Domando a gostosa da minha cunhada 1
Com o Selo de Prazer e Tesão…
A bunda da minha cunhada é o desejo de todo mundo que a conhece, homem ou mulher, não acho que tô exagerando, não acho que tenha alguém que não sonhe em foder aquela raba que deixa todo mundo com tesão durante as intermináveis ceias em família. Muitos de nós temos uma irmã da nossa mulher que, além de ser uma gostosa, a gente queria ter à disposição pra dar uma boa fodida. Em outras vezes, nossa cunhada é uma safada manipuladora que tornou nossa vida um inferno por anos e, pra nos vingar, adoraríamos comer ela. Meu caso cobre as duas situações. A Natália, além de ser talvez a mulher mais linda e sexual que já vi na vida, e olha que já vi umas minas gostosas pra caralho, é uma filha da puta egoísta que vive me ferrando desde que eu era namorado da irmã dela. Pra começar, o jeito mais fácil de descrever ela é dizer que essa puta sem escrúpulos parece saída de um anúncio da Victoria's Secret, mas em vez de ser um anjo, é um demônio do inferno que adora humilhar todo mundo ao redor, especialmente os homens. Com uma cabeleira morena e uns lábios que dá vontade de morder, essa vagabunda tem uma cara de menina boazinha que não faz jus ao seu caráter. Os olhos verdes dessa mulher são de um bicho insensível que vive humilhando quem cruza o caminho dela, pra todo lado, sem dó. Reconheço que tenho ódio dela desde que era namorado da irmã, mas também que toda vez que vejo ela, fico todo arrepiado e acabo descontando na irmã. Os peitões enormes dela e aquela bunda em formato de coração são uma tentação irresistível. Noites inteiras passei sonhando que um dia teria aquela gostosa nas minhas mãos e que, dominada pela paixão, ela me pediria pra comer ela no banheiro da casa dos pais. Esse desejo doido foi se acumulando por anos até virar uma verdadeira obsessão. Infelizmente, o péssimo... caráter e nossa má relação impediram que eu sequer tentasse algo mais íntimo com ela. Nosso único contato eram frases curtas e educadas que escondiam nossa inimizade aos olhos da irmã dela, minha esposa. Ela tinha 1,76m, magra, suas medidas eram 97-58-101, e pode acreditar, meu cálculo é exato, com pernas longas e firmes. Os peitos dela são operados e são uma beleza, a bunda dela é fruto de horas e horas de academia com dieta rigorosa, com abdômen trincado e cintura fina, fazendo essa raba se destacar ainda mais, principalmente quando usa saias curtas ou calças coladas no corpo.
Irma, minha mulher, sempre ignorou que eu a detestava desde uma noite em que ainda era namorado da Irma, embora não fosse nada sério. Estava bebendo com uns amigos e encontrei com ela num bar. Naquela noite, vendo que a Natalia estava bêbada, pensei que o melhor era levá-la pra casa pra não passar mais vergonha. Tive que arrastá-la quase à força e, já no carro, ela começou a se insinuar. Confesso que por um momento me animei a tentar algo, mas meu sexto sentido me segurou, ou algo assim, e eu fiz o certo, falei pra ela:
— Você é muito linda, gostosa, mas é irmã da minha namorada e eu amo ela.
Assim que ouviu isso, ela se transformou. Me empurrou e começou a gritar que eu era um lixo, um idiota e tudo mais. Eu me senti aliviado e orgulhoso, porque não tinha caído naquela armadilha. E não é que eu fosse muito fiel, nada disso, admito que já traí minha namorada, hoje esposa, várias vezes e com muitas mulheres, mas já estava avisado: quer dizer, já tinham me falado que tipo de mulher ela era e eu já conhecia um pouco do histórico, então sabia como seria. Não quis entrar nesse jogo. O problema é que ofendi uma mulher que sempre esteve acostumada a conseguir tudo o que queria. Aquela puta sem coração disse que contaria pra minha mulher que eu tinha passado dos limites, que era a palavra dela contra a minha, a da irmã querida, fiel e amada contra a do novo namorado. Naquela época, eu ainda não tinha... Não consegui nada com minha agora esposa, e pra ser sincero, nem queria. Além disso, tenho meu orgulho de homem também — como é que uma puta vai me chantagear com algo que nunca fiz? A chantagem dela não foi por dinheiro nem nada material, foi pior. A Natalia me coagiu por anos, ameaçando contar tudo, mas eu não sabia o que era "tudo", já que não tinha nada. Somos executivos de alto nível e trabalhamos na mesma empresa, então essa mulher fria não hesitou em me roubar contratos e até clientes só porque eu a humilhei uma noite.
A história que vou contar tem tudo a ver com isso. A farmacêutica onde trabalhamos faz, a cada dois anos, uma convenção mundial em algum lugar do planeta. Naquele ano, escolheram a Espanha, em Ibiza. Esse relato é sobre como consegui não só comer aquela puta da minha cunhada, mas também me diverti arrombando a bunda dela numa das praias. Ainda parece que foi ontem: no meio de um encontro de família, a Natalia passou a tarde inteira explicando pra minha esposa o comportamento libertino de todo mundo na empresa nesse tipo de evento.
— E não pense que seu marido é exceção. Os homens nessas reuniões agem como machos famintos, prontos pra baixar as calças seja com uma puta ou com uma colega que seja minimamente solícita.
— O Emmanuel não é assim! — respondeu minha esposa, me defendendo.
— Querida, cai na real! Só existem dois tipos de homem: os infiéis e os eunucos. Todos os machos da nossa espécie trepam com qualquer mulher na primeira oportunidade. Não confie em nenhum, pode acreditar, eu entendo disso.
Embora estivesse presente na conversa, não intervim porque, se fizesse, teria saído queimado. Quando chegamos em casa, sofri um interrogatório digno da Gestapo e da Santa Inquisição por parte da minha esposa, que exigiu que eu listasse todas as colegas que iriam praquela convenção.
Eu, na real, tava bem na fita. Media 1,86m, peleia branca meio queimada de sol, olhos verde-mar, lábios carnudos, corpo bonito porque malhava pra caralho, e transava muito, não tem cardio melhor que sexo, enfim, tinha as costas largas que nem um nadador profissional, abdômen reto, não tão definido quanto eu queria, braços e pernas compridos, mãos e pés grandes, e também bolas grandes e uma pica de 25 centímetros de comprimento e 16 de circunferência, meu orgulho. Quando expliquei que era de nível mundial e que não sabia quem ia vir de cada país, ela ficou com ciúme pra caralho e me obrigou a contar quem ia do escritório.
— Somos dez, mas além da sua irmã, as únicas duas mulheres que vão são a Luciana e a Mariana, que, como você bem sabe, são sapatão. Agora vai saber com quem vou pegar dos outros países.
Mais calma, ela meio que pediu desculpa, mas quando já estávamos na cama, confessou que tinha pedido pra Natalia me vigiar. Só conseguia pensar: "Essa puta de novo!"
— Você não confia em mim?
— Confio. — Respondeu. — Mas tendo minha irmã como seu anjo da guarda, garanto que nenhuma puta vai tentar te pegar. — Sem vontade de brigar, decidi deixar pra lá e, virando de costas, dormi.
— Fala o que quiser, amor. — Falei sem demonstrar interesse.
A convenção finalmente chegou. Quem já esteve num evento desse tipo sabe que as palestras, apresentações e outras atividades são só desculpa pra tentar melhorar a interação entre os membros das diferentes áreas de uma empresa. A real é que o mais importante dessas reuniões acontece ao redor do bar. Lembro que, ao chegar no hotel, vi com desgosto que o acaso tinha colocado a filha da puta da minha querida cunhada no quarto ao lado. Admito que fiquei puto porque, com ela tão perto, ia ser impossível dar uma escapada com alguma colega. Por isso, assumindo que não ia conseguir comer ninguém por ali, decidi focar no meu trabalho. Sr. Smith, nosso chefe, o grande chefe, o mandachuva absoluto da empresa foi meu alvo. Desde a manhã do primeiro dia, me juntei a ele e fiquei puxando o saco dele o dia inteiro. Como vocês podem imaginar, Natalia, ao ver que eu tinha feito tão boas migas com o presidente, me parou no meio do corredor e exigiu que eu o apresentasse a ela durante o jantar naquela noite.
— Preciso que você me apresente a ele! — Ela me pressionou.
— Isso vai ser difícil, ainda não tenho essa intimidade.
— Nada disso, você vai fazer isso, ou vai saber o que é bom quando chegarmos em casa! — Essa puta.
Não tive dúvida de que a intenção dela era seduzir o velho e, assim, subir de cargo na estrutura.
— Tá bom. — Falei com cara séria, aceitei.
Embora por dentro eu estivesse meio feliz por já conhecer os gostos daquele velho. A irmã da minha mulher nunca teria me pedido pra contatá-la com aquele sujeito se soubesse que aquele pervertido curtia sexo só como observador e que, durante a última convenção, eu tinha comido a chefe de RH enquanto ele, que teve um problema no coração e agora o pau dele não sobe como deveria, ou algo assim, não sei bem disso, sentado numa cadeira no mesmo quarto. Decidido a não perder a chance de comer aquela gostosa. Entre duas palestras, me aproximei do velho e, apontando pra minha cunhada, expliquei meus planos. Morrendo de rir, ele me perguntou se eu achava que a Natalia toparia.
— Albert, não só acho como tenho certeza. Essa puta é um parasita que usa todo tipo de truque pra subir na hierarquia e se aproveitar dos homens.
— Beleza, o fato de ser sua cunhada torna tudo mais interessante.
— Essa mulher é o próprio demônio. — Falei, e ele riu.
— Se você tá disposto, por mim não tem problema. Vocês vão sentar do meu lado. — E com um aperto de mão, confirmamos nosso acordo.
Satisfeito com o rumo dos acontecimentos, cheguei naquela gostosa e, pegando ela pelo braço, expliquei. que naquela noite nós dois seríamos os convidados principais do grande chefe.
—Consegui que ele nos convidasse pra ficar com ele. —Falei. —É sua chance de se destacar na frente do chefe. —Disse pra ela. Sem acreditar na sorte, Natália me agradeceu pelos meus esforços e, com um sorriso, falou num tom pomposo.
—Quando eu for diretora, vou lembrar de você, cunhado, e de como vou te dever muito.
—Não se preocupa, se chegar a hora e você esquecer, sou eu quem vai te lembrar! —Você nem sabe o que te espera, vagabunda.
Juro que ver ela tão ansiosa pra seduzir aquele homem, coitado, na verdade coitada era dela, me excitou e, me afastando dela pra ela não perceber, combinei de buscá-la às nove no quarto dela. Celebrando minha vitória de antemão, fui pro bar, pedi um uísque. Lá, encontrei a Maria, uma mulher de 1,67, com curvas enormes, medidas tipo 95-62-99, pernas carnudas e uma bunda bem empinada e redondinha, com uma cara de safada, olhos verdes e cabelo loiro comprido meio ondulado. Ela era uma diretora com quem eu tinha estado no evento passado. As intenções dela foram claras desde o começo, porque assim que me cumprimentou, já perguntou na lata se eu queria repetir, enquanto passava a mão na minha perna. Vendo que o serviço tava acumulando, quase recusei os elogios dela, mas quando olhei praquele decote profundo e vi que, por baixo do vestido, aquela loira tinha os bicos dos peitos durinhos, olhei pro relógio.
—"São cinco" —Pensei. —"Tenho três horas".
Confirmando que dava tempo de brincar um pouco antes do jantar, perguntei o número do quarto dela e, terminando minha bebida, combinei de encontrá-la lá em 7 minutos. Disfarçando, a loira de raízes inglesas se despediu de mim e sumiu do bar. Matando tempo, fui cumprimentar uns conhecidos e depois segui direto pro elevador. Infelizmente, não percebi que minha futura vítima tinha descoberto tudo e que, assim que entrei nele, ela... Aproximei pra ver em que andar eu descia. Alheio à averiguação dela, cheguei até o quarto da mulher e, batendo na porta, entrei. Maria me recebeu com uma safadeza e, sem me dar tempo de reagir, se jogou nos meus braços. Nem esperou eu fechar a porta, igual uma selvagem começou a desabotoar minha calça e, puxando meu pau, quis chupá-lo.
— Uuuh, calma, mulher. — Não deixei. Virando ela, baixei a calcinha e, sem mais delongas, enfiei violentamente.
— Haaaaaaaaaaaaaaaai. — A loira gritou, rebolando enquanto gemia de prazer. — Ahhhh, ohhh. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa. — De pé, apoiando os braços na parede, se deixou foder sem reclamar. Só os gemidos dela invadiam aquele quarto.
Se no começo meu pau encontrou a buceta dela meio fechada e seca, depois de alguns segundos, graças à excitação da mulher, mudou rápido, enquanto ela se derretia com minha pica.
— Haaa, haaaa, haaaaaaaaaaa, Ahhhhh que gostoso, adorei.
— Você tá uma delícia, senti muito sua falta, essa sua buceta tão apertadinha. — Falei rangendo os dentes, sem parar de meter.
Vocês não fazem ideia do que foi: gritando alto, ela gozou quando eu mal tinha começado e, daí em diante, emendou um orgasmo atrás do outro enquanto me implorava pra não parar.
— Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… Ohhhh uhmmmm ahhhhhhhh que delícia haaaaaa, haaaaa, haaaaa Mmmmnnnnn… haaaaaaaaaaaaa.
— Não goza ainda. — Exigi. — Ainda não, tão rápido não, ainda não, é muito cedo, puta, aguenta.
— Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa é que haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha é que é difícil Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Ohhhh uhmmmm ahhhhhhhh, ha, ha é muito difícil. Papi haaaaaaaaaaaaaay.
Mas ela não aguentou mais de 10 minutos quando mexeu os quadris e deu um suspiro fundo com um leve gemido.
--Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay. -Vi que ela tinha molhado a cama com os líquidos dela.
--Maria bucetuda que você é, hein! Gozou rápido, hein, e eu te falei pra não fazer, te ordenei que não. -Ela tentou tirar os saltos dos pés, mas na posição dela era difícil.
--Haaaa, haaaa desculpa, papi, é que tava há tempos te desejando, tava no fogo, não tem ideia da vontade que eu tava carregando.
--Bom, vamos continuar! -Falei. E ela sorriu.
--Sim, continua, papi, continua, me dá mais forte! -Eu enfiei de novo com mais força.
--Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha Continuaaaaa, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, Continuaaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii, eu adoroooo, Continuaaaaa, que Delíciaaaaa, haaaaa eu amo, papi haaaaaaa… continua, não para, papi! sou toda sua, continua, não para, papi! Continua, não para, papi! Ahhhhh continua, não para, papi! Ohhhh, continua, não para, papi! Continua, não para, por favoooor! Ohhhhhhhhh...
Claro que não parei, pegando os peitos dela nas minhas mãos, forcei meu ritmo até que a buceta dela virou uma geleira onde minhas bolas não paravam de bater.
--Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, Continuaaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii… Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Meu Deus! -Ela uivou ao sentir que eu a pegava no colo.
Levei ela até minha cama sem tirar minha extensão de dentro dela e, já totalmente entregue, ela se viu jogada sobre os lençóis. Ao cair nela, meu pau cravou até o fundo da boceta dela e, longe de se debater, ela recebeu com prazer meu trato, dizendo. —Me fode! Vaiiiii, que delíciaaaa, haaaaa adoro, papai haaaaaaa…
Seus desejos eram ordens e, passando minha mão por baixo, levantei sua bunda e realizei seu desejo, penetrando-a com ainda mais intensidade. Pedindo uma trégua, ela tirou o que restava de roupa, deixando-me aproveitar seu corpo nu e, mexendo a bunda, buscou retomar nossa luxúria. Alucinado pela perfeição dos mamilos dela, levei minhas mãos até seus peitos e, juntando os dois bicos entre meus dedos, apertei-os de leve. Meu gesto involuntário foi o sinal para o início de sua cavalgada selvagem. Maria, usando meu pau como se fosse um facão, empalou-se nele enquanto, berrando como uma louca, gritava sua paixão. Instigado por suas palavras, marquei nosso ritmo com tapas na bunda dela.
—Haaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaa. —Ela, ao sentir as duras carícias nas nádegas, implorou para que eu continuasse. —Ahhhh ohhh que gostoso, siiiim, eu adoroooo, vaiiiii, que delíciaaaa, haaaaa adoro, papai haaaaaaa… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaa… —Mas o acúmulo de sensações me dominou e, derramando-me dentro dela, gozei selvagemente.
Exausto, deixei meu corpo cair ao lado dela e continuei beijando-a enquanto descansava. Quando minha amiga quis reanimar meu pau com lambidas, agarrei seu rosto e, afastando-me dela, expliquei que já tinha que ir.
—E isso?!
—Tenho algo importante pra fazer. —Falei, mas ela não parecia muito convencida das minhas palavras.
Continua…
Com o Selo de Prazer e Tesão…
A bunda da minha cunhada é o desejo de todo mundo que a conhece, homem ou mulher, não acho que tô exagerando, não acho que tenha alguém que não sonhe em foder aquela raba que deixa todo mundo com tesão durante as intermináveis ceias em família. Muitos de nós temos uma irmã da nossa mulher que, além de ser uma gostosa, a gente queria ter à disposição pra dar uma boa fodida. Em outras vezes, nossa cunhada é uma safada manipuladora que tornou nossa vida um inferno por anos e, pra nos vingar, adoraríamos comer ela. Meu caso cobre as duas situações. A Natália, além de ser talvez a mulher mais linda e sexual que já vi na vida, e olha que já vi umas minas gostosas pra caralho, é uma filha da puta egoísta que vive me ferrando desde que eu era namorado da irmã dela. Pra começar, o jeito mais fácil de descrever ela é dizer que essa puta sem escrúpulos parece saída de um anúncio da Victoria's Secret, mas em vez de ser um anjo, é um demônio do inferno que adora humilhar todo mundo ao redor, especialmente os homens. Com uma cabeleira morena e uns lábios que dá vontade de morder, essa vagabunda tem uma cara de menina boazinha que não faz jus ao seu caráter. Os olhos verdes dessa mulher são de um bicho insensível que vive humilhando quem cruza o caminho dela, pra todo lado, sem dó. Reconheço que tenho ódio dela desde que era namorado da irmã, mas também que toda vez que vejo ela, fico todo arrepiado e acabo descontando na irmã. Os peitões enormes dela e aquela bunda em formato de coração são uma tentação irresistível. Noites inteiras passei sonhando que um dia teria aquela gostosa nas minhas mãos e que, dominada pela paixão, ela me pediria pra comer ela no banheiro da casa dos pais. Esse desejo doido foi se acumulando por anos até virar uma verdadeira obsessão. Infelizmente, o péssimo... caráter e nossa má relação impediram que eu sequer tentasse algo mais íntimo com ela. Nosso único contato eram frases curtas e educadas que escondiam nossa inimizade aos olhos da irmã dela, minha esposa. Ela tinha 1,76m, magra, suas medidas eram 97-58-101, e pode acreditar, meu cálculo é exato, com pernas longas e firmes. Os peitos dela são operados e são uma beleza, a bunda dela é fruto de horas e horas de academia com dieta rigorosa, com abdômen trincado e cintura fina, fazendo essa raba se destacar ainda mais, principalmente quando usa saias curtas ou calças coladas no corpo.
Irma, minha mulher, sempre ignorou que eu a detestava desde uma noite em que ainda era namorado da Irma, embora não fosse nada sério. Estava bebendo com uns amigos e encontrei com ela num bar. Naquela noite, vendo que a Natalia estava bêbada, pensei que o melhor era levá-la pra casa pra não passar mais vergonha. Tive que arrastá-la quase à força e, já no carro, ela começou a se insinuar. Confesso que por um momento me animei a tentar algo, mas meu sexto sentido me segurou, ou algo assim, e eu fiz o certo, falei pra ela:
— Você é muito linda, gostosa, mas é irmã da minha namorada e eu amo ela.
Assim que ouviu isso, ela se transformou. Me empurrou e começou a gritar que eu era um lixo, um idiota e tudo mais. Eu me senti aliviado e orgulhoso, porque não tinha caído naquela armadilha. E não é que eu fosse muito fiel, nada disso, admito que já traí minha namorada, hoje esposa, várias vezes e com muitas mulheres, mas já estava avisado: quer dizer, já tinham me falado que tipo de mulher ela era e eu já conhecia um pouco do histórico, então sabia como seria. Não quis entrar nesse jogo. O problema é que ofendi uma mulher que sempre esteve acostumada a conseguir tudo o que queria. Aquela puta sem coração disse que contaria pra minha mulher que eu tinha passado dos limites, que era a palavra dela contra a minha, a da irmã querida, fiel e amada contra a do novo namorado. Naquela época, eu ainda não tinha... Não consegui nada com minha agora esposa, e pra ser sincero, nem queria. Além disso, tenho meu orgulho de homem também — como é que uma puta vai me chantagear com algo que nunca fiz? A chantagem dela não foi por dinheiro nem nada material, foi pior. A Natalia me coagiu por anos, ameaçando contar tudo, mas eu não sabia o que era "tudo", já que não tinha nada. Somos executivos de alto nível e trabalhamos na mesma empresa, então essa mulher fria não hesitou em me roubar contratos e até clientes só porque eu a humilhei uma noite.
A história que vou contar tem tudo a ver com isso. A farmacêutica onde trabalhamos faz, a cada dois anos, uma convenção mundial em algum lugar do planeta. Naquele ano, escolheram a Espanha, em Ibiza. Esse relato é sobre como consegui não só comer aquela puta da minha cunhada, mas também me diverti arrombando a bunda dela numa das praias. Ainda parece que foi ontem: no meio de um encontro de família, a Natalia passou a tarde inteira explicando pra minha esposa o comportamento libertino de todo mundo na empresa nesse tipo de evento.
— E não pense que seu marido é exceção. Os homens nessas reuniões agem como machos famintos, prontos pra baixar as calças seja com uma puta ou com uma colega que seja minimamente solícita.
— O Emmanuel não é assim! — respondeu minha esposa, me defendendo.
— Querida, cai na real! Só existem dois tipos de homem: os infiéis e os eunucos. Todos os machos da nossa espécie trepam com qualquer mulher na primeira oportunidade. Não confie em nenhum, pode acreditar, eu entendo disso.
Embora estivesse presente na conversa, não intervim porque, se fizesse, teria saído queimado. Quando chegamos em casa, sofri um interrogatório digno da Gestapo e da Santa Inquisição por parte da minha esposa, que exigiu que eu listasse todas as colegas que iriam praquela convenção.
Eu, na real, tava bem na fita. Media 1,86m, peleia branca meio queimada de sol, olhos verde-mar, lábios carnudos, corpo bonito porque malhava pra caralho, e transava muito, não tem cardio melhor que sexo, enfim, tinha as costas largas que nem um nadador profissional, abdômen reto, não tão definido quanto eu queria, braços e pernas compridos, mãos e pés grandes, e também bolas grandes e uma pica de 25 centímetros de comprimento e 16 de circunferência, meu orgulho. Quando expliquei que era de nível mundial e que não sabia quem ia vir de cada país, ela ficou com ciúme pra caralho e me obrigou a contar quem ia do escritório.
— Somos dez, mas além da sua irmã, as únicas duas mulheres que vão são a Luciana e a Mariana, que, como você bem sabe, são sapatão. Agora vai saber com quem vou pegar dos outros países.
Mais calma, ela meio que pediu desculpa, mas quando já estávamos na cama, confessou que tinha pedido pra Natalia me vigiar. Só conseguia pensar: "Essa puta de novo!"
— Você não confia em mim?
— Confio. — Respondeu. — Mas tendo minha irmã como seu anjo da guarda, garanto que nenhuma puta vai tentar te pegar. — Sem vontade de brigar, decidi deixar pra lá e, virando de costas, dormi.
— Fala o que quiser, amor. — Falei sem demonstrar interesse.
A convenção finalmente chegou. Quem já esteve num evento desse tipo sabe que as palestras, apresentações e outras atividades são só desculpa pra tentar melhorar a interação entre os membros das diferentes áreas de uma empresa. A real é que o mais importante dessas reuniões acontece ao redor do bar. Lembro que, ao chegar no hotel, vi com desgosto que o acaso tinha colocado a filha da puta da minha querida cunhada no quarto ao lado. Admito que fiquei puto porque, com ela tão perto, ia ser impossível dar uma escapada com alguma colega. Por isso, assumindo que não ia conseguir comer ninguém por ali, decidi focar no meu trabalho. Sr. Smith, nosso chefe, o grande chefe, o mandachuva absoluto da empresa foi meu alvo. Desde a manhã do primeiro dia, me juntei a ele e fiquei puxando o saco dele o dia inteiro. Como vocês podem imaginar, Natalia, ao ver que eu tinha feito tão boas migas com o presidente, me parou no meio do corredor e exigiu que eu o apresentasse a ela durante o jantar naquela noite.
— Preciso que você me apresente a ele! — Ela me pressionou.
— Isso vai ser difícil, ainda não tenho essa intimidade.
— Nada disso, você vai fazer isso, ou vai saber o que é bom quando chegarmos em casa! — Essa puta.
Não tive dúvida de que a intenção dela era seduzir o velho e, assim, subir de cargo na estrutura.
— Tá bom. — Falei com cara séria, aceitei.
Embora por dentro eu estivesse meio feliz por já conhecer os gostos daquele velho. A irmã da minha mulher nunca teria me pedido pra contatá-la com aquele sujeito se soubesse que aquele pervertido curtia sexo só como observador e que, durante a última convenção, eu tinha comido a chefe de RH enquanto ele, que teve um problema no coração e agora o pau dele não sobe como deveria, ou algo assim, não sei bem disso, sentado numa cadeira no mesmo quarto. Decidido a não perder a chance de comer aquela gostosa. Entre duas palestras, me aproximei do velho e, apontando pra minha cunhada, expliquei meus planos. Morrendo de rir, ele me perguntou se eu achava que a Natalia toparia.
— Albert, não só acho como tenho certeza. Essa puta é um parasita que usa todo tipo de truque pra subir na hierarquia e se aproveitar dos homens.
— Beleza, o fato de ser sua cunhada torna tudo mais interessante.
— Essa mulher é o próprio demônio. — Falei, e ele riu.
— Se você tá disposto, por mim não tem problema. Vocês vão sentar do meu lado. — E com um aperto de mão, confirmamos nosso acordo.
Satisfeito com o rumo dos acontecimentos, cheguei naquela gostosa e, pegando ela pelo braço, expliquei. que naquela noite nós dois seríamos os convidados principais do grande chefe.
—Consegui que ele nos convidasse pra ficar com ele. —Falei. —É sua chance de se destacar na frente do chefe. —Disse pra ela. Sem acreditar na sorte, Natália me agradeceu pelos meus esforços e, com um sorriso, falou num tom pomposo.
—Quando eu for diretora, vou lembrar de você, cunhado, e de como vou te dever muito.
—Não se preocupa, se chegar a hora e você esquecer, sou eu quem vai te lembrar! —Você nem sabe o que te espera, vagabunda.
Juro que ver ela tão ansiosa pra seduzir aquele homem, coitado, na verdade coitada era dela, me excitou e, me afastando dela pra ela não perceber, combinei de buscá-la às nove no quarto dela. Celebrando minha vitória de antemão, fui pro bar, pedi um uísque. Lá, encontrei a Maria, uma mulher de 1,67, com curvas enormes, medidas tipo 95-62-99, pernas carnudas e uma bunda bem empinada e redondinha, com uma cara de safada, olhos verdes e cabelo loiro comprido meio ondulado. Ela era uma diretora com quem eu tinha estado no evento passado. As intenções dela foram claras desde o começo, porque assim que me cumprimentou, já perguntou na lata se eu queria repetir, enquanto passava a mão na minha perna. Vendo que o serviço tava acumulando, quase recusei os elogios dela, mas quando olhei praquele decote profundo e vi que, por baixo do vestido, aquela loira tinha os bicos dos peitos durinhos, olhei pro relógio.
—"São cinco" —Pensei. —"Tenho três horas".
Confirmando que dava tempo de brincar um pouco antes do jantar, perguntei o número do quarto dela e, terminando minha bebida, combinei de encontrá-la lá em 7 minutos. Disfarçando, a loira de raízes inglesas se despediu de mim e sumiu do bar. Matando tempo, fui cumprimentar uns conhecidos e depois segui direto pro elevador. Infelizmente, não percebi que minha futura vítima tinha descoberto tudo e que, assim que entrei nele, ela... Aproximei pra ver em que andar eu descia. Alheio à averiguação dela, cheguei até o quarto da mulher e, batendo na porta, entrei. Maria me recebeu com uma safadeza e, sem me dar tempo de reagir, se jogou nos meus braços. Nem esperou eu fechar a porta, igual uma selvagem começou a desabotoar minha calça e, puxando meu pau, quis chupá-lo.
— Uuuh, calma, mulher. — Não deixei. Virando ela, baixei a calcinha e, sem mais delongas, enfiei violentamente.
— Haaaaaaaaaaaaaaaai. — A loira gritou, rebolando enquanto gemia de prazer. — Ahhhh, ohhh. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa. — De pé, apoiando os braços na parede, se deixou foder sem reclamar. Só os gemidos dela invadiam aquele quarto.
Se no começo meu pau encontrou a buceta dela meio fechada e seca, depois de alguns segundos, graças à excitação da mulher, mudou rápido, enquanto ela se derretia com minha pica.
— Haaa, haaaa, haaaaaaaaaaa, Ahhhhh que gostoso, adorei.
— Você tá uma delícia, senti muito sua falta, essa sua buceta tão apertadinha. — Falei rangendo os dentes, sem parar de meter.
Vocês não fazem ideia do que foi: gritando alto, ela gozou quando eu mal tinha começado e, daí em diante, emendou um orgasmo atrás do outro enquanto me implorava pra não parar.
— Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… Ohhhh uhmmmm ahhhhhhhh que delícia haaaaaa, haaaaa, haaaaa Mmmmnnnnn… haaaaaaaaaaaaa.
— Não goza ainda. — Exigi. — Ainda não, tão rápido não, ainda não, é muito cedo, puta, aguenta.
— Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa é que haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha é que é difícil Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Ohhhh uhmmmm ahhhhhhhh, ha, ha é muito difícil. Papi haaaaaaaaaaaaaay.
Mas ela não aguentou mais de 10 minutos quando mexeu os quadris e deu um suspiro fundo com um leve gemido.
--Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay. -Vi que ela tinha molhado a cama com os líquidos dela.
--Maria bucetuda que você é, hein! Gozou rápido, hein, e eu te falei pra não fazer, te ordenei que não. -Ela tentou tirar os saltos dos pés, mas na posição dela era difícil.
--Haaaa, haaaa desculpa, papi, é que tava há tempos te desejando, tava no fogo, não tem ideia da vontade que eu tava carregando.
--Bom, vamos continuar! -Falei. E ela sorriu.
--Sim, continua, papi, continua, me dá mais forte! -Eu enfiei de novo com mais força.
--Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha Continuaaaaa, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, Continuaaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii, eu adoroooo, Continuaaaaa, que Delíciaaaaa, haaaaa eu amo, papi haaaaaaa… continua, não para, papi! sou toda sua, continua, não para, papi! Continua, não para, papi! Ahhhhh continua, não para, papi! Ohhhh, continua, não para, papi! Continua, não para, por favoooor! Ohhhhhhhhh...
Claro que não parei, pegando os peitos dela nas minhas mãos, forcei meu ritmo até que a buceta dela virou uma geleira onde minhas bolas não paravam de bater.
--Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, Continuaaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii… Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Meu Deus! -Ela uivou ao sentir que eu a pegava no colo.
Levei ela até minha cama sem tirar minha extensão de dentro dela e, já totalmente entregue, ela se viu jogada sobre os lençóis. Ao cair nela, meu pau cravou até o fundo da boceta dela e, longe de se debater, ela recebeu com prazer meu trato, dizendo. —Me fode! Vaiiiii, que delíciaaaa, haaaaa adoro, papai haaaaaaa…
Seus desejos eram ordens e, passando minha mão por baixo, levantei sua bunda e realizei seu desejo, penetrando-a com ainda mais intensidade. Pedindo uma trégua, ela tirou o que restava de roupa, deixando-me aproveitar seu corpo nu e, mexendo a bunda, buscou retomar nossa luxúria. Alucinado pela perfeição dos mamilos dela, levei minhas mãos até seus peitos e, juntando os dois bicos entre meus dedos, apertei-os de leve. Meu gesto involuntário foi o sinal para o início de sua cavalgada selvagem. Maria, usando meu pau como se fosse um facão, empalou-se nele enquanto, berrando como uma louca, gritava sua paixão. Instigado por suas palavras, marquei nosso ritmo com tapas na bunda dela.
—Haaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaa. —Ela, ao sentir as duras carícias nas nádegas, implorou para que eu continuasse. —Ahhhh ohhh que gostoso, siiiim, eu adoroooo, vaiiiii, que delíciaaaa, haaaaa adoro, papai haaaaaaa… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaa… —Mas o acúmulo de sensações me dominou e, derramando-me dentro dela, gozei selvagemente.
Exausto, deixei meu corpo cair ao lado dela e continuei beijando-a enquanto descansava. Quando minha amiga quis reanimar meu pau com lambidas, agarrei seu rosto e, afastando-me dela, expliquei que já tinha que ir.
—E isso?!
—Tenho algo importante pra fazer. —Falei, mas ela não parecia muito convencida das minhas palavras.
Continua…
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