Hecho real de la amiga de la hermana

Meu nome é Natalia e tenho 18 anos. Essa história aconteceu comigo há dois anos. Foi num sábado à tarde, eu estava fazendo exercícios de aeróbica no meu quarto, seguindo a aula pela TV. De repente, ouvi uma batida na porta e do outro lado escutei a voz do meu pai: "Nati! Você está aí?". Eu respondi: "Sim, pai, por quê?". Ele disse: "Posso entrar?". Eu: "Sim, pode abrir, não está trancada.". Ele abriu a porta enquanto eu estava de costas fazendo aeróbica e não ouvi nada por alguns segundos. Isso me deu a sensação de que ele tinha parado pra admirar minha bunda, com certeza, já que era a primeira vez que ele me via com roupa tão justa. Perguntei o que ele queria, e ele respondeu: "Você não queria que eu colocasse uma tomada na parede?". Eu disse: "Ah, sim, verdade. Pode colocar ali?", enquanto parava com o exercício. Ele falou: "Tá bom, você continua com o seu que eu instalo.". Com essa resposta, percebi que ele queria continuar admirando meu corpo. Voltei a fazer os exercícios enquanto ele fazia o serviço da tomada. Sentia que ele estava olhando minha bunda, já que eu estava justamente de costas pra ele. Aí ouvi a voz dele me perguntar: "Desde quando você começou a fazer aeróbica?". Eu disse: "Desde uma semana atrás.". Ele perguntou: "Pra quê fazer isso? Você já tem um corpo bonito.". Eu respondi: "Porque gosto de me exercitar e gosto de fazer isso.". Depois comecei a fazer um exercício bem provocante, que era tocar os pés com a ponta dos dedos, o que fazia minha bunda ficar ainda mais empinada pra ele. Nessa subida e descida, consegui ver entre minhas pernas que meu pai tinha se levantado e tinha um volume na calça. Parecia que ele tinha ficado excitado, e eu finji que não vi. Em menos de um segundo, senti as duas mãos dele me agarrando pela cintura. Eu parei de repente com o exercício, e ele sussurrou no meu ouvido: "Calma, Nati, você continua com o seu.". Fiquei nerviosa com a reação... do meu pai e ao mesmo tempo excitada. A excitação aumentou quando ele começou a esfregar o ventre no meu bumbum, sentindo o volume dele entre minhas nádegas. Fazendo isso, ele disse: "Sabia que sua bunda fica muito gostosa com essa legging? E pelo que vejo é roxa, sua cor favorita." Depois de apalpar minha bunda toda e entre minhas pernas, senti ele puxar minha legging e calcinha até a metade das minhas coxas e começar a enfiar a língua entre meus lábios vaginais, me dizendo: "Que bucetinha gostosa que você tem, Nati." Eu parei o exercício e, olhando por cima do ombro, exclamava: "Aaaaaaahhhh, pai, que gostoso." Depois perguntei: "Cadê a mamãe?" Ele respondeu: "Não se preocupa, neném, ela saiu para comprar." Terminada a chupada na minha buceta, ele se levantou e começou a me estimular com dois dedos enquanto com a outra mão abaixou a calça e me disse no ouvido: "Você é virgem, Nati?" Eu respondi: "Pela buceta não, mas pelo cu sim." Essa resposta minha fez ele perguntar: "Quer senti-la no cu?" Então respondi: "Não sei, me disseram que dói e ainda por cima você tem o pau muito grande." Ele: "É só no começo, mas se lubrificar bem não dói muito." "Quer saber? Primeiro vai ter que chupá-lo para lubrificar, sabe chupar?" Ao que respondi: "Não, mas sei como se faz." Peguei o pau dele com minhas mãos e comecei a saborear o pênis grande e duro do meu pai. Parece que estava fazendo muito bem, já que o rosto dele só tinha gestos de prazer. Já lubrificado com minha saliva, ele me afastou dali, me levantou e pediu que eu ficasse de quatro na minha cama. Depois foi até a porta dizendo: "Vou fechar a porta. Pode ser que você grite." Tirou os sapatos, subiu na cama atrás de mim, abriu minhas pernas, me disse para apoiar a cabeça no travesseiro, levantando assim minha bunda para cima. Depois de tudo isso, ele se posicionou e abriu minhas pernas com o pau apontando para baixo e Posicionando-a na entrada do meu cu bem aberto, totalmente à disposição dele. Ele disse: "Vai lá, gostosa, vai doer no começo." e começou a entrar com a cabeça fazendo pressão na minha bunda. Eu falei: "Pai, tá doendo muito, tá ardendo." com lágrimas escorrendo dos meus olhos e de repente gritei com todas as minhas forças. Ele me disse: "Já passou, Nati, o pior já passou, agora vou deixar um tempinho pra você se acostumar, tá bom?". Ele tinha enfiado de uma vez toda a pica dele, que era de um tamanho enorme pra mim. Passei uma das mãos pelo lado e toquei num líquido que tinha sentido escorrer pela minha coxa. Vi minha mão toda manchada de sangue e meu pai me disse: "Vamos começar a foder, Nati, que lá vou eu." Ele colocou um dos dedos na minha boca pra eu chupar e assim não gritar. As enfiadas estavam cada vez mais rápidas e meu cu estava como anestesiado de tanta dor. Passaram uns dez minutos de tantos gemidos e tanta foda e de repente senti que ele mudou de buraco, já não estava perfurando meu cu, agora estava penetrando minha buceta e sentia o pene dele batendo na entrada da minha vagina, pouco a pouco comecei a sentir um líquido cairQuente e grosso dentro de mim. Ele tirou o pau dele e caiu deitado na minha cama. Ele me perguntou: "Você gostou, gata?" e eu respondi: "Foi muito gostoso, mas doeu." Ele disse: "Vai tomar um banho que sua mãe pode chegar a qualquer momento." Fui direto me banhar.
Pensei que ali tinha acabado tudo, mas para minha surpresa, com aquela única vez acabei engravidando. Contei pra minha mãe e disse de quem era o pai, e ela só sorriu e me falou que era normal, que às vezes acontecia do pai ter filhos com a filha, que eu não me desesperasse e fosse feliz, pois agora eu seria mãe. Minha mãe foi quem contou pro meu pai, e assim praticamente virei a outra mulher do meu pai.

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