Depois do que aconteceu naquela manhã, tudo seguiu normal, não falamos nem fizemos mais nada porque minha irmã já tinha acordado, só trocávamos olhares como quem pensava no que tinha rolado. Mas quando minha mãe já ia embora, desci pra me despedir dela, minha irmã ficou lá em cima e aproveitei pra dar um beijo na boca dela enquanto apertava a bunda dela, o que ela curtiu, já que se deixou levar e só falou: "Te adoro, meu filho, meu amante". Isso me excitou pra caralho, queria meter de novo ali mesmo, mas não rolou, ela simplesmente foi embora e eu subi pra bater uma punheta pra tirar isso da cabeça e conseguir chegar cedo.
Me arrumei, saí de casa e no caminho pra escola aquilo voltou pra minha mente, não conseguia parar de reviver a lembrança e as sensações que senti, como eu tava todo nervoso, quase tremendo, como "doeu" quando enfiei e principalmente quando gozei dentro dela.
Mas enfim, cheguei na escola e essas ideias sumiram por um tempo, mas depois voltaram quando tive aula com a professora que tem um corpo um pouco mais gostoso que o da minha mãe. Quando isso aconteceu, senti uma puta vontade de contar pra alguém que tinha comido minha mãe, mas me segurei, felizmente não fiz nenhuma merda. Conforme as horas passavam, eu esperava cada vez mais que acabasse logo pra poder chegar em casa com minha mãe (que a partir de agora vou chamar de minha namorada, já que é assim que a considero). Também comecei a não só lembrar dos momentos, mas a fantasiar sobre como seriam os próximos. Deixei a imaginação voar e me via realizando cada uma das minhas fantasias com minha namorada.
Chegou a hora da saída e no caminho vinha pensando em como seria quando chegasse em casa, como ia encontrá-la e se minha irmã já teria dormido pra ficarmos só nós dois em paz. Minha fantasia era a seguinte: Encontrar minha mãe pelada ou de lingerie assim que entrasse, no sofá esperando eu só tirar a roupa pra nos dar prazer e ir dormir (já que lembrem que eu tenho horário da tarde e chego quase de noite em casa).
Mas eu criei expectativas demais e nada disso aconteceu, porque pelo visto enquanto eu pensava em transar mais com ela, ela pensava justo o contrário, em mim predominou o lado animal e nela o racional. Entrei em casa e, de fato, encontrei ela no sofá, mas vestida obviamente, embora estivesse de pijama, que é um shorts e uma camiseta justinha, sem calcinha, então ainda assim tava muito gostosa.
Ela pediu pra eu sentar e conversar, e começou a dizer que o que a gente tinha feito tinha sido gostoso, mas que não era nada certo, que era proibido, que ia fazer mal pra nós dois, que a gente não podia correr o risco de ela engravidar e mais um monte de coisas, que eu tentava rebater com alguns argumentos, uns melhores que outros. Falei que a partir daquele dia a gente usaria camisinha, que ninguém ia saber de nada, não teria evidência, tudo entre nós e mais coisas que eu ia dizendo pra acalmar ela enquanto, aos poucos, fazia contato físico, tocava as mãos dela, os ombros, o rosto... E isso meio que convenceu ela um pouco mais, ela aceitou e disse que tava bem, mas que a gente só faria discretamente, sem penetração, que se tivesse algo que a gente não curtisse a gente parava, que isso não podia atrapalhar meu desempenho na escola, etc. Eu concordei sem rebater, pensei em propor ir mais longe pra ela aceitar penetração, mas decidi não arriscar minha sorte porque senti que ela tava firme nesse ponto.
Depois que os dois concordaram, ela se aproximou, me abraçou e disse que era pelo bem de nós dois. Só falei que tava bem, coloquei minhas mãos na cintura dela e perguntei se eu podia tocar ela de vez em quando, ela disse que sim, mas não na frente de ninguém. Então eu toquei e apertei a bunda dela um pouco, nos separamos, ela levantou do sofá e me mandou ir dormir, que se eu quisesse Ela podia me dar uma punhetinha rápida. Aí eu levantei também e fui atrás dela meio confuso, já que uns minutos antes ela era contra essa relação, mas tinha acabado de falar exatamente o contrário. Mas beleza, parei de pensar nisso, só dentro da minha cabeça falei: "Mulheres! Quem é que entende?".
Subimos as escadas, eu atrás dela pra admirar a bunda dela. Chegamos no quarto dela e ela pediu pra eu deitar. Fiz isso, tirei a calça, ela não tirou nada, só deitou e começou a me masturbar muito gostoso, como nunca! Eu geralmente me masturbo meio "devagar" e ela começou assim, mas depois a velocidade aumentou pra caralho. Começou a me dar muito prazer, mas também uma dorzinha nos testículos, porque toda vez que descia, batia na minha pele ou na mão dela. Mas era uma dor misturada com prazer. Gozei muito rápido, mas não jorrei com muita força. A maior parte do sêmen ficou na mão dela, e o que ela fez depois me excitou pra caralho: levou a mão à boca e lambeu todo o meu sêmen com a língua. Depois passou a mão e mandou eu ir dormir.
Perguntei qual era o gosto do meu sêmen, e ela disse que era gostoso e que eu fosse dormir. Peguei minha calça e cueca, não vesti nada, saí do quarto dela assim, e ela me deu um tapa na bunda (não de bronca) e mandou eu vestir. Cheguei no meu quarto, coloquei meu pijama e fui dormir.
E foi isso que aconteceu no dia seguinte. Eu sei que talvez não tenha tanto sexo ou erotismo quanto o primeiro, mas leva em conta que é real e na vida real suas fantasias não vão se realizar. Acredita, lê o relato, haha. Mas a boa notícia é que depois disso o sexo e o erotismo aumentaram pra valer, então talvez os próximos relatos vocês curtam mais.
De qualquer forma, valeu por ler e comentem, por favor, o que acharam. Isso me motiva a escrever o que rolar, porque lembrem-se: ao publicar isso, estou quebrando parcialmente a promessa com a minha mãe, e talvez um dia eu mostre os comentários de vocês pra ela saber o que acha. Me dá um tesão. Sabe.
P.S. Por isso mesmo a imagem de capa não é da minha mãe, embora se pareça bastante, só que minha mãe é um pouquinho mais gordinha.
Me arrumei, saí de casa e no caminho pra escola aquilo voltou pra minha mente, não conseguia parar de reviver a lembrança e as sensações que senti, como eu tava todo nervoso, quase tremendo, como "doeu" quando enfiei e principalmente quando gozei dentro dela.
Mas enfim, cheguei na escola e essas ideias sumiram por um tempo, mas depois voltaram quando tive aula com a professora que tem um corpo um pouco mais gostoso que o da minha mãe. Quando isso aconteceu, senti uma puta vontade de contar pra alguém que tinha comido minha mãe, mas me segurei, felizmente não fiz nenhuma merda. Conforme as horas passavam, eu esperava cada vez mais que acabasse logo pra poder chegar em casa com minha mãe (que a partir de agora vou chamar de minha namorada, já que é assim que a considero). Também comecei a não só lembrar dos momentos, mas a fantasiar sobre como seriam os próximos. Deixei a imaginação voar e me via realizando cada uma das minhas fantasias com minha namorada.
Chegou a hora da saída e no caminho vinha pensando em como seria quando chegasse em casa, como ia encontrá-la e se minha irmã já teria dormido pra ficarmos só nós dois em paz. Minha fantasia era a seguinte: Encontrar minha mãe pelada ou de lingerie assim que entrasse, no sofá esperando eu só tirar a roupa pra nos dar prazer e ir dormir (já que lembrem que eu tenho horário da tarde e chego quase de noite em casa).
Mas eu criei expectativas demais e nada disso aconteceu, porque pelo visto enquanto eu pensava em transar mais com ela, ela pensava justo o contrário, em mim predominou o lado animal e nela o racional. Entrei em casa e, de fato, encontrei ela no sofá, mas vestida obviamente, embora estivesse de pijama, que é um shorts e uma camiseta justinha, sem calcinha, então ainda assim tava muito gostosa.
Ela pediu pra eu sentar e conversar, e começou a dizer que o que a gente tinha feito tinha sido gostoso, mas que não era nada certo, que era proibido, que ia fazer mal pra nós dois, que a gente não podia correr o risco de ela engravidar e mais um monte de coisas, que eu tentava rebater com alguns argumentos, uns melhores que outros. Falei que a partir daquele dia a gente usaria camisinha, que ninguém ia saber de nada, não teria evidência, tudo entre nós e mais coisas que eu ia dizendo pra acalmar ela enquanto, aos poucos, fazia contato físico, tocava as mãos dela, os ombros, o rosto... E isso meio que convenceu ela um pouco mais, ela aceitou e disse que tava bem, mas que a gente só faria discretamente, sem penetração, que se tivesse algo que a gente não curtisse a gente parava, que isso não podia atrapalhar meu desempenho na escola, etc. Eu concordei sem rebater, pensei em propor ir mais longe pra ela aceitar penetração, mas decidi não arriscar minha sorte porque senti que ela tava firme nesse ponto.
Depois que os dois concordaram, ela se aproximou, me abraçou e disse que era pelo bem de nós dois. Só falei que tava bem, coloquei minhas mãos na cintura dela e perguntei se eu podia tocar ela de vez em quando, ela disse que sim, mas não na frente de ninguém. Então eu toquei e apertei a bunda dela um pouco, nos separamos, ela levantou do sofá e me mandou ir dormir, que se eu quisesse Ela podia me dar uma punhetinha rápida. Aí eu levantei também e fui atrás dela meio confuso, já que uns minutos antes ela era contra essa relação, mas tinha acabado de falar exatamente o contrário. Mas beleza, parei de pensar nisso, só dentro da minha cabeça falei: "Mulheres! Quem é que entende?".
Subimos as escadas, eu atrás dela pra admirar a bunda dela. Chegamos no quarto dela e ela pediu pra eu deitar. Fiz isso, tirei a calça, ela não tirou nada, só deitou e começou a me masturbar muito gostoso, como nunca! Eu geralmente me masturbo meio "devagar" e ela começou assim, mas depois a velocidade aumentou pra caralho. Começou a me dar muito prazer, mas também uma dorzinha nos testículos, porque toda vez que descia, batia na minha pele ou na mão dela. Mas era uma dor misturada com prazer. Gozei muito rápido, mas não jorrei com muita força. A maior parte do sêmen ficou na mão dela, e o que ela fez depois me excitou pra caralho: levou a mão à boca e lambeu todo o meu sêmen com a língua. Depois passou a mão e mandou eu ir dormir.
Perguntei qual era o gosto do meu sêmen, e ela disse que era gostoso e que eu fosse dormir. Peguei minha calça e cueca, não vesti nada, saí do quarto dela assim, e ela me deu um tapa na bunda (não de bronca) e mandou eu vestir. Cheguei no meu quarto, coloquei meu pijama e fui dormir.
E foi isso que aconteceu no dia seguinte. Eu sei que talvez não tenha tanto sexo ou erotismo quanto o primeiro, mas leva em conta que é real e na vida real suas fantasias não vão se realizar. Acredita, lê o relato, haha. Mas a boa notícia é que depois disso o sexo e o erotismo aumentaram pra valer, então talvez os próximos relatos vocês curtam mais.
De qualquer forma, valeu por ler e comentem, por favor, o que acharam. Isso me motiva a escrever o que rolar, porque lembrem-se: ao publicar isso, estou quebrando parcialmente a promessa com a minha mãe, e talvez um dia eu mostre os comentários de vocês pra ela saber o que acha. Me dá um tesão. Sabe.
P.S. Por isso mesmo a imagem de capa não é da minha mãe, embora se pareça bastante, só que minha mãe é um pouquinho mais gordinha.
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