Isso sim é interracial, isso sim é transar, isso sim é um macho e eu sou uma puta gostosa, e adoro.
Tudo começou numa dessas reuniões chatas de trabalho do meu marido, vou contar pra vocês; ele é um empresário, dono e diretor de uma empresa que vende roupas e calçados aqui em Guadalajara, no México; eu, a amada e linda esposa dele, sou uma executiva de alto nível, a Gerente Administrativa dessa empresa que é propriedade do meu marido.
Embora não queira ser copiona de outros relatos desse tipo, acho que vocês gostam de descrições, então vou fazer uma. Me chamo Miranda, 30 anos, formada em Administração de Empresas pela universidade mais prestigiada daqui de Guadalajara (não vou dizer qual nem meus sobrenomes, por razões óbvias — não quero que algum conhecido me identifique). Altura média, pele clara, cabelo castanho claro, olhos castanhos quase cor de mel e grandes hahaha, fazendo jus aos olhos das tapatias. E, embora não seja magra, sou bem distribuída hahaha, cintura fina, tento malhar, mas o que os homens mais gostam, acho, são meus peitos tamanho 36 D. Já me chamaram de tanta coisa, e sinceramente adoro quando falam isso. Minha mãe me herdou um belo par de bucetas que adoro exibir.
Bom, como eu comentei, a gente tava numa dessas reuniões de negócio do meu marido, onde todo mundo é empresário, tem negócios enormes, investimentos pesados, família estudando no exterior, todo mundo é benfeitor da sociedade e blá-blá-blá, um monte de coisa que na maioria é mentira, mas, enfim, é assim que essas reuniões são. Meu marido, que é muito inteligente e bom de negócio, consegue captar capital de investimento pra empresa dele, mas eu, afff, detesto porque morro de tédio e ainda tenho que fazer cara de feliz e de que tô super animada. E pra piorar, ainda tenho que aturar os amigos do meu marido, uns velhos sem vergonha, uns tarados, me enchendo de cantada, elogios, e alguns até com propostas indecentes. Mas meu marido atura tudo isso porque depois consegue garantir os interesses dele no negócio. Tô cansadíssima disso.
Enfim, naquele dia, na reunião do Clube dos Industriais, já tava de saco cheio como sempre, a banda que tava animando o evento começou a tocar uma música que eu e meu marido adorávamos dos Novios. Pedi pra ele me levar pra dançar, mas ele recusou porque tava conversando sobre os índices de vendas do negócio dele com um possível investidor. Aí, puta da vida, levantei da mesa e fui andando em direção à saída do lugar, na verdade esperando que ele viesse atrás de mim, pedisse desculpa e me levasse pra dançar. Mas grande surpresa, kkkkkk ele nem se mexeu, continuou na dele tentando convencer o possível sócio, kkkkkk simplesmente me ignorou. Então decidi que ia vazar mesmo da reunião, pedi a caminhonete pro manobrista e fui embora do Elegante Clube dos Industriais, deixando meu marido a pé, kkkkkkk. Dirigi um pouco sem rumo, liguei o rádio e peguei uma música romântica. Era sexta à noite, umas 22h30. Conforme ia andando pela avenida, via aqueles lugares onde os jovens saem pra dançar, beber e tal. Via as minas indo de casal, e lembrei daqueles tempos em que seu namorado te leva pra sair, abre a porta pra você, te apalpa um pouco, e já de madrugada, com uns copos a mais, passa da mão e termina num motel. Ai, que saudade daquela época! De repente, me toquei: tava parada num semáforo vermelho, com a blusa meio desabotoada na frente e uma das mãos acariciando minhas pernas. A saia que eu tava usando era bem curta — meu marido adora quando uso assim, hahaha, talvez pra chamar a atenção dos sócios dele. Ai, fiquei meio tarada com as lembranças e curti estar assim, no meio da rua. Ninguém me via, porque com a blusa aberta dava pra ver meu par de peitões grandes, só presos pelo meu sutiã azul caro. Mas aí, TOC TOC TOC, batem no meu vidro e eu pulo de susto. Um maldito vendedor de flores me oferecendo os buquês pra eu comprar. Maldito, que susto me deu! Só fiz um gesto de não queria e liguei minha caminhonete luxuosa.
Depois de andar um quarteirão, percebi: ahh, aquele vendedor de flores me viu assim, com a saia quase subindo até a cintura, a blusa toda aberta e mordendo os lábios de tão tesuda hahahahaha, me deu risada. Também, ao lembrar do momento, notei que aquele homem era um cara Horrendo, feio, super super moreno, magro, baixinho, cabelo arrepiado, cabelo duro, um índio completo, estava suado, não sei por quê (depois descobri), já que fazia frio, talvez estivesse bêbado, não com a intenção de humilhar essa gente, mas o cara era bem feio; saber que ele tinha me visto assim me excitou ainda mais, saber que um cara daquele tipo talvez nunca na vida pudesse ver na vida real uma mulher como eu, ummmmmm adorei a ideia de dar esse prazer a ele; pensei: total, não perco nada hehehehehe, então virei e voltei para o cruzamento, compraria um dos seus buquês de flores e, enquanto ele me atende, deixaria ele ver meus peitos só de sutiã e minhas pernas por inteiro.
Quando voltei, estacionei depois daquele semáforo — pra quem conhece Guadalajara, é na Avenida Améyummy, esquina com Jesus Garcia, depois do sinal. Estacionei, fiz sinal pra ele, mas ele não me via. Fiquei observando um pouco mais: era um cara feio pra caralho, uns 1,50m de altura, bem magro, moreno retinto, cabelo arrepiado igual escova. Também percebi que nos jardins do canteiro da avenida tinha uma mulher, com certeza a esposa dele, bem gorda, da mesma altura, morena escura, feia, e uns 5 moleques correndo entre os carros pedindo dinheiro. Pobreza, que vida difícil. Mas isso me deu ainda mais vontade de dar esse gostinho pra esse índio, hahahaha, desculpa chamar ele assim. Mais ainda: pensei comigo, eu tava com meu casaco elegante comprido na caminhonete. Ia receber ele na caminhonete assim pra comprar as flores dele. Tirei tudo — sutiã, calcinha, saia, blusa — fiquei completamente pelada, só vesti o casaco preto comprido elegante, aberto na frente, e meus sapatos de salto alto. Já estando assim, buzinеi pra ele da caminhonete. Quando me viu, veio correndo oferecer as flores dele. Maldito cara feioso, hoje era o dia de sorte dele pra ver quase nua uma mulher alta, executiva, e do tipo de mulher que ele jamais veria ao vivo de novo. No fim das contas, o que ia me acontecer? Só ia abaixar um pouco o vidro pra fazer a compra e mostrar meus peitos, e abrir um pouco as pernas. Se ele visse minha buceta, não ia me acontecer nada, ele ia adorar, já que gosto de estar toda depilada, toda completinha por todos os lados, kkkkk. E foi assim, o cara se aproximou, eu abaixei um pouco o vidro e pedi umas flores, perguntei quanto custavam. Ele falava alguma coisa, mas eu não conseguia entender, por mais que repetisse, não captava nada. Aí me desesperei e abaixei o vidro todo, e foi quando percebi que o idiota falava em dialeto — nunca ia entender. Mas com o vidro todo aberto, quando menos esperei, o maldito índio já estava passando a mão nos meus peitos. Bom, não era passar a mão, era agarrar, esfregar, apertar com aquelas mãos ásperas e calejadas. Maldito, a cena me excitou pra caralho, então deixei ele me apalpar mais, ummmmmmmm, e decidi dar um pouco mais. Abri completamente meu casaco e minhas pernas, deixando bem à mostra minha buceta toda depilada, ufffffff. Ele só me encarou por uns segundos que pareceram uma eternidade, até que jogou todas as flores no chão e com a outra mão tentou me tocar, mas por causa da altura dele não alcançava, hahahaha. Eu perguntava: "O que você quer???" Ele falava algo, mas eu não entendia porque era no dialeto dele. Então decidi deixar ele me tocar. Mudei pro banco do passageiro e abri a porta do lado da calçada. Ele correu contornando a caminhonete, eu abri a porta pra ele e me virei, abrindo as pernas, dizendo: "Vai então, me toca, é isso que você quer, não é???
O desgraçado, sem nenhuma delicadeza, meteu a mão na minha entreperna, apalpando toda a minha buceta, enquanto com a outra continuava apertando meus peitos, uiiiiii que sensação mais gostosa, me senti uma verdadeira vagabunda nas mãos de um sujeito horroroso no meio da rua. A avenida nessa hora está bem tranquila, e naquela esquina tem uma rua chamada Arista, aquela quadra é bem deserta e escura, o lugar permitia; droga, já estava ali, então ia deixar ele avançar um pouco mais. que eu descesse da caminhonete, kkkkkkkkkk quando fiquei de pé ao lado dele, segurando meus sapatos de salto alto, percebi que ele era bem baixinho. Tirei o casaco, que era a única coisa que eu vestia, então estava na calçada, completamente nua, só com os sapatos na mão, na frente de um Indio Filho da Puta horrível. Me inclinei um pouco na direção dele e falei: "vai, me beija". Não sei se ele me entendia, porque ele não parava de falar coisas que eu nunca entendi, mas ele me beijou. Bem, colou os lábios dele nos meus, me mordia, lambia, apertava e não parava de falar as coisas dele. Mas o Filho da Puta era bem habilidoso, porque não parava de apalpar meus peitos e naquele momento percebi que ele já tinha dois dedos dentro da minha buceta. Maldito, me deixou tão molhadinha que ele estava enfiando os dedos fácil. Então pensei: "aproveita, Filho da Puta, porque você nunca mais vai ter isso". Não sei se ele me entendeu, mas se jogou ainda mais em cima do meu corpo, tirou a camisa toda suja e surrada, e abaixou a calça. Percebi e vi, só por um segundo, o corpo dele todo magro, ossudo, completamente liso, moreno escuro, todo suado, mas waoooo, com um Super Penesotee que nunca tinha visto, comprido, acho que uns 23 cm, não muito grosso, mas com uma cabeçona tremenda que parecia deformada e umas bolas enormes, hummmmmmm. Ele se grudou completamente em mim, me apalpando por todos os lados, parecia um polvo, o desgraçado. Era muito bruto, grosseiro, agressivo; em vez de me acariciar, me apertava e machucava, mas a verdade é que eu tava encantada. Quando senti o bafo nojento dele, percebi que tava drogado, por isso agia com tanta desesperação e suava tanto. Me segurou nos braços, esfregando o corpo horrível dele no meu, me babando toda, enfiando as mãos sujas e os dedos imundos na minha buceta, maldito filho da puta. Mas já não dava mais pra parar, e além disso eu tava super com tesão com a situação. Aquele babaca (que de idiota não tinha nada) naquela noite ia fazer o que bem entendesse comigo, e eu ia deixar. O tesão que gerava o contraste da pele escura dele com a claridade e brancura do meu corpo, a diferença de altura, a diferença de modos (meus modos refinados contra a grosseria e brutalidade dele) e a diferença de status social e econômico me deixava louca de excitação.
O filho da puta se esfregava em mim e me apalpava inteira como se fosse um polvo, nem me deixava acariciar ele ou pegar no pau dele, ele se esfregava como um bicho, completamente agitado, mas muito forte, e eu não conseguia me soltar dos braços dele. Então, do jeito que dava, comecei a me virar no meio daquelas mãos bobas até ficar de costas pra ele. Aí falei: "vai, papai, assim fica mais fácil pra você, seu filho da puta, você tá me machucandooooo", gritei. Ele atrás de mim, com toda facilidade, me apalpava tudo, meus peitos, metia a mão na minha entreperna sem nenhum cuidado. Eu tava super molhadinha, então os dedos dele entravam na minha buceta com muita facilidade. Aí percebi que ele tentava me penetrar com força, mas por causa da altura dele não alcançava, mas ele não parava de se mexer, igual um cachorro (e depois eu ia descobrir que ele era um animal em todos os sentidos), querendo comer a putinha dele e não acertava, os movimentos eram bem desengonçados, mas fortes, e eu tirei uma onda com a cara dele (uma zoeira que ia me custar caro). Então, toda inocente, me inclinei o suficiente pra sentir as investidas dele, já com as pernas dobradas, e sem esperar, Bummmmmmm, seu desgraçado, me penetrou de uma vez só. Ayyyyyyyyyyyy, gritei com aquela pica enorme dentro de mim, sim, os 23 cm completos dele de uma só estocada, seu cachorro, me machucou, mas ele não ligou nem um pouco. Então continuou com os movimentos fortes, segurando minha cintura, meus quadris com tanta força que me machucava pra caralho, mas porra, eu tava perdidamente fascinada. Então, em questão de instantes, eu já tava completamente doida e pedindo mais — Mais, mais maaaais, eu gritava, me fode, seu filho da puta, você é um cachorroooo, sim, seu cachorro do caralho, aqui está sua puta, me fode, vagabundo. Não sei de onde tirei tanta coisa, mas ele me deixava louca.
O desgraçado me tinha completamente no poder dele. Eu, que tinha visto aquele cara com pena, e pensei: coitado. Quem era agora a pobre que tinha que aguentar ele? Em cima de mim, me penetrando por completo, o filho da puta com uma força que tirava sei lá de onde, me segurava pelos quadris e pela cintura pra eu não escapar daquele lugar, me comendo como um louco, numa velocidade que eu não podia acreditar, com uma força em cada estocada, igualzinho um animal, um cachorro desesperado pra engravidar a sua puta. E era isso que eu era naquele momento: uma puta em toda a extensão da palavra. Me entreguei a ele sem pensar, desejando e permitindo que ele fizesse o que quisesse comigo, completamente à mercê dele. — Gritei de tudo: me come, filho da puta, me come, essa é a sua puta, faz o que quiser comigo, maldito, destrói minha buceta, filho da puta, me engravida (não sabia o que tava falando), engravida a sua puta, maldito. Não sei se ele me entendia (depois descobri que sim, mas ele tava tão drogado que mal conseguia falar), mas ele sentia o que eu tentava explicar. O filho da puta tava me machucando, me segurava com uma força que eu não conseguia conter, e me penetrava com aquela velocidade e força que eu nunca tinha visto, maldito. Além disso, por estar com as pernas flexionadas pra ele me alcançar, eu já tava completamente exausta, mas não conseguia me soltar nem me endireitar, porque ele me segurava firme. Então não me restava outra opção senão aguentar até ele gozar. Mas quanto tempo ia demorar? Já tinham passado uns 20 minutos e o filho da puta não parava, pelo contrário, cada vez mais forte. — Eu dizia: jáááá, patinho, jáááá, papai, goza, goza, goza onde quiser, não aguento mais. Agora era eu que tava completamente banhada em suor, ele também, então quando nossos corpos se chocavam, só se ouvia aquele som quando tem muito líquido. Nisso, ele tirou um dos braços, pensei que fosse me soltar, mas com o outro já era suficiente pra me manter à mercê dele, e de repente... Ayyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy, Cabrããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããã Isso sim que era um macho de verdade. Não sei se foi porque ele enfiou os quatro dedos em mim, se porque minha buceta já não era a mesma, já que estava bem aberta, ou porque era muito sêmen dele, mas escorria muito pelas minhas pernas. Mmmmm, que sensação gostosa, saber que eu, uma Mulher profissional, Empresária, Alta Executiva, esposa de um dos empresários mais conhecidos de Guadalajara, Gostosa e Bonita (desculpa falar isso, mas sei que sou), me sentia a puta desse homem, me sentia a puta desse FDP, me sentia a outra, a amante, a que sempre deixa o macho fazer o que quiser com ela sem nenhum limite, fazer o que a esposa feia, horrível, baixinha e gorda dele não deixa fazer, e saber que ela é mais respeitada do que eu, isso me excita ainda mais.
Fiquei imóvel por um momento, ainda com ele me segurando firme, com o pau dentro de mim e os quatro dedos também, e de repente me soltou sem nenhum cuidado, filho da puta, maldito índio desgraçado. Quando vi o pau dele, percebi que, já dentro de mim, ele cresceu ainda mais e engrossou também. Que gostoso que tava, me inclinei um pouco pra acariciar ele, ainda tava duro. Passei a mão nas bolas dele, grandes e pesadas, caralho, que homem, que pau gostoso, quando de repente ele se afastou, vestiu a calça e saiu andando sem olhar pra trás; igual um cachorro que come a puta dele na rua, termina e vai embora. Quando me vi sozinha, no meio da noite, pelada na rua, subi na minha caminhonete do jeito que tava e dirigi rápido pra casa. No caminho, percebi que minha buceta tava completamente aberta, minhas pernas doíam de ficar na mesma posição por quase uma hora, eu tava toda suada, cheirando a índio, minhas costas estavam todas arranhadas e não parava de sair porra da minha buceta. Esse preto filho da puta devia estar há semanas sem transar, porque tinha um monte de porra guardada e fez questão de deixar tudo dentro de mim.
Cheguei em casa, meu marido ainda não tinha chegado, então entrei no banho, finalmente limpa, e tentei lavar minha buceta com cuidado, porque estava ardendo de tanto ter ficado aberta. Quando, por um momento, minha mente clareou de novo, eu me perguntei: o que você fez? Aquele desconhecido me comeu do jeito que quis, sem piedade, sem proteção, sem saber se podia me passar alguma doença, e o idiota gozou dentro de mim sem se importar nem um pouco se podia me deixar grávida. E eu, naquele momento, não estava tomando nada. Uppssssss. Passaram-se vários dias e não deixei meu marido me tocar, usando como desculpa minha raiva daquela reunião, mas na verdade eu queria me recuperar um pouco dos maus-tratos daquele índio filho da puta, porque meu corpo inteiro doía, minha buceta ardia pra caralho e os arranhões nas minhas costas estavam bem visíveis.
Em algumas semanas me olhei no espelho de costas e os arranhões praticamente tinham sumido, mas ainda ficaram uns resquícios. marcas que nunca sumiram, minha buceta parou de incomodar, mas nunca mais voltou a ser tão apertadinha como antes. Finalmente estava recuperada e podia voltar a ficar com meu marido (já pensaria no que dizer sobre as marcas nas minhas costas e o quanto minha buceta estava larga), que tinha viajado a negócios por 3 semanas e estava prestes a voltar. Embora aquele homem estivesse sempre na minha cabeça, aquele índio horrível e desgraçado que me comeu do jeito que quis e desejou, sem eu oferecer nenhuma resistência, pior ainda, me entregando inteiramente às suas baixezas. Aquele vendedor de flores que nunca vou esquecer, já que na terceira semana percebi que minha menstruação não desceu. Esperei mais 3 dias e nada. UPSSSSSSSSSSSSSSSSS, decidi fazer um teste de gravidez, ………………………. Sim, Positivo…………………………… Esse idiota me engravidou, isso mesmo que você ouviu, aquele maldito índio, mano, filho da puta, idiota, imprudente, grosso, bruto, horrível, aquele babaca que na cama (embora nem precise de cama, hahaha) é mil vezes melhor que meu elegante e refinado marido empresário, e ao me engravidar, enfiei uns chifres enormes nele e o transformei num baita corno, e a mim numa puta, mmmmmmm, adorei isso. Numa ocasião, já perto dos seis meses e meio, fui naquele cruzeiro, parei, chamei ele e quando chegou perto falei: - Lembra de mim??? Aí ele falou no dialeto dele e eu não entendi uma palavra. Então abri minha blusa e mostrei minha barriga já crescida pela gravidez e falei: — Olha o que você me fez, seu desgraçado. — Aí ele soltou uma gargalhada forte, apontando pra minha barriga inchada, e foi embora sem olhar pra trás, sem conseguir parar de rir com deboche. Quem é que tava tirando sarro agora? Lembrei de quando eu zoei a altura dele. Minha piada saiu cara. Acho que ela sempre entendeu o que eu dizia e, se falava espanhol, sempre fingia que só falava o dialeto dela pra me confundir. E também acho que a intenção dela sempre foi me engravidar, por isso nunca me soltou, pra ter certeza de que o sêmen dela ia ficar bem fundo dentro de mim. Acho ainda que ela sabe perfeitamente que é muito fértil, por isso tem 5 filhos com aquela esposa feia e gorda, e daqui a 10 semanas vai ter mais um filho, mas comigo. Pelos ecossonogramas, sei que vai ser um menininho.
Fui mais umas duas vezes no cruzeiro e vejo ele de longe, é um indiano, que se droga todo dia, vende flores, tem uma esposa feia pra caralho, baixinha e gorda, e eu fui a putinha dele, ele me engravidou e me largou…………..
Meu marido não sabe disso que aconteceu, ele aceitou bem a gravidez e tá todo empolgado, falei pra ele que talvez por causa da gravidez minha buceta tá maior e mais aberta (hahaha se ele soubesse de verdade por que tá assim, e quem deixou ela desse jeito), minha preocupação é quando o bebê nascer, que traços ele vai ter??? Cor da pele??? Etc, se sair ao pai dele (aquele índio feio), meu marido vai ficar desconfiado e não sei o que vai acontecer………………….. Mas ainda me excita tanto o fato de que eu fui a puta daquele Cara Horrível, ele me engravidou e me descartou, me dá tanto tesão que, com prazer, se eu encontrar ele de novo, me entrego a ele de novo sem limites, sem medidas, aceitando tudo o que ele quiser fazer comigo.
Gostaria que me mandassem seus comentários (mirandaejecutiva@hotmail.com), me mandem e-mails, adoro ler tudo que vocês me dizem e sem nenhum respeito, me falem o que pensam, sentem, adoro que me chamem de puta que eu fui, quanto mais grossos forem, mais me excitam, foi assim que aquele desgraçado do Índio me fez ser...
Tudo começou numa dessas reuniões chatas de trabalho do meu marido, vou contar pra vocês; ele é um empresário, dono e diretor de uma empresa que vende roupas e calçados aqui em Guadalajara, no México; eu, a amada e linda esposa dele, sou uma executiva de alto nível, a Gerente Administrativa dessa empresa que é propriedade do meu marido.
Embora não queira ser copiona de outros relatos desse tipo, acho que vocês gostam de descrições, então vou fazer uma. Me chamo Miranda, 30 anos, formada em Administração de Empresas pela universidade mais prestigiada daqui de Guadalajara (não vou dizer qual nem meus sobrenomes, por razões óbvias — não quero que algum conhecido me identifique). Altura média, pele clara, cabelo castanho claro, olhos castanhos quase cor de mel e grandes hahaha, fazendo jus aos olhos das tapatias. E, embora não seja magra, sou bem distribuída hahaha, cintura fina, tento malhar, mas o que os homens mais gostam, acho, são meus peitos tamanho 36 D. Já me chamaram de tanta coisa, e sinceramente adoro quando falam isso. Minha mãe me herdou um belo par de bucetas que adoro exibir.
Bom, como eu comentei, a gente tava numa dessas reuniões de negócio do meu marido, onde todo mundo é empresário, tem negócios enormes, investimentos pesados, família estudando no exterior, todo mundo é benfeitor da sociedade e blá-blá-blá, um monte de coisa que na maioria é mentira, mas, enfim, é assim que essas reuniões são. Meu marido, que é muito inteligente e bom de negócio, consegue captar capital de investimento pra empresa dele, mas eu, afff, detesto porque morro de tédio e ainda tenho que fazer cara de feliz e de que tô super animada. E pra piorar, ainda tenho que aturar os amigos do meu marido, uns velhos sem vergonha, uns tarados, me enchendo de cantada, elogios, e alguns até com propostas indecentes. Mas meu marido atura tudo isso porque depois consegue garantir os interesses dele no negócio. Tô cansadíssima disso.
Enfim, naquele dia, na reunião do Clube dos Industriais, já tava de saco cheio como sempre, a banda que tava animando o evento começou a tocar uma música que eu e meu marido adorávamos dos Novios. Pedi pra ele me levar pra dançar, mas ele recusou porque tava conversando sobre os índices de vendas do negócio dele com um possível investidor. Aí, puta da vida, levantei da mesa e fui andando em direção à saída do lugar, na verdade esperando que ele viesse atrás de mim, pedisse desculpa e me levasse pra dançar. Mas grande surpresa, kkkkkk ele nem se mexeu, continuou na dele tentando convencer o possível sócio, kkkkkk simplesmente me ignorou. Então decidi que ia vazar mesmo da reunião, pedi a caminhonete pro manobrista e fui embora do Elegante Clube dos Industriais, deixando meu marido a pé, kkkkkkk. Dirigi um pouco sem rumo, liguei o rádio e peguei uma música romântica. Era sexta à noite, umas 22h30. Conforme ia andando pela avenida, via aqueles lugares onde os jovens saem pra dançar, beber e tal. Via as minas indo de casal, e lembrei daqueles tempos em que seu namorado te leva pra sair, abre a porta pra você, te apalpa um pouco, e já de madrugada, com uns copos a mais, passa da mão e termina num motel. Ai, que saudade daquela época! De repente, me toquei: tava parada num semáforo vermelho, com a blusa meio desabotoada na frente e uma das mãos acariciando minhas pernas. A saia que eu tava usando era bem curta — meu marido adora quando uso assim, hahaha, talvez pra chamar a atenção dos sócios dele. Ai, fiquei meio tarada com as lembranças e curti estar assim, no meio da rua. Ninguém me via, porque com a blusa aberta dava pra ver meu par de peitões grandes, só presos pelo meu sutiã azul caro. Mas aí, TOC TOC TOC, batem no meu vidro e eu pulo de susto. Um maldito vendedor de flores me oferecendo os buquês pra eu comprar. Maldito, que susto me deu! Só fiz um gesto de não queria e liguei minha caminhonete luxuosa.
Depois de andar um quarteirão, percebi: ahh, aquele vendedor de flores me viu assim, com a saia quase subindo até a cintura, a blusa toda aberta e mordendo os lábios de tão tesuda hahahahaha, me deu risada. Também, ao lembrar do momento, notei que aquele homem era um cara Horrendo, feio, super super moreno, magro, baixinho, cabelo arrepiado, cabelo duro, um índio completo, estava suado, não sei por quê (depois descobri), já que fazia frio, talvez estivesse bêbado, não com a intenção de humilhar essa gente, mas o cara era bem feio; saber que ele tinha me visto assim me excitou ainda mais, saber que um cara daquele tipo talvez nunca na vida pudesse ver na vida real uma mulher como eu, ummmmmm adorei a ideia de dar esse prazer a ele; pensei: total, não perco nada hehehehehe, então virei e voltei para o cruzamento, compraria um dos seus buquês de flores e, enquanto ele me atende, deixaria ele ver meus peitos só de sutiã e minhas pernas por inteiro.
Quando voltei, estacionei depois daquele semáforo — pra quem conhece Guadalajara, é na Avenida Améyummy, esquina com Jesus Garcia, depois do sinal. Estacionei, fiz sinal pra ele, mas ele não me via. Fiquei observando um pouco mais: era um cara feio pra caralho, uns 1,50m de altura, bem magro, moreno retinto, cabelo arrepiado igual escova. Também percebi que nos jardins do canteiro da avenida tinha uma mulher, com certeza a esposa dele, bem gorda, da mesma altura, morena escura, feia, e uns 5 moleques correndo entre os carros pedindo dinheiro. Pobreza, que vida difícil. Mas isso me deu ainda mais vontade de dar esse gostinho pra esse índio, hahahaha, desculpa chamar ele assim. Mais ainda: pensei comigo, eu tava com meu casaco elegante comprido na caminhonete. Ia receber ele na caminhonete assim pra comprar as flores dele. Tirei tudo — sutiã, calcinha, saia, blusa — fiquei completamente pelada, só vesti o casaco preto comprido elegante, aberto na frente, e meus sapatos de salto alto. Já estando assim, buzinеi pra ele da caminhonete. Quando me viu, veio correndo oferecer as flores dele. Maldito cara feioso, hoje era o dia de sorte dele pra ver quase nua uma mulher alta, executiva, e do tipo de mulher que ele jamais veria ao vivo de novo. No fim das contas, o que ia me acontecer? Só ia abaixar um pouco o vidro pra fazer a compra e mostrar meus peitos, e abrir um pouco as pernas. Se ele visse minha buceta, não ia me acontecer nada, ele ia adorar, já que gosto de estar toda depilada, toda completinha por todos os lados, kkkkk. E foi assim, o cara se aproximou, eu abaixei um pouco o vidro e pedi umas flores, perguntei quanto custavam. Ele falava alguma coisa, mas eu não conseguia entender, por mais que repetisse, não captava nada. Aí me desesperei e abaixei o vidro todo, e foi quando percebi que o idiota falava em dialeto — nunca ia entender. Mas com o vidro todo aberto, quando menos esperei, o maldito índio já estava passando a mão nos meus peitos. Bom, não era passar a mão, era agarrar, esfregar, apertar com aquelas mãos ásperas e calejadas. Maldito, a cena me excitou pra caralho, então deixei ele me apalpar mais, ummmmmmmm, e decidi dar um pouco mais. Abri completamente meu casaco e minhas pernas, deixando bem à mostra minha buceta toda depilada, ufffffff. Ele só me encarou por uns segundos que pareceram uma eternidade, até que jogou todas as flores no chão e com a outra mão tentou me tocar, mas por causa da altura dele não alcançava, hahahaha. Eu perguntava: "O que você quer???" Ele falava algo, mas eu não entendia porque era no dialeto dele. Então decidi deixar ele me tocar. Mudei pro banco do passageiro e abri a porta do lado da calçada. Ele correu contornando a caminhonete, eu abri a porta pra ele e me virei, abrindo as pernas, dizendo: "Vai então, me toca, é isso que você quer, não é???
O desgraçado, sem nenhuma delicadeza, meteu a mão na minha entreperna, apalpando toda a minha buceta, enquanto com a outra continuava apertando meus peitos, uiiiiii que sensação mais gostosa, me senti uma verdadeira vagabunda nas mãos de um sujeito horroroso no meio da rua. A avenida nessa hora está bem tranquila, e naquela esquina tem uma rua chamada Arista, aquela quadra é bem deserta e escura, o lugar permitia; droga, já estava ali, então ia deixar ele avançar um pouco mais. que eu descesse da caminhonete, kkkkkkkkkk quando fiquei de pé ao lado dele, segurando meus sapatos de salto alto, percebi que ele era bem baixinho. Tirei o casaco, que era a única coisa que eu vestia, então estava na calçada, completamente nua, só com os sapatos na mão, na frente de um Indio Filho da Puta horrível. Me inclinei um pouco na direção dele e falei: "vai, me beija". Não sei se ele me entendia, porque ele não parava de falar coisas que eu nunca entendi, mas ele me beijou. Bem, colou os lábios dele nos meus, me mordia, lambia, apertava e não parava de falar as coisas dele. Mas o Filho da Puta era bem habilidoso, porque não parava de apalpar meus peitos e naquele momento percebi que ele já tinha dois dedos dentro da minha buceta. Maldito, me deixou tão molhadinha que ele estava enfiando os dedos fácil. Então pensei: "aproveita, Filho da Puta, porque você nunca mais vai ter isso". Não sei se ele me entendeu, mas se jogou ainda mais em cima do meu corpo, tirou a camisa toda suja e surrada, e abaixou a calça. Percebi e vi, só por um segundo, o corpo dele todo magro, ossudo, completamente liso, moreno escuro, todo suado, mas waoooo, com um Super Penesotee que nunca tinha visto, comprido, acho que uns 23 cm, não muito grosso, mas com uma cabeçona tremenda que parecia deformada e umas bolas enormes, hummmmmmm. Ele se grudou completamente em mim, me apalpando por todos os lados, parecia um polvo, o desgraçado. Era muito bruto, grosseiro, agressivo; em vez de me acariciar, me apertava e machucava, mas a verdade é que eu tava encantada. Quando senti o bafo nojento dele, percebi que tava drogado, por isso agia com tanta desesperação e suava tanto. Me segurou nos braços, esfregando o corpo horrível dele no meu, me babando toda, enfiando as mãos sujas e os dedos imundos na minha buceta, maldito filho da puta. Mas já não dava mais pra parar, e além disso eu tava super com tesão com a situação. Aquele babaca (que de idiota não tinha nada) naquela noite ia fazer o que bem entendesse comigo, e eu ia deixar. O tesão que gerava o contraste da pele escura dele com a claridade e brancura do meu corpo, a diferença de altura, a diferença de modos (meus modos refinados contra a grosseria e brutalidade dele) e a diferença de status social e econômico me deixava louca de excitação.
O filho da puta se esfregava em mim e me apalpava inteira como se fosse um polvo, nem me deixava acariciar ele ou pegar no pau dele, ele se esfregava como um bicho, completamente agitado, mas muito forte, e eu não conseguia me soltar dos braços dele. Então, do jeito que dava, comecei a me virar no meio daquelas mãos bobas até ficar de costas pra ele. Aí falei: "vai, papai, assim fica mais fácil pra você, seu filho da puta, você tá me machucandooooo", gritei. Ele atrás de mim, com toda facilidade, me apalpava tudo, meus peitos, metia a mão na minha entreperna sem nenhum cuidado. Eu tava super molhadinha, então os dedos dele entravam na minha buceta com muita facilidade. Aí percebi que ele tentava me penetrar com força, mas por causa da altura dele não alcançava, mas ele não parava de se mexer, igual um cachorro (e depois eu ia descobrir que ele era um animal em todos os sentidos), querendo comer a putinha dele e não acertava, os movimentos eram bem desengonçados, mas fortes, e eu tirei uma onda com a cara dele (uma zoeira que ia me custar caro). Então, toda inocente, me inclinei o suficiente pra sentir as investidas dele, já com as pernas dobradas, e sem esperar, Bummmmmmm, seu desgraçado, me penetrou de uma vez só. Ayyyyyyyyyyyy, gritei com aquela pica enorme dentro de mim, sim, os 23 cm completos dele de uma só estocada, seu cachorro, me machucou, mas ele não ligou nem um pouco. Então continuou com os movimentos fortes, segurando minha cintura, meus quadris com tanta força que me machucava pra caralho, mas porra, eu tava perdidamente fascinada. Então, em questão de instantes, eu já tava completamente doida e pedindo mais — Mais, mais maaaais, eu gritava, me fode, seu filho da puta, você é um cachorroooo, sim, seu cachorro do caralho, aqui está sua puta, me fode, vagabundo. Não sei de onde tirei tanta coisa, mas ele me deixava louca.
O desgraçado me tinha completamente no poder dele. Eu, que tinha visto aquele cara com pena, e pensei: coitado. Quem era agora a pobre que tinha que aguentar ele? Em cima de mim, me penetrando por completo, o filho da puta com uma força que tirava sei lá de onde, me segurava pelos quadris e pela cintura pra eu não escapar daquele lugar, me comendo como um louco, numa velocidade que eu não podia acreditar, com uma força em cada estocada, igualzinho um animal, um cachorro desesperado pra engravidar a sua puta. E era isso que eu era naquele momento: uma puta em toda a extensão da palavra. Me entreguei a ele sem pensar, desejando e permitindo que ele fizesse o que quisesse comigo, completamente à mercê dele. — Gritei de tudo: me come, filho da puta, me come, essa é a sua puta, faz o que quiser comigo, maldito, destrói minha buceta, filho da puta, me engravida (não sabia o que tava falando), engravida a sua puta, maldito. Não sei se ele me entendia (depois descobri que sim, mas ele tava tão drogado que mal conseguia falar), mas ele sentia o que eu tentava explicar. O filho da puta tava me machucando, me segurava com uma força que eu não conseguia conter, e me penetrava com aquela velocidade e força que eu nunca tinha visto, maldito. Além disso, por estar com as pernas flexionadas pra ele me alcançar, eu já tava completamente exausta, mas não conseguia me soltar nem me endireitar, porque ele me segurava firme. Então não me restava outra opção senão aguentar até ele gozar. Mas quanto tempo ia demorar? Já tinham passado uns 20 minutos e o filho da puta não parava, pelo contrário, cada vez mais forte. — Eu dizia: jáááá, patinho, jáááá, papai, goza, goza, goza onde quiser, não aguento mais. Agora era eu que tava completamente banhada em suor, ele também, então quando nossos corpos se chocavam, só se ouvia aquele som quando tem muito líquido. Nisso, ele tirou um dos braços, pensei que fosse me soltar, mas com o outro já era suficiente pra me manter à mercê dele, e de repente... Ayyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy, Cabrããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããã Isso sim que era um macho de verdade. Não sei se foi porque ele enfiou os quatro dedos em mim, se porque minha buceta já não era a mesma, já que estava bem aberta, ou porque era muito sêmen dele, mas escorria muito pelas minhas pernas. Mmmmm, que sensação gostosa, saber que eu, uma Mulher profissional, Empresária, Alta Executiva, esposa de um dos empresários mais conhecidos de Guadalajara, Gostosa e Bonita (desculpa falar isso, mas sei que sou), me sentia a puta desse homem, me sentia a puta desse FDP, me sentia a outra, a amante, a que sempre deixa o macho fazer o que quiser com ela sem nenhum limite, fazer o que a esposa feia, horrível, baixinha e gorda dele não deixa fazer, e saber que ela é mais respeitada do que eu, isso me excita ainda mais.
Fiquei imóvel por um momento, ainda com ele me segurando firme, com o pau dentro de mim e os quatro dedos também, e de repente me soltou sem nenhum cuidado, filho da puta, maldito índio desgraçado. Quando vi o pau dele, percebi que, já dentro de mim, ele cresceu ainda mais e engrossou também. Que gostoso que tava, me inclinei um pouco pra acariciar ele, ainda tava duro. Passei a mão nas bolas dele, grandes e pesadas, caralho, que homem, que pau gostoso, quando de repente ele se afastou, vestiu a calça e saiu andando sem olhar pra trás; igual um cachorro que come a puta dele na rua, termina e vai embora. Quando me vi sozinha, no meio da noite, pelada na rua, subi na minha caminhonete do jeito que tava e dirigi rápido pra casa. No caminho, percebi que minha buceta tava completamente aberta, minhas pernas doíam de ficar na mesma posição por quase uma hora, eu tava toda suada, cheirando a índio, minhas costas estavam todas arranhadas e não parava de sair porra da minha buceta. Esse preto filho da puta devia estar há semanas sem transar, porque tinha um monte de porra guardada e fez questão de deixar tudo dentro de mim.
Cheguei em casa, meu marido ainda não tinha chegado, então entrei no banho, finalmente limpa, e tentei lavar minha buceta com cuidado, porque estava ardendo de tanto ter ficado aberta. Quando, por um momento, minha mente clareou de novo, eu me perguntei: o que você fez? Aquele desconhecido me comeu do jeito que quis, sem piedade, sem proteção, sem saber se podia me passar alguma doença, e o idiota gozou dentro de mim sem se importar nem um pouco se podia me deixar grávida. E eu, naquele momento, não estava tomando nada. Uppssssss. Passaram-se vários dias e não deixei meu marido me tocar, usando como desculpa minha raiva daquela reunião, mas na verdade eu queria me recuperar um pouco dos maus-tratos daquele índio filho da puta, porque meu corpo inteiro doía, minha buceta ardia pra caralho e os arranhões nas minhas costas estavam bem visíveis.
Em algumas semanas me olhei no espelho de costas e os arranhões praticamente tinham sumido, mas ainda ficaram uns resquícios. marcas que nunca sumiram, minha buceta parou de incomodar, mas nunca mais voltou a ser tão apertadinha como antes. Finalmente estava recuperada e podia voltar a ficar com meu marido (já pensaria no que dizer sobre as marcas nas minhas costas e o quanto minha buceta estava larga), que tinha viajado a negócios por 3 semanas e estava prestes a voltar. Embora aquele homem estivesse sempre na minha cabeça, aquele índio horrível e desgraçado que me comeu do jeito que quis e desejou, sem eu oferecer nenhuma resistência, pior ainda, me entregando inteiramente às suas baixezas. Aquele vendedor de flores que nunca vou esquecer, já que na terceira semana percebi que minha menstruação não desceu. Esperei mais 3 dias e nada. UPSSSSSSSSSSSSSSSSS, decidi fazer um teste de gravidez, ………………………. Sim, Positivo…………………………… Esse idiota me engravidou, isso mesmo que você ouviu, aquele maldito índio, mano, filho da puta, idiota, imprudente, grosso, bruto, horrível, aquele babaca que na cama (embora nem precise de cama, hahaha) é mil vezes melhor que meu elegante e refinado marido empresário, e ao me engravidar, enfiei uns chifres enormes nele e o transformei num baita corno, e a mim numa puta, mmmmmmm, adorei isso. Numa ocasião, já perto dos seis meses e meio, fui naquele cruzeiro, parei, chamei ele e quando chegou perto falei: - Lembra de mim??? Aí ele falou no dialeto dele e eu não entendi uma palavra. Então abri minha blusa e mostrei minha barriga já crescida pela gravidez e falei: — Olha o que você me fez, seu desgraçado. — Aí ele soltou uma gargalhada forte, apontando pra minha barriga inchada, e foi embora sem olhar pra trás, sem conseguir parar de rir com deboche. Quem é que tava tirando sarro agora? Lembrei de quando eu zoei a altura dele. Minha piada saiu cara. Acho que ela sempre entendeu o que eu dizia e, se falava espanhol, sempre fingia que só falava o dialeto dela pra me confundir. E também acho que a intenção dela sempre foi me engravidar, por isso nunca me soltou, pra ter certeza de que o sêmen dela ia ficar bem fundo dentro de mim. Acho ainda que ela sabe perfeitamente que é muito fértil, por isso tem 5 filhos com aquela esposa feia e gorda, e daqui a 10 semanas vai ter mais um filho, mas comigo. Pelos ecossonogramas, sei que vai ser um menininho.
Fui mais umas duas vezes no cruzeiro e vejo ele de longe, é um indiano, que se droga todo dia, vende flores, tem uma esposa feia pra caralho, baixinha e gorda, e eu fui a putinha dele, ele me engravidou e me largou…………..
Meu marido não sabe disso que aconteceu, ele aceitou bem a gravidez e tá todo empolgado, falei pra ele que talvez por causa da gravidez minha buceta tá maior e mais aberta (hahaha se ele soubesse de verdade por que tá assim, e quem deixou ela desse jeito), minha preocupação é quando o bebê nascer, que traços ele vai ter??? Cor da pele??? Etc, se sair ao pai dele (aquele índio feio), meu marido vai ficar desconfiado e não sei o que vai acontecer………………….. Mas ainda me excita tanto o fato de que eu fui a puta daquele Cara Horrível, ele me engravidou e me descartou, me dá tanto tesão que, com prazer, se eu encontrar ele de novo, me entrego a ele de novo sem limites, sem medidas, aceitando tudo o que ele quiser fazer comigo.
Gostaria que me mandassem seus comentários (mirandaejecutiva@hotmail.com), me mandem e-mails, adoro ler tudo que vocês me dizem e sem nenhum respeito, me falem o que pensam, sentem, adoro que me chamem de puta que eu fui, quanto mais grossos forem, mais me excitam, foi assim que aquele desgraçado do Índio me fez ser...
4 comentários - Executiva casada, esposa e depois disso
Trabajo en Hoteleria y llegan muchas Mujeres asi finas y elegantes!
Talvez y me toque la suerte!
Me hare unos paj