Na cozinha, encontrei a Teresa dando café da manhã pro Manolito. Curiosamente, quando entrei, sem eu precisar falar nada, ela largou o menino, me serviu um café e perguntou se eu queria mais alguma coisa.
— Não, com o café já basta — respondi, enquanto admirava como o uniforme caía bem nela.
Se fosse uma empregada "normal", eu teria agradecido. "Vadia", por outro lado, com a palmada sonora que dei na bunda dela já devia se dar por satisfeita. Pra minha surpresa, a gostosa não só não reclamou, como, com um sorrisinho no rosto, se virou e, mostrando uma ternura que eu não sabia que existia, colocou um pedaço de fruta na boca do meu neto.
— Meu príncipe, você tem que comer pra virar um homem forte e bonito igual ao seu avô.
Tenho que admitir que a atitude dessa filha da puta me pegou de surpresa. Não combinava com ela ser carinhosa, muito menos tão submisa. Por isso, sondando o terreno, aproveitei que o Manolito não podia me ver e enfiei a mão por baixo da saia xadrez da avó dele.
Ela não estar de calcinha era algo que eu já imaginava, já que a Aurora tinha escolhido aquele uniforme, mas o que não era tão esperado era a Teresa facilitar meu apalpamento abrindo as pernas, e muito menos que ela tivesse a buceta completamente encharcada.
— Parece que tem uma fogueira aí dentro — falei, enfiando um par de dedos nela.
Sem deixar transparecer que estava sendo alvo daquela investida, mas aceitando que era assim, Teresa respondeu:
— Se não quer que vire um incêndio, pare de brincar com fósforos.
Me divertiu que ela mantivesse a cara séria enquanto a cintura dela revelava a excitação que a dominava. Não tava nem um pouco a fim de que ela gozasse; meu verdadeiro desejo era que ela se sentisse humilhada. Por isso, peguei uma banana da fruteira e, mostrando pro menino, perguntei se ele queria uma. Depois que ele negou com a cabeça, sorri e me enfiei entre as pernas da avó dele.
Como não podia ser diferente, a "vadia" se Ficou paralisada ao sentir a banana preenchendo seu canal e, se pensou que ia masturbá-la, ficou no desejo, porque me aproximando dela sussurrei no seu ouvido:
— Nem pense em tirar até que, ao meio-dia, eu peça pra você dar pra sua dona de sobremesa.
Mordendo os lábios pra não chorar, minha sogra aceitou essa ordem sem reclamar enquanto terminava de dar o café da manhã pro meu moleque.
Cagando de rir, deixei a xícara vazia na mesa pra minha nova empregada pegar e fui pro jardim ver como tinham ficado as obras da piscina. Vi com satisfação que o construtor tinha seguido fielmente os planos e que, junto da principal, tinha feito um pequeno tanque onde meu neto de três anos pudesse brincar sem risco de se afogar.
Aguentando o sol que já caía a pino, decidi que ao terminar de verificar a obra ia dar uns mergulhos e, por isso, depois de checar a temperatura da água, fui ver como tinha ficado o pequeno anexo que mandei construir pra colocar o banheiro, o vestiário e uma salinha pessoal de jogos. Sala que decorei escolhendo uma coleção enorme de “brinquedos” do sortido que encontrei num site especializado em dominação.
«Gastei uma nota, mas valeu a pena», pensei ao entrar e ver nas paredes os vários apetrechos que tinha comprado. Fiquei especialmente satisfeito com a cruz de Santo André que pendia na mais distante da porta e, fechando a chave desse tesouro, decidi que era hora do meu banho.
Duvidei se voltava pra casa pra pegar uma sunga, até que percebi que não tinha ninguém no sítio além de nós cinco e, levando em conta que Manolito era muito pequeno, que Aurora não ia reclamar e que o que pensassem nossas escravas me era indiferente, decidi fazer isso pelado.
A onda de calor que já fazia cinco dias e cinco noites que assolava a Andaluzia era insuportável. Depois de deixar a roupa numa cadeira, me joguei na piscina com vontade de me refrescar. O A água estava morna, mas ainda assim o calorão fez aquele mergulho virar uma delícia. Sem vontade de sair, fiquei nadando uns lances até que, numa das minhas paradas, ouvi a Aurora me oferecendo algo pra beber. Quando me virei pra ela, vi que tava toda pelada numa das espreguiçadeiras, enquanto a Sônia passava creme no corpo dela. Me diverti pensando no calor que a rabuda da nossa nora devia estar passando enfiada naquele uniforme preto.
— Uma cerveja — exigi, saindo da água.
Minha ex mostrou que conhecia bem meus gostos quando vi na mesa um balde com cinco garrafinhas. Peguei o abridor e destapei a primeira.
— Tá gelada — comentei satisfeito ao provar. E como aquele primeiro gole coincidiu com o suspiro fundo e demorado da Aurora ao sentir os dedos da “cachorrinha” brincando com as dobras da buceta dela, caí na gargalhada e falei: — Já você tá é no tesão.
Minha zoação não afetou ela nem um pouco. Pegando a loira que tinha sido nossa nora pelos cabelos, minha ex exigiu que ela a chupasse. A Sônia não só não reclamou de enfiar a língua na virilha da mãe do falecido marido dela, como mostrou uma fascinação danada ao buscar com vontade o prazer dela, sem se importar com a minha presença.
— Parece que a cachorrinha gostou do novo papel — comentei, me acabando de rir.
A loira respondeu levantando a cara de entre as coxas da que foi minha mulher:
— Sogro, isso não é novidade pra mim. O Manuel vivia me pedindo pra chupar a boceta da amante da vez.
A insistência daquela rabuda com meu filho me deu uma raiva de novo. Sem explicar minhas intenções pra ninguém, mandei ela me seguir. A Aurora ficou puta ao ver o brinquedo dela sumindo atrás de mim e, me fazendo saber que eu tinha deixado ela no meio, reclamou.
— Vem comigo que te garanto que não vai se arrepender — respondi.
Animada pelo meu tom misterioso, ela se levantou da espreguiçadeira e nos alcançou enquanto eu abria a fechadura do meu esconderijo.
— O que você acha? — perguntei. Morrendo de rir enquanto enfiava à força a nossa nora lá dentro.
Alucinada com a coleção de brinquedos que eu tinha juntado, a Sônia se deixou levar arrastada e, aproveitando a confusão dela, amarrei ela na cruz de Santo André. Mais ainda, antes que ela se acostumasse com a ideia, tirei do armário minha câmera fotográfica e comecei a imortalizar a entrega dela.
Minha ideia era humilhar ela, mas em vez de se sentir envergonhada, aquela puta sorriu ao ver que eu tava usando ela de modelo. Mais ainda, tava deixando ela com tesão e os bicos dos peitos dela provaram isso, se contraindo a cada clarão do flash.
— Nosso filho era casado com uma puta exibicionista — murmurou a Aurora ao observar a umidade que brotava da buceta da nossa nora.
— Pois é, e por isso tô fazendo esse ensaio. Se ela se comportar mal, além de subir o book erótico na rede, vamos fazer uma cópia pra dar de presente pro Manolito quando ele fizer dezoito.
Contra toda lógica, minha ameaça aumentou o tesão dela e, não querendo que a gente descobrisse, ela teve que morder os lábios pra não gemer.
Minha ex, ao se imaginar no papel de dominadora, ficou bruta e com a voz cheia de luxúria soltou:
— Me deixa brincar um pouco com ela?
— O que você vai fazer? — perguntei.
— Abusar dela.
Sem parar de rir, pedi pra ela ser mais específica:
— Como aperitivo, adoraria dar uns tapas nela.
Minha gargalhada fechou o acordo e, passando o protagonismo pra quem tinha sido minha esposa, sentei numa cadeira. A passos lentos, a Aurora se aproximou da nossa escrava e, pegando ela pelos cabelos, levantou a cara dela.
— Isso vai ser divertido.
Entendi que ela não tava se referindo ao momento, mas sim à nossa estadia na fazenda. Minha ex confirmou a interpretação que eu dei às palavras dela ao comentar com a Sônia que esperava que ela estivesse confortável naquela posição porque ia ser algo comum nos próximos dois anos.
Com tom alegre e jovial, a loira respondeu:
— A cruz de Santo André me agradou desde que o seu filho me amarrou nela na primeira vez.
Que ela voltasse a Mencionar o moleque me tirou do sério, mas a Aurora levou numa boa. Sem dar importância praquilo, comentou que já que ele tinha começado tão cedo, não devia se preocupar com ela. E pra mostrar o que tava por vir, deu uma primeira mordida num dos peitos dela.
— Sua puta! Me machucou! — gritou ela ao sentir os dentes da sogra afundando na carne.
O xingamento também não conseguiu exaltar minha ex, e mantendo uma calma que me deixou pasmo, em silêncio, ela passou a morder com força a outra teta da Sônia.
Vendo que minha aliada ia aumentar a intensidade do suplício que ia aplicar nela, comecei a tirar fotos da cena naquele instante, focando na dor estampada na cara da nossa serva enquanto era torturada pela Aurora.
— Como vocês me lembram meu marido! — gritou a puta me encarando nos olhos.
Quase intervim, mas deixando minha ex no comando, continuei sentado enquanto ela se deliciava mordiscando os peitos da vítima. Pra ser sincero, adorei ouvir os gritos da nossa nora sentindo aquelas carícias brutas.
«Ela vai acabar arrancando os bicos dos peitos dela», pensei preocupado ao ver a tortura feroz que tava aplicando nas aréolas da Sônia.
Minha aliada devia ter pensado a mesma coisa, porque dando um descanso pras tetas, deslizou uma das mãos até a virilha da nossa nora. Meu objetivo capturou o instante exato em que ela violou a buceta da vítima com três dedos.
— Cachorra não pode negar que é puta desde que nasceu — rindo às gargalhadas, se deu ao luxo de forçar mais, enfiando um quarto dedo.
— Sou digna filha da minha mãe, assim como meu marido era digno filho do pai dele.
Percebi que ela tava falando dele só pra me provocar, mas mesmo assim me irritou, e depois de colocar a câmera no modo automático pra tirar uma foto a cada dois segundos, tirei meu pau pra fora e aproximei ele da Aurora. Exigi que ela me deixasse no ponto...
A cinquentona, mudando de alvo, pegou meu pau entre as mãos e, com uma ternura estranha nela, começou a beijá-lo enquanto me dizia pra arrebentar o cu da nossa nora:
— Vinga tudo o que ela nos fez.
Depois de algumas lambidas, minha ereção já era suficiente.
— Pra realizar seu desejo, preciso que você a crucifique de cabeça pra baixo — comentei.
Nem preciso dizer que minha ex não fez objeção à ordem e, mudando a posição dela, deixou a bunda da Sonia pronta pra ser estuprada. A loira, que até então tinha ficado calma, olhou apavorada pro meu trabuco e, quase chorando, implorou pra gente preparar o cu dela antes do ataque.
Finalmente se divertindo, Aurora topou ajudar e, aproximando o rosto, mordeu com ferocidade uma das nádegas dela. O grito daquela gostosa soou como música celestial nos meus ouvidos e, sem mais delongas, coloquei minha glande na entrada traseira da minha nora.
— Não, pelo amor de Deus! — conseguiu dizer antes de eu, com um movimento de quadril, afundar meu estoque dentro dela.
O clarão do flash coincidiu com o berro dela e, querendo que as fotos do momento mostrassem claramente o sofrimento dela, forcei ela a olhar pra câmera.
— Tá doendo — soluçou, temendo que a qualquer momento o cu dela se partisse ao meio.
Ignorando a reclamação dela, agarrei com as mãos as nádegas dela e, acelerando o ritmo das minhas estocadas, fui derrubando uma a uma as defesas dela.
— Não aguento mais! — gemeu a mulher, desmoronando.
A agonia da Sonia atiçou tanto o tesão quanto a luxúria da sogra dela e, enquanto eu socava o cu dela, a Aurora buscou meus beijos. Ao mordiscar os lábios da minha ex, me fizeram lembrar da perfeição dos boquetes dela e, sem perceber que era ela e não uma das nossas putas, puxei ela pelo cabelo e sussurrei no ouvido dela que, quando terminasse de foder a "Cachorra", ia ser a vez dela.
— Tô doida pra isso — exclamou, colocando os pezinhos pretos dela na minha boca.
Ofuscado talvez por uma onda de hormônios, cravei meus dentes nos peitos volumosos dela. Contra toda lógica, a mulher de quem eu me divorciei por ser um saco na cama uivou subjugada pela mistura de dor e prazer que sacudia o corpo dela.
— Adoro quando você me trata como uma puta! — admitiu sem vergonha ao sentir que todo o ser dela colapsava de prazer e, enquanto era surrada por um orgasmo gigantesco, me implorou como a puta sedenta em que se tornou que eu esquecesse a nossa nora e cuidasse dela.
— Não te reconheço! Cadê a Aurora Serrano com quem eu casei? — exclamei alucinado ao ver minha ex que, ajoelhando aos meus pés, se oferecia a mim de quatro.
— Sou a mesma, mas agora não me importo de admitir — respondeu.
Esquecendo momentaneamente minha vingança, tirei meu pau do cu da Sonia e, apontando pra buceta da minha ex-mulher, enfiei até o talo. Aurora rugiu empolgada ao sentir que todo o corpo dela era presa novamente do gozo. Esse grito, longe de acalmar minha sede de sexo pesado, só aumentou, e por isso ela teve que aguentar eu galopando nela enquanto estimulava os movimentos com tapas duros na bunda dela.
Fiquei feliz por ter tido a precaução de deixar a câmera no automático porque aquela cena era digna de virar história. Sonia deve ter pensado o mesmo, porque, não podendo participar da putaria da sogra, gritava incentivando cada tapa meu até que, depois de derramar minha porra dentro da Aurora, caí exausto ao lado dela.
Então e só então, com uma voz de quem não quebrou um prato, a loira pediu pra gente soltá-la dizendo:
— Não dá vontade pros meus donos de a “cachorrinha” trazer uma bebida pra vocês?... E aí, depois de se recuperarem, continuarem castigando ela entre os dois.8Depois de descansar um pouco, soltei a Sonia e, pelado como estava, me joguei na piscina. Precisava pensar porque, por mais impossível que parecesse, desde que chegamos ao sítio, a filha da puta da minha nora não parecia ela mesma.
"Ela está fingindo e é uma atriz danada de boa", pensei enquanto nadava de um lado para o outro, "qualquer um que visse ela agora diria que é uma submissa de manual e que aceita de boa ser nossa escrava".
Se a gente fosse só pelo comportamento dela nesses dias, era fácil aceitar a versão dela de que, durante o casamento, meu filho tinha exercido um domínio brutal sobre ela.
"Ainda não tô acreditando nisso", resmunguei pra mim mesmo, porque, se fosse verdade, o Manuel não só tinha escondido da gente a rigidez do caráter dele, como ainda era o culpado de a gente não ter se falado nos últimos anos, "não tinha motivo pra nos afastar".
A Aurora e eu sempre apontamos a Sonia como a culpada. Aos nossos olhos, a viúva do nosso moleque era uma vagabunda ambiciosa e ciumenta que nunca quis a nossa presença perto do marido dela e que fez de tudo pra nos tirar da vida dele. O estranho era que alguém tão ruim e déspota tivesse aceitado de boa se tornar nossa serva e, mais ainda, que de alguma forma estivesse curtindo a nova situação.
Por isso, com essas dúvidas rondando minha cabeça, saí da água e fui até onde a minha ex estava tomando sol.
— Podemos conversar? — perguntei baixinho.
Chamando a atenção dela, expus minhas dúvidas, e ainda acrescentei a confidência que a Sonia tinha me feito sobre o Manuel ter comido a mãe dela.
A Aurora me ouviu sem interromper. Dava pra ver na cara dela o desgosto que minhas palavras causavam, mas ela não tentou me contradizer nem dar a opinião dela. Quando ela achou que eu tinha terminado, me olhou com tristeza e disse:
— Por mais difícil que seja de acreditar, isso bate com o que a nossa consogra me contou.
— O que essa vagabunda te disse?
— A Teresa me disse que, embora nosso filho se parecesse fisicamente comigo, no caráter era igual ao pai e, quando perguntei o que queria dizer, me disse que era um dono como você e confessou que estava sendo a puta do Manuel há mais de três anos.
—Três anos!
Sem levantar a voz, minha ex respondeu:
—Pelo visto, nosso filho descobriu que Teresa tinha um amante e, em vez de contar ao marido, aproveitou para chantageá-la e transformá-la na sua putinha pessoal. Mais ainda, não satisfeito em transar com ela, a emprestava para os conhecidos dele por dinheiro.
—Tá me dizendo que ele a prostituía?— perguntei, escandalizado: —Acho impossível que ele nos enganasse tanto!
Envergonhada pelo que ia me dizer, pediu que eu me sentasse e, dando um grito, chamou Teresa. A morena devia estar perto, porque não demorou a chegar correndo.
—Me dá seu celular— exigiu minha ex.
Nossa consogra não hesitou e, tirando o telefone do bolso do uniforme, entregou pra minha esposa. Aurora não demorou a achar o que procurava e, passando pra mim, disse:
—Infelizmente, aqui estão as provas. Vendo essas fotos, não dá pra negar que pelo menos Manuel agia como dono das duas.
«Não pode ser!», exclamei internamente enquanto passava na tela de uma cena em que meu filho aparecia surrando a sogra, pra outra onde era a Sonia que ele maltratava.
A confirmação da verdadeira natureza do meu garoto não explicava por que ele tinha nos expulsado do lado dele. Quando falei isso, Aurora, com um tom triste, respondeu:
—Parece que ele nunca me perdoou por ter dado o passo de pedir o divórcio, e você, por ter aceitado.
Soltando uma risada amarga, retruquei:
—E o que ele queria que eu fizesse?
Sem ter certeza da minha reação, ela respondeu:
—Segundo a sogra dele, Manuel disse que você devia ter me pegado pelos cabelos e me trazido de volta.
Olhando pra tal sujeita que continuava de pé ao nosso lado, pedi que confirmasse essa informação.
Teresa, baixando o olhar, murmurou:
—Seu filho sempre dizia que um homem só é cara, se ele é capaz de manter as fêmeas da família dele sob a autoridade dele e que, antes de deixar eu ou minha filha escaparmos, ele nos matava.
A forma de pensar do meu rebento me pareceu medieval, anacrônica e injusta porque, embora minha ex tivesse dado o passo, a culpa era dos dois. Mas se isso já era alucinante, mais ainda foi observar que dois pequenos volumes tinham aparecido debaixo do uniforme da cinquentona enquanto ela me explicava o domínio que meu filho tinha sobre ela.
«Será que ela tá ficando no cio?», pensei e, ignorando os sentimentos dela, quis confirmar que minha consogra tinha os mamilos durinhos e que não era imaginação minha.
Aproveitando o nulo respeito que eu tinha por ela, enfiei minhas mãos no decote dela e puxei os peitos dela pra fora. Ao fazer isso, confirmei o tesão dela e perguntei na lata o motivo de ela estar tão safada:
— Eu sempre fico bruta quando tô na presença do meu dono. Antes acontecia com seu filho e agora com o senhor — respondeu ela com a voz carregada de emoção.
Preciso dizer que me impactou o profundo grau de submissão que a mulher que até poucos dias atrás eu considerava corresponsável por todas as minhas desgraças demonstrava. Fugindo das duas, saí do quarto enquanto tentava deixar pra trás o verdadeiro significado do que tinham me revelado.
Querendo ou não, se o que me disseram era verdade e o verdadeiro filho da puta tinha sido meu filho, eu não teria motivo nenhum pra manter elas escravizadas porque, em vez das arpias que eu sempre pensei que fossem, elas acabariam sendo só mais umas vítimas do meu moleque.
«Se for assim, eu me comportei como um babaca e devo um pedido de desculpas pra elas», murmurei pra mim mesmo. Não à toa, e obcecado pela opinião que tinha delas, acabei de arruiná-las pra depois forçá-las a aceitar virar minhas putas.
Talvez por isso, quando entrei na sala e vi que minha nora estava tirando o pó, não falei nada e fui direto pro minibar. Lá, me servi uma dose. Já com ela na mão, me virei pra ver o que ela tava fazendo. Pra meu espanto, a Sonia chegou perto de mim e, sem me dar chance de falar nada, colocou a mão na minha virilha e disse:
— Sogro, por que você não me pediu pra te servir? O que vai pensar de mim se a sua cachorrinha não cuidar de você?
— O que cê tá fazendo? — protestei ao ver que ela se ajoelhava e abaixava minha calça.
Com um sorriso de orelha a orelha, a viúva do meu filho respondeu imitando a voz de uma bebezona enquanto tirava meu pau do esconderijo:
— Tomar meu leitinho.
Apesar da ereção que meu membro tava mostrando, lá no fundo eu sentia que tava forçando uma inocente. Me sentindo um merda, levantei a Sonia do chão e pedi pra ela sentar.
— Sua mãe me mostrou as fotos no celular dela e agora eu sei que, se meu filho não queria me ver, não era porque você obrigava ele, mas porque ele não queria — falei com um tom de tristeza.
Agindo como se meu pedido de desculpas não fosse com ela, minha nora continuava olhando fixamente pra minha ereção enquanto lambia os lábios.
— Cê tá me ouvindo? — perguntei.
Em vez de ouvir minhas desculpas, a Sonia só tinha olhos pro meu pau e, como se tivesse conversando com ele, pegou ele entre as mãos e, antes de começar a lamber, murmurou:
— Cê sentiu minha falta, né? Sua putinha tá com fome e quer a ração de porra dela.
— Para! Agora que eu sei de tudo, não posso fazer isso com você — exclamei ao sentir que, abrindo os lábios, a viúva do meu moleque buscava meu prazer.
Ou ela não me ouvia, ou se ouvia, ignorava minhas palavras, porque longe de me dar atenção, ela esticou a língua e começou a dar lambidas longas e molhadas no meu membro.
— Sonia, eu sou seu sogro! — protestei enquanto a guria se deliciava enfiando meu pau até o fundo da garganta dela, uma e outra vez.
Ironicamente, como eu tinha usado meu parentesco com ela pra definir e estender meu domínio sobre ela, com um sorriso no rosto, ela respondeu:
— Eu sei e não quero que ele fique bravo com a putinha dele.
Horrorizado ao saber que eu era um PORCO em letras maiúsculas e que não me sobrava nenhuma de suas cinco letras ao estar abusando de uma inocente e que ainda por cima era a viúva do meu filho!, tentei puxar, mas a Sonia se agarrou no meu pau com determinação, achando talvez que era uma brincadeira ou um novo teste do seu dono.
—Neném, deixa eu te explicar… — insisti — … e te pedir desculpa.
—Se meu sogro e senhor quer se desculpar, que o faça, mas antes alimente sua cachorrinha — respondeu sem parar de lamber meu pênis e mostrando sua necessidade urgente de ser alimentada, começou a me bater uma com vontade.
É mais como se, instigada pela sede, começasse a enfiar e tirar meu membro numa velocidade doida.
—Amor, para! — continuei pedindo, mas nessa altura o tesão dela era tanto que, enquanto metia e tirava minha extensão, usou uma das mãos para acariciar minhas bolas e, ignorando meus pedidos por se sentir dominada por uma luxúria sem igual, gritou bem alto:
—Preciso do leite do meu sogrinho!
Não precisei ser gênio pra saber que o que ela realmente pedia era que o dono a alimentasse. Esse berro de desejo aumentou minha excitação e, sem conseguir me segurar, gozei na boca dela.
A Sonia, ao sentir meu esperma batendo no céu da boca, ficou louca e, enquanto tentava que não derramasse nem uma gota, começou a se masturbar.
—Obrigada por me dar de beber! — ouvi ela gritar enquanto o corpo dela tremia de prazer aos meus pés, mas o que realmente me deixou chocado foi ouvi-la dizer que, apesar de ter concordado em ser minha escrava só por dois anos, sempre seria minha cachorrinha porque me amava.
—Que porra você tá dizendo? — respondi angustiado com o significado das palavras dela.
Absorta no prazer, ela não ligou pro meu tom nem pra expressão do meu rosto e, berrando como se eu estivesse matando ela, terminou de me ordenhar enquanto continuava se masturbando sem parar.
—Sou e serei sua cachorrinha — ela me olhou cheia de luxúria e, não satisfeita com isso, ficou de quatro enquanto pedia pra eu foder ela.
Ver minha nora nessa posição e saber que eu tinha errado ao transformá-la na minha puta teria sido suficiente pra que a vergonha e o constrangimento que eu sentia me fizessem fugir, mas agarrado à pouca dignidade que me restava, obriguei ela a se levantar do chão enquanto dizia que aquela era a última vez que ela se comportava daquele jeito e que esquecesse de ser minha putinha, e que, a partir daquele momento, ela só tinha que se preocupar em ser a mãe do meu neto.
— O que a sua cachorrinha fez pra você ficar tão bravo? Se ela te decepcionou, castiga ela! Mas não deixa ela assim — com lágrimas nos olhos ela me respondeu enquanto tentava de novo abaixar minha calça.
Incapaz de responder e sabendo que se ficasse do lado dela ia pecar de novo, saí correndo de casa e me joguei pelo meio do mato, sem me importar que estivesse caindo um temporal…
— Não, com o café já basta — respondi, enquanto admirava como o uniforme caía bem nela.
Se fosse uma empregada "normal", eu teria agradecido. "Vadia", por outro lado, com a palmada sonora que dei na bunda dela já devia se dar por satisfeita. Pra minha surpresa, a gostosa não só não reclamou, como, com um sorrisinho no rosto, se virou e, mostrando uma ternura que eu não sabia que existia, colocou um pedaço de fruta na boca do meu neto.
— Meu príncipe, você tem que comer pra virar um homem forte e bonito igual ao seu avô.
Tenho que admitir que a atitude dessa filha da puta me pegou de surpresa. Não combinava com ela ser carinhosa, muito menos tão submisa. Por isso, sondando o terreno, aproveitei que o Manolito não podia me ver e enfiei a mão por baixo da saia xadrez da avó dele.
Ela não estar de calcinha era algo que eu já imaginava, já que a Aurora tinha escolhido aquele uniforme, mas o que não era tão esperado era a Teresa facilitar meu apalpamento abrindo as pernas, e muito menos que ela tivesse a buceta completamente encharcada.
— Parece que tem uma fogueira aí dentro — falei, enfiando um par de dedos nela.
Sem deixar transparecer que estava sendo alvo daquela investida, mas aceitando que era assim, Teresa respondeu:
— Se não quer que vire um incêndio, pare de brincar com fósforos.
Me divertiu que ela mantivesse a cara séria enquanto a cintura dela revelava a excitação que a dominava. Não tava nem um pouco a fim de que ela gozasse; meu verdadeiro desejo era que ela se sentisse humilhada. Por isso, peguei uma banana da fruteira e, mostrando pro menino, perguntei se ele queria uma. Depois que ele negou com a cabeça, sorri e me enfiei entre as pernas da avó dele.
Como não podia ser diferente, a "vadia" se Ficou paralisada ao sentir a banana preenchendo seu canal e, se pensou que ia masturbá-la, ficou no desejo, porque me aproximando dela sussurrei no seu ouvido:
— Nem pense em tirar até que, ao meio-dia, eu peça pra você dar pra sua dona de sobremesa.
Mordendo os lábios pra não chorar, minha sogra aceitou essa ordem sem reclamar enquanto terminava de dar o café da manhã pro meu moleque.
Cagando de rir, deixei a xícara vazia na mesa pra minha nova empregada pegar e fui pro jardim ver como tinham ficado as obras da piscina. Vi com satisfação que o construtor tinha seguido fielmente os planos e que, junto da principal, tinha feito um pequeno tanque onde meu neto de três anos pudesse brincar sem risco de se afogar.
Aguentando o sol que já caía a pino, decidi que ao terminar de verificar a obra ia dar uns mergulhos e, por isso, depois de checar a temperatura da água, fui ver como tinha ficado o pequeno anexo que mandei construir pra colocar o banheiro, o vestiário e uma salinha pessoal de jogos. Sala que decorei escolhendo uma coleção enorme de “brinquedos” do sortido que encontrei num site especializado em dominação.
«Gastei uma nota, mas valeu a pena», pensei ao entrar e ver nas paredes os vários apetrechos que tinha comprado. Fiquei especialmente satisfeito com a cruz de Santo André que pendia na mais distante da porta e, fechando a chave desse tesouro, decidi que era hora do meu banho.
Duvidei se voltava pra casa pra pegar uma sunga, até que percebi que não tinha ninguém no sítio além de nós cinco e, levando em conta que Manolito era muito pequeno, que Aurora não ia reclamar e que o que pensassem nossas escravas me era indiferente, decidi fazer isso pelado.
A onda de calor que já fazia cinco dias e cinco noites que assolava a Andaluzia era insuportável. Depois de deixar a roupa numa cadeira, me joguei na piscina com vontade de me refrescar. O A água estava morna, mas ainda assim o calorão fez aquele mergulho virar uma delícia. Sem vontade de sair, fiquei nadando uns lances até que, numa das minhas paradas, ouvi a Aurora me oferecendo algo pra beber. Quando me virei pra ela, vi que tava toda pelada numa das espreguiçadeiras, enquanto a Sônia passava creme no corpo dela. Me diverti pensando no calor que a rabuda da nossa nora devia estar passando enfiada naquele uniforme preto.
— Uma cerveja — exigi, saindo da água.
Minha ex mostrou que conhecia bem meus gostos quando vi na mesa um balde com cinco garrafinhas. Peguei o abridor e destapei a primeira.
— Tá gelada — comentei satisfeito ao provar. E como aquele primeiro gole coincidiu com o suspiro fundo e demorado da Aurora ao sentir os dedos da “cachorrinha” brincando com as dobras da buceta dela, caí na gargalhada e falei: — Já você tá é no tesão.
Minha zoação não afetou ela nem um pouco. Pegando a loira que tinha sido nossa nora pelos cabelos, minha ex exigiu que ela a chupasse. A Sônia não só não reclamou de enfiar a língua na virilha da mãe do falecido marido dela, como mostrou uma fascinação danada ao buscar com vontade o prazer dela, sem se importar com a minha presença.
— Parece que a cachorrinha gostou do novo papel — comentei, me acabando de rir.
A loira respondeu levantando a cara de entre as coxas da que foi minha mulher:
— Sogro, isso não é novidade pra mim. O Manuel vivia me pedindo pra chupar a boceta da amante da vez.
A insistência daquela rabuda com meu filho me deu uma raiva de novo. Sem explicar minhas intenções pra ninguém, mandei ela me seguir. A Aurora ficou puta ao ver o brinquedo dela sumindo atrás de mim e, me fazendo saber que eu tinha deixado ela no meio, reclamou.
— Vem comigo que te garanto que não vai se arrepender — respondi.
Animada pelo meu tom misterioso, ela se levantou da espreguiçadeira e nos alcançou enquanto eu abria a fechadura do meu esconderijo.
— O que você acha? — perguntei. Morrendo de rir enquanto enfiava à força a nossa nora lá dentro.
Alucinada com a coleção de brinquedos que eu tinha juntado, a Sônia se deixou levar arrastada e, aproveitando a confusão dela, amarrei ela na cruz de Santo André. Mais ainda, antes que ela se acostumasse com a ideia, tirei do armário minha câmera fotográfica e comecei a imortalizar a entrega dela.
Minha ideia era humilhar ela, mas em vez de se sentir envergonhada, aquela puta sorriu ao ver que eu tava usando ela de modelo. Mais ainda, tava deixando ela com tesão e os bicos dos peitos dela provaram isso, se contraindo a cada clarão do flash.
— Nosso filho era casado com uma puta exibicionista — murmurou a Aurora ao observar a umidade que brotava da buceta da nossa nora.
— Pois é, e por isso tô fazendo esse ensaio. Se ela se comportar mal, além de subir o book erótico na rede, vamos fazer uma cópia pra dar de presente pro Manolito quando ele fizer dezoito.
Contra toda lógica, minha ameaça aumentou o tesão dela e, não querendo que a gente descobrisse, ela teve que morder os lábios pra não gemer.
Minha ex, ao se imaginar no papel de dominadora, ficou bruta e com a voz cheia de luxúria soltou:
— Me deixa brincar um pouco com ela?
— O que você vai fazer? — perguntei.
— Abusar dela.
Sem parar de rir, pedi pra ela ser mais específica:
— Como aperitivo, adoraria dar uns tapas nela.
Minha gargalhada fechou o acordo e, passando o protagonismo pra quem tinha sido minha esposa, sentei numa cadeira. A passos lentos, a Aurora se aproximou da nossa escrava e, pegando ela pelos cabelos, levantou a cara dela.
— Isso vai ser divertido.
Entendi que ela não tava se referindo ao momento, mas sim à nossa estadia na fazenda. Minha ex confirmou a interpretação que eu dei às palavras dela ao comentar com a Sônia que esperava que ela estivesse confortável naquela posição porque ia ser algo comum nos próximos dois anos.
Com tom alegre e jovial, a loira respondeu:
— A cruz de Santo André me agradou desde que o seu filho me amarrou nela na primeira vez.
Que ela voltasse a Mencionar o moleque me tirou do sério, mas a Aurora levou numa boa. Sem dar importância praquilo, comentou que já que ele tinha começado tão cedo, não devia se preocupar com ela. E pra mostrar o que tava por vir, deu uma primeira mordida num dos peitos dela.
— Sua puta! Me machucou! — gritou ela ao sentir os dentes da sogra afundando na carne.
O xingamento também não conseguiu exaltar minha ex, e mantendo uma calma que me deixou pasmo, em silêncio, ela passou a morder com força a outra teta da Sônia.
Vendo que minha aliada ia aumentar a intensidade do suplício que ia aplicar nela, comecei a tirar fotos da cena naquele instante, focando na dor estampada na cara da nossa serva enquanto era torturada pela Aurora.
— Como vocês me lembram meu marido! — gritou a puta me encarando nos olhos.
Quase intervim, mas deixando minha ex no comando, continuei sentado enquanto ela se deliciava mordiscando os peitos da vítima. Pra ser sincero, adorei ouvir os gritos da nossa nora sentindo aquelas carícias brutas.
«Ela vai acabar arrancando os bicos dos peitos dela», pensei preocupado ao ver a tortura feroz que tava aplicando nas aréolas da Sônia.
Minha aliada devia ter pensado a mesma coisa, porque dando um descanso pras tetas, deslizou uma das mãos até a virilha da nossa nora. Meu objetivo capturou o instante exato em que ela violou a buceta da vítima com três dedos.
— Cachorra não pode negar que é puta desde que nasceu — rindo às gargalhadas, se deu ao luxo de forçar mais, enfiando um quarto dedo.
— Sou digna filha da minha mãe, assim como meu marido era digno filho do pai dele.
Percebi que ela tava falando dele só pra me provocar, mas mesmo assim me irritou, e depois de colocar a câmera no modo automático pra tirar uma foto a cada dois segundos, tirei meu pau pra fora e aproximei ele da Aurora. Exigi que ela me deixasse no ponto...
A cinquentona, mudando de alvo, pegou meu pau entre as mãos e, com uma ternura estranha nela, começou a beijá-lo enquanto me dizia pra arrebentar o cu da nossa nora:
— Vinga tudo o que ela nos fez.
Depois de algumas lambidas, minha ereção já era suficiente.
— Pra realizar seu desejo, preciso que você a crucifique de cabeça pra baixo — comentei.
Nem preciso dizer que minha ex não fez objeção à ordem e, mudando a posição dela, deixou a bunda da Sonia pronta pra ser estuprada. A loira, que até então tinha ficado calma, olhou apavorada pro meu trabuco e, quase chorando, implorou pra gente preparar o cu dela antes do ataque.
Finalmente se divertindo, Aurora topou ajudar e, aproximando o rosto, mordeu com ferocidade uma das nádegas dela. O grito daquela gostosa soou como música celestial nos meus ouvidos e, sem mais delongas, coloquei minha glande na entrada traseira da minha nora.
— Não, pelo amor de Deus! — conseguiu dizer antes de eu, com um movimento de quadril, afundar meu estoque dentro dela.
O clarão do flash coincidiu com o berro dela e, querendo que as fotos do momento mostrassem claramente o sofrimento dela, forcei ela a olhar pra câmera.
— Tá doendo — soluçou, temendo que a qualquer momento o cu dela se partisse ao meio.
Ignorando a reclamação dela, agarrei com as mãos as nádegas dela e, acelerando o ritmo das minhas estocadas, fui derrubando uma a uma as defesas dela.
— Não aguento mais! — gemeu a mulher, desmoronando.
A agonia da Sonia atiçou tanto o tesão quanto a luxúria da sogra dela e, enquanto eu socava o cu dela, a Aurora buscou meus beijos. Ao mordiscar os lábios da minha ex, me fizeram lembrar da perfeição dos boquetes dela e, sem perceber que era ela e não uma das nossas putas, puxei ela pelo cabelo e sussurrei no ouvido dela que, quando terminasse de foder a "Cachorra", ia ser a vez dela.
— Tô doida pra isso — exclamou, colocando os pezinhos pretos dela na minha boca.
Ofuscado talvez por uma onda de hormônios, cravei meus dentes nos peitos volumosos dela. Contra toda lógica, a mulher de quem eu me divorciei por ser um saco na cama uivou subjugada pela mistura de dor e prazer que sacudia o corpo dela.
— Adoro quando você me trata como uma puta! — admitiu sem vergonha ao sentir que todo o ser dela colapsava de prazer e, enquanto era surrada por um orgasmo gigantesco, me implorou como a puta sedenta em que se tornou que eu esquecesse a nossa nora e cuidasse dela.
— Não te reconheço! Cadê a Aurora Serrano com quem eu casei? — exclamei alucinado ao ver minha ex que, ajoelhando aos meus pés, se oferecia a mim de quatro.
— Sou a mesma, mas agora não me importo de admitir — respondeu.
Esquecendo momentaneamente minha vingança, tirei meu pau do cu da Sonia e, apontando pra buceta da minha ex-mulher, enfiei até o talo. Aurora rugiu empolgada ao sentir que todo o corpo dela era presa novamente do gozo. Esse grito, longe de acalmar minha sede de sexo pesado, só aumentou, e por isso ela teve que aguentar eu galopando nela enquanto estimulava os movimentos com tapas duros na bunda dela.
Fiquei feliz por ter tido a precaução de deixar a câmera no automático porque aquela cena era digna de virar história. Sonia deve ter pensado o mesmo, porque, não podendo participar da putaria da sogra, gritava incentivando cada tapa meu até que, depois de derramar minha porra dentro da Aurora, caí exausto ao lado dela.
Então e só então, com uma voz de quem não quebrou um prato, a loira pediu pra gente soltá-la dizendo:
— Não dá vontade pros meus donos de a “cachorrinha” trazer uma bebida pra vocês?... E aí, depois de se recuperarem, continuarem castigando ela entre os dois.8Depois de descansar um pouco, soltei a Sonia e, pelado como estava, me joguei na piscina. Precisava pensar porque, por mais impossível que parecesse, desde que chegamos ao sítio, a filha da puta da minha nora não parecia ela mesma.
"Ela está fingindo e é uma atriz danada de boa", pensei enquanto nadava de um lado para o outro, "qualquer um que visse ela agora diria que é uma submissa de manual e que aceita de boa ser nossa escrava".
Se a gente fosse só pelo comportamento dela nesses dias, era fácil aceitar a versão dela de que, durante o casamento, meu filho tinha exercido um domínio brutal sobre ela.
"Ainda não tô acreditando nisso", resmunguei pra mim mesmo, porque, se fosse verdade, o Manuel não só tinha escondido da gente a rigidez do caráter dele, como ainda era o culpado de a gente não ter se falado nos últimos anos, "não tinha motivo pra nos afastar".
A Aurora e eu sempre apontamos a Sonia como a culpada. Aos nossos olhos, a viúva do nosso moleque era uma vagabunda ambiciosa e ciumenta que nunca quis a nossa presença perto do marido dela e que fez de tudo pra nos tirar da vida dele. O estranho era que alguém tão ruim e déspota tivesse aceitado de boa se tornar nossa serva e, mais ainda, que de alguma forma estivesse curtindo a nova situação.
Por isso, com essas dúvidas rondando minha cabeça, saí da água e fui até onde a minha ex estava tomando sol.
— Podemos conversar? — perguntei baixinho.
Chamando a atenção dela, expus minhas dúvidas, e ainda acrescentei a confidência que a Sonia tinha me feito sobre o Manuel ter comido a mãe dela.
A Aurora me ouviu sem interromper. Dava pra ver na cara dela o desgosto que minhas palavras causavam, mas ela não tentou me contradizer nem dar a opinião dela. Quando ela achou que eu tinha terminado, me olhou com tristeza e disse:
— Por mais difícil que seja de acreditar, isso bate com o que a nossa consogra me contou.
— O que essa vagabunda te disse?
— A Teresa me disse que, embora nosso filho se parecesse fisicamente comigo, no caráter era igual ao pai e, quando perguntei o que queria dizer, me disse que era um dono como você e confessou que estava sendo a puta do Manuel há mais de três anos.
—Três anos!
Sem levantar a voz, minha ex respondeu:
—Pelo visto, nosso filho descobriu que Teresa tinha um amante e, em vez de contar ao marido, aproveitou para chantageá-la e transformá-la na sua putinha pessoal. Mais ainda, não satisfeito em transar com ela, a emprestava para os conhecidos dele por dinheiro.
—Tá me dizendo que ele a prostituía?— perguntei, escandalizado: —Acho impossível que ele nos enganasse tanto!
Envergonhada pelo que ia me dizer, pediu que eu me sentasse e, dando um grito, chamou Teresa. A morena devia estar perto, porque não demorou a chegar correndo.
—Me dá seu celular— exigiu minha ex.
Nossa consogra não hesitou e, tirando o telefone do bolso do uniforme, entregou pra minha esposa. Aurora não demorou a achar o que procurava e, passando pra mim, disse:
—Infelizmente, aqui estão as provas. Vendo essas fotos, não dá pra negar que pelo menos Manuel agia como dono das duas.
«Não pode ser!», exclamei internamente enquanto passava na tela de uma cena em que meu filho aparecia surrando a sogra, pra outra onde era a Sonia que ele maltratava.
A confirmação da verdadeira natureza do meu garoto não explicava por que ele tinha nos expulsado do lado dele. Quando falei isso, Aurora, com um tom triste, respondeu:
—Parece que ele nunca me perdoou por ter dado o passo de pedir o divórcio, e você, por ter aceitado.
Soltando uma risada amarga, retruquei:
—E o que ele queria que eu fizesse?
Sem ter certeza da minha reação, ela respondeu:
—Segundo a sogra dele, Manuel disse que você devia ter me pegado pelos cabelos e me trazido de volta.
Olhando pra tal sujeita que continuava de pé ao nosso lado, pedi que confirmasse essa informação.
Teresa, baixando o olhar, murmurou:
—Seu filho sempre dizia que um homem só é cara, se ele é capaz de manter as fêmeas da família dele sob a autoridade dele e que, antes de deixar eu ou minha filha escaparmos, ele nos matava.
A forma de pensar do meu rebento me pareceu medieval, anacrônica e injusta porque, embora minha ex tivesse dado o passo, a culpa era dos dois. Mas se isso já era alucinante, mais ainda foi observar que dois pequenos volumes tinham aparecido debaixo do uniforme da cinquentona enquanto ela me explicava o domínio que meu filho tinha sobre ela.
«Será que ela tá ficando no cio?», pensei e, ignorando os sentimentos dela, quis confirmar que minha consogra tinha os mamilos durinhos e que não era imaginação minha.
Aproveitando o nulo respeito que eu tinha por ela, enfiei minhas mãos no decote dela e puxei os peitos dela pra fora. Ao fazer isso, confirmei o tesão dela e perguntei na lata o motivo de ela estar tão safada:
— Eu sempre fico bruta quando tô na presença do meu dono. Antes acontecia com seu filho e agora com o senhor — respondeu ela com a voz carregada de emoção.
Preciso dizer que me impactou o profundo grau de submissão que a mulher que até poucos dias atrás eu considerava corresponsável por todas as minhas desgraças demonstrava. Fugindo das duas, saí do quarto enquanto tentava deixar pra trás o verdadeiro significado do que tinham me revelado.
Querendo ou não, se o que me disseram era verdade e o verdadeiro filho da puta tinha sido meu filho, eu não teria motivo nenhum pra manter elas escravizadas porque, em vez das arpias que eu sempre pensei que fossem, elas acabariam sendo só mais umas vítimas do meu moleque.
«Se for assim, eu me comportei como um babaca e devo um pedido de desculpas pra elas», murmurei pra mim mesmo. Não à toa, e obcecado pela opinião que tinha delas, acabei de arruiná-las pra depois forçá-las a aceitar virar minhas putas.
Talvez por isso, quando entrei na sala e vi que minha nora estava tirando o pó, não falei nada e fui direto pro minibar. Lá, me servi uma dose. Já com ela na mão, me virei pra ver o que ela tava fazendo. Pra meu espanto, a Sonia chegou perto de mim e, sem me dar chance de falar nada, colocou a mão na minha virilha e disse:
— Sogro, por que você não me pediu pra te servir? O que vai pensar de mim se a sua cachorrinha não cuidar de você?
— O que cê tá fazendo? — protestei ao ver que ela se ajoelhava e abaixava minha calça.
Com um sorriso de orelha a orelha, a viúva do meu filho respondeu imitando a voz de uma bebezona enquanto tirava meu pau do esconderijo:
— Tomar meu leitinho.
Apesar da ereção que meu membro tava mostrando, lá no fundo eu sentia que tava forçando uma inocente. Me sentindo um merda, levantei a Sonia do chão e pedi pra ela sentar.
— Sua mãe me mostrou as fotos no celular dela e agora eu sei que, se meu filho não queria me ver, não era porque você obrigava ele, mas porque ele não queria — falei com um tom de tristeza.
Agindo como se meu pedido de desculpas não fosse com ela, minha nora continuava olhando fixamente pra minha ereção enquanto lambia os lábios.
— Cê tá me ouvindo? — perguntei.
Em vez de ouvir minhas desculpas, a Sonia só tinha olhos pro meu pau e, como se tivesse conversando com ele, pegou ele entre as mãos e, antes de começar a lamber, murmurou:
— Cê sentiu minha falta, né? Sua putinha tá com fome e quer a ração de porra dela.
— Para! Agora que eu sei de tudo, não posso fazer isso com você — exclamei ao sentir que, abrindo os lábios, a viúva do meu moleque buscava meu prazer.
Ou ela não me ouvia, ou se ouvia, ignorava minhas palavras, porque longe de me dar atenção, ela esticou a língua e começou a dar lambidas longas e molhadas no meu membro.
— Sonia, eu sou seu sogro! — protestei enquanto a guria se deliciava enfiando meu pau até o fundo da garganta dela, uma e outra vez.
Ironicamente, como eu tinha usado meu parentesco com ela pra definir e estender meu domínio sobre ela, com um sorriso no rosto, ela respondeu:
— Eu sei e não quero que ele fique bravo com a putinha dele.
Horrorizado ao saber que eu era um PORCO em letras maiúsculas e que não me sobrava nenhuma de suas cinco letras ao estar abusando de uma inocente e que ainda por cima era a viúva do meu filho!, tentei puxar, mas a Sonia se agarrou no meu pau com determinação, achando talvez que era uma brincadeira ou um novo teste do seu dono.
—Neném, deixa eu te explicar… — insisti — … e te pedir desculpa.
—Se meu sogro e senhor quer se desculpar, que o faça, mas antes alimente sua cachorrinha — respondeu sem parar de lamber meu pênis e mostrando sua necessidade urgente de ser alimentada, começou a me bater uma com vontade.
É mais como se, instigada pela sede, começasse a enfiar e tirar meu membro numa velocidade doida.
—Amor, para! — continuei pedindo, mas nessa altura o tesão dela era tanto que, enquanto metia e tirava minha extensão, usou uma das mãos para acariciar minhas bolas e, ignorando meus pedidos por se sentir dominada por uma luxúria sem igual, gritou bem alto:
—Preciso do leite do meu sogrinho!
Não precisei ser gênio pra saber que o que ela realmente pedia era que o dono a alimentasse. Esse berro de desejo aumentou minha excitação e, sem conseguir me segurar, gozei na boca dela.
A Sonia, ao sentir meu esperma batendo no céu da boca, ficou louca e, enquanto tentava que não derramasse nem uma gota, começou a se masturbar.
—Obrigada por me dar de beber! — ouvi ela gritar enquanto o corpo dela tremia de prazer aos meus pés, mas o que realmente me deixou chocado foi ouvi-la dizer que, apesar de ter concordado em ser minha escrava só por dois anos, sempre seria minha cachorrinha porque me amava.
—Que porra você tá dizendo? — respondi angustiado com o significado das palavras dela.
Absorta no prazer, ela não ligou pro meu tom nem pra expressão do meu rosto e, berrando como se eu estivesse matando ela, terminou de me ordenhar enquanto continuava se masturbando sem parar.
—Sou e serei sua cachorrinha — ela me olhou cheia de luxúria e, não satisfeita com isso, ficou de quatro enquanto pedia pra eu foder ela.
Ver minha nora nessa posição e saber que eu tinha errado ao transformá-la na minha puta teria sido suficiente pra que a vergonha e o constrangimento que eu sentia me fizessem fugir, mas agarrado à pouca dignidade que me restava, obriguei ela a se levantar do chão enquanto dizia que aquela era a última vez que ela se comportava daquele jeito e que esquecesse de ser minha putinha, e que, a partir daquele momento, ela só tinha que se preocupar em ser a mãe do meu neto.
— O que a sua cachorrinha fez pra você ficar tão bravo? Se ela te decepcionou, castiga ela! Mas não deixa ela assim — com lágrimas nos olhos ela me respondeu enquanto tentava de novo abaixar minha calça.
Incapaz de responder e sabendo que se ficasse do lado dela ia pecar de novo, saí correndo de casa e me joguei pelo meio do mato, sem me importar que estivesse caindo um temporal…
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