O que vou contar faz parte de algo que está rolando por esses dias. Com minha esposa, a gente tem um relacionamento longo, estamos juntos desde a adolescência, então imaginem que ao longo dos anos tivemos intimidade e tempo de sobra pra contar um pro outro o que a gente curte sexualmente, e pra cultivar uma relação de confiança. Obviamente não foi um processo fácil, mas desde alguns anos atrás a gente vinha fantasiando em incluir garotas na nossa cama, e finalmente fizemos isso há uns dois anos.
Se vocês tiverem interesse, podemos trocar experiências no privado.
O relato em questão (nosso primeiro relato) tem a ver com as experiências com a garota que estamos vendo agora, que vamos chamar de Ana.
Com minha esposa, a gente não é completamente atlético, mas, digamos, a gente se mantém. Ela (minha mulher), que vamos chamar de Mar, é bem voluptuosa, tem uns peitos muito gostosos e sensíveis, e uma bunda enorme que me deixa louco: adoro chupar, enfiar os dedos e, claro, penetrar. Mar é, além de muito gata, uma mina aberta, curiosa e sem frescura pra explorar o corpo dela e o de outras garotas.
Ana é uma garota muito bonita de rosto, com uns peitos impressionantes, naturais e lindos. Também é muito safada e aberta a experimentar. Ela é mais nova que a gente, a gente tem por volta de 35 anos, enquanto Ana tem uns 26 (uma delícia) e (pra aumentar o tesão) está num relacionamento há vários anos com um cara.
Tudo começou no trampo. Mar e Ana são professoras e trabalham juntas. Eu costumo aparecer bastante no trabalho delas, sempre pra dar uma mão com alguma coisa de manutenção ou fazer algum favor, então tenho bastante contato com as colegas de trabalho da Mar.
Ana e Mar se deram bem no trampo, começaram a conversar, e aos poucos, uma coisa foi levando à outra e começaram a fazer piadas de duplo sentido e brincadeiras safadas (além de irem se conhecendo dia a dia na dinâmica do trabalho, claro); o que depois passou pra um certo contato. físico na forma de abraços um pouco mais "carinhosos" do que o normal. Uma vez, no meio de alguma piada, Ana deixou escapar que teve certa experiência com outras garotas, e Mar respondeu que ela também.
Por minha parte, devo confessar que, em mais de uma oportunidade, comentei com a Mar que a Ana era uma guria bem gostosa, e claro, nós dois já tínhamos reparado nas tetonas dela. O que a gente comentava entre nós (somos muito abertos e comentamos quando a gente curte uma mina, ou até quando ela fica afim de outro cara, ela me fala).
Bom, a situação anterior entre elas foi parar no WhatsApp, onde, a partir da conversa, foram comentando mais ou menos como tinham sido as experiências. Acontece que a Ana tinha ficado com uma amiga na cidade dela (ela veio pra nossa cidade há alguns anos), enquanto a Mar comentou que a gente tinha ficado com outra mina num trisal durante vários meses.
Conversa vai, conversa vem (resumindo bastante), resultou que a Ana queria experimentar como era ficar com um casal, e pra isso, a gente serviu de cobaia.
Combinamos um dia, um horário e nos encontramos em casa. Não temos filhos, nem mais responsabilidades além do trampo e das contas, por isso, decidimos recebê-la "em casa".
Montamos uma desculpa (ela tá num relacionamento, lembro), já que era um encontro secreto. Eu fui buscá-la num lugar combinado e viemos pra casa.
Nos encontrar em casa foi estranhíssimo na primeira vez. Nos olhamos, rimos, mas, já no quarto, a Ana nos empurrou eu e a Mar pra cama, se jogou em cima da gente e começou a beijar nós dois alternadamente.
Logo tudo pegou fogo, a roupa voou e as minas começaram a esfregar as bucetinhas com as mãos e a perder uns dedinhos, enquanto eu aproveitava pra tocar elas todas por todos os lados. Entre elas, teve chupada de peito mútua: Uma das coisas mais excitantes que já vi e vivi na vida, duas tetonas mordendo os bicos uma da outra.
Entre O quilombo, consegui chegar na buceta da Ana que tava uma cachoeira, comecei a lamber com gosto, o clitóris dela tava durinho. Fiquei ali um tempão, e aproveitando que minha mina tava de quatro, mostrando aquele rabão, enfiei e comecei a meter. O melhor de tudo é que enquanto eu tava metendo, ela continuava vidrada tocando a Ana.
Depois de umas boas metidas (não queria gozar rápido), tirei e deixei as minas brincarem entre si. Elas fizeram uma tesoura linda e a Ana enfiou quatro (quatro!) dedos na buceta da Mar, que já tava melada. Gozaram um tempão, com beijos e mordidas fortes: a Mar adora e aguenta uma porrada de dor na hora do sexo. O mais gostoso é ouvir elas se perguntando: "Assim você gosta?", "Quer mais?" — um pornô ao vivo!
Depois foi minha vez de comer a Ana: camisinha e dentro. Comecei metendo de papai e mamãe, e depois ela montou em mim; primeiro de frente, e depois de costas. Nisso, vejo que ela vira de costas porque tava fazendo a Mar gozar, que já tinha gozado um monte de vezes (a Mar é multiorgásmica pra caralho), e a safada tira meu pau da buceta dela e começa a esfregar nos lábios vaginais. Nem preciso dizer, gozei na hora enquanto dava tapinhas na bunda dela.
Depois, eu meio que morto, curti o show das minas que tavam pegando fogo, e em poucos minutos, subiu de novo. A Mar veio comigo e começou um boquete foda (ela chupa muito pornô, minha esposa amada) enquanto eu apalpava os peitões da Ana e beijava a boca dela. Ela, impressionada com a chupada da Mar, falou: "Nossa, olha como ela chupa você", e eu respondi: "É, ela é uma puta chupando, linda". Em segundinhos, gozei de novo.
Depois disso, veio o pós-sexo, nós três pelados na cama nos amassando e morrendo de rir, sem nenhum complexo.
Claro, decidimos repetir e fizemos, mas isso fica pra depois, desde que vocês gostem desse primeiro relato (completamente real). Verdade, embora com a Mar a gente já tivesse tido outra experiência de sexo a três (com a Nati, uma longa história não tão legal), a Ana deixou a gente louco e deu uma trepada violenta nos dois.
Depois, banho de praxe, e volta pra casa da Ana, que tinha que voltar a fazer de casal e dona de casa. Morbo total, porque, sem perceber, com a Mar a gente virou amante (dupla) de uma novinha. Algo muito louco, que a gente curtiu pra caralho.
Fim
Deixem seus comentários!
Se vocês tiverem interesse, podemos trocar experiências no privado.
O relato em questão (nosso primeiro relato) tem a ver com as experiências com a garota que estamos vendo agora, que vamos chamar de Ana.
Com minha esposa, a gente não é completamente atlético, mas, digamos, a gente se mantém. Ela (minha mulher), que vamos chamar de Mar, é bem voluptuosa, tem uns peitos muito gostosos e sensíveis, e uma bunda enorme que me deixa louco: adoro chupar, enfiar os dedos e, claro, penetrar. Mar é, além de muito gata, uma mina aberta, curiosa e sem frescura pra explorar o corpo dela e o de outras garotas.
Ana é uma garota muito bonita de rosto, com uns peitos impressionantes, naturais e lindos. Também é muito safada e aberta a experimentar. Ela é mais nova que a gente, a gente tem por volta de 35 anos, enquanto Ana tem uns 26 (uma delícia) e (pra aumentar o tesão) está num relacionamento há vários anos com um cara.
Tudo começou no trampo. Mar e Ana são professoras e trabalham juntas. Eu costumo aparecer bastante no trabalho delas, sempre pra dar uma mão com alguma coisa de manutenção ou fazer algum favor, então tenho bastante contato com as colegas de trabalho da Mar.
Ana e Mar se deram bem no trampo, começaram a conversar, e aos poucos, uma coisa foi levando à outra e começaram a fazer piadas de duplo sentido e brincadeiras safadas (além de irem se conhecendo dia a dia na dinâmica do trabalho, claro); o que depois passou pra um certo contato. físico na forma de abraços um pouco mais "carinhosos" do que o normal. Uma vez, no meio de alguma piada, Ana deixou escapar que teve certa experiência com outras garotas, e Mar respondeu que ela também.
Por minha parte, devo confessar que, em mais de uma oportunidade, comentei com a Mar que a Ana era uma guria bem gostosa, e claro, nós dois já tínhamos reparado nas tetonas dela. O que a gente comentava entre nós (somos muito abertos e comentamos quando a gente curte uma mina, ou até quando ela fica afim de outro cara, ela me fala).
Bom, a situação anterior entre elas foi parar no WhatsApp, onde, a partir da conversa, foram comentando mais ou menos como tinham sido as experiências. Acontece que a Ana tinha ficado com uma amiga na cidade dela (ela veio pra nossa cidade há alguns anos), enquanto a Mar comentou que a gente tinha ficado com outra mina num trisal durante vários meses.
Conversa vai, conversa vem (resumindo bastante), resultou que a Ana queria experimentar como era ficar com um casal, e pra isso, a gente serviu de cobaia.
Combinamos um dia, um horário e nos encontramos em casa. Não temos filhos, nem mais responsabilidades além do trampo e das contas, por isso, decidimos recebê-la "em casa".
Montamos uma desculpa (ela tá num relacionamento, lembro), já que era um encontro secreto. Eu fui buscá-la num lugar combinado e viemos pra casa.
Nos encontrar em casa foi estranhíssimo na primeira vez. Nos olhamos, rimos, mas, já no quarto, a Ana nos empurrou eu e a Mar pra cama, se jogou em cima da gente e começou a beijar nós dois alternadamente.
Logo tudo pegou fogo, a roupa voou e as minas começaram a esfregar as bucetinhas com as mãos e a perder uns dedinhos, enquanto eu aproveitava pra tocar elas todas por todos os lados. Entre elas, teve chupada de peito mútua: Uma das coisas mais excitantes que já vi e vivi na vida, duas tetonas mordendo os bicos uma da outra.
Entre O quilombo, consegui chegar na buceta da Ana que tava uma cachoeira, comecei a lamber com gosto, o clitóris dela tava durinho. Fiquei ali um tempão, e aproveitando que minha mina tava de quatro, mostrando aquele rabão, enfiei e comecei a meter. O melhor de tudo é que enquanto eu tava metendo, ela continuava vidrada tocando a Ana.
Depois de umas boas metidas (não queria gozar rápido), tirei e deixei as minas brincarem entre si. Elas fizeram uma tesoura linda e a Ana enfiou quatro (quatro!) dedos na buceta da Mar, que já tava melada. Gozaram um tempão, com beijos e mordidas fortes: a Mar adora e aguenta uma porrada de dor na hora do sexo. O mais gostoso é ouvir elas se perguntando: "Assim você gosta?", "Quer mais?" — um pornô ao vivo!
Depois foi minha vez de comer a Ana: camisinha e dentro. Comecei metendo de papai e mamãe, e depois ela montou em mim; primeiro de frente, e depois de costas. Nisso, vejo que ela vira de costas porque tava fazendo a Mar gozar, que já tinha gozado um monte de vezes (a Mar é multiorgásmica pra caralho), e a safada tira meu pau da buceta dela e começa a esfregar nos lábios vaginais. Nem preciso dizer, gozei na hora enquanto dava tapinhas na bunda dela.
Depois, eu meio que morto, curti o show das minas que tavam pegando fogo, e em poucos minutos, subiu de novo. A Mar veio comigo e começou um boquete foda (ela chupa muito pornô, minha esposa amada) enquanto eu apalpava os peitões da Ana e beijava a boca dela. Ela, impressionada com a chupada da Mar, falou: "Nossa, olha como ela chupa você", e eu respondi: "É, ela é uma puta chupando, linda". Em segundinhos, gozei de novo.
Depois disso, veio o pós-sexo, nós três pelados na cama nos amassando e morrendo de rir, sem nenhum complexo.
Claro, decidimos repetir e fizemos, mas isso fica pra depois, desde que vocês gostem desse primeiro relato (completamente real). Verdade, embora com a Mar a gente já tivesse tido outra experiência de sexo a três (com a Nati, uma longa história não tão legal), a Ana deixou a gente louco e deu uma trepada violenta nos dois.
Depois, banho de praxe, e volta pra casa da Ana, que tinha que voltar a fazer de casal e dona de casa. Morbo total, porque, sem perceber, com a Mar a gente virou amante (dupla) de uma novinha. Algo muito louco, que a gente curtiu pra caralho.
Fim
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9 comentários - Nosso trio MHM real, Mar, Ana e eu (Argentina)