Como começou tudo com minha prima

Meu nome é Luli. Sou magra, com peitos médios, bunda grande, pele pálida. Minha prima é a Mariana. Magra, pele branca, olhos verdes, peitos pequenos, bunda média. Nós temos só um ano de diferença; sendo a Mariana a mais velha nesse aspecto.

Tudo começou por duas razões. A primeira foi numa viagem à praia, onde tive que ir junto com minha prima. Na volta, ela estava dormindo; então me deu uma vontade doentia de tocar as pernas dela, lentamente fui subindo um dedo pelos seus joelhos, até parar na sua virilha.

Foi fácil fazer isso; já que viajamos num ônibus fretado e, principalmente, porque a Mariana gostava de usar shorts ou minissaias.

Não sei se nasci com gosto por mulheres, mas sentia uma certa atração por algumas garotas; óbvio que essa inclinação era reprimida pela moralidade que me foi incutida. Era muito agradável sentir aquela pele macia, branca e feminina; tanto que com a ponta de um dedo consegui alcançar e percorrer um seio da minha prima.

Aproveitava a escuridão daquele transporte, para dar um leve agrado ao meu sentido do tato. Ao querer sentir a buceta da Mariana, ela abriu mais as pernas, como se gostasse dos meus toques. Eu continuei curtindo tocar sua vagina por cima daquele short, quando percebi que ela estava entre acordada e dormindo e aí parei tudo.

A segunda. Meus tios se mudaram para algumas ruas de onde eu morava. Mariana e eu sempre nos demos super bem; então meus tios decidiram que iríamos juntas para a escola. Passávamos muitas tardes juntas. Minha prima gostava de tomar banho depois de chegar da escola. Eu sempre arrumava uma desculpa ou conversa para ficar no quarto dela, curtindo como ela se despia na minha frente.

Como nos quartos tinha banheiro incluso, eu aproveitava para espiar minha linda prima curtir seu banho.

Algumas vezes me peguei me masturbando ao ver a Mariana ensaboando seu corpo branquinho e lindo, seus peitos eram esfregados com aquela barra de sabão, fazendo com que involuntariamente seus mamilos ficassem eretos. Eu observava como ela depilava a buceta; como abria bem as pernas, dava pra ver aquele clitóris rosado, seus lábios vaginais entreabertos, como se fosse uma boca.
Assim passaram vários meses e eu me perguntava por que aquela atração pelo mesmo sexo; especialmente pela minha prima Mariana.
Nós duas gostávamos de seduzir caras e às vezes até transávamos com eles, mas isso não me satisfazia por completo.
Mariana e eu conversávamos sobre nossas aventuras; inclusive chegamos a seduzir um cara juntas.
Uma noite, Mariana e eu jogamos verdade ou desafio com outras amigas.
Como os desafios estavam meio pesados, escolhi verdade.
—Você pegaria alguma das que estão aqui?
Perguntou uma amiga.
—Provavelmente. Respondi.
As outras garotas ficaram meio surpresas. Quando chegou minha vez de novo, outra amiga me desafiou a beijar minha prima. Me aproximei dela pra cumprir a tarefa.
Mariana: O que você tá fazendo, prima?
Eu: Relaxa. Não vai doer.
Outra amiga interrompeu, pedindo pra mudarmos pra confissão.
Ela me perguntou se eu gostava da minha prima. Demorei um pouco pra responder; mas no final disse que mais ou menos.
Quando essas amigas foram embora, notei que Mariana estava séria.
Eu: Você gostou daquela brincadeira?
Mariana: Sério que você estava disposta a me beijar, Diana? Me diz que foi só pra me provocar.
Eu: Não. Eu ia fazer mesmo.
Mariana: Sério?
Eu: Sim. Sério.
Mariana: Ah, tá. Aham.
Eu: Quer ver se é verdade, boba?
Mariana: Vamos ver. Te desafio.
Mariana: Vai.
Não podia acreditar que minha prima me desafiou numa coisa daquelas.
Pra falar a verdade, aquele desafio me excitou um pouco, porque sentiria pela primeira vez os lábios de outra garota.
Tranquei a porta, me aproximei da minha prima, um pouco nervosa.
Coloquei minhas mãos nas pernas dela, subindo aos poucos, me aproximei de Mariana.
Comecei encostando meus lábios nos dela.
Lentamente nos beijamos. Cada vez mais rápido e com mais força.
A língua dela invadia minha boca, passando pelos meus dentes, roçando na minha.
Minhas mãos pararam de acariciar suas pernas e foram para suas... peitos.
Finalmente entendia por que os caras ficavam girando as mãos em volta dos meus peitos.
Eles eram firmes e macios ao mesmo tempo. Mariana se levantou, tirando a blusa e o sutiã.
Tudo que fiz foi olhar para ela por um instante antes de me jogar nos seus peitos.
Minhas mãos massageavam uma teta e minha boca chupava seu mamilo, enquanto a outra mão subia de entre suas pernas para massagear suas nádegas também.
Ela me levantou, tirando minha calcinha preta, junto com a saia que eu estava usando.
Logo me despiu, me deitou na cama dela, colocando minhas pernas sobre seus ombros.
Sua boca beijava e puxava meus lábios vaginais. Eu já começava a gemer, agarrando meus próprios peitos.
Eu: Mmm! Mmmm! Que gostoso.
Mariana: Que bom que você está gostando, priminha.
Suas chupadas na minha buceta ficavam cada vez mais intensas, sua língua percorria minhas coxas, parava no meu clitóris e dava voltinhas nele. Sua língua simulava uma penetração dentro de mim.
Agarrei sua cabeça para sentir tanto sua respiração quanto sua boca linda, que já estava cheia dos meus fluidos.
Mariana: Quer chupar minha buceta, né?
Eu: Ssii, sim.
Ela subiu em cima de mim, colocando sua vulva na minha cara. Fizemos um 69 perfeito.
Eu realmente não sabia direito o que estava fazendo, mas curtia ao máximo seu cheiro e sabor.
Nossas bocas sugavam os líquidos das bocetas, uma da outra.
Depois de beber aqueles fluidos, subi em cima da minha prima, beijando-a como uma louca.
Beijava seu pescoço, seus peitos, chupava seus mamilos.
Depois ela me virou e fez o mesmo.
Nossas mãos se entrelaçavam no corpo uma da outra.
De novo subi em cima dela, desci e fui cuidar daquela buceta que eu tanto admirava quando estava depilada.
Meus lábios não paravam de beijar seu clitóris, enfiando a língua o máximo que podia.
Líquido e mais líquido saía da buceta da Mariana.
Eu curtia como uma louca.
Mariana, gemia e se mexia como se... estivesse sendo comida por um homem.
Meti dois dedos nela; enquanto continuava a lamber seu clitóris.
Agora fazíamos 69, para que ela também lambesse minha buceta.
Como se estivéssemos conectadas, as línguas exploravam o cu uma da outra.
Além de tudo, nunca tinha receido um cunilíngua; mas também nunca tinha dado um beijo grego.
Optamos por ter mais prazer, metendo um dedo no cu uma da outra.
Depois foi um dedo no cu e ao mesmo tempo dois dedos na buceta da outra.
Nos posicionamos uma de frente para a outra novamente, aproveitando ao máximo.
Nos acomodamos de tal forma que nossas vulvas ficassem uma contra a outra, em um atrito intenso.
Foi tão gostoso, excitante e prazeroso sentir a vagina da Mariana roçando na minha; tanto que nossas coxas ficaram molhadas.
Voltamos a nos limpar com a língua, para descansar.
Tomamos banho juntas e saímos para ver se ninguém tinha descoberto o quanto nos divertimos.
Por sorte não tinha ninguém em casa.
Mariana e eu tivemos ou temos uma relação longa e deliciosa.
Mariana me confessou que acontecia com ela o mesmo que comigo.
Não sei se é de família, mas até hoje não sabemos de nenhum familiar que se atraia por pessoas do mesmo sexo ou algum caso de bissexualidade.
Sua outra confissão foi que ela gostou das minhas carícias naquele ônibus; que na hora pensou estar sonhando, mas ao acordar conseguiu ver quando tirei minha mão de sua buceta.OUTROS POSTS:

Aventura no trabalho
meu primeiro relato, conto uma aventura que tive com um colega do escritório onde trabalho atualmente

Como começou tudo com minha prima

boquete no Juan no cinemalesbicas



7 comentários - Como começou tudo com minha prima

muy buen relato, con los detalles suficientes para ser lectura erótica de la buena.
Te dejo 10 puntos
koilet +1
muy buena la manera en que describis, pude imaginar esa escena y quede al palo y baboso +10
Es mi primer objetivo, gracias por el comentario ❤️