Mente Tarada, Desejo Insaciável 1

Uma Mente Tarada Desejo Insaciável 1
Com o Selo de Prazer e Taras…

Meu nome é Lucas, tenho 55 anos, sou da Venezuela, e nessa idade ainda sou viciado em sexo, e continuo praticando, que é o que importa. Sou solteiro no momento, mas tenho 6 filhos, de 27, 26, 24, 20 e 18 anos, todos com mulheres diferentes. Embora alguns não acreditem, na minha idade consigo satisfazer os desejos de qualquer mulher. Desde moleque pratico esporte, sempre joguei rugby e nadei, sou de corpo atlético, olhos verdes, e tenho 1,88m, e na hora do banho todo mundo comentava sobre o tamanho do meu pau, 27 cm de comprimento e 17 de circunferência duro, graças à genética. As meninas se escondiam pra me ver enquanto eu tomava banho e eu, sabendo que me olhavam, batia uma punheta. Minha primeira relação sexual foi com uma amiga da minha mãe quando era bem novo, mas aos 17 aprendi tudo com uma puta. De todas que passei, nunca precisei pagar, porque pelo tamanho do meu pau, elas quase me pagavam, já que gozavam que nem loucas. Isso que vou contar aconteceu uns meses atrás, quando fui abastecer o carro. Estaciono o carro e sou atendido por uma mina muito gostosa que me diz:

— Vovô, que gasolina o senhor quer que eu coloque?

— Se você visse o que eu tenho aqui dentro da cueca, não me chamaria de vovô. — Se tem uma coisa que me irrita é me chamarem assim.

A mina se assustou, ficou vermelha e me pediu desculpas. Ela não tinha mais de 20 anos, olhos azuis, loira de cachos, lábios carnudos e sensuais, devia ter uns 1,71m, e pelo meu olho, as medidas dela eram 93-61-98, a bunda bem empinada e bem redondinha, e ela nunca imaginou que eu responderia uma coisa dessas. Então falei:

— Olha, amor, tenho 55 anos, mas, mesmo que você não acredite, posso fazer você gozar que nem uma puta no cio e deixar você de língua de fora. Se quiser experimentar uma relação diferente, me liga. — Deixei o número do meu celular. Na semana seguinte, volto pra abastecer, e a mesma mina se aproxima.

— Oi, o senhor se lembra de mim?

— Sim. — Respondi. Digo.
—Você não me ligou…
—Não, como vou ligar, não acho certo isso. Mas por que você não vem às 20h, quando meu turno termina, e a gente pode ir tomar algo, e, e, e… conversar.

Nessa hora, ela passou e subiu no meu carro. Levei ela a um lugar muito caro. Sentamos e ela me disse que não tinha experiência com homens, era virgem, mas se sentiu muito atraída e por isso queria conversar. Eu falei pra ela não se preocupar, que já tinha passado por isso muitas vezes e que em 55 anos nenhuma mulher tinha resistido a mim. Não contei que só aguentava as mulheres até os 30 e depois largava. Entre risadas, ela me disse: por que a gente não vai a um lugar mais tranquilo? Então levei ela pra minha casa. Estávamos sozinhos, já que meu filho, o de 25 que mora comigo, tinha saído com a namorada. Servi uma taça pra ela e sentamos na sala. Me aproximei e comecei a acariciar o rosto dela, depois passei pro pescoço. Ela não fazia nada. Abaixei a mão e enfiei por dentro da blusa dela e comecei a apalpar os peitos dela, os bicos estavam bem duros.

— Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha…

Desabotoei o sutiã dela e tirei, depois ajudei ela a tirar a blusa que tava vestindo, então ela ficou sem nada em cima. Me aproximei e comecei a lamber os peitos dela, que tinham um tamanho bem bom. Ela tirou minha camisa e começou a passar a mão na minha virilha, mas por cima da calça.

— Acho que você quer guerra. — Falei.

Ela não respondeu, continuava tentando pegar meu pau, mas não conseguiu. Eu desabotoei a calça dela, tirei e deixei ela só de fio dental, que tava completamente molhado dos sucos dela. Puxei pra o lado e comecei a enfiar meus dedos.

— Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, hussssffff, Uffff, haaaaaa. — Ela gemia e parou de me tocar.

Quando ela começou com os espasmos, já tinha tido o primeiro orgasmo dela. Então, puxei o fio dental que ela tava usando e comecei a passar a língua na buceta dela, que tava encharcada depois do orgasmo.

— Ahhhh, ohhh…. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, hussssffff, Uffff, haaaaaa, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, Haaaaaaa, ha, ha, Haaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, haaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa…
Meu pau não tava totalmente duro, cê imagina que na minha idade tem que dar uma ajudinha. Falei pra ela por que não tirava minha calça pra ficarmos mais confortáveis, tirei e fiquei só de cueca, dava pra ver o tamanho do meu pau meio duro, então ela enfiou a mão, puxou meu cacete e começou a bater uma. Já tava com um tamanho considerável e notei que ela ficou surpresa.
— Os paus dos meus namorados não tinham esse tamanho. — Ela disse, surpresa.
Enquanto ela batia uma pra mim, segurei ela pela nuca e puxei pra chupar. Ela começou a mamar como se fosse uma bezerra chupando o leite da vaca, ficamos uns 9 minutos assim.
— Tá gostando, amor? Tá gostando do gosto?
— Guhghgugm, Ghuhufufu, Ghuiuuguugy, Guuuhuhfh… — Era o único som que saía da boca dela.
E comecei a sentir que ia gozar, tirei da boca dela, fui pegar um pouco de vaselina na cozinha, quando voltei ela já tava se masturbando que nem uma putinha, ri e falei pra guardar energia que ia precisar. Passei o dedo naquela buceta molhadinha, passei um pouco no meu pau, abri as pernas dela e me aproximei pra penetrar, mas ela fechou as pernas e disse que não.
— Tô com medo, nunca deixei nenhum homem fazer isso, tô com medo, não, não…
Não ia fazer na força, não sou assim, gosto que elas se entreguem sozinhas, então falei que ia ser muito bom e que ela não ia se arrepender, o problema é que na hora meu pau tinha broxado e eu não ia conseguir penetrar, ela percebeu e chupou um pouco até ficar duro de novo. Via medo na cara dela, então primeiro coloquei só a cabeça e fui enfiando devagar.
— Haaaaaah, haaaaaah, haaaaaaaay, haaaaaaaay…
Foi difícil, sentia bastante dor mas sabia que era normal com uma virgem, respirei fundo e enfiei tudo, ela gritou tanto que acho que os vizinhos ouviram.
— ¡¡¡Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay!!!
Vi que as lágrimas escorriam lágrimas de dor, então comecei a bombar devagar até ver que o prazer superava a dor. Ela começou a gemer e me pedir pra meter.

— Haaaaaai, ai, ai, ai, ai, aai, ai, ai, aaaaai, me mete! Uffff, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, aai, ai, me mete! Mmmmnnnnn, ai, ai, ai, ai, me mete! Haaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ai, ai, ai, ai, ai, aaaaaaaaaaa… Haaaaaaaaaaaaaaaai, ai, ai, ai, ai, ai, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ô, ô, ô, ô, ô, ô, Mmmmnnnnn… Hooo… não, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai já, ai, ai, aaaaa… Mmmmnnn, ai, ai, ai, ai, ai Mmnmnnn, ai, ai, ai, ai, ai Continuaaaaa! Mmmmnnnnn, ai, ai, ai, ai, ai, Continuaaaaa!… Hooo… não, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai já, ai, ai, aaaaa… ai, ai, ai, ai, aaaaai, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso! Siiiiim! Eu adoroooo! Continuaaaaa! Que delíciaaaaa! haaaaa eu amo, papai!

A gente não tava numa posição muito confortável, mas continuei até encher o corpo todo dela de porra. Ela já tinha tido o terceiro orgasmo. Descansamos uns minutos e convidei ela pra subir pro meu quarto. O sofá ficou manchado de sangue, assim como meu pau. Subimos pelados pela escada e deitamos na cama. Eu ainda não tava pronto pra continuar, então ela deitou do meu lado e começou a acariciar os pelos do meu peito, foi descendo até chegar no meu pau, que tava totalmente mole, mas não demorou pra endurecer com o toque dela. Ela sentou em cima de mim enquanto eu continuava me masturbando, quando viu que eu tava quase lá, pegou e meteu de uma vez e começou a cavalgar. Vocês não imaginam como ela se mexia, gritava que nem uma louca, eu não aguentava mais, não conseguia acreditar.

— Haaaaaa, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, aaaaa, haaaaaaaaaa, me fode, ai, ai, ai, ai, ai, aai, ai, ai, aaaaai, que gostoso! Mmnmnnn, ai, ai, ai, ai, ai, aaaaaaaaaaa… ai, ai, aaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, Haaaaaaaaaaaa, ai, ai, ai, aaaaai… Me dá mais, sim me dá mais Siiiim assim haaa Siiim! ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, Me dá mais! ai, ai, ai, ai, ai ha, ha, ha, ¡Mais! ¡Mais! ¡Mais! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ¡Mais haaa! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ¡gostoso haa! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ¡Continua, não para! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaay… Papai haaaa Gostosoooo! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Uma garota com tão pouca experiência que me faz gozar assim, não demorou pra eu gozar dentro dela. Fiquei destruído, apaguei e só lembro quando acordei e vi ela dormindo pelada com a cabeça apoiada no meu peito. Deixei ela dormir e fui tomar banho, já que era tarde e eu tinha que ir pro escritório. Enquanto eu tomava banho, ela entrou no banheiro e veio comigo no chuveiro. Eu queria mais, mas nem sabia se ia conseguir de novo. Porém, não sei como ela fez, mas meu pau subiu de novo, e a gente transou em pé.
--Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ¡AHHHHHHHHHH!...
Ela sussurrou que queria que eu gozasse na boca dela, então ela levou meu pedaço pra boca e eu joguei todo o sêmen na boca dela. A gente se vestiu e, ao sair, cruzei com meu filho saindo do quarto dele, e ele me disse:
--Espero que na sua idade eu consiga fazer igual você. - Depois ele disse que tinha nos visto enquanto a gente transava.
A gente continuou o relacionamento e hoje moramos juntos. Ela tem 20 e eu 55, transamos direto. Vou contar: quando ela me levou pra conhecer a família dela.
Continua…

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