Ele: Faz tempo que quero saber uma coisa, posso te perguntar?
Ela: Sim, fala.
Ele: É que a gente sempre conversou sobre suas primeiras experiências, mas você nunca me contou quem foi sua segunda experiência nem como tudo aconteceu.
Ela: Sabe, a verdade é que nunca te contei como foi, um pouco por vergonha e outro pouco por medo do que você pensaria de mim.
Ele: Você sabe que nunca vou te julgar pelo seu passado, eu te amo infinitamente com seu passado incluído.
Ela: Eu sei, por isso acho que agora é hora de te contar essa história, além do mais, sei do tesão que isso te dá 🙂
Ele: Que delícia, meu amor! Me conta como e onde foi?
Ela: Me ajuda a te contar.
Ele: Começa me contando onde e quando tudo aconteceu.
Ela: Eu estava no meu último ano da faculdade, tinha uns 26 anos mais ou menos, naquela época minha melhor amiga era a Luísa, com quem eu dividia a maioria das matérias, ela era pra quem eu contava tudo, a gente tinha uma relação muito forte. A Luísa estava namorando há uns dois anos com o Carlos, que era uns 5 ou 6 anos mais velho que ela, a Luísa tinha 28 anos na época.
Lembro que foi num dos feriados de novembro, o Carlos tinha um sítio nos arredores da cidade que ia estar disponível, então a Luísa me perguntou se eu queria ir com eles, e como eu não tinha planos, decidi ir.
Ele: Me conta como eles eram fisicamente.
Ela: A Luísa era uma mina muito gostosa, uns 1,70 de altura mais ou menos, pele branca, cabelo preto longo e cacheado, peitão, acho que maior que o meu, corpo magro, pernas longas e uma bunda empinada de tanto exercício que fazia 🙂
Lembro que todos os caras da faculdade eram loucos por ela, era uma mina que além de ser bonita pra caralho, era muito gente boa e uma pessoa incrível.
Ele: E o Carlos?
Ela: Ele era um engenheiro de família muito boa, muito educado e culto, tinha um bom trabalho na época. Não era muito alto, talvez uns 1,72. Ele era de porte robusto e pele morena, daqueles caras bem peludos, barba cheia. Sempre vestido de terno, o que o deixava muito interessante pra todas que conheciam ele.
Ele: Então vocês foram pra chácara...
Ela: Sim, eles passaram me pegar sexta à noite e daí saímos pra chácara.
Ele: Só vocês três?
Ela: Sim, a ideia era fazer algo tranquilo, que desse pra relaxar antes das provas finais, porque a gente tava com uma carga de trabalho enorme naqueles dias.
Aquela noite foi bem calma no começo, primeiro passamos no supermercado pra comprar as compras e a bebida, e depois chegamos na chácara.
Ele: Onde e como era a chácara?
Ela: A chácara ficava relativamente perto da cidade, 1h30 em estrada de terra fria, era um chalé de um andar só, com três quartos e um banheiro, uma varanda que contornava tudo e cheia de flores penduradas. Como ficava num sítio afastado da vila, era um lugar muito sossegado e gostoso.
Ele: Parecia um lugar bonito pra ficar, me conta como foi aquela noite.
Ela: Aquela noite a gente tava no corredor principal da varanda ouvindo música e tomando rum enquanto o Carlos fazia a comida. Então foi tudo muito agradável e tranquilo mesmo. Acho que a gente deve ter ido dormir umas 3h da manhã. Eles estavam no quarto principal e me deram um quarto que era do lado do deles e perto do banheiro. Então apagamos tudo e fomos dormir, tenho que admitir que naquele momento o rum já tinha feito um baita efeito em mim e imagino que neles também, porque a gente bebeu pra caramba naquela noite.
Ele: E depois que foram dormir, aconteceu alguma coisa?
Ela: Sim, a verdade é que foi algo muito estranho, porque quando deitamos e apagamos todas as luzes, a casa ficou num silêncio absoluto, mas de repente eu comecei a ouvir uns barulhos que me chamaram a atenção. No começo não conseguia reconhecer o que era, porque pareciam sussurros e depois começou um rangido. Pouco a cama, claramente pude reconhecer que meus colegas do lado estavam transando.
Ele: O que passava pela sua cabeça naquele momento?
Ela: Mmm me senti um pouco desconfortável, pensa que eu nunca tinha ouvido ninguém transar. Nunca!
Ele: A verdade é que você era um pouco caretinha quando te conheci hehe
Ela: Um pouco sim, mas não me pergunta porquê, talvez fosse o rum no meu sangue, mas comecei a prestar mais atenção no que tava rolando no quarto do lado, acho que todos os meus sentidos estavam ali naquele momento
Ele: e você gostava disso, me conta todos os detalhes
Ela: No começo não se ouvia, só uns sussurrinhos baixinhos junto com o barulho que a cama fazia, mas depois comecei a ouvir tudo o que eles diziam.
Ele: O que diziam?
Ela: Ela começou a soltar uns gemidinhos e falava que amava ele, enquanto começava a respirar cada vez mais ofegante, lembro de ouvir o Carlos falando o quanto adorava estar dentro dela e também dizia que amava ela.
Ele: você consegue repetir as palavras que eles diziam?
Ela: Luísa: Aiii love que gostoso... te amo, te amo, assim assim assim ah ah ahh
Ela: Carlos: love que delícia que você é, minha vida, me encanta... você gosta assim?
Ele: Como você estava enquanto isso rolava?
Ela: Eu tava muito molhada, chegou um ponto que comecei a me tocar por cima do pijama que eu tava e depois quando comecei a ouvir o som do Carlos batendo contra a bunda da Luísa, minha imaginação começou a voar ainda mais, imaginava ela de quatro e ele por trás.
Ele: Você tava muito molhada? O que mais ouvia?
Ela: Muito, principalmente porque eles começaram a fazer cada vez mais barulho, Luísa pedia pra ele ir mais rápido.
Ele: Gostei de como você descreveu antes, pode fazer de novo.
Ela: Luísa: love que gostoso, mais rápido, mais rápido papai, assim meu love
Ela: Carlos: Que delícia vida, como eu gosto de estar dentro de você meu love, você vai me fazer gozar.
Ele: Me conta Como você se tocava enquanto ouvia aquilo?
Ela: No começo, eu me tocava devagar por cima da roupa, mas conforme eles aumentavam o ritmo, eu também acelerava. Cada vez que a Luisa gemia de prazer, eu me tocava mais rápido. Teve um momento em que o som das nádegas da Luisa batia cada vez mais rápido, e dava pra sentir o Carlos bufando como um touro enquanto gozava dentro dela, enquanto ela, mais do que gemidos, soltava uns ofegos fortes. Naquela hora, acho que eu também gozei, porque senti minha calcinha completamente molhada, e tive que ir me lavar também.
Ele: E aí, o que você fez?
Ela: Fui no banheiro me limpar, e realmente parecia que quem tinha transado era eu. O mais curioso foi que, quando saí do banheiro, a Luisa estava saindo do quarto com um sorriso cúmplice que ela não conseguia esconder. E, bem antes dela entrar, a gente se cruzou, e ela pegou na minha mão de um jeito que não dá pra explicar. Era como se ela tivesse certeza de que eu estava ouvindo, e que todo aquele escândalo que ela fez também era pra mim. Até hoje eu lembro daquele olhar!
Ele: Depois disso, aconteceu alguma coisa?
Ela: Não, fui dormir, e o resto aconteceu no dia seguinte.
Ele: O que aconteceu no dia seguinte então? Me conta como foi tudo.
Ela: No dia seguinte, tudo foi normal. Não tinha nada que fizesse ser diferente. De manhã, a gente tomou café, tudo tranquilo. Na verdade, o clima estava bem calmo. À tarde, o Carlos quis sair pra caminhar e tirar fotos pela região, enquanto nós duas decidimos ficar na fazenda, porque eu queria ler uns documentos e a Luisa queria descansar.
Deve ter passado uma hora, mais ou menos, quando eu entrei na cabana e vi que a Luisa estava dormindo no quarto. Então, resolvi tomar um banho quente pra relaxar um pouco. O banheiro era muito bonito, pro que era a cabana, porque tinha uma banheira que dava pra encher e tomar um banho de imersão. Então, aproveitando, eu enchi. e me dispus a relaxar.
Nem sei quanto tempo passou quando a Luísa entrou pra perguntar se eu precisava de algo, e eu disse que não, mas ela trouxe um livro e uma cadeira pra ler algo pra mim. Achei uma ideia excelente, embora me preocupasse um pouco o fato de eu estar pelada na banheira, mesmo que não desse pra ver muito por causa do shampoo, dava pra entrever alguma coisa nos espaços.
Ele: Você gostava da situação?
Ela: As duas estavam bem relaxadas, tanto que num momento ela parou de ler e começamos a conversar, enquanto isso ela colocou a mão no meu joelho que tava pra fora da banheira, o que no começo achei normal, mas depois ela foi acariciando meu joelho e os traços cada vez iam mais longe até chegar na parte de cima da minha coxa, aí perguntei o que ela tava fazendo. Ela me olhou e continuou com um sorriso safado, enquanto a gente ficava num silêncio cúmplice que deixava rolar o que de certa forma a gente tinha começado na noite anterior.
Ele: Você tava excitada naquele momento
Ela: Um pouco, meu coração tava batendo tão forte que dava pra ouvir 🙂
Ele: Até onde foram as carícias dela?
Ela: Num momento, quando a mão dela já tava chegando no fim da minha coxa, ela se aproximou e me deu um beijo suave nos lábios, que eu aceitei enquanto os dedos dela chegavam timidamente na minha buceta, aquele momento foi mágico, enquanto os beijos ficavam cada vez mais profundos e nossas línguas se saboreavam, eu sentia os dedos dela abrindo meus lábios e com um movimento suave e lento acariciando meu clitóris, que naquela hora tava durinho de tesão.
Depois decidimos levantar e ir pro quarto deles, a Luísa me deitou na cama enquanto a gente continuava se beijando, eu adorava como ela me beijava, como me acariciava.
Ele: Me conta como ela te acariciava
Ela: Quando chegamos na cama, ela começou beijando meus pés, dos tornozelos subindo pela panturrilha, com as duas mãos acariciava minhas coxas enquanto continuava subindo com beijos cada vez mais molhados.
Ele: O que você fazia enquanto a Luísa te beijava?
Ela: Eu respirava forte e segurava os lençóis, não com força, mas com nervosismo.
Ele: Ela continuou te beijando até te encontrar?
Ela: Sim, foi encontrando o caminho desde a parte interna das minhas coxas até minha buceta, ela me deu um beijo molhado com a língua, abrindo caminho entre meus lábios, passando por toda a extensão da minha xota, sentia a ponta da língua dela fazendo círculos no meu clitóris, até aquele momento eu nunca tinha sentido um prazer igual ao que ela estava me dando. Eu mexia minha bunda no ritmo que ela marcava com a boca.
Depois ela se levantou e começou a beijar minha barriga, meu umbigo, meus peitos. Lembro que ela me deu um olhar que só ela sabia dar e se instalou nos meus seios, acariciando eles com as duas mãos, enquanto com a boca beijava cada um por igual, com a capacidade e a sabedoria que só uma mulher pode dar a outra mulher.
Ele: Ela ainda estava vestida nesse momento?
Ela: Sim, mas depois que ela terminou de beijar meus peitos, a única coisa que eu queria era retribuir os favores que ela estava me fazendo, então levantei ela um pouco e comecei a despir ela, enquanto tirava a roupa dava beijos nas partes do corpo dela que ficavam descobertas, o pescoço, os braços, os peitos, a barriga, as pernas. Deixei ela só de calcinha e sutiã, queria ver ela na máxima feminilidade dela.
Ele: Você lembra como era a roupa íntima dela?
Ela: Sim, como esquecer. Ela usava um sutiã branco e uma calcinha de algodão azul com branco.
Ele: Ao despir ela, lembra o que pensou, como ela era?
Ela: Me chamou a atenção a maciez da pele dela e a firmeza dos peitos dela, tinham um contorno muito bonito, eram empinadinhos e terminavam em uns biquinhos rosados, que me deram uma vontade incontrolável de beijar eles.
Não consegui me controlar e fui beijando eles com meus lábios, eram tão lindos que só conseguia pensar ao passar minha língua no contorno deles e chupar com todo o cuidado possível, não podia acreditar que eu tava beijando os peitos da minha melhor amiga.
Ele: Cê tava gostando de beijar eles?
Ela: Sim, entendi por que os homens curtem tanto beijar eles.
Ele: continua me contando.
Ela: depois de beijar os peitos dela, fui descendo pela barriga e, sinceramente, foquei na buceta dela, beijei com toda a vontade do mundo, queria simplesmente comer ela.
Ele: Como era?
Ela: Linda, tava completamente depilada, os lábios eram carnudos e rosadinhos, tinha um clitóris que se destacava. Acho que naquele momento descobri minha bissexualidade, não sei quanto tempo fiquei fazendo sexo oral nela, mas foi um tempão.
Ele: Como cê fazia?
Ela: Com toda minha língua, da ponta até o fim, pelos lados, tentava cobrir com a boca toda a extensão dela e com a ponta da língua massageava rápido o clitóris dela, tava adorando sentir aquela mistura de sucos e saliva.
Ele: E ela, o que fazia?
Ela: Gemida e acariciava minha cabeça enquanto eu beijava e apertava as nádegas dela.
Ele: Cê fez ela gozar?
Ela: Não, bem quando a gente tava no auge do clímax, ela levanta a cabeça e fala "Oi, amor" e dá risada. O Carlos tinha chegado e tava nos olhando da porta do quarto, não sei quanto tempo ele tava ali.
Ele: e o que ele falou pra vocês?
Ela: Mandou um beijo e disse, sem problema, continuem vocês, vou tomar um banho e me junto a vocês.
Ele: e vocês fizeram o quê na hora?
Ela: A Luisa me beijou e falou: Não para, vamos continuar.
Ele: e cê continuou?
Ela: Sim, naquele momento não ligava pra nada, queria continuar beijando ela até não aguentar mais.
Ele: e o que aconteceu quando o Carlos chegou?
Ela: A gente tava se beijando na cama, quando ele sentou na beirada e começou a acariciar as pernas da Luisa e na hora se aproximou e beijou ela na boca, aí ela pegou a cabeça dele e dirigiu pra mim e a gente se beijou. também.
Ele: Você gostou do jeito que ele te beijou?
Ela: Sim, foi um beijo carinhoso, mas cheio de paixão!
Ele: Ele estava pelado?
Ela: Sim, todos nós estávamos pelados naquele momento.
Ela: Depois que nos beijamos, nós duas nos beijamos de novo e a Luísa me disse: Vem, vamos dar um pouco de amor pra ele não se sentir sozinho. E deitou ele na cama.
Ele: Como foi ver ele pelado, como ele era?
Ela: Eu só tinha visto meu ex e o Carlos de longe era muito melhor, tinha um corpo bem firme por causa do exercício e um peito que achei bem sensual.
Ele: E o pau dele, você gostou?
Ela: Era bonito, nem muito grande nem muito pequeno, com a cabeça de uma cor chocolate linda e do mesmo tamanho que o tronco, de um tamanho médio, eu diria.
Ele: Como é médio?
Ela: 17 cm de comprimento e 4 cm de largura, tudo proporcional.
Ele: E aí vocês deram amor pro Carlos?
Ela: Sim, no começo a Luísa desceu pra fazer sexo oral nele, enquanto eu cuidava de beijar ele na boca, no pescoço e no peito. Brinquei muito com o peito dele, passei minha língua uma vez e outra.
Ela: Num momento, eu olhei pra Luísa e ela tava beijando o pau dele, tinha quase ele inteiro na boca dela, enquanto fazia movimento com a cabeça, tirava e colocava de novo e de novo, ela tava dando um boquete magistral, a mina. Quando viu que eu tava olhando, tirou o pau do Carlos da boca e um fio de líquido pré-seminal se esticava dos lábios dela até a cabeça do pau do Carlos, achei a coisa mais hot desse mundo!
Ele: E o que ela fez depois?
Ela: Depois ela veio até mim e me beijou, compartilhando comigo um pouco daquele líquido pré-seminal.
Ele: Você gostou do gosto?
Ela: Foi muito excitante, tinha um gosto meio salgado, não muito, mas o suficiente pra minha língua perceber que aquele era o gosto do Carlos.
Ele: Você já tinha provado antes?
Ela: Não, como te falei antes, nas minhas experiências anteriores eu não tinha feito nada, no máximo uma masturbação e só.
Ele: E depois disso? Como continuaram?
Ela: Carlos se levantou, me pediu pra deitar e ajeitou a Luisa pra fazer por trás. Luisa, por sua vez, se posicionou entre minhas pernas. Então, enquanto Carlos penetrava a Luisa por trás, ela fazia sexo oral em mim.
Ele: Você gostava do que tava vivendo naquele momento? Como se sentia naquela situação?
Ela: Muito, tava como hipnotizada. Não só pelo fato de a Luisa estar beijando minha buceta de um jeito delicioso, mas também pela imagem do Carlos metendo na Luisa por trás e o som que as nádegas dela faziam quando ele batia contra ela. Era um momento mais que erótico.
Ele: Continua me descrevendo como foi.
Ela: Carlos tava metendo rápido na Luisa por trás, segurando ela pela cintura enquanto aumentava cada vez mais o ritmo das penetrações. A Luisa soltava gemidos profundos e exalava na frente da minha buceta, enquanto brincava com meu clitóris. Dava pra sentir que ela tava perto do orgasmo, porque as mãos dela estavam nas minhas pernas e, quanto mais rápido o Carlos metia nela, mais forte ela me apertava. Até que chegou um momento em que ela começou a enfiar os dedos na minha buceta, enfiava e tirava quase na mesma velocidade que o Carlos tava metendo nela, até que chegou o ponto do êxtase das duas. A Luisa baixou a cabeça, como se não aguentasse mais o prazer que tava recebendo, com uma mão agarrando o lençol e a outra uma das minhas pernas, enquanto soltava longos gemidos de prazer. Enquanto isso, eu levantava minha bunda perto do rosto dela, me masturbando pra tentar terminar aquele orgasmo que ela tinha começado. O Carlos tava vermelho do esforço que tava fazendo pra prolongar o orgasmo da Luisa.
Ele: Vocês três gozaram juntos?
Ela: Não, gozamos eu e a Luisa, mas o Carlos não gozou.
Ele: E aí, o que aconteceu depois?
Ela: Depois de tanta intensidade, a Luisa levantou da cama, beijou o Carlos e disse que ia pegar um pouco de água.
Ele: Você ficou com o Carlos. Sozinha?
Ela: Sim, por pouco tempo, mas sim
Ela: Ele aproveitou esse tempo, se aproximou de mim sorrindo e foi se encaixando entre minhas pernas. Na hora senti um nervoso, porque vi ele vindo com o pau duro na minha direção, fiquei com medo de que, por mais excitada que eu estivesse, fosse doer. Mas ele foi super carinhoso comigo.
Ele: Para nesse instante, me descreve como você viveu isso
Ela: Ele foi se aproximando e, quando estava por cima de mim, a gente se beijou e ele, com uma das mãos, foi acariciando a ponta do pau dele na entrada da minha buceta, roçou umas duas vezes antes de me penetrar devagar. Eu podia sentir cada centímetro do pau dele abrindo minhas paredes, até que ele entrou completamente. Quando senti que ele tinha entrado de vez, soltei um suspiro fundo.
Ela: Ele se deitou sobre mim e sussurrou no meu ouvido: "Neném, como você é apertadinha."
Ela: E eu, suspirando, respondi baixinho se isso incomodava ele
Ela: Ele respondeu: "Pelo contrário, você é uma delícia."
Ela: Então falei: "Vai devagar, por favor."
Ele: Você gostava do jeito que o Carlos estava te comendo?
Ela: Sim, ele ia entrando e saindo devagar de mim, eu podia sentir a haste dele se movendo lá dentro. Umas duas vezes ele saiu completamente e eu sentia a cabeça do pau parar por um segundo na entrada da minha vulva e depois voltar a entrar suave. Esses movimentos estavam me deixando louca, eu soltava uns gemidinhos de prazer. Daí a pouco chegou a Luísa.
Ele: Quanto tempo você ficou com o Carlos antes da Luísa chegar?
Ela: Não muito, talvez uns 5 minutos.
Ele: E quando a Luísa chegou, o que ela disse?
Ela: Ela ficou parada na porta e falou pro Carlos: "Luísa: E quem te deu permissão pra ficar com ela? Não vê que ela é só minha?" – e deu risada.
Ela: Eu tava vermelha de vergonha, hehe
Ela: Mas ela cuidou pra tudo continuar rolando, se aproximou dele e beijou ele, depois deitou do meu lado e começou a me beijar.
Ela: Carlos virou meus dois pés começou a me penetrar de lado enquanto Luísa me acariciava e me beijava
Ela: Depois começou a alternar entre as duas, primeiro me penetrava e depois tirava e penetrava ela.
Ele: Você gostava de como o Carlos te penetrava e como a Luísa te acariciava?
Ela: Gostava pra caralho, sentia a respiração da Luísa na minha cara, especialmente quando o Carlos metia nela, porque eu podia olhar nos olhos dela enquanto ela soltava uns gemidinhos.
Ele: O Carlos falava alguma coisa?
Ela: Não muito, acho que ele tava mais focado em ver a gente se tocando, às vezes quando metia na Luísa, falava como ela era gostosa ou que adorava comer ela.
Ele: Quanto tempo ficaram nessa posição?
Ela: Um tempinho, mas depois a Luísa levantou e fez o Carlos deitar de novo na cama, primeiro ela montou nele um pouco enquanto eu beijava ele, mas não durou muito, então ela pediu pra eu subir em cima.
Ele: Para nesse instante, pelo que você me contou antes, no seu relacionamento anterior, mesmo tendo perdido a virgindade, você não fez nada, então imagino que essa foi a primeira vez que você ficou por cima.
Ela: Sim, é verdade, nunca tinha ficado por cima antes.
Ele: Me conta então como foi esse momento.
Ela: Quando a Luísa desceu do Carlos, ela pegou o pau dele e com um gesto me mandou montar, então segurei a base do pau do Carlos, que naquela hora tava inchado de prazer, eu acho, e levantando uma das pernas fui me ajeitando em cima dele. A Luísa pegou de novo com a intenção de ser ela quem ia colocar dentro de mim, então com uma mão ela tentava encaixar o pau do Carlos na minha buceta e com a outra guiava meu quadril. No final, tudo ficou na posição perfeita e senti o pau do Carlos me preenchendo toda de novo, no começo comecei ereta tentando fazer movimentos circulares, mas quase que imediatamente a Luísa pegou minha cabeça e me abaixou até Onde o Carlos parou pra beijar ela.
Ela: O Carlos me beijava e enquanto fazia isso, ele segurava minha bunda com as duas mãos e abria ela de um jeito delicioso. A Luisa estava atrás da gente, acariciando as pernas do Carlos e minha bunda, de vez em quando enfiava a cabeça entre nós dois, tentando beijar os testículos do Carlos.
Ela: O Carlos tava cada vez mais acelerando a velocidade que tava me penetrando, eu sentia aquele pau delicioso entrando e saindo rápido da minha buceta, meus gemidos enchiam o quarto todo enquanto da minha boca começava a sair "assim, assim, assim, ah, ah, que gostoso, mais rápido, assim, assim..."
Ela: Foi meu primeiro orgasmo com um homem dentro de mim.
Ele: Depois que você gozou, a Luisa fez ou disse alguma coisa?
Ela: Quando eu gozei, caí exausta no peito do Carlos e a Luisa fez uma coisa que eu amei: passou a língua sem parar desde o pau do Carlos, passando pela parte de trás da minha buceta, pelo meu cu, pela minha cintura e costas suadas e pelo meu pescoço.
Ela: Quando eu terminei, o Carlos falou pra gente receber ele com a boca, que ele também queria gozar. Então eu e a Luisa nos ajoelhamos no chão e ele, de pé, fez a gente fazer sexo oral nele até ele terminar.
Ele: Me detalha como vocês fizeram ele gozar assim.
Ela: A Luisa era quem mais tava fazendo ele gozar, tava chupando ele rápido enquanto eu beijava ele de lado e com uma mão acariciava os testículos dele. Só umas duas vezes ela tirou o pau da boca dela pra colocar na minha.
Ele: Você gostou de chupar ele assim?
Ela: Naquele momento, o pau do Carlos tava super molhado, com gosto de porra pura. E mesmo que eu só tenha tido ele na boca por pouco tempo, deu pra sentir sim.
Ela: No fim, a Luisa fez o Carlos gozar. Ele soltou um resfôlego forte e longo e explodiu na nossa frente. Os primeiros jatos de porra foram direto na minha cabeça, mais precisamente no meu cabelo e um pouco em mim. frente, porque na hora a Luisa pegou o pau do Carlos e levou direto pra boca dele, onde foi parar a maior parte da porra do Carlos, mas quase quando já tinha tudo, ela tirou e fez eu provar também, o que fiz com gosto, aliás, num momento separei a glande contra o meu céu da boca e senti as últimas gotas de porra saindo, enquanto engolia essas poucas gotas, via a Luisa tentando engolir toda a porra que o Carlos tinha derramado na boca dela, que dava pra ver que era muita porque mesmo assim ela deixou escapar um pouco pelo canto dos lábios.
Ele: que jeito gostoso de terminar
Ela: Sim, verdade, foi uma experiência muito yummy, depois que terminamos fui tomar banho e depois eles também
Ela: O resto do passeio foi como se nada tivesse acontecido, foi super agradável tudo.
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Espero que tenham curtido essa leitura.
Se você gostou do relato, não hesite em me contar qual parte você mais gostou.
Os likes são sempre bem-vindos 🙂
Ela: Sim, fala.
Ele: É que a gente sempre conversou sobre suas primeiras experiências, mas você nunca me contou quem foi sua segunda experiência nem como tudo aconteceu.
Ela: Sabe, a verdade é que nunca te contei como foi, um pouco por vergonha e outro pouco por medo do que você pensaria de mim.
Ele: Você sabe que nunca vou te julgar pelo seu passado, eu te amo infinitamente com seu passado incluído.
Ela: Eu sei, por isso acho que agora é hora de te contar essa história, além do mais, sei do tesão que isso te dá 🙂
Ele: Que delícia, meu amor! Me conta como e onde foi?
Ela: Me ajuda a te contar.
Ele: Começa me contando onde e quando tudo aconteceu.
Ela: Eu estava no meu último ano da faculdade, tinha uns 26 anos mais ou menos, naquela época minha melhor amiga era a Luísa, com quem eu dividia a maioria das matérias, ela era pra quem eu contava tudo, a gente tinha uma relação muito forte. A Luísa estava namorando há uns dois anos com o Carlos, que era uns 5 ou 6 anos mais velho que ela, a Luísa tinha 28 anos na época.
Lembro que foi num dos feriados de novembro, o Carlos tinha um sítio nos arredores da cidade que ia estar disponível, então a Luísa me perguntou se eu queria ir com eles, e como eu não tinha planos, decidi ir.
Ele: Me conta como eles eram fisicamente.
Ela: A Luísa era uma mina muito gostosa, uns 1,70 de altura mais ou menos, pele branca, cabelo preto longo e cacheado, peitão, acho que maior que o meu, corpo magro, pernas longas e uma bunda empinada de tanto exercício que fazia 🙂
Lembro que todos os caras da faculdade eram loucos por ela, era uma mina que além de ser bonita pra caralho, era muito gente boa e uma pessoa incrível.
Ele: E o Carlos?
Ela: Ele era um engenheiro de família muito boa, muito educado e culto, tinha um bom trabalho na época. Não era muito alto, talvez uns 1,72. Ele era de porte robusto e pele morena, daqueles caras bem peludos, barba cheia. Sempre vestido de terno, o que o deixava muito interessante pra todas que conheciam ele.
Ele: Então vocês foram pra chácara...
Ela: Sim, eles passaram me pegar sexta à noite e daí saímos pra chácara.
Ele: Só vocês três?
Ela: Sim, a ideia era fazer algo tranquilo, que desse pra relaxar antes das provas finais, porque a gente tava com uma carga de trabalho enorme naqueles dias.
Aquela noite foi bem calma no começo, primeiro passamos no supermercado pra comprar as compras e a bebida, e depois chegamos na chácara.
Ele: Onde e como era a chácara?
Ela: A chácara ficava relativamente perto da cidade, 1h30 em estrada de terra fria, era um chalé de um andar só, com três quartos e um banheiro, uma varanda que contornava tudo e cheia de flores penduradas. Como ficava num sítio afastado da vila, era um lugar muito sossegado e gostoso.
Ele: Parecia um lugar bonito pra ficar, me conta como foi aquela noite.
Ela: Aquela noite a gente tava no corredor principal da varanda ouvindo música e tomando rum enquanto o Carlos fazia a comida. Então foi tudo muito agradável e tranquilo mesmo. Acho que a gente deve ter ido dormir umas 3h da manhã. Eles estavam no quarto principal e me deram um quarto que era do lado do deles e perto do banheiro. Então apagamos tudo e fomos dormir, tenho que admitir que naquele momento o rum já tinha feito um baita efeito em mim e imagino que neles também, porque a gente bebeu pra caramba naquela noite.
Ele: E depois que foram dormir, aconteceu alguma coisa?
Ela: Sim, a verdade é que foi algo muito estranho, porque quando deitamos e apagamos todas as luzes, a casa ficou num silêncio absoluto, mas de repente eu comecei a ouvir uns barulhos que me chamaram a atenção. No começo não conseguia reconhecer o que era, porque pareciam sussurros e depois começou um rangido. Pouco a cama, claramente pude reconhecer que meus colegas do lado estavam transando.
Ele: O que passava pela sua cabeça naquele momento?
Ela: Mmm me senti um pouco desconfortável, pensa que eu nunca tinha ouvido ninguém transar. Nunca!
Ele: A verdade é que você era um pouco caretinha quando te conheci hehe
Ela: Um pouco sim, mas não me pergunta porquê, talvez fosse o rum no meu sangue, mas comecei a prestar mais atenção no que tava rolando no quarto do lado, acho que todos os meus sentidos estavam ali naquele momento
Ele: e você gostava disso, me conta todos os detalhes
Ela: No começo não se ouvia, só uns sussurrinhos baixinhos junto com o barulho que a cama fazia, mas depois comecei a ouvir tudo o que eles diziam.
Ele: O que diziam?
Ela: Ela começou a soltar uns gemidinhos e falava que amava ele, enquanto começava a respirar cada vez mais ofegante, lembro de ouvir o Carlos falando o quanto adorava estar dentro dela e também dizia que amava ela.
Ele: você consegue repetir as palavras que eles diziam?
Ela: Luísa: Aiii love que gostoso... te amo, te amo, assim assim assim ah ah ahh
Ela: Carlos: love que delícia que você é, minha vida, me encanta... você gosta assim?
Ele: Como você estava enquanto isso rolava?
Ela: Eu tava muito molhada, chegou um ponto que comecei a me tocar por cima do pijama que eu tava e depois quando comecei a ouvir o som do Carlos batendo contra a bunda da Luísa, minha imaginação começou a voar ainda mais, imaginava ela de quatro e ele por trás.
Ele: Você tava muito molhada? O que mais ouvia?
Ela: Muito, principalmente porque eles começaram a fazer cada vez mais barulho, Luísa pedia pra ele ir mais rápido.
Ele: Gostei de como você descreveu antes, pode fazer de novo.
Ela: Luísa: love que gostoso, mais rápido, mais rápido papai, assim meu love
Ela: Carlos: Que delícia vida, como eu gosto de estar dentro de você meu love, você vai me fazer gozar.
Ele: Me conta Como você se tocava enquanto ouvia aquilo?
Ela: No começo, eu me tocava devagar por cima da roupa, mas conforme eles aumentavam o ritmo, eu também acelerava. Cada vez que a Luisa gemia de prazer, eu me tocava mais rápido. Teve um momento em que o som das nádegas da Luisa batia cada vez mais rápido, e dava pra sentir o Carlos bufando como um touro enquanto gozava dentro dela, enquanto ela, mais do que gemidos, soltava uns ofegos fortes. Naquela hora, acho que eu também gozei, porque senti minha calcinha completamente molhada, e tive que ir me lavar também.
Ele: E aí, o que você fez?
Ela: Fui no banheiro me limpar, e realmente parecia que quem tinha transado era eu. O mais curioso foi que, quando saí do banheiro, a Luisa estava saindo do quarto com um sorriso cúmplice que ela não conseguia esconder. E, bem antes dela entrar, a gente se cruzou, e ela pegou na minha mão de um jeito que não dá pra explicar. Era como se ela tivesse certeza de que eu estava ouvindo, e que todo aquele escândalo que ela fez também era pra mim. Até hoje eu lembro daquele olhar!
Ele: Depois disso, aconteceu alguma coisa?
Ela: Não, fui dormir, e o resto aconteceu no dia seguinte.
Ele: O que aconteceu no dia seguinte então? Me conta como foi tudo.
Ela: No dia seguinte, tudo foi normal. Não tinha nada que fizesse ser diferente. De manhã, a gente tomou café, tudo tranquilo. Na verdade, o clima estava bem calmo. À tarde, o Carlos quis sair pra caminhar e tirar fotos pela região, enquanto nós duas decidimos ficar na fazenda, porque eu queria ler uns documentos e a Luisa queria descansar.
Deve ter passado uma hora, mais ou menos, quando eu entrei na cabana e vi que a Luisa estava dormindo no quarto. Então, resolvi tomar um banho quente pra relaxar um pouco. O banheiro era muito bonito, pro que era a cabana, porque tinha uma banheira que dava pra encher e tomar um banho de imersão. Então, aproveitando, eu enchi. e me dispus a relaxar.
Nem sei quanto tempo passou quando a Luísa entrou pra perguntar se eu precisava de algo, e eu disse que não, mas ela trouxe um livro e uma cadeira pra ler algo pra mim. Achei uma ideia excelente, embora me preocupasse um pouco o fato de eu estar pelada na banheira, mesmo que não desse pra ver muito por causa do shampoo, dava pra entrever alguma coisa nos espaços.
Ele: Você gostava da situação?
Ela: As duas estavam bem relaxadas, tanto que num momento ela parou de ler e começamos a conversar, enquanto isso ela colocou a mão no meu joelho que tava pra fora da banheira, o que no começo achei normal, mas depois ela foi acariciando meu joelho e os traços cada vez iam mais longe até chegar na parte de cima da minha coxa, aí perguntei o que ela tava fazendo. Ela me olhou e continuou com um sorriso safado, enquanto a gente ficava num silêncio cúmplice que deixava rolar o que de certa forma a gente tinha começado na noite anterior.
Ele: Você tava excitada naquele momento
Ela: Um pouco, meu coração tava batendo tão forte que dava pra ouvir 🙂
Ele: Até onde foram as carícias dela?
Ela: Num momento, quando a mão dela já tava chegando no fim da minha coxa, ela se aproximou e me deu um beijo suave nos lábios, que eu aceitei enquanto os dedos dela chegavam timidamente na minha buceta, aquele momento foi mágico, enquanto os beijos ficavam cada vez mais profundos e nossas línguas se saboreavam, eu sentia os dedos dela abrindo meus lábios e com um movimento suave e lento acariciando meu clitóris, que naquela hora tava durinho de tesão.
Depois decidimos levantar e ir pro quarto deles, a Luísa me deitou na cama enquanto a gente continuava se beijando, eu adorava como ela me beijava, como me acariciava.
Ele: Me conta como ela te acariciava
Ela: Quando chegamos na cama, ela começou beijando meus pés, dos tornozelos subindo pela panturrilha, com as duas mãos acariciava minhas coxas enquanto continuava subindo com beijos cada vez mais molhados.
Ele: O que você fazia enquanto a Luísa te beijava?
Ela: Eu respirava forte e segurava os lençóis, não com força, mas com nervosismo.
Ele: Ela continuou te beijando até te encontrar?
Ela: Sim, foi encontrando o caminho desde a parte interna das minhas coxas até minha buceta, ela me deu um beijo molhado com a língua, abrindo caminho entre meus lábios, passando por toda a extensão da minha xota, sentia a ponta da língua dela fazendo círculos no meu clitóris, até aquele momento eu nunca tinha sentido um prazer igual ao que ela estava me dando. Eu mexia minha bunda no ritmo que ela marcava com a boca.
Depois ela se levantou e começou a beijar minha barriga, meu umbigo, meus peitos. Lembro que ela me deu um olhar que só ela sabia dar e se instalou nos meus seios, acariciando eles com as duas mãos, enquanto com a boca beijava cada um por igual, com a capacidade e a sabedoria que só uma mulher pode dar a outra mulher.
Ele: Ela ainda estava vestida nesse momento?
Ela: Sim, mas depois que ela terminou de beijar meus peitos, a única coisa que eu queria era retribuir os favores que ela estava me fazendo, então levantei ela um pouco e comecei a despir ela, enquanto tirava a roupa dava beijos nas partes do corpo dela que ficavam descobertas, o pescoço, os braços, os peitos, a barriga, as pernas. Deixei ela só de calcinha e sutiã, queria ver ela na máxima feminilidade dela.
Ele: Você lembra como era a roupa íntima dela?
Ela: Sim, como esquecer. Ela usava um sutiã branco e uma calcinha de algodão azul com branco.
Ele: Ao despir ela, lembra o que pensou, como ela era?
Ela: Me chamou a atenção a maciez da pele dela e a firmeza dos peitos dela, tinham um contorno muito bonito, eram empinadinhos e terminavam em uns biquinhos rosados, que me deram uma vontade incontrolável de beijar eles.
Não consegui me controlar e fui beijando eles com meus lábios, eram tão lindos que só conseguia pensar ao passar minha língua no contorno deles e chupar com todo o cuidado possível, não podia acreditar que eu tava beijando os peitos da minha melhor amiga.
Ele: Cê tava gostando de beijar eles?
Ela: Sim, entendi por que os homens curtem tanto beijar eles.
Ele: continua me contando.
Ela: depois de beijar os peitos dela, fui descendo pela barriga e, sinceramente, foquei na buceta dela, beijei com toda a vontade do mundo, queria simplesmente comer ela.
Ele: Como era?
Ela: Linda, tava completamente depilada, os lábios eram carnudos e rosadinhos, tinha um clitóris que se destacava. Acho que naquele momento descobri minha bissexualidade, não sei quanto tempo fiquei fazendo sexo oral nela, mas foi um tempão.
Ele: Como cê fazia?
Ela: Com toda minha língua, da ponta até o fim, pelos lados, tentava cobrir com a boca toda a extensão dela e com a ponta da língua massageava rápido o clitóris dela, tava adorando sentir aquela mistura de sucos e saliva.
Ele: E ela, o que fazia?
Ela: Gemida e acariciava minha cabeça enquanto eu beijava e apertava as nádegas dela.
Ele: Cê fez ela gozar?
Ela: Não, bem quando a gente tava no auge do clímax, ela levanta a cabeça e fala "Oi, amor" e dá risada. O Carlos tinha chegado e tava nos olhando da porta do quarto, não sei quanto tempo ele tava ali.
Ele: e o que ele falou pra vocês?
Ela: Mandou um beijo e disse, sem problema, continuem vocês, vou tomar um banho e me junto a vocês.
Ele: e vocês fizeram o quê na hora?
Ela: A Luisa me beijou e falou: Não para, vamos continuar.
Ele: e cê continuou?
Ela: Sim, naquele momento não ligava pra nada, queria continuar beijando ela até não aguentar mais.
Ele: e o que aconteceu quando o Carlos chegou?
Ela: A gente tava se beijando na cama, quando ele sentou na beirada e começou a acariciar as pernas da Luisa e na hora se aproximou e beijou ela na boca, aí ela pegou a cabeça dele e dirigiu pra mim e a gente se beijou. também.
Ele: Você gostou do jeito que ele te beijou?
Ela: Sim, foi um beijo carinhoso, mas cheio de paixão!
Ele: Ele estava pelado?
Ela: Sim, todos nós estávamos pelados naquele momento.
Ela: Depois que nos beijamos, nós duas nos beijamos de novo e a Luísa me disse: Vem, vamos dar um pouco de amor pra ele não se sentir sozinho. E deitou ele na cama.
Ele: Como foi ver ele pelado, como ele era?
Ela: Eu só tinha visto meu ex e o Carlos de longe era muito melhor, tinha um corpo bem firme por causa do exercício e um peito que achei bem sensual.
Ele: E o pau dele, você gostou?
Ela: Era bonito, nem muito grande nem muito pequeno, com a cabeça de uma cor chocolate linda e do mesmo tamanho que o tronco, de um tamanho médio, eu diria.
Ele: Como é médio?
Ela: 17 cm de comprimento e 4 cm de largura, tudo proporcional.
Ele: E aí vocês deram amor pro Carlos?
Ela: Sim, no começo a Luísa desceu pra fazer sexo oral nele, enquanto eu cuidava de beijar ele na boca, no pescoço e no peito. Brinquei muito com o peito dele, passei minha língua uma vez e outra.
Ela: Num momento, eu olhei pra Luísa e ela tava beijando o pau dele, tinha quase ele inteiro na boca dela, enquanto fazia movimento com a cabeça, tirava e colocava de novo e de novo, ela tava dando um boquete magistral, a mina. Quando viu que eu tava olhando, tirou o pau do Carlos da boca e um fio de líquido pré-seminal se esticava dos lábios dela até a cabeça do pau do Carlos, achei a coisa mais hot desse mundo!
Ele: E o que ela fez depois?
Ela: Depois ela veio até mim e me beijou, compartilhando comigo um pouco daquele líquido pré-seminal.
Ele: Você gostou do gosto?
Ela: Foi muito excitante, tinha um gosto meio salgado, não muito, mas o suficiente pra minha língua perceber que aquele era o gosto do Carlos.
Ele: Você já tinha provado antes?
Ela: Não, como te falei antes, nas minhas experiências anteriores eu não tinha feito nada, no máximo uma masturbação e só.
Ele: E depois disso? Como continuaram?
Ela: Carlos se levantou, me pediu pra deitar e ajeitou a Luisa pra fazer por trás. Luisa, por sua vez, se posicionou entre minhas pernas. Então, enquanto Carlos penetrava a Luisa por trás, ela fazia sexo oral em mim.
Ele: Você gostava do que tava vivendo naquele momento? Como se sentia naquela situação?
Ela: Muito, tava como hipnotizada. Não só pelo fato de a Luisa estar beijando minha buceta de um jeito delicioso, mas também pela imagem do Carlos metendo na Luisa por trás e o som que as nádegas dela faziam quando ele batia contra ela. Era um momento mais que erótico.
Ele: Continua me descrevendo como foi.
Ela: Carlos tava metendo rápido na Luisa por trás, segurando ela pela cintura enquanto aumentava cada vez mais o ritmo das penetrações. A Luisa soltava gemidos profundos e exalava na frente da minha buceta, enquanto brincava com meu clitóris. Dava pra sentir que ela tava perto do orgasmo, porque as mãos dela estavam nas minhas pernas e, quanto mais rápido o Carlos metia nela, mais forte ela me apertava. Até que chegou um momento em que ela começou a enfiar os dedos na minha buceta, enfiava e tirava quase na mesma velocidade que o Carlos tava metendo nela, até que chegou o ponto do êxtase das duas. A Luisa baixou a cabeça, como se não aguentasse mais o prazer que tava recebendo, com uma mão agarrando o lençol e a outra uma das minhas pernas, enquanto soltava longos gemidos de prazer. Enquanto isso, eu levantava minha bunda perto do rosto dela, me masturbando pra tentar terminar aquele orgasmo que ela tinha começado. O Carlos tava vermelho do esforço que tava fazendo pra prolongar o orgasmo da Luisa.
Ele: Vocês três gozaram juntos?
Ela: Não, gozamos eu e a Luisa, mas o Carlos não gozou.
Ele: E aí, o que aconteceu depois?
Ela: Depois de tanta intensidade, a Luisa levantou da cama, beijou o Carlos e disse que ia pegar um pouco de água.
Ele: Você ficou com o Carlos. Sozinha?
Ela: Sim, por pouco tempo, mas sim
Ela: Ele aproveitou esse tempo, se aproximou de mim sorrindo e foi se encaixando entre minhas pernas. Na hora senti um nervoso, porque vi ele vindo com o pau duro na minha direção, fiquei com medo de que, por mais excitada que eu estivesse, fosse doer. Mas ele foi super carinhoso comigo.
Ele: Para nesse instante, me descreve como você viveu isso
Ela: Ele foi se aproximando e, quando estava por cima de mim, a gente se beijou e ele, com uma das mãos, foi acariciando a ponta do pau dele na entrada da minha buceta, roçou umas duas vezes antes de me penetrar devagar. Eu podia sentir cada centímetro do pau dele abrindo minhas paredes, até que ele entrou completamente. Quando senti que ele tinha entrado de vez, soltei um suspiro fundo.
Ela: Ele se deitou sobre mim e sussurrou no meu ouvido: "Neném, como você é apertadinha."
Ela: E eu, suspirando, respondi baixinho se isso incomodava ele
Ela: Ele respondeu: "Pelo contrário, você é uma delícia."
Ela: Então falei: "Vai devagar, por favor."
Ele: Você gostava do jeito que o Carlos estava te comendo?
Ela: Sim, ele ia entrando e saindo devagar de mim, eu podia sentir a haste dele se movendo lá dentro. Umas duas vezes ele saiu completamente e eu sentia a cabeça do pau parar por um segundo na entrada da minha vulva e depois voltar a entrar suave. Esses movimentos estavam me deixando louca, eu soltava uns gemidinhos de prazer. Daí a pouco chegou a Luísa.
Ele: Quanto tempo você ficou com o Carlos antes da Luísa chegar?
Ela: Não muito, talvez uns 5 minutos.
Ele: E quando a Luísa chegou, o que ela disse?
Ela: Ela ficou parada na porta e falou pro Carlos: "Luísa: E quem te deu permissão pra ficar com ela? Não vê que ela é só minha?" – e deu risada.
Ela: Eu tava vermelha de vergonha, hehe
Ela: Mas ela cuidou pra tudo continuar rolando, se aproximou dele e beijou ele, depois deitou do meu lado e começou a me beijar.
Ela: Carlos virou meus dois pés começou a me penetrar de lado enquanto Luísa me acariciava e me beijava
Ela: Depois começou a alternar entre as duas, primeiro me penetrava e depois tirava e penetrava ela.
Ele: Você gostava de como o Carlos te penetrava e como a Luísa te acariciava?
Ela: Gostava pra caralho, sentia a respiração da Luísa na minha cara, especialmente quando o Carlos metia nela, porque eu podia olhar nos olhos dela enquanto ela soltava uns gemidinhos.
Ele: O Carlos falava alguma coisa?
Ela: Não muito, acho que ele tava mais focado em ver a gente se tocando, às vezes quando metia na Luísa, falava como ela era gostosa ou que adorava comer ela.
Ele: Quanto tempo ficaram nessa posição?
Ela: Um tempinho, mas depois a Luísa levantou e fez o Carlos deitar de novo na cama, primeiro ela montou nele um pouco enquanto eu beijava ele, mas não durou muito, então ela pediu pra eu subir em cima.
Ele: Para nesse instante, pelo que você me contou antes, no seu relacionamento anterior, mesmo tendo perdido a virgindade, você não fez nada, então imagino que essa foi a primeira vez que você ficou por cima.
Ela: Sim, é verdade, nunca tinha ficado por cima antes.
Ele: Me conta então como foi esse momento.
Ela: Quando a Luísa desceu do Carlos, ela pegou o pau dele e com um gesto me mandou montar, então segurei a base do pau do Carlos, que naquela hora tava inchado de prazer, eu acho, e levantando uma das pernas fui me ajeitando em cima dele. A Luísa pegou de novo com a intenção de ser ela quem ia colocar dentro de mim, então com uma mão ela tentava encaixar o pau do Carlos na minha buceta e com a outra guiava meu quadril. No final, tudo ficou na posição perfeita e senti o pau do Carlos me preenchendo toda de novo, no começo comecei ereta tentando fazer movimentos circulares, mas quase que imediatamente a Luísa pegou minha cabeça e me abaixou até Onde o Carlos parou pra beijar ela.
Ela: O Carlos me beijava e enquanto fazia isso, ele segurava minha bunda com as duas mãos e abria ela de um jeito delicioso. A Luisa estava atrás da gente, acariciando as pernas do Carlos e minha bunda, de vez em quando enfiava a cabeça entre nós dois, tentando beijar os testículos do Carlos.
Ela: O Carlos tava cada vez mais acelerando a velocidade que tava me penetrando, eu sentia aquele pau delicioso entrando e saindo rápido da minha buceta, meus gemidos enchiam o quarto todo enquanto da minha boca começava a sair "assim, assim, assim, ah, ah, que gostoso, mais rápido, assim, assim..."
Ela: Foi meu primeiro orgasmo com um homem dentro de mim.
Ele: Depois que você gozou, a Luisa fez ou disse alguma coisa?
Ela: Quando eu gozei, caí exausta no peito do Carlos e a Luisa fez uma coisa que eu amei: passou a língua sem parar desde o pau do Carlos, passando pela parte de trás da minha buceta, pelo meu cu, pela minha cintura e costas suadas e pelo meu pescoço.
Ela: Quando eu terminei, o Carlos falou pra gente receber ele com a boca, que ele também queria gozar. Então eu e a Luisa nos ajoelhamos no chão e ele, de pé, fez a gente fazer sexo oral nele até ele terminar.
Ele: Me detalha como vocês fizeram ele gozar assim.
Ela: A Luisa era quem mais tava fazendo ele gozar, tava chupando ele rápido enquanto eu beijava ele de lado e com uma mão acariciava os testículos dele. Só umas duas vezes ela tirou o pau da boca dela pra colocar na minha.
Ele: Você gostou de chupar ele assim?
Ela: Naquele momento, o pau do Carlos tava super molhado, com gosto de porra pura. E mesmo que eu só tenha tido ele na boca por pouco tempo, deu pra sentir sim.
Ela: No fim, a Luisa fez o Carlos gozar. Ele soltou um resfôlego forte e longo e explodiu na nossa frente. Os primeiros jatos de porra foram direto na minha cabeça, mais precisamente no meu cabelo e um pouco em mim. frente, porque na hora a Luisa pegou o pau do Carlos e levou direto pra boca dele, onde foi parar a maior parte da porra do Carlos, mas quase quando já tinha tudo, ela tirou e fez eu provar também, o que fiz com gosto, aliás, num momento separei a glande contra o meu céu da boca e senti as últimas gotas de porra saindo, enquanto engolia essas poucas gotas, via a Luisa tentando engolir toda a porra que o Carlos tinha derramado na boca dela, que dava pra ver que era muita porque mesmo assim ela deixou escapar um pouco pelo canto dos lábios.
Ele: que jeito gostoso de terminar
Ela: Sim, verdade, foi uma experiência muito yummy, depois que terminamos fui tomar banho e depois eles também
Ela: O resto do passeio foi como se nada tivesse acontecido, foi super agradável tudo.
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Espero que tenham curtido essa leitura.
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