A partir daí, os dias se sucederam monotonamente. Todas as noites, depois que meu marido saía pra fábrica, eu preparava o jantar e, após tomar banho e me perfumar, me maquiava e me vestia como uma espécie de empregada slut, exatamente como meu filho tinha mandado, pra esperar por ele.
Apesar da vergonha e humilhação que sentia, minha buceta molhada tratava de me lembrar que agora eu tinha virado escrava do pau dele e todos os meus sentidos se dedicavam a satisfazer aquele rabo duro. Javi, que não era bobo, tinha percebido direitinho o poder que exercia sobre mim e saboreava docemente a vingança que tanto tempo esperou. Tinha chegado a hora de me fazer pagar por todas as broncas e desprezos que, segundo ele, eu e o pai dele tínhamos dado. O pai dele, sem saber de nada, pelo menos vivia a cornitude no mundo da lua, e se livrava da degradação moral que eu tava sofrendo. Eu, por outro lado, me vi jogada, muito contra minha vontade, num turbilhão de prazer que, em parte, queria evitar, mas a vara do meu filho foi mais forte que minha resistência e quebrou minha moral com maior facilidade. E o filho da puta sabia disso e se regozijava na vitória dele.
Quando ele chegava em casa, entrava na sala, onde eu tava esperando ele em pé, sobre os saltos altos que ele me fazia usar e com a cabeça baixa em sinal de submissão. Depois de jogar a bolsa do trabalho de lado, ele se aproximava de mim, como se fosse me inspecionar, e, me pegando pelos cabelos, costumava levantar minha cabeça. Se tivesse satisfeito com minha aparência e viesse excitado o suficiente, me dava um beijo babado e porco, que eu correspondia ansiosamente. Naquele momento, os poucos diques de resistência que eu pudesse ter desabavam de uma vez e eu sentia minha buceta ficar molhada até limites inimagináveis, e uma mancha de lubrificação, que mal era coberta pela minha calcinha fio dental, se espalhava incontrolável pelo interior das minhas coxas.
Às vezes, eu não conseguia me segurar e passava a mão no pescoço dele e nas costas fortes enquanto encostava minha corpo no pau dele, cuja dureza atravessava a calça. Mas ele, que só me deixava agir sob suas ordens, me puxava o cabelo com força e me afastava do corpo dele. Às vezes, até cuspia na minha cara e, deixando a saliva escorrer do meu nariz até o queixo, me xingava pesado:
— Sua puta porca! Quantas vezes tenho que falar pra você só me tocar quando eu mandar...? Sua vagabunda nojenta...! Sai, primeiro vou ver que buceta você preparou pra jantar. Depois te dou a ração de rabo... putinha ansiosa. — isso ele falava como uma espécie de colherzinha de açúcar depois da sequência de insultos, enquanto acariciava minha bochecha vermelha de vergonha e, de quebra, espalhava toda a saliva pelo meu rosto, borrando a maquiagem que eu tinha passado tanto tempo fazendo.
Por um lado, ele me obrigava a estar sempre perfeitamente maquiada quando ele chegasse em casa. Por outro, me proibia de limpar os cuspes, as manchas de porra, suor ou outros fluidos que, inevitavelmente, acabavam cobrindo meu rosto depois de cada sessão de sexo com ele. Assim, eu sempre terminava com o rímel borrado e um aspecto grotesco. O Javi adorava, dizia que assim eu parecia ainda mais vagabunda e que deixava o pau dele mais duro. Então, se ele gostava, eu não tinha nada a dizer, só aproveitar o quanto meu macho estava feliz comigo. Era nisso que eu tinha me transformado...
Enquanto ele jantava na mesa da sala, com a TV ligada de fundo, eu ficava de pé ao lado dele, ouvindo ele contar sobre o dia dele e a graça que era falar com os colegas de trabalho sobre a puta porca casada que ele estava comendo. A mulher de um otário do bairro que ele estava corneando. Claro, ninguém sabia que era a própria mãe dele, e entre eles faziam apostas pra ver quem acertava quem era o corno.Sortudopossuidor da galhada que o Javi estava cultivando com tanto afinco.
Um dia, furando o protocolo de falar sem ser perguntada, falei pra ele que provavelmente nem acreditavam nele. Mas ele, depois de dar umas boas risadas, me passou o celular e me mostrou umas fotos onde eu aparecia sendo fodida. Dava pra ver a cara dele perfeitamente, já a minha, só o corpo ou o rosto pixelado. O filho da puta tinha se dedicado a imortalizar nossas maratonas sexuais pra humilhar ainda mais tanto eu quanto o pobre do pai dele. E, falando nele, não tinha nada de que o Javi mais se gabasse do que de humilhá-lo, apesar de tudo que ele tinha feito por ele. Quando se cruzavam na troca de turno, ele cumprimentava o pai sorrindo e dava um tapinha nas costas, deixando ele feliz e contente enquanto dizia:Bom, pai, vou ver se cuido da mamãe por um tempo... Até amanhã.E meu pobre marido ficava felizão no trabalho, sem saber o que o Javi entendia por cuidar...
Depois do jantar, o Javi tirava a calça jogando ela amassada em qualquer canto da sala e ia pro sofá com uma taça na mão e o controle remoto na outra. Procurava nos canais digitais ou na internet algum filme pornô e se escorava com as pernas abertas no sofá de couro macio enquanto me mandava um sinal pra eu chegar perto. Eu, finalmente feliz por poder me aproximar do corpo dele, observava o pauzão do meu filho, ainda meio duro, e os ovos depilados dele, e sentia minha buceta pulsar.
— Vai, putinha, trabalhar... Já sabe o que tem que fazer.
Eu concordava nervosa e começava minha rotina de sempre: tirava a saia e a camisa. Ficava só com um sutiã que mal segurava meus peitos e uma calcinha fio dental que mostrava mais do que escondia. Depois, pegava uma almofada, colocava entre as pernas dele e, ajoelhada, começava o ritual de sempre. Enquanto passava a mão de leve no pau dele e sentia ele endurecer, lambia os ovos dele, colocando um de cada vez na boca. Parece mentira, mas eu sempre ficava animada e contente quando ouvia ele gemer. Quando os ovos já estavam bem babados e a saliva escorria pelo sofá, o Javi geralmente levantava a bunda e empurrava minha cabeça pra baixo pra eu começar a chupar o cu dele como uma boa mãe. No começo, eu tinha muito nojo, mas, com o tempo, fui me acostumando e, vendo que o Javi adorava, me esforçava pra deixar ele feliz. O que uma mãe não faz pelo seu filhote!
Enquanto eu passava a língua no buraquinho dele e penetrava de leve com ela, o Javi continuava saboreando a taça dele, olhando a TV ou conversando no celular. Às vezes, ligava pra algum amigo e falava com ele sem me dar muita atenção, mas quando eu queria parar e começar a chupar o pau dele, ele sempre empurrava minha cabeça com raiva pra eu continuar comendo o cu dele. cu, enquanto tapava o fone e me dizia:
—Porra, puta, vê se te comporta...! Continua com a bunda até eu mandar parar. E tenta me obedecer ou vai ficar sem caldo de piroca...
Eu, diante da ameaça de ficar sem pau, voltava pro rebanho e me esforçava até o Javi decidir.me conceder a honra de chupar essa pica, como ele costumava dizer.
Com o tempo fui aprendendo seus gostos e aproveitando eles. Como o Javi não gostava que eu pegasse no pau dele enquanto chupava, pra ele comandar as operações e foder minha garganta do jeito que queria, eu usava minhas mãozinhas pra apalpar as coxas duras dele ou, mais frequentemente, me masturbar enquanto mamava ele. Mas claro, tinha que pedir permissão pra fazer isso. Normalmente, se eu tinha caprichado bem em lamber a bunda dele inteira, ele não reclamava e deixava eu me esfregar a buceta enquanto engolia o pau dele. Assim eu conseguia o primeiro orgasmo do dia. Sempre tentava sincronizar com o momento em que o Javi apertava minha cabeça com força no pau dele e soltava aqueles jorros grossos de porra da primeira gozada direto no meu estômago. Se nessa hora eu conseguia, massageando meu clitóris, chegar ao orgasmo, era a mulher (e a mãe) mais feliz do mundo. Já falei, não tem nada melhor do que sentir a garganta cheia de esperma de um filho, enquanto o corpo da gente treme gozando. O melhor, já disse.
Depois, se a foda tinha sido boa, na opinião do meu macho, ele deixava eu me aninhar no sofá um tempinho do lado dele enquanto ele se recuperava. A gente cochilava até a hora de ir pra cama continuar a festa.
Às vezes a gente ia pro quarto dele, mas quando ele tava num dia mais tarado, que era quase sempre, a gente fechava a sessão de putaria no quarto de casal, com um crucifixo na parede e as fotos de família na mesinha que, segundo ele, deixavam ele louco. Essa parada de família feliz e sorridente dava mais tesão nele pra soltar porra na minha cara, ou nas fotos que ele depois esfregava na minha língua.
Normalmente, quando a gente chegava na cama pra finalizar a noite, os dois já tinham ido largando a roupa pelo caminho até o colchão e a gente se deitava pelados. Todo dia era a mesma história e, se por um desses acasos da vida, meu bom marido tivesse resolvido sair mais cedo do trabalho por qualquer mal-estar e voltasse À meia-noite em casa, ele teria se deparado com uma cena de puro vandalismo: a casa cheia de roupa espalhada pelos cantos, o sofá coberto de babas e líquidos suspeitos, e um coral de gemidos vindo do quarto que não era difícil de identificar como os berros de uma cadela no cio sendo penetrada pelo seu macho.
Javi era um animal de hábitos, ou pelo menos era o que eu pensava na época — logo viriam algumas novidades, mas isso fica pra depois. O fato é que, uma vez na cama e sempre com a luz acesa, mesmo eu morrendo de vergonha porque o guarda-roupa do quarto tinha portas de espelho e refletia tudo que a gente fazia, ele se deitava recostado na cabeceira e me mandava chupar a pica dele de novo pra deixar bem dura. Enquanto isso, com uma mão ele controlava minha cabeça do jeito que queria, me puxando pelos cabelos, e com a outra ia dando tapas na minha bunda. Quando achava que já tava bem vermelha e eu tava com tesão suficiente, começava a enfiar os dedos na buceta ou no cu. Normalmente, ele alternava entre os buracos com o indicador, que tirava pra chupar ou trazia perto da minha boca e nariz pra eu sentir bem o cheiro e babar antes de voltar à carga.Cheira, Promíscua, cheira! Olha como tu cheira a puta!Dizia pra mim, ou alguma gracinha do tipo.
Às vezes, quando tava especialmente porco, saía cuspindo na direção da minha bochecha que subia e descia, engolindo a vara dele, ou no resto do rosto, até deixar minha cara toda molhada. Sempre soltava uma risada malvada quando acertava meu olho e gritavaBingo!Eu aceitava de forma submissa e caprichava no boquete, enquanto ficava cada vez mais com tesão e só esperava ele estar pronto pra finalizar o serviço e me deixar de quatro, como se costuma dizer. Depois de me deixar um bom tempo chupando, uns dez minutos ou às vezes mais, ele dava dois tapas finais na minha bunda vermelha e, com dois estalos imperativos com os dentes, como se estivesse dando ordens pra um bicho, me mandava ficar de quatro no meio da cama, de frente pra cabeceira, embaixo do crucifixo.
— Vai, slutty, abre essa buceta que você tem visita!
Eu, obediente, abria minhas nádegas grandes pra facilitar a penetração tão desejada e, até ela acontecer, nunca sabia por qual buraco a vara do meu amado filho ia entrar. Nessa altura, eu já curtia quase igual tanto as penetrações anais quanto as vaginais. Minha única preocupação era poder esfregar meu clitóris, se o Javi não resolvesse me segurar pelos pulsos pra se ajudar na foda, e assim chegar a um bom orgasmo. De preferência, o mais perto possível da gozada dele.
O Javi, como vocês já devem imaginar, gostava de um sexo pesado e costumava me puxar pelos cabelos, dar tapas na minha bunda e meter com raiva quando me fodía. E não se segurava nada na hora de me xingar, me pegar pelo pescoço ou virar minha cara pra cuspir em mim. Eu aceitava tudo, tentando manter a pose e assumindo que era um preço que tinha que pagar pra me sentir desejada e curtir orgasmos como nunca tinha sonhado antes.
Com o passar dos dias, o Javi foi esquecendo da minha buceta. Dizia que preferia mais arrombar meu cu. Que a cara de sofrimento que eu fazia (embora nessa altura já fosse quase fingida) deixava o pau dele mais duro e ele curtia castigar a puta da mãe dele. Acabei aceitando com resignação. Apertava os dentes, fixava o olhar no crucifixo ou nas fotos do criado-mudo onde via a careca do meu marido e começava a sentir um desprezo por ele parecido com o do Javi, que não se segurava nada em manifestar. Ao mesmo tempo, com a mão, eu esfregava a buceta até gozar uma ou duas vezes enquanto o pau dele perfurava meu interior.
Quase sempre percebia que o Javi ia gozar quando ele freava as investidas, ficava tenso e apertava com força meu cabelo, meu pescoço ou o que estivesse segurando naquele momento. Depois dessa freada, continuava metendo mais devagar, enquanto soltava jatos de esperma quente que regavam meus intestinos. Parece que o pau dele engrossava um pouco enquanto a porra subia dos ovos dele para se espalhar na minha barriga. Talvez fosse uma sensação de alívio ao ver que minhasuplício(bendito suplício...) acabava.
Depois de gozar, se eu estava me masturbando e ainda não tinha gozado, Javi, generosamente, deixava o pau dentro do meu cu enquanto, aos poucos, perdia a rigidez. Eu gemia, trêmula, enquanto chegava ao clímax, sentindo o corpo dele descansar sobre minhas costas. Ele, carinhoso (bem, o máximo de carinho que conseguia dentro do desprezo dele), me deixava terminar e me recuperar, antes de tirar o pau, já só murchinho, e recolher com os dedos parte da porra que jorrava da minha bunda.
— Toma, putinha, sua sobremesa... — dizia enquanto aproximava os dedos molhados.
Eu lambia avidamente e, agradecida, levava minha mão até a bunda para pegar até a última gota do esperma dele.
— O que se diz? — perguntava ele, com um olhar que mostrava um certo orgulho.
— Muito obrigada...!
— Muito obrigada, o quê...?
— Muito obrigada, filho! — ao mesmo tempo, enfiava o pau dele na minha boca para que eu limpasse até deixar brilhando, sem nenhum resíduo do interior do meu cu. Não queria que meu macho fosse para a cama com nada que pudesse perturbar seus doces sonhos.
Javi, acariciando minha cabeça como se eu fosse um cachorrinho, me olhava alternando a visão com o panorama mais amplo que o espelho do quarto oferecia e me respondia, num show de generosidade:
— Obrigado a você, mãe! Hoje você se comportou como uma putinha excelente...
Eu, orgulhosa, olhava nos olhos dele, sorria e engolia o rabo de novo até deixar brilhando.
Depois, Javi se levantava e ia para o quarto dele descansar merecidamente, enquanto eu corria contra o relógio para deixar a casa em condições mínimas de revista antes que o corno do meu marido chegasse em casa.
Tinha dias mais tranquilos em que a gente terminava à uma ou duas da manhã e eu ainda podia descansar um pouco até o bonzinho do meu marido chegar às seis e meia. Quando sentia o corno inocente se aninhar ao meu lado enquanto eu fingia que dormia. Outras vezes, a maratona Entre eu e o Javi, a coisa se estendia até as quatro e meia ou cinco horas, e eu tinha que correr, ofegante, pra deixar tudo minimamente em ordem: lamber a porra espalhada no vidro da foto de casamento, secar as manchas úmidas do sofá com o secador, trocar os lençóis sujos e arejar uma casa que federava a sexo. E quando chegava o outono, abrir as janelas pra ventilar era um suplício, comigo correndo pelada pra arrumar tudo — sorte que não peguei uma pneumonia... Teve até dia em que ouvi a porta da rua e tive que me enfiar rapidinho debaixo do edredom antes que meu pobre marido se aninhasse do meu lado, enquanto eu fingia que tava dormindo e tentava evitar qualquer contato com o corpo dele, um corpo que começava a me dar um nojo insuportável.
Depois, a coisa foi se complicando.
4
No dia em que meu filho apareceu em casa com uma putinha, fiquei pasma. Eu esperava por ele com a lingerie mais suja do meu armário e a buceta e o pussy lisos como os de uma boneca, perfumados e em perfeito estado de revista. Do jeito que ele gostava.
Meus peitões caídos balançavam na minha barriga quando, correndo em passinhos curtos por causa dos saltos agulha que ele me fazia usar, fui recebê-lo com o pussy escorrendo, assim que ouvi a porta se abrir.
A verdade é que ver o Javi ali, com aquela putinha jovem fazendo gracinha e rindo... Ver os dois zoando daquela mãe ansiosa que, sem dignidade, os encarava toda maquiada e vestida como uma puta de esquina, me deixou com a moral lá no chão.
Ver eles se beijando e se apalpando no sofá, enquanto eu obedecia às ordens do meu filho e ia e vinha pelo quarto como uma empregada submissa, servindo bebidas e atendendo os caprichos deles, me fazia quase chorar.
Mas o que acabou me fazendo derramar umas lágrimas que borraram o rímel, deixando minha cara ainda mais grotesca, foi quando a putinha desabotoou a calça do Javi e puxou o pau dele, tão duro como ele sempre me tinha. Acostumada e, depois de cuspir umas duas vezes no mesmo, começou a engolir com um ritmo e uma perícia que me mostraram o longo caminho que ainda tinha pela frente para ser a única mulher do meu filho.
Ver a cara de prazer do Javi e como ele movia a pélvis pra forçar a garganta da garota sem que ela diminuísse o ritmo nem um pouco, me bateu como uma facada. Principalmente quando o Javi, apertando com força o rosto da garota contra os colhões, imobilizando ela entre babas escorrendo, ânsias e gorgolejos, me olhou e disse:
— Olha e aprende, mãe, olha e aprende. A Sofia é uma boa professora e vai te ensinar... — naquele momento, levantou com força o rosto congestionado da garota e, olhando pra cara ofegante, suada e babona dela, perguntou — Né, Sofia? Vai ensinar seus truques pra mamãe virar uma boa chupadora de pica...?
A garota virou o rosto agitado e, entre ofegos e tosses, me disse:
— Claro, claro, Ana, chega mais que eu te ensino...
Eu, entre lágrimas, mas também grata e feliz, porque em breve teria a adorada pica do meu filho entre os lábios, me aproximei deles e me ajoelhei diante da vara molhada do Javi.
Ele me olhou com um sorriso sarcástico e, depois de dar umas tapinhas nas minhas bochechas, me pegou com força pelo cabelo e, sem aviso, enfiou o pau dele goela abaixo, enquanto a putinha dava risadinhas debochadas.
Sinceramente, apesar de ter começado minha carreira de boqueteira numa idade tão avançada (no meu marido nem passou pela cabeça chupar a pica dele e foi meu Javi quem me ensinou os rudimentos de um bom boquete), e de forma quase autodidata, ver aquela garota esbelta engolir os vinte centímetros de estaca do meu filho até o saco e sem piscar, me fez entender que, se quisesse manter meu amante e garanhão, teria que me esforçar ao máximo pra superar em perícia a primeira putinha que aparecesse na vida dele.
Tá claro que pro Javi, a graça de foder a mãe gostosa pelas costas do padre e de fazê-la ficar puta do jeito que ele tava fazendo, deixava ela igual uma moto. Assim como acontecia comigo também. Mas eu sentia que, quando ele começasse a ficar entediado, ia buscar estímulo em outras bucetas. E por isso, tava disposta a agradar ele e me humilhar, se preciso fosse, até limites impensáveis.
Eu tinha ficado obcecada por aquele prazer que, na minha idade, conheci pela primeira vez. O pau dele tinha se tornado algo sagrado, um objeto de adoração pra quem eu rezaria toda noite, se pudesse...
O filho da puta tinha percebido o que ele representava pra mim. E tava disposto a explorar esse caminho e me humilhar com o único objetivo de aumentar o prazer dele.
Eu percebia perfeitamente que ele tava me usando e que só queria aumentar a sacanagem pra se excitar cada vez mais. Eu me submetia aos desejos dele e me humilhava só pelo interesse de deixar o pau dele mais duro. Eu, feita uma idiota, deixava ele fazer e só tentava agradar ele do único jeito que sabia: usando meu corpo do jeito que o Javi gostava.
O filho da puta tava adorando a situação. E a Sofia, a putinha que ele trouxe naquela noite, também tava bem treinada e colaborava na minha humilhação.
O Javi comeu minha garganta por um tempo. Até ele considerar que, mais ou menos, eu tinha alcançado o nível da Sofia. Ela, como observadora neutra, ia dando notas e aprovando ou corrigindo o que achava de errado. Ao mesmo tempo, a garota tava beijando meu filho e passando a mão no peito dele. No fim, o Javi diminuiu o ritmo e me soltou do pau babado dele, deixando um rastro de cuspe espalhado pelo sofá.
Ele aproximou meu rosto vermelho, segurando pelo cabelo, na frente da cara dele e cuspiu na minha boca ofegante. Eu mentiria se dissesse que não era essa a reação que eu esperava, mas por um breve instante, enquanto entre engasgos eu me esforçava pra dar prazer com minha boca, achei que, por uma vez, ele teria a fineza de me dar um simples beijo ou dizer alguma palavra de carinho, em agradecimento ao meu esforço. Mas o Javi era muito duro comigo, já nem sei se era uma vingança pelo meu comportamento desdenhoso nos primeiros dias dele em casa ou, como eu começava a acreditar, ele se sentia extremamente excitado por ter uma coroa madura, casada e com netos, completamente submissa aos caprichos e desejos dele. E se essa puta fosse a própria mãe dele... mel na chupeta!
Depois, ele fez como de costume, esfregou a cusparada no meu rosto todo e gritou:
— Sua puta porca, de quatro! Arf!
Eu, morrendo de vontade de agradar ele e sabendo que aquela posição era o prelúdio da tão desejada penetração, me coloquei em posição no tapete, com a cabeça baixa e a bunda bem empinada.
De relance, pude saborear uma doce vingança quando vi ele pegar Sofia pelos cabelos, de um jeito parecido com o que ele costumava me pegar quando estava puto.
De esguelha, pude ver o pau molhado e duro do meu filho, com fios de saliva pendurados, enquanto ele movia Sofia furiosamente, agarrada pelo cabelo, e enfiava a cabeça dela na minha bunda. Senti primeiro o nariz dela e depois o cócegas da língua, se agitando no meu buraco anal. Dei um pulo e, sem me segurar, soltei um gemido que não passou despercebido pelo meu filho e fez ele sorrir orgulhoso. Javi, que parecia alucinado, agora se dedicava a xingar Sofia:
— Sua porca nojenta, você chupa pau divinamente, mas comer cu é sua matéria pendente...! E você vai praticar comendo o rabo da minha mãe puta! Que eu te digo, disso ela entende...!
Ao ouvir aquelas palavras, não pude deixar de me sentir orgulhosa. Eu sabia que meu filho adorava sentir minha língua lambendo e serpentando no cu dele, mas não tinha percebido o quanto ele ficava feliz ao sentir aquela carícia molhada no ânus dele, enquanto minha mão se agarrava ao pau duro dele, balançando. Os orgasmos dele costumavam ser brutais quando eu fazia isso e, agora, vendo como ele me colocava como exemplo da perfeita comedora de cu, senti todos os meus esforços recompensados.
Embora eu tivesse que ter Eu fui percebendo, enquanto o Javi, ali de pé, nos observava fazer um trenzinho, com um sorriso de orelha a orelha, tirando fotos com o celular e se esfregando a pica, que pra ele a gente não passava de duas putas a serviço dele. A serviço da pica dele, melhor dizendo. E o filho da puta adorava nos colocar uma contra a outra e fazer a gente competir em putaria. A Sofia era mais nova, mas menos insegura e com uma autoestima sexual à prova de bala. Eu, por outro lado, era bem mais vulnerável e tava levando toda essa competição idiota a sério. E minha autoestima balançava que nem uma roda-gigante, sempre dependendo de um sorriso ou, pelo menos, de uma tremidinha de prazer do rabo dele, que eu não tirava os olhos.
O Javi sabia do poder que tinha sobre mim. Ele me tinha na mão.
Eu me concentrei nas lambidas da Sofia e comecei a me masturbar, ainda acreditando que o Javi não teria coragem de não me foder, depois do meu comportamento exemplar com a putinha dele. Mas como eu tava enganada.
O Javi encaixou a vara dele no cu da Sofia e começou uma penetração anal violenta. Eu sentia cada estocada quando a cara da novinha se espremia contra minhas nádegas.
Por um tempo, mantive a esperança de que o Javi trocasse de mulher e me desse alguma atenção. Mas tava claro que aquele não era meu dia.
Depois de um bom tempo furando o cu da Sofia e sentindo os gemidos cada vez mais intensos da garota no meu cu, tive que me contentar com um orgasmo triste, conseguido a duras penas com a minha mãozinha, que me aliviou só um pouquinho.
O Javi, finalmente, gozou com um berro gutural, parando as estocadas de repente, quando derramava o esperma precioso dele nas entranhas da jovem puta.
Enquanto o Javi gozava, nós três paramos, congelando a imagem. Aos poucos fomos recuperando o fôlego, enquanto a pica continuava tampando o cu da Sofia pra não perder nem uma gota donectar gostoso, como o Javi gostava de chamar quando tava especialmente sarcástico.
Conhecia os gostos do Javi, e assim que percebi que ele tava gozando, me posicionei rapidinho: com a cabeça debaixo das bolas dele e a boca pronta pra pegar tudo que saísse do cu, assim que meu macho tirasse a piroca presa.
Dessa vez eu ganhei o respeito do meu filho. Senti ele acariciando carinhoso minha bunda ao ver meu comportamento.Um consolo bem meia-boca., pensei enquanto degustava o coquetel de esperma que depois tive que dividir com a Sofia. Saborear aquilo só aliviou um pouco o fato de que meu macho não tinha me penetrado nem uma vez.
Eu tinha certeza de que, como mãe, como mulher e, acima de tudo, como uma puta, eu podia dar muito mais satisfação pro pau dele do que qualquer vagabunda que ele encontrasse nos puteiros que frequentava. Eu estava mais disposta do que qualquer uma a fazer o que fosse pra dar prazer a ele. E, de quebra, de graça. Me ver ali, como segundo prato, não me fez nenhuma graça.
E, exatamente como acabei de escrever, contei isso pro meu filho na manhã seguinte, enquanto o pai corno dele roncava, e ele tomava café da manhã recuperando as forças depois de ter despachado e pago (com 200 euros que tirou da carteira do pai) a putinha dele.
Javi sorria sarcástico e comia devagar, coçando o pau de vez em quando provocativamente diante do meu olhar, ainda faminto por vara. No fim, ele me encarou fixamente e, muito sério, disse seco:
– Você disse que tá disposta a tudo? Entendi direito?
Surpresa pelo tom sério dele, respondi com um morno e hesitante: Siiim...
– Tá certo, mãe, vou pegar na sua palavra. – respondeu categórico.
Depois, levantou e, me deixando ali, desolada e ainda cheia de tesão, saiu do quarto.
Eu ainda tava processando a resposta quando ouvi um portão bater. Ele tinha ido embora sem se despedir.
As poucas expectativas que ainda tinha de que o Javi me desse uma rapidinha (e silenciosa) enquanto o pai dele dormia se desfizeram. Ia ter que esperar até a noite.
5
Depois do incidente com a Sofia, as coisas com o Javi pareciam voltar ao ritmo normal. Se é que por normal a gente entende sessões diárias de sexo, nas noites em que o pai dele tava no trabalho.
Os fins de semana eram uma pausa que, pelo menos pra mim, permitiam recuperar o fôlego e chegar na noite de segunda-feira de novo pronta pra satisfazer o pau do meu filho e acalmar a luxúria acumulada nos dias de descanso.
Javi, transbordando de energia, ele aproveitava os fins de semana que o pai estava em casa pra sair pra night. Alguns sábados ele nem voltava pra dormir. Nunca contava o que fazia. O pai dele, sempre tão compreensivo, dava desculpas e pedia pra eu parar de criticar, dizendo que o moleque era jovem e precisava se divertir. E ainda mais agora que tava sozinho... O infeliz do meu marido, com a moleza de sempre...Que imbecilão que era aquele puto corno manso!Mas é claro, não podia contar pra ele que o verdadeiro motivo das minhas críticas era o ciúme que me consumia. O medo de que meu Javi encontrasse alguma buceta mais nova pra descarregar os ovos... Não conseguia tirar a imagem da Sofia da cabeça e achava, com toda razão, que o Javi passava os fins de semana procurando fora o que eu não podia dar em casa: carne jovem...
Na real, a parada era um pouco mais complicada, como descobri depois. O Javi tava mesmo era se enfiando em umas putarias enormes, gastando toda a grana que ganhava e que acabaram deixando ele cheio de dívidas. Um assunto que a gente vai retomar depois. Como era de se esperar, as putarias incluíam putas: sexo com umas vadias de todo tipo. Umas cachorras com quem meu Javi me substituía naqueles fins de semana de álcool e baseado. Mas parece que, por sorte, nenhuma dessas porcas conseguiu encantar o Javi tanto quanto a adorável mamãe dele. Tenho certeza de que ele tinha dificuldade em achar uma putinha capaz de me superar na cama, por mais profissional que fosse.
Uma tarde, enquanto o Javi tava trabalhando, e eu e o Andrés estávamos na sala vendo TV, meu marido começou a me contar que achava o Javi meio estranho ultimamente.
Normalmente eu não dava muita bola pro que meu marido falava. E ainda mais desde que eu comecei a meter os chifres nele à beça. O pouco respeito que eu tinha por ele tinha derretido igual açúcar no café. Embora eu me preocupasse em disfarçar tão bem que o pobre coitado nem tinha percebido. Pela minha paz e a do Javi, mais que tudo.
Mas assim que ouvi que ele tava falando do meu amado (e amante) filho, desliguei o piloto automático das respostas e abri os ouvidos 100%.
— Esse Javi tá muito, mas muito estranho... Muito estranho... — começou o Andrés. — E não é que eu tenha percebido porque vi ele, sabe? Na verdade, quase nem vejo ele... Cruzo com ele nas trocas de turno e...Oi e tchauAqui, quando chego de manhã, ele tá dormindo e, quando eu levanto, já foi pro trampo. E dos fins de semana, o que vou te contar... Some de sábado até segunda. Com certeza você vê ele mais do que eu.
Olhei pro Andrés, prestando atenção nas palavras dele e sem saber onde queria chegar, concordei com a cabeça e esperei ele continuar.
– O caso é que me contaram uns caras de lá, da fábrica. Gente que conhece ele. Acontecem duas coisas. Uma: me disseram que ele tá andando com más companhias.
– Más companhias? Como assim? – agora sim, tava intrigada. A primeira coisa que pensei, bem no meu papel de mãe (e amante) ciumenta e possessiva, foi num harém de putas que tavam chupando o esperma que eu tava tão convencida que era meu por direito.
– Ora, aquela gentalha que fuma baseado e se mete em encrenca... – puta merda, que informação bosta que meu querido marido tava me dando. Até orepórter Tribuletedos quadrinhos era mais concreto que o corno manso.
—Bom... —falei, contemporizando— Também não parece uma coisa tão séria...
—Não sei, sinceramente, espero que não... Mas dá pra ver que tem alguma coisa, porque ele tá pedindo grana por aí... Explorando os outros e tal. Tomara que não tenha alguma dívida e deva dinheiro pra algum pilantra... Ele tá estranho, te juro. Mas como não fala...
No fundo, me senti aliviada. Se era só uma questão financeira, de dívidas e tal, também não podia ser muito grave. Javi não podia ter complicado tanto a vida. Não ganhava muito e, além de foder a própria mãe e alguma putinha nos fins de semana, não achava que ele tivesse se metido em encrenca séria. Nada que não desse pra resolver limpando a caderneta de poupança do pai dele...
—Escuta, Andrés, e a outra coisa...
—Ah, sim! Essa é uma fofoca mais divertida... Parece que nosso querido filho tá comendo uma senhora daqui do bairro.
Ao ouvir as palavras do meu marido, fiquei tensa como uma mola e comecei a me esquentar. Senti o suor escorrendo pelas costas. Felizmente, o quarto estava escuro, só iluminado pelo clarão da TV, e Andrés não pareceu perceber nada. Ele interpretou meu silêncio tenso como mera curiosidade materna. Andrés continuou:
—Parece que o machão do nosso Javi, em vez de arrumar uma namorada normal ou resolver as coisas com a mulher dele, não teve ideia melhor do que se envolver com uma coroa da vizinhança...
—E como é que sabem disso? —interrompi, nervosa e com a voz trêmula— Quem tá falando...?
—Ele, ele mesmo. O babaca fica contando na fábrica pra todos os colegas. Que come ela duas ou três vezes por dia, que faz isso ou aquilo, que tal e que qual... Eu achei bizarro e, quando me contaram, falei na hora que não podia ser. Que Javi passava noites em casa. Além disso, você mesma me disse. É sair do trabalho, vir pra casa, jantar e ir pra cama.
Eu concordei, tremendo e suando feito uma louca. Andrés continuou, diante meu silêncio ansioso: -Não tô dizendo que, quem sabe, algum fim de semana eu tenha tido um caso com alguma mina mais velha, do bairro ou de alguma balada daquelas que ela vai... Mas, com uma mulher casada daqui do bairro, que, ainda por cima, parece que até tem um neto... Soava pra mim como história da carochinha! Mas acontece que olumináriaDo nosso filho, ele tinha tirado fotos daquela putinha, como ele chama. E não para de mostrar pra todo mundo por aí. Além disso, conta os detalhes, com todos os pêlos e sinais, do que faz com ela. E não te conto porque são demais...
Eu estava com a garganta seca e o corpo encharcado de suor. Com a voz rouca, só perguntei:
— Você viu essas fotos...?
— Vi, vi... Sim, todo mundo viu. Tão rodando no WhatsApp pela empresa inteira. A mulher não aparece o rosto. — Eu suspirei aliviada, o Andrés nem percebeu — Pelo corpo, parece mais velha, entre quarenta e cinquenta, mais pra coroa, mas muito bem cuidada. Tem uma barriguinha, pouca, e um par de peitos caídos, mas impressionantes. A buceta tá depilada. Que contraste. O rosto não dá pra ver, porque ou não aparece, ou ela borrou. E o cabelo é parecido com o seu. Mas de resto, parece um pouco mais nova, mas não muito, não se iluda.
Tá claro que nos esquemas mentais e morais do Andrés, tava descartado que a dona das fotos pudesse ser eu. Felizmente. O Andrés continuou:
— Tem umas oito ou nove fotos e dois vídeos curtinhos. Não dá pra ver muito onde foram feitas porque são planos fechados, quase todos. Parece um apartamento daqui do bairro porque numa aparece uma janela e a moldura é igual à do nosso quarto. — De novo eu fiquei alerta. Não aguentava mais sustos — E as fotos são putíssimas: siririca, boquete, trepada... Dá até pra ver ele fodendo o cu dela num dos vídeos curtos... E ele grita:toma, puta, toma!, ou algo assim. Não dá pra ouvir muito bem.
—Aaaaaah...! —interrompi.
—E o outro vídeo é a gozada. Não dá pra ver muito, mas dá pra entender tudo. Foi gravado focando a cabeça da mulher chupando a pica, mas não dá pra ver o rosto dela. Dá pra ouvir o barulho da garganta e ver a mão do Javi pegando a mulher pelos cabelos e empurrando a cabeça dela pra baixo. Tipo, já te falei, uns sete ou oito segundos, mas muito intensos...
Eu estava pasma com o quão burro e idiota meu filho podia ser. Ele estava prestes a jogar tudo pro alto por causa da sua vaidade ridícula. Não bastava se gabar pra mim em casa, agora tinha que sair se exibindo por aí. Que imbecil!
—Já te digo —continuou Andrés— que esse cara, desde que se separou, não tá muito bem das ideias. E lá estou eu, na fábrica, aguentando essas merdas e vendo o pessoal fazendo apostas sobre quem pode ser a mulher misteriosa... Quem você acha que é? Eu acho que pode ser a mulher do padeiro... Embora pareça um pouco mais gordinha que a do vídeo e de idade já passa um pouco. Sempre achei que ela era muito dada a essas coisas, com esse negócio do marido trabalhar à noite... —lembro que ouvindo o Andrés pensei:Claro, seu idiota, à noite, igual a você!Já tava de saco cheio. Levantei e, com a desculpa de lavar a louça, me mandei pra cozinha.
Mas antes, Andrés ainda me interrompeu com outra besteira:
— Só uma coisa, Ana...
— Fa-laaa... — falei já com cara de poucos amigos. — E se liga, que tenho serviço.
— Não, nada, é que se você reparou nessas manchas no sofá. Agora não dá pra ver com essa luz fraca, mas outro dia eu notei. Sabe se derramaram alguma coisa?
— Porra, Andrés! Que chato do caralho! E eu lá sei se derramaram alguma coisa! O sofá tá limpo e perfeito. E se não te parece, então limpa você. Em vez de ficar largado que nem um marajá. Tá bom?
A reação foi furiosa, mas queria cortar o cuck pela raiz. A coisa tava saindo do controle.
6
Eu continuava vivendo numa nuvem de tesão e lascívia e não comentei nada com o Javi sobre o que o pai dele tinha dito.
Continuei dedicando as noites a satisfazer ele e acho que, apesar de ele estar cada vez mais estranho e, às vezes, mais agressivo, conseguia agradar ele com louvor.
Toda noite, quando ele me deixava largada, feita um trapo e bem, muito bem, fodida, enquanto meu filho ia pro descanso merecido, eu olhava a bunda dele se afastando. Uma bunda que, muitas vezes, eu tinha acabado de lamber com gosto. Observava os ovos dele balançando e vazios, o passo relaxado e satisfeito, e não podia deixar de me sentir orgulhosa como mulher. Acho, sem medo de errar, que o Javi tava contente comigo, com a putinha dele.
Claro, eu tava encantada, apesar de todos os inconvenientes e de que, de fora, a imagem de uma mulher de cinquenta e poucos anos largada no tapete com a bunda escorrendo porra, a boca torta de tanto chupar pau, o cabelo bagunçado e, mesmo assim, com o sorriso satisfeito de uma mulher recém-gozada, não era um quadro tão idílico quanto eu pensava. Principalmente se, ao ampliar o campo, o que aparecia era um quarto todo desmontado e com apenas uma hora pra deixar tudo em ordem antes da chegada do pai inocente e cuck.
Não No entanto, nuvens negras rondavam nossa felicidade precária. Embora eu me matasse pra manter meu macho satisfeito e fizesse vista grossa pros fins de semana longos dele, não conseguia acalmá-lo de jeito nenhum. Alguma coisa tava rolando com ele e eu não fazia ideia do que era, até que uma sexta-feira ele apareceu de novo acompanhado quando voltou da fábrica, e dessa vez a visita não era de uma mina.
Era umas uma e meia da manhã quando ouvi a porta da rua. Muito mais tarde do que ele me acostumara durante a semana. Tava muito nervosa, tinha ligado vinte vezes e mandado um monte de mensagens que eu sabia que ele tinha visto, mas não tinha se dignado a responder.
Meus nervos se acalmaram quando ouvi a porta, embora minha cara ainda mostrasse o mau momento que eu tinha passado. Mesmo assim, pensei que não era hora de fazer um escândalo. Javi não costumava reagir bem às minhas cenas e eu temia que, se ele chegava tão tarde, era porque tinha estado com alguma puta e aproveitasse minha atitude pra me deixar na mão, se já vinha satisfeito, e com os ovos secos, de fora.
Meu visual era o de sempre, lingerie da Promiscuous, nada da mais chique. Nada de Victoria Secret ou parecido. Javi dizia que essas peças eram elegantes demais pra uma vagabunda como eu. O que mais excitava ele eram as calcinhas fuleiras e os sutiãs.güonderbráde imitação das lojas de chineses. No fundo, pra mim tanto fazia. Nunca tinha usado esse tipo de roupa, só coisa confortável e básicona. Mas se o Javi ficava de pau duro me vendo assim, já tava bom pra mim.
O look era completo com uns saltões de dar medo, pra minha bunda rebolar bem, e uma maquiagem bem pesada.Oi, putinhaFoi o cumprimento que anunciou a chegada do meu filho. Com a ansiedade acalmada, já estava de pé e me dirigia à porta pra recebê-lo com um puta amasso, quando vi ele entrar com outro cara. Fiquei petrificada, imóvel e com meu corpanzil exposto, sob o olhar lascivo do Javi e o surpreso do acompanhante dele.
Era um moleque que devia ter a idade do meu filho ou um pouco mais, mas com um aspecto de vagabundo e cara de mau que dava medo de verdade. Tinha o cabelo bem curtinho, quase raspado, e era mais troncudo que o Javi, quase gordo. O rosto, sem barbear, era de um sujeito com pinta de ter muito pouca paciência.
O garoto, considerando o cumprimento do meu filho, parecia já saber mais ou menos o que ia encontrar. Mas, mesmo assim, ficou pasmo com a minha aparência: uma coroa madura vestida pra levantar pica e que, ainda por cima, era a mãe de um amigo. E foi exatamente isso que meu filho tratou de lembrar:
— Olha, Paco, viu que mãe mais gostosa que eu tenho. — eu, que tinha ficado parada, sem saber o que esperar, olhei pra ele suplicante, torcendo pra que fosse tudo uma piada de mau gosto e que o show que vivemos com a Sofia não se repetisse. — Ela sempre deixa a casa um brinco, cuida do marido, cozinha que nem o Arguiñano, e já viu ela aqui, vestida que nem uma puta pra receber o filhinho amado...
— Já tô vendo, já... — entrou o tal Paco. — Uma autêntica geisha. E é bem gostosa, a safada...
— Já te falei, mano. — eu continuava muda e atônita, chocada de novo com as palavras e o comportamento do meu filho. — Anda, mãe, dá uma voltinha pro meu amigo ver essa rabetona...
Nessa altura, eu não ousava questionar uma ordem do meu filho. E muito menos na frente de alguém. A simples ameaça de deixá-lo puto e de cortar meu suprimento de pica me transformava na mais submissa e obediente das mães.
Depois de me virar, tive que continuar ouvindo o Javi e o amigo dele elogiarem minha bunda, perfeitamente exposta com a tanga fio dental que eu tava usando. Até o Javi incentivou o Paco a apalpar. minha bunda enquanto a elogiava e meelogiava, por assim dizer:
—E não perde por esperar, cara, essa gostosa fode como uma atriz pornô... Hoje você vai se divertir pra caralho, e a gente acerta a dívida, né? —naquele momento eu entendi qual era a parada.
—Vamos ver... —respondeu o malandro— De aparência é melhor do que eu esperava... Do resto...
—Bom, mãe, você já ouviu, trata de deixar meu amigo satisfeito. —enquanto falava e, vendo minha cara de susto, se aproximou e, fazendo um gesto de carinho, raríssimo nele, me abraçou, beijando meu pescoço, enquanto completava.—Com certeza você vai mandar bem, mãe. Além disso, se deixar o Paco feliz, também me deixa feliz, e ainda me faz um puta favor. —isso ele falou no meu ouvido, num sussurro.
Acho que o carinho dele, a proximidade, e aquela mistura de afeto e fragilidade que percebi nele, coisas que não estava acostumada, me comoveram. Também me pareceu que o assunto podia ser sério, então decidi engolir o nojo e fazer das tripas coração com aquele estranho na minha frente.
Aproveitando que o Javi estava com a guarda baixa, me permiti acariciar o rosto dele e dar um beijo suave nos lábios, um beijo de carinho, sem conotação sexual, enquanto dizia:
—Não se preocupa, Javi, vou fazer o que você mandar.
Ele sabia que eu ia fazer do mesmo jeito, mas preferia conseguir o favor na boa, e eu caí como uma idiota, achando que isso ia me garantir uma certa reciprocidade no futuro, tipo...amor, ou algo parecido... E não me sentir só um mero objeto sexual nas mãos dele.
Javi, contente, me mandou preparar uns drinques. Rebolando a rabeta, fui pra cozinha preparar dois uísques com gelo, do jeito que os caras pediram. Enquanto fazia isso, Javi aproveitou pra chegar perto e me contar qual era a história.
— Javi! Que porra é essa? Quem é aquele cara?
— Calma, mãe... — enquanto falava, ele passava a mão nas minhas costas e na minha bunda de leve. O medo que vi no olhar dele me amoleceu, e engoli toda a história dele sem piscar. Não sei até que ponto era verdade ou mentira, mas é claro que o cara de fora tinha um certo poder sobre meu filho e, como mãe, se eu pudesse ajudar em algo, tava disposta. Javi continuou: — Vou te contar, o cara lá fora é o Paco, dono de uma espécie de clube.
— Clube?
— Sim, mãe, clube. Um clube de garotas... — eu olhava pra ele de boca fechada, puta, enquanto servia o uísque nos copos — Um puteiro, porra! Tenho que explicar tudo... O lugar de onde eu trouxe a Sofia outro dia.
Dessa vez eu cruzei os braços e olhei pra ele visivelmente pistola. Ele, acho que porque precisava de mim, não fez o que costuma fazer quando eu enfrento ele, e, em vez de me ignorar e me deixar na mão (e de estômago vazio), continuou a explicação pra tentar me convencer. Optou pelo mais eficaz: tentar me fazer sentir pena:
— Olha, mãe, tô numa merda. A questão é que eu tenho uma dívida com o Paco.
— Se for dinheiro, eu e seu pai podemos ajudar. Na verdade, nem preciso contar pra ele. Você sabe que eu mesma cuido das coisas do banco...
— Não, não mãe, não é bem isso. Não dá pra pagar com dinheiro...
— Então se explica...
— O negócio é... bom, olha só. O negócio é que eu comi anamorada.- A namorada dele? Namorada de um cafetão? Isso existe?
- Sim, porra, existe... Eu peguei uma mina do clube umas duas semanas atrás. Achava que era uma puta normal, igual às outras, saca? Só que levei ela no carro, a gente transou e depois deixei ela lá de novo. Já devia ter desconfiado quando ela não cobrou... Mas, sei lá, pensei que era porque ela gostava. E era verdade. Só que ela não cobrou porque não era uma das garotas de programa. Acontece que era a mina do Paco, e quando ele descobriu, me pegou com uns dois caras da segurança que ele tem lá, ex-legionários ou algo assim, que me cagaram de medo. Ofereci pagar a transa, o dobro, o triplo. Mas ele disse que não...
Fiquei chocada com a merda absurda que meu filho tinha se metido, tendo em casa o que não precisava buscar fora. Javi continuou a história:
- O negócio é que, depois de discutir pra caralho, acabei oferecendo pra ele comer alguém importante pra mim. Claro que não podia oferecer minha mulher. Assim nunca mais arrumo nada com ela. E falei de você...
Fiquei pasma com a cara de pau dele, e as lágrimas já começavam a escorrer pelo meu rosto.
- Filho, - interrompi - você vai cafetinar a própria mãe?
- Mãe... falando assim... soa horrível. Na real, é só ele gozar uma vez. Só isso. Basta uma punheta ou um boquete. Talvez você escape de dar uma trepada... Ele diz que aguenta muito, mas cê vai ver que não...
De longe, ouvi o grito do Paco, do sofá:
- Javi, porra, vamos! Que buceta vocês tão fazendo? Não tenho a noite toda, caralho!
Olhei a cara de súplica do meu filho e não sabia o que fazer. Se eu tivesse dois dedos de testa, teria posto o Javi e o marginal do amigo dele pra fora na hora. Mas não fiz. Não consegui. Ver o Javi num momento de fraqueza foi maior do que eu, e diante dos pedidos dele,Você vai fazer, mamãe? Vai fazer?acabei engolindo as lágrimas e respondendo com um seco:SimSeguimos pro salão. Na frente, Javi, de novo sorrindo e se achando na situação, atrás eu, com os copos cheios e rebolando a bunda, me sentindo observada pelo tal de Paco, como se fosse uma das putas dele.
Javi sentou numa das poltronas e Paco, do sofá, me chamou:
— Chega mais, vagabunda. Senta aqui comigo, vai.
De cabeça baixa e meio assustada, sentei do lado dele enquanto entregava a taça. Na TV, com o som baixo, tava passando um filme pornô. Meu filho, sentado noutra poltrona, saboreava a bebida, fumando um cigarro e alternando o olhar entre a tela e a cena que rolava no sofá.
Paco deu um gole e me puxou pra perto dele, passando as mãos ásperas nas minhas costas e na minha bunda. Eu, intimidada, quase não conseguia falar.
— Dá um beijinho aqui, vai, gostosa. Não esperava que esse paspalhão do Javi tivesse uma mãe tão gostosa...
Aproximei meu rosto do dele, sem barba feita, e enquanto beijava, senti um bafo que misturava gosto de álcool, tabaco e baseado. Tentei que o beijo fosse só um selinho, mas Paco me segurou pelo pescoço e enfiou a língua na minha boca, me dando um belo de um amasso, enquanto me apertava contra ele. Me vi forçada a corresponder, sentindo como, com a mão livre, ele massageava meus peitos e acariciava meus mamilos. Contra minha vontade, senti minha buceta ficar molhada.
Javi, que observava a cena com um sorrisinho no canto da boca, disse pra Paco:
— E aí, Paco? É como eu te falei ou não?
Paco parou o amasso intenso e se afastou da minha boca, deixando um fio de saliva entre nossos lábios, antes de responder, seco:
— Sim, cê tava certo, garoto. — Me pegou pelo cabelo e me afastou dele, enquanto completava. — Beleza, putinha, acho que já tô pronto, então fica na posição e se prepara pra pagar a dívida do seu filhinho.
Confusa, me afastei um pouco do cafajeste. Ele desabotoou a calça jeans e, sem tirar tudo, baixou até os tornozelos, assim como a cueca. Cuecas. Surpresa, vi um pau, ainda mole, não muito comprido, mas de uma grossura descomunal.
— Gostou, vadiazinha? — perguntou Paco, retoricamente. — Pois o sabor você vai amar. Quando criança me chamavam de pônei, agora é cavalo... ha, ha, ha.
Naquele momento percebi que, antes de me foder, ele queria que eu chupasse ele. Se não tinha entendido errado meu filho, assim que ele gozasse a dívida estaria quitada, então pensei em colocar toda a carne no fogo e fazer minha boca trabalhar a todo vapor. Se eu conseguisse fazer Paco gozar no boquete, com um pouco de sorte, me livraria de levar aquela tranca ou, pior ainda, de levar no cu. A verdade é que o pau dava um pouco de medo.
Então, peguei um travesseiro, coloquei entre as pernas dele, e me ajoelhei pronta pra fazer o melhor trabalho da minha vida. Esperava que Javier soubesse valorizar isso.
Assim que aproximei o rosto do rabo dele, o fedor me fez recuar um pouco. Além de Paco não parecer um cara muito limpo, estava claro, pelo cheiro inconfundível de cu no pau, que ele tinha acabado de estar no cu de alguma vaca. Paco não deixou passar meu gesto e, rindo de mim, disse:
— Uai, que fresca é sua mãe, Javi! Parece que não gostou do perfume do meu rabo... ha, ha, ha... Para de frescura e enfia a cara no piru, vaca! — ele me puxou pelo cabelo e, depois de esfregar meu rosto no pau dele, enfiou ele sem mais delongas na minha boca. Com muito custo consegui engolir, segurando o vômito e fazendo das tripas coração. — A gente tava experimentando o cu de uma garota nova do clube, uma mulata gostosa. Coisas de negócio. E você, querido filho, também, fique sabendo...
De relance, vi Javi, que continuava assistindo impassível à cena com um meio sorriso e se acariciando o pacote. Com certeza, não parecia muito aflito por ter sido obrigado a entregar a pobre mãe dele a um sem-vergonha. Mesmo assim, não guardei rancor. Só queria gozar logo com a tarefa e fazer o filho da puta do Paco gozar e vazar de casa o mais rápido possível.
Paco relaxou, tomando o uísque, olhando pra tela e conversando tranquilamente com Javi sobre coisas que não tinham nada a ver com o que tava rolando da cintura pra baixo. Eu sabia que a coisa tava indo bem, pelo endurecimento súbito do pau dele e por algum suspiro que soltava de vez em quando, enquanto me acariciava a cabeça como se eu fosse uma putinha.
—A aposta é me fazer gozar em menos de quinze minutos... Acabei de esvaziar o tanque e tenho uma resistência lendária... —disse Javi. Cabia a mim fazer com que meu filho pagasse a dívida.
Mesmo assim, ia me custar um bocado. Minha mandíbula tava quase deslocada. Doía, mas eu mexia a cabeça freneticamente, sabendo que, quanto mais rápido fosse, mais cedo acabava o suplício. A baba escorria pelo sofá, e os dois caras continuavam a conversa animada e descontraída. Tentei esquecer eles e me concentrar no serviço.
Perdi a noção do tempo. Finalmente, senti o pau ficar mais duro, sinal de que a gozada tava chegando. Depois soube que tinham passado só uns seis ou sete minutos desde que comecei o boquete, mas na hora pareceu uma eternidade. Eu tinha dado tudo de mim (da minha boca...) e agora os resultados apareciam. O cafajeste ficou mudo no meio da frase, largou o copo na mesinha e começou a ofegar mais forte.
Naquele instante, apertou minha cabeça com força contra o pau dele, fazendo meus olhos lacrimejarem, e começou a soltar, em jorros, uma enxurrada de porra grossa e salgada que fui obrigada a engolir.
Fiquei ainda uns dois minutos com o pau amolecendo na boca, enquanto Paco recuperava o fôlego e Javi aplaudia, dizendo:Te falei, parceiro, te falei...!Parecia contente por ter se livrado da dívida e, de quebra, me fez sentir orgulhosa por ter sido útil. Imaginei que meu sacrifício o aproximaria mais de mim.
Finalmente, Paco me separou daquela rola babada puxando meus cabelos:
— Vai, porca, parabéns...! Você é uma puta de primeira. — disse rindo, enquanto tomava um gole de uísque, antes de subir as calças. Guardou a rola, sem nem limpar, e se levantou na hora, ao mesmo tempo que parabenizava o Javi por ter em casa uma puta de tão alto nível.
Eu ainda estava meio atordoada. Não estava acostumada a ouvir falarem de mim daquele jeito, como um objeto, como uma propriedade, como se eu não estivesse ali. Me levantei, cambaleando um pouco depois de ter ficado de joelhos, e fui pra cozinha pegar um copo d'água pra tirar o gosto ruim da boca da porra daquele cafajeste.
Fiquei sentada lá por um minuto ou dois, me recuperando da experiência desagradável, mas, de certa forma, contente por ter atendido às expectativas do meu filho. Até me peguei pensando que talvez eles tivessem razão e eu era uma puta vocacional, a umidade entre minhas pernas me denunciava...
Da cozinha, ouvi alguns trechos da conversa e, principalmente, uma frase que me tranquilizou:Você venceu, Javi, estamos quites... Dívida paga.Depois, ouvi o barulho da porta se fechando e fui pra sala de jantar me encontrar com meu filho, querendo recuperar o tempo perdido e tirar aquele gosto ruim da situação anterior.
Javi me esperava em pé no meio do cômodo. Corri até ele esperando um beijo, um abraço ou alguma palavra de carinho e afeto. Mas a decepção foi enorme quando ele afastou meu rosto ao tentar beijá-lo:
— Sai fora, porca! — falou com rispidez. — Não vai querer que eu chupe a baba daquele otário...
Contrariada e quase chorando, me afastei e olhei pra ele surpresa. Javi teve um pouco de pena e, num gesto de generosidade, disse:
— Mandou bem, mãe. Não esperava menos.
Sorri amargamente e, esperando algo mais, tentei acariciá-lo pra provocar algum sinal de afeto. Mas Javi voltou ao estilo de macho dominante e, me puxando pelo cabelo, me virou sobre a mesa da sala, me colocando com a bunda preparada pra foder.
— Sinceramente — disse ele —, me deixou com muito tesão te ver... Isso merece uma transa. — Já tinha tirado a pica e afastado minha calcinha fio-dental. — E, como o Javi já te disse que a gente veio de foder uma putinha no cu, vou terminar o serviço...
Dito isso, cuspiu umas duas vezes na minha bunda, que já pulsava ansiosa esperando a pica dele. Sabendo dos gostos dele, deixei ele fazer e me limitei a me masturbar no clitóris enquanto sentia as estocadas.
Foi uma das gozadas mais violentas e agressivas que ele já me deu. Mas mentiria se dissesse que não aproveitei como uma louca. Fiquei com tanto tesão que gozei umas duas vezes enquanto ele fodia minha porta dos fundos, gritando obscenidades pra mim e balançando minha cabeça como um boneco.
A coisa terminou, como de costume, com uma gozada na cara que deixou meu rosto todo melado. Depois, uns cuspes e uma expressão de desprezo que eu, com uma síndrome de Estocolmo de lascar, agradeci com um sorriso.
Ali, às quatro da manhã, ajoelhada perto da mesa. do comedor, com a cara coberta de porra, o cu arrombado e um sorriso idiota, percebi que fiquei petrificada, sem reação, quando o Javi, indo pro quarto dele, com o pau cheirando meu cu e os ovos vazios, me disse:
—Ah, mãe, uma última coisa! Pra você ficar feliz. Amanhã volto com a Andrea. A gente se reconciliou.
As palavras dele soaram como uma paulada e só consegui murmurar, com os lábios lambuzados de porra:
—O quê...?
—Isso, que vou voltar pra casa. Resolvi as coisas com a Andrea. Volto amanhã de manhã. Até o pai dela me devolveu o emprego. —enquanto falava, ele ajeitava as partes dele na cueca e se aproximou pra me dar um tapinha carinhoso na bochecha, molhada de porra e saliva. —Nada, mãe, que não vou mais encher o saco de vocês... acho que você vai ficar feliz, né? Já que encheu o saco pedindo pra eu ir embora...
E rindo da própria piada, foi pro quarto dele, me deixando completamente destruída.
—Mas... Javi... não... —foi a única coisa que consegui murmurar. Mas acho que ele nem ouviu.
Naquela noite, deixei as coisas minimamente arrumadas pra que o Andrés não percebesse o que tinha rolado e, com os olhos marejados, sem tomar banho, me meti na cama pensando no que podia dizer pro meu filho pra ele reconsiderar. Agora eu conhecia o Javi melhor do que nunca e sabia perfeitamente que ele seria infeliz com a Andrea, que ela não era o tipo de mulher que ele precisava.
É estranho, mas eu estava tão fora da realidade que não conseguia enxergar que meu filho não sentia nada por mim, além de poder me usar como uma escrava sexual e que o que ele fez comigo, podia fazer com qualquer uma: uma vizinha, uma colega de trabalho, uma puta... Pra ele, eu tinha sido só um alívio pra acalmar o pau dele num momento em que não tinha nada melhor à mão. Mas ele, pra mim, tinha sido a porta pra um mundo novo que me preenchia como mulher e me fez sentir coisas que nunca tinha experimentado antes. Apesar dos nervos e do estresse, eu estava tão exausta que acabei dormindo. Já de manhã, a primeira coisa que fiz foi ir até o quarto do meu filho. Eu estava disposta a tudo, até pensava em dizer que ajudaria ele com o aluguel de um apartamento se ele quisesse ficar sozinho. Já tinha criado na minha cabeça que, com a desculpa de ir limpar a casa, etc., etc., eu poderia implorar por um pouco de sexo.
Quando cheguei no quarto dele, estava vazio. Ele tinha feito as malas e ido embora. Sem avisar, sem se despedir.
Sentei e comecei a chorar no travesseiro dele. E era essa sensação que eu tinha quando comecei a escrever estas linhas.
EPÍLOGO
Já se passaram alguns meses e ainda não vi o Javi de novo. Nem sequer falei com ele. Ele não atende minhas ligações. Mandei mensagens, mas não recebi resposta. Com o pai dele tive mais sorte, e ele mantém um certo contato, então sei que ele está bem. Na verdade, parece que a esposa dele está grávida, então vamos ser avós de novo. Uma notícia que deveria me alegrar, mas me deixou fria, e tenho a sensação de que afasta ainda mais o Javi da minha vida.
Eu estou um pouco melhor. Mas está sendo difícil superar essa situação.
Eu tinha me limitado a me masturbar imaginando ele desde que ele foi embora, até que, por sorte ou por azar, aconteceu algo.
Outro dia, cruzei com o amigo dele, o Paco, aquele cafajeste, quando voltava das compras. Ele me olhou quase sem me reconhecer. Eu estava vestida normal, com as sacolas de compras. Uma dona de casa comum, igual a tantas por aí. Logo percebi quem era e, baixando o olhar, me preparei para atravessar a rua quando um braço forte me segurou.
– Com licença... – ele disse. Levantei a cabeça e olhei para ele suplicante, esperando que me soltasse. – Você... ei, você é a Ana, não é? A mãe do Javi.
Finalmente olhei nos olhos dele e, com a pouca firmeza que conseguia dar à minha voz trêmula, falei:
– Sim, sim... mas preciso ir. Estou com muita pressa e meu marido está me esperando em casa...
Ele me soltou, mas ficou me olhando, e Com um sorriso debochado, ele me disse:
— Bufff, pobre cuck...! Não se preocupa, já vou te deixar... Só uma coisa. Eu sei que o Javi deu o fora, então com certeza você não tem ninguém pra regar essa buceta gostosa que você tem.
Eu olhava pros lados, torcendo pra nenhum conhecido me ver falando com um cara daquela laia, mas não conseguia evitar a lembrança daquele pau esvaziando na minha garganta, e senti, inevitavelmente, uma mancha de lubrificação se espalhando pela minha calcinha. Ele continuou:
— Vou te dar um cartão com meu número particular, gostosa. — tirou do bolso.
Apesar da vergonha e humilhação que sentia, minha buceta molhada tratava de me lembrar que agora eu tinha virado escrava do pau dele e todos os meus sentidos se dedicavam a satisfazer aquele rabo duro. Javi, que não era bobo, tinha percebido direitinho o poder que exercia sobre mim e saboreava docemente a vingança que tanto tempo esperou. Tinha chegado a hora de me fazer pagar por todas as broncas e desprezos que, segundo ele, eu e o pai dele tínhamos dado. O pai dele, sem saber de nada, pelo menos vivia a cornitude no mundo da lua, e se livrava da degradação moral que eu tava sofrendo. Eu, por outro lado, me vi jogada, muito contra minha vontade, num turbilhão de prazer que, em parte, queria evitar, mas a vara do meu filho foi mais forte que minha resistência e quebrou minha moral com maior facilidade. E o filho da puta sabia disso e se regozijava na vitória dele.
Quando ele chegava em casa, entrava na sala, onde eu tava esperando ele em pé, sobre os saltos altos que ele me fazia usar e com a cabeça baixa em sinal de submissão. Depois de jogar a bolsa do trabalho de lado, ele se aproximava de mim, como se fosse me inspecionar, e, me pegando pelos cabelos, costumava levantar minha cabeça. Se tivesse satisfeito com minha aparência e viesse excitado o suficiente, me dava um beijo babado e porco, que eu correspondia ansiosamente. Naquele momento, os poucos diques de resistência que eu pudesse ter desabavam de uma vez e eu sentia minha buceta ficar molhada até limites inimagináveis, e uma mancha de lubrificação, que mal era coberta pela minha calcinha fio dental, se espalhava incontrolável pelo interior das minhas coxas.
Às vezes, eu não conseguia me segurar e passava a mão no pescoço dele e nas costas fortes enquanto encostava minha corpo no pau dele, cuja dureza atravessava a calça. Mas ele, que só me deixava agir sob suas ordens, me puxava o cabelo com força e me afastava do corpo dele. Às vezes, até cuspia na minha cara e, deixando a saliva escorrer do meu nariz até o queixo, me xingava pesado:
— Sua puta porca! Quantas vezes tenho que falar pra você só me tocar quando eu mandar...? Sua vagabunda nojenta...! Sai, primeiro vou ver que buceta você preparou pra jantar. Depois te dou a ração de rabo... putinha ansiosa. — isso ele falava como uma espécie de colherzinha de açúcar depois da sequência de insultos, enquanto acariciava minha bochecha vermelha de vergonha e, de quebra, espalhava toda a saliva pelo meu rosto, borrando a maquiagem que eu tinha passado tanto tempo fazendo.
Por um lado, ele me obrigava a estar sempre perfeitamente maquiada quando ele chegasse em casa. Por outro, me proibia de limpar os cuspes, as manchas de porra, suor ou outros fluidos que, inevitavelmente, acabavam cobrindo meu rosto depois de cada sessão de sexo com ele. Assim, eu sempre terminava com o rímel borrado e um aspecto grotesco. O Javi adorava, dizia que assim eu parecia ainda mais vagabunda e que deixava o pau dele mais duro. Então, se ele gostava, eu não tinha nada a dizer, só aproveitar o quanto meu macho estava feliz comigo. Era nisso que eu tinha me transformado...
Enquanto ele jantava na mesa da sala, com a TV ligada de fundo, eu ficava de pé ao lado dele, ouvindo ele contar sobre o dia dele e a graça que era falar com os colegas de trabalho sobre a puta porca casada que ele estava comendo. A mulher de um otário do bairro que ele estava corneando. Claro, ninguém sabia que era a própria mãe dele, e entre eles faziam apostas pra ver quem acertava quem era o corno.Sortudopossuidor da galhada que o Javi estava cultivando com tanto afinco.
Um dia, furando o protocolo de falar sem ser perguntada, falei pra ele que provavelmente nem acreditavam nele. Mas ele, depois de dar umas boas risadas, me passou o celular e me mostrou umas fotos onde eu aparecia sendo fodida. Dava pra ver a cara dele perfeitamente, já a minha, só o corpo ou o rosto pixelado. O filho da puta tinha se dedicado a imortalizar nossas maratonas sexuais pra humilhar ainda mais tanto eu quanto o pobre do pai dele. E, falando nele, não tinha nada de que o Javi mais se gabasse do que de humilhá-lo, apesar de tudo que ele tinha feito por ele. Quando se cruzavam na troca de turno, ele cumprimentava o pai sorrindo e dava um tapinha nas costas, deixando ele feliz e contente enquanto dizia:Bom, pai, vou ver se cuido da mamãe por um tempo... Até amanhã.E meu pobre marido ficava felizão no trabalho, sem saber o que o Javi entendia por cuidar...
Depois do jantar, o Javi tirava a calça jogando ela amassada em qualquer canto da sala e ia pro sofá com uma taça na mão e o controle remoto na outra. Procurava nos canais digitais ou na internet algum filme pornô e se escorava com as pernas abertas no sofá de couro macio enquanto me mandava um sinal pra eu chegar perto. Eu, finalmente feliz por poder me aproximar do corpo dele, observava o pauzão do meu filho, ainda meio duro, e os ovos depilados dele, e sentia minha buceta pulsar.
— Vai, putinha, trabalhar... Já sabe o que tem que fazer.
Eu concordava nervosa e começava minha rotina de sempre: tirava a saia e a camisa. Ficava só com um sutiã que mal segurava meus peitos e uma calcinha fio dental que mostrava mais do que escondia. Depois, pegava uma almofada, colocava entre as pernas dele e, ajoelhada, começava o ritual de sempre. Enquanto passava a mão de leve no pau dele e sentia ele endurecer, lambia os ovos dele, colocando um de cada vez na boca. Parece mentira, mas eu sempre ficava animada e contente quando ouvia ele gemer. Quando os ovos já estavam bem babados e a saliva escorria pelo sofá, o Javi geralmente levantava a bunda e empurrava minha cabeça pra baixo pra eu começar a chupar o cu dele como uma boa mãe. No começo, eu tinha muito nojo, mas, com o tempo, fui me acostumando e, vendo que o Javi adorava, me esforçava pra deixar ele feliz. O que uma mãe não faz pelo seu filhote!
Enquanto eu passava a língua no buraquinho dele e penetrava de leve com ela, o Javi continuava saboreando a taça dele, olhando a TV ou conversando no celular. Às vezes, ligava pra algum amigo e falava com ele sem me dar muita atenção, mas quando eu queria parar e começar a chupar o pau dele, ele sempre empurrava minha cabeça com raiva pra eu continuar comendo o cu dele. cu, enquanto tapava o fone e me dizia:
—Porra, puta, vê se te comporta...! Continua com a bunda até eu mandar parar. E tenta me obedecer ou vai ficar sem caldo de piroca...
Eu, diante da ameaça de ficar sem pau, voltava pro rebanho e me esforçava até o Javi decidir.me conceder a honra de chupar essa pica, como ele costumava dizer.
Com o tempo fui aprendendo seus gostos e aproveitando eles. Como o Javi não gostava que eu pegasse no pau dele enquanto chupava, pra ele comandar as operações e foder minha garganta do jeito que queria, eu usava minhas mãozinhas pra apalpar as coxas duras dele ou, mais frequentemente, me masturbar enquanto mamava ele. Mas claro, tinha que pedir permissão pra fazer isso. Normalmente, se eu tinha caprichado bem em lamber a bunda dele inteira, ele não reclamava e deixava eu me esfregar a buceta enquanto engolia o pau dele. Assim eu conseguia o primeiro orgasmo do dia. Sempre tentava sincronizar com o momento em que o Javi apertava minha cabeça com força no pau dele e soltava aqueles jorros grossos de porra da primeira gozada direto no meu estômago. Se nessa hora eu conseguia, massageando meu clitóris, chegar ao orgasmo, era a mulher (e a mãe) mais feliz do mundo. Já falei, não tem nada melhor do que sentir a garganta cheia de esperma de um filho, enquanto o corpo da gente treme gozando. O melhor, já disse.
Depois, se a foda tinha sido boa, na opinião do meu macho, ele deixava eu me aninhar no sofá um tempinho do lado dele enquanto ele se recuperava. A gente cochilava até a hora de ir pra cama continuar a festa.
Às vezes a gente ia pro quarto dele, mas quando ele tava num dia mais tarado, que era quase sempre, a gente fechava a sessão de putaria no quarto de casal, com um crucifixo na parede e as fotos de família na mesinha que, segundo ele, deixavam ele louco. Essa parada de família feliz e sorridente dava mais tesão nele pra soltar porra na minha cara, ou nas fotos que ele depois esfregava na minha língua.
Normalmente, quando a gente chegava na cama pra finalizar a noite, os dois já tinham ido largando a roupa pelo caminho até o colchão e a gente se deitava pelados. Todo dia era a mesma história e, se por um desses acasos da vida, meu bom marido tivesse resolvido sair mais cedo do trabalho por qualquer mal-estar e voltasse À meia-noite em casa, ele teria se deparado com uma cena de puro vandalismo: a casa cheia de roupa espalhada pelos cantos, o sofá coberto de babas e líquidos suspeitos, e um coral de gemidos vindo do quarto que não era difícil de identificar como os berros de uma cadela no cio sendo penetrada pelo seu macho.
Javi era um animal de hábitos, ou pelo menos era o que eu pensava na época — logo viriam algumas novidades, mas isso fica pra depois. O fato é que, uma vez na cama e sempre com a luz acesa, mesmo eu morrendo de vergonha porque o guarda-roupa do quarto tinha portas de espelho e refletia tudo que a gente fazia, ele se deitava recostado na cabeceira e me mandava chupar a pica dele de novo pra deixar bem dura. Enquanto isso, com uma mão ele controlava minha cabeça do jeito que queria, me puxando pelos cabelos, e com a outra ia dando tapas na minha bunda. Quando achava que já tava bem vermelha e eu tava com tesão suficiente, começava a enfiar os dedos na buceta ou no cu. Normalmente, ele alternava entre os buracos com o indicador, que tirava pra chupar ou trazia perto da minha boca e nariz pra eu sentir bem o cheiro e babar antes de voltar à carga.Cheira, Promíscua, cheira! Olha como tu cheira a puta!Dizia pra mim, ou alguma gracinha do tipo.
Às vezes, quando tava especialmente porco, saía cuspindo na direção da minha bochecha que subia e descia, engolindo a vara dele, ou no resto do rosto, até deixar minha cara toda molhada. Sempre soltava uma risada malvada quando acertava meu olho e gritavaBingo!Eu aceitava de forma submissa e caprichava no boquete, enquanto ficava cada vez mais com tesão e só esperava ele estar pronto pra finalizar o serviço e me deixar de quatro, como se costuma dizer. Depois de me deixar um bom tempo chupando, uns dez minutos ou às vezes mais, ele dava dois tapas finais na minha bunda vermelha e, com dois estalos imperativos com os dentes, como se estivesse dando ordens pra um bicho, me mandava ficar de quatro no meio da cama, de frente pra cabeceira, embaixo do crucifixo.
— Vai, slutty, abre essa buceta que você tem visita!
Eu, obediente, abria minhas nádegas grandes pra facilitar a penetração tão desejada e, até ela acontecer, nunca sabia por qual buraco a vara do meu amado filho ia entrar. Nessa altura, eu já curtia quase igual tanto as penetrações anais quanto as vaginais. Minha única preocupação era poder esfregar meu clitóris, se o Javi não resolvesse me segurar pelos pulsos pra se ajudar na foda, e assim chegar a um bom orgasmo. De preferência, o mais perto possível da gozada dele.
O Javi, como vocês já devem imaginar, gostava de um sexo pesado e costumava me puxar pelos cabelos, dar tapas na minha bunda e meter com raiva quando me fodía. E não se segurava nada na hora de me xingar, me pegar pelo pescoço ou virar minha cara pra cuspir em mim. Eu aceitava tudo, tentando manter a pose e assumindo que era um preço que tinha que pagar pra me sentir desejada e curtir orgasmos como nunca tinha sonhado antes.
Com o passar dos dias, o Javi foi esquecendo da minha buceta. Dizia que preferia mais arrombar meu cu. Que a cara de sofrimento que eu fazia (embora nessa altura já fosse quase fingida) deixava o pau dele mais duro e ele curtia castigar a puta da mãe dele. Acabei aceitando com resignação. Apertava os dentes, fixava o olhar no crucifixo ou nas fotos do criado-mudo onde via a careca do meu marido e começava a sentir um desprezo por ele parecido com o do Javi, que não se segurava nada em manifestar. Ao mesmo tempo, com a mão, eu esfregava a buceta até gozar uma ou duas vezes enquanto o pau dele perfurava meu interior.
Quase sempre percebia que o Javi ia gozar quando ele freava as investidas, ficava tenso e apertava com força meu cabelo, meu pescoço ou o que estivesse segurando naquele momento. Depois dessa freada, continuava metendo mais devagar, enquanto soltava jatos de esperma quente que regavam meus intestinos. Parece que o pau dele engrossava um pouco enquanto a porra subia dos ovos dele para se espalhar na minha barriga. Talvez fosse uma sensação de alívio ao ver que minhasuplício(bendito suplício...) acabava.
Depois de gozar, se eu estava me masturbando e ainda não tinha gozado, Javi, generosamente, deixava o pau dentro do meu cu enquanto, aos poucos, perdia a rigidez. Eu gemia, trêmula, enquanto chegava ao clímax, sentindo o corpo dele descansar sobre minhas costas. Ele, carinhoso (bem, o máximo de carinho que conseguia dentro do desprezo dele), me deixava terminar e me recuperar, antes de tirar o pau, já só murchinho, e recolher com os dedos parte da porra que jorrava da minha bunda.
— Toma, putinha, sua sobremesa... — dizia enquanto aproximava os dedos molhados.
Eu lambia avidamente e, agradecida, levava minha mão até a bunda para pegar até a última gota do esperma dele.
— O que se diz? — perguntava ele, com um olhar que mostrava um certo orgulho.
— Muito obrigada...!
— Muito obrigada, o quê...?
— Muito obrigada, filho! — ao mesmo tempo, enfiava o pau dele na minha boca para que eu limpasse até deixar brilhando, sem nenhum resíduo do interior do meu cu. Não queria que meu macho fosse para a cama com nada que pudesse perturbar seus doces sonhos.
Javi, acariciando minha cabeça como se eu fosse um cachorrinho, me olhava alternando a visão com o panorama mais amplo que o espelho do quarto oferecia e me respondia, num show de generosidade:
— Obrigado a você, mãe! Hoje você se comportou como uma putinha excelente...
Eu, orgulhosa, olhava nos olhos dele, sorria e engolia o rabo de novo até deixar brilhando.
Depois, Javi se levantava e ia para o quarto dele descansar merecidamente, enquanto eu corria contra o relógio para deixar a casa em condições mínimas de revista antes que o corno do meu marido chegasse em casa.
Tinha dias mais tranquilos em que a gente terminava à uma ou duas da manhã e eu ainda podia descansar um pouco até o bonzinho do meu marido chegar às seis e meia. Quando sentia o corno inocente se aninhar ao meu lado enquanto eu fingia que dormia. Outras vezes, a maratona Entre eu e o Javi, a coisa se estendia até as quatro e meia ou cinco horas, e eu tinha que correr, ofegante, pra deixar tudo minimamente em ordem: lamber a porra espalhada no vidro da foto de casamento, secar as manchas úmidas do sofá com o secador, trocar os lençóis sujos e arejar uma casa que federava a sexo. E quando chegava o outono, abrir as janelas pra ventilar era um suplício, comigo correndo pelada pra arrumar tudo — sorte que não peguei uma pneumonia... Teve até dia em que ouvi a porta da rua e tive que me enfiar rapidinho debaixo do edredom antes que meu pobre marido se aninhasse do meu lado, enquanto eu fingia que tava dormindo e tentava evitar qualquer contato com o corpo dele, um corpo que começava a me dar um nojo insuportável.
Depois, a coisa foi se complicando.
4
No dia em que meu filho apareceu em casa com uma putinha, fiquei pasma. Eu esperava por ele com a lingerie mais suja do meu armário e a buceta e o pussy lisos como os de uma boneca, perfumados e em perfeito estado de revista. Do jeito que ele gostava.
Meus peitões caídos balançavam na minha barriga quando, correndo em passinhos curtos por causa dos saltos agulha que ele me fazia usar, fui recebê-lo com o pussy escorrendo, assim que ouvi a porta se abrir.
A verdade é que ver o Javi ali, com aquela putinha jovem fazendo gracinha e rindo... Ver os dois zoando daquela mãe ansiosa que, sem dignidade, os encarava toda maquiada e vestida como uma puta de esquina, me deixou com a moral lá no chão.
Ver eles se beijando e se apalpando no sofá, enquanto eu obedecia às ordens do meu filho e ia e vinha pelo quarto como uma empregada submissa, servindo bebidas e atendendo os caprichos deles, me fazia quase chorar.
Mas o que acabou me fazendo derramar umas lágrimas que borraram o rímel, deixando minha cara ainda mais grotesca, foi quando a putinha desabotoou a calça do Javi e puxou o pau dele, tão duro como ele sempre me tinha. Acostumada e, depois de cuspir umas duas vezes no mesmo, começou a engolir com um ritmo e uma perícia que me mostraram o longo caminho que ainda tinha pela frente para ser a única mulher do meu filho.
Ver a cara de prazer do Javi e como ele movia a pélvis pra forçar a garganta da garota sem que ela diminuísse o ritmo nem um pouco, me bateu como uma facada. Principalmente quando o Javi, apertando com força o rosto da garota contra os colhões, imobilizando ela entre babas escorrendo, ânsias e gorgolejos, me olhou e disse:
— Olha e aprende, mãe, olha e aprende. A Sofia é uma boa professora e vai te ensinar... — naquele momento, levantou com força o rosto congestionado da garota e, olhando pra cara ofegante, suada e babona dela, perguntou — Né, Sofia? Vai ensinar seus truques pra mamãe virar uma boa chupadora de pica...?
A garota virou o rosto agitado e, entre ofegos e tosses, me disse:
— Claro, claro, Ana, chega mais que eu te ensino...
Eu, entre lágrimas, mas também grata e feliz, porque em breve teria a adorada pica do meu filho entre os lábios, me aproximei deles e me ajoelhei diante da vara molhada do Javi.
Ele me olhou com um sorriso sarcástico e, depois de dar umas tapinhas nas minhas bochechas, me pegou com força pelo cabelo e, sem aviso, enfiou o pau dele goela abaixo, enquanto a putinha dava risadinhas debochadas.
Sinceramente, apesar de ter começado minha carreira de boqueteira numa idade tão avançada (no meu marido nem passou pela cabeça chupar a pica dele e foi meu Javi quem me ensinou os rudimentos de um bom boquete), e de forma quase autodidata, ver aquela garota esbelta engolir os vinte centímetros de estaca do meu filho até o saco e sem piscar, me fez entender que, se quisesse manter meu amante e garanhão, teria que me esforçar ao máximo pra superar em perícia a primeira putinha que aparecesse na vida dele.
Tá claro que pro Javi, a graça de foder a mãe gostosa pelas costas do padre e de fazê-la ficar puta do jeito que ele tava fazendo, deixava ela igual uma moto. Assim como acontecia comigo também. Mas eu sentia que, quando ele começasse a ficar entediado, ia buscar estímulo em outras bucetas. E por isso, tava disposta a agradar ele e me humilhar, se preciso fosse, até limites impensáveis.
Eu tinha ficado obcecada por aquele prazer que, na minha idade, conheci pela primeira vez. O pau dele tinha se tornado algo sagrado, um objeto de adoração pra quem eu rezaria toda noite, se pudesse...
O filho da puta tinha percebido o que ele representava pra mim. E tava disposto a explorar esse caminho e me humilhar com o único objetivo de aumentar o prazer dele.
Eu percebia perfeitamente que ele tava me usando e que só queria aumentar a sacanagem pra se excitar cada vez mais. Eu me submetia aos desejos dele e me humilhava só pelo interesse de deixar o pau dele mais duro. Eu, feita uma idiota, deixava ele fazer e só tentava agradar ele do único jeito que sabia: usando meu corpo do jeito que o Javi gostava.
O filho da puta tava adorando a situação. E a Sofia, a putinha que ele trouxe naquela noite, também tava bem treinada e colaborava na minha humilhação.
O Javi comeu minha garganta por um tempo. Até ele considerar que, mais ou menos, eu tinha alcançado o nível da Sofia. Ela, como observadora neutra, ia dando notas e aprovando ou corrigindo o que achava de errado. Ao mesmo tempo, a garota tava beijando meu filho e passando a mão no peito dele. No fim, o Javi diminuiu o ritmo e me soltou do pau babado dele, deixando um rastro de cuspe espalhado pelo sofá.
Ele aproximou meu rosto vermelho, segurando pelo cabelo, na frente da cara dele e cuspiu na minha boca ofegante. Eu mentiria se dissesse que não era essa a reação que eu esperava, mas por um breve instante, enquanto entre engasgos eu me esforçava pra dar prazer com minha boca, achei que, por uma vez, ele teria a fineza de me dar um simples beijo ou dizer alguma palavra de carinho, em agradecimento ao meu esforço. Mas o Javi era muito duro comigo, já nem sei se era uma vingança pelo meu comportamento desdenhoso nos primeiros dias dele em casa ou, como eu começava a acreditar, ele se sentia extremamente excitado por ter uma coroa madura, casada e com netos, completamente submissa aos caprichos e desejos dele. E se essa puta fosse a própria mãe dele... mel na chupeta!
Depois, ele fez como de costume, esfregou a cusparada no meu rosto todo e gritou:
— Sua puta porca, de quatro! Arf!
Eu, morrendo de vontade de agradar ele e sabendo que aquela posição era o prelúdio da tão desejada penetração, me coloquei em posição no tapete, com a cabeça baixa e a bunda bem empinada.
De relance, pude saborear uma doce vingança quando vi ele pegar Sofia pelos cabelos, de um jeito parecido com o que ele costumava me pegar quando estava puto.
De esguelha, pude ver o pau molhado e duro do meu filho, com fios de saliva pendurados, enquanto ele movia Sofia furiosamente, agarrada pelo cabelo, e enfiava a cabeça dela na minha bunda. Senti primeiro o nariz dela e depois o cócegas da língua, se agitando no meu buraco anal. Dei um pulo e, sem me segurar, soltei um gemido que não passou despercebido pelo meu filho e fez ele sorrir orgulhoso. Javi, que parecia alucinado, agora se dedicava a xingar Sofia:
— Sua porca nojenta, você chupa pau divinamente, mas comer cu é sua matéria pendente...! E você vai praticar comendo o rabo da minha mãe puta! Que eu te digo, disso ela entende...!
Ao ouvir aquelas palavras, não pude deixar de me sentir orgulhosa. Eu sabia que meu filho adorava sentir minha língua lambendo e serpentando no cu dele, mas não tinha percebido o quanto ele ficava feliz ao sentir aquela carícia molhada no ânus dele, enquanto minha mão se agarrava ao pau duro dele, balançando. Os orgasmos dele costumavam ser brutais quando eu fazia isso e, agora, vendo como ele me colocava como exemplo da perfeita comedora de cu, senti todos os meus esforços recompensados.
Embora eu tivesse que ter Eu fui percebendo, enquanto o Javi, ali de pé, nos observava fazer um trenzinho, com um sorriso de orelha a orelha, tirando fotos com o celular e se esfregando a pica, que pra ele a gente não passava de duas putas a serviço dele. A serviço da pica dele, melhor dizendo. E o filho da puta adorava nos colocar uma contra a outra e fazer a gente competir em putaria. A Sofia era mais nova, mas menos insegura e com uma autoestima sexual à prova de bala. Eu, por outro lado, era bem mais vulnerável e tava levando toda essa competição idiota a sério. E minha autoestima balançava que nem uma roda-gigante, sempre dependendo de um sorriso ou, pelo menos, de uma tremidinha de prazer do rabo dele, que eu não tirava os olhos.
O Javi sabia do poder que tinha sobre mim. Ele me tinha na mão.
Eu me concentrei nas lambidas da Sofia e comecei a me masturbar, ainda acreditando que o Javi não teria coragem de não me foder, depois do meu comportamento exemplar com a putinha dele. Mas como eu tava enganada.
O Javi encaixou a vara dele no cu da Sofia e começou uma penetração anal violenta. Eu sentia cada estocada quando a cara da novinha se espremia contra minhas nádegas.
Por um tempo, mantive a esperança de que o Javi trocasse de mulher e me desse alguma atenção. Mas tava claro que aquele não era meu dia.
Depois de um bom tempo furando o cu da Sofia e sentindo os gemidos cada vez mais intensos da garota no meu cu, tive que me contentar com um orgasmo triste, conseguido a duras penas com a minha mãozinha, que me aliviou só um pouquinho.
O Javi, finalmente, gozou com um berro gutural, parando as estocadas de repente, quando derramava o esperma precioso dele nas entranhas da jovem puta.
Enquanto o Javi gozava, nós três paramos, congelando a imagem. Aos poucos fomos recuperando o fôlego, enquanto a pica continuava tampando o cu da Sofia pra não perder nem uma gota donectar gostoso, como o Javi gostava de chamar quando tava especialmente sarcástico.
Conhecia os gostos do Javi, e assim que percebi que ele tava gozando, me posicionei rapidinho: com a cabeça debaixo das bolas dele e a boca pronta pra pegar tudo que saísse do cu, assim que meu macho tirasse a piroca presa.
Dessa vez eu ganhei o respeito do meu filho. Senti ele acariciando carinhoso minha bunda ao ver meu comportamento.Um consolo bem meia-boca., pensei enquanto degustava o coquetel de esperma que depois tive que dividir com a Sofia. Saborear aquilo só aliviou um pouco o fato de que meu macho não tinha me penetrado nem uma vez.
Eu tinha certeza de que, como mãe, como mulher e, acima de tudo, como uma puta, eu podia dar muito mais satisfação pro pau dele do que qualquer vagabunda que ele encontrasse nos puteiros que frequentava. Eu estava mais disposta do que qualquer uma a fazer o que fosse pra dar prazer a ele. E, de quebra, de graça. Me ver ali, como segundo prato, não me fez nenhuma graça.
E, exatamente como acabei de escrever, contei isso pro meu filho na manhã seguinte, enquanto o pai corno dele roncava, e ele tomava café da manhã recuperando as forças depois de ter despachado e pago (com 200 euros que tirou da carteira do pai) a putinha dele.
Javi sorria sarcástico e comia devagar, coçando o pau de vez em quando provocativamente diante do meu olhar, ainda faminto por vara. No fim, ele me encarou fixamente e, muito sério, disse seco:
– Você disse que tá disposta a tudo? Entendi direito?
Surpresa pelo tom sério dele, respondi com um morno e hesitante: Siiim...
– Tá certo, mãe, vou pegar na sua palavra. – respondeu categórico.
Depois, levantou e, me deixando ali, desolada e ainda cheia de tesão, saiu do quarto.
Eu ainda tava processando a resposta quando ouvi um portão bater. Ele tinha ido embora sem se despedir.
As poucas expectativas que ainda tinha de que o Javi me desse uma rapidinha (e silenciosa) enquanto o pai dele dormia se desfizeram. Ia ter que esperar até a noite.
5
Depois do incidente com a Sofia, as coisas com o Javi pareciam voltar ao ritmo normal. Se é que por normal a gente entende sessões diárias de sexo, nas noites em que o pai dele tava no trabalho.
Os fins de semana eram uma pausa que, pelo menos pra mim, permitiam recuperar o fôlego e chegar na noite de segunda-feira de novo pronta pra satisfazer o pau do meu filho e acalmar a luxúria acumulada nos dias de descanso.
Javi, transbordando de energia, ele aproveitava os fins de semana que o pai estava em casa pra sair pra night. Alguns sábados ele nem voltava pra dormir. Nunca contava o que fazia. O pai dele, sempre tão compreensivo, dava desculpas e pedia pra eu parar de criticar, dizendo que o moleque era jovem e precisava se divertir. E ainda mais agora que tava sozinho... O infeliz do meu marido, com a moleza de sempre...Que imbecilão que era aquele puto corno manso!Mas é claro, não podia contar pra ele que o verdadeiro motivo das minhas críticas era o ciúme que me consumia. O medo de que meu Javi encontrasse alguma buceta mais nova pra descarregar os ovos... Não conseguia tirar a imagem da Sofia da cabeça e achava, com toda razão, que o Javi passava os fins de semana procurando fora o que eu não podia dar em casa: carne jovem...
Na real, a parada era um pouco mais complicada, como descobri depois. O Javi tava mesmo era se enfiando em umas putarias enormes, gastando toda a grana que ganhava e que acabaram deixando ele cheio de dívidas. Um assunto que a gente vai retomar depois. Como era de se esperar, as putarias incluíam putas: sexo com umas vadias de todo tipo. Umas cachorras com quem meu Javi me substituía naqueles fins de semana de álcool e baseado. Mas parece que, por sorte, nenhuma dessas porcas conseguiu encantar o Javi tanto quanto a adorável mamãe dele. Tenho certeza de que ele tinha dificuldade em achar uma putinha capaz de me superar na cama, por mais profissional que fosse.
Uma tarde, enquanto o Javi tava trabalhando, e eu e o Andrés estávamos na sala vendo TV, meu marido começou a me contar que achava o Javi meio estranho ultimamente.
Normalmente eu não dava muita bola pro que meu marido falava. E ainda mais desde que eu comecei a meter os chifres nele à beça. O pouco respeito que eu tinha por ele tinha derretido igual açúcar no café. Embora eu me preocupasse em disfarçar tão bem que o pobre coitado nem tinha percebido. Pela minha paz e a do Javi, mais que tudo.
Mas assim que ouvi que ele tava falando do meu amado (e amante) filho, desliguei o piloto automático das respostas e abri os ouvidos 100%.
— Esse Javi tá muito, mas muito estranho... Muito estranho... — começou o Andrés. — E não é que eu tenha percebido porque vi ele, sabe? Na verdade, quase nem vejo ele... Cruzo com ele nas trocas de turno e...Oi e tchauAqui, quando chego de manhã, ele tá dormindo e, quando eu levanto, já foi pro trampo. E dos fins de semana, o que vou te contar... Some de sábado até segunda. Com certeza você vê ele mais do que eu.
Olhei pro Andrés, prestando atenção nas palavras dele e sem saber onde queria chegar, concordei com a cabeça e esperei ele continuar.
– O caso é que me contaram uns caras de lá, da fábrica. Gente que conhece ele. Acontecem duas coisas. Uma: me disseram que ele tá andando com más companhias.
– Más companhias? Como assim? – agora sim, tava intrigada. A primeira coisa que pensei, bem no meu papel de mãe (e amante) ciumenta e possessiva, foi num harém de putas que tavam chupando o esperma que eu tava tão convencida que era meu por direito.
– Ora, aquela gentalha que fuma baseado e se mete em encrenca... – puta merda, que informação bosta que meu querido marido tava me dando. Até orepórter Tribuletedos quadrinhos era mais concreto que o corno manso.
—Bom... —falei, contemporizando— Também não parece uma coisa tão séria...
—Não sei, sinceramente, espero que não... Mas dá pra ver que tem alguma coisa, porque ele tá pedindo grana por aí... Explorando os outros e tal. Tomara que não tenha alguma dívida e deva dinheiro pra algum pilantra... Ele tá estranho, te juro. Mas como não fala...
No fundo, me senti aliviada. Se era só uma questão financeira, de dívidas e tal, também não podia ser muito grave. Javi não podia ter complicado tanto a vida. Não ganhava muito e, além de foder a própria mãe e alguma putinha nos fins de semana, não achava que ele tivesse se metido em encrenca séria. Nada que não desse pra resolver limpando a caderneta de poupança do pai dele...
—Escuta, Andrés, e a outra coisa...
—Ah, sim! Essa é uma fofoca mais divertida... Parece que nosso querido filho tá comendo uma senhora daqui do bairro.
Ao ouvir as palavras do meu marido, fiquei tensa como uma mola e comecei a me esquentar. Senti o suor escorrendo pelas costas. Felizmente, o quarto estava escuro, só iluminado pelo clarão da TV, e Andrés não pareceu perceber nada. Ele interpretou meu silêncio tenso como mera curiosidade materna. Andrés continuou:
—Parece que o machão do nosso Javi, em vez de arrumar uma namorada normal ou resolver as coisas com a mulher dele, não teve ideia melhor do que se envolver com uma coroa da vizinhança...
—E como é que sabem disso? —interrompi, nervosa e com a voz trêmula— Quem tá falando...?
—Ele, ele mesmo. O babaca fica contando na fábrica pra todos os colegas. Que come ela duas ou três vezes por dia, que faz isso ou aquilo, que tal e que qual... Eu achei bizarro e, quando me contaram, falei na hora que não podia ser. Que Javi passava noites em casa. Além disso, você mesma me disse. É sair do trabalho, vir pra casa, jantar e ir pra cama.
Eu concordei, tremendo e suando feito uma louca. Andrés continuou, diante meu silêncio ansioso: -Não tô dizendo que, quem sabe, algum fim de semana eu tenha tido um caso com alguma mina mais velha, do bairro ou de alguma balada daquelas que ela vai... Mas, com uma mulher casada daqui do bairro, que, ainda por cima, parece que até tem um neto... Soava pra mim como história da carochinha! Mas acontece que olumináriaDo nosso filho, ele tinha tirado fotos daquela putinha, como ele chama. E não para de mostrar pra todo mundo por aí. Além disso, conta os detalhes, com todos os pêlos e sinais, do que faz com ela. E não te conto porque são demais...
Eu estava com a garganta seca e o corpo encharcado de suor. Com a voz rouca, só perguntei:
— Você viu essas fotos...?
— Vi, vi... Sim, todo mundo viu. Tão rodando no WhatsApp pela empresa inteira. A mulher não aparece o rosto. — Eu suspirei aliviada, o Andrés nem percebeu — Pelo corpo, parece mais velha, entre quarenta e cinquenta, mais pra coroa, mas muito bem cuidada. Tem uma barriguinha, pouca, e um par de peitos caídos, mas impressionantes. A buceta tá depilada. Que contraste. O rosto não dá pra ver, porque ou não aparece, ou ela borrou. E o cabelo é parecido com o seu. Mas de resto, parece um pouco mais nova, mas não muito, não se iluda.
Tá claro que nos esquemas mentais e morais do Andrés, tava descartado que a dona das fotos pudesse ser eu. Felizmente. O Andrés continuou:
— Tem umas oito ou nove fotos e dois vídeos curtinhos. Não dá pra ver muito onde foram feitas porque são planos fechados, quase todos. Parece um apartamento daqui do bairro porque numa aparece uma janela e a moldura é igual à do nosso quarto. — De novo eu fiquei alerta. Não aguentava mais sustos — E as fotos são putíssimas: siririca, boquete, trepada... Dá até pra ver ele fodendo o cu dela num dos vídeos curtos... E ele grita:toma, puta, toma!, ou algo assim. Não dá pra ouvir muito bem.
—Aaaaaah...! —interrompi.
—E o outro vídeo é a gozada. Não dá pra ver muito, mas dá pra entender tudo. Foi gravado focando a cabeça da mulher chupando a pica, mas não dá pra ver o rosto dela. Dá pra ouvir o barulho da garganta e ver a mão do Javi pegando a mulher pelos cabelos e empurrando a cabeça dela pra baixo. Tipo, já te falei, uns sete ou oito segundos, mas muito intensos...
Eu estava pasma com o quão burro e idiota meu filho podia ser. Ele estava prestes a jogar tudo pro alto por causa da sua vaidade ridícula. Não bastava se gabar pra mim em casa, agora tinha que sair se exibindo por aí. Que imbecil!
—Já te digo —continuou Andrés— que esse cara, desde que se separou, não tá muito bem das ideias. E lá estou eu, na fábrica, aguentando essas merdas e vendo o pessoal fazendo apostas sobre quem pode ser a mulher misteriosa... Quem você acha que é? Eu acho que pode ser a mulher do padeiro... Embora pareça um pouco mais gordinha que a do vídeo e de idade já passa um pouco. Sempre achei que ela era muito dada a essas coisas, com esse negócio do marido trabalhar à noite... —lembro que ouvindo o Andrés pensei:Claro, seu idiota, à noite, igual a você!Já tava de saco cheio. Levantei e, com a desculpa de lavar a louça, me mandei pra cozinha.
Mas antes, Andrés ainda me interrompeu com outra besteira:
— Só uma coisa, Ana...
— Fa-laaa... — falei já com cara de poucos amigos. — E se liga, que tenho serviço.
— Não, nada, é que se você reparou nessas manchas no sofá. Agora não dá pra ver com essa luz fraca, mas outro dia eu notei. Sabe se derramaram alguma coisa?
— Porra, Andrés! Que chato do caralho! E eu lá sei se derramaram alguma coisa! O sofá tá limpo e perfeito. E se não te parece, então limpa você. Em vez de ficar largado que nem um marajá. Tá bom?
A reação foi furiosa, mas queria cortar o cuck pela raiz. A coisa tava saindo do controle.
6
Eu continuava vivendo numa nuvem de tesão e lascívia e não comentei nada com o Javi sobre o que o pai dele tinha dito.
Continuei dedicando as noites a satisfazer ele e acho que, apesar de ele estar cada vez mais estranho e, às vezes, mais agressivo, conseguia agradar ele com louvor.
Toda noite, quando ele me deixava largada, feita um trapo e bem, muito bem, fodida, enquanto meu filho ia pro descanso merecido, eu olhava a bunda dele se afastando. Uma bunda que, muitas vezes, eu tinha acabado de lamber com gosto. Observava os ovos dele balançando e vazios, o passo relaxado e satisfeito, e não podia deixar de me sentir orgulhosa como mulher. Acho, sem medo de errar, que o Javi tava contente comigo, com a putinha dele.
Claro, eu tava encantada, apesar de todos os inconvenientes e de que, de fora, a imagem de uma mulher de cinquenta e poucos anos largada no tapete com a bunda escorrendo porra, a boca torta de tanto chupar pau, o cabelo bagunçado e, mesmo assim, com o sorriso satisfeito de uma mulher recém-gozada, não era um quadro tão idílico quanto eu pensava. Principalmente se, ao ampliar o campo, o que aparecia era um quarto todo desmontado e com apenas uma hora pra deixar tudo em ordem antes da chegada do pai inocente e cuck.
Não No entanto, nuvens negras rondavam nossa felicidade precária. Embora eu me matasse pra manter meu macho satisfeito e fizesse vista grossa pros fins de semana longos dele, não conseguia acalmá-lo de jeito nenhum. Alguma coisa tava rolando com ele e eu não fazia ideia do que era, até que uma sexta-feira ele apareceu de novo acompanhado quando voltou da fábrica, e dessa vez a visita não era de uma mina.
Era umas uma e meia da manhã quando ouvi a porta da rua. Muito mais tarde do que ele me acostumara durante a semana. Tava muito nervosa, tinha ligado vinte vezes e mandado um monte de mensagens que eu sabia que ele tinha visto, mas não tinha se dignado a responder.
Meus nervos se acalmaram quando ouvi a porta, embora minha cara ainda mostrasse o mau momento que eu tinha passado. Mesmo assim, pensei que não era hora de fazer um escândalo. Javi não costumava reagir bem às minhas cenas e eu temia que, se ele chegava tão tarde, era porque tinha estado com alguma puta e aproveitasse minha atitude pra me deixar na mão, se já vinha satisfeito, e com os ovos secos, de fora.
Meu visual era o de sempre, lingerie da Promiscuous, nada da mais chique. Nada de Victoria Secret ou parecido. Javi dizia que essas peças eram elegantes demais pra uma vagabunda como eu. O que mais excitava ele eram as calcinhas fuleiras e os sutiãs.güonderbráde imitação das lojas de chineses. No fundo, pra mim tanto fazia. Nunca tinha usado esse tipo de roupa, só coisa confortável e básicona. Mas se o Javi ficava de pau duro me vendo assim, já tava bom pra mim.
O look era completo com uns saltões de dar medo, pra minha bunda rebolar bem, e uma maquiagem bem pesada.Oi, putinhaFoi o cumprimento que anunciou a chegada do meu filho. Com a ansiedade acalmada, já estava de pé e me dirigia à porta pra recebê-lo com um puta amasso, quando vi ele entrar com outro cara. Fiquei petrificada, imóvel e com meu corpanzil exposto, sob o olhar lascivo do Javi e o surpreso do acompanhante dele.
Era um moleque que devia ter a idade do meu filho ou um pouco mais, mas com um aspecto de vagabundo e cara de mau que dava medo de verdade. Tinha o cabelo bem curtinho, quase raspado, e era mais troncudo que o Javi, quase gordo. O rosto, sem barbear, era de um sujeito com pinta de ter muito pouca paciência.
O garoto, considerando o cumprimento do meu filho, parecia já saber mais ou menos o que ia encontrar. Mas, mesmo assim, ficou pasmo com a minha aparência: uma coroa madura vestida pra levantar pica e que, ainda por cima, era a mãe de um amigo. E foi exatamente isso que meu filho tratou de lembrar:
— Olha, Paco, viu que mãe mais gostosa que eu tenho. — eu, que tinha ficado parada, sem saber o que esperar, olhei pra ele suplicante, torcendo pra que fosse tudo uma piada de mau gosto e que o show que vivemos com a Sofia não se repetisse. — Ela sempre deixa a casa um brinco, cuida do marido, cozinha que nem o Arguiñano, e já viu ela aqui, vestida que nem uma puta pra receber o filhinho amado...
— Já tô vendo, já... — entrou o tal Paco. — Uma autêntica geisha. E é bem gostosa, a safada...
— Já te falei, mano. — eu continuava muda e atônita, chocada de novo com as palavras e o comportamento do meu filho. — Anda, mãe, dá uma voltinha pro meu amigo ver essa rabetona...
Nessa altura, eu não ousava questionar uma ordem do meu filho. E muito menos na frente de alguém. A simples ameaça de deixá-lo puto e de cortar meu suprimento de pica me transformava na mais submissa e obediente das mães.
Depois de me virar, tive que continuar ouvindo o Javi e o amigo dele elogiarem minha bunda, perfeitamente exposta com a tanga fio dental que eu tava usando. Até o Javi incentivou o Paco a apalpar. minha bunda enquanto a elogiava e meelogiava, por assim dizer:
—E não perde por esperar, cara, essa gostosa fode como uma atriz pornô... Hoje você vai se divertir pra caralho, e a gente acerta a dívida, né? —naquele momento eu entendi qual era a parada.
—Vamos ver... —respondeu o malandro— De aparência é melhor do que eu esperava... Do resto...
—Bom, mãe, você já ouviu, trata de deixar meu amigo satisfeito. —enquanto falava e, vendo minha cara de susto, se aproximou e, fazendo um gesto de carinho, raríssimo nele, me abraçou, beijando meu pescoço, enquanto completava.—Com certeza você vai mandar bem, mãe. Além disso, se deixar o Paco feliz, também me deixa feliz, e ainda me faz um puta favor. —isso ele falou no meu ouvido, num sussurro.
Acho que o carinho dele, a proximidade, e aquela mistura de afeto e fragilidade que percebi nele, coisas que não estava acostumada, me comoveram. Também me pareceu que o assunto podia ser sério, então decidi engolir o nojo e fazer das tripas coração com aquele estranho na minha frente.
Aproveitando que o Javi estava com a guarda baixa, me permiti acariciar o rosto dele e dar um beijo suave nos lábios, um beijo de carinho, sem conotação sexual, enquanto dizia:
—Não se preocupa, Javi, vou fazer o que você mandar.
Ele sabia que eu ia fazer do mesmo jeito, mas preferia conseguir o favor na boa, e eu caí como uma idiota, achando que isso ia me garantir uma certa reciprocidade no futuro, tipo...amor, ou algo parecido... E não me sentir só um mero objeto sexual nas mãos dele.
Javi, contente, me mandou preparar uns drinques. Rebolando a rabeta, fui pra cozinha preparar dois uísques com gelo, do jeito que os caras pediram. Enquanto fazia isso, Javi aproveitou pra chegar perto e me contar qual era a história.
— Javi! Que porra é essa? Quem é aquele cara?
— Calma, mãe... — enquanto falava, ele passava a mão nas minhas costas e na minha bunda de leve. O medo que vi no olhar dele me amoleceu, e engoli toda a história dele sem piscar. Não sei até que ponto era verdade ou mentira, mas é claro que o cara de fora tinha um certo poder sobre meu filho e, como mãe, se eu pudesse ajudar em algo, tava disposta. Javi continuou: — Vou te contar, o cara lá fora é o Paco, dono de uma espécie de clube.
— Clube?
— Sim, mãe, clube. Um clube de garotas... — eu olhava pra ele de boca fechada, puta, enquanto servia o uísque nos copos — Um puteiro, porra! Tenho que explicar tudo... O lugar de onde eu trouxe a Sofia outro dia.
Dessa vez eu cruzei os braços e olhei pra ele visivelmente pistola. Ele, acho que porque precisava de mim, não fez o que costuma fazer quando eu enfrento ele, e, em vez de me ignorar e me deixar na mão (e de estômago vazio), continuou a explicação pra tentar me convencer. Optou pelo mais eficaz: tentar me fazer sentir pena:
— Olha, mãe, tô numa merda. A questão é que eu tenho uma dívida com o Paco.
— Se for dinheiro, eu e seu pai podemos ajudar. Na verdade, nem preciso contar pra ele. Você sabe que eu mesma cuido das coisas do banco...
— Não, não mãe, não é bem isso. Não dá pra pagar com dinheiro...
— Então se explica...
— O negócio é... bom, olha só. O negócio é que eu comi anamorada.- A namorada dele? Namorada de um cafetão? Isso existe?
- Sim, porra, existe... Eu peguei uma mina do clube umas duas semanas atrás. Achava que era uma puta normal, igual às outras, saca? Só que levei ela no carro, a gente transou e depois deixei ela lá de novo. Já devia ter desconfiado quando ela não cobrou... Mas, sei lá, pensei que era porque ela gostava. E era verdade. Só que ela não cobrou porque não era uma das garotas de programa. Acontece que era a mina do Paco, e quando ele descobriu, me pegou com uns dois caras da segurança que ele tem lá, ex-legionários ou algo assim, que me cagaram de medo. Ofereci pagar a transa, o dobro, o triplo. Mas ele disse que não...
Fiquei chocada com a merda absurda que meu filho tinha se metido, tendo em casa o que não precisava buscar fora. Javi continuou a história:
- O negócio é que, depois de discutir pra caralho, acabei oferecendo pra ele comer alguém importante pra mim. Claro que não podia oferecer minha mulher. Assim nunca mais arrumo nada com ela. E falei de você...
Fiquei pasma com a cara de pau dele, e as lágrimas já começavam a escorrer pelo meu rosto.
- Filho, - interrompi - você vai cafetinar a própria mãe?
- Mãe... falando assim... soa horrível. Na real, é só ele gozar uma vez. Só isso. Basta uma punheta ou um boquete. Talvez você escape de dar uma trepada... Ele diz que aguenta muito, mas cê vai ver que não...
De longe, ouvi o grito do Paco, do sofá:
- Javi, porra, vamos! Que buceta vocês tão fazendo? Não tenho a noite toda, caralho!
Olhei a cara de súplica do meu filho e não sabia o que fazer. Se eu tivesse dois dedos de testa, teria posto o Javi e o marginal do amigo dele pra fora na hora. Mas não fiz. Não consegui. Ver o Javi num momento de fraqueza foi maior do que eu, e diante dos pedidos dele,Você vai fazer, mamãe? Vai fazer?acabei engolindo as lágrimas e respondendo com um seco:SimSeguimos pro salão. Na frente, Javi, de novo sorrindo e se achando na situação, atrás eu, com os copos cheios e rebolando a bunda, me sentindo observada pelo tal de Paco, como se fosse uma das putas dele.
Javi sentou numa das poltronas e Paco, do sofá, me chamou:
— Chega mais, vagabunda. Senta aqui comigo, vai.
De cabeça baixa e meio assustada, sentei do lado dele enquanto entregava a taça. Na TV, com o som baixo, tava passando um filme pornô. Meu filho, sentado noutra poltrona, saboreava a bebida, fumando um cigarro e alternando o olhar entre a tela e a cena que rolava no sofá.
Paco deu um gole e me puxou pra perto dele, passando as mãos ásperas nas minhas costas e na minha bunda. Eu, intimidada, quase não conseguia falar.
— Dá um beijinho aqui, vai, gostosa. Não esperava que esse paspalhão do Javi tivesse uma mãe tão gostosa...
Aproximei meu rosto do dele, sem barba feita, e enquanto beijava, senti um bafo que misturava gosto de álcool, tabaco e baseado. Tentei que o beijo fosse só um selinho, mas Paco me segurou pelo pescoço e enfiou a língua na minha boca, me dando um belo de um amasso, enquanto me apertava contra ele. Me vi forçada a corresponder, sentindo como, com a mão livre, ele massageava meus peitos e acariciava meus mamilos. Contra minha vontade, senti minha buceta ficar molhada.
Javi, que observava a cena com um sorrisinho no canto da boca, disse pra Paco:
— E aí, Paco? É como eu te falei ou não?
Paco parou o amasso intenso e se afastou da minha boca, deixando um fio de saliva entre nossos lábios, antes de responder, seco:
— Sim, cê tava certo, garoto. — Me pegou pelo cabelo e me afastou dele, enquanto completava. — Beleza, putinha, acho que já tô pronto, então fica na posição e se prepara pra pagar a dívida do seu filhinho.
Confusa, me afastei um pouco do cafajeste. Ele desabotoou a calça jeans e, sem tirar tudo, baixou até os tornozelos, assim como a cueca. Cuecas. Surpresa, vi um pau, ainda mole, não muito comprido, mas de uma grossura descomunal.
— Gostou, vadiazinha? — perguntou Paco, retoricamente. — Pois o sabor você vai amar. Quando criança me chamavam de pônei, agora é cavalo... ha, ha, ha.
Naquele momento percebi que, antes de me foder, ele queria que eu chupasse ele. Se não tinha entendido errado meu filho, assim que ele gozasse a dívida estaria quitada, então pensei em colocar toda a carne no fogo e fazer minha boca trabalhar a todo vapor. Se eu conseguisse fazer Paco gozar no boquete, com um pouco de sorte, me livraria de levar aquela tranca ou, pior ainda, de levar no cu. A verdade é que o pau dava um pouco de medo.
Então, peguei um travesseiro, coloquei entre as pernas dele, e me ajoelhei pronta pra fazer o melhor trabalho da minha vida. Esperava que Javier soubesse valorizar isso.
Assim que aproximei o rosto do rabo dele, o fedor me fez recuar um pouco. Além de Paco não parecer um cara muito limpo, estava claro, pelo cheiro inconfundível de cu no pau, que ele tinha acabado de estar no cu de alguma vaca. Paco não deixou passar meu gesto e, rindo de mim, disse:
— Uai, que fresca é sua mãe, Javi! Parece que não gostou do perfume do meu rabo... ha, ha, ha... Para de frescura e enfia a cara no piru, vaca! — ele me puxou pelo cabelo e, depois de esfregar meu rosto no pau dele, enfiou ele sem mais delongas na minha boca. Com muito custo consegui engolir, segurando o vômito e fazendo das tripas coração. — A gente tava experimentando o cu de uma garota nova do clube, uma mulata gostosa. Coisas de negócio. E você, querido filho, também, fique sabendo...
De relance, vi Javi, que continuava assistindo impassível à cena com um meio sorriso e se acariciando o pacote. Com certeza, não parecia muito aflito por ter sido obrigado a entregar a pobre mãe dele a um sem-vergonha. Mesmo assim, não guardei rancor. Só queria gozar logo com a tarefa e fazer o filho da puta do Paco gozar e vazar de casa o mais rápido possível.
Paco relaxou, tomando o uísque, olhando pra tela e conversando tranquilamente com Javi sobre coisas que não tinham nada a ver com o que tava rolando da cintura pra baixo. Eu sabia que a coisa tava indo bem, pelo endurecimento súbito do pau dele e por algum suspiro que soltava de vez em quando, enquanto me acariciava a cabeça como se eu fosse uma putinha.
—A aposta é me fazer gozar em menos de quinze minutos... Acabei de esvaziar o tanque e tenho uma resistência lendária... —disse Javi. Cabia a mim fazer com que meu filho pagasse a dívida.
Mesmo assim, ia me custar um bocado. Minha mandíbula tava quase deslocada. Doía, mas eu mexia a cabeça freneticamente, sabendo que, quanto mais rápido fosse, mais cedo acabava o suplício. A baba escorria pelo sofá, e os dois caras continuavam a conversa animada e descontraída. Tentei esquecer eles e me concentrar no serviço.
Perdi a noção do tempo. Finalmente, senti o pau ficar mais duro, sinal de que a gozada tava chegando. Depois soube que tinham passado só uns seis ou sete minutos desde que comecei o boquete, mas na hora pareceu uma eternidade. Eu tinha dado tudo de mim (da minha boca...) e agora os resultados apareciam. O cafajeste ficou mudo no meio da frase, largou o copo na mesinha e começou a ofegar mais forte.
Naquele instante, apertou minha cabeça com força contra o pau dele, fazendo meus olhos lacrimejarem, e começou a soltar, em jorros, uma enxurrada de porra grossa e salgada que fui obrigada a engolir.
Fiquei ainda uns dois minutos com o pau amolecendo na boca, enquanto Paco recuperava o fôlego e Javi aplaudia, dizendo:Te falei, parceiro, te falei...!Parecia contente por ter se livrado da dívida e, de quebra, me fez sentir orgulhosa por ter sido útil. Imaginei que meu sacrifício o aproximaria mais de mim.
Finalmente, Paco me separou daquela rola babada puxando meus cabelos:
— Vai, porca, parabéns...! Você é uma puta de primeira. — disse rindo, enquanto tomava um gole de uísque, antes de subir as calças. Guardou a rola, sem nem limpar, e se levantou na hora, ao mesmo tempo que parabenizava o Javi por ter em casa uma puta de tão alto nível.
Eu ainda estava meio atordoada. Não estava acostumada a ouvir falarem de mim daquele jeito, como um objeto, como uma propriedade, como se eu não estivesse ali. Me levantei, cambaleando um pouco depois de ter ficado de joelhos, e fui pra cozinha pegar um copo d'água pra tirar o gosto ruim da boca da porra daquele cafajeste.
Fiquei sentada lá por um minuto ou dois, me recuperando da experiência desagradável, mas, de certa forma, contente por ter atendido às expectativas do meu filho. Até me peguei pensando que talvez eles tivessem razão e eu era uma puta vocacional, a umidade entre minhas pernas me denunciava...
Da cozinha, ouvi alguns trechos da conversa e, principalmente, uma frase que me tranquilizou:Você venceu, Javi, estamos quites... Dívida paga.Depois, ouvi o barulho da porta se fechando e fui pra sala de jantar me encontrar com meu filho, querendo recuperar o tempo perdido e tirar aquele gosto ruim da situação anterior.
Javi me esperava em pé no meio do cômodo. Corri até ele esperando um beijo, um abraço ou alguma palavra de carinho e afeto. Mas a decepção foi enorme quando ele afastou meu rosto ao tentar beijá-lo:
— Sai fora, porca! — falou com rispidez. — Não vai querer que eu chupe a baba daquele otário...
Contrariada e quase chorando, me afastei e olhei pra ele surpresa. Javi teve um pouco de pena e, num gesto de generosidade, disse:
— Mandou bem, mãe. Não esperava menos.
Sorri amargamente e, esperando algo mais, tentei acariciá-lo pra provocar algum sinal de afeto. Mas Javi voltou ao estilo de macho dominante e, me puxando pelo cabelo, me virou sobre a mesa da sala, me colocando com a bunda preparada pra foder.
— Sinceramente — disse ele —, me deixou com muito tesão te ver... Isso merece uma transa. — Já tinha tirado a pica e afastado minha calcinha fio-dental. — E, como o Javi já te disse que a gente veio de foder uma putinha no cu, vou terminar o serviço...
Dito isso, cuspiu umas duas vezes na minha bunda, que já pulsava ansiosa esperando a pica dele. Sabendo dos gostos dele, deixei ele fazer e me limitei a me masturbar no clitóris enquanto sentia as estocadas.
Foi uma das gozadas mais violentas e agressivas que ele já me deu. Mas mentiria se dissesse que não aproveitei como uma louca. Fiquei com tanto tesão que gozei umas duas vezes enquanto ele fodia minha porta dos fundos, gritando obscenidades pra mim e balançando minha cabeça como um boneco.
A coisa terminou, como de costume, com uma gozada na cara que deixou meu rosto todo melado. Depois, uns cuspes e uma expressão de desprezo que eu, com uma síndrome de Estocolmo de lascar, agradeci com um sorriso.
Ali, às quatro da manhã, ajoelhada perto da mesa. do comedor, com a cara coberta de porra, o cu arrombado e um sorriso idiota, percebi que fiquei petrificada, sem reação, quando o Javi, indo pro quarto dele, com o pau cheirando meu cu e os ovos vazios, me disse:
—Ah, mãe, uma última coisa! Pra você ficar feliz. Amanhã volto com a Andrea. A gente se reconciliou.
As palavras dele soaram como uma paulada e só consegui murmurar, com os lábios lambuzados de porra:
—O quê...?
—Isso, que vou voltar pra casa. Resolvi as coisas com a Andrea. Volto amanhã de manhã. Até o pai dela me devolveu o emprego. —enquanto falava, ele ajeitava as partes dele na cueca e se aproximou pra me dar um tapinha carinhoso na bochecha, molhada de porra e saliva. —Nada, mãe, que não vou mais encher o saco de vocês... acho que você vai ficar feliz, né? Já que encheu o saco pedindo pra eu ir embora...
E rindo da própria piada, foi pro quarto dele, me deixando completamente destruída.
—Mas... Javi... não... —foi a única coisa que consegui murmurar. Mas acho que ele nem ouviu.
Naquela noite, deixei as coisas minimamente arrumadas pra que o Andrés não percebesse o que tinha rolado e, com os olhos marejados, sem tomar banho, me meti na cama pensando no que podia dizer pro meu filho pra ele reconsiderar. Agora eu conhecia o Javi melhor do que nunca e sabia perfeitamente que ele seria infeliz com a Andrea, que ela não era o tipo de mulher que ele precisava.
É estranho, mas eu estava tão fora da realidade que não conseguia enxergar que meu filho não sentia nada por mim, além de poder me usar como uma escrava sexual e que o que ele fez comigo, podia fazer com qualquer uma: uma vizinha, uma colega de trabalho, uma puta... Pra ele, eu tinha sido só um alívio pra acalmar o pau dele num momento em que não tinha nada melhor à mão. Mas ele, pra mim, tinha sido a porta pra um mundo novo que me preenchia como mulher e me fez sentir coisas que nunca tinha experimentado antes. Apesar dos nervos e do estresse, eu estava tão exausta que acabei dormindo. Já de manhã, a primeira coisa que fiz foi ir até o quarto do meu filho. Eu estava disposta a tudo, até pensava em dizer que ajudaria ele com o aluguel de um apartamento se ele quisesse ficar sozinho. Já tinha criado na minha cabeça que, com a desculpa de ir limpar a casa, etc., etc., eu poderia implorar por um pouco de sexo.
Quando cheguei no quarto dele, estava vazio. Ele tinha feito as malas e ido embora. Sem avisar, sem se despedir.
Sentei e comecei a chorar no travesseiro dele. E era essa sensação que eu tinha quando comecei a escrever estas linhas.
EPÍLOGO
Já se passaram alguns meses e ainda não vi o Javi de novo. Nem sequer falei com ele. Ele não atende minhas ligações. Mandei mensagens, mas não recebi resposta. Com o pai dele tive mais sorte, e ele mantém um certo contato, então sei que ele está bem. Na verdade, parece que a esposa dele está grávida, então vamos ser avós de novo. Uma notícia que deveria me alegrar, mas me deixou fria, e tenho a sensação de que afasta ainda mais o Javi da minha vida.
Eu estou um pouco melhor. Mas está sendo difícil superar essa situação.
Eu tinha me limitado a me masturbar imaginando ele desde que ele foi embora, até que, por sorte ou por azar, aconteceu algo.
Outro dia, cruzei com o amigo dele, o Paco, aquele cafajeste, quando voltava das compras. Ele me olhou quase sem me reconhecer. Eu estava vestida normal, com as sacolas de compras. Uma dona de casa comum, igual a tantas por aí. Logo percebi quem era e, baixando o olhar, me preparei para atravessar a rua quando um braço forte me segurou.
– Com licença... – ele disse. Levantei a cabeça e olhei para ele suplicante, esperando que me soltasse. – Você... ei, você é a Ana, não é? A mãe do Javi.
Finalmente olhei nos olhos dele e, com a pouca firmeza que conseguia dar à minha voz trêmula, falei:
– Sim, sim... mas preciso ir. Estou com muita pressa e meu marido está me esperando em casa...
Ele me soltou, mas ficou me olhando, e Com um sorriso debochado, ele me disse:
— Bufff, pobre cuck...! Não se preocupa, já vou te deixar... Só uma coisa. Eu sei que o Javi deu o fora, então com certeza você não tem ninguém pra regar essa buceta gostosa que você tem.
Eu olhava pros lados, torcendo pra nenhum conhecido me ver falando com um cara daquela laia, mas não conseguia evitar a lembrança daquele pau esvaziando na minha garganta, e senti, inevitavelmente, uma mancha de lubrificação se espalhando pela minha calcinha. Ele continuou:
— Vou te dar um cartão com meu número particular, gostosa. — tirou do bolso.
2 comentários - Mãe Submissa aos Desejos do Filho Pt. 2