Mili de rabo 16

Uma silhueta surgiu entre as sombras, meus olhos tentavam se adaptar e perceber quem tinha nos descoberto, quem soltou aquela exclamação de surpresa… eu conhecia aquela voz, logo reconheci o rosto dela, que com uma expressão entre horrorizada, decepcionada e até enojada nos encarava…
Era uma mulher… era a Vane, aquela gostosa que minutos atrás queria que minhas mãos tocassem suas curvas bem torneadas, agora descobria que tudo que imagino ou desejo fazer com ela, eu fiz selvagemente com a Mili… e começou uma espécie de soluço decepcionado com o ego ferido…
Atrás dela surgiu outra imagem, dessa vez eram traços masculinos, ela conhecia bem… era o Guille segurando o braço da Vane pra tirar ela dali, mas ela, igual a Mili, tava paralisada… Guille não perdeu a chance de ver a cena toda, primeiro uma cara de tesão e depois um sorriso debochado e irônico, claramente queria dizer: parabéns… mas você se fodeu…
O Guille me explicou depois que foram com a Vane buscar uns drinks pro Javier e pra peituda. Quando voltaram, eles tinham sumido… Depois do tapa da Mili, o Javier pegou a peituda pra descontar a masculinidade ferida dele, vindo pro banheiro ao lado pra dominar ela pelo cu, coisa que não conseguiu fazer com a Mili…
Já que a Vane também não me reconhecia e se sentia muito exposta com a roupa provocante que eu tava usando, ela pediu pro Guille acompanhar ela até pegar um táxi. Imagino os olhares que os lobos da festa devem ter dado nela, que desconfortável deve ter sido pra ela, que não tava acostumada a se vestir assim, muito menos a se sentir assediada…
No caminho até o portão, passando pelo jardim, a Vane perguntou o que era aquela construção, o Guille disse que era o banheiro, e a Vane, influenciada pela viagem longa até a casa dela, resolveu ir bem no banheiro onde a gente tava…
Mili e eu, imersos na nossa experiência gratificante, não ouvimos os passos dela no jardim… mas o problema não era eles, eram os vizinhos, no caso o Javier… com certeza ele ouviu a exclamação, mas não sabia que éramos nós e também devia estar com medo de ser pego no meio do ato sexual…
Mas nossa identidade secreta não ficaria muito tempo escondida, já que a Vane, exaltada, se sentindo traída pela Mili, que tava com a buceta criminosamente saciada pelo cara que a Vane confessou que gostava…
— Como você pôde fazer isso comigo?... Pensei que você era minha amiga!... — berrou a Vane, tentando se jogar em cima da Mili, mas foi segurada pelo Guille.
- Vem... deixa eles... vamos... tentava acalmá-la Guille, enquanto brigava com a Vane.
- Você é uma puta, Mili… me ouviu… uma puta… sentenciou Vane, terminando de nos afundar, enquanto Mili cobria o rosto, soluçando de vergonha.
Até aquele momento, Javier e a peituda, que também tinham ficado em silêncio pra não serem descobertos, não sabiam que quem pegamos no flagra éramos eu e a Mili… mas depois do último grito da Vane, tudo acabou sendo revelado… pelo menos o Javier já sabia que do lado tinham comido a Mili, e como ele me mandou procurar ela, com certeza sacou que era comigo…
- Mas que porra... ouvi do lado, era a voz do Javier, não ia demorar pra vir.
- Fica aqui… ouvia a peituda que também não queria ser descoberta.
Vane e Guille se assustaram ao ouvir o grito do lado e os barulhos, a gostosa peituda e o Javier lutavam pra se vestir e sair. Ao ouvir eles, a adrenalina tomou meu corpo, meus músculos duros e doloridos, que faziam meu corpo se apoiar na Mili, enfiando mais fundo nela… só agora eles estavam reagindo…
Tirei rapidamente meu pau do cu da Mili, tanto que senti uns líquidos espirrando, enquanto via a Vane cobrindo o rosto pra não ser respingada ou talvez pra não ver a bunda da Mili toda aberta, com o buraco do cu pulsando… aí a Mili caiu de lado…
- Quem é?... Guille me perguntou em voz baixa.
— É o Javier… falei fazendo caretas com a boca, pra não ouvirem minha voz do lado.
— Porra, merda! —disse Guille, e saiu do nosso banheiro e foi pro lado, talvez pra evitar que o Javier saísse ou pra segurá-lo por uns momentos enquanto eu me vestia.
Peguei minha roupa no chão, vesti a calcinha e a calça… A Mili, reativa muda e morrendo de vergonha, fez o mesmo, claro que primeiro pegou papel e passou no cu e nas coxas dela pra limpar todo meu líquido que escorria do esfíncter dela.
Depois a Mili, sendo super prática, já que no nervosismo dela não sabia como colocar o sutiã e a tanga (e não podia pedir ajuda pra Vane), só optou por pegar o vestido dela que até pouco tempo era uma cinta, esticou ele pra cima e pra baixo, cobrindo os peitos e a buceta.
A Vane parecia uma menina de castigo, de costas num canto, tapando os olhos pra não ver nossos corpos semi nus e soluçando de raiva. Talvez pela posição social dela e por ser filha única, tava acostumada a conseguir tudo o que queria e não conseguia entender como uma morena tinha roubado o garoto que ela gostava e por quem Vane tinha se atrevido a se vestir quase como uma putinha…
Do lado, a porta tremia toda, Javier puto da vida que nem um touro encurralado, tentando sair de qualquer jeito, enquanto Guille segurava a porta como podia. Assim que me vesti, virei e olhei pra Mili, que tava jogando a calcinha dela no lixo, já que não conseguiu vestir e pelo menos não queria que ninguém visse ela no chão.
- Me deixem sair, porra... gritava Javier, furioso.
Saí e vi o Guille se fudendo com a porta, fiz um sinal pra ele largar e ele largou… O Javier saiu feito um touro, metendo um murrão no Guille, com a inércia do golpe o Javier foi longe e caiu no chão, enquanto o Guille segurava o rosto. O Javier deu meia-volta na grama, girou e me viu de frente…
Tuuu… maldit… filho da pu…, uivou enquanto se jogava em cima de mim. Já desconfiava que seria eu porque procurei a Mili, porque impedi ele de ganhar o campeonato que teria dado a buceta da Mili que ele nunca conseguiu ter, era isso que mais doía na alma dele.
Uma coisa é ele me xingar, outra é dar a entender que minha mãe é uma puta… então aproveitei a inércia dele e deixei ele passar batido… olhaí… Javier, tropeçando de novo, foi se esborrachar na porta do banheiro, do lado da peituda. Enquanto isso, Mili, já recomposta, foi espiando pela porta.
De novo como um touro de briga, Javier se recompôs e partiu pra cima de mim… como eu falei, já tinha pensado nessa situação antes, me disse que deixaria ele dar o primeiro golpe, já que eu tinha botado chifre nele… depois do primeiro golpe, o que acontecesse já dependeria da nossa hombridade…
Só fiquei parada esperando o golpe… levei um murrão na bochecha, que pra falar a verdade virou minha cara e bagunçou meus pensamentos… pela força dessa vez só o tronco do Javier foi longe, quase caindo de cócoras, e segurando a mão dolorida porque o soco dele acertou meu osso do rosto…
Javier ergueu o rosto, viu a Mili na porta do banheiro com as mãos na boca, sofrendo pelo soco que me deram…
- Eu mal pude tocar em você, mas com ele até no banheiro, agora você vai ver… disse ele se dirigindo até ela.
- Onde você vai?... disse Guille, já recomposto, segurando ele no caminho, abraçando ele por trás.
— Me solta que eu vou acabar com ela… urrava Javier enfurecido, com o ego de macho ferido.
Com o barulho que a gente fez, mesmo com a música, umas caras curiosas começaram a aparecer nas janelas da sala. Eu tinha que acabar com isso antes que eles saíssem e começassem as perguntas.
Solta ele, quero ver até onde vai a maldade comigo…" falei furioso ao ver que Javier planejava bater na Mili.
O Guille soltou ele quase me empurrando na minha direção, eu sabia que o Javier era mais boca do que qualquer outra coisa, possuído pela bebedeira e pela raiva tava descontrolado, deixei ele dar o primeiro golpe por algum senso de cavalheirismo e desforra da ofensa dele… mas agora era a minha vez.
Ela se jogou de novo em cima de mim, eu recebi ela com um soco na boca. Ela deu um tapa tentando me acertar em qualquer lugar, eu desviei e a maçã do rosto direito dela levou meu soco de ida, e o esquerdo levou minha cotovelada de volta. Ela caiu de joelhos com as costas inclinadas pra trás. Eu peguei ela pelas golas da camisa…
— Tenta encostar nela e eu te mato… ameacei, tomado pela raiva.
Aí eu bati nele uma vez e outra com meu punho até que, dessa vez, o Guille me segurou, enquanto o Javier caía no chão. Depois ele tentou se levantar sem sucesso, tava com o lábio rachado, o nariz sangrando. Se levantou com dificuldade, mas dessa vez dois caras seguraram ele, eram amigos do Guille do time de futebol dele.
- Isso não acaba aqui, Dany… você sabe… ele me ameaçou, enquanto os caras que seguravam ele o empurravam pra fora. A peituda tentava acalmá-lo e o Javier a afastava, enquanto eles saíam de casa.
Ao pé da porta, tudo era visto pela Mili, chorosa e preocupada, até que… pegaram ela pelos cabelos por trás e meteram ela no banheiro… Porra… eu pensei que tinha acabado tudo e que o escândalo ia se dissolver, já que tinha gente no pé do jardim nos observando… mas a gente esqueceu da Vane… e a briga de mulher tava vindo…
- Ei, aqui não aconteceu nada… grita o Guille pro povo que começava a se aproximar… hoje, tem open bar… ele responde, soltando a chave pra um dos amigos, pra abrir o balcão com todas as bebidas.
-          É… Grande Guille… a confusão começou quando voltamos pra sala, enquanto eu e o Guille entrávamos no banheiro pra separar aquelas duas gostosas que estavam se pegando pelos cabelos e se empurrando.
Conseguimos separá-las, claro que levando vários arranhões… Guille segurava a Vane pela cintura, que esperneava, eu estava abraçando a Mili por trás, que estava mais calma.
- Vane, vamos… falava o Guille, tentando acalmá-la.
Vane caiu em si, nos encarou com raiva e foi saindo escoltada pelo Guille… claro que ao passar por mim, me deu um tapa na mesma bochecha que levei o soco, me fez ver estrelas… A Mili reagiu dando um tapa que não acertou a Vane porque eu a segurei firme.
- Você podia ter isso… e se contenta com aquilo… disse Vane, magoada, mostrando seus atributos e falando mal da Mili.
- Me deixa acabar com essa gostosa... exclamou Mili, se debatendo pra eu soltar ela.
O Guille levou a Vane, enquanto eu acalmava a Mili. Assim que elas se afastaram e a Mili se acalmou, ela se virou pra mim, me beijou e começou a acariciar meu rosto…
— Você tá bem?... perguntou Mili, preocupada.
- Não é nada… melhor é aproveitar e procurar sua roupa… falei, já que nos últimos instantes de violência, os bicos dos peitos da Mili começaram a aparecer por baixo do vestido.
Dessa vez trancamos a porta, enquanto a Mili vestia a calcinha, eu já pensava no que viria. O Javier era um baita de um babaca e metido a besta, podia ter nos desmascarado na frente de todo mundo, mas não fez, mais por ele do que por nós... se ele contasse que eu comi a Mili, a ex dele, ele ia ficar feito um corno manso... e isso é uma parada que o ego dele não ia deixar barato, por isso preferiu calar a boca... mas ele tava me devendo essa.
Do mesmo jeito, eu imaginava que a Vane ia ficar de boca fechada sobre a Mili ter roubado o cara que ela tava afim. A Vane se expôs pra caralho ao se mostrar pra todo mundo quase pelada e toda agarrada comigo. Pra falar a verdade, o que a Vane ia fazer era bem imprevisível… ela podia acabar com a Mili com fofoca, podia contar o que viu, etc… a gente não sabia… só restava esperar… enquanto o povo na casa continuava dançando, fofocando, etc.
Já trocados, abrimos a porta e encontramos o Guille, ele disse que a Vane tava furiosa, não deixou eu acompanhar ela, só pegou um táxi e foi embora. Agradeci como ele me ajudou a controlar a situação, claro que tava devendo um favor pra ele... ele falou pra não me preocupar que ia me contar depois quais boatos tavam rolando na festa.
O Guille nos deixou e voltou rápido pra casa dele, queria salvar o que restasse do bar dos pais. A Mili e eu optamos por ir embora, estávamos expostos, não queríamos dar margem pra mais rumores e que especulassem os motivos da minha briga com o Javier. Pegamos um táxi pra casa dela e, lá dentro, começou a discussão:
- Agora a Vane vai falar de mim… tudo porque você não trancou a porta… disse a Mili.
- O quê?... Pedi pra gente ir embora várias vezes… mas você não quis… além disso, te falei pra não vir na festa pra não se expor… retruquei.
— Como é que eu ia te deixar com aquela fácil da Vane… se desculpou a ciumenta Mili.
— Por acaso você não confia em mim… retruquei.
- Como confiar se você terminou com sua namorada por minha causa… ela disse, vendo minha expressão mudar, mudou o tom de voz e completou: e se a Vane se oferecesse pra você, com certeza você ia duvidar, igual eu te fiz duvidar…
- Sabe o quê… melhor a gente não falar… falei irritado.
Eu tomo porrada por defender ela, ela duvida de mim e ainda me culpa por tudo. Não trocamos mais uma palavra até chegar na casa dela. Percebo minha raiva, ela me segura pelo braço, fica na minha frente com os peitos encostados no meu peito.
- Vamos, me desculpa… não quis dizer isso… é que… tô com medo de te perder… ela disse, toda arrependida.
- Pois é… já é tarde, foi uma noite longa… entra e amanhã a gente conversa… falei seco.
- Puxa, mas que merda isso tá parecendo… disse ela pegando na minha bochecha, que eu sentia inchada, por causa do soco do Javier e do tapa forte que a Vane deu pra finalizar... Vem aqui que vou passar um creme pra hematoma, você não pode ir assim pra sua casa… completou a Mili querendo se reconciliar comigo.
Aceitei, porque não queria chegar na segunda-feira com um hematoma na faculdade. Era tarde e a Mili não quis entrar pela porta da frente porque ia acordar os pais. A gente ia entrar pela garagem, que ficava num porão, tinha 2 portas de garagem, a da esquerda tinha uma portinha do lado.
Descemos pela rampa de acesso à garagem, a Mili me guiava toda carinhosa, queria acalmar minha raiva. Eu seguia ela por trás, vendo a bunda dela se mexer gostoso naquela minissaia vermelha, a cada passo a saia subia, mostrando um pedaço da buceta suculenta dela, e ela não fazia nada pra se cobrir com o vestido…
Antes de entrar, ela se virou, sabia que eu tava olhando besta pra ela, sorriu safada e satisfeita por saber que as curvas dela tavam me deixando desse jeito, já imaginava e curtia a brocha que tava subindo em mim.
Uma vez lá dentro, estava meio escuro, num canto só tinha um carro coberto por uma capa até o chão. Na nossa frente, uma escada que levava pra casa dela, entre a escada e o carro tinha um sofá velho e na frente dele, quase do lado da porta por onde a gente entrou, tinha uma TV antiga… A Mili me explicou:
- Aqui dorme o meu pai quando ele se comporta mal… disse sorrindo, a mãe da Mili tinha personalidade forte…. Então pensa bem antes de me fazer ficar puta… me ameaçou de brincadeira.
Ela me disse pra esperar, tirou os sapatos, se mandou por umas escadas que entravam na casa dela pra pegar a tal da porra do creme. Sentei no sofá e fiquei olhando ela subindo os degraus, a saia subia cada vez mais, quase até o meio da bunda dela… o que o pai dela ia dizer se visse a filhinha dele nessa pinta…
Desceu com o creme, sem levantar a minissaia, mostrando parte da calcinha dela. Ou tava muito à vontade, ou tava me provocando de novo. Sentou no meu colo, senti aquela bunda deliciosa se abrindo na minha perna. Quando percebeu o tesão que tava me dando, sorriu e, com carinho, passava o creme em mim enquanto se abria. Falou:
Você sempre me atraiu, mas nunca me dava bola, por mais que eu me exibisse na sua frente com roupas chamativas... não sou uma garota fácil, se deixei você fazer todas aquelas coisas comigo foi porque sabia e sentia que você é especial... e esta noite você provou isso ao me defender daquele maluco... disse Mili com certa alegria e orgulho de finalmente encontrar alguém que a valorize e proteja.
Depois baixo o rosto, chorando, pego ela pelo queixo, viro o rosto dela na minha direção e beijo ela com ternura. Eu, na Mili, encontrei uma mina gostosa, inteligente, engraçada, foda como qualquer mulher, mas que também compartilhava minha tarada, meu desejo sexual, que me deixava fazer coisas que outras moças pudicas não deixariam… a gente tava enganchado sentimentalmente, pouco depois a gente ia tar enganchado carnalmente.
A ternura dos beijos ia se transformando de novo em algo passional… nessa altura eu já suspeitava que a Mili tinha me emboscado na garagem dela, com a desculpa do creme… pensar que no começo eu que provocava ela pra curtir as curvas dela… e agora era ela que vinha me procurar e praticamente pedia pra eu possuir ela…
A umidade da intimidade dela já começava a molhar minha perna, eu tinha levantado a minissaia dela pra acariciar aquelas bundas redondas que pareciam ser a outra fraqueza dela... de novo a respiração dela acelerava e a língua dela procurava a minha, enquanto a mão dela provocava meu pau por cima da calça.
Não aguento muito, abaixo meu zíper e descubro minha pica, começando a bater uma. Assim que sentiu ela dura, não quis perder mais tempo e queria ter ela dentro… ela se levantou de costas pra mim, a minissaia já estava levantada, só afastou a tanga e foi se posicionando na minha pica, guiando ela pro cuzinho guloso dela…
-          Ohhhh… ufff…. gemeu baixinho, sabia que estava na casa dos pais dela, mesmo querendo ser empalada de novo, não queria chamar atenção, já bastava ter sido descoberta uma vez.
Tava com pressa pra se sentir empalada de novo por aquele que a defendeu, o mesmo que pela primeira vez desflorou seu buraquinho apertado… que fez ela descobrir aquele prazer que agora virou vício…
- Ai Danyyy… só com você eu sou uma putinha… uhmmm… murmurava Mili entre gemidos.
- Pois é… você é minha putinha… eu sussurrava no ouvido dela, enquanto minhas mãos subiam da cintura dela pros peitos.
Meu pau já tinha afundado inteiro no cu dela… ela curtia cada centímetro daquela estaca invadindo as entranhas dela. Ela tinha sentado em cima de mim, a bunda dela se abria toda, e meu pau tava nela até a raiz, só faltava enfiar minhas bolas…
- Ummm siiiim… ela exclamava extasiada, empalada até não aguentar mais.
Minhas mãos desceram pelo vestido dela, libertando os peitos que subiam e desciam com a respiração excitada. Mili se cansou de sentir só meu pau duro nas intimidades dela, queria saborear mais, começou a rebolando a bunda enorme na minha virilha, talvez pra aliviar a coceira que sentia no cu.
A posição também não ajudava muito, eu sentado no móvel, ela em cima da minha pica... as pernas dela não tinham muito espaço pra subir e descer, só restava rebolar aquele rabão enorme em cima de mim, mexer assim pra provocar aquelas sensações que ela tinha acabado de aprender a curtir... mas eu já começava a sentir meu pau como massinha, como chiclete, esticando do jeito que a bunda dela queria...
Eu também queria aproveitar isso, aliviar o estresse da briga, de sermos descobertos, esquecer tudo… então fui me deslizando pelo móvel, pra baixar minha virilha e dar espaço pra Mili manobrar, pra ela se satisfazer enfiando minha pica no ritmo dela… afinal, sempre era eu quem metia, agora era a vez dela fazer o esforço…
A Mili sacou minha jogada, e ela mesma foi subindo e descendo devagar, com uns tremeliques leves mas gostosos percorrendo o corpo dela. Eu parei de acariciar os peitos dela e fui segurando a cintura fina dela pra evitar que a bunda enorme dela saísse do rumo e acabasse esmagando minha pica.
-          Uai… como eu adoro isso… por que não te conheci antes… ahnnn… murmurava.
Cada vez a Mili mais extasiada e desenfreada, subia e descia mais rápido, em certos momentos eu sentia que não conseguia segurá-la, minhas costas escorregavam até a borda do banco. Até que Mili, se deixando levar pela loucura do momento, se jogou com mais força… não consegui segurá-la e fomos parar no chão…
- Ai… caralho… agora você me arrebentou a buceta… auuu… soluça Mili, toda dolorida.
No último rabão que ela me deu, minhas costas escorregaram no móvel, e eu acabei com a bunda no chão. Enquanto o cu da Mili caiu com força na minha virilha, abrindo as nádegas gordas dela ao máximo, com o cu dela rasgado pelo meu pau que eu senti que chegou até os pulmões dela, pelas respirações abafadas que ela dava.
- Já me quebrou a pica… murmurei, sentindo minha pica torta.
Mili tentou se levantar, mas os calcanhares descalços escorregaram no chão liso e ela foi de novo se espetar na minha pica, dessa vez senti que enfiei até os ovos…
- Auuu… minha bunda… disse a sem-vergonha, com essa rabuda quase partiu meu pau.
- Porra… fica aí mesmo por um instante… exclamei eu, todo dolorido, pressionado ao máximo pelo rabo redondo dela afundado na minha virilha.
Sentia o esfínter dela pulsando no meu pau, com a grossura dos últimos movimentos pensei que minha rola ia murchar, mas curiosamente, essas tremidinhas do esfínter dela me excitavam de novo, acabei soltando umas gotinhas de porra dentro dela… ela sentiu e mexeu a cabeça nervosa, parecia estar gostando, mas, parece que dessa vez era ela quem caía na real…
- Não, Dany, já chega… o barulho que a gente tá fazendo vai acordar meus pais… e aí eles te matam e me mandam pra um convento…
- Pobres padres… você vai fazer eles pecarem… falei imaginando ela com uma roupa de freira que não ia esconder as curvas dela, e os padres virando pra olhar a bunda dela.
Jajaja… você é um bobinho…
Mili tentou se levantar de novo, e uma coisa estranha aconteceu… a gente não conseguia se soltar, forcei um pouco e nada, estávamos grudados feito cachorros, eu tava enfiado na bunda dela… talvez eu tenha mesmo entortado a pica e ela ficou tipo um gancho segurando ela, ou talvez fosse só o nervosismo do momento, o quanto a gente tava dolorido por tudo que aconteceu, os músculos atrofiados, e que a gente não tava agindo coordenado…
- Ai… não… agora eu sou mesmo uma puta… disse Mili assustada.
— Já vai, só faz devagar, aos poucos e vai sair… falei pra acalmar ela, mesmo querendo dar risada.
Mili subiu até onde sentia que não conseguia sair, onde o cu dela apertava com força minha pica, depois desceu. Repetiu a mesma operação várias vezes, cada vez subindo mais… ela tinha se acomodado melhor, com as pernas abertas e os joelhos dobrados pra cima, as mãos no chão, as costas dela contra meu peito.
Meu corpo, por sua vez, estava preso por ela, minhas pernas entre as dela, os braços dela ao lado da minha cintura, apoiando no chão e no móvel de vez em quando, minhas costas contra o sofá. E claro, meu pau aparecia e sumia entre as nádegas carnudas dela e o cu insaciável dela… isso deixou de ser um exercício para desentupir o cu dela, já fazia tempo que meu pau conseguia sair da bunda dela, mas ela não queria… ela estava curtindo…
-          Uai… Dany… adoro ser sua putinha… ahnnn… comecei a gemer que nem uma louca de novo.
A dor no meu pau foi se transformando na excitação do momento, agora era ela quem me estuprava… na casa dela, a poucos metros de onde os pais dela dormiam… Eu tava excitado pra caralho vendo ela se enfiar em mim, e também não ia deixar ela escapar, com uma mão segurava a cintura dela e com a outra amassava os peitos dela…
- Nunca esqueça… você é minha putinha… falei num momento de tesão, puxando o cabelo dela pra trás pra deixar a orelha perto da minha boca.
Sim, sim, sim… só sua… Ohhh… uhmmm… gemeu se soltando um pouco, procurando meus lábios.
Nossas línguas se fundiam num beijo, o que nos deixava ainda mais excitados… ela acelerava os movimentos, agora eu já segurava sua cintura pra ajudar ela a se punir com mais rapidez e força aquele cu elástico e gostoso.
- Ai não… ai não… não aguento mais…. ohhh…. exclamei, enquanto ela se contorcia de prazer.
Essa nova onda de orgasmo da Mili me envolveu também… meu pau dobrado expeliu litros de porra dentro dela. Ela, satisfeita, se deixou cair no meu peito, as bundas redondas dela descansando na minha virilha… enquanto eu sentia os melões dela subindo e descendo com força por causa da respiração ofegante.
Tava mó feliz, a gente tinha se livrado de toda a tensão do dia, do coliseu, da festa... dava pra dizer que dessa vez a gente curtiu mais de boa, mesmo estando na casa dela... sem o medo de ser pego debaixo das arquibancadas no coliseu, ou de ser descoberto no banheiro da casa da Guille por qualquer um da festa ou pelo Javier e a peituda do lado... A paz que dava pra sentir naqueles minutos era foda, saboreando cada segundo do orgasmo...
Essa paz ia se quebrar de novo… outro rangido de porta, dessa vez ela não trancou… a luz entrando de novo, agora era de dentro da casa dela, e dessa vez a luz vinha na nossa direção pelas escadas do lado do sofá… mais uma sombra se formando, dessa vez podiam ser os pais dela…
Merda... de novo não... pensei.
Continua...

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