Minhas primas gostosas N°5

Meus primeiros dias de aula foram meio traumáticos, claro que minha carreira anterior não tinha nada a ver com todo o programa que eu tinha me proposto, mas é claro que eu continuaria com ela até terminar.
Por ser o novato, meus novos colegas tiveram reações diferentes em relação a mim, desde curiosidade até indiferença ou desconfiança. Entendi que um cara que quer estudar com interesse é um pouco diferente, mas aos poucos fui conquistando a confiança deles. Claro que tinha de todo tipo, desde os mais fechados até os melosos, engraçados ou líderes convictos, e minas desde as tímidas até umas leoas exuberantes.
Quando eu voltava pra casa, me trancava no meu quarto e me dedicava a me organizar. Sempre tive facilidade pra estudar de um jeito planejado, então com menos esforço tirava notas melhores. Minhas primas me visitavam de vez em quando, também tinham curiosidade de como eu lidava com a nova situação. Claro que sabiam das intenções dos pais delas sobre o futuro dos negócios. Elas estavam melhor vivendo à margem de tudo, mas sem problemas financeiros.
Quando a rotina voltou à minha vida, lembrei de muitas coisas esquecidas pela excitação. Me surpreendi por não ter pensado nesses dias todos nas minhas primas ou na minha vizinha Emi. De repente, tudo voltou à minha cabeça, senti curiosidade ou talvez remorso por isso.
Minhas primas continuavam com suas vidas, tinham seus amigos, suas aulas, etc. Eu também tava na vida delas, mas de outro jeito.
Sobre a Emi, eu não conseguia esquecer o dia em que comecei a resolver as coisas na universidade. A gente tinha transado de um jeito selvagem, eu diria, uma mulher maravilhosa e desesperada pra ser amada. Eu me interessava pela vida dela, tava convencido de que ela merecia o melhor.
Quando tive uma tarde livre, passei numa loja de eletrônicos. Já tinha pesquisado na internet como instalar uma câmera pra gravar por um tempão.
Com um certo remorso, instalei a câmera apontando pra casa da minha vizinha Emi, em parte pra poder ajudá-la no futuro com o marido dela, mas também sentia uma puta vontade de vê-la quando ela saía pra tomar sol na varanda.
Da minha janela dava pra ver ela bem gostosa, e eu ficava gravando tudo. Muitos dias eu passava me gravando num arquivo no meu computador, filmando a minha vizinha. Ela saía pra pegar sol direto, se o tempo permitisse. O corpo dela me excitava pra caralho, mas mais ainda era o jeito que ela mexia. Percebi que tava me afetando mais do que devia, então comecei a deletar os arquivos.
Numa das vezes que eu ia apagar o que a câmera tinha gravado, parei num momento que me deixou muito intrigado. Minha vizinha estava, como sempre, tomando sol, pelada e deitada na espreguiçadeira que eu já conhecia. Era um domingo. Relaxei e me preparei pra ver tudo. Depois de um tempo no sol, bateram na porta. Ela levantou e voltou acompanhada pela minha tia. Pulei na cadeira. Minha tia lá, toda à vontade…
A Emi tinha se coberto com um roupão pra sair pra abrir a porta, mas assim que chegou na varanda, tirou a roupa e ficou pelada de novo. Minha tia, sem se abalar, levantou a blusa, soltou a saia e ficou só de lingerie. Claro que não podia ser diferente: ela usava um conjunto lindo. Os peitos dela estavam presos num sutiã preto, mínino, de renda, com os bicos marcando bem clarinho. A calcinha era do tipo biquíni, alta na cintura, com um recorte que fazia as pernas dela parecerem enormes. Tive que admitir que não esperava que minha tia tivesse esse corpaço, mas quando ela tirou as duas peças e deixou numa cadeira, fiquei pasmo. Ela tinha uns peitos de matar, altos, redondos, durinhos, com um bico que quase cobria metade da teta. O quadril largo nascia de uma cintura fina pra idade dela, ainda mais depois de ter parido duas meninas. E ela se cuidava pra caralho: tinha a ppk toda depilada, formando um triângulo de pelo curtinho, pequeno o bastante pra mostrar que só alguns centímetros abaixo tinha uma buceta espetacular.
Ela se deitou numa rede que a Emi trouxe pra ela, colocou ela do lado, a pele dela também era morena, sem marcas de roupa, quando o sol fez ela suar e a pele dela brilhou, minha pica tava tão dura que tive que bater uma punheta, na maior tranquilidade, à saúde desses dois monumentos, estavam na minha vista completamente peladas, mal falavam, a Emi eu via inteira, menos os pés, ela tava com as pernas meio abertas e os lábios da buceta brilhando, minha tia tava numa posição que eu só via até a cintura mas imaginava o resto.
Quando subi pro meu quarto depois do jantar, tava um calorão, minha tia fazia a rotina de sempre, eu reparei e nem dava pra adivinhar o corpo que ela tinha, não queria pensar nisso, mas teria comido ela ali mesmo, só que o respeito por ela e, principalmente, pelo meu tio, fez eu esquecer qualquer tentação.
Quando já estava deitado há um tempinho, me levantei, não aguentava mais, desci até o quarto da Maria. Antes de bater, escutei na porta dela, dava pra ouvir a respiração tranquila da minha prima. Entrei sem fazer barulho, com a luz fraca que entrava pela janela, me enfiei debaixo dos lençóis depois de tirar a cueca. Era uma sensação que eu não sentia há muito tempo: o corpo da minha prima, macio, jovem, quentinho e pelado, estava do meu lado, de bruços. Adorei passar a mão da nuca até a cintura dela, só senti um leve tremor quando passei pelas costas. Depois, deslizei a mão sobre as nádegas, redondas, aveludadas, a redondeza se perdia entre as coxas dela. Embora quase não houvesse espaço entre elas, não se fechavam completamente, tinham uma abertura suficiente pra meus dedos continuarem até sentir o fim dos lábios fechados dela. Foi um alívio pra mim, a maciez me lembrou um lugar aconchegante. Peguei as pernas dela pelos joelhos, abri com muito cuidado, não queria acordá-la, só aproveitar o calorzinho dela. Quando as pernas dela estavam abertas o bastante pra ver os lábios fechados no fim das coxas, entre as nádegas, olhei além depois da bunda dela, a cintura, as costas e a nuca. Aquela nuca tão sensível que só de roçar nela, os cabelos dela se arrepiavam e até os mamilos. Minha boca foi beijando desde a dobra dos joelhos dela, pelas coxas, subindo devagar, com uma infinidade de beijos suaves, sem intenção de acordá-la. Quando meus lábios beijaram as duas nádegas ao mesmo tempo, o cheiro de sexo que vinha da buceta dela quase me fez perder a cabeça, mas continuei beijando o quadril dela, as costas pela curva da coluna até chegar no pescoço. Ali foi minha perdição: vários fatores se juntaram. O menos esperado foi o cheiro do perfume que sempre acompanhava a Maria, o outro foi que, desde que minha boca ia subindo pelas costas, meu pau passeava entre as coxas dela, e o último foi que, quando os dois se encontraram, eu tinha a cabecinha entre os lábios da buceta dela. A buceta da minha prima e, ao deixar cair o calor do corpo dela sobre mim, fez com que, só de pressionar um pouco, minha glande separasse os lábios e entrasse vários centímetros para dentro.
María, ainda meio sonolenta, abriu um pouco as pernas. A buceta dela ainda estava meio seca, então ela se encolheu quando sentiu a ponta quente da minha pica. Cuspi na mão e passei no pau pra lubrificar. Só precisei de uma pressão leve pra cabeça sumir dentro da vagina dela. Um suspiro me disse que, se ela não tinha acordado, pelo menos não tava achando ruim o calor dentro do corpo dela. Isso me deu coragem pra continuar enfiando carne. Beijei a nuca dela, e ela virou a cabeça de lado. Só sussurrei no ouvido dela...
--- Maria, quero te foder.
As pernas dela se abriram feito uma tesoura, a bunda dela deu espaço pra minha pica com minhas bolas atrás, minhas mãos passaram por baixo do peito dela puxando os peitos pra fora pelos lados, os bicos mesmo forçados apareciam o suficiente pra eu beliscar de leve, ela levantou a bunda pra receber mais fundo minha pica dura como um guarda-chuva, quando eu começava a acelerar as metidas e ela suspirava sem parar, ouvimos uns barulhos do lado de fora do quarto.
Fiquei gelado, a última coisa que queria era que meus tios me pegassem comendo a filha deles, mesmo que minha tia “soubesse”, mas isso já era outra história.
A María ficou plantada nos lençóis, nenhum dos dois respirava. Escutamos e parecia que os barulhos vinham do corredor. Levantamos na surdina, meu pau murchou que nem balão vazio. María se grudou atrás de mim. Abri a porta de leve. O barulho era na verdade um murmúrio, mas vinha do quarto dos pais dela. Por baixo da porta dava pra ver uma luz fraca.
Como se ouvia um murmúrio constante, encostamos o ouvido na madeira da porta. Ficamos tranquilos ao perceber que os pais dela também estavam transando. Já estávamos voltando pra cama quando ouvimos minha tia gritar quase…
--- Mete tudo, seu filho da puta, quero vocês nos dois buracos ao mesmo tempo.
Nos olhamos com os olhos arregalados, não esperávamos nem o grito, nem a expressão meio vulgar pra minha tia, nem a opção de "os dois ao mesmo tempo".
Ficamos na dúvida entre ir pra cama ou dar uma espiada pra ver o que tava rolando, ao mesmo tempo voltamos no caminho e nos encostamos na porta na hora que minha tia gritou de novo…
--- Enfia o teu no cu e o Carlitos na buceta, vamos.
Foi uma sorte ela ter gritado, porque a porta cedeu o suficiente pra eu espiar pela abertura. Eu fiquei de pé e Maria agachada entre minhas pernas.
A visão que se apresentou pra gente chocou nós dois.
Meu tio estava deitado na cama, minha tia sentada de costas pra ele, com o pau dele enfiado no cu dela, só dava pra ver os ovos dele. Com uma mão, meu tio enfiava um consolador enorme na buceta dela, o brinquedo a pilha girava e vibrava ao mesmo tempo, atacando o clitóris e a xota de uma vez.
Minha tia não parava de se mexer, gozando com as penetrações que estava levando. Os peitos que eu já tinha admirado eram amassados pela outra mão do meu tio. De frente pra gente e bem iluminados, a cena era perfeita. Acho que foi pelo tesão da situação que meu pau começou a crescer. No começo, encostava nas costas da Maria, ela nem percebia de tão excitada que estava. Mas quando encostou no ombro dela, duro igual a um cacete, ela virou o suficiente pra enfiar na boca dela. Quase caí na porta, mas minha tia me deixava hipnotizado. Ela se mexia loucamente em cima das duas rolas enfiadas, falava um monte de putaria pro meu tio, que aguentava firme, e cada vez pedia mais. Imaginei, lembrando da tarde com a Emi, que eles deviam ter ficado falando de foder e ela tinha ficado tão excitada que agora estava se aliviando. Quando meu tio anunciou que ia gozar, minha tia levantou e ficou debaixo dele, só mandou imperiosamente...
--- Não goza dentro, quero na cara.
Pegou nos ovos dele e puxou ele pra cima do rosto dela, meu tio ficava mexendo a pica, uma pica de um tamanho enorme, tão grossa quanto a minha mas mais comprida, parecia que nunca ia terminar de tirar ela do cu, quando com dois movimentos rápidos, soltou vários jatos de porra, os primeiros no rosto da minha tia, atravessaram as bochechas dela até o olho, os seguintes foram parar nos peitos dela, várias rajadas encheram os mamilos e o meio dos peitos, naquele momento minha tia pegou o vibrador e enfiou ele até o fundo do cu dela, mal dava pra ver o controle das pilhas quando ela colocou na velocidade máxima, o efeito foi fulminante, um orgasmo inundou o corpo dela dando uns espasmos que derrubaram meu tio que ainda estava escorrendo a pica dela.
Os gritos dela ecoavam no silêncio da noite, mas calaram meus gemidos quando minha prima me fez gozar de joelhos na porta do quarto dos pais dela enquanto a gente via eles fudendo como uns loucos.
Ela teve que engolir toda a porra que eu depositei na boca dela pra evitar qualquer mancha no chão.
Quando eu lambi a pica dela toda, ela me disse…
--- Bom, acho que já deu por hoje, vamos dormir.
E foi isso que a gente fez, cada um no seu quarto.
Entrei sem fazer barulho e me enfiei na cama. Quando me cobri, percebi que os lençóis estavam quentinhos. Estendi a mão e senti a pele macia de uma mulher. Não perguntei nada e, assim que me cobri, só precisei levar a mão até onde imaginei que estavam os peitos pra confirmar que era minha prima Maite a dona daquele par de bicos duros.
Minha prima caiu na risada assim que notou minha mão apertando os bicos dela, já tava me esperando fazia não sei quanto tempo. Sem pensar duas vezes, pegou na minha pica, claro que não tava nem dura nem grossa, tinha acabado de ser chupada pela irmã dela e meus ovos vazios. Ela se encostou no meu corpo, passando a perna dela por cima das minhas, mas sem soltar a pica. Perguntei…
--- Maite, o que cê tá fazendo aqui a essa hora?
--- Tava te esperando, queria que me contasse em primeira mão o que você e minha irmã estavam fazendo espiando meus pais, vi vocês.
— Bom… acontece que a gente ouviu um barulho estranho saindo do quarto e sem querer viu o que tava rolando pela porta entreaberta.
--- Ah! E o que vocês viram? Me conta…
--- Pois os barulhos não eram nada alarmantes, só que teu pai e tua mãe estavam fodendo como loucos, só isso.
--- Já! E vocês aí de espectadores frios, só isso, né? Então por que minha irmã tava te chupando a pica até você gozar na boca dela? Também vi isso, hahaha.
--- Essa foi a consequência do espetáculo, e cadê você?
--- Também acordei com os barulhos, saí no corredor e ouvi de onde vinham e já imaginei, também vi vocês dois olhando com atenção e como a Maria acalmava essa parada que tenho na mão e que tá tão cansada.
Dito isso, apertou minha pica com uma mão e com a outra as bolas.
--- E aí, o que achou do que viu? Meu pai tem uma piroca grande, hein?
--- Pois é, sim, a verdade é que ele tem uma pica enorme, nunca imaginaria isso nele, mas… e você, como sabe disso?
--- Eu já vi a dela muitas vezes e desde pequena, nunca se esconderam de nós, sempre vimos a nudez como algo natural, embora a primeira vez que vi ele de pau duro me chocou muito. Entrei sem bater no quarto dele, meu pai estava de costas pra mim, minha mãe de joelhos na frente dele. Não dei importância até reparar no espelho de corpo inteiro que tinha do lado. Vi os dois de perfil, era de manhã e tinha muita luz. Pelo espelho, vi que minha mãe tinha quase toda a rola dentro da boca, tinha puxado a pele pra trás e os lábios dela chegavam até a metade do tronco. Com uma mão segurava as bolas dele e com a outra batia uma punheta até ele gozar dentro da boca dela, mas só saiu um jato, o resto foi na cara, cobrindo os olhos e o cabelo dela de porra. Quando acabou de sair a gozada, minha mãe se afastou dele e lambeu o pau até deixar limpinho. Foi aí que vi ele inteiro. Você tem uma rola muito boa, grossa e dura, mas a do meu pai é maior.
--- Sim, é verdade, não sei como sua mãe consegue enfiar todo esse pedaço de carne na buceta dela.
--- Pois é, parece que sim, e pelo cu também, já vi eles outras vezes.
— Vale, vejo que você tá ligada, mas já é tarde, amanhã a gente tem aula, bora dormir.
--- Vou embora quando você chupar minha buceta um pouco, só pra eu me enfiar na minha cama molhada.
A verdade é que não foi nenhum sacrifício fazer aquilo, ainda mais quando ela já tinha montado em cima de mim de frente, de pernas abertas, e colocado os lábios dela na minha boca. Ela se comportou bem: quando a buceta dela estava toda molhada com os próprios fluidos e minha saliva, ela desceu e saiu do meu quarto.
De manhã fui pra universidade como sempre, já nem lembrava da visão de domingo, fiquei tentando conhecer meus colegas, principalmente as meninas. Tinha uma guria que era uma verdadeira modelo, alta, magra, lindíssima e com uma elegância especial, o ruim é que ela tava sempre cercada por um enxame de caras babando atrás dela.
Já no polo oposto estava a Asun, era uma mina super normal, magrinha, nem bonita nem feia, cabelo castanho liso e um corpo sem curvas definidas. Usava óculos de armação grossa e vivia carregada de livros e anotações, quase sempre vestida igual: calça e camiseta estampada com uma jaquetinha jeans.
Na aula, ela sempre sentava na primeira fileira e, pouco depois de reparar nela, percebi que era a melhor aluna da turma. Prometi a mim mesmo que ia me aproximar dela.
Quando voltei pra casa, vi a porta do chalé da Emi aberta. Fiquei de olho pra ver se ela tinha chegado, mas só vi o jardineiro saindo com um saco enorme cheio de grama cortada. Quando ele ia fechar a porta atrás de si, vi minha vizinha agachada na frente de um canteiro cheio de plantas floridas. Ela se virou e, ao me ver, veio até o portão da rua. Tava com as mãos enfiadas nuns luvões grossos, vestindo um shortinho e uma camisa amarrada na cintura. No cabelo, um lenço segurava os fios que escapavam.
--- Oi Juan, quanto tempo sem te ver, mas já sei que você tá muito ocupado ultimamente. Quer um café?
--- Oi Emi, que bom te ver, tô meio estressado com a faculdade, e sim, tô afim de um café.
Eu segui ela pra dentro de casa, por baixo da calça, a bunda dela se mexia alternadamente, marcando um ritmo perfeito. Ela me mandou sentar enquanto trocava de roupa. Enquanto ela voltava, fiquei fuçando a sala, que era decorada com bom gosto, mas sem ostentação. Quando ela voltou pra perto de mim, tava usando uma calça fina, longa e boca de sino, com umas sapatilhas sem salto e uma camiseta de lycra. Sentou do meu lado, trazendo uma bandeja com duas xícaras e uma cafeteira cheia de café. Serviu o dela sem açúcar, o meu com dois cubinhos. Quando demos o primeiro gole, a Emi sentou do meu lado, colocou a mão na minha coxa e disse…
--- E aí, já pode me contar como vão seus progressos, um passarinho me contou que você tá mandando ver.
--- Parece que as notícias voam, porque as boas notícias são que fui aceita num curso de administração, e ainda por cima especializado no tipo de conhecimento que me interessa. Tô me dedicando de corpo e alma pra conseguir isso o mais rápido possível.
--- Sim, já sei, sua tia me contou, parece que ela está muito empolgada com você, bom, seu tio também, embora eu diria que de um jeito diferente.
Ela me disse com um olhar meio safado, eu fingi que não percebi e continuei contando umas coisas sem importância das aulas.
--- Me dá a impressão que minha tia e você são muito amigas…
--- Não me diga que você ainda não tinha percebido, somos grandes amigas, não temos segredos entre a gente, gostamos das mesmas coisas e somos muito unidas.
--- Puxa, isso eu não teria adivinhado, falei deixando o olhar cair…
--- Não acredito em você, ainda mais quando nos viu da sua janela tomando sol juntas, peladas e batendo um papo amigável.
--- Que golpe, como você me viu? Só tava espiando pela janela…
--- Kkkk, instinto feminino, e sua tia também te viu, e no dia que a gente transou ela também nos viu pela sua janela, parece que é um bom observatório.
--- Caralho, que mancada enorme, quem sabe o que o sobrinho dela deve ter pensado.
--- Relaxa, não esquenta com nada, sua tia gosta pra caralho de você e sabe o quanto você vale, o único problema que eu vejo é que ela é louca por pica e, principalmente, pela sua. Assim que soube que você estava olhando ela, ficou toda excitada e quis te excitar também. Começou fazendo você vê-la nua, se exibiu na sua frente com toda a sensualidade que tinha e se preparou pra te deixar de pau duro na primeira oportunidade. Ela me disse que naquela noite faria de tudo pra você vê-la dando, ia dar pro seu tio, mas era dedicado a você. Acho que seu tio também sacou a parada e vocês dois fizeram um puta espetáculo, né? Pelo menos foi o que ela me contou. No começo, era com o irmão gêmeo do seu tio, o Carlos. Seu tio comia ela enquanto o Carlos deixava a pica preparada, e quando sua tia gozava, o Carlos substituía o seu tio e enfiava até gozar dentro dela, na intenção de engravidar. Depois, pra aumentar as chances, e porque o Carlos tinha uma pica ainda maior que a do marido, a Ana passou a dar só pro Carlos, enquanto seu tio viajava.
--- Então, Cartitos?...
--- Ah! Kkkkk, cê viu o Carlitos? Fico feliz, esse vibrador foi eu que dei pra ele, encomendei do Japão com uma aeromoça amiga minha, falei pra ela pegar o melhor, e olha, é isso mesmo, eu mesma ensinei ele a usar, e quando mostrei pro marido dele e eles testaram, combinaram de batizar com o nome do irmão dele.
Eu fiquei pasmo, completamente dominado pela história que a Emi me contava, nunca imaginei que meus tios fossem tão envolvidos assim, e pra falar a verdade, eu gostei, e prova disso é que precisei esticar minha perna pra dar espaço pro meu pau, que descia por ela assim que saiu da cueca, e encontrou a mão que a Emi tinha na minha coxa. Ela só levantou os dedos pra envolver ele e apertar.
Achei que pra ela também não foi indiferente a conversa, porque por baixo da camiseta de lycra apareceram dois bicos inchados, que se adiantavam pras tetas mal contidas por um sutiã minúsculo. Meus olhos cravaram neles e meu pau ficou ainda mais grosso.
Emi se levantou e, na minha frente, foi puxando a camiseta pra cima. Quando os braços dela estavam por cima da cabeça, por baixo do sutiã que mal aparecia, escapavam uns pedaços de peito moreno. Minhas mãos pousaram neles e, enfiando os dedos por baixo do sutiã, levantei ele, deixando cair nas minhas palmas os dois balões inchados com os bicos endurecidos. Quando a camiseta caiu no sofá, ela desabotoou o sutiã que apertava os peitos e eles se libertaram por completo, cobrindo toda a frente dela.
Minhas mãos soltaram o cordão que amarrava a cintura da calça, fui descendo devagar, mesmo sabendo o que ia encontrar, queria saborear o momento. Ao chegar no púbis dela, um ralinho de pelo anunciava o começo da separação dos lábios dela, uma linha perfeita, só interrompida por uma leve aspereza que ainda não tinha atingido o grau de excitação que fazia parecer uma avelã descascada. Quando minhas mãos pousaram na bunda dela e a puxei pra mim, esses lábios até então fechados foram se abrindo até me oferecerem o caroço rugoso que meus lábios agarraram e minha língua rodeou até fazer ele crescer várias vezes de tamanho. Emi apertava minha cabeça contra a buceta dela, ao mesmo tempo que subia uma perna no sofá e me deixava alcançar toda a extensão dos lábios dela. Um cheiro forte de mulher quente me guiou até a entrada da vagina dela, que escorria um suco delicioso. Quando me deitei no sofá, as pernas dela rodearam meu rosto, ela se encaixou o suficiente pra me deixar respirar o mínimo enquanto eu lambia a boceta dela. Os suspiros dela enchiam a sala, só os tremores da boceta dela deixaram a garota exausta. Quando pararam de sacudir ela, ficou largada em cima de mim. Terminei de tirar a calça dela pelos pés, ela tava nua no sofá, o peito dela pulsava ofegante. Quando tirei minha roupa e me deitei sobre ela, esperei ela se recuperar pra pressionar com meu pau a entrada da vagina dela. Emi só entreabriu os olhos quando separou as pernas e levantou o quadril pra eu meter o mais fundo que pudesse. Meus cotovelos fincados no assento do sofá me deixavam pegar os peitos dela ao mesmo tempo. Conforme eu sentia mais e mais prazer, Emi segurou as próprias pernas por debaixo dos joelhos e levantou elas sobre o peito. Na minha vista ficaram a bunda redonda, perfeita, que delimitava uns lábios abertos e molhados já pelos fluidos dela. Meu pau enterrou até o fundo, preenchia o corpo dela por completo, mas mesmo assim caberia um tamanho maior. carne, quando eu começava a sentir minha gozada chegando, a Emi levantou ainda mais a bunda, me deu um sorriso doce e abriu com as mãos aquelas massas carnudas. Um filete de fluido escorria da buceta dela até o cuzinho rosado, foi o suficiente pra lubrificar minha glande, que na menor empurrada sumiu dentro do intestino dela, seguido pelo tronco inteiro que foi engolido sem parar. Quando eu tava na metade do caminho, uma série de espasmos me avisou que outro orgasmo tava levando ela pro céu. Meu pau não aguentou essas contrações e eu reguei ela com vários jatos de porra em várias estocadas até lá dentro.
Ela deixou cair as pernas ao meu lado e fiquei por cima dela, enquanto recuperava as batidas normais do coração, fiquei pensando até onde essa relação poderia me levar e a trama que minha tia estava armando, ou melhor, seria meus tios?

Continua.

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