Domando a raposa da minha cunhada 12
Com o Selo de Prazer e Morbidez…
Meu primeiro dia de trabalho depois de voltar daquela viagem de prazer, sim, de prazer, mas também de novas dores de cabeça. Quando fui ao escritório, me mandaram de volta, disseram para eu tirar a semana para descansar, mas isso não colou comigo. Em outra situação, eu teria feito isso, mas me sentia tão inquieto, só pensava em que loucura a Natalia ousaria fazer, que simplesmente não conseguia. Então decidi ir trabalhar antes da semana acabar. Por causa do fuso horário, tirei dois dias, só dois dias, não queria abusar no meu primeiro cargo e não aguentava mais ficar em casa, com meus demônios na cabeça. Descansei o suficiente para voltar ao escritório. Não demorei a me arrepender, porque quando cheguei na minha sala, a Natalia tinha aproveitado minha ausência para fazer umas mudanças sutis na disposição dos cubículos. Como tanto minha promoção quanto a dela eram públicas, ninguém estranhou que ela escolhesse o que ficava ao lado do meu. Por isso, assim que me sentei na minha cadeira, me vi vendo ela através do vidro da tela. A raposa me sorriu ao ver minha cara e, colocando uma caneta na boca, começou a chupá-la como se estivesse fazendo um boquete. Pelo visto, ela esqueceu a mensagem que eu mandei. Desde aquela mensagem, não recebi resposta nenhuma dela. Pensei que ela tinha se tocado, pelo menos, mas não, não era bem assim… Reconheço que me excitou e me irritou ao mesmo tempo, então, abaixando a persiana, evitei continuar vendo aquela tentação morena.
— Essa raposa! Essa puta! — pensei. — Ela não percebe que estamos no trabalho!
A atitude dela reforçou minha decisão de dar um fim no nosso relacionamento e, por isso, pelo telefone, pedi que ela viesse.
— Vem aqui na minha sala, por favor. — Falei tão sério que até eu me assustei um pouco.
Ao vê-la se aproximar, rebolando o quadril, entendi que ia ser difícil convencê-la, mas mesmo assim, assim que ela sentou, pedi: que se comportasse.
—Não quero nada dessas merdas no escritório, entendeu?
—Não sei do que você está falando. — Ela disse enquanto cruzava as pernas, me deixando apreciar a perfeição das coxas dela. Fazendo um esforço pra tirar os olhos das pernas dela, encarei ela e falei:
— Natália, a gente tem que ser prudente. Não te convém que o pessoal saiba que, além de seu cunhado, eu sou seu amante. E com certeza não me convém largar esse joguinho, senão você vai se queimar.
Ao ver a expressão no rosto dela, percebi que tinha dito exatamente o que queria, mas antes que eu pudesse corrigir minhas palavras, minha cunhada se levantou da cadeira e disse:
— Não se preocupa. — A putinha riu, como se fosse uma criança pequena. — Ninguém vai saber que você é meu homem. — Mas que porra essa mulher tem?
A fuga repentina dela não me deixou me explicar, mas ao ver que ela sorria enquanto voltava pro cubículo dela, percebi que aquela puta estava rindo de mim. Putasso da vida, mandei um e-mail pra ela com só uma palavra:
— Puta! — Não demorou pra eu receber a resposta dela. Ao ler, soube que ela tinha ganhado a terceira batalha em minutos.
— Isso pode ser considerado assédio. Isso é ruim, hmmmm… Te espero na minha casa na hora do almoço. — Praguejando baixinho, me concentrei no dia a dia e, quando quase já tinha esquecido, minha secretária chegou e disse:
— Chefe, a Dona Natália pediu pra eu lembrar você do compromisso.
Pensando que talvez na casa dela eu pudesse fazê-la entrar na razão, decidi ir, sabendo que era uma armadilha. Enquanto ia ver minha cunhada, fiquei pensando que só tinha pisado na casa dela uma vez, e isso já fazia 12 anos que eu era casado com a irmã dela. A relação ruim que a gente teve todo esse tempo nos tornou estranhos. Todo nosso contato se limitava a encontros rápidos em família e, de vez em quando, no trabalho. Mas entendi que depois daquele congresso, tudo tinha mudado. Não só a gente tinha transado, porque a Albert tinha... nomeado responsável pela zona da Espanha, e eu era o encarregado de toda a Espanha, agora era minha subordinada.
— “Não entendo essa fixação dela por mim, ela pode conseguir o cara que quiser” — pensei ao tentar analisar por que uma mulher tão gostosa e solteira tinha se apaixonado por um homem casado que, pra piorar, era cunhado dela.
Depois de refletir, apavorado, entendi que esse era exatamente o problema: acostumada a fazer os homens babarem por ela, encontrou na minha rejeição um estímulo que os outros não davam.
— “Ela precisa cair na real! Se continuar com essa atitude, vai acabar com meu casamento” — sentenciei enquanto apertava a campainha do apartamento dela.
Natália abriu na hora. O fato de ela ter demorado só alguns segundos pra atender me avisou que essa mulher tava doida pra me ver, e por isso, bem nervoso, peguei o elevador. Curiosamente, ela me recebeu de roupão e, me pedindo pra esperar um minuto enquanto terminava de se vestir, me fez entrar na sala pra aguardar. Ficar sozinho me deu a chance de dar uma olhada no apartamento dela e, enquanto fazia isso, fiquei chocado ao descobrir fotos minhas na estante.
— “Qual é a dessa mina?” — falei, incrédulo com o que via.
Em silêncio, percebi que tinha pelo menos meia dúzia de fotos em que eu aparecia. Vocês podem achar normal uma mulher ter fotos do cunhado, eu sei. O que não é normal é que eu apareça sozinho e que, pelo tamanho, elas se destaquem das outras. Olhando pra elas, achei ainda mais inacreditável que fosse uma coleção que cobria anos da minha vida. Alucinado, reparei especialmente numa delas. Era uma foto de uma festa em que, por algum motivo, eu tava abraçado com ela! Fiquei vidrado na imagem ao perceber que, nela, Natália me olhava com olhos de apaixonada.
— “Não pode ser!... Isso vem de muito mais tempo! Isso tem anos!”
A confirmação de que a paixão dela vinha de longe me deixou arrasado ao entender que não era algo Passageiro. Tentando assimilar aquela notícia, peguei sem querer o porta-retratos e me sentei no sofá. Foi assim que minha cunhada me encontrou quando entrou no quarto.
— Haaaaa… Olhando uma foto dos dois!
Quando me virei, quem vi não foi minha cunhada, mas uma deusa. Envolta em um body de cetim preto quase transparente, chegou ao meu lado rebolando em umas sandálias de salto. Embora eu já soubesse da beleza dela, juro que até esqueci de respirar ao vê-la vestida assim. O sutiã que ela usava naquele momento realçava a perfeição dos peitos dela, dando uma sensualidade sem limites. Ao ver minha reação e o fato de eu estar segurando o porta-retratos, ela riu e, sentando ao meu lado, disse com uma voz divertida:
— No dia em que tiramos essa foto, foi quando percebi que estava apaixonada por você. — Tentando manter a sanidade, desviei o olhar do corpo dela e, fazendo um esforço pra segurar a excitação, respondi:
— Pelo amor de Deus! Não fala besteira! — Falei seco. — Quer dizer que tava afim! Você é incapaz de amar alguém! — Minhas palavras duras não surtiram efeito, porque, longe de ficar brava, Natália montou nas minhas pernas enquanto respondia com uma voz doce:
— Você tá enganado. Se durante anos te tratei com desprezo, era porque sabia que não conseguia viver sem você, e nem com você… Era um jeito de evitar mostrar meus sentimentos. — E, semicerrindo os olhos, continuou enquanto começava a desabotoar minha camisa: — Te amo desde então! Não tinha feito nada antes, por causa da Irma… mas… mas agora que sei que você me deseja, não consigo evitar e quero ser só sua. — A proximidade dos peitos dela e o roçar das coxas contra minhas pernas quase me fizeram ceder, mas, tirando forças da minha própria desesperação, falei:
— Acho que você tá faltando um parafuso. — Falei. — Sabe que não dá. Sou marido da sua irmã!
— Eu sei e isso me dói! — Respondeu. — Por isso quero te ajudar. —Sem saber por onde ir, pedi que me explicasse como poderia me ajudar. Minha cunhada, aproximando a boca do meu ouvido, sussurrou:
—Convencê-la a me dividir com você.
—O quê?
—Sim, assim todo mundo ganha. —Disse ela, bem tranquila, como se o que pedisse não fosse grande coisa.
Reconheço que deveria ter me levantado e ido embora, mas nessa hora a Natalia já tinha se apossado do meu pau através da calça e o tinha posicionado de um jeito que eu podia sentir as dobras da buceta dela se esfregando na minha extensão.
—Você é louca! —Soltou, inseguro de não me deixar levar. —Ela nunca vai aceitar! Será que você não percebeu, mas sua irmã, minha mulher, é orgulhosa como qualquer mulher! Nenhuma mulher orgulhosa dividiria o homem dela… —Foi quando ela me respondeu.
—Ha, ha, haaa… Deixa comigo! Minha irmã me ama e quando souber que não sou feliz, que não sou nada feliz sem ter você do meu lado, não vai ter outro jeito senão me pedir pra entrar na cama de vocês. —Eu ouvia e não conseguia acreditar naquilo, era impossível, eu conhecia a Irma, ela era muito ciumenta, eu já tinha traído ela, mas com cuidado, e nunca abusava disso.
—Você tá me dizendo que vai admitir pra ela que a gente transou?! —perguntei apavorado.
—O quê! Nãooo! Jamais! Se eu fizesse isso, não só te expulsaria de casa como nunca mais falaria comigo. —Ao ouvir isso, me acalmei um pouco, porque pelo menos meu casamento não corria perigo imediato. Tentando descobrir o que ela pretendia fazer, insisti pra que me explicasse.
—Esse é meu problema. —Respondeu morrendo de rir. —Vou usar psicologia feminina, mas agora, me ama! Vamos! Me fode que eu tô morrendo de vontade desde que desci do avião!
Mais excitado do que convencido, deixei meus hormônios agirem e, por cima da calcinha, acariciei os peitos dela, descobrindo que os seios da minha cunhada esperavam com os bicos duros pelos meus toques. Quando, tentando manter a calma, peguei um deles e apertei de leve, a Natalia me… Soltou um suspiro que falava da altíssima temperatura que o corpo dela tinha alcançado.
— Haaaaaaa. Haaaa. Siii, papai, haaa, Siiii, tasty, haaaaaaaaaa…
Esses gemidos conseguiram romper as amarras da minha moral e, sem conseguir evitar, levantei ela do sofá e puxei a calcinha pra baixo, revelando aquela buceta depilada e cuidada que eu conhecia tão bem. Só de ver, quase gozei de prazer — minha cunhada não era só gostosa e uma boqueteira foda, mas da ppk dela saía um cheiro afrodisíaco que dava vontade de chupar toda. Já dominado pela luxúria, levantei ela no colo e levei pro quarto dela. Assim que entrei, a Natália começou a me beijar com paixão, sem me dar tempo de tirar a calça.
— Me fode. — Pediu, toda descontrolada. — Já não aguento! Me fode logo, quero ser sua agora, por favor, me come! — De pé, segurando ela nos braços, tirei a calça e, num só golpe, penetrei ela contra a parede.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, Meu Deeeeeeeeeus!!!
Ela gritou ao se sentir invadida e forçada pelo meu pau, mas em vez de tentar escapar do castigo, se apoiou nos meus ombros pra aprofundar a ferida. A cabeça da minha rola bateu no fundo da buceta dela.
— Nããão! Hooo, hoooooooo… Não seja assim! Não seja bruto!!
Percebendo que tinha exagerado, esperei ela relaxar antes de começar uma cavalgada desenfreada, mas ela gritou:
— Vai, me dá tudo! Faz isso! Me come forte! Não aguento mais! Me come duro, papai! Faz logo! Não tem pena de mim!
Os gemidos e urros dela vinham junto com cada estocada minha, e em poucos segundos um fluxo quente escorreu pelas minhas pernas, enquanto a dona se arqueava nos meus braços de olhos virados, mistura de prazer e dor.
— Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, duro! hooooo, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, me dá duro, papaiiiii! haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… Siii, Meu Deus haaaaay! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa. —Mantendo ela naquela posição, eu gozei uma atrás da outra, enquanto meu corpo se preparava direitinho pra semear o ventre dela com minha semente. —Haaaaaaaaay, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, hussssffff, uffffff, haaaaaa, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, haaaaaaa, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa…
Não sabia se o que ela queria ia rolar, ou seja, convencer minha mulher a me dividir entre as duas, isso era algo realmente excitante, ter as duas irmãs, me deixava louco, a simples ideia me alucinava, mas eu custava a acreditar. Mas claro, naquele momento só queria aproveitar minha cunhada.
Continua…
Com o Selo de Prazer e Morbidez…
Meu primeiro dia de trabalho depois de voltar daquela viagem de prazer, sim, de prazer, mas também de novas dores de cabeça. Quando fui ao escritório, me mandaram de volta, disseram para eu tirar a semana para descansar, mas isso não colou comigo. Em outra situação, eu teria feito isso, mas me sentia tão inquieto, só pensava em que loucura a Natalia ousaria fazer, que simplesmente não conseguia. Então decidi ir trabalhar antes da semana acabar. Por causa do fuso horário, tirei dois dias, só dois dias, não queria abusar no meu primeiro cargo e não aguentava mais ficar em casa, com meus demônios na cabeça. Descansei o suficiente para voltar ao escritório. Não demorei a me arrepender, porque quando cheguei na minha sala, a Natalia tinha aproveitado minha ausência para fazer umas mudanças sutis na disposição dos cubículos. Como tanto minha promoção quanto a dela eram públicas, ninguém estranhou que ela escolhesse o que ficava ao lado do meu. Por isso, assim que me sentei na minha cadeira, me vi vendo ela através do vidro da tela. A raposa me sorriu ao ver minha cara e, colocando uma caneta na boca, começou a chupá-la como se estivesse fazendo um boquete. Pelo visto, ela esqueceu a mensagem que eu mandei. Desde aquela mensagem, não recebi resposta nenhuma dela. Pensei que ela tinha se tocado, pelo menos, mas não, não era bem assim… Reconheço que me excitou e me irritou ao mesmo tempo, então, abaixando a persiana, evitei continuar vendo aquela tentação morena.
— Essa raposa! Essa puta! — pensei. — Ela não percebe que estamos no trabalho!
A atitude dela reforçou minha decisão de dar um fim no nosso relacionamento e, por isso, pelo telefone, pedi que ela viesse.
— Vem aqui na minha sala, por favor. — Falei tão sério que até eu me assustei um pouco.
Ao vê-la se aproximar, rebolando o quadril, entendi que ia ser difícil convencê-la, mas mesmo assim, assim que ela sentou, pedi: que se comportasse.
—Não quero nada dessas merdas no escritório, entendeu?
—Não sei do que você está falando. — Ela disse enquanto cruzava as pernas, me deixando apreciar a perfeição das coxas dela. Fazendo um esforço pra tirar os olhos das pernas dela, encarei ela e falei:
— Natália, a gente tem que ser prudente. Não te convém que o pessoal saiba que, além de seu cunhado, eu sou seu amante. E com certeza não me convém largar esse joguinho, senão você vai se queimar.
Ao ver a expressão no rosto dela, percebi que tinha dito exatamente o que queria, mas antes que eu pudesse corrigir minhas palavras, minha cunhada se levantou da cadeira e disse:
— Não se preocupa. — A putinha riu, como se fosse uma criança pequena. — Ninguém vai saber que você é meu homem. — Mas que porra essa mulher tem?
A fuga repentina dela não me deixou me explicar, mas ao ver que ela sorria enquanto voltava pro cubículo dela, percebi que aquela puta estava rindo de mim. Putasso da vida, mandei um e-mail pra ela com só uma palavra:
— Puta! — Não demorou pra eu receber a resposta dela. Ao ler, soube que ela tinha ganhado a terceira batalha em minutos.
— Isso pode ser considerado assédio. Isso é ruim, hmmmm… Te espero na minha casa na hora do almoço. — Praguejando baixinho, me concentrei no dia a dia e, quando quase já tinha esquecido, minha secretária chegou e disse:
— Chefe, a Dona Natália pediu pra eu lembrar você do compromisso.
Pensando que talvez na casa dela eu pudesse fazê-la entrar na razão, decidi ir, sabendo que era uma armadilha. Enquanto ia ver minha cunhada, fiquei pensando que só tinha pisado na casa dela uma vez, e isso já fazia 12 anos que eu era casado com a irmã dela. A relação ruim que a gente teve todo esse tempo nos tornou estranhos. Todo nosso contato se limitava a encontros rápidos em família e, de vez em quando, no trabalho. Mas entendi que depois daquele congresso, tudo tinha mudado. Não só a gente tinha transado, porque a Albert tinha... nomeado responsável pela zona da Espanha, e eu era o encarregado de toda a Espanha, agora era minha subordinada.
— “Não entendo essa fixação dela por mim, ela pode conseguir o cara que quiser” — pensei ao tentar analisar por que uma mulher tão gostosa e solteira tinha se apaixonado por um homem casado que, pra piorar, era cunhado dela.
Depois de refletir, apavorado, entendi que esse era exatamente o problema: acostumada a fazer os homens babarem por ela, encontrou na minha rejeição um estímulo que os outros não davam.
— “Ela precisa cair na real! Se continuar com essa atitude, vai acabar com meu casamento” — sentenciei enquanto apertava a campainha do apartamento dela.
Natália abriu na hora. O fato de ela ter demorado só alguns segundos pra atender me avisou que essa mulher tava doida pra me ver, e por isso, bem nervoso, peguei o elevador. Curiosamente, ela me recebeu de roupão e, me pedindo pra esperar um minuto enquanto terminava de se vestir, me fez entrar na sala pra aguardar. Ficar sozinho me deu a chance de dar uma olhada no apartamento dela e, enquanto fazia isso, fiquei chocado ao descobrir fotos minhas na estante.
— “Qual é a dessa mina?” — falei, incrédulo com o que via.
Em silêncio, percebi que tinha pelo menos meia dúzia de fotos em que eu aparecia. Vocês podem achar normal uma mulher ter fotos do cunhado, eu sei. O que não é normal é que eu apareça sozinho e que, pelo tamanho, elas se destaquem das outras. Olhando pra elas, achei ainda mais inacreditável que fosse uma coleção que cobria anos da minha vida. Alucinado, reparei especialmente numa delas. Era uma foto de uma festa em que, por algum motivo, eu tava abraçado com ela! Fiquei vidrado na imagem ao perceber que, nela, Natália me olhava com olhos de apaixonada.
— “Não pode ser!... Isso vem de muito mais tempo! Isso tem anos!”
A confirmação de que a paixão dela vinha de longe me deixou arrasado ao entender que não era algo Passageiro. Tentando assimilar aquela notícia, peguei sem querer o porta-retratos e me sentei no sofá. Foi assim que minha cunhada me encontrou quando entrou no quarto.
— Haaaaa… Olhando uma foto dos dois!
Quando me virei, quem vi não foi minha cunhada, mas uma deusa. Envolta em um body de cetim preto quase transparente, chegou ao meu lado rebolando em umas sandálias de salto. Embora eu já soubesse da beleza dela, juro que até esqueci de respirar ao vê-la vestida assim. O sutiã que ela usava naquele momento realçava a perfeição dos peitos dela, dando uma sensualidade sem limites. Ao ver minha reação e o fato de eu estar segurando o porta-retratos, ela riu e, sentando ao meu lado, disse com uma voz divertida:
— No dia em que tiramos essa foto, foi quando percebi que estava apaixonada por você. — Tentando manter a sanidade, desviei o olhar do corpo dela e, fazendo um esforço pra segurar a excitação, respondi:
— Pelo amor de Deus! Não fala besteira! — Falei seco. — Quer dizer que tava afim! Você é incapaz de amar alguém! — Minhas palavras duras não surtiram efeito, porque, longe de ficar brava, Natália montou nas minhas pernas enquanto respondia com uma voz doce:
— Você tá enganado. Se durante anos te tratei com desprezo, era porque sabia que não conseguia viver sem você, e nem com você… Era um jeito de evitar mostrar meus sentimentos. — E, semicerrindo os olhos, continuou enquanto começava a desabotoar minha camisa: — Te amo desde então! Não tinha feito nada antes, por causa da Irma… mas… mas agora que sei que você me deseja, não consigo evitar e quero ser só sua. — A proximidade dos peitos dela e o roçar das coxas contra minhas pernas quase me fizeram ceder, mas, tirando forças da minha própria desesperação, falei:
— Acho que você tá faltando um parafuso. — Falei. — Sabe que não dá. Sou marido da sua irmã!
— Eu sei e isso me dói! — Respondeu. — Por isso quero te ajudar. —Sem saber por onde ir, pedi que me explicasse como poderia me ajudar. Minha cunhada, aproximando a boca do meu ouvido, sussurrou:
—Convencê-la a me dividir com você.
—O quê?
—Sim, assim todo mundo ganha. —Disse ela, bem tranquila, como se o que pedisse não fosse grande coisa.
Reconheço que deveria ter me levantado e ido embora, mas nessa hora a Natalia já tinha se apossado do meu pau através da calça e o tinha posicionado de um jeito que eu podia sentir as dobras da buceta dela se esfregando na minha extensão.
—Você é louca! —Soltou, inseguro de não me deixar levar. —Ela nunca vai aceitar! Será que você não percebeu, mas sua irmã, minha mulher, é orgulhosa como qualquer mulher! Nenhuma mulher orgulhosa dividiria o homem dela… —Foi quando ela me respondeu.
—Ha, ha, haaa… Deixa comigo! Minha irmã me ama e quando souber que não sou feliz, que não sou nada feliz sem ter você do meu lado, não vai ter outro jeito senão me pedir pra entrar na cama de vocês. —Eu ouvia e não conseguia acreditar naquilo, era impossível, eu conhecia a Irma, ela era muito ciumenta, eu já tinha traído ela, mas com cuidado, e nunca abusava disso.
—Você tá me dizendo que vai admitir pra ela que a gente transou?! —perguntei apavorado.
—O quê! Nãooo! Jamais! Se eu fizesse isso, não só te expulsaria de casa como nunca mais falaria comigo. —Ao ouvir isso, me acalmei um pouco, porque pelo menos meu casamento não corria perigo imediato. Tentando descobrir o que ela pretendia fazer, insisti pra que me explicasse.
—Esse é meu problema. —Respondeu morrendo de rir. —Vou usar psicologia feminina, mas agora, me ama! Vamos! Me fode que eu tô morrendo de vontade desde que desci do avião!
Mais excitado do que convencido, deixei meus hormônios agirem e, por cima da calcinha, acariciei os peitos dela, descobrindo que os seios da minha cunhada esperavam com os bicos duros pelos meus toques. Quando, tentando manter a calma, peguei um deles e apertei de leve, a Natalia me… Soltou um suspiro que falava da altíssima temperatura que o corpo dela tinha alcançado.
— Haaaaaaa. Haaaa. Siii, papai, haaa, Siiii, tasty, haaaaaaaaaa…
Esses gemidos conseguiram romper as amarras da minha moral e, sem conseguir evitar, levantei ela do sofá e puxei a calcinha pra baixo, revelando aquela buceta depilada e cuidada que eu conhecia tão bem. Só de ver, quase gozei de prazer — minha cunhada não era só gostosa e uma boqueteira foda, mas da ppk dela saía um cheiro afrodisíaco que dava vontade de chupar toda. Já dominado pela luxúria, levantei ela no colo e levei pro quarto dela. Assim que entrei, a Natália começou a me beijar com paixão, sem me dar tempo de tirar a calça.
— Me fode. — Pediu, toda descontrolada. — Já não aguento! Me fode logo, quero ser sua agora, por favor, me come! — De pé, segurando ela nos braços, tirei a calça e, num só golpe, penetrei ela contra a parede.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, Meu Deeeeeeeeeus!!!
Ela gritou ao se sentir invadida e forçada pelo meu pau, mas em vez de tentar escapar do castigo, se apoiou nos meus ombros pra aprofundar a ferida. A cabeça da minha rola bateu no fundo da buceta dela.
— Nããão! Hooo, hoooooooo… Não seja assim! Não seja bruto!!
Percebendo que tinha exagerado, esperei ela relaxar antes de começar uma cavalgada desenfreada, mas ela gritou:
— Vai, me dá tudo! Faz isso! Me come forte! Não aguento mais! Me come duro, papai! Faz logo! Não tem pena de mim!
Os gemidos e urros dela vinham junto com cada estocada minha, e em poucos segundos um fluxo quente escorreu pelas minhas pernas, enquanto a dona se arqueava nos meus braços de olhos virados, mistura de prazer e dor.
— Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, duro! hooooo, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, me dá duro, papaiiiii! haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… Siii, Meu Deus haaaaay! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa. —Mantendo ela naquela posição, eu gozei uma atrás da outra, enquanto meu corpo se preparava direitinho pra semear o ventre dela com minha semente. —Haaaaaaaaay, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, hussssffff, uffffff, haaaaaa, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, haaaaaaa, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa…
Não sabia se o que ela queria ia rolar, ou seja, convencer minha mulher a me dividir entre as duas, isso era algo realmente excitante, ter as duas irmãs, me deixava louco, a simples ideia me alucinava, mas eu custava a acreditar. Mas claro, naquele momento só queria aproveitar minha cunhada.
Continua…
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