Quero compartilhar com vocês como me tornei a mulher do meu pai. Antes de tudo, preciso contar que meu pai é médico e hoje tem 52 anos. Alberto, meu pai, casou-se aos 19 anos, quando cursava o segundo ano de medicina, mas continuou os estudos com a ajuda dos pais. O motivo desse casamento precoce, obviamente, fui eu a caminho — minha mãe tinha só 17 anos. Quando eu tinha 3 anos, minha mãe morreu num acidente a cavalo, então, como é lógico, não tenho muitas lembranças dela. Eu e meu pai fomos morar na casa dos meus avós paternos e perdemos contato com os pais da minha mãe — na verdade, eles nunca aceitaram o casamento do meu pai com ela. O vô Alberto e a vó Angélica me deram muito carinho durante os anos que marcaram minha infância. Meu pai, nessa época, só se preocupava em terminar a faculdade de medicina geral, para depois entrar direto na especialização, o que conseguiu, tornando-se ginecologista. Pensei que a gente fosse morar longe dos avós quando ele se formasse médico especialista, porque ele sempre dizia que, quando fosse um médico "de verdade", ia se independentizar. Mas não foi assim, e continuamos morando com meus avós até eu ser uma mocinha. Aí meu pai decidiu que já era hora de se virar sozinho, comprou um apartamento de muito luxo num bairro bem exclusivo de Santiago, no Chile. Foi uma grande mudança pra mim — eu já começava a ser mulher, meus peitos já tinham crescido um pouco, eram tipo duas laranjinhas naquela época, e eu já tinha cintura, mas meus quadris ainda não estavam definidos. Em outras palavras, eu tava de cabeça na puberdade e me aproximando a passos largos da maturidade sexual. Por isso, meu pai resolveu me dar uma conversa sobre o que estava por vir. Me explicou o motivo das mudanças no meu corpo e que, no máximo em um ano, eu teria minha primeira menstruação e tudo o que isso significava pra mim e como, de menina, eu passaria a ser uma mulher. mulher e seria sua mulher, então já devíamos começar a me preparar desde já. Assim, toda noite eu tinha que dormir na cama dele e ele me masturbava, me mostrando minhas partes. Foi assim que conheci os primeiros orgasmos. Então ele me mostrava o pênis dele, que eu achava monstruosamente grande, e comprovei que era ainda maior depois, ao comparar com outros paus que conheci. Ele me ensinou a tocar e chupar até engolir todo o sêmen que ele gozava, e me dizia que aquele sêmen era o que ele deveria colocar dentro de mim, mas que ainda não era hora — tínhamos que esperar até que eu me tornasse mulher e merecesse ter o cum quente dele dentro de mim. Por enquanto, ele dizia, eu só deveria me contentar em engolir ou espalhar pelo meu rosto e meus peitos, que já tinham dobrado de tamanho, com auréolas rosadas e grandes por causa das horas que meu pai passava chupando-os à noite. Meus quadris, por outro lado, eram um pouco mais redondos, mas não como eu queria. Meu papai me dizia que, quando ele me fizesse sua mulher, meus quadris iriam alargar, então eu não precisava me preocupar. Passaram-se 8 meses. Faltando só alguns dias para eu fazer aniversário, tive um sonho molhado pensando no Papai. Então ele me disse que eu estava pronta para começar a ser sua mulherzinha. Naquele mesmo dia, ele começou a me dar uns medicamentos que, com o tempo, descobri que eram anticoncepcionais. Já no dia do meu aniversário, houve uma grande festa: vieram meus avós e amiguinhos da escola, e ficaram até tarde porque era sexta-feira. Durante toda a tarde, meu papai me dizia que o grande presente viria naquela noite. Devo confessar que estava bem nervosa, porque o tamanho do pênis do meu pai era descomunal: 24 cm de comprimento e 6,5 cm de largura — sei bem porque medi várias vezes em nossas brincadeiras sexuais. Mas, continuando minha história, chegou a hora em que todos os convidados foram para casa, e não passaram mais do que algumas horas até que a babá Adela terminasse de limpar a casa. e foi pra casa dele. Nessa hora eu já tava muito cansada e fui tomar um banho quente. Tava uns 10 minutos na banheira de olhos fechados quando meu papai entrou e mandou eu sair porque era hora de ir pra cama. Obedeci na hora. Ele me enrolou numa toalha e me carregou no colo até o quarto que a gente dividia há muito tempo. Secou meu corpo com cuidado, se despiu e eu vi que o pau dele tava bem vermelho, quase explodindo. Aí meu papai se acomodou entre minhas pernas e começou a lamber meu clitóris e, pela primeira vez, começou a brincar com um dedo na entrada da minha buceta, enfiando só a pontinha. Eu fiquei muito excitada e me mexia igual uma louca, querendo ter o dedo inteiro dentro de mim, mas ele não ligava, só enfiava a pontinha e mexia em círculo. De repente, ele se virou e pegou minha cabeça pra guiar até o pauzão vermelho dele pra eu chupar, e eu fiz com mais vontade do que nunca. Não sei por quê, mas tava muito excitada. Enquanto eu chupava, ele falava que eu tinha que venerar ele e me comportar bem porque ele ia me fazer mulher e meter aquele pau todo dentro. Eu continuei chupando e sabia que ele tava perto de gozar, mas ele me parou e se deitou em cima de mim. Me beijou no pescoço e amassava meus peitos com uma possessão única. O pau dele tava brincando ao longo dos lábios da minha buceta, com a cabeça estimulando meu clitóris. Ele se ajeitou entre minhas pernas, se ajoelhou, pegou minhas pernas e fez eu levantá-las e segurá-las com minhas próprias mãos. Aí ele pegou o pau dele com uma mão e deu umas roçadas ao longo da minha buceta, enquanto com um dedo da outra mão brincava na entrada da minha buceta, me fazendo desejar ter aquele dedo dentro de uma vez por todas. Eu falei:
– Enfia o dedo, por favor, papai, enfia... – mas ele não fez isso e continuou brincando com o dedo, fazendo círculos na entrada da minha buceta. Eu mexia minha bunda pra frente como podia, tentando fazer o dedo entrar. Meu papai riu e falou:
– Calma, fêmea. não é o dedo que vou meter em você, então espero que agora seja corajosa e se torne muito mulher pra aguentar meu pau duro e quente, cheio de porra pra te fazer minha. – dizendo isso com a mão que tinha no meu sexo, ele abriu a entrada da minha buceta e apoiou a ponta da glande e empurrou um pouquinho pra ver minha reação, eu senti uma pressão mas não doeu, então deixei ele fazer. aí ele deu mais uns empurrõezinhos tão imperceptíveis quanto o anterior e já tinha a glande completamente dentro da minha entrada. então ele pegou um dos meus peitos com a boca e começou a chupar loucamente, me excitando cada vez mais, e eu pedi – papai, papai, mete tudo, quero sentir você dentro… vamos, papai, me faz sua mulher… mete seu pau… por favor… – eu implorava igual uma louca enquanto ele estava com a glande dentro mas sem fazer nenhum outro movimento. então, sem parar de chupar meus peitos, ele baixou as mãos e me segurou pelos quadris com força pra eu não escapar e, sem mais nem menos, me atacou com os quadris, enfiando metade do pau na minha buceta, me rasgando de dor. eu tentei me soltar, mas ele me segurou mais forte pelos quadris e, com uma estocada ainda mais forte, meteu os 24 cm de pau duro e vermelho lá dentro… – papai, papai, para, por favor, que tá doendo… tira… tira… tá doendo – eu berrava… – se faz de mulher… sem covardia, que agora não vai doer mais… – de repente, me senti estranha, completa, com esse pauzão enorme dentro de mim e comecei a ficar mais excitada. meu papai percebeu e tirou as mãos dos meus quadris, levantou minhas pernas segurando pelos tornozelos e levou até a altura dos meus ombros. então começou a se mover dentro de mim devagar no começo, vendo se eu gritava ou não. como não houve resposta negativa, começou a se mover freneticamente, se apossando de mim. metia e tirava com força, e o vai e vem fazia barulho por causa dos líquidos da nossa excitação. tirava completamente e metia de novo até o fundo, uma e outra vez. eu tive um orgasmo forte, mas ele continuou metendo mais rápido. até que ele gozou dentro de mim uma quantidade enorme de porra. Logo depois, ficou deitado em cima de mim com o pau ainda dentro e começou a me beijar no pescoço, até que o pau dele perdeu a rigidez e ele tirou de dentro de mim, deixando uma escorrida de sêmen.
Adormeci na hora porque tava muito cansada da correria do dia e dos orgasmos que tive naquela noite, ter perdido a virgindade com um pauzão daqueles que quase me partiu no meio. Já devia estar dormindo umas duas horas quando acordei com uma puta excitação: meu papi tava em cima de mim com o pau dentro e mexendo como um louco. Não demorou muito e ele gozou, ficou na mesma posição por uns 30 minutos, sem perceber que eu tinha acordado. Aí senti de novo o pau dele crescendo dentro de mim e começando a se mexer até gozar outra vez. Ficou repetindo isso até as 9 da manhã, me enchendo de uma quantidade absurda de porra. Parece que o papi não tinha transado com ninguém por um tempão, e eu, a novinha dele recém-estreada, tinha muito trabalho pela frente. No dia seguinte, falei que tinha adorado e perguntei quando a gente ia repetir, e se ia ser todo dia. Ele só respondeu que a gente ia continuar até eu engravidar, porque eu ia parar de tomar anticoncepcional.
– Enfia o dedo, por favor, papai, enfia... – mas ele não fez isso e continuou brincando com o dedo, fazendo círculos na entrada da minha buceta. Eu mexia minha bunda pra frente como podia, tentando fazer o dedo entrar. Meu papai riu e falou:
– Calma, fêmea. não é o dedo que vou meter em você, então espero que agora seja corajosa e se torne muito mulher pra aguentar meu pau duro e quente, cheio de porra pra te fazer minha. – dizendo isso com a mão que tinha no meu sexo, ele abriu a entrada da minha buceta e apoiou a ponta da glande e empurrou um pouquinho pra ver minha reação, eu senti uma pressão mas não doeu, então deixei ele fazer. aí ele deu mais uns empurrõezinhos tão imperceptíveis quanto o anterior e já tinha a glande completamente dentro da minha entrada. então ele pegou um dos meus peitos com a boca e começou a chupar loucamente, me excitando cada vez mais, e eu pedi – papai, papai, mete tudo, quero sentir você dentro… vamos, papai, me faz sua mulher… mete seu pau… por favor… – eu implorava igual uma louca enquanto ele estava com a glande dentro mas sem fazer nenhum outro movimento. então, sem parar de chupar meus peitos, ele baixou as mãos e me segurou pelos quadris com força pra eu não escapar e, sem mais nem menos, me atacou com os quadris, enfiando metade do pau na minha buceta, me rasgando de dor. eu tentei me soltar, mas ele me segurou mais forte pelos quadris e, com uma estocada ainda mais forte, meteu os 24 cm de pau duro e vermelho lá dentro… – papai, papai, para, por favor, que tá doendo… tira… tira… tá doendo – eu berrava… – se faz de mulher… sem covardia, que agora não vai doer mais… – de repente, me senti estranha, completa, com esse pauzão enorme dentro de mim e comecei a ficar mais excitada. meu papai percebeu e tirou as mãos dos meus quadris, levantou minhas pernas segurando pelos tornozelos e levou até a altura dos meus ombros. então começou a se mover dentro de mim devagar no começo, vendo se eu gritava ou não. como não houve resposta negativa, começou a se mover freneticamente, se apossando de mim. metia e tirava com força, e o vai e vem fazia barulho por causa dos líquidos da nossa excitação. tirava completamente e metia de novo até o fundo, uma e outra vez. eu tive um orgasmo forte, mas ele continuou metendo mais rápido. até que ele gozou dentro de mim uma quantidade enorme de porra. Logo depois, ficou deitado em cima de mim com o pau ainda dentro e começou a me beijar no pescoço, até que o pau dele perdeu a rigidez e ele tirou de dentro de mim, deixando uma escorrida de sêmen.
Adormeci na hora porque tava muito cansada da correria do dia e dos orgasmos que tive naquela noite, ter perdido a virgindade com um pauzão daqueles que quase me partiu no meio. Já devia estar dormindo umas duas horas quando acordei com uma puta excitação: meu papi tava em cima de mim com o pau dentro e mexendo como um louco. Não demorou muito e ele gozou, ficou na mesma posição por uns 30 minutos, sem perceber que eu tinha acordado. Aí senti de novo o pau dele crescendo dentro de mim e começando a se mexer até gozar outra vez. Ficou repetindo isso até as 9 da manhã, me enchendo de uma quantidade absurda de porra. Parece que o papi não tinha transado com ninguém por um tempão, e eu, a novinha dele recém-estreada, tinha muito trabalho pela frente. No dia seguinte, falei que tinha adorado e perguntei quando a gente ia repetir, e se ia ser todo dia. Ele só respondeu que a gente ia continuar até eu engravidar, porque eu ia parar de tomar anticoncepcional.
1 comentários - Virei a mulher dela e amei!