E nisso a gente tinha ficado, que íamos perguntar pro grupo o que queriam fazer. A gente achava que era algo que precisava ser conversado. O próximo encontro ia ser na casa da Sofia, e faltava uma semana pros preparativos. De tarde, enquanto tomávamos uns mates no quintal, minha esposa manda no grupo.
Andrea: fala, pessoal. Como vocês tão? Preciso fazer uma pergunta. Lembram da noite que a gente tava em casa e veio um casal? Então, vocês conhecem eles. Sem querer, a gente acabou deixando escapar o assunto dos nossos encontros e contamos. Eles querem entrar, pelo que parece. O que vocês acham?
Sofia: oiiiiii. Tem gente nova entrando na dança. Kkkkkk.
Guilherme: oiiiiii. Eeeeeee, sei não. Acho que a gente devia levar pra votação.
Verônica: eu não tenho problema, conheço eles. A Cecília parece ser uma mina muito gente boa.
Sofia: siiiim, o negócio é que depois não venham com uma de treze e estraguem a noite da gente.
Tomás: concordo. Acho que o que a gente formou tá bom, mas a gente precisa ver qual é a deles.
Guilherme: acho que o melhor é vocês testarem eles primeiro (se referindo a nós), depois contam como foi. Aí a gente conversa de novo.
Tomás: acho boa essa ideia. Se não tem mais nada pra falar, vou continuar com os preparativos pro glory porque tô montando uma estrutura kkkkkk.
Todo mundo concordou com um joinha. Parece que essa era a condição. A gente tinha que testar o novo casal que ia entrar. Não achei ruim. Fiquei relendo as mensagens.
Andrea: e aí, o que você acha? Ela me pergunta, me olhando.
Eu: e a gente teria que testar. O problema é que não sei o que eles vão dizer. Pergunta pra Cecília.
Andrea: beleza, já vou mandar uma mensagem pra ela.
Dito isso, ela pegou o celular e começou a escrever.
Andrea: Ceci. O que vocês tão fazendo? Acabei de falar no grupo o que a gente conversou, e todo mundo achou uma boa ideia vocês fazerem algo mais leve com a gente primeiro, e depois, vendo como vocês se sentem, a gente inclui vocês no grupo. Por Do nosso lado está tudo bem.
Cecilia não aparecia online. Mas não demorou nem dois minutos pra responder.
Cecilia: Tá falando sério?
Andrea: Mmmm sim. Já falamos na outra noite que não enrolando. Se não quiserem, tudo bem, continuamos como sempre.
Cecilia: Mas como não vamos querer. Mauri tá aqui do meu lado e nós dois tamos loucos.
Andrea: Kkkkk. Bom, melhor assim. Depois a gente vê o que faz e que dia.
Cecilia: Cê é louca? Já vem pra cá.
Eu olhei a hora, eram umas 18:00. Dei risada e olhei pra minha esposa, que ainda tava no celular, enquanto eu lia a conversa.
Andrea: Kkkkk, mas olha a hora. Temos que ver se minha mãe pode ficar com os meninos. Aguenta aí que vou perguntar.
Minha esposa perguntou pra minha sogra, que tá sempre pronta pra ficar com os netos e mimar eles até não poder mais. Enquanto esperávamos ela vir buscar, o celular da minha esposa tocou de novo.
Cecilia: E aí?
Andrea: Calmaaaaa. Agora minha mãe vem buscar os meninos e a gente vai praí.
Cecilia: Bom, preciso preparar alguma coisa?
Andrea: Kkkkk, nãooo, para de encher. Agora a gente vai e conversamos direito.
Fui tomar banho e ouvi minha sogra chegando, que levou os meninos, dando chance pra minha esposa entrar no chuveiro comigo. Nos banhamos um ao outro enquanto nos tocávamos. Eu já tava muito excitado. Tava calor e o dia meio nublado.
Chegamos na casa e o Mauri nos atendeu como sempre, com um sorriso. Entramos e fomos pra sala. A Ceci apareceu toda excitada, não conseguia segurar o sorriso. Dava pra ver que tava nervosa e não sabia o que fazer. Cumprimentamos ela com minha esposa e sentamos. Eles sentaram perto da gente.
Cecilia: Bom, e agora?
Eu: Agora a gente vai com o Mauri comprar algo pra beber. Olha o calor que tá. Impressionante. Tamo com sede, kkkkk.
Ceci: Nãooo, já comprei tudo pra beber e comer.
Andrea: Comer?
Ceci: Ué, vocês não vão ficar pra comer?
Eu e a Andrea Nos olhamos. Não tínhamos combinado nada. Enquanto íamos para a casa deles, estávamos falando de outra coisa.
Andrea: yyyyyyy.
Ceci: pra você comprei uns vinhos espumantes que sei que você gosta, pra você comprei cerveja que sei que não bebe outra coisa e pra nós vinho. Além disso, comprei uma tábua de frios super caprichada pra um batalhão.
Mauri: não sei o que vocês fizeram com ela, mas tá doida. Kkkkk. Faz um tempinho que chegou do mercado e não para.
Eu: beleza, então.
Cecília: maravilhosoooooo. Disse e foi pra cozinha.
De lá, dava pra ouvir ela abrindo garrafas e preparando as coisas. E ela gritou pra gente ir pro quintal.
O fim de tarde tava incrível, fazia calor e dava pra ficar ao ar livre.
Ceci: bom, trouxe tudo aqui pra vocês ficarem fresquinhos.
Disse e deu pra cada um a nossa bebida. Todo mundo sentado naquelas espreguiçadeiras gigantes de tomar sol. Ninguém falava nada, só bebendo. Tinha que quebrar o gelo de algum jeito.
Andrea: então, galera. Conta aí o que tão planejando.
Ceci: sei lá. Eu e o Mauri estivemos conversando, pensamos em tudo. Queremos ver o que rola.
Andrea: então, gente, a parada é muito simples. Aqui é pra realizar as vontades, botar as fantasias pra fora, tentar realizá-las. Aqui não tem sentimento envolvido nem nada estranho. Se eu fizer alguma coisa com o Mauri, você não tem que ficar com ciúme, nem se você fizer algo com meu marido.
Ela falava tudo isso com um sorrisão na boca e balançando a cabeça. O Mauri também concordava.
Ficaram em silêncio de novo, olhando pra todo lado.
Eu: vocês tão de acordo? Perguntei, e os dois responderam na hora que sim.
Olhei pra minha esposa e parecia que a gente tinha se comunicado por telepatia. Levantei e tirei a camiseta, e a Andrea me seguiu, tirando a camiseta e o sutiã, deixando as tetas lindas dela de fora. O Mauri e a Cecília olhavam pra gente com uma cara quase de espanto, então aumentei a aposta e tirei o short e a cueca, e minha esposa fez o mesmo. com a roupa dela. Deixamos ela de lado e sentamos de novo. Como se nada tivesse acontecido, pegamos nossas bebidas de novo e demos um gole.
Eu: agora sim tô me sentindo bem. Falei olhando pra frente, meio que realizado.
Olhei pra minha esposa e a gente sorriu um pro outro. Depois, nós dois olhamos pro Mauri e pra Ceci. Os dois estavam nos encarando sem dizer nada, mas entenderam que tinham que fazer alguma coisa. Eles se separaram e sorriram, devagar foram tirando a roupa. Acendi um cigarro e fiquei olhando. Os dois ficaram pelados sentados, quase se tapando com as mãos. A parada tava ficando pesada. Então a Andrea levantou, foi pra dentro de casa e colocou uma música pra dançar. Voltou pro quintal e começou a rebolar na frente dos três. Estendeu a mão pra Cecilia, que pegou, levantou e ficou parada na frente da minha esposa, que continuava dançando. A Ceci não se mexia, só olhava nos olhos dela. Minha esposa continuava com os movimentos, segurando a mão dela e com a outra foi pegar na bunda dela. Isso fez a Ceci se mexer, mas não de um jeito desconfortável, parecia que era algo que podia rolar, mas mesmo assim ela se surpreendeu. A Andrea chegou ainda mais perto dela até ficarem quase coladas. Minha esposa continuava se mexendo e o corpo dela quase esfregava no da Ceci, que tinha fechado os olhos. As bocas ficaram de frente uma pra outra e a Andrea passou a língua nos lábios dela. Cecilia abriu a boca e se entregaram num beijo super sexy. Se aproximaram ainda mais e se abraçaram enquanto continuavam se beijando. Eu agarrei minha rola e comecei a brincar com ela, que já tava dura que nem pedra. Olhei pro Mauricio, que tava olhando pra elas. Ele me olhou e fiz um sinal. Ele entendeu, agarrou a rola dele, que também tava dura, e começou a bater uma bem devagar. Voltamos nossos olhares pras mulheres, que continuavam dançando. Elas se acariciavam pelo corpo todo. A Andrea começou a chupar um peito da Ceci, que tava adorando, e com uma mão tocou na buceta dela.
Andrea: ai meu deus, você tá toda molhadinha, sua puta.
Ela pegou a mão da Ceci e levou Ela coloca na buceta dela.
Andrea: olha como eu tô.
As duas se tocavam e se masturbavam.
Andrea para e se afasta, olha pra gente e se aproxima de mim. Ela se agacha e deixa cair saliva no meu pau. Vai até onde o Mauri estava e faz a mesma coisa. Ceci tinha ficado parada olhando. Andrea se vira, olha pra ela e fala.
Andrea: se não vão ficar com ele seco. Dá uma ajudinha neles.
Ceci se aproximou do marido dela, passou a língua no pau dele e deixou cair saliva também. Parou e veio até mim. Com timidez, aproximou o rosto da cabeça do meu pau e passou a língua.
Eu: tá muito seco. Falei.
Ela sorriu pra mim e também deixou cair saliva.
Ela se levantou e foi até onde a Andrea estava. Ficaram de novo uma de frente pra outra. Continuavam se beijando e se acariciando. Nós, eu e o Mauri, continuávamos nos punhetando enquanto olhávamos elas.
Andrea: me dá sua mão. Ela fala.
Ceci, com total submissão, estende a mão com a palma pra cima. Minha esposa coloca a mão dela na buceta e esfrega.
Andrea: então você gosta de mijo? Eu vou te ajudar.
Ceci arregala os olhos e fica olhando pra ela.
Dava pra ver que ela tava mijando devagar na mão dela.
Ceci: você tá mijando na minha mão. Disse quase emocionada, entre risadas.
Andrea: sim, mas só um pouquinho. Brinca com o dedinho enquanto isso.
Ceci brincava com o dedo, enfiava, tirava, e Andrea de vez em quando deixava escapar um pouquinho de mijo. Dava pra ver a cara de tesão das duas. Minha esposa pega a mão dela de novo e coloca na boca dela.
Andrea: sente o gostinho. Ela fala enquanto guiava a mão dela.
Ceci, de olhos fechados, passava a língua nos dedos saboreando. Tava adorando pra caralho.
Andrea: agora é sua vez. Ela fala. Ceci não tinha aberto os olhos e continuava se mexendo enquanto Andrea tocava ela. Minha esposa faz sinal pra mim e pro Mauri irmos até onde ela tava. Nós dois levantamos e ficamos cada um de um lado. Minha esposa parou de tocar ela, pegou o Mauri e colocou ele... frente à Ceci. Peguei na pica dela e aproximei até a buceta dela, só estava quase encostada, não enfiava. Depois ela me pegou e me guiou pra trás da Ceci. Eu me ajeitei e ela colocou a pica entre a raba e a buceta. Cecilia gemia, não abria os olhos.
Andrea: agora quero que você mije em cima das duas picas que estão encostadas em você. Quero que urine todas elas. Enquanto falava isso, acariciava os peitos dela e passava a língua no pescoço. Eu comecei a sentir o calor do mijo dela. Ela se estremecia e se mexia. Adorava o que estava fazendo. Fez isso até não sobrar mais nada.
Andrea: já acabou? Perguntou.
Ceci só balançou a cabeça. Dava pra ver que ela tinha tipo uns espasmos. Era tanta excitação que ela não se aguentava.
Minha esposa pegou eu e o Mauri e nos levou até as espreguiçadeiras. Sentamos e ficamos olhando qual era o próximo passo, era óbvio que o controle tinha sido tomado pela Andrea, e ela estava arrasando. Foi buscar a Ceci, que estava a alguns passos, e trouxe ela até onde estávamos nós, que estávamos com a pica dura pra caralho.
Andrea: agora você vai limpar a pica dos dois, já que deixou elas bem sujas.
Cecilia se ajoelhou no meio de nós e, fechando os olhos, começou a chupar a pica do Mauri. Enquanto isso, Andrea foi até onde estavam as roupas que eles tinham jogado e, procurando, achou a calcinha que a Ceci estava usando, pegou e trouxe. Mauri não tinha visto o que a Andrea trouxe. Ela colocou no rosto dele, mais precisamente no nariz.
Andrea: sente o cheirinho da sua mulher quando ela fica com tesão. Disse enquanto mexia a calcinha no nariz dele. Mauri pegou e cheirava sem parar, parecia que não queria deixar nenhuma partícula escapar. Fechando os olhos, sentia o cheiro de boceta da mulher dele enquanto ela o chupava.
Andrea: deixa bem limpinha, mas não deixa ele gozar. Passa a língua nos ovos e não deixa nenhuma área sem atenção. Cecilia fazendo o que ela dizia. Eu observava a cena e curtia. Cecília olhou pra minha esposa como quem diz que tinha limpado tudo, então ela se aproximou de mim e começou a passar a língua na pontinha pra depois enfiar ela toda. Tirou a boca e passava a língua nas minhas bolas. Mauri olhava o que a esposa dele fazia enquanto segurava a calcinha no rosto. Eu sentia ela passando a língua com cuidado por todos os lados.
Andrea se aproximou da Ceci e com a mão tocou a pussy dela, enfiou um dedo e depois dois, ela gemia e apoiava o rosto no meu pau. Andrea tirou os dedos, se levantou e foi até onde o Mauri estava, enfiando os dedos na boca dele. Acho que naquele momento ele quase teve um orgasmo. Mauri passava a língua nos dedos dela e saboreava cada gota. Minha esposa, com a outra mão, pegou no pau dele, ajeitou e sentou em cima. Ceci continuava me chupando o pau de um jeito lindo, delicado, mas dava pra ver que ela tava totalmente excitada. Andrea olhou pro Maurício, que ainda tinha os dedos dela na boca, e disse:
Andrea: não quero que você goze ainda. Aguenta. Falou enquanto se movia bem devagar.
Ceci não aguentou mais, se levantou e sentou em cima de mim. Primeiro encostou meu pau na entrada da pussy dela e foi deixando entrar bem devagarinho. Me olhava e sorria. Enfiou tudo e ficou parada. Eu comecei a chupar os peitos dela enquanto ela começava a se mexer.
Mauri: não vou aguentar muito mais.
Andrea: vai, solta toda a porra que você tem. Disse enquanto se movia mais rápido.
Os gemidos do Mauri ficaram mais fortes e vimos ele ter um orgasmo violento. Ceci, enquanto se mexia, olhava atenta pra ele. Minha esposa queria tirar até a última gota. Quando finalmente terminou, ele ficou parado, exausto. Andrea se levantou e, num movimento rápido, se deitou na espreguiçadeira.
Andrea: vem. Disse pra Ceci, que obedeceu sem falar nada. Limpa minha pussy que tá cheia de porra do teu marido.
Ceci enfiou a cara na pussy dela. da minha esposa e começou a chupar ela. Eu me levantei e olhei de perto como o cum escorria pela pussy dela e a Ceci juntava com a boca, engolia e continuava chupando. Muito mais disso e minha esposa não ia aguentar, ia ter um orgasmo. Então me coloquei atrás da Ceci e, sem dizer uma palavra, enfiei o mais fundo que pude. Ela gemeu forte e se dedicou a chupar toda a pussy. Minha esposa gemia e falava um monte de putaria. Eu agarrei ela pela cintura e comecei a foder com muita força. Vi a cara da minha esposa se transformando enquanto gozava.
Andrea: limpa ela toda, vai, limpa ela toda que vou gozar na sua boca. Vai, puta, chupa o cum do seu marido, vai que eu tô gozando. Que lindo como você chupa essa pussy suja.
Ceci: eu também tô gozando. Disse entre gemidos.
Quando ouvi isso, comecei a meter bem forte, descarregando todo o meu cum dentro da pussy dela. Minha esposa pegou a cabeça dela e ficou acariciando. A Ceci estava suada e não se mexia. Eu me afastei, tirei meu cock e fui sentar. O Mauri me olhou e sorriu. As duas mulheres se olharam e também sorriram, e depois se beijaram. Ficamos em silêncio curtindo o momento.
Ceci: muito louco, muito bom, impressionante. Disse e se levantou. Alguém quer alguma coisa pra beber?
Todos concordamos e ficamos sentados. Ela foi pra dentro de casa e voltou com bebida. Foi de novo pra dentro e chamou a Andrea. Depois de um tempo, nos chamaram pra comer. Sentamos e comemos uma puta tábua de frios que elas tinham preparado.
Andrea: e aí, o que acharam? Disse pra saber a opinião de todo mundo.
Mauri: foda, amei.
Ceci: já falei, muito louco mas é bom pra caralho, não sei como explicar mas eu ainda tô excitada.
Andrea: hahahaha, a gente também. Como você se excita com essa parada de fluidos.
Ceci: siiiiiiiim, demais, já falei.
Andrea: e você, Mauri, também tem uma boa cota.
Mauri: sim também, curto os cheiros.
Andrea: mas que cheiro você Gostou?
Mauri: sei lá, tudo. O cheiro de... usa a palavra: buceta, tudo, sei lá.
Andrea: já volto. Disse Andrea e foi pro lavandero. Todos ficamos olhando pra direção onde ela tinha ido. Ela voltou com uma calcinha da Cecília.
Andrea: tirei do cesto de roupa suja. Kkkkk, mas acho que não tá suja.
Foi com a calcinha e deu pro Mauri. Ele pegou e colocou no nariz. Cheirou e ficou sorrindo pra gente.
Andrea: vem, cheira minha buceta. Falou e se acomodou na cadeira.
Mauri me olhou e eu sorri, tipo dizendo que tava de boa o que ele ia fazer. Ele levantou, se ajoelhou e enfiou o nariz na buceta da Andrea, aspirando fundo.
Andrea: e aí? Gostou?
Mauri: siiiim, como não vou gostar.
Andrea: tem cheiro de buceta, cheiro de pau, cheiro de orgasmo, tudo junto.
Mauri: bom, chega, já tô ficando duro de novo.
Todo mundo riu.
Mauri: vou no banheiro, já volto.
Ceci: vai fazer o quê?
Mauri: mijar. Ele falou enquanto sorria.
Eu: vamos lá fora que eu te acompanho, acho que alguém quer uma cota de mijo. Mauri me olhou e a gente saiu junto pro quintal. Apontando nossos paus pro mato, vimos a Ceci aparecer na nossa frente. Ela se ajoelhou e colocou a língua pra fora entre nós dois. Mauri começou a soltar o jato e eu também. Ceci colocava na boca e deixava escorrer, enquanto se masturbava com a mão. Começou a chupar o pau dos dois, e eu vi minha esposa sentada numa espreguiçadeira se tocando.
Ceci: que gostoso, podia fazer isso pra sempre que nunca cansaria. Falou e engoliu meu pau inteiro na boca.
Ela se tocava com uma mão e com a outra tocava o Mauri. Quando parou de chupar o meu pra passar pro marido dela, fui até a Andrea e coloquei perto da boca dela. Ela, de pernas abertas, continuava se punhetando enquanto me chupava. Quando eu tava quase gozando, tirei da boca dela e comecei a me masturbar com força. Rápido, os jatos de porra foram parar na cara dela, na boca e apontaram pros peitos dela. Senti que o Mauri também tava gozando, mas a Ceci não deixou ele tirar a pica da boca dela e engoliu toda a porra. As duas continuaram se tocando até gozarem também. A gente voltou pra dentro, minha esposa foi pro banheiro. Ela tava toda bagunçada. Ficamos mais um tempo e nos despedimos. Eu e a Andrea fomos pra casa e dormimos que nem bebês.
No dia seguinte, a Cecilia tinha mandado uma mensagem agradecendo pela ida e dizendo que tinha se divertido pra caralho, esperando que a gente tivesse curtido também e torcendo pra que ela estivesse em condições de entrar no grupo.
Andrea: fala, pessoal. Como vocês tão? Preciso fazer uma pergunta. Lembram da noite que a gente tava em casa e veio um casal? Então, vocês conhecem eles. Sem querer, a gente acabou deixando escapar o assunto dos nossos encontros e contamos. Eles querem entrar, pelo que parece. O que vocês acham?
Sofia: oiiiiii. Tem gente nova entrando na dança. Kkkkkk.
Guilherme: oiiiiii. Eeeeeee, sei não. Acho que a gente devia levar pra votação.
Verônica: eu não tenho problema, conheço eles. A Cecília parece ser uma mina muito gente boa.
Sofia: siiiim, o negócio é que depois não venham com uma de treze e estraguem a noite da gente.
Tomás: concordo. Acho que o que a gente formou tá bom, mas a gente precisa ver qual é a deles.
Guilherme: acho que o melhor é vocês testarem eles primeiro (se referindo a nós), depois contam como foi. Aí a gente conversa de novo.
Tomás: acho boa essa ideia. Se não tem mais nada pra falar, vou continuar com os preparativos pro glory porque tô montando uma estrutura kkkkkk.
Todo mundo concordou com um joinha. Parece que essa era a condição. A gente tinha que testar o novo casal que ia entrar. Não achei ruim. Fiquei relendo as mensagens.
Andrea: e aí, o que você acha? Ela me pergunta, me olhando.
Eu: e a gente teria que testar. O problema é que não sei o que eles vão dizer. Pergunta pra Cecília.
Andrea: beleza, já vou mandar uma mensagem pra ela.
Dito isso, ela pegou o celular e começou a escrever.
Andrea: Ceci. O que vocês tão fazendo? Acabei de falar no grupo o que a gente conversou, e todo mundo achou uma boa ideia vocês fazerem algo mais leve com a gente primeiro, e depois, vendo como vocês se sentem, a gente inclui vocês no grupo. Por Do nosso lado está tudo bem.
Cecilia não aparecia online. Mas não demorou nem dois minutos pra responder.
Cecilia: Tá falando sério?
Andrea: Mmmm sim. Já falamos na outra noite que não enrolando. Se não quiserem, tudo bem, continuamos como sempre.
Cecilia: Mas como não vamos querer. Mauri tá aqui do meu lado e nós dois tamos loucos.
Andrea: Kkkkk. Bom, melhor assim. Depois a gente vê o que faz e que dia.
Cecilia: Cê é louca? Já vem pra cá.
Eu olhei a hora, eram umas 18:00. Dei risada e olhei pra minha esposa, que ainda tava no celular, enquanto eu lia a conversa.
Andrea: Kkkkk, mas olha a hora. Temos que ver se minha mãe pode ficar com os meninos. Aguenta aí que vou perguntar.
Minha esposa perguntou pra minha sogra, que tá sempre pronta pra ficar com os netos e mimar eles até não poder mais. Enquanto esperávamos ela vir buscar, o celular da minha esposa tocou de novo.
Cecilia: E aí?
Andrea: Calmaaaaa. Agora minha mãe vem buscar os meninos e a gente vai praí.
Cecilia: Bom, preciso preparar alguma coisa?
Andrea: Kkkkk, nãooo, para de encher. Agora a gente vai e conversamos direito.
Fui tomar banho e ouvi minha sogra chegando, que levou os meninos, dando chance pra minha esposa entrar no chuveiro comigo. Nos banhamos um ao outro enquanto nos tocávamos. Eu já tava muito excitado. Tava calor e o dia meio nublado.
Chegamos na casa e o Mauri nos atendeu como sempre, com um sorriso. Entramos e fomos pra sala. A Ceci apareceu toda excitada, não conseguia segurar o sorriso. Dava pra ver que tava nervosa e não sabia o que fazer. Cumprimentamos ela com minha esposa e sentamos. Eles sentaram perto da gente.
Cecilia: Bom, e agora?
Eu: Agora a gente vai com o Mauri comprar algo pra beber. Olha o calor que tá. Impressionante. Tamo com sede, kkkkk.
Ceci: Nãooo, já comprei tudo pra beber e comer.
Andrea: Comer?
Ceci: Ué, vocês não vão ficar pra comer?
Eu e a Andrea Nos olhamos. Não tínhamos combinado nada. Enquanto íamos para a casa deles, estávamos falando de outra coisa.
Andrea: yyyyyyy.
Ceci: pra você comprei uns vinhos espumantes que sei que você gosta, pra você comprei cerveja que sei que não bebe outra coisa e pra nós vinho. Além disso, comprei uma tábua de frios super caprichada pra um batalhão.
Mauri: não sei o que vocês fizeram com ela, mas tá doida. Kkkkk. Faz um tempinho que chegou do mercado e não para.
Eu: beleza, então.
Cecília: maravilhosoooooo. Disse e foi pra cozinha.
De lá, dava pra ouvir ela abrindo garrafas e preparando as coisas. E ela gritou pra gente ir pro quintal.
O fim de tarde tava incrível, fazia calor e dava pra ficar ao ar livre.
Ceci: bom, trouxe tudo aqui pra vocês ficarem fresquinhos.
Disse e deu pra cada um a nossa bebida. Todo mundo sentado naquelas espreguiçadeiras gigantes de tomar sol. Ninguém falava nada, só bebendo. Tinha que quebrar o gelo de algum jeito.
Andrea: então, galera. Conta aí o que tão planejando.
Ceci: sei lá. Eu e o Mauri estivemos conversando, pensamos em tudo. Queremos ver o que rola.
Andrea: então, gente, a parada é muito simples. Aqui é pra realizar as vontades, botar as fantasias pra fora, tentar realizá-las. Aqui não tem sentimento envolvido nem nada estranho. Se eu fizer alguma coisa com o Mauri, você não tem que ficar com ciúme, nem se você fizer algo com meu marido.
Ela falava tudo isso com um sorrisão na boca e balançando a cabeça. O Mauri também concordava.
Ficaram em silêncio de novo, olhando pra todo lado.
Eu: vocês tão de acordo? Perguntei, e os dois responderam na hora que sim.
Olhei pra minha esposa e parecia que a gente tinha se comunicado por telepatia. Levantei e tirei a camiseta, e a Andrea me seguiu, tirando a camiseta e o sutiã, deixando as tetas lindas dela de fora. O Mauri e a Cecília olhavam pra gente com uma cara quase de espanto, então aumentei a aposta e tirei o short e a cueca, e minha esposa fez o mesmo. com a roupa dela. Deixamos ela de lado e sentamos de novo. Como se nada tivesse acontecido, pegamos nossas bebidas de novo e demos um gole.
Eu: agora sim tô me sentindo bem. Falei olhando pra frente, meio que realizado.
Olhei pra minha esposa e a gente sorriu um pro outro. Depois, nós dois olhamos pro Mauri e pra Ceci. Os dois estavam nos encarando sem dizer nada, mas entenderam que tinham que fazer alguma coisa. Eles se separaram e sorriram, devagar foram tirando a roupa. Acendi um cigarro e fiquei olhando. Os dois ficaram pelados sentados, quase se tapando com as mãos. A parada tava ficando pesada. Então a Andrea levantou, foi pra dentro de casa e colocou uma música pra dançar. Voltou pro quintal e começou a rebolar na frente dos três. Estendeu a mão pra Cecilia, que pegou, levantou e ficou parada na frente da minha esposa, que continuava dançando. A Ceci não se mexia, só olhava nos olhos dela. Minha esposa continuava com os movimentos, segurando a mão dela e com a outra foi pegar na bunda dela. Isso fez a Ceci se mexer, mas não de um jeito desconfortável, parecia que era algo que podia rolar, mas mesmo assim ela se surpreendeu. A Andrea chegou ainda mais perto dela até ficarem quase coladas. Minha esposa continuava se mexendo e o corpo dela quase esfregava no da Ceci, que tinha fechado os olhos. As bocas ficaram de frente uma pra outra e a Andrea passou a língua nos lábios dela. Cecilia abriu a boca e se entregaram num beijo super sexy. Se aproximaram ainda mais e se abraçaram enquanto continuavam se beijando. Eu agarrei minha rola e comecei a brincar com ela, que já tava dura que nem pedra. Olhei pro Mauricio, que tava olhando pra elas. Ele me olhou e fiz um sinal. Ele entendeu, agarrou a rola dele, que também tava dura, e começou a bater uma bem devagar. Voltamos nossos olhares pras mulheres, que continuavam dançando. Elas se acariciavam pelo corpo todo. A Andrea começou a chupar um peito da Ceci, que tava adorando, e com uma mão tocou na buceta dela.
Andrea: ai meu deus, você tá toda molhadinha, sua puta.
Ela pegou a mão da Ceci e levou Ela coloca na buceta dela.
Andrea: olha como eu tô.
As duas se tocavam e se masturbavam.
Andrea para e se afasta, olha pra gente e se aproxima de mim. Ela se agacha e deixa cair saliva no meu pau. Vai até onde o Mauri estava e faz a mesma coisa. Ceci tinha ficado parada olhando. Andrea se vira, olha pra ela e fala.
Andrea: se não vão ficar com ele seco. Dá uma ajudinha neles.
Ceci se aproximou do marido dela, passou a língua no pau dele e deixou cair saliva também. Parou e veio até mim. Com timidez, aproximou o rosto da cabeça do meu pau e passou a língua.
Eu: tá muito seco. Falei.
Ela sorriu pra mim e também deixou cair saliva.
Ela se levantou e foi até onde a Andrea estava. Ficaram de novo uma de frente pra outra. Continuavam se beijando e se acariciando. Nós, eu e o Mauri, continuávamos nos punhetando enquanto olhávamos elas.
Andrea: me dá sua mão. Ela fala.
Ceci, com total submissão, estende a mão com a palma pra cima. Minha esposa coloca a mão dela na buceta e esfrega.
Andrea: então você gosta de mijo? Eu vou te ajudar.
Ceci arregala os olhos e fica olhando pra ela.
Dava pra ver que ela tava mijando devagar na mão dela.
Ceci: você tá mijando na minha mão. Disse quase emocionada, entre risadas.
Andrea: sim, mas só um pouquinho. Brinca com o dedinho enquanto isso.
Ceci brincava com o dedo, enfiava, tirava, e Andrea de vez em quando deixava escapar um pouquinho de mijo. Dava pra ver a cara de tesão das duas. Minha esposa pega a mão dela de novo e coloca na boca dela.
Andrea: sente o gostinho. Ela fala enquanto guiava a mão dela.
Ceci, de olhos fechados, passava a língua nos dedos saboreando. Tava adorando pra caralho.
Andrea: agora é sua vez. Ela fala. Ceci não tinha aberto os olhos e continuava se mexendo enquanto Andrea tocava ela. Minha esposa faz sinal pra mim e pro Mauri irmos até onde ela tava. Nós dois levantamos e ficamos cada um de um lado. Minha esposa parou de tocar ela, pegou o Mauri e colocou ele... frente à Ceci. Peguei na pica dela e aproximei até a buceta dela, só estava quase encostada, não enfiava. Depois ela me pegou e me guiou pra trás da Ceci. Eu me ajeitei e ela colocou a pica entre a raba e a buceta. Cecilia gemia, não abria os olhos.
Andrea: agora quero que você mije em cima das duas picas que estão encostadas em você. Quero que urine todas elas. Enquanto falava isso, acariciava os peitos dela e passava a língua no pescoço. Eu comecei a sentir o calor do mijo dela. Ela se estremecia e se mexia. Adorava o que estava fazendo. Fez isso até não sobrar mais nada.
Andrea: já acabou? Perguntou.
Ceci só balançou a cabeça. Dava pra ver que ela tinha tipo uns espasmos. Era tanta excitação que ela não se aguentava.
Minha esposa pegou eu e o Mauri e nos levou até as espreguiçadeiras. Sentamos e ficamos olhando qual era o próximo passo, era óbvio que o controle tinha sido tomado pela Andrea, e ela estava arrasando. Foi buscar a Ceci, que estava a alguns passos, e trouxe ela até onde estávamos nós, que estávamos com a pica dura pra caralho.
Andrea: agora você vai limpar a pica dos dois, já que deixou elas bem sujas.
Cecilia se ajoelhou no meio de nós e, fechando os olhos, começou a chupar a pica do Mauri. Enquanto isso, Andrea foi até onde estavam as roupas que eles tinham jogado e, procurando, achou a calcinha que a Ceci estava usando, pegou e trouxe. Mauri não tinha visto o que a Andrea trouxe. Ela colocou no rosto dele, mais precisamente no nariz.
Andrea: sente o cheirinho da sua mulher quando ela fica com tesão. Disse enquanto mexia a calcinha no nariz dele. Mauri pegou e cheirava sem parar, parecia que não queria deixar nenhuma partícula escapar. Fechando os olhos, sentia o cheiro de boceta da mulher dele enquanto ela o chupava.
Andrea: deixa bem limpinha, mas não deixa ele gozar. Passa a língua nos ovos e não deixa nenhuma área sem atenção. Cecilia fazendo o que ela dizia. Eu observava a cena e curtia. Cecília olhou pra minha esposa como quem diz que tinha limpado tudo, então ela se aproximou de mim e começou a passar a língua na pontinha pra depois enfiar ela toda. Tirou a boca e passava a língua nas minhas bolas. Mauri olhava o que a esposa dele fazia enquanto segurava a calcinha no rosto. Eu sentia ela passando a língua com cuidado por todos os lados.
Andrea se aproximou da Ceci e com a mão tocou a pussy dela, enfiou um dedo e depois dois, ela gemia e apoiava o rosto no meu pau. Andrea tirou os dedos, se levantou e foi até onde o Mauri estava, enfiando os dedos na boca dele. Acho que naquele momento ele quase teve um orgasmo. Mauri passava a língua nos dedos dela e saboreava cada gota. Minha esposa, com a outra mão, pegou no pau dele, ajeitou e sentou em cima. Ceci continuava me chupando o pau de um jeito lindo, delicado, mas dava pra ver que ela tava totalmente excitada. Andrea olhou pro Maurício, que ainda tinha os dedos dela na boca, e disse:
Andrea: não quero que você goze ainda. Aguenta. Falou enquanto se movia bem devagar.
Ceci não aguentou mais, se levantou e sentou em cima de mim. Primeiro encostou meu pau na entrada da pussy dela e foi deixando entrar bem devagarinho. Me olhava e sorria. Enfiou tudo e ficou parada. Eu comecei a chupar os peitos dela enquanto ela começava a se mexer.
Mauri: não vou aguentar muito mais.
Andrea: vai, solta toda a porra que você tem. Disse enquanto se movia mais rápido.
Os gemidos do Mauri ficaram mais fortes e vimos ele ter um orgasmo violento. Ceci, enquanto se mexia, olhava atenta pra ele. Minha esposa queria tirar até a última gota. Quando finalmente terminou, ele ficou parado, exausto. Andrea se levantou e, num movimento rápido, se deitou na espreguiçadeira.
Andrea: vem. Disse pra Ceci, que obedeceu sem falar nada. Limpa minha pussy que tá cheia de porra do teu marido.
Ceci enfiou a cara na pussy dela. da minha esposa e começou a chupar ela. Eu me levantei e olhei de perto como o cum escorria pela pussy dela e a Ceci juntava com a boca, engolia e continuava chupando. Muito mais disso e minha esposa não ia aguentar, ia ter um orgasmo. Então me coloquei atrás da Ceci e, sem dizer uma palavra, enfiei o mais fundo que pude. Ela gemeu forte e se dedicou a chupar toda a pussy. Minha esposa gemia e falava um monte de putaria. Eu agarrei ela pela cintura e comecei a foder com muita força. Vi a cara da minha esposa se transformando enquanto gozava.
Andrea: limpa ela toda, vai, limpa ela toda que vou gozar na sua boca. Vai, puta, chupa o cum do seu marido, vai que eu tô gozando. Que lindo como você chupa essa pussy suja.
Ceci: eu também tô gozando. Disse entre gemidos.
Quando ouvi isso, comecei a meter bem forte, descarregando todo o meu cum dentro da pussy dela. Minha esposa pegou a cabeça dela e ficou acariciando. A Ceci estava suada e não se mexia. Eu me afastei, tirei meu cock e fui sentar. O Mauri me olhou e sorriu. As duas mulheres se olharam e também sorriram, e depois se beijaram. Ficamos em silêncio curtindo o momento.
Ceci: muito louco, muito bom, impressionante. Disse e se levantou. Alguém quer alguma coisa pra beber?
Todos concordamos e ficamos sentados. Ela foi pra dentro de casa e voltou com bebida. Foi de novo pra dentro e chamou a Andrea. Depois de um tempo, nos chamaram pra comer. Sentamos e comemos uma puta tábua de frios que elas tinham preparado.
Andrea: e aí, o que acharam? Disse pra saber a opinião de todo mundo.
Mauri: foda, amei.
Ceci: já falei, muito louco mas é bom pra caralho, não sei como explicar mas eu ainda tô excitada.
Andrea: hahahaha, a gente também. Como você se excita com essa parada de fluidos.
Ceci: siiiiiiiim, demais, já falei.
Andrea: e você, Mauri, também tem uma boa cota.
Mauri: sim também, curto os cheiros.
Andrea: mas que cheiro você Gostou?
Mauri: sei lá, tudo. O cheiro de... usa a palavra: buceta, tudo, sei lá.
Andrea: já volto. Disse Andrea e foi pro lavandero. Todos ficamos olhando pra direção onde ela tinha ido. Ela voltou com uma calcinha da Cecília.
Andrea: tirei do cesto de roupa suja. Kkkkk, mas acho que não tá suja.
Foi com a calcinha e deu pro Mauri. Ele pegou e colocou no nariz. Cheirou e ficou sorrindo pra gente.
Andrea: vem, cheira minha buceta. Falou e se acomodou na cadeira.
Mauri me olhou e eu sorri, tipo dizendo que tava de boa o que ele ia fazer. Ele levantou, se ajoelhou e enfiou o nariz na buceta da Andrea, aspirando fundo.
Andrea: e aí? Gostou?
Mauri: siiiim, como não vou gostar.
Andrea: tem cheiro de buceta, cheiro de pau, cheiro de orgasmo, tudo junto.
Mauri: bom, chega, já tô ficando duro de novo.
Todo mundo riu.
Mauri: vou no banheiro, já volto.
Ceci: vai fazer o quê?
Mauri: mijar. Ele falou enquanto sorria.
Eu: vamos lá fora que eu te acompanho, acho que alguém quer uma cota de mijo. Mauri me olhou e a gente saiu junto pro quintal. Apontando nossos paus pro mato, vimos a Ceci aparecer na nossa frente. Ela se ajoelhou e colocou a língua pra fora entre nós dois. Mauri começou a soltar o jato e eu também. Ceci colocava na boca e deixava escorrer, enquanto se masturbava com a mão. Começou a chupar o pau dos dois, e eu vi minha esposa sentada numa espreguiçadeira se tocando.
Ceci: que gostoso, podia fazer isso pra sempre que nunca cansaria. Falou e engoliu meu pau inteiro na boca.
Ela se tocava com uma mão e com a outra tocava o Mauri. Quando parou de chupar o meu pra passar pro marido dela, fui até a Andrea e coloquei perto da boca dela. Ela, de pernas abertas, continuava se punhetando enquanto me chupava. Quando eu tava quase gozando, tirei da boca dela e comecei a me masturbar com força. Rápido, os jatos de porra foram parar na cara dela, na boca e apontaram pros peitos dela. Senti que o Mauri também tava gozando, mas a Ceci não deixou ele tirar a pica da boca dela e engoliu toda a porra. As duas continuaram se tocando até gozarem também. A gente voltou pra dentro, minha esposa foi pro banheiro. Ela tava toda bagunçada. Ficamos mais um tempo e nos despedimos. Eu e a Andrea fomos pra casa e dormimos que nem bebês.
No dia seguinte, a Cecilia tinha mandado uma mensagem agradecendo pela ida e dizendo que tinha se divertido pra caralho, esperando que a gente tivesse curtido também e torcendo pra que ela estivesse em condições de entrar no grupo.
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