Assim chegamos nesse momento.https://m.poringa.net/posts/relatos/3456952/Enfiestar-a-mi-novia-Un-viaje-de-ida.html
https://m.poringa.net/posts/relatos/3460561/Enfiestar-a-mi-novia-Un-viaje-de-ida-p-2.html
https://m.poringa.net/posts/relatos/3502383/Llego-el-dia-Finalmente-hicimos-un-trio-con-mi-novia.htmlEntramos no quarto e lá estava ela, se massageando com uma mão no clitóris e com a outra agarrando os peitos. A gente se aproximou da cama, pronto pra dar tudo que ela aguentasse. Cercamos ela com as picas na mão e fomos direto pra boca dela. Ela começou a intercalar chupadas enquanto nos punhetava ao mesmo tempo, desesperada pra nos comer. A língua dela percorria nossa pica enquanto ela se esfregava na cara com cada uma das duas picas que hoje eram só dela.
Depois de um tempo, comecei a beijar o pescoço e os peitos dela, enquanto o Santiago descia pra agora ser ele quem dava oral nela. O corpo da Vale se enchia de mãos e línguas que percorriam ela, enquanto ela se contorcia de prazer, acariciando minha pica e segurando a cabeça do Santi, direcionando os movimentos dele.
O Santi fez ela gozar mais uma vez, e ela começou a pedir pra ser comida de novo. Ele foi brincando com o desejo dela, chupando um pouco mais. A Vale se retorcia e o Santiago curtia. Ele subiu nela e começou a roçar o clitóris e os lábios dela com a pica, que já tava dura de novo. A Vale, extremamente sensível por causa do orgasmo recente, ficava louca com essa enrolação, enquanto ele ia enfiando de pouquinho em pouquinho. Entre ameaças e pedidos entrecortados da Vale pra ele meter e acabar com aquela tortura de prazer, eu voltava a receber uma chupada espetacular.
Quando o Santi finalmente começou a bombar forte, ela tentava coordenar as investidas com os movimentos da boca e os gemidos que já não controlava, dando um visual espetacular.
Pouco depois, trocamos de posição, mas dessa vez eu fiquei embaixo, a Vale por cima e o Santiago metendo na boca dela enquanto começava a brincar com um dedo no cú dela e dizia: "Isso, Vale. Vai, continua chupando assim e deixa minha pica bem molhada que isso não acaba sem a gente fazer a dupla." A Vale sorriu, olhou desafiante pra ele e cuspiu na pica dele pra deixar claro que não tinha nada que a limitasse naquela noite. Passou a pica no rosto e disse: "Cê tá Esperando? Tô morrendo de vontade de sentir tudo isso que você tem na buceta. Na sequência, arqueio bem a cintura enquanto Santiago começava a abrir ela pra lamber desesperadamente. Gostosa, mas ligada no pedaço que o convidado tinha, falou: Vai devagar que é bem grossa, enquanto se arqueava, gemia e suava com o contato e o calor dos corpos. Depois de um bom tempo chupando a buceta dela e mais um orgasmo com minhas investidas, a Vale começou a se posicionar e ficou bem quietinha, esperando o Santiago colocar a camisinha e um jato de lubrificante que caiu na buceta dela arrancou mais um suspiro numa noite sem fim. Devagar, ela começou a sentir a pressão que a cabeça da pica do Santiago fazia na buceta pra abrir caminho. Um suspiro e um gemido saíram da boca dela enquanto o Santi colocava a mão firme nas costas dela pra dominar a situação. A cara da Vale se contraía, fazendo caretas entre dor e prazer. Ela gemia e respirava cada vez mais fundo. Ela ficou bem colada em mim, fazendo eu sentir os peitos dela no meu corpo, junto com os gemidos no meu ouvido. O estímulo era total. Ela falava comigo entre gemidos, bem baixinho: Ai, meu amor, você não sabe como ele tá me abrindo. Tão me matando. Eu me segurava pra não gozar, tudo pra ela curtir uma dupla penetração pela primeira vez. Tarefa difícil com tanto prazer e estímulo na cama. Um grito abafado no meu pescoço, uma mordida e a pica do Santiago já entrando cada vez mais. Ai, como eu tô sentindo ele, Santiago. A puta da mãe tá me matando. Devagar, a buceta da Vale ia dando passagem pra uma pica bem grande, mostrando que o Santi sabia o que tava fazendo. — Olha como tá entrando, Vale. Quase toda dentro agora. — Falou o Santi, dando um tapa na buceta dela pra distrair a dor. A Vale já tava confortável com a situação, então começou a se mexer em círculos devagar, mostrando que já aguentava as duas juntas sem problema nenhum. Os gemidos foram ficando cada vez mais intensos. O ar ficava pesado com um cheiro de sexo descomunal. Vale gemia e se contorcia de prazer enquanto a gente fazia o impossível pra não gozar. Imagino o Santiago se segurando numa buceta bem apertada e pouco acostumada a ser comida. Deitado com aquela bomba em cima de mim, toda enfestada, via o convidado agarrando ela pelo cabelo e pela nuca pra colar ela bem em mim e falava no ouvido dela. Era isso que você queria? É assim que você gosta de ser comida, gostosa? Aiii, tão me matando. É inacreditável. Vou gozar, vou gozar de novo. Sinto vocês tão dentro. Não parem, não parem. Me dá mais forte. Entre gemidos e frases abafadas, Vale nos incentivava a comer ela mais forte, e a gente fez isso. As metidas foram cada vez mais intensas até que o Santi falou que ia gozar de novo. Vale pediu pra ele gozar nos peitos dessa vez, então a gente saiu os dois de dentro dela. Sentei na beirada da cama pra me masturbar vendo o Santiago tirar a camisinha e se colocar em cima do peito dela, fazendo uma siririca de peitos fenomenal. Vale, com as mãos, mantinha os peitões enormes em volta da rola que ia sumindo no final na boca dela. Ela mexia o pescoço pra ficar confortável enquanto ele ia se movendo cada vez mais rápido, aproveitando um par de peitos espetaculares como os que ela tem. Gozou enchendo o peito e a boca dela de porra, que Vale se esforçava pra engolir tudo. Espremendo a rola dele ao máximo pra tirar tudo que tinha e passando a mão nos peitos pra pegar o resto, ela olhou pra ele com a maior cara de tesão enquanto o masturbava e falou: Viu que caprichosa que eu sou? Tomei tudo. Se não fosse porque tinha acabado de gozar, acho que o Santiago, só de ver a cara dela, percebi, teria automaticamente explodido de novo. A situação era incontrolável e a minha rola tava pegando fogo. Vale percebeu e me perguntou o que eu queria fazer com ela agora. Sem falar nada, levantei e fui até a mesinha de cabeceira onde estavam as camisinhas e o lubrificante. Ela me olhou, entendeu na hora e, me desafiando, falou: Como vocês adoram me fazer de Buceta pra vocês. Amanhã não vou conseguir nem sentar. Ela deu um beijo na pica do Santiago, que se sentou num sofá ao lado da cama pra se recuperar e curtir o show que a Vale tava dando. Ela ficou de quatro e eu, por trás, comecei a meter a pica bem devagar, mas já percebendo que o convidado tinha deixado o caminho bem fácil. Peguei a mão da Vale, levei até a boca dela pra umedecer bem os dedos e, em seguida, guiei até a buceta, que tava ensopada. Ela se tocava enquanto eu começava a meter tudo. Fiquei uns minutos parado pra ela se acostumar, até que os movimentos dela pra trás e os gemidos confirmaram que a tesão já tava muito maior que a dor. Comecei a bombar mais forte enquanto ela se tocava freneticamente. Sentia como tudo tava apertado e como os gemidos aumentavam pra um novo e último orgasmo. Acelerei as estocadas até que o prazer de gozar dominou ela por completo, e ela caiu na cama mordendo o travesseiro num êxtase fenomenal. Com as últimas estocadas, enquanto ela mordia o travesseiro e eu segurava o cabelo dela, finalmente caí sobre o corpo dela e, rendidos a tanto prazer, aquela festa inesquecível terminou. Um tempinho de descanso e algumas cervejas pra nos recuperar numa cama bagunçada, cada um de nós dois de um lado da Vale, que, no centro da cama, com pequenos carinhos e massagens na pica, deixou claro que queria mais. Ela sempre queria mais. "Gurias, já me comeram de todas as formas possíveis e deixaram minhas pernas tremendo, mas ainda falta vocês cumprirem algo pra mim. Sobrou um pouco de gozo?" Não disse mais nada e, virando-se, ficou de quatro e começou a nos beijar e acariciar enquanto descia lentamente pelos nossos peitos até começar a brincar com a língua, dando passagens lentas e longas pelas nossas picas que, mesmo exaustas, ainda respondiam e começavam a dar pequenos pulos. Nos minutos seguintes, a Vale alternou as picas e, numa tentativa Falhei, tentei com as duas ao mesmo tempo, mas a boca dela não era grande o suficiente e nossas picas duras eram demais. Ela alternava, sem parar de bater punheta pra quem não tava na boca dela. Ela gemia com desejo e provocação enquanto nos olhava com uma luxúria difícil de descrever. Foi engolindo nossas picas até pedir o último desejo da noite. "Agora sim, vocês não querem me banhar de porra?" A gente ficou de pé na cama enquanto ela, no meio, se tocava nos peitos e no clitóris, gemendo e provocando, fazendo nosso tesão ir a mil. Jatos de porra saltaram das nossas picas, caindo no cabelo dela, no rosto, na boca e no corpo, enquanto ela sorria de olhos fechados. Ela se dedicou a lamber nossas picas até deixá-las limpas, assim como nossos abdômens, que tinham uma mistura de porra dos dois, resultado da explosão final. Feliz, bem comida e com a fantasia realizada, a Vale foi tomar banho enquanto eu e o convidado tomávamos o último gole antes de encerrar a noite. Assim demos por encerrado nosso primeiro menage. A gente sabia muito bem, embora ainda não tivéssemos dito, que não seria o único.
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https://m.poringa.net/posts/relatos/3502383/Llego-el-dia-Finalmente-hicimos-un-trio-con-mi-novia.htmlEntramos no quarto e lá estava ela, se massageando com uma mão no clitóris e com a outra agarrando os peitos. A gente se aproximou da cama, pronto pra dar tudo que ela aguentasse. Cercamos ela com as picas na mão e fomos direto pra boca dela. Ela começou a intercalar chupadas enquanto nos punhetava ao mesmo tempo, desesperada pra nos comer. A língua dela percorria nossa pica enquanto ela se esfregava na cara com cada uma das duas picas que hoje eram só dela.
Depois de um tempo, comecei a beijar o pescoço e os peitos dela, enquanto o Santiago descia pra agora ser ele quem dava oral nela. O corpo da Vale se enchia de mãos e línguas que percorriam ela, enquanto ela se contorcia de prazer, acariciando minha pica e segurando a cabeça do Santi, direcionando os movimentos dele.
O Santi fez ela gozar mais uma vez, e ela começou a pedir pra ser comida de novo. Ele foi brincando com o desejo dela, chupando um pouco mais. A Vale se retorcia e o Santiago curtia. Ele subiu nela e começou a roçar o clitóris e os lábios dela com a pica, que já tava dura de novo. A Vale, extremamente sensível por causa do orgasmo recente, ficava louca com essa enrolação, enquanto ele ia enfiando de pouquinho em pouquinho. Entre ameaças e pedidos entrecortados da Vale pra ele meter e acabar com aquela tortura de prazer, eu voltava a receber uma chupada espetacular.
Quando o Santi finalmente começou a bombar forte, ela tentava coordenar as investidas com os movimentos da boca e os gemidos que já não controlava, dando um visual espetacular.
Pouco depois, trocamos de posição, mas dessa vez eu fiquei embaixo, a Vale por cima e o Santiago metendo na boca dela enquanto começava a brincar com um dedo no cú dela e dizia: "Isso, Vale. Vai, continua chupando assim e deixa minha pica bem molhada que isso não acaba sem a gente fazer a dupla." A Vale sorriu, olhou desafiante pra ele e cuspiu na pica dele pra deixar claro que não tinha nada que a limitasse naquela noite. Passou a pica no rosto e disse: "Cê tá Esperando? Tô morrendo de vontade de sentir tudo isso que você tem na buceta. Na sequência, arqueio bem a cintura enquanto Santiago começava a abrir ela pra lamber desesperadamente. Gostosa, mas ligada no pedaço que o convidado tinha, falou: Vai devagar que é bem grossa, enquanto se arqueava, gemia e suava com o contato e o calor dos corpos. Depois de um bom tempo chupando a buceta dela e mais um orgasmo com minhas investidas, a Vale começou a se posicionar e ficou bem quietinha, esperando o Santiago colocar a camisinha e um jato de lubrificante que caiu na buceta dela arrancou mais um suspiro numa noite sem fim. Devagar, ela começou a sentir a pressão que a cabeça da pica do Santiago fazia na buceta pra abrir caminho. Um suspiro e um gemido saíram da boca dela enquanto o Santi colocava a mão firme nas costas dela pra dominar a situação. A cara da Vale se contraía, fazendo caretas entre dor e prazer. Ela gemia e respirava cada vez mais fundo. Ela ficou bem colada em mim, fazendo eu sentir os peitos dela no meu corpo, junto com os gemidos no meu ouvido. O estímulo era total. Ela falava comigo entre gemidos, bem baixinho: Ai, meu amor, você não sabe como ele tá me abrindo. Tão me matando. Eu me segurava pra não gozar, tudo pra ela curtir uma dupla penetração pela primeira vez. Tarefa difícil com tanto prazer e estímulo na cama. Um grito abafado no meu pescoço, uma mordida e a pica do Santiago já entrando cada vez mais. Ai, como eu tô sentindo ele, Santiago. A puta da mãe tá me matando. Devagar, a buceta da Vale ia dando passagem pra uma pica bem grande, mostrando que o Santi sabia o que tava fazendo. — Olha como tá entrando, Vale. Quase toda dentro agora. — Falou o Santi, dando um tapa na buceta dela pra distrair a dor. A Vale já tava confortável com a situação, então começou a se mexer em círculos devagar, mostrando que já aguentava as duas juntas sem problema nenhum. Os gemidos foram ficando cada vez mais intensos. O ar ficava pesado com um cheiro de sexo descomunal. Vale gemia e se contorcia de prazer enquanto a gente fazia o impossível pra não gozar. Imagino o Santiago se segurando numa buceta bem apertada e pouco acostumada a ser comida. Deitado com aquela bomba em cima de mim, toda enfestada, via o convidado agarrando ela pelo cabelo e pela nuca pra colar ela bem em mim e falava no ouvido dela. Era isso que você queria? É assim que você gosta de ser comida, gostosa? Aiii, tão me matando. É inacreditável. Vou gozar, vou gozar de novo. Sinto vocês tão dentro. Não parem, não parem. Me dá mais forte. Entre gemidos e frases abafadas, Vale nos incentivava a comer ela mais forte, e a gente fez isso. As metidas foram cada vez mais intensas até que o Santi falou que ia gozar de novo. Vale pediu pra ele gozar nos peitos dessa vez, então a gente saiu os dois de dentro dela. Sentei na beirada da cama pra me masturbar vendo o Santiago tirar a camisinha e se colocar em cima do peito dela, fazendo uma siririca de peitos fenomenal. Vale, com as mãos, mantinha os peitões enormes em volta da rola que ia sumindo no final na boca dela. Ela mexia o pescoço pra ficar confortável enquanto ele ia se movendo cada vez mais rápido, aproveitando um par de peitos espetaculares como os que ela tem. Gozou enchendo o peito e a boca dela de porra, que Vale se esforçava pra engolir tudo. Espremendo a rola dele ao máximo pra tirar tudo que tinha e passando a mão nos peitos pra pegar o resto, ela olhou pra ele com a maior cara de tesão enquanto o masturbava e falou: Viu que caprichosa que eu sou? Tomei tudo. Se não fosse porque tinha acabado de gozar, acho que o Santiago, só de ver a cara dela, percebi, teria automaticamente explodido de novo. A situação era incontrolável e a minha rola tava pegando fogo. Vale percebeu e me perguntou o que eu queria fazer com ela agora. Sem falar nada, levantei e fui até a mesinha de cabeceira onde estavam as camisinhas e o lubrificante. Ela me olhou, entendeu na hora e, me desafiando, falou: Como vocês adoram me fazer de Buceta pra vocês. Amanhã não vou conseguir nem sentar. Ela deu um beijo na pica do Santiago, que se sentou num sofá ao lado da cama pra se recuperar e curtir o show que a Vale tava dando. Ela ficou de quatro e eu, por trás, comecei a meter a pica bem devagar, mas já percebendo que o convidado tinha deixado o caminho bem fácil. Peguei a mão da Vale, levei até a boca dela pra umedecer bem os dedos e, em seguida, guiei até a buceta, que tava ensopada. Ela se tocava enquanto eu começava a meter tudo. Fiquei uns minutos parado pra ela se acostumar, até que os movimentos dela pra trás e os gemidos confirmaram que a tesão já tava muito maior que a dor. Comecei a bombar mais forte enquanto ela se tocava freneticamente. Sentia como tudo tava apertado e como os gemidos aumentavam pra um novo e último orgasmo. Acelerei as estocadas até que o prazer de gozar dominou ela por completo, e ela caiu na cama mordendo o travesseiro num êxtase fenomenal. Com as últimas estocadas, enquanto ela mordia o travesseiro e eu segurava o cabelo dela, finalmente caí sobre o corpo dela e, rendidos a tanto prazer, aquela festa inesquecível terminou. Um tempinho de descanso e algumas cervejas pra nos recuperar numa cama bagunçada, cada um de nós dois de um lado da Vale, que, no centro da cama, com pequenos carinhos e massagens na pica, deixou claro que queria mais. Ela sempre queria mais. "Gurias, já me comeram de todas as formas possíveis e deixaram minhas pernas tremendo, mas ainda falta vocês cumprirem algo pra mim. Sobrou um pouco de gozo?" Não disse mais nada e, virando-se, ficou de quatro e começou a nos beijar e acariciar enquanto descia lentamente pelos nossos peitos até começar a brincar com a língua, dando passagens lentas e longas pelas nossas picas que, mesmo exaustas, ainda respondiam e começavam a dar pequenos pulos. Nos minutos seguintes, a Vale alternou as picas e, numa tentativa Falhei, tentei com as duas ao mesmo tempo, mas a boca dela não era grande o suficiente e nossas picas duras eram demais. Ela alternava, sem parar de bater punheta pra quem não tava na boca dela. Ela gemia com desejo e provocação enquanto nos olhava com uma luxúria difícil de descrever. Foi engolindo nossas picas até pedir o último desejo da noite. "Agora sim, vocês não querem me banhar de porra?" A gente ficou de pé na cama enquanto ela, no meio, se tocava nos peitos e no clitóris, gemendo e provocando, fazendo nosso tesão ir a mil. Jatos de porra saltaram das nossas picas, caindo no cabelo dela, no rosto, na boca e no corpo, enquanto ela sorria de olhos fechados. Ela se dedicou a lamber nossas picas até deixá-las limpas, assim como nossos abdômens, que tinham uma mistura de porra dos dois, resultado da explosão final. Feliz, bem comida e com a fantasia realizada, a Vale foi tomar banho enquanto eu e o convidado tomávamos o último gole antes de encerrar a noite. Assim demos por encerrado nosso primeiro menage. A gente sabia muito bem, embora ainda não tivéssemos dito, que não seria o único.
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