De Férias Com a Minha Tia 1
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Na Praia Minha Tia Se Soltou (COM Fotos)
Minha tia estava frustrada, era basicamente isso. Meu tio não tinha tempo pra ela e a rotina diária estava deixando ela maluca. Apesar de não nos darmos super bem, chegou o período de férias e eu a convidei pra irmos pra praia, sem saber que isso ia levar a gente pra algo muito além de um passeio. Nunca fiz com a intenção de que acontecesse o que aconteceu, mas curti demais o que rolou.
Os olhos dela brilharam, dava pra ver que ela ficou muito animada quando eu disse pra ela me acompanhar na praia. A gente ia sair de noite pra chegar de manhã. Passamos a tarde arrumando as malas e partimos. Fomos revezando no volante pra não cansar muito. Chegamos de manhã, fomos tomar café da manhã e depois pro hotel pra nos instalar. O único quarto disponível era uma suíte simples com cama de casal. Decidimos pegar pra não ter viajado à toa. Os dois estávamos exaustos e fomos deitar. Acabamos dormindo com roupa e tudo.
À noite a gente acordou e foi jantar alguma coisa. Minha tia só tinha levado blusinhas sem manga e saias de tecido leve. Comemos e voltamos pro hotel. Lá, minha tia entrou no banheiro pra tomar banho primeiro, pra depois eu tomar. Quando ela saiu, eu fiquei babando. Minha tia tava usando um camisolão preto semitransparente, calcinha fio dental preta e sutiã combinando, também preto. Mas isso não era o melhor. Eu nunca tinha reparado direito, mas minha tia tinha um corpo escultural. Eu sabia que ela era gostosa, mas não que era *tão* gostosa assim. Baixinha pro meu gosto, 1,67m, mas o corpo dela é incrível: pernas sexy, bunda redonda, grande e durinha quando ela anda. Minha tia era viciada em fitness e academia, adorava comer bem. Sem ser magra, mas também não gorda, com abdômen chapado… os peitos dela, os peitões, um pouquinho caídos, sim, mas eu imaginava aureolas lindas e mamilos médios. As medidas dela deviam ser tipo 98-63-111. Cabelo preto, olhos castanhos, pele meio bronzeada.
Sem perceber, eu já tava fantasiando com os peitos da minha tia. Entrei na ducha claramente excitado, saí e ela estava deitada assistindo TV. Estendi o edredom no chão e ela disse:
— O que você tá fazendo? Vem dormir na cama, não tem problema, somos adultos, já dormimos juntos mais cedo.
— Sim, mas com roupa.
— Agora vai ficar com vergonha por causa de uma velha de camisola?
— Tudo bem, você manda, sem problema.
Nos deitamos juntos, mas estava muito calor. Tentamos dormir, mas era óbvio que seria difícil pegar no sono. Tiramos os cobertores e ficamos só com os lençóis. Percebi que, além do calor, sentia um fogo por dentro — era a tesão de ter minha tia tão perto. No dia seguinte, acordei e minha tia já estava vestida. Ela disse:
— Já era hora, se veste pra gente tomar café. Aliás, parece que o camarão fez efeito em você.
Não entendi a que ela se referia. Fomos tomar café e, ao voltar, fomos para a piscina do hotel, mas estava lotada. Fomos para a praia privada do hotel e também estava cheia. Minha tia, furiosa, disse que justamente fomos para a área mais lotada da praia, que a gente fosse andando. Fizemos isso, nos afastando do barulho e da multidão. Ela perguntou a um dos mensageiros do hotel se havia uma praia bonita por perto e que não fosse muito cheia. O mensageiro nos deu um mapa e saímos em direção a ela.
Efetivamente, não tinha ninguém na praia. Descemos do carro, minha tia tirou a saia e a blusa — uau, incrível. Na noite anterior, só dava pra intuir a silhueta da minha tia, mas aquele biquíni azul marcava perfeitamente o corpo dela. Fiquei com um pau durasso, então vi uma placa a uns 100 metros de onde estávamos. Fui até lá para evitar olhar pra minha tia. Fiquei surpreso quando li o que estava escrito na placa. Fui chamar minha tia, e ela ficou atônita. A placa dizia: praia nudista. Disse pra ela que devíamos procurar outro lugar, mas ela disse que não, que gostou daquela praia. Ela voltou para a toalha e se deitou. Me aproximei e perguntei se ela ia ficar nua. Ela disse que não, que não tinha ninguém lá controlando. Pra evitar problemas, entrei na água, lá a calentura baixou, mas como suspeitava que alguém poderia chegar e reclamar da gente, tirei a cueca. Minha tia tava cochilando debaixo do guarda-sol, depois ela acordou e disse que a gente tinha que voltar pro almoço. Eu tava tão à vontade na água que esqueci que tava pelado, saí e notei que minha tia me olhava surpresa. Quando cheguei perto dela, ela disse:
— Pensei que era por causa dos camarões.
— Do que você tá falando?
Ela sorriu enquanto apontava pro meu pau com o dedo. Tenho 26 cm de comprimento e 6 de grossura. Me cobri um pouco, vesti a cueca e subi no carro. No caminho, ela fez piadas, a gente conversou, tinha algo diferente. Ela parecia outra mulher, tava mais relaxada. Coloquei um bermudão e fomos comer. Depois voltamos pro hotel pra descansar, dormimos a tarde toda, mas acordamos de madrugada. Tava fazendo um calorão de novo, então minha tia tirou o baby-doll e ficou só de calcinha. Eu falei que ia tirar a cueca e dormir pelado. Como a gente não tava conseguindo pegar no sono, minha tia ligou a TV, mas como já era depois da meia-noite, só tinha filme erótico. Ela pediu que no dia seguinte, depois do café, a gente fosse pra praia de novo.
De manhã, tomamos café e fomos pra praiazinha do dia anterior. De novo, não tinha ninguém. Tirei a roupa e entrei no mar. Depois de uns minutos, minha tia me chamou no carro pra pegar os guarda-sóis e as toalhas. Quando abri a porta, fiquei em choque: minha tia tava pelada. Os peitos dela — primeira vez que eu via — eram enormes, as auréolas eram médias, um pouco mais escuras que a pele, e os mamilos, médios, sobressaindo dos seios. Embaixo, as pernas dela eram lindas, a buceta quase toda depilada, só com uma linha fininha de pelo. Não deu pra evitar uma ereção enorme, que minha tia notou. Rindo, ela disse:
— Ainda tá sentindo o efeito do camarão?
— Do que você tá falando? Não tô entendendo nada.
— Você não sabe? Dizem que camarão é afrodisíaco.
— Nem preciso. Afrodisíacos para me deixar durão e ainda menos num momento desses, ele tem vida própria. Disse apontando para meu pau.
--Jajaja, para de me olhar assim, senão vou pensar que você gosta do que vê. - Queria dizer que adorei o que vi, mas me afastei enquanto ela se deitava na areia para pegar sol, depois ela entrou na água e brincamos um pouco lá, então minha tia disse para irmos comer e depois para o hotel. No restaurante, minha tia ria e eu não entendia o que estava acontecendo, ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou.
--Viemos com tanta pressa, que esqueci de colocar calcinha.
--Não acredito.
--Olha.
Ela deixou cair um garfo e quando me abaixei para pegar, ela abriu as pernas, era verdade, não estava de calcinha, um choque percorreu meu corpo, me levantei e ela sussurrou novamente no meu ouvido.
--E você não deixa ver nada?
Ela derrubou um garfo de novo, mas dessa vez ela se abaixou, eu abaixei a bermuda e mostrei meu pau para minha tia, passamos o almoço inteiro trocando olhares, depois fomos rindo para o hotel, lá o gerente nos pediu para deixarmos o hotel por fazermos muito barulho na noite anterior, pensei que nossas férias tinham acabado, mas minha tia disse.
--Bah... vamos comprar uma barraca e ficar mais uns dias na praia.
--Mas é uma praia nudista.
--Agora é um problema dormir pelado, é?
--Jajaja não, não tem problema, acho.
--Viu, além do mais já nos conhecemos todo, não tem problema.
Fomos para a cidade mais próxima e compramos lanternas, uma barraca e coisas para acampar, fomos direto para a praia e aproveitamos as últimas horas de luz para montar a barraca e acender uma fogueira, minha tia entrou na barraca para arrumar as coisas e quando saiu, saiu pelada, estávamos sozinhos, pelados e íamos dormir assim os dois, a barraca parecia pequena, mas era espaçosa o suficiente para cabermos confortavelmente, nos sentamos perto da fogueira e começamos a conversar, quando a noite caiu, deitamos na areia para ver as estrelas, de repente minha tia disse.
--Obrigada.
--Por quê? Tia?
-- Por tudo... por me tirar da rotina... por me trazer aqui, tudo, obrigada e desculpa.
-- Desculpa??
-- Sim, pelos incômodos que posso ter te causado.
-- Não é nada disso, não são incômodos, Tia, eu quero saber, mas se eu quero saber: por que você era tão fria comigo?
-- Hahaha, na verdade, eu achava que você era igual ao seu tio, todo sem graça e sem carinho, mas eu estava errada.
-- Como assim?
-- Seu tio não andaria pelado fora de casa... embora também não tenha muito pra mostrar.
-- E eu tenho?
-- Digamos que você não está nada mal.
-- Como?
-- Você é melhor que seu tio, é isso que quero dizer.
-- Obrigado. Você também tem muito a mostrar.
-- Haha, tipo o quê?
-- Seu corpo, por exemplo, é muito bonito.
-- Bonito??
-- Quer dizer, sexy.
-- Mas o que é sexy?
-- Quer dizer, suas pernas são incríveis, sua bunda é linda, e seus seios, uau...
-- O quê?? Meus seios o quê? - Ela olhava para eles como se tentasse ver o que tinha de bonito.
-- São perfeitos.
-- Hahaha, você também está sexy.
-- Por exemplo, o quê?
-- Seus braços, seu abdômen, seu torso, seu pau.
-- Meu pau?? O que você gosta no meu pau? - Meu coração batia a mil.
-- Hahaha, não fala assim, ele tem uma forma bonita. Bom tamanho, boa grossura. - Eu me levantei e balancei meu pau e disse.
-- Quer tocar? - Ela me olhou surpresa e disse.
-- Boa noite, sobrinho.
Ela entrou na barraca, pensei que tinha passado dos limites. Depois de alguns minutos, entrei na barraca e me deitei ao lado dela, mas de costas, costas contra costas. Pedi desculpas por ter sido tão atrevido, quando de repente ela se virou, pude sentir seus seios nas minhas costas. Ela colocou a mão no meu ombro e sussurrou no meu ouvido.
-- Sim, eu quero tocar no seu pau. - Virei de barriga para cima e olhei para ela, ela me olhou, sorriu e colocou a mão no meu pau enquanto dizia.
-- Eu vim para a barraca para tentar dormir e limpar minha mente, é uma pena que não tenha nada para lembrar deste passeio.
-- Como assim?
-- Não compramos lembranças, não tiramos fotos, nada.
-- Vamos tirar fotos então...
-- Mas estamos pelados, não. quero ter fotos minhas pelada no meu celular.
--Essas seriam selfies, vamos fazer algo, eu fico com suas fotos e você fica com as minhas?
--E se alguém vir?
--Coloca senha no seu celular e pronto, vamos lá, você mesma sugeriu.
--Ok, tudo bem, mas não estou certa.
Procurei meu celular na mochila, minha tia estava deitada de costas, cobriu os seios com um braço e a virilha com o outro, eu disse.
--Isso não é justo.
--Então começa você.
Ela pegou o celular dela, coloquei minha mão no meu pau e me posicionei como se estivesse oferecendo ele para minha tia, ela tirou a foto e continuamos tirando fotos, digamos, sugestivas, então minha tia parou e disse...
--Mas nessas fotos não dá pra ver que estamos os dois de férias, devemos pelo menos em uma aparecer juntos.
Me aproximei dela para tirarmos uma selfie, ela me abraçou e novamente senti os mamilos dela nas minhas costas, tirei a foto, ela notou que fiquei de pau duro, mas disse.
--Minha vez!
Ela pediu que eu a abraçasse por trás, meu pau ficou entre as nádegas da minha tia, a abracei e não conseguia tirar os olhos dos peitos dela, não percebi que minha tia já tinha tirado a foto, ela olhou e disse.
--Essa... Não, não... você não olhou pra câmera, temos que repetir.
De novo a abracei, mas o simples contato fazia meu pau ficar mais duro, ela de repente disse.
--Mmmnn essa... sério... sério que você gosta tanto dos meus peitos?
--Pra falar a verdade sim, são lindos.
--Cobre eles com suas mãos pra foto.
--Tá falando sério?
--Sim, eu já toquei no seu pau, por que você não poderia tocar nos meus seios?
Levantei minhas mãos do abdômen dela até os seios e os cobri com minhas mãos, ela tirou uma foto assim, depois disse.
--Podemos fazer mais algumas fotos... ousadas?
--Ousadas tipo o quê?
--Tipo um beijo.
--Prepara a câmera, tia.
Ela virou a cabeça e começamos a nos beijar, com uma mão ela tirava as fotos, com a outra segurava minha cabeça, eu inconscientemente apertava os peitos da minha tia e ela esfregava a bunda no meu pau, nos separamos e ela disse.
--Nossa, isso... Foi intenso, consegui boas fotos pelo menos.
— Tia se atreveria a fazer fotos ainda mais ousadas.
— Mais ousadas, no que você está pensando??
— Sim, tipo você segurando meu pau e assim.
— Claro que quero.
Ambos sabíamos o que queríamos, mas não queríamos dizer, ela disse que segurando meu pau, não dava pra notar que ela estava segurando, que não aparecia o rosto dela, me deitei e abri minhas pernas para minha tia se ajoelhar no espaço que ficou, ela se inclinou e colocou o rosto junto ao meu pau totalmente ereto, ela disse que meu pau estava ardendo, tirei várias fotos e ela falou.
— Sua vez.
— O que você quer que eu faça?
— Posar junto aos meus peitos.
Me inclinei e coloquei meu queixo entre os peitos da minha tia, meu pau roçava a buceta dela, ela tirou uma foto e eu pedi para tirar outra, nessa tirei a língua e aproximei do mamilo da minha tia até roçar, minha tia sorriu e disse.
— Posaria entre minhas pernas?
— Claro.
Me afastei e abaixei a cabeça entre as pernas da minha tia, como se fosse comer a buceta dela, ela tirou a foto e eu pedi agora a outra, tirei a língua e aproximei do clitóris da minha tia que já estava visível de tão molhada e aberta que estava sua buceta, mas dessa vez não rocei, diretamente lambei, minha tia deixou o celular cair e fechou os olhos, eu disse.
— Tirou a foto?
— Não sobrinho, desculpe. — Ela pegou o celular enquanto eu me acomodava de novo, novamente lambei a buceta da minha tia, ela tirou a foto e disse.
— Haaaaa… já está! — parei e ela falou. — Eu também quero uma foto assim.
Voltamos a nos acomodar, ela tirou a língua e colocou sobre meu pau, depois beijou meu pau e finalmente lambeu, tirei fotos de cada coisa que ela fez, ficamos em silêncio uns segundos, até que ela disse.
— Você não tem fotos da minha bunda.
— Não.
— Quer?
— Claro! — Ela ficou de quatro e comecei a tirar fotos da bunda dela, depois aproximei meu pau e coloquei em cima da bunda dela e tirei outra foto, ela abriu a bunda com as mãos e disse.
— Tira uma como se fosse me penetrar, quero ver como minha bunda está. - Tirei a foto e mostrei pra ela, ela disse.
— Agora só faltam fotos em que pareça que você vai me penetrar, não acha?
Ela deitou de costas, abriu as pernas e eu me posicionei de modo que meu pau ficou na entrada da buceta da minha tia. Ela tirou uma foto do ponto de vista dela, depois eu tirei uma do meu ponto de vista, peguei meu pau com uma mão e esfreguei, minha tia parecia descontrolada.
— Mmmmnnn hussssffff… - Tirei a foto e mostrei pra ela, ela disse.
— Estou com cara de quem está gozando.
Me inclinei sobre minha tia, peguei o celular e coloquei de lado, beijei minha tia, ela correspondeu ao beijo e eu disse.
— Não aguento mais.
— Eu também não.
Ambos estávamos no nosso limite, já estávamos além do controle, isso era loucura.
Continua…
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Na Praia Minha Tia Se Soltou (COM Fotos)
Minha tia estava frustrada, era basicamente isso. Meu tio não tinha tempo pra ela e a rotina diária estava deixando ela maluca. Apesar de não nos darmos super bem, chegou o período de férias e eu a convidei pra irmos pra praia, sem saber que isso ia levar a gente pra algo muito além de um passeio. Nunca fiz com a intenção de que acontecesse o que aconteceu, mas curti demais o que rolou.
Os olhos dela brilharam, dava pra ver que ela ficou muito animada quando eu disse pra ela me acompanhar na praia. A gente ia sair de noite pra chegar de manhã. Passamos a tarde arrumando as malas e partimos. Fomos revezando no volante pra não cansar muito. Chegamos de manhã, fomos tomar café da manhã e depois pro hotel pra nos instalar. O único quarto disponível era uma suíte simples com cama de casal. Decidimos pegar pra não ter viajado à toa. Os dois estávamos exaustos e fomos deitar. Acabamos dormindo com roupa e tudo.
À noite a gente acordou e foi jantar alguma coisa. Minha tia só tinha levado blusinhas sem manga e saias de tecido leve. Comemos e voltamos pro hotel. Lá, minha tia entrou no banheiro pra tomar banho primeiro, pra depois eu tomar. Quando ela saiu, eu fiquei babando. Minha tia tava usando um camisolão preto semitransparente, calcinha fio dental preta e sutiã combinando, também preto. Mas isso não era o melhor. Eu nunca tinha reparado direito, mas minha tia tinha um corpo escultural. Eu sabia que ela era gostosa, mas não que era *tão* gostosa assim. Baixinha pro meu gosto, 1,67m, mas o corpo dela é incrível: pernas sexy, bunda redonda, grande e durinha quando ela anda. Minha tia era viciada em fitness e academia, adorava comer bem. Sem ser magra, mas também não gorda, com abdômen chapado… os peitos dela, os peitões, um pouquinho caídos, sim, mas eu imaginava aureolas lindas e mamilos médios. As medidas dela deviam ser tipo 98-63-111. Cabelo preto, olhos castanhos, pele meio bronzeada.
Sem perceber, eu já tava fantasiando com os peitos da minha tia. Entrei na ducha claramente excitado, saí e ela estava deitada assistindo TV. Estendi o edredom no chão e ela disse:
— O que você tá fazendo? Vem dormir na cama, não tem problema, somos adultos, já dormimos juntos mais cedo.
— Sim, mas com roupa.
— Agora vai ficar com vergonha por causa de uma velha de camisola?
— Tudo bem, você manda, sem problema.
Nos deitamos juntos, mas estava muito calor. Tentamos dormir, mas era óbvio que seria difícil pegar no sono. Tiramos os cobertores e ficamos só com os lençóis. Percebi que, além do calor, sentia um fogo por dentro — era a tesão de ter minha tia tão perto. No dia seguinte, acordei e minha tia já estava vestida. Ela disse:
— Já era hora, se veste pra gente tomar café. Aliás, parece que o camarão fez efeito em você.
Não entendi a que ela se referia. Fomos tomar café e, ao voltar, fomos para a piscina do hotel, mas estava lotada. Fomos para a praia privada do hotel e também estava cheia. Minha tia, furiosa, disse que justamente fomos para a área mais lotada da praia, que a gente fosse andando. Fizemos isso, nos afastando do barulho e da multidão. Ela perguntou a um dos mensageiros do hotel se havia uma praia bonita por perto e que não fosse muito cheia. O mensageiro nos deu um mapa e saímos em direção a ela.
Efetivamente, não tinha ninguém na praia. Descemos do carro, minha tia tirou a saia e a blusa — uau, incrível. Na noite anterior, só dava pra intuir a silhueta da minha tia, mas aquele biquíni azul marcava perfeitamente o corpo dela. Fiquei com um pau durasso, então vi uma placa a uns 100 metros de onde estávamos. Fui até lá para evitar olhar pra minha tia. Fiquei surpreso quando li o que estava escrito na placa. Fui chamar minha tia, e ela ficou atônita. A placa dizia: praia nudista. Disse pra ela que devíamos procurar outro lugar, mas ela disse que não, que gostou daquela praia. Ela voltou para a toalha e se deitou. Me aproximei e perguntei se ela ia ficar nua. Ela disse que não, que não tinha ninguém lá controlando. Pra evitar problemas, entrei na água, lá a calentura baixou, mas como suspeitava que alguém poderia chegar e reclamar da gente, tirei a cueca. Minha tia tava cochilando debaixo do guarda-sol, depois ela acordou e disse que a gente tinha que voltar pro almoço. Eu tava tão à vontade na água que esqueci que tava pelado, saí e notei que minha tia me olhava surpresa. Quando cheguei perto dela, ela disse:
— Pensei que era por causa dos camarões.
— Do que você tá falando?
Ela sorriu enquanto apontava pro meu pau com o dedo. Tenho 26 cm de comprimento e 6 de grossura. Me cobri um pouco, vesti a cueca e subi no carro. No caminho, ela fez piadas, a gente conversou, tinha algo diferente. Ela parecia outra mulher, tava mais relaxada. Coloquei um bermudão e fomos comer. Depois voltamos pro hotel pra descansar, dormimos a tarde toda, mas acordamos de madrugada. Tava fazendo um calorão de novo, então minha tia tirou o baby-doll e ficou só de calcinha. Eu falei que ia tirar a cueca e dormir pelado. Como a gente não tava conseguindo pegar no sono, minha tia ligou a TV, mas como já era depois da meia-noite, só tinha filme erótico. Ela pediu que no dia seguinte, depois do café, a gente fosse pra praia de novo.
De manhã, tomamos café e fomos pra praiazinha do dia anterior. De novo, não tinha ninguém. Tirei a roupa e entrei no mar. Depois de uns minutos, minha tia me chamou no carro pra pegar os guarda-sóis e as toalhas. Quando abri a porta, fiquei em choque: minha tia tava pelada. Os peitos dela — primeira vez que eu via — eram enormes, as auréolas eram médias, um pouco mais escuras que a pele, e os mamilos, médios, sobressaindo dos seios. Embaixo, as pernas dela eram lindas, a buceta quase toda depilada, só com uma linha fininha de pelo. Não deu pra evitar uma ereção enorme, que minha tia notou. Rindo, ela disse:
— Ainda tá sentindo o efeito do camarão?
— Do que você tá falando? Não tô entendendo nada.
— Você não sabe? Dizem que camarão é afrodisíaco.
— Nem preciso. Afrodisíacos para me deixar durão e ainda menos num momento desses, ele tem vida própria. Disse apontando para meu pau.
--Jajaja, para de me olhar assim, senão vou pensar que você gosta do que vê. - Queria dizer que adorei o que vi, mas me afastei enquanto ela se deitava na areia para pegar sol, depois ela entrou na água e brincamos um pouco lá, então minha tia disse para irmos comer e depois para o hotel. No restaurante, minha tia ria e eu não entendia o que estava acontecendo, ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou.
--Viemos com tanta pressa, que esqueci de colocar calcinha.
--Não acredito.
--Olha.
Ela deixou cair um garfo e quando me abaixei para pegar, ela abriu as pernas, era verdade, não estava de calcinha, um choque percorreu meu corpo, me levantei e ela sussurrou novamente no meu ouvido.
--E você não deixa ver nada?
Ela derrubou um garfo de novo, mas dessa vez ela se abaixou, eu abaixei a bermuda e mostrei meu pau para minha tia, passamos o almoço inteiro trocando olhares, depois fomos rindo para o hotel, lá o gerente nos pediu para deixarmos o hotel por fazermos muito barulho na noite anterior, pensei que nossas férias tinham acabado, mas minha tia disse.
--Bah... vamos comprar uma barraca e ficar mais uns dias na praia.
--Mas é uma praia nudista.
--Agora é um problema dormir pelado, é?
--Jajaja não, não tem problema, acho.
--Viu, além do mais já nos conhecemos todo, não tem problema.
Fomos para a cidade mais próxima e compramos lanternas, uma barraca e coisas para acampar, fomos direto para a praia e aproveitamos as últimas horas de luz para montar a barraca e acender uma fogueira, minha tia entrou na barraca para arrumar as coisas e quando saiu, saiu pelada, estávamos sozinhos, pelados e íamos dormir assim os dois, a barraca parecia pequena, mas era espaçosa o suficiente para cabermos confortavelmente, nos sentamos perto da fogueira e começamos a conversar, quando a noite caiu, deitamos na areia para ver as estrelas, de repente minha tia disse.
--Obrigada.
--Por quê? Tia?
-- Por tudo... por me tirar da rotina... por me trazer aqui, tudo, obrigada e desculpa.
-- Desculpa??
-- Sim, pelos incômodos que posso ter te causado.
-- Não é nada disso, não são incômodos, Tia, eu quero saber, mas se eu quero saber: por que você era tão fria comigo?
-- Hahaha, na verdade, eu achava que você era igual ao seu tio, todo sem graça e sem carinho, mas eu estava errada.
-- Como assim?
-- Seu tio não andaria pelado fora de casa... embora também não tenha muito pra mostrar.
-- E eu tenho?
-- Digamos que você não está nada mal.
-- Como?
-- Você é melhor que seu tio, é isso que quero dizer.
-- Obrigado. Você também tem muito a mostrar.
-- Haha, tipo o quê?
-- Seu corpo, por exemplo, é muito bonito.
-- Bonito??
-- Quer dizer, sexy.
-- Mas o que é sexy?
-- Quer dizer, suas pernas são incríveis, sua bunda é linda, e seus seios, uau...
-- O quê?? Meus seios o quê? - Ela olhava para eles como se tentasse ver o que tinha de bonito.
-- São perfeitos.
-- Hahaha, você também está sexy.
-- Por exemplo, o quê?
-- Seus braços, seu abdômen, seu torso, seu pau.
-- Meu pau?? O que você gosta no meu pau? - Meu coração batia a mil.
-- Hahaha, não fala assim, ele tem uma forma bonita. Bom tamanho, boa grossura. - Eu me levantei e balancei meu pau e disse.
-- Quer tocar? - Ela me olhou surpresa e disse.
-- Boa noite, sobrinho.
Ela entrou na barraca, pensei que tinha passado dos limites. Depois de alguns minutos, entrei na barraca e me deitei ao lado dela, mas de costas, costas contra costas. Pedi desculpas por ter sido tão atrevido, quando de repente ela se virou, pude sentir seus seios nas minhas costas. Ela colocou a mão no meu ombro e sussurrou no meu ouvido.
-- Sim, eu quero tocar no seu pau. - Virei de barriga para cima e olhei para ela, ela me olhou, sorriu e colocou a mão no meu pau enquanto dizia.
-- Eu vim para a barraca para tentar dormir e limpar minha mente, é uma pena que não tenha nada para lembrar deste passeio.
-- Como assim?
-- Não compramos lembranças, não tiramos fotos, nada.
-- Vamos tirar fotos então...
-- Mas estamos pelados, não. quero ter fotos minhas pelada no meu celular.
--Essas seriam selfies, vamos fazer algo, eu fico com suas fotos e você fica com as minhas?
--E se alguém vir?
--Coloca senha no seu celular e pronto, vamos lá, você mesma sugeriu.
--Ok, tudo bem, mas não estou certa.
Procurei meu celular na mochila, minha tia estava deitada de costas, cobriu os seios com um braço e a virilha com o outro, eu disse.
--Isso não é justo.
--Então começa você.
Ela pegou o celular dela, coloquei minha mão no meu pau e me posicionei como se estivesse oferecendo ele para minha tia, ela tirou a foto e continuamos tirando fotos, digamos, sugestivas, então minha tia parou e disse...
--Mas nessas fotos não dá pra ver que estamos os dois de férias, devemos pelo menos em uma aparecer juntos.
Me aproximei dela para tirarmos uma selfie, ela me abraçou e novamente senti os mamilos dela nas minhas costas, tirei a foto, ela notou que fiquei de pau duro, mas disse.
--Minha vez!
Ela pediu que eu a abraçasse por trás, meu pau ficou entre as nádegas da minha tia, a abracei e não conseguia tirar os olhos dos peitos dela, não percebi que minha tia já tinha tirado a foto, ela olhou e disse.
--Essa... Não, não... você não olhou pra câmera, temos que repetir.
De novo a abracei, mas o simples contato fazia meu pau ficar mais duro, ela de repente disse.
--Mmmnn essa... sério... sério que você gosta tanto dos meus peitos?
--Pra falar a verdade sim, são lindos.
--Cobre eles com suas mãos pra foto.
--Tá falando sério?
--Sim, eu já toquei no seu pau, por que você não poderia tocar nos meus seios?
Levantei minhas mãos do abdômen dela até os seios e os cobri com minhas mãos, ela tirou uma foto assim, depois disse.
--Podemos fazer mais algumas fotos... ousadas?
--Ousadas tipo o quê?
--Tipo um beijo.
--Prepara a câmera, tia.
Ela virou a cabeça e começamos a nos beijar, com uma mão ela tirava as fotos, com a outra segurava minha cabeça, eu inconscientemente apertava os peitos da minha tia e ela esfregava a bunda no meu pau, nos separamos e ela disse.
--Nossa, isso... Foi intenso, consegui boas fotos pelo menos.
— Tia se atreveria a fazer fotos ainda mais ousadas.
— Mais ousadas, no que você está pensando??
— Sim, tipo você segurando meu pau e assim.
— Claro que quero.
Ambos sabíamos o que queríamos, mas não queríamos dizer, ela disse que segurando meu pau, não dava pra notar que ela estava segurando, que não aparecia o rosto dela, me deitei e abri minhas pernas para minha tia se ajoelhar no espaço que ficou, ela se inclinou e colocou o rosto junto ao meu pau totalmente ereto, ela disse que meu pau estava ardendo, tirei várias fotos e ela falou.
— Sua vez.
— O que você quer que eu faça?
— Posar junto aos meus peitos.
Me inclinei e coloquei meu queixo entre os peitos da minha tia, meu pau roçava a buceta dela, ela tirou uma foto e eu pedi para tirar outra, nessa tirei a língua e aproximei do mamilo da minha tia até roçar, minha tia sorriu e disse.
— Posaria entre minhas pernas?
— Claro.
Me afastei e abaixei a cabeça entre as pernas da minha tia, como se fosse comer a buceta dela, ela tirou a foto e eu pedi agora a outra, tirei a língua e aproximei do clitóris da minha tia que já estava visível de tão molhada e aberta que estava sua buceta, mas dessa vez não rocei, diretamente lambei, minha tia deixou o celular cair e fechou os olhos, eu disse.
— Tirou a foto?
— Não sobrinho, desculpe. — Ela pegou o celular enquanto eu me acomodava de novo, novamente lambei a buceta da minha tia, ela tirou a foto e disse.
— Haaaaa… já está! — parei e ela falou. — Eu também quero uma foto assim.
Voltamos a nos acomodar, ela tirou a língua e colocou sobre meu pau, depois beijou meu pau e finalmente lambeu, tirei fotos de cada coisa que ela fez, ficamos em silêncio uns segundos, até que ela disse.
— Você não tem fotos da minha bunda.
— Não.
— Quer?
— Claro! — Ela ficou de quatro e comecei a tirar fotos da bunda dela, depois aproximei meu pau e coloquei em cima da bunda dela e tirei outra foto, ela abriu a bunda com as mãos e disse.
— Tira uma como se fosse me penetrar, quero ver como minha bunda está. - Tirei a foto e mostrei pra ela, ela disse.
— Agora só faltam fotos em que pareça que você vai me penetrar, não acha?
Ela deitou de costas, abriu as pernas e eu me posicionei de modo que meu pau ficou na entrada da buceta da minha tia. Ela tirou uma foto do ponto de vista dela, depois eu tirei uma do meu ponto de vista, peguei meu pau com uma mão e esfreguei, minha tia parecia descontrolada.
— Mmmmnnn hussssffff… - Tirei a foto e mostrei pra ela, ela disse.
— Estou com cara de quem está gozando.
Me inclinei sobre minha tia, peguei o celular e coloquei de lado, beijei minha tia, ela correspondeu ao beijo e eu disse.
— Não aguento mais.
— Eu também não.
Ambos estávamos no nosso limite, já estávamos além do controle, isso era loucura.
Continua…
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