
Meu telefone tocou e vi que era a Alexa. "Oi, gostosa, tava pensando em você", falei sorrindo. "Onde cê tá? Ainda na sala?", ela gritou, porque o barulho onde ela estava era forte o suficiente pra ouvir a linha. "É, sua mãe e seu irmão foram embora." "Fica aí." Quando minha priminha chegou, sentou do meu lado e roçou suavemente a perna na minha coxa. Vi um brilho nos olhos dela, que dizia que ela tava feliz de estar aqui comigo. Acariciando de leve minha coxa e meu ombro. "Vamos pro teu quarto pra sobremesa", ela disse com um sorriso safado. "Tô com fome." "Deus, preciso ver e sentir teu pau de novo, priminho", ela gemeu, agarrando minha camisa e me ajudando a tirá-la. Deitamos juntos e nos inclinamos, nos beijando devagar no começo, mas depois com paixão. "Queria estar com você o tempo todo." "Bom, ninguém mais tá aqui agora. Somos só nós dois", sussurrei. Me inclinei mais perto e lentamente desabotoei o vestido dela até a barriga, expondo o sutiã de renda. Comecei a beijar os peitos dela através da renda, prestando atenção nos bicos endurecidos. "Ah, Deus, isso é delicioso, não para, por favor. Chupa meus bicos!" Não tinha intenção de parar, então me movi devagar pra tirar o sutiã dela, liberando os peitos lindos dela e depois chupei suavemente um bico na minha boca. Tava tão duro, tipo um doce cozido, e rolei ele devagar entre minha língua e meus dentes. O corpo da Alexa se contorcia no ritmo da minha chupada, e ela massageava furiosamente a teta livre.

Ah, porra, ah, porra, ah, porra", ela gemeu. Agora eu afastei a mão dela e peguei o seio livre dela, rolando devagar o outro mamilo enquanto sugava mais do peito dela na minha boca. Eu precisava provar ela, beijei a barriga dela e desabotoei o resto do vestido. Ela ergueu os quadris e ele sumiu. Agora eu estava de frente pra uma calcinha fio dental de renda e beijei ela suavemente. Ela agarrou minha cabeça e me puxou pra mais perto. "O priminho vai me comer agora, preciso da sua língua dentro de mim." Tirei a calcinha dela e respirei fundo. Tava quente e molhada, e eu precisava chupar. "Deus, você tem um gosto delicioso", falei, enquanto me aproximava e dava um beijo leve no topo da montinha dela, depois separava delicadamente os lábios dela e lambia desde o cu até o clitóris.

Ah, porra, porra", ela gemeu enquanto eu enfiava minha língua na sua bucetinha apertada. Tava quente e molhada, e eu queria mais. Trabalhei na buceta e no clitóris dela até ela gozar, poderosa e vocalmente. "AI MEU DEUS, não para, tô gooozando!" O orgasmo dela pareceu durar um minuto ou mais até que ela caiu, com olhos vidrados e um sorrisão. "Primo", ela fez uma pausa pra respirar, "Isso foi incrível. Achei que você ia arrancar meu clitóris do corpo. Foi tão intenso que quase desmaiei." "De nada, gata, feliz em servir", eu ri. Ela me deu um tapa de leve e riu. A gente se beijou, e ela lambeu um pouco do próprio mel da minha barba, depois desceu pelo meu peito, dando atenção aos meus mamilos, me fazendo gemer. Meus mamilos sempre foram sensíveis, e eu adoro a sensação de ser lambido e chupado. A mão dela continuou descendo pela minha barriga até minha calça, tirando meu cinto devagar e abrindo o zíper. Ela enfiou a mão e puxou meu pau, meio duro e pronto pra muito mais.

MEU DEUS, teu pau é uma beleza". Ela desceu e soprou suavemente seu hálito quente na ponta da minha cabeça pulsante. Ele se retorceu em resposta. Agora ela tinha uma mão enrolada no meu eixo e estava me puxando devagar, deixando meu prepúcio cobrir e se retrair sobre a cabeça roxa inchada. Me senti melhor do que há muito tempo e queria que nunca acabasse. O ritmo dela acelerou e então senti seus lábios formarem um "O" em volta da cabeça e ela começou a chupar ele pra dentro da boca. Minha priminha sabia exatamente o que fazer e como controlar uma vara de carne pulsante.

Ah, caralho, você é boa, já treinou" eu grunhi. Ela só chupou mais fundo na boca dela até ter quase metade da minha rola na garganta. Ela continuou balançando pra cima e pra baixo no meu pau, enquanto também esfregava devagar meus mamilos com a mão livre.

Alexa agora conseguiu enfiar a maior parte da minha pica na garganta dela e acelerou o ritmo, o que significava que eu já sentia aquele conhecido fervor nas minhas bolas. "Vou gozar", e um minuto depois, jorrei uma série de tiros na garganta ansiosa dela. Ela diminuiu o ritmo e depois limpou minha pica suavemente, antes de se deitar ao meu lado.


Nós dois suamos e respirávamos como se tivéssemos corrido voltas no quarteirão. Eu beijei ela, saboreando meu gozo salgado na língua dela, e depois coloquei ela por cima de mim, apertando os peitos dela contra o meu peito. Minha priminha percebeu que se inclinou pra trás, pegou meu pau meio duro e lentamente enfiou na buceta dela que esperava. "AI MEU DEUS, você vai me partir ao meio e ainda não tá completamente duro", ela gemeu enquanto descia. Ela estava tão apertada que só consegui deslizar até a metade, mesmo ela escorrendo muito melado. Devagar ela subia e descia, a sensação maravilhosa me levou de volta à dureza total. "Porra, porra, você é grande demais". Alexa foi se abrindo caminho devagar até eu sentir meu pau pressionando o colo do útero dela. "Tô tão cheia, você tá pressionando minha buceta", ela gemeu e começou a subir e descer lentamente. "AH, vou gozar de novo" e o corpo dela tremeu. Eu podia sentir a buceta dela apertando meu pau quase sem parar. Quando o orgasmo dela diminuiu, ela começou a montar meu pau de novo, dessa vez com mais gosto. Meu pau agora batia na buceta dela a cada movimento, e então ela se abriu e afundou até o talo. Alexa gritou e congelou contra meu peito. Não sabia se era dor ou prazer ou os dois. "Tá bem?" sussurrei no ouvido dela. "Porra, não consigo me mexer, é incrível! Parece que você tá quase no meu estômago." Ela começou a girar os quadris devagar, garantindo que meu pau ficasse dentro da buceta dela. A velocidade aumentou e o clitóris dela esfregou em mim, levando ela ao limite de novo. O corpo dela tremeu outra vez e ela chupou meu pau, fazendo eu gozar e jogando ela de novo. Nós desabamos um no outro, nos beijando e nos tocando, até ela se levantar, deixando meu pau livre com um estalo molhado. Estávamos encharcados com o gozo e o suor um do outro, e o cheiro doce de sexo flutuava no ar. "Ai, meu Deus, eu te amo", ela disse. Você me satisfaz em muitos níveis, especialmente no sexual", respondi. Peguei ela no colo, fui pro banheiro principal e abri o chuveiro. Tomamos banho juntos, nos lavando de forma suave e apaixonada. Ela pegou no meu pau e me deixou duro de novo. Colocou ele entre as pernas dela e, de costas pra mim, conectou lentamente a buceta dela no meu pau. Segurei o peito dela e massageei o mamilo. Alexa se inclinou pra frente, e meu pau deslizou pela fresta da bunda dela, empurrando contra o cuzinho enrugado. Ela parou de se mexer e se afastou um pouco de mim. "Não, priminho, não tô pronta pra isso. Talvez outra hora", e com uma mão livre guiou meu pau de volta pra buceta molhada e úmida dela. Afundei com pouca resistência e puxei ela contra mim, esfregando o clitóris dela entre dois dedos. "Não para, fode minha bucetinha e me enche de novo com teu leite", ela gritou. Sendo o cavalheiro, obedeci e fodi ela com força até gozarmos juntos. Nos secamos e vestimos antes de voltar pra casa dela. Estávamos bem e verdadeiramente satisfeitos e exaustos, e minhas bolas estavam totalmente drenadas. "Priminho, você me faz sentir tão amada. Quero ficar com você pra sempre." "Eu também adoro ficar com você, mas não sei até onde isso pode ir. Precisamos conversar.
2 comentários - Minha priminha Alexa gozou