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Andrea tinha 19 anos quando Stella e eu fomos morar juntos numa casa de condomínio fechado nos arredores de Buenos Aires. Ela pensava em estudar medicina, igual a mim. Stella não é médica, mas trabalha como recepcionista numa clínica. Foi lá que nos conhecemos há dez anos, e há seis que vivemos juntos.
Andrea agora tem 22 anos e falta um ano para se formar e começar a residência. Fez uma carreira exemplar, com uma média de 9 e uma dedicação invejável. Nem eu, que era bem estudioso, tinha dedicado tanto tempo aos livros. Ela era muito mais alta que Stella, media 1,75, tinha pernas longas e umas coxas torneadas perfeitas, tipo de revista de moda. Tinha as maçãs do rosto salientes e uma boca carnuda que, quando pintava os lábios, virava uma fruta proibida.
Andrea era magra, mas tinha uma costa e uns ombros esbeltos que terminavam num pescoço fino. Desde pequena gostava de usar cabelo curto, se vestia com jeans e regatinhas curtas, e o umbigo dela era só um pontinho numa barriga lisa. Tinha uns peitos pequenos, mas que caíam com graça porque quase nunca usava sutiã. Eu tava quase convencido de que ela gostava de mulheres e não de homens, porque nunca vi ela sair com nenhum nos quase seis anos que nos conhecíamos.
Nesse tempo todo, tirando algum comentário sobre algum filme que víamos em família, com Andrea quase nunca tivemos muito papo. Foi ficando mais frequente quando chegou a hora da especialização e dos conselhos pras residências.
"É verdade que os plantões são uma bagunça, que o pessoal fica transando entre si?", ela me perguntou uma vez na lata depois de tomar umas cervejas com um biquíni infernal. Ela tinha uma bunda durinha, bem empinada, que instantaneamente fez meu pau endurecer. Fiquei meio sem graça, mas nunca jamais falei nada fora do tom. "O que rola no plantão, fica no plantão", respondi com um sorriso cúmplice. que foi correspondida por ela. Desde aquele dia, o nível de putaria de alguns comentários da Andrea começou a me excitar e na minha cabeça se instalou a ideia de comer ela, mesmo sendo filha da minha mulher. A ideia virou quase uma obsessão na noite que cheguei de uma emergência às três da manhã e ouvi os gemidos da Andrea do corredor, porque ela tinha a porta aberta e a luz do banheiro acesa. O espelho me dava um espetáculo magnífico. A Andrea estava de quatro, com a bunda empinada e a cara enfiada nos lençóis. Com uma mão, ela enfiava e tirava um brinquedo de bom tamanho na buceta e, com a outra, esfregava o cu e enfiava um ou dois dedos. Pelo espelho, pude ver como ela mordia o travesseiro quando gozou. Era uma puta gostosa. Ficou exausta e demorou uns segundos pra se recuperar. Eu fui embora em silêncio e tive que bater uma. Tava com vontade de morder os peitos dela, passar a língua no cuzinho até ela me implorar pra meter. Fazia tempo que não curtia tanto uma punheta e tudo graças à Andrea, meu novo alvo pra cama. Desde aquela noite, comecei a ver a Andrea com outros olhos e a tentar evitar situações embaraçosas, como ficar sozinhos na piscina ou ver filmes da Netflix no mesmo sofá como a gente tinha feito um monte de vezes, com ela e a mãe. Aos domingos, comecei a tomar café um pouco mais cedo porque ela costumava descer de sutiã e calcinha pra pegar um café e voltar pra cama. Mas o que eu achava que dava pra evitar se tornou inevitável. Naquele sábado, a Andrea tava feliz porque tinha passado em Pediatria, que parecia que ia ser a especialidade dela, com nota 10 e tudo de honra. "A gente pode ver um filme hoje à noite, faz um tempão que não assistimos nada", ela disse enquanto a gente jantava. Eu ia dar uma desculpa, mas a Stella se adiantou: "vejam vocês se tão a fim, eu vou dormir porque tô destruída". Enquanto a gente jantava, também notei que ela tinha tomado um daqueles remédios pra dormir que a Passavam a roupa e ela não acordava com nada até o dia seguinte. "Vai, não seja ruim, vamos ver um filme pra comemorar a matéria", me implorou com voz de bebê e as mãos juntas, igual quando a gente pede alguma coisa. Concordei com a cabeça e fui servir um uísque. Andrea subiu até o quarto dela e desceu com um pijama daqueles que vêm com calça e blusa. Me pareceu que ela não estava de sutiã e a calcinha fio-dental era um triângulo com uma tira minúscula que deixava a bunda dela muito mais empinada. O pau endureceu na hora. Tive que cruzar as pernas pra não aparecer e dei mais um gole no uísque pra relaxar.
Andrea sentou do meu lado com as pernas cruzadas na posição de ioga. A rachinha da buceta dela marcava na calça de algodão do pijama e na calcinha fio-dental minúscula. Por causa das pernas compridas dela, as coxas dela encostavam nas minhas. Senti um calor intenso no lugar onde as pernas dela se cruzavam com as minhas. Essa menina tava pegando fogo.
"Me dá um pouco de uísque, nunca tomei e queria experimentar." Ela disse, encostando os peitinhos dela nas minhas costas. Os bicos dos peitos dela estavam duros, eu sentia através da minha camiseta. Servi um copo com uma boa dose de um dos escoceses mais tops que eu tinha. Coloquei dois cubos de gelo e falei pra ela tentar saborear. "Que sua mãe não fique sabendo", falei brincando. E ela respondeu: "o que acontece no uísque fica no uísque", disse piscando um olho.
Com o passar dos copos, Andrea foi se soltando. Me contou que tinha estreado na viagem de formatura e que tinha tido várias experiências não tão boas com os homens. "Sou muito feia, pai", me perguntou fazendo bico de beijo e eu tive que me segurar pra não devorar aquela boca carnuda.
Falei pra ela não ser boba, que ela sabia que era uma mulher gostosa e que já ia encontrar o cara certo. Enquanto isso, ia servindo uns goles de uísque pra ela e eu bebia junto. Me deitei no sofá e ela se deitou com a cabeça nas minhas coxas. Quase instintivamente, comecei a acariciar o cabelo dela e Percebi que ela tava gostando pelos suspiros e pela pele arrepiada. A bunda dela brilhava, tinha umas coxas perfeitas e umas pernas longas e finas. Uma boneca, quase pelada, vendo um filme comigo, os dois bêbados. Não tinha como dar errado...
Meu pau tinha ficado a centímetros do rosto dela. Ela tinha uma mão entre a bochecha dela e minha coxa, e os dedos a milímetros da minha rola. Com a outra mão, ela acariciava minha panturrilha. Percebi que os dedos dela iam ganhando terreno, centímetro por centímetro foi se aproximando até a cabeça do meu pau, que tava inchada e quente. Prestes a explodir dentro da bermuda.
Por instinto, desci com uma das mãos acariciando as costas dela até chegar na bunda. Ela aproveitou esse movimento pra fazer contato com meu pau e, na hora que fez isso, apertei uma nádega dela, com força. Andrea soltou um suspiro e enfiou a mão por baixo da bermuda pra pegar ele. "Tá quente, tá pulsando", ela disse e, com a mão dela, começou a me masturbar devagar.
Nessa altura, minha mão já tava dentro da calça dela e pude sentir que a buceta dela tava encharcada, escorrendo um líquido quente. Comecei a brincar com meus dedos por cima da calcinha, seguindo a linha dos lábios abertos dela. Ela começou a esfregar meu pau com mais intensidade e a gemer com o movimento dos meus dedos. Puxou a bermuda pra cima e a cabeça do meu membro ficou de fora. Andrea deu um beijinho e falou:
- "Posso chupar ele? Deixa eu provar? Cê tem um pau lindo, pai." E enfiou a cabeça toda na boca e começou a brincar com a língua. "Cê pode me ajudar?" ela perguntou e, devagar, desabotoou minha bermuda. Levantei a bunda pra ela cair até o tornozelo e fiquei sentado, com Andrea olhando pro meu pau quase com olho de médico, o que deixou ele mais duro ainda. Tava inchado, todas as veias marcadas de tesão. Tinha bebido tanto uísque que tava disposto a ir até o fim.
Andrea se agarrou no meu pau e começou a chupar como uma expert. Eu passava a língua nela de cima a baixo e, quando chegava, enfiava até a garganta. Pedi pra ela se deitar no sofá pra eu poder brincar com meus dedos. Sabia que isso a esquentava e eu tava prestes a encher a boca dela de porra.
"Que delícia, quero ela toda até a garganta, quero sentir você enchendo minha boca. É muito mais macia e muito mais quente que meu brinquedo. Nunca tinha comido uma rola assim, Raúl, mas sabia que uma hora ia gostar de uma, papai". E ela se agarrou de novo na minha rola como se tivesse desesperada. Ela gemia e pedia pra eu enfiar os dedos na buceta e no cu dela. Tava tudo lubrificado e comecei a brincar primeiro com um e depois com dois dedos. Com a outra mão, apertava a cabeça dela contra minha rola até o nariz roçar minha pelve. Isso deixava ela louca. "Me afoga de novo, me afoga de novo com sua rola", ela pediu, e antes de terminar, apertei até ela fazer força pra cima. Pela buceta, jorrou uns jatos quentes e ela tava mais puta do que no começo.
--- Quero essa porra, Raúl, dá pra sua bebezona provar – ela disse, e o tesão me esquentou tanto que joguei um jato quente de sêmen quando tava bem enfiado no fundo da boca dela. Andrea começou a tremer com meus dois dedos enfiados até o fundo do cu dela e não parou de chupar até minha rola ficar mole. Ela procurou restos de porra no meu pelo pubiano e passou a língua pra enfiar de novo até o fundo. Me secou os ovos com uma mamada do caralho e queria mais.
"Faço tudo que você quiser, mas sua mãe não pode saber", falei e me ajoelhei no chão. Abri as pernas dela e comecei a chupar a pussy dela. Tava toda molhada. Era de um rosa suave e tava toda depilada. Era doce, gostosa, me deu vontade de enfiar a língua até as entranhas. Andrea se contorcia no sofá. Tapava a boca pra não gritar alto. Com meus dedos, dava beliscões pequenos nos mamilos dela e comecei a lamber a flor rosa e dilatada do cu dela.
Enfiei a língua até onde consegui e com a O nariz dela pressionava o clitóris dela pra esquentar mais. Ela me pegou pela nuca e me apertou contra a pussy empapada dela e começou a dar gritinhos enquanto sentia as descargas elétricas do orgasmo. "Gosto da sua língua, Raúl, nunca me chuparam assim, gosto que você coma meu cu", ela disse e se virou pra ficar de quatro no sofá. A imagem me esquentou de novo. Foi assim que eu tinha visto ela naquela noite enquanto enfiava um brinquedo e esfregava a bunda. Era muito mais gostoso de perto. Pedi pra ela abrir mais as pernas e ela empinou mais a bunda. Abri as nádegas dela com as duas mãos e enfiei a língua. "Você gosta da minha bunda?", "Quer ela?"
Me levantei e apoiei a cabeça da minha pica entre a pussy e o cu dela. Tava dura que nem pedra. Ela tinha pernas longas e os dois buracos dela ficavam perfeitos pra minha altura de 1,80. "Onde você quer, na frente ou atrás?", perguntei enquanto ela se arqueava como se implorasse pra ser penetrada.
"Nos dois", ela disse e com uma mão encaixou na rachadura molhada igual quando eu tinha visto ela enfiar o brinquedo e enfiou até as bolas. "Você vai me comer forte, Raúl? Vai meter fundo até as bolas, papai?", ela disse e começou a bater com as nádegas nas minhas coxas enquanto a pica enterrava até o fundo e saía encharcada dos sucos quentes dela. Com as mãos, comecei a dar tapas na bunda dela, primeiro mais espaçados e depois mais intensos. "Sua filha puta merece, Raúl, me bate mais forte." Eu obedeci, minha pica quase não cabia na caverna dela de tão grossa que tinha ficado. Andrea tinha as nádegas vermelhas dos tapas e mordia os nós dos dedos entre um gemido e outro. Senti que ela gozava porque todos os líquidos dela lubrificaram minha pica que ia e vinha sem nenhuma resistência.
"Agora quero no cu, papai", ela disse e eu não fiz ela esperar. Molhei bem os dedos com saliva com a pica ainda dentro da buceta dela e enfiei dois dedos até o fundo. Tava completamente dilatado e pedindo pica. "Quero até Fundo, Raul, quero que você encha meu cu de porra”, ela implorou enquanto abria as próprias nádegas com as duas mãos e o buraquinho do cu se dilatava cada vez mais. “Nunca tive uma rola ali, quero sentir como é”, ela disse, e eu enfiei devagar, mas sem parar, até que o cu duro e jovem dela encostou na minha barriga. Enterrei até o talo e ela gemia, gemia.
Devagar, comecei a me mexer, fui aumentando o ritmo até que tive que tapar a boca dela com medo de ser descoberto pela mãe. “Mete tudo, eu quero.” E eu joguei uma porrada de porra que encheu o cu dela. Ela também gozou. “Que gostoso, que gostoso”, ela dizia enquanto apertava meu pau com as nádegas. Quando tirei a rola, um jato de porra escorreu pelas coxas dela, e ela instintivamente segurou com os dedos e levou à boca. “Sua porra é muito gostosa, pai, não dá pra desperdiçar.”
Sentamos no sofá e fingimos continuar vendo o filme. Eu não sabia nem que horas eram, nem me importava. Tinha comido a filha da minha esposa na minha própria casa e tinha gostado. “A gente tem que ver filmes mais vezes. E tomar uísque juntos”, disse Andrea enquanto dava um gole no restinho de uísque que tinha sobrado no gelo. Ela se levantou e, quando eu ia pedir pra ela não contar nada pra mãe, me deu um beijo apaixonado, acariciou minha rola de novo, enfiou na boca outra vez e, depois de chupar mais um pouco, disse: “O que acontece no sofá, fica no sofá.”
Andrea tinha 19 anos quando Stella e eu fomos morar juntos numa casa de condomínio fechado nos arredores de Buenos Aires. Ela pensava em estudar medicina, igual a mim. Stella não é médica, mas trabalha como recepcionista numa clínica. Foi lá que nos conhecemos há dez anos, e há seis que vivemos juntos.
Andrea agora tem 22 anos e falta um ano para se formar e começar a residência. Fez uma carreira exemplar, com uma média de 9 e uma dedicação invejável. Nem eu, que era bem estudioso, tinha dedicado tanto tempo aos livros. Ela era muito mais alta que Stella, media 1,75, tinha pernas longas e umas coxas torneadas perfeitas, tipo de revista de moda. Tinha as maçãs do rosto salientes e uma boca carnuda que, quando pintava os lábios, virava uma fruta proibida.
Andrea era magra, mas tinha uma costa e uns ombros esbeltos que terminavam num pescoço fino. Desde pequena gostava de usar cabelo curto, se vestia com jeans e regatinhas curtas, e o umbigo dela era só um pontinho numa barriga lisa. Tinha uns peitos pequenos, mas que caíam com graça porque quase nunca usava sutiã. Eu tava quase convencido de que ela gostava de mulheres e não de homens, porque nunca vi ela sair com nenhum nos quase seis anos que nos conhecíamos.
Nesse tempo todo, tirando algum comentário sobre algum filme que víamos em família, com Andrea quase nunca tivemos muito papo. Foi ficando mais frequente quando chegou a hora da especialização e dos conselhos pras residências.
"É verdade que os plantões são uma bagunça, que o pessoal fica transando entre si?", ela me perguntou uma vez na lata depois de tomar umas cervejas com um biquíni infernal. Ela tinha uma bunda durinha, bem empinada, que instantaneamente fez meu pau endurecer. Fiquei meio sem graça, mas nunca jamais falei nada fora do tom. "O que rola no plantão, fica no plantão", respondi com um sorriso cúmplice. que foi correspondida por ela. Desde aquele dia, o nível de putaria de alguns comentários da Andrea começou a me excitar e na minha cabeça se instalou a ideia de comer ela, mesmo sendo filha da minha mulher. A ideia virou quase uma obsessão na noite que cheguei de uma emergência às três da manhã e ouvi os gemidos da Andrea do corredor, porque ela tinha a porta aberta e a luz do banheiro acesa. O espelho me dava um espetáculo magnífico. A Andrea estava de quatro, com a bunda empinada e a cara enfiada nos lençóis. Com uma mão, ela enfiava e tirava um brinquedo de bom tamanho na buceta e, com a outra, esfregava o cu e enfiava um ou dois dedos. Pelo espelho, pude ver como ela mordia o travesseiro quando gozou. Era uma puta gostosa. Ficou exausta e demorou uns segundos pra se recuperar. Eu fui embora em silêncio e tive que bater uma. Tava com vontade de morder os peitos dela, passar a língua no cuzinho até ela me implorar pra meter. Fazia tempo que não curtia tanto uma punheta e tudo graças à Andrea, meu novo alvo pra cama. Desde aquela noite, comecei a ver a Andrea com outros olhos e a tentar evitar situações embaraçosas, como ficar sozinhos na piscina ou ver filmes da Netflix no mesmo sofá como a gente tinha feito um monte de vezes, com ela e a mãe. Aos domingos, comecei a tomar café um pouco mais cedo porque ela costumava descer de sutiã e calcinha pra pegar um café e voltar pra cama. Mas o que eu achava que dava pra evitar se tornou inevitável. Naquele sábado, a Andrea tava feliz porque tinha passado em Pediatria, que parecia que ia ser a especialidade dela, com nota 10 e tudo de honra. "A gente pode ver um filme hoje à noite, faz um tempão que não assistimos nada", ela disse enquanto a gente jantava. Eu ia dar uma desculpa, mas a Stella se adiantou: "vejam vocês se tão a fim, eu vou dormir porque tô destruída". Enquanto a gente jantava, também notei que ela tinha tomado um daqueles remédios pra dormir que a Passavam a roupa e ela não acordava com nada até o dia seguinte. "Vai, não seja ruim, vamos ver um filme pra comemorar a matéria", me implorou com voz de bebê e as mãos juntas, igual quando a gente pede alguma coisa. Concordei com a cabeça e fui servir um uísque. Andrea subiu até o quarto dela e desceu com um pijama daqueles que vêm com calça e blusa. Me pareceu que ela não estava de sutiã e a calcinha fio-dental era um triângulo com uma tira minúscula que deixava a bunda dela muito mais empinada. O pau endureceu na hora. Tive que cruzar as pernas pra não aparecer e dei mais um gole no uísque pra relaxar.
Andrea sentou do meu lado com as pernas cruzadas na posição de ioga. A rachinha da buceta dela marcava na calça de algodão do pijama e na calcinha fio-dental minúscula. Por causa das pernas compridas dela, as coxas dela encostavam nas minhas. Senti um calor intenso no lugar onde as pernas dela se cruzavam com as minhas. Essa menina tava pegando fogo.
"Me dá um pouco de uísque, nunca tomei e queria experimentar." Ela disse, encostando os peitinhos dela nas minhas costas. Os bicos dos peitos dela estavam duros, eu sentia através da minha camiseta. Servi um copo com uma boa dose de um dos escoceses mais tops que eu tinha. Coloquei dois cubos de gelo e falei pra ela tentar saborear. "Que sua mãe não fique sabendo", falei brincando. E ela respondeu: "o que acontece no uísque fica no uísque", disse piscando um olho.
Com o passar dos copos, Andrea foi se soltando. Me contou que tinha estreado na viagem de formatura e que tinha tido várias experiências não tão boas com os homens. "Sou muito feia, pai", me perguntou fazendo bico de beijo e eu tive que me segurar pra não devorar aquela boca carnuda.
Falei pra ela não ser boba, que ela sabia que era uma mulher gostosa e que já ia encontrar o cara certo. Enquanto isso, ia servindo uns goles de uísque pra ela e eu bebia junto. Me deitei no sofá e ela se deitou com a cabeça nas minhas coxas. Quase instintivamente, comecei a acariciar o cabelo dela e Percebi que ela tava gostando pelos suspiros e pela pele arrepiada. A bunda dela brilhava, tinha umas coxas perfeitas e umas pernas longas e finas. Uma boneca, quase pelada, vendo um filme comigo, os dois bêbados. Não tinha como dar errado...
Meu pau tinha ficado a centímetros do rosto dela. Ela tinha uma mão entre a bochecha dela e minha coxa, e os dedos a milímetros da minha rola. Com a outra mão, ela acariciava minha panturrilha. Percebi que os dedos dela iam ganhando terreno, centímetro por centímetro foi se aproximando até a cabeça do meu pau, que tava inchada e quente. Prestes a explodir dentro da bermuda.
Por instinto, desci com uma das mãos acariciando as costas dela até chegar na bunda. Ela aproveitou esse movimento pra fazer contato com meu pau e, na hora que fez isso, apertei uma nádega dela, com força. Andrea soltou um suspiro e enfiou a mão por baixo da bermuda pra pegar ele. "Tá quente, tá pulsando", ela disse e, com a mão dela, começou a me masturbar devagar.
Nessa altura, minha mão já tava dentro da calça dela e pude sentir que a buceta dela tava encharcada, escorrendo um líquido quente. Comecei a brincar com meus dedos por cima da calcinha, seguindo a linha dos lábios abertos dela. Ela começou a esfregar meu pau com mais intensidade e a gemer com o movimento dos meus dedos. Puxou a bermuda pra cima e a cabeça do meu membro ficou de fora. Andrea deu um beijinho e falou:
- "Posso chupar ele? Deixa eu provar? Cê tem um pau lindo, pai." E enfiou a cabeça toda na boca e começou a brincar com a língua. "Cê pode me ajudar?" ela perguntou e, devagar, desabotoou minha bermuda. Levantei a bunda pra ela cair até o tornozelo e fiquei sentado, com Andrea olhando pro meu pau quase com olho de médico, o que deixou ele mais duro ainda. Tava inchado, todas as veias marcadas de tesão. Tinha bebido tanto uísque que tava disposto a ir até o fim.
Andrea se agarrou no meu pau e começou a chupar como uma expert. Eu passava a língua nela de cima a baixo e, quando chegava, enfiava até a garganta. Pedi pra ela se deitar no sofá pra eu poder brincar com meus dedos. Sabia que isso a esquentava e eu tava prestes a encher a boca dela de porra.
"Que delícia, quero ela toda até a garganta, quero sentir você enchendo minha boca. É muito mais macia e muito mais quente que meu brinquedo. Nunca tinha comido uma rola assim, Raúl, mas sabia que uma hora ia gostar de uma, papai". E ela se agarrou de novo na minha rola como se tivesse desesperada. Ela gemia e pedia pra eu enfiar os dedos na buceta e no cu dela. Tava tudo lubrificado e comecei a brincar primeiro com um e depois com dois dedos. Com a outra mão, apertava a cabeça dela contra minha rola até o nariz roçar minha pelve. Isso deixava ela louca. "Me afoga de novo, me afoga de novo com sua rola", ela pediu, e antes de terminar, apertei até ela fazer força pra cima. Pela buceta, jorrou uns jatos quentes e ela tava mais puta do que no começo.
--- Quero essa porra, Raúl, dá pra sua bebezona provar – ela disse, e o tesão me esquentou tanto que joguei um jato quente de sêmen quando tava bem enfiado no fundo da boca dela. Andrea começou a tremer com meus dois dedos enfiados até o fundo do cu dela e não parou de chupar até minha rola ficar mole. Ela procurou restos de porra no meu pelo pubiano e passou a língua pra enfiar de novo até o fundo. Me secou os ovos com uma mamada do caralho e queria mais.
"Faço tudo que você quiser, mas sua mãe não pode saber", falei e me ajoelhei no chão. Abri as pernas dela e comecei a chupar a pussy dela. Tava toda molhada. Era de um rosa suave e tava toda depilada. Era doce, gostosa, me deu vontade de enfiar a língua até as entranhas. Andrea se contorcia no sofá. Tapava a boca pra não gritar alto. Com meus dedos, dava beliscões pequenos nos mamilos dela e comecei a lamber a flor rosa e dilatada do cu dela.
Enfiei a língua até onde consegui e com a O nariz dela pressionava o clitóris dela pra esquentar mais. Ela me pegou pela nuca e me apertou contra a pussy empapada dela e começou a dar gritinhos enquanto sentia as descargas elétricas do orgasmo. "Gosto da sua língua, Raúl, nunca me chuparam assim, gosto que você coma meu cu", ela disse e se virou pra ficar de quatro no sofá. A imagem me esquentou de novo. Foi assim que eu tinha visto ela naquela noite enquanto enfiava um brinquedo e esfregava a bunda. Era muito mais gostoso de perto. Pedi pra ela abrir mais as pernas e ela empinou mais a bunda. Abri as nádegas dela com as duas mãos e enfiei a língua. "Você gosta da minha bunda?", "Quer ela?"
Me levantei e apoiei a cabeça da minha pica entre a pussy e o cu dela. Tava dura que nem pedra. Ela tinha pernas longas e os dois buracos dela ficavam perfeitos pra minha altura de 1,80. "Onde você quer, na frente ou atrás?", perguntei enquanto ela se arqueava como se implorasse pra ser penetrada.
"Nos dois", ela disse e com uma mão encaixou na rachadura molhada igual quando eu tinha visto ela enfiar o brinquedo e enfiou até as bolas. "Você vai me comer forte, Raúl? Vai meter fundo até as bolas, papai?", ela disse e começou a bater com as nádegas nas minhas coxas enquanto a pica enterrava até o fundo e saía encharcada dos sucos quentes dela. Com as mãos, comecei a dar tapas na bunda dela, primeiro mais espaçados e depois mais intensos. "Sua filha puta merece, Raúl, me bate mais forte." Eu obedeci, minha pica quase não cabia na caverna dela de tão grossa que tinha ficado. Andrea tinha as nádegas vermelhas dos tapas e mordia os nós dos dedos entre um gemido e outro. Senti que ela gozava porque todos os líquidos dela lubrificaram minha pica que ia e vinha sem nenhuma resistência.
"Agora quero no cu, papai", ela disse e eu não fiz ela esperar. Molhei bem os dedos com saliva com a pica ainda dentro da buceta dela e enfiei dois dedos até o fundo. Tava completamente dilatado e pedindo pica. "Quero até Fundo, Raul, quero que você encha meu cu de porra”, ela implorou enquanto abria as próprias nádegas com as duas mãos e o buraquinho do cu se dilatava cada vez mais. “Nunca tive uma rola ali, quero sentir como é”, ela disse, e eu enfiei devagar, mas sem parar, até que o cu duro e jovem dela encostou na minha barriga. Enterrei até o talo e ela gemia, gemia.
Devagar, comecei a me mexer, fui aumentando o ritmo até que tive que tapar a boca dela com medo de ser descoberto pela mãe. “Mete tudo, eu quero.” E eu joguei uma porrada de porra que encheu o cu dela. Ela também gozou. “Que gostoso, que gostoso”, ela dizia enquanto apertava meu pau com as nádegas. Quando tirei a rola, um jato de porra escorreu pelas coxas dela, e ela instintivamente segurou com os dedos e levou à boca. “Sua porra é muito gostosa, pai, não dá pra desperdiçar.”
Sentamos no sofá e fingimos continuar vendo o filme. Eu não sabia nem que horas eram, nem me importava. Tinha comido a filha da minha esposa na minha própria casa e tinha gostado. “A gente tem que ver filmes mais vezes. E tomar uísque juntos”, disse Andrea enquanto dava um gole no restinho de uísque que tinha sobrado no gelo. Ela se levantou e, quando eu ia pedir pra ela não contar nada pra mãe, me deu um beijo apaixonado, acariciou minha rola de novo, enfiou na boca outra vez e, depois de chupar mais um pouco, disse: “O que acontece no sofá, fica no sofá.”
5 comentários - Sua mãe não pode saber
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