Assim, quando Vero fechou a porta o professor se levantou. Pegou uma camisinha da gaveta dele. Olhou pra Elizabeth e com o dedo nos lábios mandou ela ficar quieta. Elizabeth imitou o gesto e sentou no chão bem escondida. Quando Vero voltava o professor já tinha colocado a camisinha. - Você não quer que eu te chupe? - perguntou toda submissa Verônica. - O oral já foi feito por outra - Quem? Por um momento Elizabeth pensou que o professor ia dedar ela, mas não fez isso. Em vez disso, pegou Vero e apoiou ela contra a mesa, do lado oposto onde Elizabeth tava escondida. Verônica se inclinou sobre a mesa e o professor não perdeu tempo. Levantou a saia de Vero, afastou a calcinha fio dental e meteu na buceta dela. Ela gritou e se segurou na mesa. Elizabeth podia ver os dedos dela se agarrando com força, ouvia os gemidos dela e sentia a mesa balançar. . Segurou Vero pela cintura e comeu ela por um tempo. Ela gemia enquanto a rola penetrava a buceta. Elizabeth estava sentada no chão, toda desajeitada, ouvindo como estavam fodendo Verônica em cima dela. Os gemidos e gritos dela mudaram drasticamente. - AAAAAAU. AI AI AU!. AAAAAAAAAA! Pois é, o professor tinha tirado a pica da buceta num movimento só e enfiado no cu. Com uma rebolada, penetrou o rabo da Verônica, que começou a gritar e se mexer. - NÃO. NÃOO. PELO AMOR. NÃO PROF, DÓI. CHEGA!! Mas o professor não cedeu. Não parou nem um segundo, pelo contrário, começou a furar o cuzinho magro da Verônica. - Assim você aprende a estudar. Eli concordava escondida, embora se sentisse muito perto da própria definição. - Nossa, você é linda. O professor fodia com raiva e força. A mesa tremia com as estocadas e a coitada da Vero se segurava na mesa enquanto os pés balançavam. Os gritos de dor e sofrimento pararam e foram substituídos por gemidos de prazer incontroláveis. No momento em que o professor aumentou a velocidade, ela levantou uma das pernas na mesa pra ficar mais aberta. Com as mãos, abria as próprias nádegas. E o professor enfiava a pica toda. - Ah prof, sim, sim, me come. pensava Elizabeth no esconderijo. A fodida anal não durou muito mais. O professor gozou ali mesmo entre estocadas brutais. O resto foi rápido. Ele mudou a nota na planilha na frente da Vero pra ela ver. Se despediu e ela saiu do escritório. Elizabeth se levantou quando ouviu a porta fechar. - Por que você tá se levantando? - perguntou o professor. - Porque fiquei meia hora chupando sua pica e suas bolas. E fiquei mais uns dez minutos no chão enquanto você fodia a Vero pelo cu em cima de mim. Elizabeth já tava de saco cheio. Aceitaria o nove e vazaria dali. - Me dá meu nove, não aguento sua prova e tô pouco me fodendo. Caralho, Maggy me ganhar nisso. — Fica tranquila, Eli gostosa, não fica assim — disse o professor com calma, ainda com a camisinha no pau dele, que já tava meio murcho — A gente pode fazer um outro acordo mais fácil e rápido. — Que outra ideia você tem? — perguntou Elizabeth enquanto abotoava a camisa. O professor se aproximou dela. Pegou ela pela cintura e fez ela sentar na mesa. Abriu a planilha e procurou o nome dela, aí apagou a nota que tava lá. — Vou te dar um dez se... você tirar a camisinha... Ele aproximou o pau de Elizabeth e ela tirou com as duas mãos. A camisinha tava tão cheia de porra que parecia um balão, ela deu um nó na ponta. — E aí? — E isso... — o professor pegou a camisinha com a mão esquerda e desceu ela rápido até as pernas de Elizabeth. Enfiou a mão entre as pernas e procurou a buceta. Eli deu um pulo e segurou o braço dele com as mãos, fechando as pernas. — Cê é louco! — Um dez, Elizabeth. Eli hesitou. Ficou paralisada. Mas aí pensou melhor. Devagar, tirou as mãos e abriu as pernas. — Anda logo. O professor pegou a camisinha entre os dedos indicador e médio e enfiou esses dois dedos entre os lábios de Eli, penetrou na buceta com a camisinha ainda entre eles. Soltou ela lá dentro e depois enfiou os dedos de novo pra empurrar até o fundo. Quando sentiu, Eli empurrou o professor de leve, que com a mão direita começou a escrever na planilha, colocou um um e Elizabeth deixou ele continuar de novo, o professor enfiou mais dedos nela, tirava e enfiava até a camisinha sumir lá dentro. Elizabeth abraçou ele, entre o prazer, e o professor escreveu o zero que faltava. Dez. Finalmente, pronto. Elizabeth tinha conseguido a nota dela. O professor tirou os dedos da buceta dela e ela se levantou. — Pode ir, princesa. Quando saiu da sala do professor, Elizabeth foi direto pro banheiro. Tinha que tirar aquela camisinha. Eli passou reto pelo banheiro. banheiros. Ela saiu do local e foi até o apartamento dela, a algumas ruas dali. Enquanto caminhava, alguma coisa a incomodava. Podia-se pensar que era a camisinha na buceta dela se mexendo enquanto andava, mas era outra coisa. Elizabeth pensou nisso o caminho todo, quando chegou em casa encontrou a causa do incômodo. — Não pode ser — disse em voz alta — no final, deixei aquela puta da Dr. Maggy me superar de novo.













1 comentários - Lambendo as bolas do professor (literalmente)