E aí, tudo bem? Meu nome é Ale, tenho 59 anos, sou marido da Elena (54). A história que vou contar aconteceu há alguns meses, enquanto estávamos de férias numa região serrana de uma linda província da Argentina.
Saímos para conhecer algumas represas e lagos da região, tirar fotos da paisagem e, claro, tirar algumas fotos da Elena – uma preferência que tenho há muitos anos.
Ela estava usando um jeans azul e uma blusa com decote em U bem amplo, coberta por uma jaqueta de couro preta fina. Por baixo, usava um sutiã de renda branco e uma calcinha fio-dental pequena da mesma cor, completando o look com um tênis rosa bem "chique".
Preciso dizer que a Elena, com seus 54 anos, se mantém muito bem, com uma bunda boa, cintura e o que mais chama atenção – e me deixa louco – são os peitos grandes sem serem desproporcionais, com uns mamilos grossos lindos que coroam esses dois monumentos. Pele branca, cabelo longo até a metade das costas, com grandes ondas e muito volume, na cor vermelho vibrante. Uma verdadeira ruiva muito gostosa.
Juntos, tínhamos passado uns dias lindos e safados também, e a verdade é que estávamos com vontade de brincar e fazer travessuras de um certo teor exibicionista pelo lugar.
Quero acrescentar agora que a Elena adora "brinquedinhos eróticos" e tem vários. Dessa vez, ela tinha introduzido na buceta um vibrador controlado por controle remoto, via Bluetooth, e eu tinha o controle da intensidade da vibração.
Não ter o controle a deixa muito excitada.
Paramos algumas vezes na estrada a caminho do lago que queríamos visitar, e a Elena desceu do carro para se afastar uns trinta metros pela lateral da estrada (com um pouco de trânsito) e começar a voltar, abrindo a jaqueta e puxando o decote da blusa para mostrar o sutiã.
Eu tirava fotos enquanto ela se cobria quando passava um veículo. Depois, ela se descobria de novo e tirava essas bolotas lindas do sutiã. beliscando os mamilos duros e eretos diante do estímulo, para se cobrir novamente no limite da passagem de outro carro.
Ela recebeu várias buzinadas.
Paramos mais algumas vezes, sempre com Elena se afastando do carro à beira da estrada e depois voltando, mostrando, insinuando, brincando com seus peitos e escondendo-os nos momentos exatos em que algum veículo passava, até chegarmos a uma represa linda com um grande espelho d'água.
Quero acrescentar neste momento que, além de tirar fotos dela, eu brincava com o celular ativando o controle remoto do seu vibrador, por isso Elena estava num estado muito mais sensível, meio excitada e ousada nessas pequenas sessões exibicionistas.
No espelho d'água ficamos um bom tempo aproveitando a paisagem, conversando, nos divertindo e eu brincando com meu celular e com seu vibrador, e então começamos outra sessão de fotos, ela à beira da estrada, numa estrada sinuosa, e eu tirando foto atrás de foto e ela exibindo as tetonas, mostrando-as para depois fechar o casaco e abri-lo, de novo e de novo e um clique e de novo e de novo e outro clique e outro, até que em certo momento surgiram numa curva dois motoqueiros que vinham se aproximando, pelas costas de Elena, na direção de onde eu estava tirando as fotos.
Elena continuou mostrando os peitões e os mamilos, abrindo o casaco e fechando, até que os motoqueiros passaram ao lado dela justo no momento em que ela tinha aberto totalmente o casaco, com os braços em cruz, e ao perceber a passagem deles, ela o fechou rapidamente, embora eu tenha ficado na dúvida se um deles, que vinha observando o movimento por trás, percebeu algo sobre aquela sessão fotográfica e conseguiu virar a cabeça para onde, muito provavelmente, tenha conseguido ver as lindas "bolachas" que Elena tem.
Os motoqueiros seguiram uns 100 metros adiante de onde estávamos e pararam onde havia uma espécie de mirante com uma trilha que descia em direção às margens do espelho d'água. Eles desceram das motos, tiraram os capacetes e as jaquetas, ficando de camiseta e jeans, e começaram a conversar entre si e, de vez em quando, se viravam para a gente nos olhando com um sorriso no rosto. Elena me disse:- Ale, acho que um deles conseguiu dar uma olhada nos meus peitos… Não deu tempo de fechar a jaqueta a tempo… Nem tinha percebido que eles estavam vindoao que eu respondi:Sim, pode ser. O mais velho deles acho que conseguiu te ver.- e eu ri muito enquanto ativava, com o controle remoto, o vibrador dentro da sua bucetinha, levando ao máximo e ela fez uma cara de desejo e excitação, me olhando com os olhos semicerrados. Perguntei: -Quer que a gente descubra se ela realmente viu alguma coisa?... Vamos fazer de forma discreta, o que acha?Ela no começo duvidou, mas no final disseBeleza, vamos lá, mas vamos com calma.-Não se preocupe- eu disse -qualquer coisa a gente vaza.Entramos no carro e partimos, indo na direção deles e, como se nada fosse, pegamos e paramos a uns 10 metros, entrando naquele mirante, saindo do caminho e apontando a frente do carro para o grande espelho d'água, sem entrar naquela trilha que ia para um lado e para baixo, em direção à beira da água.
A Elena estava nervosa, mas também meio excitada, e eu de vez em quando continuava subindo e baixando o nível de vibração do seu "brinquedinho", fazendo com que ela, de vez em quando, passasse a língua no lábio inferior e acariciasse os mamilos, enfiando os dedos por dentro do sutiã. Dava para adivinhar esse gesto de fora, através do vidro, o que não passou despercebido pelos homens que estavam justamente olhando a manobra que eu tinha feito com o carro.
Desci do carro, câmera na mão, deixando ela lá brincando com as "bolachas" enquanto o vibrador seguia fazendo efeito, e fui até a margem começar a tirar algumas fotos. Algumas em ângulos que capturavam parte do carro e a Elena lá dentro, que acariciava sensualmente os peitos, e a imagem dos dois motoqueiros apoiados nas motos, olhando disfarçadamente enquanto ela se dava prazer.
Fui me aproximando deles, ainda tirando fotos, e pude notar que um tinha uns 40 anos, atlético, com uma barba rala, e o outro um pouco mais velho, por volta dos 50, também robusto. Ambos com cerca de 1,75m, pele branca, bronzeados pelo ar e pelo sol da serra, musculosos.
O mais velho se aproximou de mim e, vendo que eu ficava tirando foto atrás de foto com a câmera, sugeriu que, se eu seguisse a trilha por uns 200 metros, ao lado do lago, tinha tipo um descampado com um grupo de árvores, e que a vista era linda para fazer fotos de paisagem.
Agradeci a informação, e enquanto ele comentava que iam até aquele lugar para se refrescar um pouco na água, já que era um local onde dava até para entrar sem perigo naquele trecho do espelho d'água...
E, dito isso, Os dois pegaram seus capacetes, que colocaram nos antebraços, e seguiram, subindo em suas motos, em direção ao lugar que me haviam indicado, passando ao lado do carro e vendo Elena, que ergueu o olhar e, ao fitá-los, permitiu que vislumbressem seus lindos peitos, já que havia puxado um pouco a blusa para baixo, revelando parte do sutiã de renda branca e os globos brancos transbordando das taças da peça.
Voltei para onde estava Elena e, entrando no carro, comentei que me haviam dito que, entrando por aquela trilha a uns 200 metros, havia umas árvores pequenas e que naquele lugar dava para curtir e descansar enquanto eu podia tirar fotos e, olhando para ela com malícia, disse:me falaram que iam aproveitar para se refrescar- já que naquele lugar à beira d'água dava pra tomar banho sem maiores perigos.
Elena me olhou e perguntou:mas como assim?, se estão vestidos- aí eu encolhi os ombros e respondi:Vai saber, o que a gente faz? Você topa e a gente desce e de quebra eu tiro umas fotos e a gente descansa um pouco?Ela me olhou, mordeu o lábio inferior e me disse:Vamos lá e depois a gente vê, pra falar a verdade tô com muita curiosidade e não vou mentir, tô bem excitada.Arrancamos e descemos pela trilha até chegar naquele lugar, parando debaixo de uma árvore observando aqueles dois homens que estavam a uns 20 metros de nós. Eles tinham deixado os capacetes nas motos e ambos haviam tirado as camisetas, ficando com o torso nu.
Elena, ao olhar para eles, não consegue deixar de soltar um —uau!!! que exemplares lindos- e sorriu.
Assim que estacionamos, ambos descemos do vehículo e, indo em direção à área do capô, nos apoiamos nele, observando a bela paisagem que víamos diante de nossos olhos.
Elena, na verdade, via duas paisagens: a natural e, por outro lado, a dos dois caras que, sem muita vergonha, haviam tirado suas botas, meias e calças, ficando apenas de cueca, onde, apesar da distância, dava para ver dois pacotes com uma semi ereção, certamente por terem na cabeça a imagem de Elena e seus peitões dentro do carro.
Eles se dirigiram para a água e mergulharam no lago, nadando por alguns minutos.
Minha esposa não conseguia parar de olhar para eles, e eu, claro, com o controle no celular, brincava com o vibrador que ela tinha enterrado em sua buceta depilada.Ah, Ale, a verdade é que estou com muito tesão- me fala a Elena.O que você quer que a gente faça?- te contoVocê toparia a gente brincar um pouco, igual naqueles vídeos que a gente viu onde o pessoal faz "dogging"?... Tá afim?-Mas eu não saio do carro. E eu decido se baixo os vidros.- me condena.Claro, amor- te garanto, sabendo que as regras do dogging deixavam os limites bem claros (com os vidros levantados era só olhar, vidros abaixados permitia toques de ambas as partes. Porta aberta tirava todos os freios e o que acontecesse era sempre com total acordo entre as partes).
Elena faz uma cara pensativa e depois de alguns segundos me pergunta:Deixa eu abrir a porta?-Deixaria você fazer o que quisesse e te ver gozar como bem entendesse- eu garanti.Aja com total liberdade.Dito isso, me dirigi a uma pequena elevação a uns 5 metros ao lado e à frente do passageiro do carro. Tinha uma vista privilegiada de tudo o que Elena fizesse.
Minha esposa entrou no veículo, sentando-se no banco do passageiro, e fechou a porta, levantando os vidros. Isso não impedia em nada a visão do que ela fazia lá dentro, ainda mais porque o carro era bem baixo.
Enquanto isso, os homens haviam se deitado numa área de grama, de sunga, para secar ao sol. Elena os observava do seu assento enquanto acariciava os peitos por cima da camiseta e, de vez em quando, levava uma mão até a virilha, onde o vibrador estava fazendo estragos, deixando-a toda molhada.
Assim passaram uns 10 minutos, quando Elena começou a perder o controle e, primeiro, puxou o decote largo da camiseta para baixo, deixando o sutiã à vista e massageando as "bolas". Depois, tirou os peitos totalmente das xícaras do sutiã e, molhando as palmas das mãos com a língua, esfregou os mamilos completamente eretos de excitação.
Esse gesto não passou despercebido pelo mais velho dos motoqueiros, que primeiro se sentou e depois se levantou para ver melhor, inicialmente surpreso, me olhando incrédulo com o que via — ao que retribuí com um sorriso cúmplice. O pau dele estava quase saindo da sunga, aparentemente de bom tamanho, e ele o apertava com uma mão.
Elena percebeu esses movimentos, alternando o olhar, cheio de desejo, entre o rosto do homem e o pau marcando sob a sunga. Ela acelerou a massagem nos peitos, sabendo que aquele macho podia vê-la perfeitamente. Depois, levou uma mão para desabotoar o jeans e baixar o zíper, enfiando-a até sua bucetinha molhada, tocando na anteninha do vibrador saindo da vagina e acariciando o clitóris ereto e muito sensível, sentindo ondas de prazer.
Para ficar mais confortável, Elena puxou a calça e a calcinha até a panturrilha. Separando os joelhos para dar acesso total à sua buceta depilada. Da mesma forma, e vendo que o homem caminhava lentamente em direção ao carro tocando o pau, minha esposa decidiu tirar a blusa, ficando completamente exposta. Que espetáculo ela estava dando ao mais velho dos motoqueiros, que, ao ver a nudez de Elena, tirou o pau e as bolas da cueca e começou a se masturbar lentamente. Elena olhou e molhou os lábios com a língua. Que pau lindo aquele homem carregava.Se ela não abaixar o vidro, você só pode olhar. Se abaixar, está te dando permissão para acariciá-la e, se ela quiser, ela também te acaricia.eu disse ao homem que parou a um metro da porta onde a Ele estava.Ok, entendido e… obrigada!ele respondeu. A resposta me fez rir e eu sorri.
Elena continuava se masturbando com uma mão e apertava os mamilos e os peitos enquanto via Ramiro (era assim que o homem mais velho se chamava, como descobrimos depois) fazendo uma punheta formidável com a cabeçona do pau quase colada no vidro apontando para minha esposa, uma proximidade que fez Elena ter seu primeiro orgasmo.
Eu estava tirando fotos daquela cena com meu pau duro quando vejo o vidro da porta da minha mulher descendo, acionado por ela.
O homem, ao observar essa manobra, pergunta para Ele -Posso te tocar?... Você está tão deliciosa, é tão erótica... Meu nome é Ramiro.ao que minha esposa responde:Acaricia meus mamilos com suavidade e chupa eles com gosto... Me chamo Elena.ela disse enquanto voltava a estimular seu clitóris.
Ramiro enfiou a cabeça pela janela e se prendeu a mamar seus peitos com devoção, arrancando gemidos de prazer da minha mulher. Além disso, com a mão direita, desceu até a buceta da Elena e a masturbou enquanto, com a mão esquerda, batia uma punheta na sua rola no auge da ereção. Eu estava extasiado com a cena e muito excitado, então desabotoei minha calça e a baixei junto com a cueca, agarrei meu pau e comecei a me masturbar.
Foi aí que percebi que o outro homem havia se levantado e se aproximado do carro, ficando ao lado da porta do motorista, observando o que acontecia lá dentro e já, sem a cueca, fazendo uma punheta violenta, massageando uma bela rola também. Elena percebeu e, com todos esses estímulos, teve seu segundo orgasmo.
Ramiro continuou a dedar seu clitóris e, pegando o vibrador pela anteninha, começou a movê-lo simulando que a estava comendo, entrando e saindo ritmicamente, quando ouvi Elena dizer:Guacho, você tá me matando com esses dedos e esse joguinho... Deixa eu pegar nesse pau tão gostoso que você temEsticando a mão para fora da janela e pegando o pau do Ramiro para começar a punhetar.Que delícia você está chupando meu pau, Elena-ele disse e em seguida fez sinal para o amigo se aproximar, o que ele fez imediatamente, posicionando-se entre a porta dianteira e a traseira, com o pau duro apontando para o céu.
Foi aí que vejo o vidro da porta de trás sendo abaixado e ouço minha esposa dizer:Qual é o seu nome, gostosa?
- Ernesto, meu amor- responde o homem mais novo.Acaricia minhas tetas pela janelinha de trásminha mulher mexeu na alavanca que reclinou o encosto do banco, para que Ernesto pudesse pegar nos "peitões" dela com mais conforto, o que ele fez sem pensar duas vezes, usando as duas mãos para beliscar suavemente os mamilos dela.Ahhh que delícia!!!exclamou Elena.Que prazer vocês estão me dando.Ramiro estava colado na janela, então seu pau entrava no habitáculo bem perto do rosto de Elena, que o acariciava e se lambia ao ver o líquido pré-seminal saindo do buraco da cabeça dele.
Isso, somado ao fato de que Ernesto havia se apoderado de seus peitões e Ramiro havia enfiado um dedo dentro de sua buceta, empurrando o vibrador bem fundo, fez com que ela se atirasse sobre seu pau e, depois de lamber a ponta, engolisse os 18 cm, não sem certa dificuldade no início, e começasse um boquete como só ela sabe fazer.Ahhh, que gostosa, como você está chupando gostoso… Ufff… Você é uma mestraaaa!!!exclamou o maior dos motoqueiros.
Elena, enquanto devorava desesperadamente aquele pedaço de carne, com a mão direita agarrou o pau do mais jovem e começou a masturbá-lo de um jeito muito gostoso.
Ernesto imediatamente se encostou ao lado do seu companheiro contra o vidro, aproximando a sua rola do rosto de Elena, como se suplicasse pelo mesmo tratamento que ela estava dando ao seu amigo.
Minha esposa entendeu rapidamente o que Ernesto queria e, se ajustando, ajoelhou-se no banco, de frente para a janela, e tirou o pau da boca de Ramiro para enfiar o pau de Ernesto.
Eu, do meu lugar, só ouvia os gemidos de ambos os caras e o ruído peculiar da boca da minha esposa chupando os dois paus, alternando entre um e outro e devorando-os completamente.
Era um espetáculo alucinante e minha câmera fotográfica registrava aquele momento com fotos alternadas com gravações curtas.
Elena, de vez em quando, virava um pouco a cabeça e me olhava com os olhos vidrados de prazer.
Em um momento, Elena tira a rola de Ramiro da boca e, enquanto masturbava Ernesto, diz:Ramiro, preciso que você me coma toda essa bucetaaa!!com a voz rouca de prazer.
Dito isso, ela larga a rola do Ernesto e abre a porta do carro, termina de tirar a calça e a calcinha fio-dental e se deita na transversal, apoiando a cabeça no banco do motorista e abrindo as pernas, com o pé esquerdo na porta e o direito no painel, ficando totalmente exposta sua bucetinha lisinha, com o clitóris inchado à mostra, a entrada da vagina molhada de onde saía a anteninha de silicone rosa do vibrador, que tinha parado porque a bateria acabou.Vai, meu macho, chupa essa buceta, me dá prazer- implorava minha esposa e acrescentou– Ernesto, vem pela porta do motorista que eu quero continuar chupando seu pauErnesto rapidamente cruzou o carro, abriu a porta e se inclinou, enfiando o pau desde a cabeça de Elena, que recomeçou a chupar aquele pedaço de carne viril.
Eu deixei o morrinho onde estava e me posicionei ao lado do carro, atrás e ao lado de Ramiro, que se ajoelhara entre as pernas de Elena e se preparava para dar uma chupada feroz na buceta e no cu da minha mulher. Dessa posição, eu podia filmar e tirar fotos, tudo bem em close.
Ramiro começou a acariciar toda a buceta, desde o monte de Vênus, passando pelos lábios e o clitóris, introduzindo levemente a ponta do dedo indicador, molhando-o com os fluidos de lubrificação, e continuou estimulando aquele coração de carne que separa a vagina do ânus, para terminar massageando o buraco do cu, e depois voltar e repetir a manobra enquanto Elena movia o quadril todo de forma muito erótica.
Em uma dessas passagens, Ramiro pegou a anteninha e suavemente tirou o vibrador e enfiou dois dedos na vagina, massageando seu interior em busca do ponto G, que ao encontrá-lo gerou outro orgasmo explosivo nela, mas que só conseguiu elevar ao máximo sua tesão.
O mais velho dos motoqueiros enterrou o rosto na buceta de Elena e fez malabarismos com a língua e lábios desde o clitóris até o ânus, ida e volta, parando na vagina para tentar pegá-la com a língua.
Elena estava em um estado de excitação descontrolada, chupando ferozmente o pau de Ernesto, que estava prestes a gozar, enquanto ele massageava seus peitões e seus mamilos.Ramiro, preciso que você me coma, que enfie essa piroca deliciosa que você tem.Elena disse.Na luvinha tem umas camisinhas, bota uma e me faz sua.ele disse e voltou a pegar no pau do Ernesto, continuando a chupar.
Ramiro abriu o porta-luvas, encontrou as camisinhas, pegou uma e colocou.Ah, Elena, como eu vou te comer-Ramiro disse. Ele se acomodou bem na beirada do banco do carro, apontando a cabeça do pau para a entrada da buceta e lentamente foi penetrando, o que foi fácil devido ao quanto ela estava lubrificada. Minha esposa tirou o pau do Ernesto da boca e disse:Que delícia que é, me enche toda a buceta, vai agora mexe e não para… Vai Ramiro… me come, me come… me comeeee!!e ela agarrou de novo o pau do Ernesto e engoliu completamente.
Ficou assim por uns 6 a 7 minutos tomando pau na buceta e na boca. Eu, do lado dessa cena, batendo uma pela segunda vez, alucinado, filmando tudo.
Num momento, o Ernesto não aguentou mais e conseguiu tirar o pau da boca da Elena e cuspiu uma boa quantidade de porra que caiu entre os peitos da minha mulher.
Imediatamente, a Elena teve um orgasmo bem longo, sentindo o pau do Ramiro perfurando ela sem parar e acariciando os peitos encharcados de porra, o que a levou a um estado de tesão tão grande que ela pegou o pau semi ereto do Ernesto e enfiou na boca pra tomar as últimas gotas sem sentir nojo nenhum, pelo contrário, um gosto totalmente afrodisíaco.
Eu não conseguia acreditar no que tava vendo, em como minha adorável esposa tinha ficado tão tarada e sem vergonha. Me senti excitado e feliz por ter realizado uma fantasia minha e por ver ela curtindo livremente, realizando uma fantasia dela também.
Fantasias que ainda continuavam, graças à metida do Ramiro no fundo da buceta dela.
O Ramiro acelerou o ritmo e avisou que ia gozar, e a Elena pediu:Não tira de mim porque eu quero que a gente goze junto.ambos entrando em êxtase máximo, tendo um orgasmo simultâneo interminável que os deixou plenos de alegria e exaustos, com Ramiro deitando-se sobre ela para recuperar o fôlego.
Claro que eu também gozei deliciosamente, mas nem por isso parei de filmar tudo, sabendo que depois assistiríamos com Elena na nossa intimidade.
Ramiro se levantou e, junto com Ernesto, foram para a água se refrescar.
Elena ficou alguns minutos na mesma posição, me olhando e dizendo:Obrigada, obrigada, meu amor, obrigada por me dar essa experiência que, nas minhas fantasias, eu não tinha coragem de realizar, mas era uma das que eu mais desejava e foi perfeita.- Ele me olhou intensamente e exclamou:Te amo loucamentee ela se levantou e, assim como estava, pelada, caminhou até a beira do lago e mergulhou. Ficou uns dez minutos e depois voltou para a margem, comigo esperando para passar uma toalha grande, e assim foi até o carro se secando e depois se vestiu de novo. Os motoqueiros fizeram o mesmo e, depois de um tempo, se aproximaram da gente e também agradeceram por essa experiência inesquecível que eles tinham vivido. Eram só elogios para a minha esposa Elena. Ramiro encarou a gente -Passo o número do meu celular e, se vocês quiserem, seria uma honra pra gente se a gente pudesse se encontrar de novo.ao que Elena respondeu:Ramiro, acho que falo por mim e também pelo Ale, e te digo que com certeza a gente vai se ver de novo, foi uma delícia e... Ernesto, da próxima quero sentir dentro de mim esse pedaço gostoso de carne que você carrega.ele disse sorrindo e passando a língua pelos lábios.
Dito isso, subimos no carro e começamos a viagem de volta com olhares cúmplices, cada um pensando nas imagens vividas, conversando entre nós, contando nossas sensações e nos excitando de novo na volta ao hotel.
Saímos para conhecer algumas represas e lagos da região, tirar fotos da paisagem e, claro, tirar algumas fotos da Elena – uma preferência que tenho há muitos anos.
Ela estava usando um jeans azul e uma blusa com decote em U bem amplo, coberta por uma jaqueta de couro preta fina. Por baixo, usava um sutiã de renda branco e uma calcinha fio-dental pequena da mesma cor, completando o look com um tênis rosa bem "chique".
Preciso dizer que a Elena, com seus 54 anos, se mantém muito bem, com uma bunda boa, cintura e o que mais chama atenção – e me deixa louco – são os peitos grandes sem serem desproporcionais, com uns mamilos grossos lindos que coroam esses dois monumentos. Pele branca, cabelo longo até a metade das costas, com grandes ondas e muito volume, na cor vermelho vibrante. Uma verdadeira ruiva muito gostosa.
Juntos, tínhamos passado uns dias lindos e safados também, e a verdade é que estávamos com vontade de brincar e fazer travessuras de um certo teor exibicionista pelo lugar.
Quero acrescentar agora que a Elena adora "brinquedinhos eróticos" e tem vários. Dessa vez, ela tinha introduzido na buceta um vibrador controlado por controle remoto, via Bluetooth, e eu tinha o controle da intensidade da vibração.
Não ter o controle a deixa muito excitada.
Paramos algumas vezes na estrada a caminho do lago que queríamos visitar, e a Elena desceu do carro para se afastar uns trinta metros pela lateral da estrada (com um pouco de trânsito) e começar a voltar, abrindo a jaqueta e puxando o decote da blusa para mostrar o sutiã.
Eu tirava fotos enquanto ela se cobria quando passava um veículo. Depois, ela se descobria de novo e tirava essas bolotas lindas do sutiã. beliscando os mamilos duros e eretos diante do estímulo, para se cobrir novamente no limite da passagem de outro carro.
Ela recebeu várias buzinadas.
Paramos mais algumas vezes, sempre com Elena se afastando do carro à beira da estrada e depois voltando, mostrando, insinuando, brincando com seus peitos e escondendo-os nos momentos exatos em que algum veículo passava, até chegarmos a uma represa linda com um grande espelho d'água.
Quero acrescentar neste momento que, além de tirar fotos dela, eu brincava com o celular ativando o controle remoto do seu vibrador, por isso Elena estava num estado muito mais sensível, meio excitada e ousada nessas pequenas sessões exibicionistas.
No espelho d'água ficamos um bom tempo aproveitando a paisagem, conversando, nos divertindo e eu brincando com meu celular e com seu vibrador, e então começamos outra sessão de fotos, ela à beira da estrada, numa estrada sinuosa, e eu tirando foto atrás de foto e ela exibindo as tetonas, mostrando-as para depois fechar o casaco e abri-lo, de novo e de novo e um clique e de novo e de novo e outro clique e outro, até que em certo momento surgiram numa curva dois motoqueiros que vinham se aproximando, pelas costas de Elena, na direção de onde eu estava tirando as fotos.
Elena continuou mostrando os peitões e os mamilos, abrindo o casaco e fechando, até que os motoqueiros passaram ao lado dela justo no momento em que ela tinha aberto totalmente o casaco, com os braços em cruz, e ao perceber a passagem deles, ela o fechou rapidamente, embora eu tenha ficado na dúvida se um deles, que vinha observando o movimento por trás, percebeu algo sobre aquela sessão fotográfica e conseguiu virar a cabeça para onde, muito provavelmente, tenha conseguido ver as lindas "bolachas" que Elena tem.
Os motoqueiros seguiram uns 100 metros adiante de onde estávamos e pararam onde havia uma espécie de mirante com uma trilha que descia em direção às margens do espelho d'água. Eles desceram das motos, tiraram os capacetes e as jaquetas, ficando de camiseta e jeans, e começaram a conversar entre si e, de vez em quando, se viravam para a gente nos olhando com um sorriso no rosto. Elena me disse:- Ale, acho que um deles conseguiu dar uma olhada nos meus peitos… Não deu tempo de fechar a jaqueta a tempo… Nem tinha percebido que eles estavam vindoao que eu respondi:Sim, pode ser. O mais velho deles acho que conseguiu te ver.- e eu ri muito enquanto ativava, com o controle remoto, o vibrador dentro da sua bucetinha, levando ao máximo e ela fez uma cara de desejo e excitação, me olhando com os olhos semicerrados. Perguntei: -Quer que a gente descubra se ela realmente viu alguma coisa?... Vamos fazer de forma discreta, o que acha?Ela no começo duvidou, mas no final disseBeleza, vamos lá, mas vamos com calma.-Não se preocupe- eu disse -qualquer coisa a gente vaza.Entramos no carro e partimos, indo na direção deles e, como se nada fosse, pegamos e paramos a uns 10 metros, entrando naquele mirante, saindo do caminho e apontando a frente do carro para o grande espelho d'água, sem entrar naquela trilha que ia para um lado e para baixo, em direção à beira da água.
A Elena estava nervosa, mas também meio excitada, e eu de vez em quando continuava subindo e baixando o nível de vibração do seu "brinquedinho", fazendo com que ela, de vez em quando, passasse a língua no lábio inferior e acariciasse os mamilos, enfiando os dedos por dentro do sutiã. Dava para adivinhar esse gesto de fora, através do vidro, o que não passou despercebido pelos homens que estavam justamente olhando a manobra que eu tinha feito com o carro.
Desci do carro, câmera na mão, deixando ela lá brincando com as "bolachas" enquanto o vibrador seguia fazendo efeito, e fui até a margem começar a tirar algumas fotos. Algumas em ângulos que capturavam parte do carro e a Elena lá dentro, que acariciava sensualmente os peitos, e a imagem dos dois motoqueiros apoiados nas motos, olhando disfarçadamente enquanto ela se dava prazer.
Fui me aproximando deles, ainda tirando fotos, e pude notar que um tinha uns 40 anos, atlético, com uma barba rala, e o outro um pouco mais velho, por volta dos 50, também robusto. Ambos com cerca de 1,75m, pele branca, bronzeados pelo ar e pelo sol da serra, musculosos.
O mais velho se aproximou de mim e, vendo que eu ficava tirando foto atrás de foto com a câmera, sugeriu que, se eu seguisse a trilha por uns 200 metros, ao lado do lago, tinha tipo um descampado com um grupo de árvores, e que a vista era linda para fazer fotos de paisagem.
Agradeci a informação, e enquanto ele comentava que iam até aquele lugar para se refrescar um pouco na água, já que era um local onde dava até para entrar sem perigo naquele trecho do espelho d'água...
E, dito isso, Os dois pegaram seus capacetes, que colocaram nos antebraços, e seguiram, subindo em suas motos, em direção ao lugar que me haviam indicado, passando ao lado do carro e vendo Elena, que ergueu o olhar e, ao fitá-los, permitiu que vislumbressem seus lindos peitos, já que havia puxado um pouco a blusa para baixo, revelando parte do sutiã de renda branca e os globos brancos transbordando das taças da peça.
Voltei para onde estava Elena e, entrando no carro, comentei que me haviam dito que, entrando por aquela trilha a uns 200 metros, havia umas árvores pequenas e que naquele lugar dava para curtir e descansar enquanto eu podia tirar fotos e, olhando para ela com malícia, disse:me falaram que iam aproveitar para se refrescar- já que naquele lugar à beira d'água dava pra tomar banho sem maiores perigos.
Elena me olhou e perguntou:mas como assim?, se estão vestidos- aí eu encolhi os ombros e respondi:Vai saber, o que a gente faz? Você topa e a gente desce e de quebra eu tiro umas fotos e a gente descansa um pouco?Ela me olhou, mordeu o lábio inferior e me disse:Vamos lá e depois a gente vê, pra falar a verdade tô com muita curiosidade e não vou mentir, tô bem excitada.Arrancamos e descemos pela trilha até chegar naquele lugar, parando debaixo de uma árvore observando aqueles dois homens que estavam a uns 20 metros de nós. Eles tinham deixado os capacetes nas motos e ambos haviam tirado as camisetas, ficando com o torso nu.
Elena, ao olhar para eles, não consegue deixar de soltar um —uau!!! que exemplares lindos- e sorriu.
Assim que estacionamos, ambos descemos do vehículo e, indo em direção à área do capô, nos apoiamos nele, observando a bela paisagem que víamos diante de nossos olhos.
Elena, na verdade, via duas paisagens: a natural e, por outro lado, a dos dois caras que, sem muita vergonha, haviam tirado suas botas, meias e calças, ficando apenas de cueca, onde, apesar da distância, dava para ver dois pacotes com uma semi ereção, certamente por terem na cabeça a imagem de Elena e seus peitões dentro do carro.
Eles se dirigiram para a água e mergulharam no lago, nadando por alguns minutos.
Minha esposa não conseguia parar de olhar para eles, e eu, claro, com o controle no celular, brincava com o vibrador que ela tinha enterrado em sua buceta depilada.Ah, Ale, a verdade é que estou com muito tesão- me fala a Elena.O que você quer que a gente faça?- te contoVocê toparia a gente brincar um pouco, igual naqueles vídeos que a gente viu onde o pessoal faz "dogging"?... Tá afim?-Mas eu não saio do carro. E eu decido se baixo os vidros.- me condena.Claro, amor- te garanto, sabendo que as regras do dogging deixavam os limites bem claros (com os vidros levantados era só olhar, vidros abaixados permitia toques de ambas as partes. Porta aberta tirava todos os freios e o que acontecesse era sempre com total acordo entre as partes).
Elena faz uma cara pensativa e depois de alguns segundos me pergunta:Deixa eu abrir a porta?-Deixaria você fazer o que quisesse e te ver gozar como bem entendesse- eu garanti.Aja com total liberdade.Dito isso, me dirigi a uma pequena elevação a uns 5 metros ao lado e à frente do passageiro do carro. Tinha uma vista privilegiada de tudo o que Elena fizesse.
Minha esposa entrou no veículo, sentando-se no banco do passageiro, e fechou a porta, levantando os vidros. Isso não impedia em nada a visão do que ela fazia lá dentro, ainda mais porque o carro era bem baixo.
Enquanto isso, os homens haviam se deitado numa área de grama, de sunga, para secar ao sol. Elena os observava do seu assento enquanto acariciava os peitos por cima da camiseta e, de vez em quando, levava uma mão até a virilha, onde o vibrador estava fazendo estragos, deixando-a toda molhada.
Assim passaram uns 10 minutos, quando Elena começou a perder o controle e, primeiro, puxou o decote largo da camiseta para baixo, deixando o sutiã à vista e massageando as "bolas". Depois, tirou os peitos totalmente das xícaras do sutiã e, molhando as palmas das mãos com a língua, esfregou os mamilos completamente eretos de excitação.
Esse gesto não passou despercebido pelo mais velho dos motoqueiros, que primeiro se sentou e depois se levantou para ver melhor, inicialmente surpreso, me olhando incrédulo com o que via — ao que retribuí com um sorriso cúmplice. O pau dele estava quase saindo da sunga, aparentemente de bom tamanho, e ele o apertava com uma mão.
Elena percebeu esses movimentos, alternando o olhar, cheio de desejo, entre o rosto do homem e o pau marcando sob a sunga. Ela acelerou a massagem nos peitos, sabendo que aquele macho podia vê-la perfeitamente. Depois, levou uma mão para desabotoar o jeans e baixar o zíper, enfiando-a até sua bucetinha molhada, tocando na anteninha do vibrador saindo da vagina e acariciando o clitóris ereto e muito sensível, sentindo ondas de prazer.
Para ficar mais confortável, Elena puxou a calça e a calcinha até a panturrilha. Separando os joelhos para dar acesso total à sua buceta depilada. Da mesma forma, e vendo que o homem caminhava lentamente em direção ao carro tocando o pau, minha esposa decidiu tirar a blusa, ficando completamente exposta. Que espetáculo ela estava dando ao mais velho dos motoqueiros, que, ao ver a nudez de Elena, tirou o pau e as bolas da cueca e começou a se masturbar lentamente. Elena olhou e molhou os lábios com a língua. Que pau lindo aquele homem carregava.Se ela não abaixar o vidro, você só pode olhar. Se abaixar, está te dando permissão para acariciá-la e, se ela quiser, ela também te acaricia.eu disse ao homem que parou a um metro da porta onde a Ele estava.Ok, entendido e… obrigada!ele respondeu. A resposta me fez rir e eu sorri.
Elena continuava se masturbando com uma mão e apertava os mamilos e os peitos enquanto via Ramiro (era assim que o homem mais velho se chamava, como descobrimos depois) fazendo uma punheta formidável com a cabeçona do pau quase colada no vidro apontando para minha esposa, uma proximidade que fez Elena ter seu primeiro orgasmo.
Eu estava tirando fotos daquela cena com meu pau duro quando vejo o vidro da porta da minha mulher descendo, acionado por ela.
O homem, ao observar essa manobra, pergunta para Ele -Posso te tocar?... Você está tão deliciosa, é tão erótica... Meu nome é Ramiro.ao que minha esposa responde:Acaricia meus mamilos com suavidade e chupa eles com gosto... Me chamo Elena.ela disse enquanto voltava a estimular seu clitóris.
Ramiro enfiou a cabeça pela janela e se prendeu a mamar seus peitos com devoção, arrancando gemidos de prazer da minha mulher. Além disso, com a mão direita, desceu até a buceta da Elena e a masturbou enquanto, com a mão esquerda, batia uma punheta na sua rola no auge da ereção. Eu estava extasiado com a cena e muito excitado, então desabotoei minha calça e a baixei junto com a cueca, agarrei meu pau e comecei a me masturbar.
Foi aí que percebi que o outro homem havia se levantado e se aproximado do carro, ficando ao lado da porta do motorista, observando o que acontecia lá dentro e já, sem a cueca, fazendo uma punheta violenta, massageando uma bela rola também. Elena percebeu e, com todos esses estímulos, teve seu segundo orgasmo.
Ramiro continuou a dedar seu clitóris e, pegando o vibrador pela anteninha, começou a movê-lo simulando que a estava comendo, entrando e saindo ritmicamente, quando ouvi Elena dizer:Guacho, você tá me matando com esses dedos e esse joguinho... Deixa eu pegar nesse pau tão gostoso que você temEsticando a mão para fora da janela e pegando o pau do Ramiro para começar a punhetar.Que delícia você está chupando meu pau, Elena-ele disse e em seguida fez sinal para o amigo se aproximar, o que ele fez imediatamente, posicionando-se entre a porta dianteira e a traseira, com o pau duro apontando para o céu.
Foi aí que vejo o vidro da porta de trás sendo abaixado e ouço minha esposa dizer:Qual é o seu nome, gostosa?
- Ernesto, meu amor- responde o homem mais novo.Acaricia minhas tetas pela janelinha de trásminha mulher mexeu na alavanca que reclinou o encosto do banco, para que Ernesto pudesse pegar nos "peitões" dela com mais conforto, o que ele fez sem pensar duas vezes, usando as duas mãos para beliscar suavemente os mamilos dela.Ahhh que delícia!!!exclamou Elena.Que prazer vocês estão me dando.Ramiro estava colado na janela, então seu pau entrava no habitáculo bem perto do rosto de Elena, que o acariciava e se lambia ao ver o líquido pré-seminal saindo do buraco da cabeça dele.
Isso, somado ao fato de que Ernesto havia se apoderado de seus peitões e Ramiro havia enfiado um dedo dentro de sua buceta, empurrando o vibrador bem fundo, fez com que ela se atirasse sobre seu pau e, depois de lamber a ponta, engolisse os 18 cm, não sem certa dificuldade no início, e começasse um boquete como só ela sabe fazer.Ahhh, que gostosa, como você está chupando gostoso… Ufff… Você é uma mestraaaa!!!exclamou o maior dos motoqueiros.
Elena, enquanto devorava desesperadamente aquele pedaço de carne, com a mão direita agarrou o pau do mais jovem e começou a masturbá-lo de um jeito muito gostoso.
Ernesto imediatamente se encostou ao lado do seu companheiro contra o vidro, aproximando a sua rola do rosto de Elena, como se suplicasse pelo mesmo tratamento que ela estava dando ao seu amigo.
Minha esposa entendeu rapidamente o que Ernesto queria e, se ajustando, ajoelhou-se no banco, de frente para a janela, e tirou o pau da boca de Ramiro para enfiar o pau de Ernesto.
Eu, do meu lugar, só ouvia os gemidos de ambos os caras e o ruído peculiar da boca da minha esposa chupando os dois paus, alternando entre um e outro e devorando-os completamente.
Era um espetáculo alucinante e minha câmera fotográfica registrava aquele momento com fotos alternadas com gravações curtas.
Elena, de vez em quando, virava um pouco a cabeça e me olhava com os olhos vidrados de prazer.
Em um momento, Elena tira a rola de Ramiro da boca e, enquanto masturbava Ernesto, diz:Ramiro, preciso que você me coma toda essa bucetaaa!!com a voz rouca de prazer.
Dito isso, ela larga a rola do Ernesto e abre a porta do carro, termina de tirar a calça e a calcinha fio-dental e se deita na transversal, apoiando a cabeça no banco do motorista e abrindo as pernas, com o pé esquerdo na porta e o direito no painel, ficando totalmente exposta sua bucetinha lisinha, com o clitóris inchado à mostra, a entrada da vagina molhada de onde saía a anteninha de silicone rosa do vibrador, que tinha parado porque a bateria acabou.Vai, meu macho, chupa essa buceta, me dá prazer- implorava minha esposa e acrescentou– Ernesto, vem pela porta do motorista que eu quero continuar chupando seu pauErnesto rapidamente cruzou o carro, abriu a porta e se inclinou, enfiando o pau desde a cabeça de Elena, que recomeçou a chupar aquele pedaço de carne viril.
Eu deixei o morrinho onde estava e me posicionei ao lado do carro, atrás e ao lado de Ramiro, que se ajoelhara entre as pernas de Elena e se preparava para dar uma chupada feroz na buceta e no cu da minha mulher. Dessa posição, eu podia filmar e tirar fotos, tudo bem em close.
Ramiro começou a acariciar toda a buceta, desde o monte de Vênus, passando pelos lábios e o clitóris, introduzindo levemente a ponta do dedo indicador, molhando-o com os fluidos de lubrificação, e continuou estimulando aquele coração de carne que separa a vagina do ânus, para terminar massageando o buraco do cu, e depois voltar e repetir a manobra enquanto Elena movia o quadril todo de forma muito erótica.
Em uma dessas passagens, Ramiro pegou a anteninha e suavemente tirou o vibrador e enfiou dois dedos na vagina, massageando seu interior em busca do ponto G, que ao encontrá-lo gerou outro orgasmo explosivo nela, mas que só conseguiu elevar ao máximo sua tesão.
O mais velho dos motoqueiros enterrou o rosto na buceta de Elena e fez malabarismos com a língua e lábios desde o clitóris até o ânus, ida e volta, parando na vagina para tentar pegá-la com a língua.
Elena estava em um estado de excitação descontrolada, chupando ferozmente o pau de Ernesto, que estava prestes a gozar, enquanto ele massageava seus peitões e seus mamilos.Ramiro, preciso que você me coma, que enfie essa piroca deliciosa que você tem.Elena disse.Na luvinha tem umas camisinhas, bota uma e me faz sua.ele disse e voltou a pegar no pau do Ernesto, continuando a chupar.
Ramiro abriu o porta-luvas, encontrou as camisinhas, pegou uma e colocou.Ah, Elena, como eu vou te comer-Ramiro disse. Ele se acomodou bem na beirada do banco do carro, apontando a cabeça do pau para a entrada da buceta e lentamente foi penetrando, o que foi fácil devido ao quanto ela estava lubrificada. Minha esposa tirou o pau do Ernesto da boca e disse:Que delícia que é, me enche toda a buceta, vai agora mexe e não para… Vai Ramiro… me come, me come… me comeeee!!e ela agarrou de novo o pau do Ernesto e engoliu completamente.
Ficou assim por uns 6 a 7 minutos tomando pau na buceta e na boca. Eu, do lado dessa cena, batendo uma pela segunda vez, alucinado, filmando tudo.
Num momento, o Ernesto não aguentou mais e conseguiu tirar o pau da boca da Elena e cuspiu uma boa quantidade de porra que caiu entre os peitos da minha mulher.
Imediatamente, a Elena teve um orgasmo bem longo, sentindo o pau do Ramiro perfurando ela sem parar e acariciando os peitos encharcados de porra, o que a levou a um estado de tesão tão grande que ela pegou o pau semi ereto do Ernesto e enfiou na boca pra tomar as últimas gotas sem sentir nojo nenhum, pelo contrário, um gosto totalmente afrodisíaco.
Eu não conseguia acreditar no que tava vendo, em como minha adorável esposa tinha ficado tão tarada e sem vergonha. Me senti excitado e feliz por ter realizado uma fantasia minha e por ver ela curtindo livremente, realizando uma fantasia dela também.
Fantasias que ainda continuavam, graças à metida do Ramiro no fundo da buceta dela.
O Ramiro acelerou o ritmo e avisou que ia gozar, e a Elena pediu:Não tira de mim porque eu quero que a gente goze junto.ambos entrando em êxtase máximo, tendo um orgasmo simultâneo interminável que os deixou plenos de alegria e exaustos, com Ramiro deitando-se sobre ela para recuperar o fôlego.
Claro que eu também gozei deliciosamente, mas nem por isso parei de filmar tudo, sabendo que depois assistiríamos com Elena na nossa intimidade.
Ramiro se levantou e, junto com Ernesto, foram para a água se refrescar.
Elena ficou alguns minutos na mesma posição, me olhando e dizendo:Obrigada, obrigada, meu amor, obrigada por me dar essa experiência que, nas minhas fantasias, eu não tinha coragem de realizar, mas era uma das que eu mais desejava e foi perfeita.- Ele me olhou intensamente e exclamou:Te amo loucamentee ela se levantou e, assim como estava, pelada, caminhou até a beira do lago e mergulhou. Ficou uns dez minutos e depois voltou para a margem, comigo esperando para passar uma toalha grande, e assim foi até o carro se secando e depois se vestiu de novo. Os motoqueiros fizeram o mesmo e, depois de um tempo, se aproximaram da gente e também agradeceram por essa experiência inesquecível que eles tinham vivido. Eram só elogios para a minha esposa Elena. Ramiro encarou a gente -Passo o número do meu celular e, se vocês quiserem, seria uma honra pra gente se a gente pudesse se encontrar de novo.ao que Elena respondeu:Ramiro, acho que falo por mim e também pelo Ale, e te digo que com certeza a gente vai se ver de novo, foi uma delícia e... Ernesto, da próxima quero sentir dentro de mim esse pedaço gostoso de carne que você carrega.ele disse sorrindo e passando a língua pelos lábios.
Dito isso, subimos no carro e começamos a viagem de volta com olhares cúmplices, cada um pensando nas imagens vividas, conversando entre nós, contando nossas sensações e nos excitando de novo na volta ao hotel.
7 comentários - Passeando pelas serras, por Ale