Descubriendo a mi Verdadera Madre 1

Descobrindo Minha Verdadeira Mãe 1
Com o Selo do Prazer e da Perversão…

Meu nome é Daniel, mas todo mundo me chama de Danny. Tenho 17 anos e moro com minha mãe, já que meus pais são divorciados há apenas um ano. Minha mãe e eu nos damos muito bem, somos muito unidos, digamos que com meu pai nunca me dei muito bem, ela sempre esteve ao meu lado e foi meu grande apoio. Sou um garoto moreno, olhos castanhos, 1,70m de altura, bem magrinho, coisinha pouca, embora digam que pareço muito com minha mãe.

Minha mãe se chama María, no entanto, mesmo sendo minha mãe, tenho que dizer que ela é uma gostosa, daquelas que fazem virar a cabeça. Ela tem 35 anos, porque me teve com 18, é magrinha, com umas pernas firmes e de dar inveja, e mede aproximadamente 1,69m de altura, é bem baixinha, ou como ela sempre diz quando comentam algo sobre a altura dela, baixinha mas manejável. Ela é branca, com olhos verdes escuros, uma pele muito pálida, isso eu herdei dela, uns peitões bem grandes, usando sutiã 100, embora em casa ela viva sem sutiã, fica na cara. Tem uma bunda firme e durinha, bem branquinha também, o corpo dela é um branco total. Ela e meu pai sempre se deram, simplesmente, nem melhor nem pior, simplesmente se davam, embora pareça que muita "vida de casado"... eles não tinham, mas também não foi um divórcio traumático. Cada um dormia num quarto, só tinham um tratamento cordial, mais de colegas de apartamento do que de casal, embora no tratamento comigo não tivesse mudado nada. Meu pai mora sozinho e minha mãe e eu moramos juntos onde sempre vivemos, já que meu pai, de comum acordo, decidiu assim sem precisar de burocracia. Minha mãe e eu nos divertíamos muito juntos, assistíamos filmes à noite, contávamos nossas coisas, eu contava meus casos amorosos com minhas namoradas, e nisso ela sempre me dava conselhos, tipo, uma relação excelente de mãe e filho, quase de amigos. Até que, aos poucos, ela começou a... Sair, com um amigo, ela dizia, então todo sexta-feira a gente já não via mais filmes, ela já saía com o "amigo" dela. Em um mês, já tava saindo também nos sábados, depois nas quintas... e assim foi até que todo dia às 09:00 ela sumia com o "amigo". Ela não falava dele, só dizia que era um bom amigo, que meu pai tinha apresentado, já que era amigo dele, e que eles só estavam se conhecendo. Ainda lembro de uma vez que ela voltou desse encontro com o "amigo", chegando às 3 da manhã, me encontrando ainda acordado, largado no sofá vendo um filme. Quando ela entrou, fez isso rápido, mais do que o normal, então fui ver o que tava rolando e, quando ela se viu pega de surpresa, porque não esperava que eu fosse atrás, se virou e eu pude ver uns jatos enormes branquinhos no cabelo e na cara, nas bochechas, e também na roupa dela. Quando ela se abaixou pra pegar o moletom do pijama que tinha caído, já que tava usando uma saia curta, eu vi que ela não tava de calcinha, e que a bunda dela tava toda vermelha, com marcas de mão.
— Mas... o que aconteceu na sua cara e no cabelo? — Perguntei, estranhando.
— Eeeehhh... nada... nada... jantando... caiu molho em mim e... pronto, chega, sai daqui que eu preciso me trocar! — Ela disse quase me expulsando do quarto.
Não tinha motivo pra não acreditar nela, então não dei muita importância e tudo seguiu normal, até que, no dia seguinte, aconteceu de novo e, dessa vez, eu tava curioso sobre a vermelhidão na bunda, então fui atrás dela de novo e, dessa vez, ela tava usando uma calça jeans justa, que por sinal destacava toda a figura gostosa do corpo dela. Dessa vez não fui na dela, só espiei pela fresta da porta e vi que, mais uma vez, ela tava com a cara toda cheia de uns grudes brancos e manchas grandes na camiseta preta, mas o que mais me chamou a atenção foi que, quando ela tirou a calça jeans e se abaixou pra pegar, eu pude ver perfeitamente como toda a racha da bunda dela, completamente depilada, igualzinho a buceta, e o cu dela tava bem dilatado, com um líquido branco escorrendo pela perna, e de novo várias marcas de mãos bem grandes nas nádegas vermelhas. Também não dei muita importância, porque minha mãe sempre me pareceu uma mulher caseira, nada de ficar atrás de homem nem uma mulher fácil. Os dias foram passando e isso já tava se repetindo todo dia, cheguei a pensar que o que eu via no cu dilatado dela todo dia era algum pomada pra irritação ou sei lá… De manhã perguntei sobre esse amigo, como é que tava.
—Mãe… E esse amigo que você tá saindo? —Perguntei.
—Tá bem, ele é muito legal, tô me divertindo com ele, a gente tá se conhecendo, sabe? —Ela falou com um sorrisinho bobo.
—Quer dizer que…? —Falei sem terminar a frase, olhando pra minha mãe com um meio sorriso.
—É… eu gosto dele, tô muito à vontade, a gente se dá bem, temos coisas em comum. —Ela respondeu mais séria.
—Coisas, tipo o quê? —Perguntei curioso.
—Ué… sei lá… coisas! Que que você tem com isso! —Ela disse, me dando uma cotovelada no braço e indo pra cozinha.
Fiquei com vontade de perguntar por que ela sempre tava com a bunda vermelha, mas pensei que deviam ter ficado sentados muito tempo em algum banco de pedra ou algo assim, e como minha mãe tem a pele muito branca, qualquer coisinha já deixa marca.
—E por que você não convida ele pra casa, nem que seja pra almoçar, pra eu conhecer? —Perguntei.
—Ué… seria uma boa ideia… tá, vou perguntar pra ele o que acha. —Ela respondeu com um sorrisão.
Ela foi trabalhar e eu fui estudar, porque as provas da faculdade tavam me tomando muito tempo. Às 08:00, minha mãe chegou do trabalho, mas quando abriu a porta, não veio sozinha. Junto com ela veio um cara alto, de uns 35 anos.
—Oi, Marcos. —Minha mãe falou. —Esse aqui é o Lucas. —Ela disse. apresentando-me ao amigo dele.
—Oi, garoto. —Ele disse, dando um tapinha na minha cabeça e deixando a mão pendurada.
—kkkkkkkk, que bruto você é, Lucas, vai assustar o menino. —Minha mãe disse rindo, enquanto ele só olhava pra ela com um meio sorriso. Eu fiquei ridicularizado e, ainda por cima, minha mãe me chamou de menino na frente daquele cara, ela nunca tinha me chamado de menino…
—Então, Maria, você me convidou pra jantar, não foi? —Ele disse pra minha mãe, agarrando a bunda dela com uma mão e apertando com força na minha frente.
—Aaaaaaaa… Lucas, que o menino tá aqui, para… —Ela disse, ele sussurrou algo no ouvido dela, ela ficou vermelha e ele continuava tocando a bunda linda dela.
De propósito, ele deu um tapa na bunda dela enquanto a beijava, fazendo minha mãe dar um pulo, e levou outro tapa na calça jeans dela, aliás, bem justa, que marcava aquela bunda maravilhosa.
—Vai, vai! Vão os dois pra sala de jantar enquanto eu arrumo a mesa. —Ela disse pra nós dois.
Nós fomos pra sala de jantar, e ele se acomodou na poltrona individual, a minha poltrona, exatamente onde eu ia sentar antes daquele gostoso filho da puta me empurrar pro lado.
—Aonde você vai, garoto! —Ele disse me afastando como se eu fosse um maldito piolho.
O cara tinha os dois braços musculosos e tatuados que, mesmo sem serem exagerados, dava pra ver que eram trabalhados, embora parecessem mais, pela pele morena dele, músculos de obra do que de academia.
—Sabe, acho que hoje vou dormir aqui. O que você acha? —Ele disse com um sorriso arrogante no rosto.
—Bom… não sei… mas não tem cama, você vai ter que dormir no sofá… —Eu disse, inocente.
—Pra quê, se eu tenho a da sua "mãe"? kkkkkkk —Ele disse sem papas na língua.
—Não sei… acho que minha mãe não… —Respondi sem terminar a frase, deixando bem claro o que eu pensava.
—Não! Vamos apostar que hoje eu durmo na cama dela? Kkkkkkk Mas, garoto, onde você acha que sua mãe está todo esse tempo que ela não passa em casa com você, pivete? —Brincando? —Ele disse, me deixando plantado no chão.
—Acho que… com você… claro… —Falei todo sem graça.
—E o que você acha que sua mãe faz, ponto-cruz? Você é cara de pau, porra? —Falou aquele merda, sem eu ter coragem de encarar ele. —Vou ficar com sua mãe, aqui só perco tempo. —Ele disse, levantando do sofá e indo pra cozinha.

Fiquei olhando a TV por um tempo, esperando minha mãe fazer a janta, pelo menos quanto mais demorasse, menos tempo eu teria que aturar aquele babaca, tinha acabado de chegar e já vinha nessa de zoar. Depois de um tempo, comecei a ouvir um monte de batidas, barulhos vindo do corredor, então fui bem devagar pelo corredor, vinham da cozinha. Dava pra ouvir as vozes.

—De joelhos, foxy! Plaaassssss! Assim, slut! Plaaassssss! —Ouvi aquele cuzão falando.
—Ele vai… nos ouvir… o menino… —ouvi minha mãe falar.
—Plaaassssss! Que ele vá se acostumando com a foxy que tem de mãe! —Ele falou pra minha mãe. —Assim, de quatro como as cachorras, com a bunda bem aberta! Plaaaaaassss! —Ouvi da porta.

Não tive coragem de espiar, tava nervoso, meu coração batia forte, parecia que ia sair do peito a qualquer momento, minha pulsação tinha aumentado e comecei a suar. Criei coragem e fui me aproximando da porta devagar, centímetro por centímetro.

—Porca! Plaaassssss! —Lucas falava alto. —Ouvi estalos… como de algo líquido, tipo quando você esfrega as mãos com sabão com força.
—Aaaaaahhhhhhhhhhh! Ooooo…oooo…oooooohhhhhhh…porra….oooooohhhh….! —Ouvi minha mãe gemer.
—Vou fechar essa boca de foxy que você tem, só pra esse pivete não nos ouvir! —Falou o bastardo, não só insultava minha mãe, como também se dava o direito, em apenas uns três quartos de hora que tava em casa, de vir desse jeito e nos tratar assim.
—Mmmmm… Mmmmm… mmmmnn…! —Parecia que os sons da minha mãe tinham sido abafados.
—Aaaassssiiiii… olha que beeemmm…! Sua puta! Plaaassssss! Issooo... hahahaha se seu filho vier, vai ver a mãe que ele tem, tão puta! Plaaassssss! — Lucas continuava dizendo. — Que bocetuda, que mãe gostosa do caralho seu filho tem! — Eu ouvia ele falar.
— Aaaaaaagghhh! Aaaaaagggghhhh! — Pareciam ânsias misturadas com tosse e estalos fortes de saliva. — Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa
— Vai, buceta...! Mais fundo, mais pra dentro! — Ele dizia. — Não lembro como seu filho se chama, me repete. — Lucas falava.
— Haaaa... iii... eeeellll... — As palavras que minha mãe tentava soltar eram incompreensíveis, parecia que ela estava com a boca completamente cheia.
— Haaa, haaaa, haaaaaaaaaaa, Ahhhhh que amor gostoso, eu gosto... Não tô te entendendo, Promíscua! Plaaassssss! Repete o nome do seu filho! Plaaassssss! — Ele repetia pra minha mãe, e dava pra ouvir sons como de tapas.
— Aaaaa... iiiiiii... eee... lllll...! — Ela tentava de novo, sem muito sucesso. — Mmnnn hussss mmmnnnn.
Fiquei pensando no que aquele animal, aquele sem-vergonha, poderia estar fazendo com ela, com certeza nada de bom. Queria espiar, mas o medo não deixava, eu estava paralisado. Mesmo querendo ir embora pra não continuar ouvindo, a curiosidade era forte demais, queria saber mais.
— Já sei! Você não sabe falar de boca cheia, né? — Ele dizia entre risadas. — Bom, já que não entendi o nome do seu filho, me diz o do seu ex-marido. Como chama o pinto mole, o pai do seu filho? Plaaassssss! — Aqueles sons, não sei exatamente o que eram.
— iiiiiii... eeeellllll... — Minha mãe soltava.
— Ainda não tô te entendendo, bocetuda! Mais um pouquinho pra dentro...! Porra, você baba igual uma porca! Olha como as babas pendem, parecem cipós! — Lucas dizia. — E agora... vou tampar seu nariz, vamos ver como fica. Como você disse que ele se chama? E olha nos meus olhos enquanto enfia meu pau na sua boca, até o fundo, eu gosto de ver você babando e lacrimejando, gostosa!
— Uuuuuuuuuuuuugggggggghhhhhhh! — Depois da primeira vogal. que se ouviu sair da boca dela, o que parecia um baita engasgo saiu da garganta dela, acompanhado por uma tosse forte.
—Olha que utilidade boa que eu dou pras espátulas da frigideira, hein? Ideais pra dar palmada nessa bunda de foxy kkkkkkk O que seu filho diria se te visse de jeans e calcinha abaixada até o joelho, enquanto eu te dou palmada com a espátula que você tava usando pra virar os bifezinhos do seu filho? Sem falar no garfo que você tem enfiado no cu pelo cabo, que ele vai usar pra espetar os bifes deliciosos dele! Plazzzzz, Plazzzzz, Plazzzzz, Plazzzzz, Plazzzzzz! —dizia Lucas, me deixando totalmente paralisado física e psicologicamente.
—O que seu filho diria se soubesse das fodas que eu te dava na cama de casal enquanto você ainda era casada com o idiota do seu marido? —Isso me deixou absolutamente destruído, eu não conseguia acreditar, o tom dele não parecia falso, e também não ouvi minha mãe negar.
Minha mãe tinha traído meu pai? Isso não… não podia ser…! Com esse cara? Trocar meu pobre pai por esse animal degenerado?
—Hoooo…ooo…oooo…heeeee… —A vocalização da minha mãe era ridícula, ela continuava tentando dizer o nome do meu pobre pai.
—Umas fodas loucas que eu te dava, hein, deixava tua bunda que você nem conseguia sentar, kkkkkk! —dizia o miserável.
Eu não conseguia acreditar no que tava ouvindo. Em questão de uma hora, meu mundo passou de um azul maravilhoso pra cair na minha cabeça e ser tudo caos e destruição.
—Chupa aqui, sua foxy de merda, vou gozar! Vou gozar no prato do seu filho! —disse Lucas, enquanto eu sentia uma explosão no meu peito e meu estômago se dissolvia, virava um purê de batata rançoso.
—Não… pelo amor… querido, não mete meu filho nisso…! —disse minha mãe saindo em minha defesa.
—Mmmmm… tá… beleza, então você vai comer a salada com molho do meu leite, que gozada que vou dar, tô com quilos de porra acumulada do dia inteiro… Buuuuufffff! —disse ele bufando como um touro bravo.
Eu ouvia perfeitamente as chupadas da minha mãe, as que deveriam estar sendo dadas naquele nojento do filho da puta prepotente, não podia acreditar que minha mãe se deixava submeter a tamanha abominação, não merecia nem ser chamado de pessoa, era um puto animal. Não entendo como minha mãe, uma pessoa recatada e educada, podia estar cedendo a essas barbaridades diante desse sem-vergonha.

—Buuuuufffffffffffffff! Asssssiiiiiiiiiiiiii! Oooooooooohhhhhhh! Chega a tua saladaaaaaaa, porcaaaaaa! —Gritava o nojento.

Ouvi os talheres se mexendo na mesa, então acho que minha mãe estava obedecendo e levando a salada.

—Segura enquanto eu me masturbo… Aaaaaaahhhhhhhhhhhh! Jááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááá O queijo é igual a ela?" — ele me perguntou.
— Bem... sssim... — respondi, completamente sem graça com a situação.
— Então não se fala mais nisso, pega o prato da sua mãe, outro dia faço queijo caseiro pra ela, que já tá bem cheia da ração diária dela! — O filho da puta trocou os pratos, deu o meu pra ela e o dela pra mim.
O desgraçado tinha tudo planejado, tanto eu quanto minha mãe caímos na armadilha. Nenhum dos dois sabia o que dizer, ela não podia falar que era porra, e eu não podia dizer que tinha espionado tudo o que eles fizeram. Minha cara ficou pálida, meu estômago fechou completamente. Minha mãe ficou olhando pra mesa, calada, com um sentimento de culpa, embora com razão, já que ela era cúmplice de tudo — isso não teria acontecido se ela tivesse coragem de recusar.
— Não vai provar, garoto? — ele disse, sorrindo. — Quer que sua mãe prove primeiro? Beleza! — falou o maldito, pegando o garfo para espetar um belo pedaço de tomate totalmente encharcado de porra grossa e quente.
Minha mãe, me encarando fixamente, como se quisesse me pedir perdão telepaticamente, abriu a boca igual uma autômata, engolindo tudo o que ele deu.
— Viu? Não tava uma delícia, céu? — perguntou com um certo tom de ironia pra minha mãe.
— Hum... sssim... — ela respondeu quase inaudível.
— Então vamos, agora é sua vez! Ou você tá desprezando nosso jantar? — ele disse num tom autoritário.
— Nãão... claro que não... — respondi, intimidado pelo tom imperativo e quase agressivo dele. Mas mudei de ideia.
— Mudou de ideia. — ele falou devagar. — Eu não vou fazer parte disso, fulmino ele com o olhar.
— Se é assim, tem problema com isso, senhor? — falei. Ele piscou, parecia surpreso, me olhou por um tempo, depois deu de ombros e disse:
— Bom, se você não quer, não quer. — e me deixou em paz.
Depois de comer, fui pro meu quarto pensar em tudo isso, me sentia mal, com vontade de vomitar, então decidi ir ao banheiro. Quando saí do banheiro, cruzei com ele, que ia mijar.
— Ei, cara, sinto muito por ter agido assim, vamos começar do zero… que tal? - Ela me disse num tom que me pareceu sincero.
Não conseguia tirar da cabeça que o filho da puta tinha tentado me fazer comer o próprio esperma dele, na frente da minha mãe, que ele ordenhou da pica dele enquanto “minha” mãe o estimulava chupando a pica dele. Mesmo com tudo isso… porque não, decidi perdoá-lo e estender a mão, e ele respondeu me dando um tapinha no ombro. Bem antes de entrar no banheiro, ele se virou.
--Ei, parceiro, por que a gente não troca os números de telefone, e assim de vez em quando a gente manda um WhatsApp, né? - Ele disse num tom amigável.
--Mmm… tá, sim. - Respondi tirando o celular do bolso, enquanto ele fazia o mesmo.
Depois de trocarmos, me despedi da minha mãe pra dar uma volta, preferia voltar quando ele não estivesse e, de alguma forma, resetar meu cérebro respirando um pouco de ar, organizando minhas ideias. Suponho que, com um pouco de sorte, falaria com minha mãe tentando mostrar o lado feio, dizer que não via futuro pra ele, ou já inventaria algo, mas com certeza dava pra fazer alguma coisa pra isso não continuar. Não entendia como minha mãe se mostrava tão submissa e servil com um sem-vergonha daqueles, ela, uma mulher de classe. Olhei a hora e, já estava quase 3 horas fora, então acho que ele já não estaria em casa e teria ido embora. De repente, um som vindo do celular me avisou que tinha uma mensagem, um WhatsApp, então decidi olhar, vendo que era do Lucas, alguma idiotice. Ao abrir, vi que ele tinha me mandado um vídeo, então abri e…
--Mas que porra é essa…?
Era uma gravação onde… aparecia minha… aparecia minha mãe, ela estava em cima de um pedaço de pica enorme, era grossa pra caralho, comprida pra caralho, era… Lucas, aquele filho da puta, minha mãe estava em cima dele, com as mãos amarradas nas costas, com o que parecia ser um… uma cueca minha! Minha mãe! deixou aquele filho da puta amarrar ela com uma cueca minha? O pior era que, o filho da puta tinha escrito com canetão nas nádegas lindas da minha mãe…
--TOU COMENDO O CU DA TUA MÃE, DANIEL…
Continua…

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