau, não aguentava mais esse desejo, mas sabia que se fizesse sem antes dilatar um pouco, doeria demais nela. Foi difícil ela se adaptar aos meus dois dedos dentro, mas com o tempo e o vai e vem, seu ânus já estava mais dilatado.
-          Licenciada, é hora do meu pau começar a abrir caminho pelo seu cu. Já está pronto para ser fodido.
-          Não, não acho que vou aguentar. Seus dois dedos dentro me fizeram doer muito, e foi difícil me adaptar, não acho que vou dar conta do seu pauzão
-          Vou fazer devagar, confie em mim.
-          Tá bom, vou confiar em você. Afinal, você só me fez sentir prazer até agora.
-          Ok, licenciada, fique de quatro de novo, que eu quero foder ela agora!
Coloquei meu pau na entrada daquele cuzão que ela tinha e…gostosa

milf

3 comentários - Minha ex-professora safada

Mucho morbo y calentura,esperando lo que sigue.Van10 y saludos !!!!!!!!!!!!!!!!!!!

milf
Muy buen relato y como se entrega la prifesroa