Olá, vou me apresentar, me chamam de Luli, tenho 19 anos atualmente e há alguns meses comecei a trabalhar numa empresa. Hoje vou contar uma aventura que tive com um dos encarregados, uma de tantas que tive nesses meses kkkk, espero que vocês gostem.
Arturo era o encarregado de me ensinar como funcionava o programa de computador usado na nova empresa onde eu tinha começado a trabalhar fazia duas semanas naquela época. Tenho que admitir que eu e informática não somos lá muito amigas, então o coitado teve que ter paciência pra não me estrangular com o cabo do mouse na hora de me ensinar comandos básicos. Mas percebi que, diferente dos outros, ele mostrava um interesse especial em mim. Não perdia chance de me provocar, fazia comentários irônicos pra me irritar e eu soltar a primeira coisa que viesse na cabeça na hora. Também procurava sentar perto de mim, se dava, roçava o joelho no meu, olhava pro meu decote com frequência e não desperdiçava oportunidade de me olhar de cima a baixo sempre que podia.
No começo, não dei muita importância. Até por um tempo me convenci de que era coisa da minha cabeça e que não passava de ilusão minha. Mas um dia recebi um e-mail dele que tirou qualquer dúvida. Basicamente, ele dizia que o vestido que eu tinha escolhido naquele dia era muito bonito e destacava minhas pernas. Fiquei nervosa. Senti o calor subir no meu rosto e minha respiração ficou alterada. Uma coisa é desconfiar que um homem te acha gostosa, outra é ele mostrar. Mas não sabia o que pensar. Ele era casado e um orgulhoso pai de família, o que me deixou ainda mais confusa. Além disso, eu tinha certeza de que não tinha feito nada pra encorajar ele de jeito nenhum, então cheguei à conclusão de que aquele comentário não era pra mim e deletei o e-mail. Também não ia fazer uma tempestade num copo d'água…
Naquele dia, tinha combinado de almoçar com uma colega que estava há mais tempo na empresa. Tempo que passei na empresa e tentei extrair dela todas as informações que pude sobre o Arturo. Eu estava muito intrigada. E com ciúmes. Perguntei sobre a família dele, há quanto tempo ele trabalhava lá, com quem costumava se relacionar… mas todas as respostas que ela me dava faziam ele parecer o homem perfeito, e não o homem que assediava com intenções nada claras uma mulher que não era a esposa dele. Mas quando voltei do almoço, tinha outro e-mail dele se desculpando pela ousadia e esperando não ter me ofendido. Também deletei. Não sabia o que responder. Aquilo não era um erro.
Desejei que a hora que faltava para o fim do expediente passasse o mais rápido possível. Por sorte, meu horário era diferente do resto dos meus colegas de departamento. Eu entrava duas horas mais tarde que os outros, então ele sempre saía duas horas antes de mim, o que me dava tempo para ficar sozinha e clarear as ideias. Ou seja, não queria criar um clima estranho na empresa onde estava tão à vontade. Eu estava um verdadeiro bagaço.
Na manhã seguinte, estava morrendo de vergonha. Não sabia como me comportar com o Arturo, não tinha respondido aos e-mails dele nem trocado uma palavra com ele o dia todo, então me convenci de que não ia rolar nada com ele, que aquela porta tinha se fechado. Mas tanto faz, o importante era saber que a partir de agora eu tinha carta branca para explorar. Entrei no escritório dando bom dia sem olhar para ninguém em particular e liguei o computador. Não tinha terminado de me conectar quando chegou outro e-mail dele. "Por favor, não fique brava comigo, seu silêncio me mata", dizia. Dessa vez, respondi. Expliquei que tinha me pegado de surpresa e contei uma mentirinha, falei que como no dia anterior tinha trabalhado muito, vi o e-mail só no fim do expediente. E isso serviu para passarmos o dia trocando e-mails feito dois pivetes.
Nos dias seguintes, o tom das conversas ficou mais quente. A gente contava nossas fantasias, trocava fotos. nus, a gente se falava putaria... Eu ainda não tinha coragem de pedir pra ele deixar eu fazer um boquete gostoso e tirar toda a porra dele, mas não dava pra esperar mais. Tava morrendo de vontade de tocar nele e comer aquela pica enorme que eu tinha visto em tantas fotos, mas não tinha certeza se conseguiria parar por ali, porque o que eu realmente queria era que ele me pusesse de quatro e me fizesse gemer igual uma puta.
Foi ele quem pediu pra ir mais longe. Claro que por e-mail, ele disse que precisava brincar com meus mamilos e, quando li, quase gozei. Decidimos que no dia seguinte ele daria qualquer desculpa pra ficar um pouco mais à tarde e ver no que dava. Dito e feito. Depois que todo mundo foi embora, fui pro banheiro do andar de cima, que tava vazio, e esperei o Arturo chegar. Ouvi os passos dele e meu coração disparou, sabia que naquela tarde eu ia pra casa com o gosto do Arturo na boca.
Tava muito molhada, sentia as coxas encharcadas, e só conseguia pensar em me ajoelhar na frente do Arturo. Ele sabia quais eram meus limites e, por enquanto, os aceitava. Antes que eu percebesse, tava espremida contra a parede, com as pernas abertas e imobilizada pelo corpo do Arturo, que tinha se encostado em mim e esfregava a pélvis na minha bunda enquanto falava que tava morrendo de vontade de gozar na minha boca. Tava adorando! Quantas vezes eu tinha desejado que ele me colocasse daquele jeito! Não consegui fechar as pernas quando ele enfiou a mão por baixo da minha calcinha fio dental, que já tava completamente molhada de tesão e espera, e também não consegui evitar dar um pulo enquanto com uma mão ele esfregava meu clitóris e com a outra beliscava meu mamilo. Ele deve ter gostado da minha reação, porque sussurrou no meu ouvido pra eu me virar, já que queria ver a cara de puta que eu fazia quando ele enfiava um dedo. Deixei ele brincar com meus mamilos, lambendo, beliscando, chupando... enquanto ele me segurava pela bunda e eu soltava uns gemidos. Ao mesmo tempo, eu tocava a pica dele por cima da calça jeans e ele... suplicava que enfiasse dois dedos em mim porque estava prestes a explodir. Ele não me fez esperar. Me sentou na pia e abriu minhas pernas. Eu me contorcia de prazer. Sentir a língua e as mãos dele percorrendo meus peitos era mais do que eu podia aguentar. Precisava dele dentro de mim, precisava sentir ele entrando e saindo da minha pussy, fazendo com ele o que quisesse, precisava perder o controle e dar vazão ao prazer até gozar. Meus quadris tinham vida própria e buscavam os dedos brincalhões dele que voltavam a se divertir com meu clitóris. Quem ia desconfiar o quão slut você é com essa carinha que tem. Então senti dois dedos dentro de mim, se movendo devagar. Com o olhar supliquei que ele não parasse, estava curtindo como uma louca e precisava ter um orgasmo que não demorou a chegar.
Quando abri os olhos de novo tentando recuperar o ritmo da respiração, ainda tinha os dedos dele dentro de mim. Ele tirou devagar e me fez chupá-los, limpando eles dos meus sucos. Sorria satisfeito. Me recomponho o melhor que pude e, já mais aliviada, decidi que era minha vez de brincar com ele. Peguei a rola dele, que marcava na calça, e fiquei esfregando até ele começar a ofegar, então ele me olhou de um jeito que deixava bem claro que precisava esvaziar. Ele não resistiu quando abaixei a roupa dele só o suficiente pra liberar o pau duro e acariciar as bolas. Ele jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido que me fez ajoelhar na frente dele e lamber a pontinha vermelha e brilhante. Minha intenção era dar uma das melhores boquetas. Me sentia poderosa, fazendo o corpo dele se tensionar cada vez que eu lambia as bolas. Ficava louca ouvindo ele me chamar de slut enquanto tinha a boca cheia com aquela cock enorme. Chupei com força enquanto batia uma punheta pra ele, variando o ritmo de acordo com os ofegos e gemidos dele. Estava curtindo como nunca, por um lado me sentindo uma vulgar slut no cio e por outro com o risco do segurança que o pessoal do prédio não nos pegasse no flagra, alertado pelos gemidos do Arturo. Foi melhor do que eu esperava. E eu já estava molhada de novo, pronta pra dar. Aí ouvi o Arturo falar que tinha batido muita punheta fantasiando com o que tava rolando, e isso me deixou com um tesão danado. Sem saber como, meus dedos começaram de novo a brincar com meu clitóris e eu senti que ia gozar de novo rapidinho, mas antes eu tinha que tirar todo o leite do Arturo. Queria sentir o gozo quentinho descendo pela minha garganta. Quando me dei conta, ele já tinha segurado minha cabeça com força e tava metendo na minha boca.
Eu tava quase chegando no meu segundo orgasmo quando o Arturo tentou tirar a pica da minha boca, me puxando pelo cabelo pra trás, mas eu tava morrendo de vontade de tomar o gozo dele e não ia deixar ele gozar fora de mim. Chupei com mais força enquanto batia uma punheta lenta nele e apertava a pica dele contra o céu da boca. Em questão de segundos, senti o jato quente e o gosto salgado enchendo minha boca, o que me fez gozar de tesão de novo.
Ficamos uns segundos assim, eu de joelhos com a pica dele na boca e ele segurando minha cabeça. Queria acreditar que tinha feito ele aproveitar, afinal de contas fiz ele gozar, mas ainda assim tinha medo de quebrar o contato e descobrir que não tinha sido tão excitante pra ele quanto pra mim. Todas as minhas dúvidas sumiram quando levantei o olhar e vi a cara de alívio dele, e principalmente quando no dia seguinte recebi um e-mail dele confessando que eu tinha feito um dos melhores boquetes da vida dele e que ele queria repetir.
Espero que tenham gostado, que tenham se tocado e gozado lendo isso❤️
Seus +10 🥰 ajudam muito e são bem-vindos
Seus comentários e favs me deixam com muito tesão 🔥
Arturo era o encarregado de me ensinar como funcionava o programa de computador usado na nova empresa onde eu tinha começado a trabalhar fazia duas semanas naquela época. Tenho que admitir que eu e informática não somos lá muito amigas, então o coitado teve que ter paciência pra não me estrangular com o cabo do mouse na hora de me ensinar comandos básicos. Mas percebi que, diferente dos outros, ele mostrava um interesse especial em mim. Não perdia chance de me provocar, fazia comentários irônicos pra me irritar e eu soltar a primeira coisa que viesse na cabeça na hora. Também procurava sentar perto de mim, se dava, roçava o joelho no meu, olhava pro meu decote com frequência e não desperdiçava oportunidade de me olhar de cima a baixo sempre que podia.
No começo, não dei muita importância. Até por um tempo me convenci de que era coisa da minha cabeça e que não passava de ilusão minha. Mas um dia recebi um e-mail dele que tirou qualquer dúvida. Basicamente, ele dizia que o vestido que eu tinha escolhido naquele dia era muito bonito e destacava minhas pernas. Fiquei nervosa. Senti o calor subir no meu rosto e minha respiração ficou alterada. Uma coisa é desconfiar que um homem te acha gostosa, outra é ele mostrar. Mas não sabia o que pensar. Ele era casado e um orgulhoso pai de família, o que me deixou ainda mais confusa. Além disso, eu tinha certeza de que não tinha feito nada pra encorajar ele de jeito nenhum, então cheguei à conclusão de que aquele comentário não era pra mim e deletei o e-mail. Também não ia fazer uma tempestade num copo d'água…
Naquele dia, tinha combinado de almoçar com uma colega que estava há mais tempo na empresa. Tempo que passei na empresa e tentei extrair dela todas as informações que pude sobre o Arturo. Eu estava muito intrigada. E com ciúmes. Perguntei sobre a família dele, há quanto tempo ele trabalhava lá, com quem costumava se relacionar… mas todas as respostas que ela me dava faziam ele parecer o homem perfeito, e não o homem que assediava com intenções nada claras uma mulher que não era a esposa dele. Mas quando voltei do almoço, tinha outro e-mail dele se desculpando pela ousadia e esperando não ter me ofendido. Também deletei. Não sabia o que responder. Aquilo não era um erro.
Desejei que a hora que faltava para o fim do expediente passasse o mais rápido possível. Por sorte, meu horário era diferente do resto dos meus colegas de departamento. Eu entrava duas horas mais tarde que os outros, então ele sempre saía duas horas antes de mim, o que me dava tempo para ficar sozinha e clarear as ideias. Ou seja, não queria criar um clima estranho na empresa onde estava tão à vontade. Eu estava um verdadeiro bagaço.
Na manhã seguinte, estava morrendo de vergonha. Não sabia como me comportar com o Arturo, não tinha respondido aos e-mails dele nem trocado uma palavra com ele o dia todo, então me convenci de que não ia rolar nada com ele, que aquela porta tinha se fechado. Mas tanto faz, o importante era saber que a partir de agora eu tinha carta branca para explorar. Entrei no escritório dando bom dia sem olhar para ninguém em particular e liguei o computador. Não tinha terminado de me conectar quando chegou outro e-mail dele. "Por favor, não fique brava comigo, seu silêncio me mata", dizia. Dessa vez, respondi. Expliquei que tinha me pegado de surpresa e contei uma mentirinha, falei que como no dia anterior tinha trabalhado muito, vi o e-mail só no fim do expediente. E isso serviu para passarmos o dia trocando e-mails feito dois pivetes.
Nos dias seguintes, o tom das conversas ficou mais quente. A gente contava nossas fantasias, trocava fotos. nus, a gente se falava putaria... Eu ainda não tinha coragem de pedir pra ele deixar eu fazer um boquete gostoso e tirar toda a porra dele, mas não dava pra esperar mais. Tava morrendo de vontade de tocar nele e comer aquela pica enorme que eu tinha visto em tantas fotos, mas não tinha certeza se conseguiria parar por ali, porque o que eu realmente queria era que ele me pusesse de quatro e me fizesse gemer igual uma puta.
Foi ele quem pediu pra ir mais longe. Claro que por e-mail, ele disse que precisava brincar com meus mamilos e, quando li, quase gozei. Decidimos que no dia seguinte ele daria qualquer desculpa pra ficar um pouco mais à tarde e ver no que dava. Dito e feito. Depois que todo mundo foi embora, fui pro banheiro do andar de cima, que tava vazio, e esperei o Arturo chegar. Ouvi os passos dele e meu coração disparou, sabia que naquela tarde eu ia pra casa com o gosto do Arturo na boca.
Tava muito molhada, sentia as coxas encharcadas, e só conseguia pensar em me ajoelhar na frente do Arturo. Ele sabia quais eram meus limites e, por enquanto, os aceitava. Antes que eu percebesse, tava espremida contra a parede, com as pernas abertas e imobilizada pelo corpo do Arturo, que tinha se encostado em mim e esfregava a pélvis na minha bunda enquanto falava que tava morrendo de vontade de gozar na minha boca. Tava adorando! Quantas vezes eu tinha desejado que ele me colocasse daquele jeito! Não consegui fechar as pernas quando ele enfiou a mão por baixo da minha calcinha fio dental, que já tava completamente molhada de tesão e espera, e também não consegui evitar dar um pulo enquanto com uma mão ele esfregava meu clitóris e com a outra beliscava meu mamilo. Ele deve ter gostado da minha reação, porque sussurrou no meu ouvido pra eu me virar, já que queria ver a cara de puta que eu fazia quando ele enfiava um dedo. Deixei ele brincar com meus mamilos, lambendo, beliscando, chupando... enquanto ele me segurava pela bunda e eu soltava uns gemidos. Ao mesmo tempo, eu tocava a pica dele por cima da calça jeans e ele... suplicava que enfiasse dois dedos em mim porque estava prestes a explodir. Ele não me fez esperar. Me sentou na pia e abriu minhas pernas. Eu me contorcia de prazer. Sentir a língua e as mãos dele percorrendo meus peitos era mais do que eu podia aguentar. Precisava dele dentro de mim, precisava sentir ele entrando e saindo da minha pussy, fazendo com ele o que quisesse, precisava perder o controle e dar vazão ao prazer até gozar. Meus quadris tinham vida própria e buscavam os dedos brincalhões dele que voltavam a se divertir com meu clitóris. Quem ia desconfiar o quão slut você é com essa carinha que tem. Então senti dois dedos dentro de mim, se movendo devagar. Com o olhar supliquei que ele não parasse, estava curtindo como uma louca e precisava ter um orgasmo que não demorou a chegar.
Quando abri os olhos de novo tentando recuperar o ritmo da respiração, ainda tinha os dedos dele dentro de mim. Ele tirou devagar e me fez chupá-los, limpando eles dos meus sucos. Sorria satisfeito. Me recomponho o melhor que pude e, já mais aliviada, decidi que era minha vez de brincar com ele. Peguei a rola dele, que marcava na calça, e fiquei esfregando até ele começar a ofegar, então ele me olhou de um jeito que deixava bem claro que precisava esvaziar. Ele não resistiu quando abaixei a roupa dele só o suficiente pra liberar o pau duro e acariciar as bolas. Ele jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido que me fez ajoelhar na frente dele e lamber a pontinha vermelha e brilhante. Minha intenção era dar uma das melhores boquetas. Me sentia poderosa, fazendo o corpo dele se tensionar cada vez que eu lambia as bolas. Ficava louca ouvindo ele me chamar de slut enquanto tinha a boca cheia com aquela cock enorme. Chupei com força enquanto batia uma punheta pra ele, variando o ritmo de acordo com os ofegos e gemidos dele. Estava curtindo como nunca, por um lado me sentindo uma vulgar slut no cio e por outro com o risco do segurança que o pessoal do prédio não nos pegasse no flagra, alertado pelos gemidos do Arturo. Foi melhor do que eu esperava. E eu já estava molhada de novo, pronta pra dar. Aí ouvi o Arturo falar que tinha batido muita punheta fantasiando com o que tava rolando, e isso me deixou com um tesão danado. Sem saber como, meus dedos começaram de novo a brincar com meu clitóris e eu senti que ia gozar de novo rapidinho, mas antes eu tinha que tirar todo o leite do Arturo. Queria sentir o gozo quentinho descendo pela minha garganta. Quando me dei conta, ele já tinha segurado minha cabeça com força e tava metendo na minha boca.
Eu tava quase chegando no meu segundo orgasmo quando o Arturo tentou tirar a pica da minha boca, me puxando pelo cabelo pra trás, mas eu tava morrendo de vontade de tomar o gozo dele e não ia deixar ele gozar fora de mim. Chupei com mais força enquanto batia uma punheta lenta nele e apertava a pica dele contra o céu da boca. Em questão de segundos, senti o jato quente e o gosto salgado enchendo minha boca, o que me fez gozar de tesão de novo.
Ficamos uns segundos assim, eu de joelhos com a pica dele na boca e ele segurando minha cabeça. Queria acreditar que tinha feito ele aproveitar, afinal de contas fiz ele gozar, mas ainda assim tinha medo de quebrar o contato e descobrir que não tinha sido tão excitante pra ele quanto pra mim. Todas as minhas dúvidas sumiram quando levantei o olhar e vi a cara de alívio dele, e principalmente quando no dia seguinte recebi um e-mail dele confessando que eu tinha feito um dos melhores boquetes da vida dele e que ele queria repetir.
Espero que tenham gostado, que tenham se tocado e gozado lendo isso❤️
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11 comentários - Aventura no trabalho