Faz um tempo que eu publiquei um post contando como acabei transando com uma amiga que foi traída. E então... não faz muito tempo, algo parecido aconteceu de novo com outra amiga, e quero compartilhar.
O nome dela é Viridiana, mas eu chamo carinhosamente de Viry. Ela entrou como funcionária temporária no trabalho, na área onde eu estava. Eu tive que dar um pequeno treinamento pra ela, e isso ajudou a conhecê-la e me dar super bem com ela. Ela tinha uma filha, acho que hoje tem 5 anos, tem quase a minha idade (25), e na época estava, acho, casada ou amigada com o que era o parceiro dela. Depois que ela conseguiu a contratação 100% pela empresa, com o tempo viramos grandes amigos. Sempre saíamos pra comer juntos, esperávamos um pelo outro pra pegar o transporte depois do trabalho, e também rolava um flerte de brincadeira, além de falarmos abertamente sobre sexo sem nenhuma vergonha. Ela é uma mulher muito gostosa, principalmente por causa dos lábios um pouco grossos que me faziam fantasiar como seria um boquete dela, mas eu não queria nada além com ela, só uma amizade mesmo.
No entanto, um dia comecei a notar ela meio distante, não só comigo, mas também com os outros colegas. Percebia que ela podia estar com algum problema, mas não quis me meter nos assuntos dela e, sempre que podia, dava uma força pra ela com o que quer que estivesse incomodando.
Depois de algumas semanas, num dos meus dias de folga, enquanto caminhava pra pegar meu transporte, notei uma pessoa sentada num parquinho, mas não dei importância. Mas, como num golpe do destino, percebi que era minha amiga Viry, que estava chorando. Quando nos vimos, a gente se cumprimentou e conversou um pouco. Ela me contou que há um tempo desconfiava que o parceiro dela estava traindo, mas não conseguia provar até aquele dia, quando recebeu uma mensagem anônima com prints de conversas dele com outras mulheres, e até fotos onde ele aparecia. sexo com outras, os dois brigaram e cada um foi pro seu lado
Não conseguia achar palavras pra descrever a situação dela, só soltava xingamentos pro agora ex-parceiro dela e mostrava empatia pelo problema dela. O que ela me dizia era que ia tentar falar com um conhecido pra poder ficar aquela noite, porque não queria voltar e dar de cara com ele de novo. Diante disso, ofereci pra ela ficar na minha casa aquela noite, sem problema nenhum. No começo ela recusou, dizendo que não queria me envolver, mas depois de convencer, ela acabou aceitando.
Já em casa, ela falava no telefone sobre o que aconteceu com um familiar, pelo que entendi, enquanto eu preparava algo pra jantar e deixar o clima mais tranquilo. Viry, um pouco mais calma na sala, me contou que já tinha planos de ir buscar as coisas dela e depois ficar na casa dos pais; mas precisava esperar eles voltarem da viagem, porque tinham levado a filha dela junto. Então ela me pediu, com toda a vergonha do mundo, pra ficar uns dias na minha casa, e bom... como o "bom amigo que sou", aceitei o pedido sem problemas.
Não vou negar que curti muito ter ela em casa, principalmente o fato de ela se mostrar de cabeça erguida apesar da decepção. Além disso, ela agia de um jeito meio meloso e carinhoso comigo, me abraçando, até subindo em cima de mim enquanto a gente conversava. Sim, eu sei, meio estranho, mas não tanto quanto vê-la de lingerie em certas ocasiões, sem nenhuma vergonha de ser vista assim.
Quase mais de uma semana foi o que ela ficou comigo, e não pensem que não tive vontade de fazer algo a mais com ela; quer dizer... aqueles lábios que ela tem me faziam fantasiar como seria um boquete dela.
No último dia, Viry me falou que logo ia embora pra casa dos pais, que já estavam voltando da viagem com a filha dela, e que uma amiga passaria pra buscá-la cedo. Então, já de noite, depois de chegar do trabalho, ajudei ela a arrumar as coisas que tinha trazido e preparei uma última janta como... despedida. Já quando eu tava me preparando pra dormir, minha amiga bate na porta pra entrar e eu vejo ela só com uma blusa larga de alças meio comprida, mas dava pra notar que na parte de baixo dava pra ver umas calcinhas rosa do tipo fio dental que mal se escondiam, como se ela não ligasse que eu visse (como sempre). Não lembro do pretexto que ela falou, só me interessou quando disse que queria dormir comigo, e quase terminando a frase eu rapidamente falei que sim, por um instante passou pela minha cabeça a ideia de já transar com ela, mas nada a ver, a gente se aconchegou e rapidamente dormimos, mas não por muito tempo.
No meio da noite, sinto como se tivessem abaixando um pouco a calça do meu pijama, mas não dei importância no começo, até que começo a sentir meu pau molhado e como se estivessem puxando ele, dando a sensação de que realmente estavam me fazendo sexo oral, o som da chupada e o calor da boca me faziam tremer. Tentei no escuro acender uma das luminárias que estavam do meu lado, queria ver em detalhes como ela devorava meu pau. Quando iluminou um pouco o quarto, pude ver a Viry (senão quem mais) chupando com satisfação de olhos fechados, os olhos dela se fixaram por um instante nos meus, me dando um sorriso safado sem parar de comer meu pau como se fosse um pirulito do sabor favorito dela. Não falei uma palavra sequer, nem um "Por quê?" Só me deixei levar pelo momento, acariciando o cabelo dela e tentando ir mais fundo na boca dela, soltando uns gemidinhos pra mostrar que tava gostando.
Tava chegando no meu limite e ela parecia saber, rápida e meio bruta puxava meu pau colocando a cabeça na língua dela, dando a entender que queria provar meu sêmen, e dito e feito, gozei; embora tenha sentido que nessa primeira carga não jorrei muito, deu pra sujar a boca dela e parte do rosto, e depois ela lambeu os lábios e limpou meu pau, ouvindo como ela saboreava o gosto da minha porra.
Pouco tempo depois, uma assim que meu pau tava limpo e ainda duro pra continuar, ela se levanta na cama e com um movimento sensual ela tira primeiro a calcinha dela mostrando uma pussy molhada, rosa e meio carnuda, gotejando levemente. Em seguida, a blusa que ela tava também tirava devagar, mostrando uns peitos firmes, um pouco grandes, com uns biquinhos durinhos e cor de avelã. Mostrando o corpo nu, se acariciando sensual, ela desce devagar até ficar na posição de montaria pra me dar um beijo quase de língua; ela dava uns pequenos movimentos, roçando meu pau com a pélvis, quase tocando a pussy dela, então já era hora. Procurando na gaveta do lado, peguei um preservativo, mas ela pegou e jogou em algum canto do quarto semi-iluminado. Minha reação foi de surpresa e, num tom baixo, perguntei: "Tem certeza?" Ela, por sua vez, só me beijou do mesmo jeito. Logo ela se posiciona, movendo meu pau na direção da pussy dela, e aos poucos ela desce o corpo fazendo ele entrar, sentindo o quente e molhado que tava a pussy dela, me deixando mais tarado. Notei como o corpo dela tremia, soltando um gemido como se já tivesse gozado. "Me desculpa, não me sinto mulher desde que minha filha nasceu, me dá um segundo."
Achei meio estranho, porque das vezes que a gente conversava sobre sexo, ela comentava que transava sim, embora não fosse tão frequente. Mas tudo bem, não ia falar nada, só importava agora aproveitar o momento.
"Me faz esquecer."
Com essas palavras, Viry se movia devagar pra frente e pra trás, mordendo os lábios e gemendo docemente. Eu podia sentir meu pau se movendo dentro dela, sentindo cada cantinho da pussy dela, e minhas mãos percorriam desde os quadris dela até os peitos, acariciando e beliscando de leve os biquinhos duros. Depois de um tempo, os movimentos dela ficaram mais rápidos, dando pequenas sentadas no meu pau, deixando a penetração mais gostosa. tentava acompanhar o ritmo dela, mexendo meus quadris pra que ela não fizesse tudo sozinha.
Depois de um tempo na mesma posição, consegui colocar minhas mãos nas costas dela, puxando ela pra perto de mim, abraçando ela com força, girando meu corpo pra ficar por cima dela, na posição de missionário, e ao mesmo tempo consegui tirar a parte de baixo da minha pijama pra entrar nela de novo e foder ela com mais conforto, abrindo o máximo que dava as pernas dela; minhas estocadas eram meio brutas, fazendo um barulho de batida entre a pélvis dela e a minha. Ela me prendia com as pernas, enrolando elas no meu corpo, me segurando, mas eu continuei com meus movimentos, dessa vez mais rápidos e mais fundos, fazendo ela gozar.
Tava quase gozando, tava muito cachorro, mas queria aproveitar mais, então parei um instante, saí da buceta dela, falei no ouvido dela que queria um 69, e ela topou de boa, isso me dava uma chance de relaxar e minha mente ia focar no gosto da buceta dela... E sim, a pussy dela exalava um calor gostoso e os sucos tinham um sabor delicioso. Mesmo as chupadas dela sendo yummy, ainda consegui arrumar tempo pra foder a Viry de novo.
Já era um pouco mais de madrugada e a gente ainda tava fodendo, eu tinha gozado 3 vezes, uma vez deixei gozar dentro dela, enquanto ela só teve um orgasmo, mas mesmo assim a gente experimentou de tudo um pouco, mas enquanto eu tava metendo de quatro e puxando levemente o cabelo dela, me fez lembrar daquela vez que passei pela mesma situação com outra amiga.
"Assim... Me dá mais tasty... Dá pra essa garota a cock que ela merece... Sou sua, me dá tasty... Etc"
Acho que consegui fazer ela esquecer. Só os gemidos dela e as palavras de excitação ecoavam no meu quarto, as palmadas e o movimento da cama batendo na parede. Minha parte tava bem contente, só pelo fato de ter comido ela.
Já tava no meu limite e sabia que seria a última gozada, na posição de quatro que eu tava com ela, tirei devagar meu pau pra deitar ela de barriga pra cima, rapidamente subi em cima dela, posicionando meu pau na boca dela; Viry sem eu falar nada, abriu a boca, então comecei a me mexer onde literalmente tava fodendo ela pela boca, ela pra não ficar atrás se dedava tentando também fazer a boca acompanhar meus movimentos. Não durou mais de 6 minutos e joguei minha última carga de porra na boca dela ouvindo como ela se engasgava com minha gozada, além de sentir o corpo dela tremer pra caralho dando a entender que chegou ao orgasmo junto com um jato saindo da buceta dela.
Tirei meu pau da boca dela pra cair exausto do lado dela, observava como ela continuava se esfregando e com os dedos saboreando os poucos restos de porra que ficaram nas bochechas dela ofegando igual o cansaço e a excitação, embora ela se aninhou comigo e rapidamente dormimos.
Já de manhã, acordamos nos olhando nos olhos, foi momentâneo, pra entrar no banho juntos e tomar café, não tocamos muito no assunto do sexo, só que ela me disse que agradecia por eu ter cuidado dela esses dias, e também por novamente fazer ela se sentir mulher e amada... bom pra isso que servem os amigos, não é?
Bom, depois disso tudo, nos trocamos e ajudei a preparar as coisas dela pra quando a amiga chegasse ela fosse embora rápido, além disso ela tava com saudade da filha.
Esperamos um bom tempo na sala sentados num dos sofás, conversando sobre tudo um pouco ouvindo música. Viry recebe uma ligação da amiga dizendo que chegaria em 20 minutos, ao desligar ela vem na minha direção sentando em mim, enquanto me abraçava.
"E se enquanto ela não chega, você me dá um presente de despedida?"
Obviamente não vinha nada mal essa ideia, uma rapidinha como despedida, demos um beijo apaixonado onde nossas línguas se chocavam uma na outra, depois ela beija meu Pescoço me dando uns chupões leves enquanto eu massageava as bundas dela por cima da saia branca comprida; descendo mais, ela se afasta de mim e se ajoelha no chão enquanto desabotoava minha calça pra que, assim que eu tirasse meu pau, ela começasse a chupar ele. Eu relaxei vendo como ela saboreava meu pau de novo, colocando minha mão na cabeça dela pra que ela descesse mais na hora de chupar. Quando meu pau já tava completamente duro, ela se ajoelha num dos sofás, olhando como ela tirava a calcinha e empinava a bunda o máximo possível, se abrindo pra mostrar a buceta dela de novo molhada. Peguei na cintura dela e, de uma só vez, enfiei meu pau na buceta dela; minhas estocadas não demoraram a vir e os gemidos dela aumentavam minha libido, mesmo com o tempo contado, fiz o possível pra que essa rapidinha fosse gostosa.
Não aguentei mais e gozei fora, espalhando todo meu leite na bunda dela, na buceta e em parte da saia. A gente se levantou e ela, surpreendentemente, tirou a calcinha e me deu de presente, como uma lembrança, segundo ela, pra gente continuar em contato. Aceitei meio estranhado, mas agradecido.
O carro da amiga dela tinha chegado, então ajudei a levar as coisas dela pro carro, não sem antes pedir pra tirar uma foto dela, com a desculpa de que gostava da combinação de roupa. Ela aceitou e eu tirei rapidinho no celular. No final, antes dela entrar no carro, me deu um último beijo. Me despedi dizendo que, de qualquer forma, se precisasse de algo, era só avisar, que eu ajudaria no que pudesse.
Vi o carro dela ir embora, voltei pra pegar a calcinha dela e cheirar, na esperança de que um dia rolasse de novo transar com ela.





A foto que tirei antes dela ir embora e a calcinha dela

veja também a primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3190114/Arreglando-un-corazon-roto-caso-real-Fotos-soft.html
O nome dela é Viridiana, mas eu chamo carinhosamente de Viry. Ela entrou como funcionária temporária no trabalho, na área onde eu estava. Eu tive que dar um pequeno treinamento pra ela, e isso ajudou a conhecê-la e me dar super bem com ela. Ela tinha uma filha, acho que hoje tem 5 anos, tem quase a minha idade (25), e na época estava, acho, casada ou amigada com o que era o parceiro dela. Depois que ela conseguiu a contratação 100% pela empresa, com o tempo viramos grandes amigos. Sempre saíamos pra comer juntos, esperávamos um pelo outro pra pegar o transporte depois do trabalho, e também rolava um flerte de brincadeira, além de falarmos abertamente sobre sexo sem nenhuma vergonha. Ela é uma mulher muito gostosa, principalmente por causa dos lábios um pouco grossos que me faziam fantasiar como seria um boquete dela, mas eu não queria nada além com ela, só uma amizade mesmo.
No entanto, um dia comecei a notar ela meio distante, não só comigo, mas também com os outros colegas. Percebia que ela podia estar com algum problema, mas não quis me meter nos assuntos dela e, sempre que podia, dava uma força pra ela com o que quer que estivesse incomodando.
Depois de algumas semanas, num dos meus dias de folga, enquanto caminhava pra pegar meu transporte, notei uma pessoa sentada num parquinho, mas não dei importância. Mas, como num golpe do destino, percebi que era minha amiga Viry, que estava chorando. Quando nos vimos, a gente se cumprimentou e conversou um pouco. Ela me contou que há um tempo desconfiava que o parceiro dela estava traindo, mas não conseguia provar até aquele dia, quando recebeu uma mensagem anônima com prints de conversas dele com outras mulheres, e até fotos onde ele aparecia. sexo com outras, os dois brigaram e cada um foi pro seu lado
Não conseguia achar palavras pra descrever a situação dela, só soltava xingamentos pro agora ex-parceiro dela e mostrava empatia pelo problema dela. O que ela me dizia era que ia tentar falar com um conhecido pra poder ficar aquela noite, porque não queria voltar e dar de cara com ele de novo. Diante disso, ofereci pra ela ficar na minha casa aquela noite, sem problema nenhum. No começo ela recusou, dizendo que não queria me envolver, mas depois de convencer, ela acabou aceitando.
Já em casa, ela falava no telefone sobre o que aconteceu com um familiar, pelo que entendi, enquanto eu preparava algo pra jantar e deixar o clima mais tranquilo. Viry, um pouco mais calma na sala, me contou que já tinha planos de ir buscar as coisas dela e depois ficar na casa dos pais; mas precisava esperar eles voltarem da viagem, porque tinham levado a filha dela junto. Então ela me pediu, com toda a vergonha do mundo, pra ficar uns dias na minha casa, e bom... como o "bom amigo que sou", aceitei o pedido sem problemas.
Não vou negar que curti muito ter ela em casa, principalmente o fato de ela se mostrar de cabeça erguida apesar da decepção. Além disso, ela agia de um jeito meio meloso e carinhoso comigo, me abraçando, até subindo em cima de mim enquanto a gente conversava. Sim, eu sei, meio estranho, mas não tanto quanto vê-la de lingerie em certas ocasiões, sem nenhuma vergonha de ser vista assim.
Quase mais de uma semana foi o que ela ficou comigo, e não pensem que não tive vontade de fazer algo a mais com ela; quer dizer... aqueles lábios que ela tem me faziam fantasiar como seria um boquete dela.
No último dia, Viry me falou que logo ia embora pra casa dos pais, que já estavam voltando da viagem com a filha dela, e que uma amiga passaria pra buscá-la cedo. Então, já de noite, depois de chegar do trabalho, ajudei ela a arrumar as coisas que tinha trazido e preparei uma última janta como... despedida. Já quando eu tava me preparando pra dormir, minha amiga bate na porta pra entrar e eu vejo ela só com uma blusa larga de alças meio comprida, mas dava pra notar que na parte de baixo dava pra ver umas calcinhas rosa do tipo fio dental que mal se escondiam, como se ela não ligasse que eu visse (como sempre). Não lembro do pretexto que ela falou, só me interessou quando disse que queria dormir comigo, e quase terminando a frase eu rapidamente falei que sim, por um instante passou pela minha cabeça a ideia de já transar com ela, mas nada a ver, a gente se aconchegou e rapidamente dormimos, mas não por muito tempo.
No meio da noite, sinto como se tivessem abaixando um pouco a calça do meu pijama, mas não dei importância no começo, até que começo a sentir meu pau molhado e como se estivessem puxando ele, dando a sensação de que realmente estavam me fazendo sexo oral, o som da chupada e o calor da boca me faziam tremer. Tentei no escuro acender uma das luminárias que estavam do meu lado, queria ver em detalhes como ela devorava meu pau. Quando iluminou um pouco o quarto, pude ver a Viry (senão quem mais) chupando com satisfação de olhos fechados, os olhos dela se fixaram por um instante nos meus, me dando um sorriso safado sem parar de comer meu pau como se fosse um pirulito do sabor favorito dela. Não falei uma palavra sequer, nem um "Por quê?" Só me deixei levar pelo momento, acariciando o cabelo dela e tentando ir mais fundo na boca dela, soltando uns gemidinhos pra mostrar que tava gostando.
Tava chegando no meu limite e ela parecia saber, rápida e meio bruta puxava meu pau colocando a cabeça na língua dela, dando a entender que queria provar meu sêmen, e dito e feito, gozei; embora tenha sentido que nessa primeira carga não jorrei muito, deu pra sujar a boca dela e parte do rosto, e depois ela lambeu os lábios e limpou meu pau, ouvindo como ela saboreava o gosto da minha porra.
Pouco tempo depois, uma assim que meu pau tava limpo e ainda duro pra continuar, ela se levanta na cama e com um movimento sensual ela tira primeiro a calcinha dela mostrando uma pussy molhada, rosa e meio carnuda, gotejando levemente. Em seguida, a blusa que ela tava também tirava devagar, mostrando uns peitos firmes, um pouco grandes, com uns biquinhos durinhos e cor de avelã. Mostrando o corpo nu, se acariciando sensual, ela desce devagar até ficar na posição de montaria pra me dar um beijo quase de língua; ela dava uns pequenos movimentos, roçando meu pau com a pélvis, quase tocando a pussy dela, então já era hora. Procurando na gaveta do lado, peguei um preservativo, mas ela pegou e jogou em algum canto do quarto semi-iluminado. Minha reação foi de surpresa e, num tom baixo, perguntei: "Tem certeza?" Ela, por sua vez, só me beijou do mesmo jeito. Logo ela se posiciona, movendo meu pau na direção da pussy dela, e aos poucos ela desce o corpo fazendo ele entrar, sentindo o quente e molhado que tava a pussy dela, me deixando mais tarado. Notei como o corpo dela tremia, soltando um gemido como se já tivesse gozado. "Me desculpa, não me sinto mulher desde que minha filha nasceu, me dá um segundo."
Achei meio estranho, porque das vezes que a gente conversava sobre sexo, ela comentava que transava sim, embora não fosse tão frequente. Mas tudo bem, não ia falar nada, só importava agora aproveitar o momento.
"Me faz esquecer."
Com essas palavras, Viry se movia devagar pra frente e pra trás, mordendo os lábios e gemendo docemente. Eu podia sentir meu pau se movendo dentro dela, sentindo cada cantinho da pussy dela, e minhas mãos percorriam desde os quadris dela até os peitos, acariciando e beliscando de leve os biquinhos duros. Depois de um tempo, os movimentos dela ficaram mais rápidos, dando pequenas sentadas no meu pau, deixando a penetração mais gostosa. tentava acompanhar o ritmo dela, mexendo meus quadris pra que ela não fizesse tudo sozinha.
Depois de um tempo na mesma posição, consegui colocar minhas mãos nas costas dela, puxando ela pra perto de mim, abraçando ela com força, girando meu corpo pra ficar por cima dela, na posição de missionário, e ao mesmo tempo consegui tirar a parte de baixo da minha pijama pra entrar nela de novo e foder ela com mais conforto, abrindo o máximo que dava as pernas dela; minhas estocadas eram meio brutas, fazendo um barulho de batida entre a pélvis dela e a minha. Ela me prendia com as pernas, enrolando elas no meu corpo, me segurando, mas eu continuei com meus movimentos, dessa vez mais rápidos e mais fundos, fazendo ela gozar.
Tava quase gozando, tava muito cachorro, mas queria aproveitar mais, então parei um instante, saí da buceta dela, falei no ouvido dela que queria um 69, e ela topou de boa, isso me dava uma chance de relaxar e minha mente ia focar no gosto da buceta dela... E sim, a pussy dela exalava um calor gostoso e os sucos tinham um sabor delicioso. Mesmo as chupadas dela sendo yummy, ainda consegui arrumar tempo pra foder a Viry de novo.
Já era um pouco mais de madrugada e a gente ainda tava fodendo, eu tinha gozado 3 vezes, uma vez deixei gozar dentro dela, enquanto ela só teve um orgasmo, mas mesmo assim a gente experimentou de tudo um pouco, mas enquanto eu tava metendo de quatro e puxando levemente o cabelo dela, me fez lembrar daquela vez que passei pela mesma situação com outra amiga.
"Assim... Me dá mais tasty... Dá pra essa garota a cock que ela merece... Sou sua, me dá tasty... Etc"
Acho que consegui fazer ela esquecer. Só os gemidos dela e as palavras de excitação ecoavam no meu quarto, as palmadas e o movimento da cama batendo na parede. Minha parte tava bem contente, só pelo fato de ter comido ela.
Já tava no meu limite e sabia que seria a última gozada, na posição de quatro que eu tava com ela, tirei devagar meu pau pra deitar ela de barriga pra cima, rapidamente subi em cima dela, posicionando meu pau na boca dela; Viry sem eu falar nada, abriu a boca, então comecei a me mexer onde literalmente tava fodendo ela pela boca, ela pra não ficar atrás se dedava tentando também fazer a boca acompanhar meus movimentos. Não durou mais de 6 minutos e joguei minha última carga de porra na boca dela ouvindo como ela se engasgava com minha gozada, além de sentir o corpo dela tremer pra caralho dando a entender que chegou ao orgasmo junto com um jato saindo da buceta dela.
Tirei meu pau da boca dela pra cair exausto do lado dela, observava como ela continuava se esfregando e com os dedos saboreando os poucos restos de porra que ficaram nas bochechas dela ofegando igual o cansaço e a excitação, embora ela se aninhou comigo e rapidamente dormimos.
Já de manhã, acordamos nos olhando nos olhos, foi momentâneo, pra entrar no banho juntos e tomar café, não tocamos muito no assunto do sexo, só que ela me disse que agradecia por eu ter cuidado dela esses dias, e também por novamente fazer ela se sentir mulher e amada... bom pra isso que servem os amigos, não é?
Bom, depois disso tudo, nos trocamos e ajudei a preparar as coisas dela pra quando a amiga chegasse ela fosse embora rápido, além disso ela tava com saudade da filha.
Esperamos um bom tempo na sala sentados num dos sofás, conversando sobre tudo um pouco ouvindo música. Viry recebe uma ligação da amiga dizendo que chegaria em 20 minutos, ao desligar ela vem na minha direção sentando em mim, enquanto me abraçava.
"E se enquanto ela não chega, você me dá um presente de despedida?"
Obviamente não vinha nada mal essa ideia, uma rapidinha como despedida, demos um beijo apaixonado onde nossas línguas se chocavam uma na outra, depois ela beija meu Pescoço me dando uns chupões leves enquanto eu massageava as bundas dela por cima da saia branca comprida; descendo mais, ela se afasta de mim e se ajoelha no chão enquanto desabotoava minha calça pra que, assim que eu tirasse meu pau, ela começasse a chupar ele. Eu relaxei vendo como ela saboreava meu pau de novo, colocando minha mão na cabeça dela pra que ela descesse mais na hora de chupar. Quando meu pau já tava completamente duro, ela se ajoelha num dos sofás, olhando como ela tirava a calcinha e empinava a bunda o máximo possível, se abrindo pra mostrar a buceta dela de novo molhada. Peguei na cintura dela e, de uma só vez, enfiei meu pau na buceta dela; minhas estocadas não demoraram a vir e os gemidos dela aumentavam minha libido, mesmo com o tempo contado, fiz o possível pra que essa rapidinha fosse gostosa.
Não aguentei mais e gozei fora, espalhando todo meu leite na bunda dela, na buceta e em parte da saia. A gente se levantou e ela, surpreendentemente, tirou a calcinha e me deu de presente, como uma lembrança, segundo ela, pra gente continuar em contato. Aceitei meio estranhado, mas agradecido.
O carro da amiga dela tinha chegado, então ajudei a levar as coisas dela pro carro, não sem antes pedir pra tirar uma foto dela, com a desculpa de que gostava da combinação de roupa. Ela aceitou e eu tirei rapidinho no celular. No final, antes dela entrar no carro, me deu um último beijo. Me despedi dizendo que, de qualquer forma, se precisasse de algo, era só avisar, que eu ajudaria no que pudesse.
Vi o carro dela ir embora, voltei pra pegar a calcinha dela e cheirar, na esperança de que um dia rolasse de novo transar com ela.






A foto que tirei antes dela ir embora e a calcinha dela

veja também a primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3190114/Arreglando-un-corazon-roto-caso-real-Fotos-soft.html
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