A mulher gostosa do chefe

Pensei que era uma espécie de vingança.




Eu trabalhava numa empresa como administrativo, mas às vezes tinha que ir pra feiras e eventos. Com o tempo, entrou um gerente gente boa, o cara, mas ele não era a história, não é ele diretamente, bah sim!!!!!. Depois de um tempo, a gente teve uma feira que durava 12 dias e eu tive que dividir o stand com esse cara. Foram dias de trampo foda, mas como ficava perto da casa dele, o vagabundo às vezes dormia e me deixava sozinho no stand porque ficava comendo em casa e a mulherzinha dele cozinhava pra ele (usa a palavra: buceta da sua mãe). Eu vinha de três ônibus pra chegar no horário e esse pilantra que morava no máximo a 10 quarteirões aparecia uma hora depois. Mas não foi isso que me deixava puto, e sim a filha da puta da mulher que aparecia tipo umas 3 horas depois que ele chegava no stand e o levava pra passear (pela feira), já que tinha um bebê pequeno e fazia vida de família em pleno horário de trabalho, me deixando sozinho no stand. Mas o que mais me fodia os ovos foi que a filha da puta não me cumprimentava. O cara se matava pra me apresentar pra ela ou pedia pra ela vir me cumprimentar, e a vagabunda nada!!! Não era do país, acho que brasileira pelo jeito que falava (depois descobri que era colombiana, mas morou muitos anos no Brasil e se fazia de brasileira porque era mais cool). Terminou aquela feira, três meses depois teve um evento de uma semana e de novo a mesma coisa, que tesão que eu tinha com essa gostosa. Seis meses depois disso, mandaram o cara da entrega embora e me pediram pra fazer o serviço, que iam contratar um administrativo, ou era isso ou rua. Não tive escolha, aceitei. Pra mim foi melhor, porque passei de ficar sentado atrás de um computador pra andar na rua e controlar meu horário. Depois de mais ou menos um ano já como entregador, ou seja, mais duas feiras e alguns eventos, um dia o cara me pega:
Gerente: - Ei, olha, preciso de um favor.
Eu: - Fala, como posso ajudar?
Gerente: - Vejo que na entrega você tem que ir pra Av. X, em frente ao parque?-.
Eu:.- Sim, por quê?-.
Gerente:.- Bom, eu moro a um quarteirão daí, não dá pra você levar esse envelope que é importante pra minha casa?-.
Eu:.- Tá falando sério? Você sabe que não pode... coisas pessoais não se usa a entrega...-.
Gerente:.- É algo importante pra mim, me faz esse favor, por favor...-.
Eu:.- (olhei pra ele) Tá bom, mas se eu me meter em encrenca, você assume a bronca por mim?-.
Gerente:.- Não seja burro, você fuma!!-.

Eu pensava: tenho que levar pra essa filha da puta que não aguento (a vadiazinha da mãe). Comecei a entrega e lá pelas 14h tive que ir pra casa dessa gostosa. Cheguei no prédio, toquei a campainha e ela atendeu. Falei que tava trazendo um envelope e que esperava ela lá embaixo. Estranhamente, ela mandou eu subir e abriu a porta do prédio. Entrei e subi, era tipo no 10º andar. Toquei a campainha e ela apareceu: 1,70m, cabelo preto, bum, linda, tetinhas interessantes, gata. Entreguei o envelope e ela mandou eu entrar. Olhei pra ela, vendo como tava vestida (camiseta comprida e fio dental) — sim, galera, como eu tô falando. Fechei a porta e esperei pra ver se ela ia dar alguma resposta sobre o envelope. Esperei uns minutos e falei que tinha que ir, que continuava minha entrega. Tava saindo sem esperar nada quando ela aparece com a neném no colo.
Ela:.- Me espera uns minutos que vou dar a mamadeira pra neném e foda-se algo-.
Eu:.- Desculpa, mas ainda tenho entrega pra fazer-.
Ela:.- Não, não, me dá uns minutos, por favor!!!-.

Aí ela se inclinou pra dar a mamadeira pra neném, colocando a bunda empinada na minha direção. Descobri, com grande surpresa, que a filha da puta tava de fio dental. Uuuuuhhh, escapou inconscientemente. A vagabunda olhou de lado e deu uma risadinha safada. Eu logo falei:.- Vou embora, já tô muito atrasado-. Peguei um envelope que tava em cima do aparador, dei tchau sem beijo nem nada, saí rápido. Voltei pro trabalho e encontrei esse cara me perguntando se tinha dado tudo certo. Respondi que sim. Sim, depois disso, na semana seguinte, esse cara vem me pedir a mesma coisa, pra ir na casa dele levar outro envelope. Eu pensava: "Esse cara tá me entregando a mulher dele... Nãooooo!!! Impossível". Mas dessa vez ele me deu o número de telefone da mulher pra eu avisar que horas eu passava, pra ela não ficar esperando à toa. Bom, avisei que passaria umas 14h, ela confirmou e eu fui. A mesma situação se repetiu, mas dessa vez ela tava vestida com um short jeans todo rasgado e uma regata sem sutiã. Saí correndo e explodi. Quando voltei pro trabalho, o cara de novo me perguntando, e eu, claro, respondi que tava tudo bem. Passou mais uma semana e de novo ter que ir na casa. Já de saco cheio, peguei ele e falei: "Mano!! Para com essas merdas, cara, tô trampando, não enche o saco!". Ele me olha e diz: "Parece que te incomoda como minha mulher se veste pra te receber, hein?". Eu olhei pra ele sem entender nada e entendendo tudo. Peguei a carta e fui embora, já tava puto, né? O que vem depois: mandei uma mensagem pra ela dizendo que horas eu passaria, e ela disse ok. Chegou a hora, toquei a campainha, subi e ela abriu a porta. Tava vestida de boa, com um vestido florido. Eu pensei: "Ah, me ferrei". Entreguei o envelope e ela foi pro quarto, sei lá. Esperei uns minutos e ela me chamou, gritando de onde tava, pedindo ajuda com alguma coisa. Fui até ela e, quando entrei no quarto, meio escuro, ela me agarrou e começou a me beijar. Eu, assustado, afastei ela.

Eu: "Louca, o que cê tá fazendo!!!??? Cê sabe quem eu sou??"
Ela: "Sim!!! Mas parece que me enganei, porque ou você é burro ou é viado???"
Eu: "Desculpa, mina!!! Como assim???"
Ela: "É sim!!!! Você não percebeu ou não quer? Uma coisa é."
Eu: "Cê se enganou, gata... Seu marido é meu chefe, cê quer me meter em encrenca com ele?"
Ela: "Cê é muito burro, moleque!!! Tá bom, deixa, vai embora, não importa."
Eu: "Ah é, bebê? Agora você vai ver, princesa."

E eu agarrei ela, puxei pra perto e comi a boca dela. Ainda bem que ela... Respondi que senão eu morria. A gente começou a meter a mão em tudo quanto é lugar e, quando ela enfiou a mão dentro da minha calça, começando a me punhetar, eu baixei a minha mão e tive a surpresa de que ela não tava de tanga. Enfiei os dedos na pussy dela e a gente se punhetava mutuamente, mas coisa boa não dura pra sempre, porque no melhor momento ouve-se: uuuuaaaaaaahhhhhh, uuuuaaaaahhhhh, puta mãe. Era o bebê que tinha acordado. E agora? Ela me olha, acende um abajur, se aproxima do berço, se inclina um pouco e começa a brincar com ele. Quando vejo que a filha da puta levanta o vestido, mostrando aquela bunda gostosa em formato de maçã, acariciava e dava tapinhas nela, enquanto distraía o pirralho. Eu, sem pensar um segundo, baixei a calça e a cueca, e, fazendo o pinguim, me aproximei dela por trás. Molhei um pouco meu pau, que naquela altura parecia o Obelisco de tão duro que tava. Encostei a rola e comecei a enterrar meu pau naquela pussy que era as Cataratas do Iguaçu de tão molhada que tava. Comecei a serrar ela sem pena enquanto ela continuava distraindo o bebê. A putaria que tava fez com que eu não durasse muito. Quando senti que ia gozar, ela parece que sentiu antes e fez sinal pra eu gozar em cima da bunda. E foi o que eu fiz. Pena que eu tava com tanto tesão que o primeiro jato saiu com tanta força que chegou até o cabelo dela. Ela me olhou e me xingou pra caralho. Pedi desculpa, comecei a me vestir enquanto ela fazia sinal pra eu vazar. Claro que eu fiz isso. Peguei o envelope e me mandei. Quando no fim do dia encontrei o cara, ele me perguntou de novo. Eu disse: — RE-BIENNNNNN!!! — e fui embora.


CONTINUA

1 comentários - A mulher gostosa do chefe

Haciendo pingüinito, jajajajajajaja me cagué de risa