Entramos no hotel, ela foi na frente e abriu a porta do quarto. Acendeu a luz e colocou algo na televisão, sentou na cama e começou a tirar a roupa. Começou com a mochila da escola. Depois continuou com a jaqueta. Deixando à mostra seu corset rosa, com renda preta. Amarrou o cabelo em um rabo de cavalo e pegou no meu pau. "Amor, quer que eu chupe ele, bem gostoso, e engula seu leite?" Respondi que era melhor ela chupar, mas que eu não queria gozar na boquinha dela. Que seria melhor em outro buraco onde ela pudesse ficar com minha porra. "Me diz onde você quer deixar seu sêmen, amor, sou toda sua para o que quiser e como quiser." Respondi que, bom, eu tinha gostado de deixar meu sêmen dentro da sua buceta no dia anterior. Perguntei se ela tinha curtido e se queria mais, porque eu queria alimentar aquela linda e rosadinha. Que eu gostava de como aqueles lábios vaginais sugavam minha porra, sedentos por ela. "Amor, sabe? Gostei sim, mas ontem tomei a pílula e não sei se, mesmo você me enchendo de porra hoje, eu ainda vou engravidar. Faz poucos dias que nos conhecemos e é a segunda vez que você vai me foder, e eu não sabia que a gente faria de novo, por isso tomei. Não sei o que aconteceria, sério, e a verdade é que eu só quero que você me coma com força e me encha toda de porra por dentro e... não. Se você vai sugerir que deixe na minha bunda. Não quero, quero que você me coma com sua porra pela vagina e que ela chegue até o mais fundo de mim. Que encha meu útero e preencha todo meu interior. Que quando eu me levantar você possa ver como escorre entre minhas pernas. E você prove. Que ao colocar minha calcinha, parte do meu sêmen fique nela, escorrendo, e eu fique molhada ao chegar em casa, pegue e esprema o suco na minha boca e cuspa nos meus peitos, espalhe nos meus mamilos. Amor, melhor me comer com força agora e depois eu vejo se deixo você gozar dentro." Baixou sua calça e puxou sua calcinha preta de lado, sua buceta rosada apareceu, já molhada. Coloquei meu pau em frente aos seus lábios vaginais. Ela pegou meu pau e o moveu de cima para baixo. Lá embaixo, molhando minha glande com seus fluidos e gemendo como uma puta na frente do seu buraco, bastou um empuxão leve para eu já estar dentro daquele buraco quentinho. Amor, sim, dá de comer pra minha bucetinha, deixa meu cuzinho sugar esse caramelo gostoso e comer todinha sua pica. Deitada de pernas abertas e agarrando seus pés, peguei ela pelas coxas e comecei a penetrar. Os primeiros gemidos saíram da sua boca. "Sim amor, vai por favor, mais rápido" amor vai mais rápido, sua pica é muito gostosa, sinto como rosa meu interior. Que gostoso, por favor não para e me dá tudo. Vem amor, chupa meus mamilos, ah sim amor. Enquanto enfiava seus mamilos grandes e rosados na minha boca e continuava metendo na sua buceta, entrando naquele buraco tão gostoso, molhado e quentinho, que queria comer minhas bolas, já entrava tão gostoso e sua buceta literalmente se contraía cada vez mais. Parecia que queria espremer minha pica. Peguei seu mamilo e comecei a lamber. Chegou o momento em que ela pedia para eu morder, mordiscar a pontinha do seu mamilo, e pedia para deixar chupões em todo seu peito. Me dá amor, enche minha buceta, morde meus seios, me faz sua. Me marca como se eu fosse seu gado, sua propriedade, para que ninguém além de você me faça sua. Sim amor, ah, vai com força na minha buceta por favor, já não para. Peguei ela e levantei. Coloquei contra a parede e ainda carregando seu corpo comecei a penetrar e com cada empurrada minha pica entrava até o fundo do seu ser. Sim amor, me dá mais, ah sim, ah sim por favor, sim já amor entra toda, sinto como chega toda em todo meu ser. Quero que me faça sua, se continuar me comendo assim vou acabar como uma maldita porca. Sim amor, já não vou aguentar. Por favor só descarrega até o mais profundo seu sêmen e deixa bem dentro. Me come e enche minha barriga com sua porra, já amor, você está me deixando louca. No último empurrão ela gozou. Soltou um jorro e gritou amor sim, sou sua mulher, sou sua para você me deixar toda comida e cheia da sua porra. Sou seu pote de sêmen, seu recipiente, já não você não deve nem pode deixar seu leite em outro lugar que não seja dentro de mim.
Deitei ela de novo e ela envolveu minhas pernas com força, puxando meu pau para dentro dela sem me dar chance de sair, e eu gozei.
Soltei minha porra e ela gritou e gemeu, dizendo que era a coisa mais gostosa que já tinha provado.
Deliciosa porra para nutrir minha buceta.
Peguei minhas bolas e as acariciei.
Ainda sem me deixar sair de dentro dela, ela disse: deixa seu pau aí até ele ficar pequeno.
Tampa meu buraco e não deixa escapar nada desse sêmen gostoso.
Nutre minha barriguinha.
Perguntei a que ela se referia com "nutre minha barriguinha"?
Sim, amor, se eu engravidar, você vai ter que se responsabilizar por nutrir ela e me encher toda vez, todo dia, todas as vezes que puder e eu quiser.
Amor, não vou mais conseguir viver sem essa porra tão gostosa, e que importa se eu ficar prenha igual uma porca?
Seria o máximo, não é?
E, na real, eu não tomei nada.
De pílula, só inventei isso para você não ter medo de gozar dentro de mim.
Mesmo sabendo disso, eu teria feito — você teria gozado dentro, porque não tem lugar mais gostoso para gozar do que dentro.
Mesmo se você não tivesse aceitado, eu teria te enganado para você gozar dentro.
Ou seja, amor, você me teria enganado para gozar dentro?
Mmm, que gostoso teria sido me sentir violada e obrigada a ter seu sêmen dentro.
Mas melhor assim.
Fica para a próxima, quando você vai me deixar ainda mais, e isso vai ser amanhã — hoje tenho que ir para casa.
Ela ajeitou a calcinha e colocou os seios no corset.
Amor, olha, você me deixou toda marcada nos peitos.
Que gostoso, hoje vou me tocar à noite pensando que você ainda está me mordendo e, com a porra que escorrer, vou comer meu cereal.
Prometo te mandar vídeo de como sua porra escorre da minha calcinha.
Ela vestiu a calça e saímos dali da pensão.
O rosto dela refletia felicidade; levei ela até a van e ela disse que amanhã chegaria cedo para me dar uma surpresa na faculdade, e foi embora.
Deitei ela de novo e ela envolveu minhas pernas com força, puxando meu pau para dentro dela sem me dar chance de sair, e eu gozei.
Soltei minha porra e ela gritou e gemeu, dizendo que era a coisa mais gostosa que já tinha provado.
Deliciosa porra para nutrir minha buceta.
Peguei minhas bolas e as acariciei.
Ainda sem me deixar sair de dentro dela, ela disse: deixa seu pau aí até ele ficar pequeno.
Tampa meu buraco e não deixa escapar nada desse sêmen gostoso.
Nutre minha barriguinha.
Perguntei a que ela se referia com "nutre minha barriguinha"?
Sim, amor, se eu engravidar, você vai ter que se responsabilizar por nutrir ela e me encher toda vez, todo dia, todas as vezes que puder e eu quiser.
Amor, não vou mais conseguir viver sem essa porra tão gostosa, e que importa se eu ficar prenha igual uma porca?
Seria o máximo, não é?
E, na real, eu não tomei nada.
De pílula, só inventei isso para você não ter medo de gozar dentro de mim.
Mesmo sabendo disso, eu teria feito — você teria gozado dentro, porque não tem lugar mais gostoso para gozar do que dentro.
Mesmo se você não tivesse aceitado, eu teria te enganado para você gozar dentro.
Ou seja, amor, você me teria enganado para gozar dentro?
Mmm, que gostoso teria sido me sentir violada e obrigada a ter seu sêmen dentro.
Mas melhor assim.
Fica para a próxima, quando você vai me deixar ainda mais, e isso vai ser amanhã — hoje tenho que ir para casa.
Ela ajeitou a calcinha e colocou os seios no corset.
Amor, olha, você me deixou toda marcada nos peitos.
Que gostoso, hoje vou me tocar à noite pensando que você ainda está me mordendo e, com a porra que escorrer, vou comer meu cereal.
Prometo te mandar vídeo de como sua porra escorre da minha calcinha.
Ela vestiu a calça e saímos dali da pensão.
O rosto dela refletia felicidade; levei ela até a van e ela disse que amanhã chegaria cedo para me dar uma surpresa na faculdade, e foi embora.
0 comentários - Velia... uma puta como o nome já diz.