FALA ASHLEY (Relatado em primeira pessoa)ASHLEY 10: O segredo mais bem guardado é reveladoINTRODUÇÃO
Os acontecimentos relatados a seguir são reais. Os nomes dos personagens foram alterados para proteger suas identidades. Vale dizer que este relato foi retocado pela escritora Anig.
A DECLARAÇÃO DA ZUZUKI
Já tinha passado uma semana desde a festa inesquecível dos políticos no hotel Dann. Clarent tinha voltado pra casa com o senhor Temístocles, o marido dela. Ela tava decidida a se divorciar, mas ainda não tinha contado pra ele. Parece que ela tava fazendo uns esquemas financeiros pra ficar com a maior grana possível, e claro, a atitude dela com o marido tinha mudado pra caramba. Por outro lado, a jovem Natalia Buendía ainda não tinha encarado o irmão dela. Tava esperando a Clarent fazer todos os movimentos dela. Elas tinham combinado de enfrentar esses no mesmo dia. Enquanto isso, em casa, a gente ainda não tinha decidido a seleção da nova garota do serviço.
Aquele dia era sábado, eu tava indo com meu irmão Zuzuki no carro dele, ele dirigindo enquanto eu olhava pela janela pensando nas mudanças que tinham acontecido na minha vida nos últimos dias. A gente tava indo pro sítio pra supervisionar os negócios secretos do nosso pai: o senhor Alonso.
Eu tava com meu camuflado de sempre, suéter preto e boné; o Zuzuki tava bem vestido, estilo clássico, e naquela hora ele interrompeu minha meditação: “Ei!!, você tá bem quieta”
Olhei pra ele enquanto respondia “Não é nada, só pensando nas coisas que aconteceram com a gente ultimamente”
Ele responde “Tá falando por causa do Clarent, da Natalia e da Janeth?”
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://www.movilh.cl/wp-content/uploads/2017/03/conducir.jpg)
Fiquei em silêncio por um momento, aumentei a potência do ar-condicionado e fechei os olhos, enquanto meu irmão continuava dirigindo...
Não sei em que momento eu dormi, a viagem era longa, pela estrada que vai de Cartagena a Barranquilla, beirando o mar. De repente, meu irmão me acordou com um carinho na bochecha enquanto falava baixinho, bem perto do meu rosto: “Dorminhoca, acorda... Chegamos!”
Meio sonolenta, olhei ao redor e percebi que não tínhamos chegado ao sítio. Perguntei: “Onde você me trouxe?”
Ainda estávamos no carro, e ele disse: “Achei que você andava meio estressada esses dias. Clarent não responde nossas mensagens, Janeth também não atende o celular e a Natalia não quer falar com a gente... então hoje quero pensar em coisas que não sejam problemas e por isso te trouxe aqui, pra relaxar.” Enquanto falava, me deu um sorriso lindo. Esse garoto estava me fazendo apaixonar!...

Quando vi bem o lugar, soube que ele tinha me levado pra um hotel, daqueles que ficam à beira da estrada, bem elegante. Então perguntei: “O que você pretende fazer? Tá me dizendo que quer continuar com a nossa relação?”
Meu irmão responde: “Não quero que você veja isso como um compromisso, mas como uma relação especial de amor entre irmãos.”
Falei pra ele: “Adoraria ter uma relação séria com você, ficaria muito feliz se fosse meu namorado, mas no meio tem nossos pais, e ainda nossas irmãs!”
Ele diz: “Se ao menos você não pensasse neles por um momento... Olha! Estamos sozinhos aqui, na entrada de um hotel onde podemos aproveitar à vontade nossos desejos e prazeres.”
Então falei: “Se a gente fizer isso, vou dar o meu melhor pra ser sua namorada de verdade. Não quero ser só o consolo de cama do meu próprio irmão.”
Meu irmão me olha, e depois olha pro hotel enquanto aperta o volante com as mãos, sem fazer nada, só pensando, matutando como se estivesse em silêncio, tentando encontrar uma resposta. Ele disse então: “Quero que você tenha uma tarde inesquecível, hoje queria fazer amor com você. Não como das outras vezes. Todas as vezes anteriores foram só sexo, sem amor, mas hoje quero me dar uma chance, como se fosse uma fuga de...”
Meu irmão de repente ficou em silêncio, como se fosse me dizer algo mas se segurou. Então falei: “Se você quer ter essa chance, pode ter, mas vai ter que ser honesto comigo. Transar com você é maravilhoso, todos esses orgasmos que você me arranca, não sei como você faz!, mas me deixou muito viciada e tenho medo de ser só sua boneca sexual. Você me tem completamente atraída pelo seu pau!!, não percebeu?”
Zuzuki ficou pensando, depois diz: “Sinto muito por isso, desculpa, não devia ter te trazido aqui!”
Na hora ele ia dar ré, e eu segurei a mão dele no câmbio do carro, impedindo que ele ligasse, e falei com voz doce: “Eu também quero uma oportunidade, mas não nessa vida bagunçada que a gente tá tendo, transando com a Janeth, Clarent, Natalia, não, assim não. Eu te peço honestidade, amor.

Ele me olha enquanto segura minha mão: "Eu gosto de sexo, tirar orgasmos das garotas... mas... quando se trata de amor, eu me cago. No momento, não posso me apaixonar por ninguém, meu coração tá preso num dilema com alguém que é supostamente proibido pra mim e, mesmo assim, me faz sentir umas coisas!"
Essa declaração honesta do meu irmão Zuzuki me pegou de surpresa. Eu perguntei: "Você tá apaixonado por alguém da família?"
Ele solta minha mão enquanto balança a cabeça, confirmando que sim.

Meu irmão Zuzuki tinha confessado que tava apaixonado por alguém da família, naquela hora eu já desconfiava que ele tava comendo a nossa irmã Anig (Gina). Por outro lado, ele também tinha dado uma dentro da nossa mãe, mas ele não sabia que a nossa mãe Karoll tinha me contado tudo uns dias antes...
Aí eu falei pra ele: “Quer falar sobre isso?”
Por um instante ele pareceu se quebrar, os olhos dele encheram d’água, e ele disse: “Me sinto preso numa relação vergonhosa, eu gosto de sexo, de transar, mas não sei por que fiz isso com ela, não consegui dizer não, era como uma força invisível que me envolveu, que me dominou”
Com essa frase fiquei meio confusa, e perguntei: “De quem você tá falando?”
Ele, olhando pela janela, do outro lado, como se não quisesse que eu visse ele chorando, falou: “Tô apaixonado pela minha irmã Anig, mas ela é minha irmã! E perante a sociedade não posso ter nada com ela, quero tirar ela do meu coração mas não consigo!”
As palavras dele foram profundas, eu disse: “Como assim sua irmã te dominou? Como se você não tivesse conseguido dizer não?”
Ele respondeu: “Quando falo que senti que ela me dominou, não tô falando da Anig... é de outra pessoa: da nossa mãe Karoll”

Naquele momento, meu irmão Zuzuki começa a me contar a história que ele teve com a nossa mãe...Abaixo, escrevo nas palavras do meu irmão Zuzuki, como se ele estivesse contando pra alguém que não fosse eu:................................................................................FALA ZUZUKI (Escrito em primeira pessoa pela Ashley e composto pelo Anig)
O COMEÇO DE UMA RELAÇÃO ENTRE UMA MÃE E SEU FILHO
Tudo começou há anos, quando eu ainda era um moleque...
Desde muito pequeno, minha mãe Karoll sempre foi muito atenciosa com a gente: Anig, Zahia, Ashley e eu. Naquela época, a Tania ainda não tinha nascido. Eu era só um garoto, meu pai parecia bem ocupado com o trabalho dele, enquanto minha mãe ficava sozinha com a gente na maioria das vezes. Minha mãe se consolava comigo, talvez por eu ser o filho mais velho, ela me dizia umas paradas, como se eu pudesse entender tudo o que ela falava... Eu só olhava pra ela e ficava do lado dela. Toda vez que meu pai não chegava em casa por causa dos negócios dele em Medellín, ou na fazenda que a gente tem perto de Barranquilla, minha mãe dormia comigo, enquanto minhas irmãs iam dormir nos quartos delas. Foi assim que me acostumei a acompanhar ela todas as noites que ela ficava sozinha.
Conforme fui crescendo... No fim do ano de 2004, era o dia do meu aniversário de 18 anos, tudo estava perfeito, tinha convidados, muitos amigos da escola chegaram, mas duas pessoas estavam ausentes: a Ashley e meu pai. Naquele dia era a semifinal da minha irmã Ashley no torneio de taekwondo que rolava em Barranquilla, e meu pai levou ela pra luta; Ele tinha planejado voltar no mesmo dia, mas a luta atrasou, e ele ficou com a minha irmã Ashley pra voltar no dia seguinte de manhã cedo.
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Então minha mãe ficou sozinha naquele dia, nessa época minha irmã Tânia já tinha nascido e naquele dia do meu aniversário ela foi cuidada pela minha irmã Anig no quarto dela. Durante a noite, aconteceu algo incrível...
Depois que minha festa de aniversário acabou, fui deitar com minha mãe, igual quando eu era pequeno. As luzes estavam apagadas, ela estava de camisola, que é meio transparente e tem duas peças: um casaquinho e uma calcinha larga bem confortável. Dava pra ver o sutiã e a calcinha dela através da roupa de dormir.

Naquela noite ela parecia desconfortável, eu estava do lado dela, no meio da escuridão falei: “Mãe, o que você tem? Não consegue dormir? Será que estou te incomodando? Se quiser, vou pro meu quarto.”
Ela respondeu: “Não, não se preocupa.” Depois sentou na cama e acendeu o abajur da mesinha de cabeceira, enquanto arrumava o cabelo num coque, e me disse: “Às vezes eu acho que seu pai me negligencia, eu ainda sou jovem, faz 15 dias que foi meu aniversário de 34 anos e seu pai parece que não tá nem aí.”
Eu falei, tentando consolar: “Não se preocupa, ele tá com a Ashley em Barranquilla, lutando a semi-final, queria muito ter ido ver ela lutar.”
Ela respondeu: “Lembra que a Tânia é pequena e tá com tosse, o médico disse que o ar do ambiente faz mal pra ela, não podemos levar ela pra esse evento e além disso era seu aniversário de 18 anos.” No final da frase, ela sorriu pra mim. Eu sentei na beirada da cama dela, do lado dela. Aí ela levantou da cama e pegou um creme de massagem, voltou e sentou do meu lado, e me disse: “Olha, passa esse creme nas minhas costas, sinto os músculos meio moídos, anteontem comecei uma rotina nova de exercícios na academia e isso me deixou com dores nas costas.”
Ela abaixou um pouco a blusa, deixando eu ver aquela costa linda dela, soltou o sutiã sem tirar pra deixar as costas livres. Comecei a massagem, ela sentada e eu atrás dela, na cama.

Enquanto passava o creme nas costas dela, por um momento pensei em como minha mãe era gostosa. Era uma mulher de família boa, estudada, bem-sucedida no trabalho, inteligente. Baixei um pouco a blusa dela pra espalhar melhor o creme, sem perceber, continuei pensando nela... Naquela época, não tinha nenhuma mina no horizonte, fazia meses que tinha terminado com minha ex-namorada. O corpo da minha mãe parecia com o da minha ex, mas obviamente o da minha mãe era de uma mulherão: Uma senhora elegante de 34 anos, magra, rosto bonito, cabelo liso preto e sobrancelhas grossas, a pele dela era cheia de pelinhos pretos em quase todo o corpo. Era tipo a versão adulta da minha irmãzinha Anig. Passava um tempão depilando as pernas toda semana.


Naquele dia, no quarto escuro, iluminado só pela luz fraca do abajur, a gente tava sentado na cama, eu passava o creme nas costas dela... ela quase com a camisola toda pra baixo, deixando eu esfregar a pele nua dela, era macia, fina, gostosa, sei lá em que merda eu tava pensando quando percebi que meu pau ficou duro...
Naquele momento, parei de massageá-la e me joguei na cama ao lado. Ela me olhou e disse com uma voz doce: “O que foi? Não quer mais massagear minhas costas? Ainda tô sentindo dor, não quer mais me ajudar?”
Respondi meio sem graça: “Quero sim, mãe, mas é que me senti estranho.”
Ela sorriu e disse: “Estranho com o quê? Você tá se sentindo mal?”
Então falei: “Não, não é isso. Só me senti, é isso.”
Ela, como se adivinhasse minha excitação: “Ahh, já entendi.” Deixou escapar um sorriso enquanto continuava: “Acho que você precisa arrumar uma namorada. Não se sinta mal, é normal um garoto da sua idade ter essas sensações.”
Eu olhei pro lado meio sem graça, ela me disse como pra me acalmar: “Você sabe que a gente não é uma família igual às outras que você conheceu. Seu pai é uma pessoa importante nesta cidade, é conhecido de muita gente poderosa, e por isso a gente evita que você saia por aí se misturando com qualquer um. Nossa segurança é o mais importante. Eu também queria sair pra dar um passeio, sem seguranças nem nada, caminhar com seu pai feito um casal normal, mas não dá. Por isso eu te entendo, nossas relações sociais são bem limitadas, e talvez por isso você não tenha tido tantas namoradinhas quanto os outros garotos da sua idade. Você é muito simpático, muito bonito, eu sei que qualquer menina da sua idade ficaria mais que feliz em sair com um cara tão gato quanto você.”
As palavras dela me animaram, então eu falei: “Te amo muito, me dá vergonha sentir essas sensações estranhas, ainda mais agora que a gente tá sozinho e eu tô passando o creme em você.”
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Ela sorriu e disse, se acomodando ao meu lado, sem arrumar a camisola de dormir: "Quer falar dessas sensações? Vamos falar, hoje quero ser sua amiga."
Ela se ajeita na cama, ao meu lado, e eu me virei de lado para olhar pra ela. Minha mãe era realmente uma gostosa, suas curvas espetaculares eram muito chamativas. Eu disse: "Essa sensação de agora há pouco é tipo umas correntes que saem, fluem pelo meu corpo todo, me dão um calor, e me fazem..." — me segurei pra não falar que me excitava pra caralho. Ela só disse: "Termina sua frase."
Respirei fundo pra falar: "E me deixam estranho" — olhando pro volume que ainda tinha entre minhas pernas. Ela olhou com um sorriso de surpresa e disse: "Não se sinta mal, isso é normal. O que acontece é que não é uma conversa que se tenha em público, mas toda mãe fala disso com os filhos.

Depois ela se ajeitou, sentou na cama de pernas cruzadas, o cabelo solto balançando com a brisa leve do ar-condicionado, tava uma gostosa. Falou num tom calmo: “Fica deitado de barriga pra cima, vou te dar uma massagem no corpo todo. Fecha os olhos e vai me falando o que tá sentindo.”

Naquela época eu tinha acabado de fazer 18 anos, achei aquele massagem meio estranha enquanto a gente falava sobre ereções, mas beleza, continuei como se estivesse enfeitiçado pelos carinhos da minha mãe. Sendo sincero, eu a achava linda, em alguns momentos senti vontade de desejá-la como mulher, mas ao mesmo tempo sabia que ela era minha mãe, apesar da beleza dela e acima de qualquer sensação erótica, eu tinha que cuidar dela, e não queria estragar aquele momento de carinho que a gente tava tendo.
Eu não acho que sou o único a admitir com sinceridade que um filho pode sentir atração pela própria mãe, em algum momento da vida todos nós já sentimos essas sensações pela nossa mãe, esse era o meu caso naquela noite, não é o socialmente correto, mas sendo sincero, é assim mesmo!

Fechei os olhos e ela me massageava, eu estava de cueca: Ela acariciou meu peito, braços, abdômen, pernas... tudo suavemente, delicadamente, o sono tinha ido embora. Era meia-noite.
Por um momento senti aquele prazer maravilhoso de ser tocado com suavidade pelas mãos delicadas de uma mulher, as mãos dela percorriam meu corpo devagar, cada músculo meu era tocado por suas mãos...

Enquanto eu continuava de olhos fechados, ela passava aquela creme gostosa no meu abdômen, dando uma atenção especial pra região abaixo do umbigo. Eu não falava nada, só curtia de olhos fechados, as mãos delicadas dela subiam e desciam pela minha barriga: subiam até meu umbigo e desciam até pressionar minha cueca, como se fossem abaixar um pouco, tudo de um jeito disfarçado.
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Eu continuava de olhos fechados enquanto minhas emoções começavam a voar, dentro de mim eu dizia...
Mas ela me perguntava "O que você está sentindo? Não abre os olhos, não vai abrir. Só me diz o que está sentindo"
Eu disse "Sinto correntes subindo e descendo pelo meu corpo todo"
Ela continuava me acariciando do mesmo jeito, às vezes eu sentia que as massagens chegavam até a base do meu pau, ele estava duríssimo, ela disse com calma "Essa massagem fica entre nós, como um segredo bem íntimo entre a gente. Seu pai não pode saber que a gente se massageia desse jeito. Não me diz nada, só fecha os olhos e aproveita
Naquele momento, minha mente debatia entre o que era certo e minhas emoções, uma batalha interna diante daquelas sensações tão gostosas que eu estava sentindo através das mãos macias da minha mãe. Minha pica estava dura, ereta, e minha mãe sabia disso perfeitamente. A gente tava brincando com fogo, e os dois estavam permitindo. Os movimentos das mãos dela perto da minha entreperna e o som da respiração acelerada indicavam que ela tava considerando na mente dela a possibilidade de o próprio filho.

Sem abrir os olhos, balancei a cabeça pra mostrar que, ela então me disse “Quero que hoje você seja meu acompanhante, aquele que não me faz sentir sozinha, pense em mim como uma amiga”
Eu disse então “Mãe, se eu pensar em você como uma que me acaricia desse jeito, acabaria fazendo com essa ”
Ao terminar minha frase, ouvi um sorriso leve nela, me fez sentir muita confiança no que a gente tava fazendo...
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Naquele momento, uma eletricidade forte percorreu tudo dentro de mim, da cabeça aos pés, o pau ficou duro pra caralho. Senti um de excitação, mas fiquei imóvel, esperando pra ver onde aquilo ia dar.
Ela me disse: "Nunca esteve com uma mulher?"
As mãos dela acariciavam meu abdômen até minhas pernas, com força, quase abaixando minha cueca quando as mãos deslizavam de cima pra baixo, enquanto que quando as mãos subiam de baixo pra cima, eu não sentia ela puxar a cueca, tudo muito disfarçado, enquanto ela dizia: "Vejo que você já tá crescido, e já tem idade pra ficar com uma mulher...

Apressei, respondi como se ela tivesse me feito uma pergunta, erro típico de novato: “Não, ainda não fiquei com nenhuma mulher”
Ela disse: “Vou aumentar essas correntes que você tá sentindo um pouco mais, fica quieto e não olha”
Meu pau, que já naquela época tinha o tamanho que tem hoje, tava duro feito pedra.
Eu continuava de olhos fechados, senti que minha cueca tinha descido um pouco com as massagens que minha mãe Karoll estava me dando. Depois senti beijos abaixo do meu umbigo, suaves, carinhosos, lentos e muito gostosos. Senti as bochechas da minha mãe roçando meu pau enquanto ela me beijava o abdômen, dava pra sentir as bochechas dela no meu membro e isso me deixou super tarado.
Meu pau ainda virgem estava prestes a explodir, minha mãe com muita ternura foi passando os beijos um pouco mais pra baixo, bem perto da base do meu membro, já não tinha mais pele no meu corpo separando os lábios dela da minha rola, os beijos dela estavam quase tocando a base do meu pau. Não podia acreditar!!
Ela pegou na minha mão e apertou forte, enquanto dizia: "Tô feliz de fazer isso com você, isso nunca pode sair deste quarto. O que rolar aqui, fica aqui."
Eu disse, quase sem fôlego: "Não vai sair daqui, mãe. Tô muito excitado!... e eu sei que moralmente isso não é certo."
Ela disse: "Eu sei, posso sentir na sua respiração a corrente que você tá, o seu tesão, só se acalma e continua aproveitando esse momento. Somos só eu e você.
Então ela continuou me beijando enquanto abaixava minha cueca até os joelhos, deixando à disposição dela meu pau potente e completamente duro.

Depois senti um frio intenso na ponta da pica, uns lábios molhados chupando a cabecinha, como se estivesse sugando de cima pra baixo, ela continuava apertando minha mão com força, curti demais aquela mamada gostosa.
Era um boquete suave, cheio de carinho, a língua dela passava pela superfície da minha glande e descia até a base do meu pau... Aí repetia aquele movimento uma e outra vez, tudo isso rolava no quarto dela, a sós, na nossa casa.

Realmente não dimensionei o que aquilo significava, só estava focado nas emoções que sentia sem pensar no amanhã, era só um garoto experimentando um boquete. Até aquele momento não sabia direito como me masturbar, nunca tinha tido a chance de ficar com uma mulher, todas as minas que eu tinha até então eram amigas que eu sempre visitava com os pais junto, e outras vezes com seguranças acompanhando. Aquele boquete representou um salto enorme na minha vida sexual.
Minha mãe, de temperamento forte, que não treme a mão na hora de castigar, que o que diz é cumprido... Uma mulher que, quando vai à fazenda, seus subordinados veem nela uma pessoa de respeito, de seriedade, todos sabem que ela é a mão direita do meu pai nos negócios, seu caráter é muito mais severo que o do meu pai e assim ela fazia saber a todos os trabalhadores da fazenda por meio de seus castigos severos. Muitos na fazenda sabiam que: a dona Karoll com apenas poderia qualquer um, aliás, muitos exemplos de sobra todos eles já tinham presenciado.
As decisões importantes do meu pai sempre passam pelo visto da minha mãe Karoll, ela até aconselha meu pai sobre quais políticos é preciso fazer guerra ou quem é preciso fazer sumir.
Aquela mulher magra, amante da academia e da música pop, das comidas light, aquela mulher executiva de 34 anos de vestidos elegantes, advogada de profissão com estudos de mestrado: Minha mãe, estava me dando um boquete gostoso.
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://i.ibb.co/7WP4q2S/vaquera.jpg)
Quando abri meus olhos, não acreditei no que tava vendo: Karoll, uma mulher cheia de desejo, rendida na minha frente, chupando minha pica gostoso pra caralho, cometendo um incesto de mãe e filho, sozinhos no quarto sem ninguém pra atrapalhar de porta fechada. Aí ela me olha e fala: “Não aguentei a tentação de chupar você”... Ela continuava chupando minha pica num boquete delicioso.(vejam o vídeo do link abaixo pra terem uma ideia)http://www.videospornosos.com/morenaza-espectacular-mamando-polla-con-sus-carnosos-labios/
Ela tava com a camisola de dormir toda desarrumada, o sutiã sem o fecho, e uma calcinha de dormir muito gostosa, parecia concentrada no que tava fazendo: subia e descia o pescoço devagar, no ritmo perfeito, nem muito rápido nem muito lento. Engolia meu pau com a boca até mais da metade.
Quando pensei que a parada ia ficar só naquele tamanho e tudo terminaria ali, ela me diz: "Você tá muito tasty". Dava pra perceber na voz dela um certo grau de agitação, enquanto mordia os lábios devagar, parecendo excitada, sem tirar os olhos do meu pau. Ela falou: "Quero que você passe seu membro por cima da minha buceta sem me penetrar, tô com uma vontade forte de me masturbar e quero fazer isso em cima de você. Só toma cuidado pra não me penetrar, pra gente não consumar o incesto. Tá curtindo?"
Eu respondi entre gemidos: "Sim, demais!"
Depois disso, ela tirou minha cueca, eu fiquei nu de barriga pra cima com o pau totalmente duro. Ela, sem tirar o short, que tava bem larguinho, puxou ele pro lado pra mostrar a buceta linda dela, enquanto se ajeitava em cima de mim, quase na posição de empalar, que hoje em dia já sou expert. Subiu em cima de mim, com o short virado pro lado sem tirar, e com a mão dela levou meu pau até encostar na buceta extraordinária dela. Assim, nossos sexos se tocaram, pele com pele, sem chegar a penetrar.

Senti a buceta dela no meu pau, pude sentir uns pelinhos pubianos pequenos, ela se rebolava suavemente em cima de mim: Meu pau fazia atrito com a buceta dela, minha glande passava pela racha dela, rapidamente a buceta dela molhou meu pau.
Karoll, minha mãe, parecia estar curtindo o momento, me olhava direto nos olhos, com a boca entreaberta, claramente tava muito tarada, parecia que tava se masturbando comigo.
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Nessa posição, ela por cima e eu por baixo, ela fala com uma voz bem sensual: "Mexa devagar, tenta acompanhar o ritmo dos meus movimentos."
Obedeci às ordens dela enquanto me ajustava pra continuar esfregando meu pau contra a pussy dela, e falei sem intenção de tirar a roupa dela: "Tô meio incomodado com a sua roupa..."
Ela sorri enquanto me dá um beijo bem apaixonado no pescoço, e enquanto me beijava, tirou a calcinha de dormir e a calcinha, ficando nós dois pelados na cama.
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![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://sfico.com/images/ef5337a9408a57f496519a967ed88935/Frotamientos%20entre%20genitales%20%20%20Introducci%C3%B3n%20del%20pene%20sin%20movimientos/8.jpg)
Parecíamos dois amantes, minha mãe naquela época era bem jovem, e a beleza dela fazia ela parecer muito mais nova do que era. Na verdade, eu não parecia filho dela, parecia mais uma irmã minha, já que sou mais alto que ela. Mesmo assim, a semelhança entre nós é nítida: tenho cabelo preto liso, um pouco comprido, gosto de pentear pra frente, bem parecido com o penteado da minha mãe (foi ela quem me ensinou a me pentear); sou magro e meio atlético, porque na época eu participava dos campeonatos de futebol da escola, que terminei naquele ano.
Ela estava em cima de mim, esfregava a buceta dela no meu pau, passava ela com força, a buceta dela tava muito molhada: encharcada. Os fluidos dela molhavam meu pau e parte da minha barriga. Karoll era uma mulher gostosa, naquele momento parei de ver ela como minha mãe e passei a ver como minha mulher, que eu tava prestes a foder.

Vi minha barriga toda encharcada com os fluidos vaginais dela, passei meus dedos pela barriga pra pegar aqueles fluidos e sentir o que eram os lubrificantes dela. Ela, observando minha curiosidade, me diz: "Isso se chama fluxo vaginal, serve pra lubrificar o pau e facilitar a penetração."
Respondi quase entre gemidos: "Então meu pau já tá pronto pra penetração?"
Enquanto ela se mexia em cima de mim pra frente e pra trás, esfregando a buceta dela no meu pau, ela diz: "Sim, é isso, seu pau e minha buceta já tão prontos pra penetração, mas não vamos chegar lá, nosso limite é até aqui." Ela continuava gemendo, como uma mulher cheia de tesão, como uma mulher no cio...

Perguntei então: "Como se chama o que estamos fazendo?"
Minha mãe responde: "Nem todas as coisas precisam ter um nome... isso que estamos fazendo é uma forma de masturbação, a gente se esfrega e curte as sensações ao mesmo tempo."
A agitação dela estava muito acelerada, meu pau completamente lubrificado estava sendo esfregado contra a racha da buceta dela, eu via como o corpo do meu pênis se encaixava no meio dos lábios vaginais dela sem chegar a penetrá-la...
Nessa posição, ela se movia pra frente e pra trás, deixando eu ver claramente a buceta dela aberta, com os lábios vaginais de cada lado do meu pau, esfregando com muita emoção sem parar os movimentos do quadril. Minha glande molhada e brilhante, como se estivesse oleada, fazia contato com o clitóris dela...

AUMENTANDO O NÍVEL DE LUXÚRIA: CONSUMINDO O INCESTO
Naquele momento eu estava muito excitado, quase rendido aos prazeres que estava sentindo, não havia mais tempo pra hesitar em termos morais de mãe e filho, no que é socialmente correto. Minha mente estava inundada pelas emoções que continuavam crescendo dentro de mim.

Depois ela, com uma voz sensual e muito mais ofegante, me diz: "Tô que não aguento, a tentação que me invade é enorme."
Ao ouvir isso dela, fiquei curioso pra saber a que tentação ela se referia, e falei, enquanto começava a me mover um pouco mais rápido: "A que... tentações... você tá se referindo?"
Ela, quase gemendo e respirando muito ofegante...Quer saber que tipo de tentação eu tô falando?de imediato ela começa a se mexer mais e mais, a cintura dela parecia uma cobra, os gemidos dela me excitavam muito maisahhhhhhhhhh... ayyyyyy... dá pra sentir teu ovo duro e gostosoColoquei minhas mãos na cintura dela pra segurar e dar mais ritmo, mesmo sendo inexperiente na época, meus movimentos eram instintivos, e parecia que eu acertava em fazer as coisas que ela gostava... ela diziaIsso, assim... gosto que me pegue desse jeito... cê aprende rápido!Suas palavras me animaram a me mexer mais rápido, passava minhas mãos pela cintura dela, acariciava a barriga dela...
Na minha frente, tinha meu pau potente esfregando na buceta dela, minha cabeça roçava claramente no clitóris dela, e isso parecia deixá-la ainda mais excitada!...
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://i.ibb.co/Vm37b9x/pene-frotando-1.jpg)
Depois, como por curiosidade, como por instinto, coloquei minha mão na buceta dela e com o polegar acariciei o clitóris dela ao mesmo tempo que fazia com a minha glande, ela começou a gemer mais forte, dizendo “Ayyyyyyyy... aaaaaaaaaa... aaaa... que gostoso... esfrega assim, mexe teu dedo no meu clitóris... que gostoso que é”
Naquele momento, uma vontade imensa de penetrar ela me dominou por completo, me hipnotizou. A pouca moral que ainda me restava se desfez totalmente no instante em que ouvi as palavras de puta, aquela mulher tão gostosa era minha mãe.
Eu falei entre ofegos: "Mãe, eu gosto... gosto pra caralho!"
Ela respondeu de boca aberta e gemendo: "Que delíciaaa!... não me chama de 'mãe', me chama de Karoll!" No fim da frase, soltou vários gemidos bem altos...
Ela continuava roçando a buceta no meu pau, os movimentos de quadril aumentavam, e por um momento soltou um gemido diferente dos outros, um gemido mais agudo, igualzinho de uma puta safada: "ahhhhh!!


Minha cabeça só pensava na minha mãe como minha mulher, eu a via como a mulher que eu queria comer. Por um momento, senti aquele desejo incontrolável de penetrar ela, e rapidamente esse desejo tomou conta de mim: eu continuei esfregando o clitóris da minha mãe, minha mulher naquele momento, queria que ela curtisse. Consegui perceber qual era o movimento de cintura que ela gostava... de cara descobri que quanto mais rápido eu esfregava meu pau no clitóris dela, maior era a excitação dela... e mais forte ela gemia... Ela não parava de gemer, de olhos fechados e se entregando completamente à luxúria, à paixão. Ela era muito gostosa, era uma mistura de várias coisas, sentimentos, emoções, sentir que estávamos fazendo algo proibido, algo errado, algo que não deveríamos estar fazendo, mas já era tarde: estávamos entregues à paixão por completo. Na cara dela, eu vi que ela estava prestes a gozar...

Enquanto ela continuava de olhos fechados e, se movendo pra frente e pra trás, entregue de corpo e alma à paixão e com o orgasmo prestes a explodir, criei coragem e com uma das minhas mãos fiz meu pau esfregar mais forte na buceta dela... enquanto ela se mexia, meu pau parecia abrir caminho entre os dois lábios da buceta dela sem ainda penetrar... Aproveitei que ela continuava de olhos fechados e gemendo, como se estivesse curtindo o prazer que sentia, usei minha mão de novo pra fazer pressão com meu pau na racha dela e dessa vez meu pau potente ficou bem na entrada, ela se mexia e minha cabeça estava apontada direto pro fundo da buceta dela... mas ainda não enfiei...

![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://img-hw.xnxx-cdn.com/videos/thumbslll/f6/0b/6b/f60b6b44702ef47431fe5c98bba29cb0/f60b6b44702ef47431fe5c98bba29cb0.17.jpg)
Karoll parecia não perceber minha intenção, já com meu pau na posição e com a lubrificação que nossas partes tinham... segurei Karoll pelos ombros e, com a ajuda dos movimentos de cintura que eu fazia: pra frente e pra trás... consegui enfiar a cabeça do meu pau... ufff...
Tomei forças, apertei os ombros dela, e dessa vez puxei ela com força pra mim... senti meu pau entrando naquela buceta encharcada até a metade, ela arregalou os olhos enquanto levantava a voz: "Zuzuki!!, o que você está fazendo? Você me penetrou!!... eu te falei pra não me penetrar!!



Eu, sem soltar ela dos ombros, apertei de novo pra puxar ela com mais força. O corpo magro e frágil dela veio com violência contra o meu, nossas pélvis bateram forte enquanto eu via minha pica sumir entre as pernas dela... Ela gemeu num tom diferente, era um gemido de puta surpresa enquanto falava “Ahhhhh!!, não esperava por isso!, tira ela!!... você enfiou muito fundo!!... ayyy não!!... ahhhhhhhh!!” No fim da frase, ela gemeu de novo naquele tom agudo de vagabunda no cio, aquele som me deixou doido, fiquei super tarado, no máximo!!
Por um momento, senti que ela ia se levantar, mas segurei ela firme e mexi minha cintura com força de novo pra fazer minha pica sair um pouco e cravar com violência mais fundo ainda.

Ela gemia como se estivesse surpresa "ahhhh!!" os gemidos dela já pareciam os gemidos das putas que você encontra no xvideos, a boca aberta dela deixava claro que ela tava adorando, que tava louca pra pra mim, pro próprio filho...
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://www.pornoamateurvip.com/wp-content/uploads/2016/11/cabalgando-polla-orgasmo.jpg)
Ela dizia entre gemidos: "Zuzuki, você tá me metendo... bem fundo!!...., tira, por favor!... aiii!!, eu não queria que você me metesse!" no final da frase, soltou outro gemido mais forte que todos os anteriores, tava muito excitada.


Rapidamente ela enxugou com seus líquidos toda a minha pica, nesse momento eu segurei ela forte pela cintura pra puxar ela pra mim com mais ímpeto, fazendo a enfiada ser completa, percebi que minha pica tava quase toda enfiada na buceta rosada dela... Nessa hora ela continuou de boca aberta mas notei que já não fazia mais força pra escapar dos meus braços, foi então que aproveitei pra me mover forte pra frente e pra trás, me mexi pela primeira vez de forma acelerada, rápida enquanto ela tava de olhos fechados e boca aberta gemendo, parada... eu ainda tava debaixo dela... a boca aberta dela, igual uma puta, começou a deixar escapar um pouco de saliva, me mostrava que ela tava gostando, os gemidos dela ficaram mais agudos...

Ela ficava parada, como se estivesse fazendo força com as pernas pra segurar o orgasmo... por um momento, era eu quem me mexia, ela com o quadril um pouco levantado me deixava ver como meu pau entrava e saía de dentro da buceta dela... Nessa posição que minha mãe tava, facilitou muito eu enterrar tudo e me mover bem rápido ao mesmo tempo... eu me mexia na velocidade que ela gostava pra fazer ela gozar, meu pau inteiro entrava e saía, nossos sexos completamente lubrificados... Aprendi que o segredo pra fazer ela gemer igual uma puta no cio tava na velocidade da minha cintura...

Depois de alguns breves instantes, ela, de olhos fechados, também começou a se mexer em cima de mim enquanto dizia: "Que pau gostoso você tem, aiii... que metida gostosa! Ninguém pode saber disso!!"
Os gemidos dela foram bem altos. Então eu disse: "Karoll, sinto o calor da sua buceta, sinto que você tá quente e molhada.
(vejam o vídeo a seguir pra terem uma ideia)https://www.xnxx.com/video-b58av6e/esposa_cabalgando_a_otro_macho


Ela me respondeu enquanto mantinha os olhos fechados: "Você vai me fazer gozar, tô quase chegando lá... Tô tentando segurar, mas acho que não vou conseguir parar esse orgasmo por mais tempo... Você tá fazendo isso deliciosamente pra caralho!!... Tô consumando o incesto... aiii!!"
Ela continuava fodendo comigo, nós dois aceleramos ainda mais, ela me abraçou, ainda estava por cima de mim...
Pela primeira vez, minha mãe me abraçou com luxúria, paixão, com desejo, os peitos dela esmagados contra o meu peito...


Tava metendo nela nessa posição, lembro que tava suando, botava muita energia nessas enfiadas porque a posição era meio desconfortável pra mim... depois de um tempo metendo na buceta da minha mãe, os gemidos dela aumentaram enquanto ela me disseNão aguento mais!!!, LÁ VEM O ORGASMO!!... ahhhhh!!... que gostoso... que gostosa você fode!!, ayyyy... vou gozar!! Ahhh!!... sente meu gozo!!... ahhhh!!As palavras dela me enlouqueceram, rapidamente aqueles gritos dela me fizeram acelerar até gozar, me derramei dentro dela!!.
Depois ela foi parando devagar e ficou nua em cima de mim.
Aquele doze de dezembro foi inesquecível pra mim.
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://img-egc.xvideos-cdn.com/videos/thumbs169lll/82/4f/af/824faf2fb0a4da4975f64a3369bdfbc7/824faf2fb0a4da4975f64a3369bdfbc7.22.jpg)


Foi assim que transei com a minha mãe pela primeira vez. Depois disso, nossa relação continuou quase igual. Mas por dentro eu me sentia péssimo, não deixei ela perceber pra não magoá-la, me senti sujo, me senti muito mal. Aos poucos fui assimilando o que tinha acontecido.
Mesmo que minha mãe Karoll me tratasse do mesmo jeito de sempre na frente dos outros, e na hora de me dar bronca fizesse com a mesma energia. Mas quando estávamos sozinhos, a gente se entregava de novo às nossas paixões, e assim fizemos muitas vezes em casa, aproveitando que minhas irmãs ainda eram pequenas e que meu pai demorava pra voltar do trabalho ou viajava sozinho.
A gente transava na cozinha, no banheiro, no quarto dela, no meu... em quase todos os cantos da casa. Vivemos um caso de amantes incestuosos.
Minha mãe e eu ficamos entregues à paixão e à luxúria sem que ninguém em casa percebesse.


![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](http://www.videospornosos.com/wp-content/uploads/2015/06/rusa-amateur-sexo-cocina.jpg)




https://www.xnxx.com/video-j7y278c/vecina_gime_cuando_se_lo_meto
Com o tempo, minha mãe e eu fomos transando cada vez mais sem vergonha. Uma vez a gente fez no escritório dela, onde ela trabalha, sem se importar que meu pai trabalhasse no mesmo prédio, na mesma empresa. Eu ela de quatro na cadeira do escritório dela, na mesa dela, ela me chupava a pica sem se importar com nada; Claro que ela trancava a porta do escritório e mandava a secretária não deixar ninguém entrar, que ia conversar com o filho dela. Ninguém imaginava que minha mãe e eu nessas reuniões particulares no escritório dela.
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://www.irelatoseroticos.com/wp-content/uploads/2019/05/1-770x430.jpg)


De 2005 até 2010, minha irmã Ashley foi mandada pra estudar na Ásia, Rússia e países vizinhos... Nessa época, meu pai viajava pra Rússia pra visitar minha irmã, deixando minha mãe sozinha. Foi aí que nossas relações se intensificaram naqueles anos: toda vez que meu pai ia embora, eu a minha mãe. Minha outra irmã, Anig, começou a crescer, e então eu e minha mãe tivemos que inventar coisas mais elaboradas pra poder transar sem sermos incomodados.
FALA ASHLEY (Relatado em primeira pessoa)
Quando meu irmão terminou de me contar como as coisas começaram entre ele e minha mãe adotiva Karoll, eu vi ele olhando para longe, com o olhar perdido. Como se estivesse vendo a vida dele desde aquele tempo. Naquele momento, entendi que a vida dele não foi fácil. Eu achava que minha estadia na Rússia tinha sido difícil, mas meu irmão, na Colômbia, vivia a própria história dele.
Me aproximei e dei um beijo na bochecha dele, enquanto sussurrava no ouvido: “Vou te dar um agrado: agora sou eu quem quer”.
Ele ficou me olhando enquanto eu abria o zíper e desabotoava a calça dele, pra depois chupar aquela piroca gostosa.


Chupei o pau dele por um bom tempo até fazer ele gozar, naquele dia engoli todo o esperma dele, sem deixar cair uma gota e sem tirar o pau da minha boca até não sair mais nada. Ele ficou de pau duro, mas eu disse: "Já podemos ir, só quis te fazer pensar em outra coisa."
Demos ré e fomos cuidar dos negócios na fazenda. Naquele dia, passamos como dois namorados, mesmo sem dizer nada concreto. Os trabalhadores da fazenda perceberam nosso tratamento carinhoso, mas ninguém suspeitaria de nada, já que Zuzuki é meu irmão.
Esperem o próximo capítulo dessa história gostosa :)
Os acontecimentos relatados a seguir são reais. Os nomes dos personagens foram alterados para proteger suas identidades. Vale dizer que este relato foi retocado pela escritora Anig.
A DECLARAÇÃO DA ZUZUKI
Já tinha passado uma semana desde a festa inesquecível dos políticos no hotel Dann. Clarent tinha voltado pra casa com o senhor Temístocles, o marido dela. Ela tava decidida a se divorciar, mas ainda não tinha contado pra ele. Parece que ela tava fazendo uns esquemas financeiros pra ficar com a maior grana possível, e claro, a atitude dela com o marido tinha mudado pra caramba. Por outro lado, a jovem Natalia Buendía ainda não tinha encarado o irmão dela. Tava esperando a Clarent fazer todos os movimentos dela. Elas tinham combinado de enfrentar esses
Aquele dia era sábado, eu tava indo com meu irmão Zuzuki no carro dele, ele dirigindo enquanto eu olhava pela janela pensando nas mudanças que tinham acontecido na minha vida nos últimos dias. A gente tava indo pro sítio pra supervisionar os negócios secretos do nosso pai: o senhor Alonso.
Eu tava com meu camuflado de sempre, suéter preto e boné; o Zuzuki tava bem vestido, estilo clássico, e naquela hora ele interrompeu minha meditação: “Ei!!, você tá bem quieta”
Olhei pra ele enquanto respondia “Não é nada, só pensando nas coisas que aconteceram com a gente ultimamente”
Ele responde “Tá falando por causa do Clarent, da Natalia e da Janeth?”
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://www.movilh.cl/wp-content/uploads/2017/03/conducir.jpg)
Fiquei em silêncio por um momento, aumentei a potência do ar-condicionado e fechei os olhos, enquanto meu irmão continuava dirigindo...
Não sei em que momento eu dormi, a viagem era longa, pela estrada que vai de Cartagena a Barranquilla, beirando o mar. De repente, meu irmão me acordou com um carinho na bochecha enquanto falava baixinho, bem perto do meu rosto: “Dorminhoca, acorda... Chegamos!”
Meio sonolenta, olhei ao redor e percebi que não tínhamos chegado ao sítio. Perguntei: “Onde você me trouxe?”
Ainda estávamos no carro, e ele disse: “Achei que você andava meio estressada esses dias. Clarent não responde nossas mensagens, Janeth também não atende o celular e a Natalia não quer falar com a gente... então hoje quero pensar em coisas que não sejam problemas e por isso te trouxe aqui, pra relaxar.” Enquanto falava, me deu um sorriso lindo. Esse garoto estava me fazendo apaixonar!...

Quando vi bem o lugar, soube que ele tinha me levado pra um hotel, daqueles que ficam à beira da estrada, bem elegante. Então perguntei: “O que você pretende fazer? Tá me dizendo que quer continuar com a nossa relação?”
Meu irmão responde: “Não quero que você veja isso como um compromisso, mas como uma relação especial de amor entre irmãos.”
Falei pra ele: “Adoraria ter uma relação séria com você, ficaria muito feliz se fosse meu namorado, mas no meio tem nossos pais, e ainda nossas irmãs!”
Ele diz: “Se ao menos você não pensasse neles por um momento... Olha! Estamos sozinhos aqui, na entrada de um hotel onde podemos aproveitar à vontade nossos desejos e prazeres.”
Então falei: “Se a gente fizer isso, vou dar o meu melhor pra ser sua namorada de verdade. Não quero ser só o consolo de cama do meu próprio irmão.”
Meu irmão me olha, e depois olha pro hotel enquanto aperta o volante com as mãos, sem fazer nada, só pensando, matutando como se estivesse em silêncio, tentando encontrar uma resposta. Ele disse então: “Quero que você tenha uma tarde inesquecível, hoje queria fazer amor com você. Não como das outras vezes. Todas as vezes anteriores foram só sexo, sem amor, mas hoje quero me dar uma chance, como se fosse uma fuga de...”
Meu irmão de repente ficou em silêncio, como se fosse me dizer algo mas se segurou. Então falei: “Se você quer ter essa chance, pode ter, mas vai ter que ser honesto comigo. Transar com você é maravilhoso, todos esses orgasmos que você me arranca, não sei como você faz!, mas me deixou muito viciada e tenho medo de ser só sua boneca sexual. Você me tem completamente atraída pelo seu pau!!, não percebeu?”
Zuzuki ficou pensando, depois diz: “Sinto muito por isso, desculpa, não devia ter te trazido aqui!”
Na hora ele ia dar ré, e eu segurei a mão dele no câmbio do carro, impedindo que ele ligasse, e falei com voz doce: “Eu também quero uma oportunidade, mas não nessa vida bagunçada que a gente tá tendo, transando com a Janeth, Clarent, Natalia, não, assim não. Eu te peço honestidade, amor.

Ele me olha enquanto segura minha mão: "Eu gosto de sexo, tirar orgasmos das garotas... mas... quando se trata de amor, eu me cago. No momento, não posso me apaixonar por ninguém, meu coração tá preso num dilema com alguém que é supostamente proibido pra mim e, mesmo assim, me faz sentir umas coisas!"
Essa declaração honesta do meu irmão Zuzuki me pegou de surpresa. Eu perguntei: "Você tá apaixonado por alguém da família?"
Ele solta minha mão enquanto balança a cabeça, confirmando que sim.

Meu irmão Zuzuki tinha confessado que tava apaixonado por alguém da família, naquela hora eu já desconfiava que ele tava comendo a nossa irmã Anig (Gina). Por outro lado, ele também tinha dado uma dentro da nossa mãe, mas ele não sabia que a nossa mãe Karoll tinha me contado tudo uns dias antes...
Aí eu falei pra ele: “Quer falar sobre isso?”
Por um instante ele pareceu se quebrar, os olhos dele encheram d’água, e ele disse: “Me sinto preso numa relação vergonhosa, eu gosto de sexo, de transar, mas não sei por que fiz isso com ela, não consegui dizer não, era como uma força invisível que me envolveu, que me dominou”
Com essa frase fiquei meio confusa, e perguntei: “De quem você tá falando?”
Ele, olhando pela janela, do outro lado, como se não quisesse que eu visse ele chorando, falou: “Tô apaixonado pela minha irmã Anig, mas ela é minha irmã! E perante a sociedade não posso ter nada com ela, quero tirar ela do meu coração mas não consigo!”
As palavras dele foram profundas, eu disse: “Como assim sua irmã te dominou? Como se você não tivesse conseguido dizer não?”
Ele respondeu: “Quando falo que senti que ela me dominou, não tô falando da Anig... é de outra pessoa: da nossa mãe Karoll”

Naquele momento, meu irmão Zuzuki começa a me contar a história que ele teve com a nossa mãe...Abaixo, escrevo nas palavras do meu irmão Zuzuki, como se ele estivesse contando pra alguém que não fosse eu:................................................................................FALA ZUZUKI (Escrito em primeira pessoa pela Ashley e composto pelo Anig)
O COMEÇO DE UMA RELAÇÃO ENTRE UMA MÃE E SEU FILHO
Tudo começou há anos, quando eu ainda era um moleque...
Desde muito pequeno, minha mãe Karoll sempre foi muito atenciosa com a gente: Anig, Zahia, Ashley e eu. Naquela época, a Tania ainda não tinha nascido. Eu era só um garoto, meu pai parecia bem ocupado com o trabalho dele, enquanto minha mãe ficava sozinha com a gente na maioria das vezes. Minha mãe se consolava comigo, talvez por eu ser o filho mais velho, ela me dizia umas paradas, como se eu pudesse entender tudo o que ela falava... Eu só olhava pra ela e ficava do lado dela. Toda vez que meu pai não chegava em casa por causa dos negócios dele em Medellín, ou na fazenda que a gente tem perto de Barranquilla, minha mãe dormia comigo, enquanto minhas irmãs iam dormir nos quartos delas. Foi assim que me acostumei a acompanhar ela todas as noites que ela ficava sozinha.
Conforme fui crescendo... No fim do ano de 2004, era o dia do meu aniversário de 18 anos, tudo estava perfeito, tinha convidados, muitos amigos da escola chegaram, mas duas pessoas estavam ausentes: a Ashley e meu pai. Naquele dia era a semifinal da minha irmã Ashley no torneio de taekwondo que rolava em Barranquilla, e meu pai levou ela pra luta; Ele tinha planejado voltar no mesmo dia, mas a luta atrasou, e ele ficou com a minha irmã Ashley pra voltar no dia seguinte de manhã cedo.
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://images.dedocloud.com/images/firmalar/firma_259/icerik/17998_2_259_firma-icerik_3513.jpg)
Então minha mãe ficou sozinha naquele dia, nessa época minha irmã Tânia já tinha nascido e naquele dia do meu aniversário ela foi cuidada pela minha irmã Anig no quarto dela. Durante a noite, aconteceu algo incrível...
Depois que minha festa de aniversário acabou, fui deitar com minha mãe, igual quando eu era pequeno. As luzes estavam apagadas, ela estava de camisola, que é meio transparente e tem duas peças: um casaquinho e uma calcinha larga bem confortável. Dava pra ver o sutiã e a calcinha dela através da roupa de dormir.

Naquela noite ela parecia desconfortável, eu estava do lado dela, no meio da escuridão falei: “Mãe, o que você tem? Não consegue dormir? Será que estou te incomodando? Se quiser, vou pro meu quarto.”
Ela respondeu: “Não, não se preocupa.” Depois sentou na cama e acendeu o abajur da mesinha de cabeceira, enquanto arrumava o cabelo num coque, e me disse: “Às vezes eu acho que seu pai me negligencia, eu ainda sou jovem, faz 15 dias que foi meu aniversário de 34 anos e seu pai parece que não tá nem aí.”
Eu falei, tentando consolar: “Não se preocupa, ele tá com a Ashley em Barranquilla, lutando a semi-final, queria muito ter ido ver ela lutar.”
Ela respondeu: “Lembra que a Tânia é pequena e tá com tosse, o médico disse que o ar do ambiente faz mal pra ela, não podemos levar ela pra esse evento e além disso era seu aniversário de 18 anos.” No final da frase, ela sorriu pra mim. Eu sentei na beirada da cama dela, do lado dela. Aí ela levantou da cama e pegou um creme de massagem, voltou e sentou do meu lado, e me disse: “Olha, passa esse creme nas minhas costas, sinto os músculos meio moídos, anteontem comecei uma rotina nova de exercícios na academia e isso me deixou com dores nas costas.”
Ela abaixou um pouco a blusa, deixando eu ver aquela costa linda dela, soltou o sutiã sem tirar pra deixar as costas livres. Comecei a massagem, ela sentada e eu atrás dela, na cama.
Enquanto passava o creme nas costas dela, por um momento pensei em como minha mãe era gostosa. Era uma mulher de família boa, estudada, bem-sucedida no trabalho, inteligente. Baixei um pouco a blusa dela pra espalhar melhor o creme, sem perceber, continuei pensando nela... Naquela época, não tinha nenhuma mina no horizonte, fazia meses que tinha terminado com minha ex-namorada. O corpo da minha mãe parecia com o da minha ex, mas obviamente o da minha mãe era de uma mulherão: Uma senhora elegante de 34 anos, magra, rosto bonito, cabelo liso preto e sobrancelhas grossas, a pele dela era cheia de pelinhos pretos em quase todo o corpo. Era tipo a versão adulta da minha irmãzinha Anig. Passava um tempão depilando as pernas toda semana.


Naquele dia, no quarto escuro, iluminado só pela luz fraca do abajur, a gente tava sentado na cama, eu passava o creme nas costas dela... ela quase com a camisola toda pra baixo, deixando eu esfregar a pele nua dela, era macia, fina, gostosa, sei lá em que merda eu tava pensando quando percebi que meu pau ficou duro...
Naquele momento, parei de massageá-la e me joguei na cama ao lado. Ela me olhou e disse com uma voz doce: “O que foi? Não quer mais massagear minhas costas? Ainda tô sentindo dor, não quer mais me ajudar?”
Respondi meio sem graça: “Quero sim, mãe, mas é que me senti estranho.”
Ela sorriu e disse: “Estranho com o quê? Você tá se sentindo mal?”
Então falei: “Não, não é isso. Só me senti
Ela, como se adivinhasse minha excitação: “Ahh, já entendi.” Deixou escapar um sorriso enquanto continuava: “Acho que você precisa arrumar uma namorada. Não se sinta mal, é normal um garoto da sua idade ter essas sensações.”
Eu olhei pro lado meio sem graça, ela me disse como pra me acalmar: “Você sabe que a gente não é uma família igual às outras que você conheceu. Seu pai é uma pessoa importante nesta cidade, é conhecido de muita gente poderosa, e por isso a gente evita que você saia por aí se misturando com qualquer um. Nossa segurança é o mais importante. Eu também queria sair pra dar um passeio, sem seguranças nem nada, caminhar com seu pai feito um casal normal, mas não dá. Por isso eu te entendo, nossas relações sociais são bem limitadas, e talvez por isso você não tenha tido tantas namoradinhas quanto os outros garotos da sua idade. Você é muito simpático, muito bonito, eu sei que qualquer menina da sua idade ficaria mais que feliz em sair com um cara tão gato quanto você.”
As palavras dela me animaram, então eu falei: “Te amo muito, me dá vergonha sentir essas sensações estranhas, ainda mais agora que a gente tá sozinho e eu tô passando o creme em você.”
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://i.ibb.co/GpvYpZf/mujer-al-lado-de-joven-en-cama.jpg)
Ela sorriu e disse, se acomodando ao meu lado, sem arrumar a camisola de dormir: "Quer falar dessas sensações? Vamos falar, hoje quero ser sua amiga."
Ela se ajeita na cama, ao meu lado, e eu me virei de lado para olhar pra ela. Minha mãe era realmente uma gostosa, suas curvas espetaculares eram muito chamativas. Eu disse: "Essa sensação de agora há pouco é tipo umas correntes que saem, fluem pelo meu corpo todo, me dão um calor, e me fazem..." — me segurei pra não falar que me excitava pra caralho. Ela só disse: "Termina sua frase."
Respirei fundo pra falar: "E me deixam estranho" — olhando pro volume que ainda tinha entre minhas pernas. Ela olhou com um sorriso de surpresa e disse: "Não se sinta mal, isso é normal. O que acontece é que não é uma conversa que se tenha em público, mas toda mãe fala disso com os filhos.

Depois ela se ajeitou, sentou na cama de pernas cruzadas, o cabelo solto balançando com a brisa leve do ar-condicionado, tava uma gostosa. Falou num tom calmo: “Fica deitado de barriga pra cima, vou te dar uma massagem no corpo todo. Fecha os olhos e vai me falando o que tá sentindo.”

Naquela época eu tinha acabado de fazer 18 anos, achei aquele massagem meio estranha enquanto a gente falava sobre ereções, mas beleza, continuei como se estivesse enfeitiçado pelos carinhos da minha mãe. Sendo sincero, eu a achava linda, em alguns momentos senti vontade de desejá-la como mulher, mas ao mesmo tempo sabia que ela era minha mãe, apesar da beleza dela e acima de qualquer sensação erótica, eu tinha que cuidar dela, e não queria estragar aquele momento de carinho que a gente tava tendo.
Eu não acho que sou o único

Fechei os olhos e ela me massageava, eu estava de cueca: Ela acariciou meu peito, braços, abdômen, pernas... tudo suavemente, delicadamente, o sono tinha ido embora. Era meia-noite.
Por um momento senti aquele prazer maravilhoso de ser tocado com suavidade pelas mãos delicadas de uma mulher, as mãos dela percorriam meu corpo devagar, cada músculo meu era tocado por suas mãos...

Enquanto eu continuava de olhos fechados, ela passava aquela creme gostosa no meu abdômen, dando uma atenção especial pra região abaixo do umbigo. Eu não falava nada, só curtia de olhos fechados, as mãos delicadas dela subiam e desciam pela minha barriga: subiam até meu umbigo e desciam até pressionar minha cueca, como se fossem abaixar um pouco, tudo de um jeito disfarçado.
Eu continuava de olhos fechados enquanto minhas emoções começavam a voar, dentro de mim eu dizia
Mas ela me perguntava "O que você está sentindo? Não abre os olhos, não vai abrir. Só me diz o que está sentindo"
Eu disse "Sinto correntes subindo e descendo pelo meu corpo todo"
Ela continuava me acariciando do mesmo jeito, às vezes eu sentia que as massagens chegavam até a base do meu pau, ele estava duríssimo, ela disse com calma "Essa massagem fica entre nós, como um segredo bem íntimo entre a gente. Seu pai não pode saber que a gente se massageia desse jeito. Não me diz nada, só fecha os olhos e aproveita
Naquele momento, minha mente debatia entre o que era certo e minhas emoções, uma batalha interna diante daquelas sensações tão gostosas que eu estava sentindo através das mãos macias da minha mãe. Minha pica estava dura, ereta, e minha mãe sabia disso perfeitamente. A gente tava brincando com fogo, e os dois estavam permitindo. Os movimentos das mãos dela perto da minha entreperna e o som da respiração acelerada indicavam que ela tava considerando na mente dela a possibilidade de

Sem abrir os olhos, balancei a cabeça pra mostrar que
Eu disse então “Mãe, se eu pensar em você como uma
Ao terminar minha frase, ouvi um sorriso leve nela, me fez sentir muita confiança no que a gente tava fazendo...
AUMENTANDO O NÍVEL DE LUXÚRIA: A FRICÇÃO SEXUAL MÁXIMA
Naquele momento, uma eletricidade forte percorreu tudo dentro de mim, da cabeça aos pés, o pau ficou duro pra caralho. Senti um
Ela me disse: "Nunca esteve com uma mulher?"
As mãos dela acariciavam meu abdômen até minhas pernas, com força, quase abaixando minha cueca quando as mãos deslizavam de cima pra baixo, enquanto que quando as mãos subiam de baixo pra cima, eu não sentia ela puxar a cueca, tudo muito disfarçado, enquanto ela dizia: "Vejo que você já tá crescido, e já tem idade pra ficar com uma mulher...

Apressei, respondi como se ela tivesse me feito uma pergunta, erro típico de novato: “Não, ainda não fiquei com nenhuma mulher”
Ela disse: “Vou aumentar essas correntes que você tá sentindo um pouco mais, fica quieto e não olha”
Meu pau, que já naquela época tinha o tamanho que tem hoje, tava duro feito pedra.
Eu continuava de olhos fechados, senti que minha cueca tinha descido um pouco com as massagens que minha mãe Karoll estava me dando. Depois senti beijos abaixo do meu umbigo, suaves, carinhosos, lentos e muito gostosos. Senti as bochechas da minha mãe roçando meu pau enquanto ela me beijava o abdômen, dava pra sentir as bochechas dela no meu membro e isso me deixou super tarado.
Meu pau ainda virgem estava prestes a explodir, minha mãe com muita ternura foi passando os beijos um pouco mais pra baixo, bem perto da base do meu membro, já não tinha mais pele no meu corpo separando os lábios dela da minha rola, os beijos dela estavam quase tocando a base do meu pau. Não podia acreditar!!
Ela pegou na minha mão e apertou forte, enquanto dizia: "Tô feliz de fazer isso com você, isso nunca pode sair deste quarto. O que rolar aqui, fica aqui."
Eu disse, quase sem fôlego: "Não vai sair daqui, mãe. Tô muito excitado!... e eu sei que moralmente isso não é certo."
Ela disse: "Eu sei, posso sentir na sua respiração a corrente que você tá, o seu tesão, só se acalma e continua aproveitando esse momento. Somos só eu e você.
Então ela continuou me beijando enquanto abaixava minha cueca até os joelhos, deixando à disposição dela meu pau potente e completamente duro.

Depois senti um frio intenso na ponta da pica, uns lábios molhados chupando a cabecinha, como se estivesse sugando de cima pra baixo, ela continuava apertando minha mão com força, curti demais aquela mamada gostosa.
Era um boquete suave, cheio de carinho, a língua dela passava pela superfície da minha glande e descia até a base do meu pau... Aí repetia aquele movimento uma e outra vez, tudo isso rolava no quarto dela, a sós, na nossa casa.

Realmente não dimensionei o que aquilo significava, só estava focado nas emoções que sentia sem pensar no amanhã, era só um garoto experimentando um boquete. Até aquele momento não sabia direito como me masturbar, nunca tinha tido a chance de ficar com uma mulher, todas as minas que eu tinha até então eram amigas que eu sempre visitava com os pais junto, e outras vezes com seguranças acompanhando. Aquele boquete representou um salto enorme na minha vida sexual.
Minha mãe, de temperamento forte, que não treme a mão na hora de castigar, que o que diz é cumprido... Uma mulher que, quando vai à fazenda, seus subordinados veem nela uma pessoa de respeito, de seriedade, todos sabem que ela é a mão direita do meu pai nos negócios, seu caráter é muito mais severo que o do meu pai e assim ela fazia saber a todos os trabalhadores da fazenda por meio de seus castigos severos. Muitos na fazenda sabiam que: a dona Karoll com apenas
As decisões importantes do meu pai sempre passam pelo visto da minha mãe Karoll, ela até aconselha meu pai sobre quais políticos é preciso fazer guerra ou quem é preciso fazer sumir.
Aquela mulher magra, amante da academia e da música pop, das comidas light, aquela mulher executiva de 34 anos de vestidos elegantes, advogada de profissão com estudos de mestrado: Minha mãe, estava me dando um boquete gostoso.
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://i.ibb.co/7WP4q2S/vaquera.jpg)
Quando abri meus olhos, não acreditei no que tava vendo: Karoll, uma mulher cheia de desejo, rendida na minha frente, chupando minha pica gostoso pra caralho, cometendo um incesto de mãe e filho, sozinhos no quarto sem ninguém pra atrapalhar de porta fechada. Aí ela me olha e fala: “Não aguentei a tentação de chupar você”... Ela continuava chupando minha pica num boquete delicioso.(vejam o vídeo do link abaixo pra terem uma ideia)http://www.videospornosos.com/morenaza-espectacular-mamando-polla-con-sus-carnosos-labios/
Ela tava com a camisola de dormir toda desarrumada, o sutiã sem o fecho, e uma calcinha de dormir muito gostosa, parecia concentrada no que tava fazendo: subia e descia o pescoço devagar, no ritmo perfeito, nem muito rápido nem muito lento. Engolia meu pau com a boca até mais da metade.
Quando pensei que a parada ia ficar só naquele tamanho e tudo terminaria ali, ela me diz: "Você tá muito tasty". Dava pra perceber na voz dela um certo grau de agitação, enquanto mordia os lábios devagar, parecendo excitada, sem tirar os olhos do meu pau. Ela falou: "Quero que você passe seu membro por cima da minha buceta sem me penetrar, tô com uma vontade forte de me masturbar e quero fazer isso em cima de você. Só toma cuidado pra não me penetrar, pra gente não consumar o incesto. Tá curtindo?"
Eu respondi entre gemidos: "Sim, demais!"
Depois disso, ela tirou minha cueca, eu fiquei nu de barriga pra cima com o pau totalmente duro. Ela, sem tirar o short, que tava bem larguinho, puxou ele pro lado pra mostrar a buceta linda dela, enquanto se ajeitava em cima de mim, quase na posição de empalar, que hoje em dia já sou expert. Subiu em cima de mim, com o short virado pro lado sem tirar, e com a mão dela levou meu pau até encostar na buceta extraordinária dela. Assim, nossos sexos se tocaram, pele com pele, sem chegar a penetrar.

Senti a buceta dela no meu pau, pude sentir uns pelinhos pubianos pequenos, ela se rebolava suavemente em cima de mim: Meu pau fazia atrito com a buceta dela, minha glande passava pela racha dela, rapidamente a buceta dela molhou meu pau.
Karoll, minha mãe, parecia estar curtindo o momento, me olhava direto nos olhos, com a boca entreaberta, claramente tava muito tarada, parecia que tava se masturbando comigo.
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Nessa posição, ela por cima e eu por baixo, ela fala com uma voz bem sensual: "Mexa devagar, tenta acompanhar o ritmo dos meus movimentos."
Obedeci às ordens dela enquanto me ajustava pra continuar esfregando meu pau contra a pussy dela, e falei sem intenção de tirar a roupa dela: "Tô meio incomodado com a sua roupa..."
Ela sorri enquanto me dá um beijo bem apaixonado no pescoço, e enquanto me beijava, tirou a calcinha de dormir e a calcinha, ficando nós dois pelados na cama.
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![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://sfico.com/images/ef5337a9408a57f496519a967ed88935/Frotamientos%20entre%20genitales%20%20%20Introducci%C3%B3n%20del%20pene%20sin%20movimientos/8.jpg)
Parecíamos dois amantes, minha mãe naquela época era bem jovem, e a beleza dela fazia ela parecer muito mais nova do que era. Na verdade, eu não parecia filho dela, parecia mais uma irmã minha, já que sou mais alto que ela. Mesmo assim, a semelhança entre nós é nítida: tenho cabelo preto liso, um pouco comprido, gosto de pentear pra frente, bem parecido com o penteado da minha mãe (foi ela quem me ensinou a me pentear); sou magro e meio atlético, porque na época eu participava dos campeonatos de futebol da escola, que terminei naquele ano.
Ela estava em cima de mim, esfregava a buceta dela no meu pau, passava ela com força, a buceta dela tava muito molhada: encharcada. Os fluidos dela molhavam meu pau e parte da minha barriga. Karoll era uma mulher gostosa, naquele momento parei de ver ela como minha mãe e passei a ver como minha mulher, que eu tava prestes a foder.

Vi minha barriga toda encharcada com os fluidos vaginais dela, passei meus dedos pela barriga pra pegar aqueles fluidos e sentir o
Respondi quase entre gemidos: "Então meu pau já tá pronto pra penetração?"
Enquanto ela se mexia em cima de mim pra frente e pra trás, esfregando a buceta dela no meu pau, ela diz: "Sim, é isso, seu pau e minha buceta já tão prontos pra penetração, mas não vamos chegar lá, nosso limite é até aqui." Ela continuava gemendo, como uma mulher cheia de tesão, como uma mulher no cio...

Perguntei então: "Como se chama o que estamos fazendo?"
Minha mãe responde: "Nem todas as coisas precisam ter um nome... isso que estamos fazendo é uma forma de masturbação, a gente se esfrega e curte as sensações ao mesmo tempo."
A agitação dela estava muito acelerada, meu pau completamente lubrificado estava sendo esfregado contra a racha da buceta dela, eu via como o corpo do meu pênis se encaixava no meio dos lábios vaginais dela sem chegar a penetrá-la...
Nessa posição, ela se movia pra frente e pra trás, deixando eu ver claramente a buceta dela aberta, com os lábios vaginais de cada lado do meu pau, esfregando com muita emoção sem parar os movimentos do quadril. Minha glande molhada e brilhante, como se estivesse oleada, fazia contato com o clitóris dela...
AUMENTANDO O NÍVEL DE LUXÚRIA: CONSUMINDO O INCESTO
Naquele momento eu estava muito excitado, quase rendido aos prazeres que estava sentindo, não havia mais tempo pra hesitar em termos morais de mãe e filho, no que é socialmente correto. Minha mente estava inundada pelas emoções que continuavam crescendo dentro de mim.

Depois ela, com uma voz sensual e muito mais ofegante, me diz: "Tô que não aguento, a tentação que me invade é enorme."
Ao ouvir isso dela, fiquei curioso pra saber a que tentação ela se referia, e falei, enquanto começava a me mover um pouco mais rápido: "A que... tentações... você tá se referindo?"
Ela, quase gemendo e respirando muito ofegante...Quer saber que tipo de tentação eu tô falando?de imediato ela começa a se mexer mais e mais, a cintura dela parecia uma cobra, os gemidos dela me excitavam muito maisahhhhhhhhhh... ayyyyyy... dá pra sentir teu ovo duro e gostosoColoquei minhas mãos na cintura dela pra segurar e dar mais ritmo, mesmo sendo inexperiente na época, meus movimentos eram instintivos, e parecia que eu acertava em fazer as coisas que ela gostava... ela diziaIsso, assim... gosto que me pegue desse jeito... cê aprende rápido!Suas palavras me animaram a me mexer mais rápido, passava minhas mãos pela cintura dela, acariciava a barriga dela...
Na minha frente, tinha meu pau potente esfregando na buceta dela, minha cabeça roçava claramente no clitóris dela, e isso parecia deixá-la ainda mais excitada!...
![Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes) Ashley [Parte 10]: Incestando con la mamá (Real) (imagenes)](https://i.ibb.co/Vm37b9x/pene-frotando-1.jpg)
Depois, como por curiosidade, como por instinto, coloquei minha mão na buceta dela e com o polegar acariciei o clitóris dela ao mesmo tempo que fazia com a minha glande, ela começou a gemer mais forte, dizendo “Ayyyyyyyy... aaaaaaaaaa... aaaa... que gostoso... esfrega assim, mexe teu dedo no meu clitóris... que gostoso que é”
Naquele momento, uma vontade imensa de penetrar ela me dominou por completo, me hipnotizou. A pouca moral que ainda me restava se desfez totalmente no instante em que ouvi as palavras de puta, aquela mulher tão gostosa era minha mãe.
Eu falei entre ofegos: "Mãe, eu gosto... gosto pra caralho!"
Ela respondeu de boca aberta e gemendo: "Que delíciaaa!... não me chama de 'mãe', me chama de Karoll!" No fim da frase, soltou vários gemidos bem altos...
Ela continuava roçando a buceta no meu pau, os movimentos de quadril aumentavam, e por um momento soltou um gemido diferente dos outros, um gemido mais agudo, igualzinho de uma puta safada: "ahhhhh!!


Minha cabeça só pensava na minha mãe como minha mulher, eu a via como a mulher que eu queria comer. Por um momento, senti aquele desejo incontrolável de penetrar ela, e rapidamente esse desejo tomou conta de mim: eu continuei esfregando o clitóris da minha mãe, minha mulher naquele momento, queria que ela curtisse. Consegui perceber qual era o movimento de cintura que ela gostava... de cara descobri que quanto mais rápido eu esfregava meu pau no clitóris dela, maior era a excitação dela... e mais forte ela gemia... Ela não parava de gemer, de olhos fechados e se entregando completamente à luxúria, à paixão. Ela era muito gostosa, era uma mistura de várias coisas, sentimentos, emoções, sentir que estávamos fazendo algo proibido, algo errado, algo que não deveríamos estar fazendo, mas já era tarde: estávamos entregues à paixão por completo. Na cara dela, eu vi que ela estava prestes a gozar...

Enquanto ela continuava de olhos fechados e, se movendo pra frente e pra trás, entregue de corpo e alma à paixão e com o orgasmo prestes a explodir, criei coragem e com uma das minhas mãos fiz meu pau esfregar mais forte na buceta dela... enquanto ela se mexia, meu pau parecia abrir caminho entre os dois lábios da buceta dela sem ainda penetrar... Aproveitei que ela continuava de olhos fechados e gemendo, como se estivesse curtindo o prazer que sentia, usei minha mão de novo pra fazer pressão com meu pau na racha dela e dessa vez meu pau potente ficou bem na entrada, ela se mexia e minha cabeça estava apontada direto pro fundo da buceta dela... mas ainda não enfiei...

Karoll parecia não perceber minha intenção, já com meu pau na posição e com a lubrificação que nossas partes tinham... segurei Karoll pelos ombros e, com a ajuda dos movimentos de cintura que eu fazia: pra frente e pra trás... consegui enfiar a cabeça do meu pau... ufff...
Tomei forças, apertei os ombros dela, e dessa vez puxei ela com força pra mim... senti meu pau entrando naquela buceta encharcada até a metade, ela arregalou os olhos enquanto levantava a voz: "Zuzuki!!, o que você está fazendo? Você me penetrou!!... eu te falei pra não me penetrar!!



Eu, sem soltar ela dos ombros, apertei de novo pra puxar ela com mais força. O corpo magro e frágil dela veio com violência contra o meu, nossas pélvis bateram forte enquanto eu via minha pica sumir entre as pernas dela... Ela gemeu num tom diferente, era um gemido de puta surpresa enquanto falava “Ahhhhh!!, não esperava por isso!, tira ela!!... você enfiou muito fundo!!... ayyy não!!... ahhhhhhhh!!” No fim da frase, ela gemeu de novo naquele tom agudo de vagabunda no cio, aquele som me deixou doido, fiquei super tarado, no máximo!!
Por um momento, senti que ela ia se levantar, mas segurei ela firme e mexi minha cintura com força de novo pra fazer minha pica sair um pouco e cravar com violência mais fundo ainda.

Ela gemia como se estivesse surpresa "ahhhh!!" os gemidos dela já pareciam os gemidos das putas que você encontra no xvideos, a boca aberta dela deixava claro que ela tava adorando, que tava louca pra
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Ela dizia entre gemidos: "Zuzuki, você tá me metendo... bem fundo!!...., tira, por favor!... aiii!!, eu não queria que você me metesse!" no final da frase, soltou outro gemido mais forte que todos os anteriores, tava muito excitada.
Rapidamente ela enxugou com seus líquidos toda a minha pica, nesse momento eu segurei ela forte pela cintura pra puxar ela pra mim com mais ímpeto, fazendo a enfiada ser completa, percebi que minha pica tava quase toda enfiada na buceta rosada dela... Nessa hora ela continuou de boca aberta mas notei que já não fazia mais força pra escapar dos meus braços, foi então que aproveitei pra me mover forte pra frente e pra trás, me mexi pela primeira vez de forma acelerada, rápida enquanto ela tava de olhos fechados e boca aberta gemendo, parada... eu ainda tava debaixo dela... a boca aberta dela, igual uma puta, começou a deixar escapar um pouco de saliva, me mostrava que ela tava gostando, os gemidos dela ficaram mais agudos...

Ela ficava parada, como se estivesse fazendo força com as pernas pra segurar o orgasmo... por um momento, era eu quem me mexia, ela com o quadril um pouco levantado me deixava ver como meu pau entrava e saía de dentro da buceta dela... Nessa posição que minha mãe tava, facilitou muito eu enterrar tudo e me mover bem rápido ao mesmo tempo... eu me mexia na velocidade que ela gostava pra fazer ela gozar, meu pau inteiro entrava e saía, nossos sexos completamente lubrificados... Aprendi que o segredo pra fazer ela gemer igual uma puta no cio tava na velocidade da minha cintura...

Depois de alguns breves instantes, ela, de olhos fechados, também começou a se mexer em cima de mim enquanto dizia: "Que pau gostoso você tem, aiii... que metida gostosa! Ninguém pode saber disso!!"
Os gemidos dela foram bem altos. Então eu disse: "Karoll, sinto o calor da sua buceta, sinto que você tá quente e molhada.
(vejam o vídeo a seguir pra terem uma ideia)https://www.xnxx.com/video-b58av6e/esposa_cabalgando_a_otro_macho
Ela me respondeu enquanto mantinha os olhos fechados: "Você vai me fazer gozar, tô quase chegando lá... Tô tentando segurar, mas acho que não vou conseguir parar esse orgasmo por mais tempo... Você tá fazendo isso deliciosamente pra caralho!!... Tô consumando o incesto... aiii!!"
Ela continuava fodendo comigo, nós dois aceleramos ainda mais, ela me abraçou, ainda estava por cima de mim...
Pela primeira vez, minha mãe me abraçou com luxúria, paixão, com desejo, os peitos dela esmagados contra o meu peito...


Tava metendo nela nessa posição, lembro que tava suando, botava muita energia nessas enfiadas porque a posição era meio desconfortável pra mim... depois de um tempo metendo na buceta da minha mãe, os gemidos dela aumentaram enquanto ela me disseNão aguento mais!!!, LÁ VEM O ORGASMO!!... ahhhhh!!... que gostoso... que gostosa você fode!!, ayyyy... vou gozar!! Ahhh!!... sente meu gozo!!... ahhhh!!As palavras dela me enlouqueceram, rapidamente aqueles gritos dela me fizeram acelerar até gozar, me derramei dentro dela!!.
Depois ela foi parando devagar e ficou nua em cima de mim.
Aquele doze de dezembro foi inesquecível pra mim.
Foi assim que transei com a minha mãe pela primeira vez. Depois disso, nossa relação continuou quase igual. Mas por dentro eu me sentia péssimo, não deixei ela perceber pra não magoá-la, me senti sujo, me senti muito mal. Aos poucos fui assimilando o que tinha acontecido.
Mesmo que minha mãe Karoll me tratasse do mesmo jeito de sempre na frente dos outros, e na hora de me dar bronca fizesse com a mesma energia. Mas quando estávamos sozinhos, a gente se entregava de novo às nossas paixões, e assim fizemos muitas vezes em casa, aproveitando que minhas irmãs ainda eram pequenas e que meu pai demorava pra voltar do trabalho ou viajava sozinho.
A gente transava na cozinha, no banheiro, no quarto dela, no meu... em quase todos os cantos da casa. Vivemos um caso de amantes incestuosos.
Minha mãe e eu ficamos entregues à paixão e à luxúria sem que ninguém em casa percebesse.


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Com o tempo, minha mãe e eu fomos transando cada vez mais sem vergonha. Uma vez a gente fez no escritório dela, onde ela trabalha, sem se importar que meu pai trabalhasse no mesmo prédio, na mesma empresa. Eu
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De 2005 até 2010, minha irmã Ashley foi mandada pra estudar na Ásia, Rússia e países vizinhos... Nessa época, meu pai viajava pra Rússia pra visitar minha irmã, deixando minha mãe sozinha. Foi aí que nossas relações se intensificaram naqueles anos: toda vez que meu pai ia embora, eu
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FALA ASHLEY (Relatado em primeira pessoa)
Quando meu irmão terminou de me contar como as coisas começaram entre ele e minha mãe adotiva Karoll, eu vi ele olhando para longe, com o olhar perdido. Como se estivesse vendo a vida dele desde aquele tempo. Naquele momento, entendi que a vida dele não foi fácil. Eu achava que minha estadia na Rússia tinha sido difícil, mas meu irmão, na Colômbia, vivia a própria história dele.
Me aproximei e dei um beijo na bochecha dele, enquanto sussurrava no ouvido: “Vou te dar um agrado: agora sou eu quem quer
Ele ficou me olhando enquanto eu abria o zíper e desabotoava a calça dele, pra depois chupar aquela piroca gostosa.
Chupei o pau dele por um bom tempo até fazer ele gozar, naquele dia engoli todo o esperma dele, sem deixar cair uma gota e sem tirar o pau da minha boca até não sair mais nada. Ele ficou de pau duro, mas eu disse: "Já podemos ir, só quis te fazer pensar em outra coisa."
Demos ré e fomos cuidar dos negócios na fazenda. Naquele dia, passamos como dois namorados, mesmo sem dizer nada concreto. Os trabalhadores da fazenda perceberam nosso tratamento carinhoso, mas ninguém suspeitaria de nada, já que Zuzuki é meu irmão.
Esperem o próximo capítulo dessa história gostosa :)
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