Minha Prima e a Amiga Dela 1

Minha Prima e Sua Amiga 1
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Essa história começa, bom, como começar? Vejam bem, eu tinha acabado de sair do colégio e estava indo para a universidade, mas sou um cara de interior, e com muito esforço meus pais conseguiram uma bolsa pra mim. Só que a bolsa era para uma universidade na capital, e não cobria minhas roupas, comida, nem um teto pra dormir. Então, pros meus pais, não restou outra alternativa a não ser pedir ajuda a um tio meu. Eu nunca tinha visto ele, mas sabia que ele tinha grana. Ele aceitou. Meu pai tinha me dito que ele era um homem muito sério e que gostava das coisas bem feitas.

—Se você realmente quer se formar e ser alguém na vida, filho, não faça merda aí onde você vai. Lembre-se, você vai pra estudar, cuidado com outras coisas.

Eu jurei que faria isso, e foi o que fiz, pelo menos nos dois primeiros anos da minha faculdade. Depois começou essa história. Tudo isso começou com as benditas sete da tarde. Uma sesta de verão. Naquela época, eu morava na casa dos meus tios e da filha deles. Eu passava quase o dia todo fora, meus tios não tinham problemas comigo, eu lavava minhas próprias roupas, ajudava de vez em quando em casa, e meu tio me ensinou a dirigir e eu fazia uns bicos pra ele. Tudo tranquilo até aqueles dias. Era uma área de casas luxuosas, a do meu tio tinha um pátio bonito com uma piscina legal, uma que eu quase nunca entrava, só pensava nos estudos, devo dizer. Até aquela tarde. Enfim, naquele lugar todo mundo tinha o costume de dormir nesse horário. Todo mundo costumava tirar uma sesta, mas eu estudava nessa hora com um calor desgraçado no meu quarto. Eu costumava olhar pela minha janela enquanto estudava e via a Mariana tomando sol perto da piscina. Ela estava com um biquíni pequeno amarelo. Deixa eu descrever: Mariana era uma garota de 19 anos, já bem madura, cabelo castanho claro, olhos castanhos, lábios finos, pele branca, altura 1,67m, curvas bem definidas. Os peitinhos dela eram empinadinhos, mas o que mais chamava atenção era a bunda dela, redondinha, empinada, era uma... Nossa, que delícia! Na real, eu não tinha muito contato com ela, sabe? Era só um "oi, tudo bem?", "tudo, e você?", "obrigada!". Minha prima estava lá embaixo acompanhada da amiga dela. A amiguinha talvez um ano ou alguns meses mais velha, um pouco mais alta e forte, loira descendente de alemães, uma bonequinha loira quase albina e com uma leve protuberância dos seus peitinhos redondos, maiores que os da Mariana, naquele verão. Elas geralmente tinham um jogo meio ingênuo e ao mesmo tempo bem safadinho pra idade delas, bom, elas já tinham entrado na idade em que se interessavam pelos próprios corpos e pelo corpo do homem. Meus olhos grudaram nela quando as vi se beijando, primeiro eram beijos doces só com os lábios fechados se tocando, depois já eram carícias e beijos ainda mais apaixonados. E coisas do tipo, até que um dia as vi se escondendo atrás de uns arbustos, eu não aguentei, tinha que ver se continuavam se beijando. Vi elas sentadinhas com as perninhas abertas e se olhando, afastando os biquínis uma da outra, aliás, eu tirava foto de tudo aquilo. Aquele dia me deixou a mil, vendo elas fechei a cortina da minha janela pra não me verem e claro que me masturbei vendo tudo que acontecia. Os dias passavam e esses episódios se repetiam por mais de umas 2 a 3 horas que ficavam sozinhas enquanto todo mundo dormia na casa. Numa dessas tardes vi a Mariana saindo sozinha pro quintal, deixei passar uns minutos e fui atrás, sozinha ela estava, então me aproximei e comecei a falar com ela.
—Oi! Mariana, tudo bem?
—Tudo.
—E hoje sua amiga não veio?
—Ah, é, aquela traidora não veio porque os pais levaram ela pra uma piscina.
—E o que tem de ruim aqui? — perguntei.
—Pois é, não sei?! — ela disse, dando razão pra mim.
Era óbvio que aquilo a deixava com ciúmes, então aproveitei pra fazer uma amizade mais profunda entre a gente, ela se comportou bem receptiva comigo. Depois de um tempo eu disse:
—Ei, quer brincar comigo no meu computador, no meu quarto?
—Tá bom, aqui sozinha é muito chato. — ela respondeu. Aquele dia, tenho que dizer, eu estava com... Colocou um biquíni vermelho em cima e embaixo usava um shorts curtinho de jeans.
Ela estava ansiosa, pra ser sincero. Uma vez lá dentro, enquanto ríamos tentando não fazer barulho, ela falava em sussurros como se estivéssemos nos escondendo de algo, isso era bom. Como ela estava com um biquíni pequeno que cobria seus peitos, eu conseguia notar seus mamilos bem eretos, o que me deixava com a ideia de que ela estava excitada. Eu era um cara alto, media 1,87, era magro, não franzino mas também não musculoso, cabelo castanho e olhos marrons, pele branca, nada de outro mundo, meu pau tinha 18 centímetros, isso sim era bem grosso, também não era de ator pornô nem nada, enfim. O biquíni dela era bom… ficava meio pequeno e marcava bastante seu corpo, com o shorts curtinho coladinho aquilo era outro crime pra minha vista.

—Ei, quer brincar de luta?
Ela pensou um pouco, mas depois com um grande sorriso e bochechas vermelhas disse:
—Tá bom, primo.

Ela se atirou em mim tentando não fazer barulho, o que chamou minha atenção porque acho que ela sabia minhas intenções e mesmo assim continuou, então minhas mãos começaram a fazer cócegas em todo seu corpinho até que a peguei por trás abraçando-a e apoiando meu membro duro naquele bumbum que me pareceu bem durinho. Ela na hora ficou paradinha e se mexia de leve, e me contava coisas sem importância pra disfarçar o que estava acontecendo. Uma das minhas mãos começou a acariciar sua barriguinha e aos poucos foi descendo, e ela já estava muito excitada e eu nem preciso contar.

—Mmmmnnn… haaaa…. mmnnnn… haaaaaaa.

Quando tentei colocar minha mão dentro do shorts e do biquíni, estava muito apertado, então não hesitei em desabotoá-lo e puxá-lo pra baixo, e ela me ajudou a tirar. Não demorou pro meu pau ficar entre suas perninhas; ela apertou forte e começou a se mover, me masturbando, e parece que ela teve uns espasmos como um orgasmo.

—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Eu não acreditava, ainda não a tinha penetrado e já… ela tinha gozado e me encharcou toda a bermuda com seu suco vaginal. E ao vê-la e ouvir seus gemidos eu também fiquei excitado, então me ajustei, agarrei ela firme pela cintura e terminei de puxar o short junto com o biquíni de baixo, soltei a parte de cima do biquíni, deixando-a completamente nua diante de mim, de quatro, no chão do meu quarto, enquanto seus pais dormiam, dei um tapa na sua bunda e ela gemeu.

— Haaaaaaaaa.

— Vou te foder com força, tá? — Ela se virou e concordou, mas disse:

— Sim, mas sou virgem. — Eu não sabia o que dizer, isso fez meu pau ficar ainda mais duro.

— Tudo bem, vou fazer com calma. — Assegurei, e ela sorriu.

— Comecei a esfregar meu pau na sua buceta, que tinha alguns pelinhos, ela já estava bem molhada, então enfiei minha glande.

— Haaaaaaaaaa. — Ela soltou um gemido.

Minha glande era um pouco maior que o resto do corpo do meu pau, enfim, continuei enfiando cada vez mais meu pau, ela gemia, senti como se estivesse abrindo sua buceta e senti quando rompi seu hímen, ela mordeu os lábios e depois começou a morder um travesseiro que joguei para ela não gritar alto, comecei a me mover assim que a tive bem enfiada.

— Haaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ai, Aaaaaah, ai, aaaaaaaaaaaah, ai, haaaaaaaaaay, ah, ai, haaaaaaaaaaa. — Seus gemidos no início eram uma mistura de dor e prazer, depois eram puro prazer. Haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.

Eu apertava os dentes para não fazer muito barulho, a segurava firme pela cintura, foi quando ela gozou de novo.

— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay. — Eu estava prestes a gozar, então tirei meu pau rápido, a fiz virar e gozei na cara dela, ela fechou os olhos, terminei enchendo seu rosto, seus peitos, todo seu lindo corpo, depois ela se limpou com o biquíni, meu quarto cheirava a sexo, abri a janela para entrar ar, ela me olhou e disse:

— Foi muito gostoso, doeu, mas foi gostoso.

— Fico feliz. — Disse, dando-lhe um beijo. Era a primeira vez que eu a beijava na boca, e ela retribuiu o beijo.
— Vamos repetir de novo, né?
— Sim, amor, e da próxima vez faremos melhor. Vou te ensinar muita coisa, mas sobre isso…
— Eu sei, eu sei, nada. — Você gozou dentro de mim pra não me engravidar, né? Tenho uma amiga que o namorado engravidou.
— É, é isso mesmo. Tem pílulas pra evitar, mas eu não tenho nenhuma.
— Ah. — Foi só o que ela disse, e nisso meu pau ficou duro de novo.
— Ele tá duro de novo. — Ela olhou surpresa.
Sim, por que você não chupa?
— Como?
— Chupa ele com sua boca.
— Isso é nojento.
— Você vai gostar. — Falei me levantando, ela ainda de joelhos, acariciei sua cabeça até guiá-la até meu pau.

Bom, resumindo, acabei comendo ela pela boca. Isso é só o começo, já conto como as coisas seguiram em casa e o que vai acontecer com a amiguinha dela. Ah, essa também não vou perder.

Continua…

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