Noches de verano (3a parte)

PAULA DEEP THROAT. Conheci a Paulita graças à minha tia. Ela ia pra uma aula de yoga, e um dia me disse "tem uma mina que vou te apresentar". Me passou o Facebook e começamos a conversar. Marcamos um dia, saímos pra dar uma volta e naquele mesmo dia já terminamos nos beijando em cima do carro, mas não rolou mais nada.

Continuamos saindo algumas vezes até que foi esfriando. Como das outras vezes, eu tava levando ela pra casa na zona norte. Antes de chegar, ela me manda virar uma quadra antes. Paramost numa rua escura e começamos a nos beijar. Enquanto me beijava, ela ia desabotoando minha calça.

Finalmente a coisa tava começando a ficar boa. Ela deixou meu pau totalmente duro à mostra enquanto continuava me beijando e me punhetando. Eu passava a mão nela, apertando forte a bunda dela. Pauli se afastou de mim, me olhou com uns olhos cheios de tesão que deixaram meu pau ainda mais duro, e começou a descer.

Ela enfiou a ponta do pau na boca, rodeando a cabeça com a língua. Depois, cuspiu no tronco enquanto espalhava toda a saliva com a mão. Respirou fundo e enfiou o pau inteiro até a garganta. Mas inteiro mesmo. Nunca tinham feito isso comigo.

O nariz da Paula batia na minha barriga. Ela tirava o pau até a metade e engolia tudo de novo. Eu tava no paraíso, jogado pra trás, admirando como ela fazia meu pau desaparecer na boca dela. Quando tava quase gozando, avisei que não ia aguentar muito mais.

Longe de parar, ela acelerou o ritmo até me fazer explodir inteiro dentro da boca dela... sem deixar cair uma gota sequer. Me deixou o pau limpinho. Mas ele ainda continuava duro. "Gostou?" ela perguntou, e eu nem conseguia falar. Depois disso, quis comer ela, mas ela não quis. Ela já tava satisfeita.

Eu, que sempre gostei de retribuir esses favores, queria fazer ela gozar. Mas ela continuava recusando. Até aí, ainda não tínhamos transado e eu já ia descobrir o porquê. Outro encontro, e agora sim, fomos pro motel.

Depois de um boquete espetacular igual ao anterior, eu queria minha vez. Comecei a chupar ela. um pouco, mas logo ela pediu pra eu parar e pegar ela. Eu continuava com a pica duríssima, então não hesitei em colocá-la de quatro e meter bem forte. Continuei comendo ela até que ela pediu pra eu gozar no rosto dela.

Ela foi se limpar e eu quis fazer ela gozar. Mas ela me parou e foi sincera: "Olha... eu adoro transar. Adoro dar o cu... mas sozinha eu consigo gozar. Não consigo gozar transando, nem com sexo oral. Só gozo se eu me tocar."

A verdade é que nunca tinha acontecido comigo (nem aconteceu até hoje) algo assim, mas respeitei e não insisti. Só perguntei se ela se importava de se tocar enquanto eu olhava e batia uma pra ela. Ela adorou a ideia, então se deitou de costas na cama com as pernas abertas e levou uma mão na buceta. Com a outra, ela se tocava nos peitos.

Eu me posicionei de lado pra não perder o espetáculo. As caras, os gemidos que ela dava, como o corpo dela se contorcia são imagens que até hoje eu lembro e fico de pau duro. Enquanto ela se masturbava, ela me olhava, e eu controlava a punheta pra não gozar ali mesmo.

Ela gozou com um grito de prazer enorme e, se arrastando até onde eu estava, meteu minha pica na boca e chupou até eu gozar, engolindo todo o leite de novo.

SABI. Depois de 15 anos, a gente se reencontrou com meus velhos colegas do ensino fundamental. Decidi então comemorar meu aniversário em Pueblo Ester, na casa de um dos caras, onde ficamos relembrando os dias em que íamos jogar na piscina ou futebol no quintal.

Naquele dia, pela primeira vez, foi a Sabi. A gente já tinha trocado várias mensagens, atualizando um pouco as novidades, mas eu ainda não tinha visto ela pessoalmente. Aquele dia foi. Nas fotos eu já tinha gostado dos olhos dela, mas quando vi ela de biquíni naquela tarde na piscina, fiquei louco. E ainda por cima ela não parava de me olhar e me procurar pra conversar.

Na volta, me ofereci pra levá-la de carro. Quando a deixei em casa, o beijo de despedida se prolongou tanto que acabamos com nossas línguas se pegando. dentro da minha boca. Desesperada, ela me beijava, eu passava a mão por toda a costa dela e agarrava a bunda dela.

"Chega, não faz isso", ela me disse. Perguntei se incomodava ou se ela não gostava. "Não... me deixa com muito tesão e dá vontade de transar". Nem precisei ouvir mais. Liguei o carro e fui direto pra um motel, mas ela não queria ir assim de uma vez. Continuei então dando voltas com o carro e chegamos na quadra da nossa escola primária. Estacionei, a gente começou a conversar tranquilo sobre algumas histórias da escola, mas não por muito tempo.

Os beijos voltaram. As mãos voltaram... Não aguentamos mais. Ela arrancou minha sunga e sentou em cima de mim. Levantou a camiseta, deixando aqueles peitos incríveis de fora, que eu não perdi nem um segundo pra pegar com a boca. Enquanto eu chupava eles, ela gemia e se mexia igual uma louca em cima do meu pau. Ela pegou com a mão, enfiou na buceta e começou a me cavalgar de um jeito incrível.

Tanto que eu não aguentei quase nada. Gozei dentro dela enquanto chupava os peitos dela, segurando eles com as duas mãos. Quando meu pau amoleceu, ela sentou no banco do lado. Levei ela pra trás, abri as pernas dela e, assim, com a calcinha fio dental ainda no lugar, comecei a chupar ela. Puxei a calcinha pro lado e minha língua começou a trabalhar. "Ai, meu Deus, não para, continua!", ela gritava enquanto as mãos dela seguravam meu cabelo, me empurrando contra a buceta dela.

Ela só tirou meu rosto da buceta dela pra tirar a calcinha e ficar nua. Me pegou pelos cabelos e enfiou minha cara de novo entre as pernas dela. Agora, com um dedo, comecei a meter e mexer ele pra dentro enquanto continuava batendo forte no clitóris dela com a língua. Não demorou pra ela gozar de um jeito tão intenso que quase me afogou de tanta força que ela fazia pra eu não escapar.

Depois disso, eu tava com muito tesão e com vontade de arrebentar ela toda. Mas ela, com culpa, começou a me pedir desculpas por "apertar tão forte". Eu disse que pelo contrário, adorava e curtia, enquanto virava ela de quatro. contra a janela. Enfiei a pica nela de uma vez, tava toda molhada. Escorregou tão fácil que quase nem senti resistência.

Segurei ela pela bunda e empurrava mais forte. Ela não sabia onde se agarrar. Depois de um tempo, tirei a pica e enchi as costas dela de porra. Já tinha amanhecido. Levei ela pra casa, e assim começamos um relacionamento secreto (ninguém do grupo ficou sabendo).

Saíamos todos juntos, e íamos transar depois do encontro. Demorou um pouco pra ela me chupar. Porque "fazia muito tempo que não fazia e não sabia se tava fazendo direito". Bom... nem preciso dizer que quando ela me chupou, me fez ver estrelas. Depois que perdeu o medo, soltou a loba que tinha dentro. Ela adorava transar, dar a buceta e que eu chupasse ela. Eram 3 ou 4 gozadas toda vez que a gente se via. A gente se destruía na cama.

NATI. Em dezembro, na escola de natação que eu frequentava, tinha uma travessia no rio. Antes da prova, exigiam uma série de exames médicos. Admito que vacilei em marcar hora. Questão que vou, e na recepção me atende uma secretária morena que me conquistou só com o sorriso. Enquanto anotava meus dados, eu já tava jogando uns cantos pra todo lado.

Questão que depois tenho que voltar pra pedir mais horários, pros exames, torcendo pra cair com ela de novo. Por sorte cai, e continuamos com as cantadas. Fui embora. Dois dias depois, no Facebook, recebo um pedido de amizade... dela. Não acreditei.

Depois fiquei sabendo (ela me contou) que quando fui embora, as colegas incentivaram ela a me procurar e me adicionar. O problema com essa mina começa quando aceito e começo a ver as fotos dela. Todas as fotos com um cara, que claramente era o namorado. Mensagens no mural desse mano. Te amo, você é minha vida, etc. E recentes. Quase que a única atividade dela era essa.

Quando a gente se encontrou e conversou no chat, cumprimentei ela... e óbvio... perguntei qual era a desse cara. Descobri que era o ex-namorado, e que o sujeito não queria largar ela. Com o tempo, percebi que eles tinham uma relação super tóxica. Saímos um dia pra um bar, e naquela mesma noite já estávamos nos beijando. Mas ela não queria ir pra foda ainda. Óbvio que entendi, e deixei ela em casa com a pica dura pra caralho.

Saímos de novo algumas vezes, até que do nada, ela me deletou do Facebook. Um mês depois, me adicionou de novo. O que aconteceu? Tinha voltado com o ex. E tinha brigado de novo, por isso me adicionou de volta. Mas dessa vez, ela parecia muito mais puta com o cara. Não perguntei o porquê, ainda mais quando foi ela quem sugeriu ir pra um hotel que ficava no caminho da casa dela.

Ela tava totalmente despeitada. Me jogou na cama, me despiu e começou a chupar minha pica. Assim, sem dizer nada. Montou em cima de mim e me beijava igual uma desesperada. Eu segurava a bunda dela e passava a mão nas costas dela.

Virei ela e subi por cima. Beijei ela do pescoço até os pés, subi pelas pernas dela até chegar na buceta impecável, quente, molhada. Chupei ela com a língua por um tempo, até fazer ela gozar. Ela mordeu o travesseiro pra abafar um grito que era mais de raiva do que qualquer outra coisa.

Nos olhos dela eu via a fúria que ela tava. Não hesitei. Abri as pernas dela, coloquei nos meus ombros e meti uma foda bem dura e selvagem. "Assiiim continua mais forte!" era tudo que ela gritava enquanto eu fazia o que queria com o corpo dela. Virei ela, coloquei de quatro e não aguentei quase nada. Aquela imagem da cinturinha arqueada levantando a bunda esperando minha pica me fez gozar.

Umas bombadas e gozei tudo dentro dela. Me joguei na cama. Ela ficou de quatro por um tempo até se recuperar e deitou do meu lado. "Era disso que eu tava precisando" ela disse apoiando a cabeça no meu peito. Pouco depois, eu tava com a pica dura de novo, dando outra surra de foda antes de levar ela pra casa dela dormir.

Saímos várias vezes, ela foi se soltando cada vez mais. Era uma loba insaciável na cama, amava isso. A única coisa que não dava era a bunda. Mesmo assim, adorava como eu chupava ela, a ponto de sempre pedir. Também comecei a enfiar o dedo nela quando ela tava por cima, dando uns orgasmo bem intenso pra ela.

Depois de um tempo, ela me excluiu do Facebook de novo. Voltou com o namorado outra vez. E assim ela me enganou por um tempo. Até que, abertamente, ela me confessou que, na real, só na primeira vez ela tinha terminado. Nas outras, eram só brigas e, quando ela se irritava com o cara, me procurava pra transar.

A melhor foi uma briga que eles tiveram quando ela descobriu que o cara tava com outra mina. "Preciso que você me coma", ela escreveu, e eu fui buscá-la. Fomos pra um motel. Quando ela ficou por cima, fiz o de sempre de novo. Comecei a enfiar o dedo no cu dela. "Quer tentar hoje? Aproveita que tô muito puta", ela dizia enquanto cavalgava minha pica. Meus olhos se arregalaram, tirei ela de cima de mim e coloquei de quatro.

Chupei a bunda dela, passei lubrificante na minha pica e comecei a meter. Era inevitavelmente a primeira pica que aquela bunda minúscula aceitava, super apertada. Devagarzinho foi entrando. Nati se agarrava nos lençóis enquanto minha pica desvirginava a bundinha dela. "Continua, continua", ela gritava quando eu parava, esperando ela se acostumar.

Quando terminou de entrar, inacreditavelmente a mina engoliu minha pica inteira pelo cu. Aí comecei a me mexer cada vez com mais força. "Vai, vai, arrebenta meu cu, vai!", ela gritava desesperada, mordendo o travesseiro. "Goza dentro", ela pediu. Mas antes, me fez tirar a camisinha e comer ela de novo. "Enche meu cu de porra... até transbordar."

Não acreditei. Obedeci e enfiei a pica cheia de lubrificante no cu dela até gozar. Deixei a pica bombeando porra dentro até não sair mais nada. Continuei com a pica dura pra caralho, então continuei comendo ela, agora ajudado pela porra toda que lubrificava o cu desvirginado da Nati.

Quando tirei a pica, a bundinha começou a transbordar de porra. Ela ficou ali esperando um tempo até tudo sair. Levei ela pra casa, e de novo... ela me bloqueou de tudo, pra nunca mais falar comigo... até que um dia eu voltava do treino pra casa, e na esquina tava inaugurando uma concessionária. Tava rolando uma festa, quando eu olho pra dentro... A Nati abraçada com o namorado. Comecei a andar mais devagar e num instante ela olha pra fora e a gente cruza os olhares. Eu sorrio pra ela, ela sorri de volta e eu sigo caminho pra casa.

Então, durante os meses que a concessionária ficou aberta, toda vez que eu passava voltando pra casa, via o namorado da Nati. Mas a melhor parte é que no dia seguinte de ter cruzado os olhares, ela me mandou mensagem de novo: "percebi que sinto falta da sua pica...


Noites de verão 1
Noites de verão 2

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