Conhecendo o Prazer 5
Com o Selo de Prazer e Morbo…
Acordei de manhã com a Laura abraçada em mim. Não conseguia me mexer e sentia a respiração dela na minha nuca. Por fim, ela também acordou e me deu um beijo na nuca. Me virei e dei de cara com a boca dela devorando a minha. Respondi e senti a mão direita dela na minha buceta nua. Apertei minhas pernas pra ela não tirar, enquanto nos beijávamos de língua. A outra mão dela apertava meu mamilo e eu segurava o rosto dela entre minhas mãos pra beijá-la. Num momento, ela se levantou e foi com a boca na minha, ao mesmo tempo que a buceta quente dela procurou a minha. Começamos a esfregar as conchas, sentindo cada uma o calor da outra. Conforme aumentávamos o ritmo do movimento, maior era a fricção e o nosso tesão. Respirações ofegantes, peitos que subiam e desciam rapidamente até que foi uma explosão conjunta, enquanto nos beijávamos e tocávamos as duas. Terminamos exaustas, abraçadas uma por cima da outra. Descansamos uns minutos e fomos juntas pro banheiro.
— Você me fez rejuvenescer, amor. Desde que te vi, na primeira vez, soube que você ia me fazer esquecer de tudo. Você tem uma putaria total. Não liga pra nada nesses momentos. Pra você é como se o mundo não existisse quando você fode. Só importa gozar e viver e fazer a outra pessoa viver. Além disso, você tem um corpo perfeito com uma cara realmente linda.
— Obrigada, Laura, mas você é uma mestra total. Senão, não aprendo com você, com quem vou aprender?
Entramos no banheiro e juntas no chuveiro. Abraçadas, deixando a água quente cair sobre nossas cabeças e escorrer pelo nosso corpo. Comecei a tocar ela de novo, sabia da fraqueza dela e aproveitava ao máximo. Em poucos segundos, ela delirando com o rosto, peitos e o corpo todo contra a cerâmica da parede do banheiro. Fiquei atrás dela, apertando ela contra a cerâmica. Meus peitos se apertavam nas costas dela e os dela contra a parede fria. Minha mão na buceta dela brincava na entrada. Aos poucos fui descendo até cair de joelhos atrás dela. Abri as nádegas dela e coloquei minha língua na entrada do cu dela. Senti ela tremer contra a parede. Tentei enfiar minha língua o máximo possível, enquanto três dedos da minha mão entravam na buceta dela. Ela começou a gemer, se esfregando contra a parede, e eu tentava imobilizá-la. Ela pedia, implorava, suplicava pra eu não parar, e eu, incentivada por isso, me aplicava com mais força e redobrava meus esforços pra fazer ela gozar. De repente, ela começou a escorregar pro chão molhado, e eu atrás. Ela gritava. Chorava, gemia, estava no momento exato do orgasmo, que foi violento. As duas largadas no chão frio e molhado do banheiro, abraçadas, com a água escorrendo sobre nós, gozamos.
— Sua vadiazinha divina, sabe quanto tempo fazia que eu não gozava assim? Você me fez reviver 20 anos, sua linda.
— Fico feliz de ter te feito feliz, Laura.
— Pena que tenho que te deixar, mas mesmo assim quase não tenho forças nem pra levantar do chão.
— Já vai?
— Sim, divina, com o coração partido tenho que te deixar.
Nós demos um beijo longo e profundo, e ela foi embora. Me joguei na cama do jeito que estava, toda pelada. Pensava que já estava me desconhecendo. Tava toda arrombada do sexo e só me interessava aquilo: transar. Nem percebi o tempo passar, quando bateram na porta do VIP e era um dos empregados que, quando me viu pelada, revirou os olhos de olho. Coloquei o roupão e segui ele até onde estava o Amo, que era quem estava me chamando. Fiquei em posição de submissão, na frente de umas 5 ou 6 pessoas, incluindo o que veio me buscar.
— Sim, Amo, o senhor me chamou?
— Sim, sua puta, se despe pra meus amigos apreciarem uma gostosa.
Tirei o roupão, que era a única coisa que eu tinha, e esperei ordens. Via os caras tipo “se fosse minha” ou coisas assim.
— Beleza, agora devagar, bem devagar, se arrasta até mim.
Fui de quatro até onde ele estava, bem devagar, e observando de canto o rosto dos outros. Alguns tiravam a gravata ou a afrouxavam, se remexiam no banco como se estivessem sentados num formigueiro. Quando cheguei na frente do Amo
— Tira ela e já sabe o que fazer.
— Sim, Amo.
Enfiei minha boca dentro da braguilha dele, segurando ela aberta com as mãos e com meus lábios puxei o pau dele pra fora. Todos olhavam extasiados o que eu fazia. Sem tocar com as mãos, coloquei a cabeça dele na minha boca e comecei a chupar, pra desespero de todos. Com a mão direita, peguei o tronco do pau movendo pra cima e pra baixo, enquanto a cabeça dele tava na minha boca. Me ajeitei no chão e fui atrás das bolas dele e chupei fundo. Olhei de canto pra todos e vi. Desespero e suor enquanto eles se masturbavam com olhares lascivos. Eu continuei com minha tarefa de satisfazer o Amo. De repente, a cabeça dele explodiu e jorrou porra que me apressei em pegar. Quem olhava já tava no limite. Depois de limpar meu Amo, ele mandou todos sentarem e me ordenou ordenhar com minha boca todos eles. Era um nojo total, todos com os paus já sujos de porra. Tive que fazer e fiz. Todos ficaram super satisfeitos.
— Vai pro seu lugar, Sofia, toma banho, dorme que hoje à noite é a grande festa.
Me afastei deles rebolando a bunda provocativamente. Tomei banho e fiquei lendo um jornal que encontrei no caminho, acabando dormindo pensando na festa de Amos e Amas desta noite. Não sei o que meu Amo vai me fazer vestir. Sentia que aos meus 19 anos tinha virado uma puta total. Me fazia feliz me sentir desejada, que fizessem de mim o último lixo do mundo, usada e maltratada. Me sentir puta, sapatão ou como quisessem me chamar. Só me interessava sexo, sempre ter sexo, fosse com homens ou mulheres, mas ter, e do jeito que eles quisessem, e assim me sentir humilhada, que era minha maior satisfação. Já tava banhada esperando a chegada do meu Amo pra ele me indicar o que devia vestir pra festa. Pensava nesse pouco tempo da minha vida de escrava e me sentia feliz por ser. Longe da minha família, me sentia protegida pelo meu Amo. Além disso, não só Eu tinha aprendido pra caralho sobre sexo, e mais: eu curtia cada minuto que passava transando. Até fora da hora H, eu vivia excitada, molhada o tempo todo. Aprendi uma coisa que sempre considerei tabu: que eu era bi-sexual e que com a Laura eu tinha gozado pra burro e aprendido muita coisa. Tava esperando nua, completamente depilada, só tinha cabelo na cabeça. O resto era liso, uma delícia de passar a mão. Até o cu eu tinha depilado com pinça. Ficava olhando pela janela do VIP os enfeites que tinham posto no salão de baile, e tava lindo. Colocaram luzes extras que destacavam ainda mais a cenografia do salão. Num dos cantos, aumentaram o palco, e onde ele terminava começavam as mesas, bem distribuídas. Tinha mesa pra 2, 4, 6 pessoas. Onde as mesas acabavam, ficava a pista de dança. As mesas tavam muito bem decoradas com centros de flores. Todo mundo podia comer, tinha vários menus, e quem não quisesse, só beber. Em cada mesa, eu via de cima uns cartazes, certeza que indicando a qual Amo pertenciam. Dos dois lados, tinha bar pra quem não quisesse mesa. Prometia ser uma festa do caralho. Cada Amo podia trazer até dois escravos e fazer eles participarem ou não. Outros Amos não traziam nenhum. Também tinha convidados especiais. A porta do meu VIP abriu e entrou o Amo com duas mulheres.
— Oi, boneca, que festa que a gente vai ter hoje. Espero que você esteja à altura.
— Sim, Amo, vou me esforçar ao máximo pra fazer o senhor brilhar.
— Isso, assim que se fala. Aqui as garotas vão te vestir, bom, arrumar, pra que comigo te levando pela corrente a gente faça uma entrada triunfal. Quando estiver pronta, venho te buscar.
Ele saiu do quarto e fiquei sozinha com as duas mulheres. Elas me olharam de cima a baixo, e aí uma delas saiu pra voltar dez minutos depois com uma bolsa, acho que com roupa. Primeiro, passaram as mãos por todo o meu corpo pra ver se não tinha sobrado o menor pêlo. Sim. Tinha um, bem pequeno, pegou uma lupa e a outra com uma pinça de depilar tirava ele. Depois passaram uns óleos no meu corpo inteiro, sem deixar um único buraco, até no rosto. Pelo vidro, eram óleos misturados de várias sementes, tipo gergelim, linhaça e outras. Senti que me molhava de tanto que me tocavam, mas tentei não demonstrar. Só tava usando minha coleira de putinha. Me fizeram sentar na cadeira e começaram a maquiar meu rosto: delineador, sombra e batom. Nada de roupa, só isso. Colocaram uma focinheira em mim, que não dava pra abrir a boca de jeito nenhum. De quatro, prenderam a coleira na minha guia e fiquei esperando meu Dono. Uma delas avisou ele e ele respondeu que vinha já. Me deixaram, enquanto esperávamos, olhar a entrada do pessoal. Donos e Donas, todos muito bem vestidos, foram se acomodando nas mesas designadas pra cada um. Todo mundo levava um escravo ou escrava com a coleira correspondente. Conforme iam se sentando, os escravos/as se jogavam no chão aos pés deles. Todos olhavam a decoração e o cenário com admiração. Alguns também se posicionavam nas barras laterais. Três fotógrafos tiravam foto pra caralho e três câmeras com as câmeras no ombro filmavam as mesas. Eu olhava alternando pela janela e também pela TV que tinha do meu lado. De repente vi. Numa das mesas de trás, tinha pelo menos 8 minas que eram minhas colegas de colégio. Queria morrer, não só as mais íntimas, mas também outras que não eram tão chegadas a mim. Queria falar alguma coisa, mas a focinheira não deixava. Continuei olhando e de repente pareceu que meu coração parou. Numa mesa tava minha madrasta e meu pai com uns amigos dela. Quem e como foram convidados, não sabia, mas suspeito que o próprio Dono convidou. Comecei a chorar e gemer, era a maior humilhação que ia receber. Meu pai ia me odiar pra sempre e se tivesse uma arma, me matava ou se matava. Minha madrasta parecia muito feliz de ver. Toda aquela festa. Suspeito que ela sabia que eu ia estar de puta e maior era minha humilhação. Se pudesse, teria saído correndo do lugar. Só conseguia gemer e chorar. Meu Amo entrou e tentei falar com ele, mas só saíam da minha boca sons tipo "mmm..." por causa da mordaça. Ele pegou minha coleira, mandou as duas mulheres irem pra festa e ficamos esperando mais cinco minutos pra ir.
—Bom, puta, é a nossa vez.
Chorando, abaixei a cabeça e, ao sentir o chicote na minha bunda, comecei a engatinhar, descendo as escadas pra entrar no salão. Atrás da cortina do palco, me entreguei pra um cara me segurar, e ele saiu em cena. Uma salva de palmas barulhenta, assobios e aclamações explodiram na noite quando o viram.
—Obrigado a todos os presentes. Espero que gostem da decoração. —Palmas por todo lado pra ele.
—Podem pedir se quiserem, tanto comidas quanto bebidas. A noite vai ser bem longa. Divirtam-se. Hoje vou apresentar minha nova puta, é jovem, só 19 anos. Vou buscá-la, com licença.
Outra salva de palmas tremenda que atordoava o salão. Ele pegou minha coleira e fez um sinal. Duas trombetas soaram no espaço do salão. Ele estava parado atrás da cortina que ia se abrir, e eu do lado dele, de quatro. A cortina foi subindo devagar, e a primeira a aparecer fui eu, ao lado das pernas do Amo. Os flashes das câmeras não me deixavam ver, enquanto as filmadoras me focavam. A cortina continuou subindo, e aí apareceu meu Amo de corpo inteiro junto com sua puta. Os flashes cegavam meus olhos. Na hora, todas as luzes se apagaram e um refletor acendeu, iluminando só o Amo e sua puta. Com um chicotada, ele me mandou começar a andar. Era a única luz que tinha, e eu seguia por todo lado, enquanto continuavam tirando fotos e filmando. Caminhamos entre as mesas, e os Amos/as tocavam meu lombo, minha bunda, me dando palmadas. Minha buceta já gotejava fluxo de tão excitada que eu tava. Paramos na frente das mesas das garotas que me aplaudiram, gritando "bem, Sofia". Seguimos. e tentei me segurar pra não chegar perto da mesa do meu pai, mas entre o puxão que ele deu na coleira e a chicotada, me fez cair na real. Não paramos na frente do meu pai, da minha madrasta e dos amigos deles. O Amo me fez levantar a cabeça pra eu olhar pro meu pai. Sem gritar, ele disse "você é uma puta, uma puta" "sorte a minha de ter te expulsado de casa, porque você ia apodrecer seus irmãos". Minha madrasta ao lado dele falava "viu? eu te disse o que essa daí era". Ao mesmo tempo que era humilhada e julgada como agora, também sentia prazer e ia me molhando, excitada pra caralho. Tentei manter a calma e o tesão. Ah, meus fluidos estavam me traindo e dominando minha mente, porque senti um orgasmo leve, mas orgasmo mesmo. Meu Amo percebeu e me deu uma chicotada na bunda, me olhando como quem diz "que puta fogosa você é, espera um pouco que você vai ver, vai ser a rainha da pica". Essas palavras aumentavam meu tesão. Já no fogo máximo, olhei pro Amo, implorando pra ele me deixar gozar. Ele puxou a corrente me fazendo andar. Tocou meus mamilos e viu que estavam duros e eretos. Pegou o microfone.
—Bom, tenho uma cadela no pique. Vamos ver quem consegue acalmar ela. —Andando, acabou de ter um orgasmo mas continua no fogo. Alguém que queira guardar o esperma na buceta ou na boca dela?
Na hora, uma Ama parou o escravo dela e foi com ele pro palco.
—Bom, aqui temos a Ama Judith que trouxe o escravo dela pra servir essa puta.
—Sim, espero que ela aguente, ele tem um membro considerável.
—Essa aguenta tudo.
—Beleza, então vamos ver vocês em ação. —Puxando a túneazinha que escondia o pau do escravo.
Teve um "OH" geral quando viram aquele pau enorme entre as pernas dele. Eu também me assustei, mas só de pensar em ter ele dentro, já fazia minhas pernas escorrerem de fluido. Meu Amo me fez jogar no chão e o escravo se jogou do meu lado. A uma ordem do meu Amo, começamos a nos tocar e nos beijar. Logo estávamos prontos. Ele tinha um pau de uns 25 centímetros de largo e 4 de grossura. Enfio na minha buceta até bater nas bolas dele. A galera gritava alucinada. Instigados pelos nossos Amos, começamos a nos mover infernalmente. O povo de pé gritava, delirando, pensando como um falo daquele tamanho tava dentro de mim. Eu me mexia igual uma louca acompanhando os movimentos dele. Não aguentei e gozei um orgasmo bem intenso. Segui o ritmo tentando que ele se acelerasse enquanto dentro de mim parecia vir uma cachoeira. Gritei, mordi e recebi o mesmo dele, até sentir ele descarregar o esperma e eu delirando de prazer.
--Siiiiiiii, asiiiiiiiii não paraaaaaa me enche toda ohhhhhhhhh, pelo amor não para continuaaaaa é infernal não aguento maisssssssssss siiiiiiiiiiiiiiiiiiii… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa…
Assim que acabei, nos levantamos com os gritos da galera. Olhei a mesa do meu pai e só tinha minha madrasta, parece que ele ficou com vergonha e foi embora. Escorrendo fluido e sêmen, o Amo me mandou tomar banho. Tava solta, muito satisfeita e feliz. Primeiro por ter feito o Amo se sair bem e depois, pessoalmente, pelo quanto eu tinha ficado satisfeita.
Fim…
Com o Selo de Prazer e Morbo…
Acordei de manhã com a Laura abraçada em mim. Não conseguia me mexer e sentia a respiração dela na minha nuca. Por fim, ela também acordou e me deu um beijo na nuca. Me virei e dei de cara com a boca dela devorando a minha. Respondi e senti a mão direita dela na minha buceta nua. Apertei minhas pernas pra ela não tirar, enquanto nos beijávamos de língua. A outra mão dela apertava meu mamilo e eu segurava o rosto dela entre minhas mãos pra beijá-la. Num momento, ela se levantou e foi com a boca na minha, ao mesmo tempo que a buceta quente dela procurou a minha. Começamos a esfregar as conchas, sentindo cada uma o calor da outra. Conforme aumentávamos o ritmo do movimento, maior era a fricção e o nosso tesão. Respirações ofegantes, peitos que subiam e desciam rapidamente até que foi uma explosão conjunta, enquanto nos beijávamos e tocávamos as duas. Terminamos exaustas, abraçadas uma por cima da outra. Descansamos uns minutos e fomos juntas pro banheiro.
— Você me fez rejuvenescer, amor. Desde que te vi, na primeira vez, soube que você ia me fazer esquecer de tudo. Você tem uma putaria total. Não liga pra nada nesses momentos. Pra você é como se o mundo não existisse quando você fode. Só importa gozar e viver e fazer a outra pessoa viver. Além disso, você tem um corpo perfeito com uma cara realmente linda.
— Obrigada, Laura, mas você é uma mestra total. Senão, não aprendo com você, com quem vou aprender?
Entramos no banheiro e juntas no chuveiro. Abraçadas, deixando a água quente cair sobre nossas cabeças e escorrer pelo nosso corpo. Comecei a tocar ela de novo, sabia da fraqueza dela e aproveitava ao máximo. Em poucos segundos, ela delirando com o rosto, peitos e o corpo todo contra a cerâmica da parede do banheiro. Fiquei atrás dela, apertando ela contra a cerâmica. Meus peitos se apertavam nas costas dela e os dela contra a parede fria. Minha mão na buceta dela brincava na entrada. Aos poucos fui descendo até cair de joelhos atrás dela. Abri as nádegas dela e coloquei minha língua na entrada do cu dela. Senti ela tremer contra a parede. Tentei enfiar minha língua o máximo possível, enquanto três dedos da minha mão entravam na buceta dela. Ela começou a gemer, se esfregando contra a parede, e eu tentava imobilizá-la. Ela pedia, implorava, suplicava pra eu não parar, e eu, incentivada por isso, me aplicava com mais força e redobrava meus esforços pra fazer ela gozar. De repente, ela começou a escorregar pro chão molhado, e eu atrás. Ela gritava. Chorava, gemia, estava no momento exato do orgasmo, que foi violento. As duas largadas no chão frio e molhado do banheiro, abraçadas, com a água escorrendo sobre nós, gozamos.
— Sua vadiazinha divina, sabe quanto tempo fazia que eu não gozava assim? Você me fez reviver 20 anos, sua linda.
— Fico feliz de ter te feito feliz, Laura.
— Pena que tenho que te deixar, mas mesmo assim quase não tenho forças nem pra levantar do chão.
— Já vai?
— Sim, divina, com o coração partido tenho que te deixar.
Nós demos um beijo longo e profundo, e ela foi embora. Me joguei na cama do jeito que estava, toda pelada. Pensava que já estava me desconhecendo. Tava toda arrombada do sexo e só me interessava aquilo: transar. Nem percebi o tempo passar, quando bateram na porta do VIP e era um dos empregados que, quando me viu pelada, revirou os olhos de olho. Coloquei o roupão e segui ele até onde estava o Amo, que era quem estava me chamando. Fiquei em posição de submissão, na frente de umas 5 ou 6 pessoas, incluindo o que veio me buscar.
— Sim, Amo, o senhor me chamou?
— Sim, sua puta, se despe pra meus amigos apreciarem uma gostosa.
Tirei o roupão, que era a única coisa que eu tinha, e esperei ordens. Via os caras tipo “se fosse minha” ou coisas assim.
— Beleza, agora devagar, bem devagar, se arrasta até mim.
Fui de quatro até onde ele estava, bem devagar, e observando de canto o rosto dos outros. Alguns tiravam a gravata ou a afrouxavam, se remexiam no banco como se estivessem sentados num formigueiro. Quando cheguei na frente do Amo
— Tira ela e já sabe o que fazer.
— Sim, Amo.
Enfiei minha boca dentro da braguilha dele, segurando ela aberta com as mãos e com meus lábios puxei o pau dele pra fora. Todos olhavam extasiados o que eu fazia. Sem tocar com as mãos, coloquei a cabeça dele na minha boca e comecei a chupar, pra desespero de todos. Com a mão direita, peguei o tronco do pau movendo pra cima e pra baixo, enquanto a cabeça dele tava na minha boca. Me ajeitei no chão e fui atrás das bolas dele e chupei fundo. Olhei de canto pra todos e vi. Desespero e suor enquanto eles se masturbavam com olhares lascivos. Eu continuei com minha tarefa de satisfazer o Amo. De repente, a cabeça dele explodiu e jorrou porra que me apressei em pegar. Quem olhava já tava no limite. Depois de limpar meu Amo, ele mandou todos sentarem e me ordenou ordenhar com minha boca todos eles. Era um nojo total, todos com os paus já sujos de porra. Tive que fazer e fiz. Todos ficaram super satisfeitos.
— Vai pro seu lugar, Sofia, toma banho, dorme que hoje à noite é a grande festa.
Me afastei deles rebolando a bunda provocativamente. Tomei banho e fiquei lendo um jornal que encontrei no caminho, acabando dormindo pensando na festa de Amos e Amas desta noite. Não sei o que meu Amo vai me fazer vestir. Sentia que aos meus 19 anos tinha virado uma puta total. Me fazia feliz me sentir desejada, que fizessem de mim o último lixo do mundo, usada e maltratada. Me sentir puta, sapatão ou como quisessem me chamar. Só me interessava sexo, sempre ter sexo, fosse com homens ou mulheres, mas ter, e do jeito que eles quisessem, e assim me sentir humilhada, que era minha maior satisfação. Já tava banhada esperando a chegada do meu Amo pra ele me indicar o que devia vestir pra festa. Pensava nesse pouco tempo da minha vida de escrava e me sentia feliz por ser. Longe da minha família, me sentia protegida pelo meu Amo. Além disso, não só Eu tinha aprendido pra caralho sobre sexo, e mais: eu curtia cada minuto que passava transando. Até fora da hora H, eu vivia excitada, molhada o tempo todo. Aprendi uma coisa que sempre considerei tabu: que eu era bi-sexual e que com a Laura eu tinha gozado pra burro e aprendido muita coisa. Tava esperando nua, completamente depilada, só tinha cabelo na cabeça. O resto era liso, uma delícia de passar a mão. Até o cu eu tinha depilado com pinça. Ficava olhando pela janela do VIP os enfeites que tinham posto no salão de baile, e tava lindo. Colocaram luzes extras que destacavam ainda mais a cenografia do salão. Num dos cantos, aumentaram o palco, e onde ele terminava começavam as mesas, bem distribuídas. Tinha mesa pra 2, 4, 6 pessoas. Onde as mesas acabavam, ficava a pista de dança. As mesas tavam muito bem decoradas com centros de flores. Todo mundo podia comer, tinha vários menus, e quem não quisesse, só beber. Em cada mesa, eu via de cima uns cartazes, certeza que indicando a qual Amo pertenciam. Dos dois lados, tinha bar pra quem não quisesse mesa. Prometia ser uma festa do caralho. Cada Amo podia trazer até dois escravos e fazer eles participarem ou não. Outros Amos não traziam nenhum. Também tinha convidados especiais. A porta do meu VIP abriu e entrou o Amo com duas mulheres.
— Oi, boneca, que festa que a gente vai ter hoje. Espero que você esteja à altura.
— Sim, Amo, vou me esforçar ao máximo pra fazer o senhor brilhar.
— Isso, assim que se fala. Aqui as garotas vão te vestir, bom, arrumar, pra que comigo te levando pela corrente a gente faça uma entrada triunfal. Quando estiver pronta, venho te buscar.
Ele saiu do quarto e fiquei sozinha com as duas mulheres. Elas me olharam de cima a baixo, e aí uma delas saiu pra voltar dez minutos depois com uma bolsa, acho que com roupa. Primeiro, passaram as mãos por todo o meu corpo pra ver se não tinha sobrado o menor pêlo. Sim. Tinha um, bem pequeno, pegou uma lupa e a outra com uma pinça de depilar tirava ele. Depois passaram uns óleos no meu corpo inteiro, sem deixar um único buraco, até no rosto. Pelo vidro, eram óleos misturados de várias sementes, tipo gergelim, linhaça e outras. Senti que me molhava de tanto que me tocavam, mas tentei não demonstrar. Só tava usando minha coleira de putinha. Me fizeram sentar na cadeira e começaram a maquiar meu rosto: delineador, sombra e batom. Nada de roupa, só isso. Colocaram uma focinheira em mim, que não dava pra abrir a boca de jeito nenhum. De quatro, prenderam a coleira na minha guia e fiquei esperando meu Dono. Uma delas avisou ele e ele respondeu que vinha já. Me deixaram, enquanto esperávamos, olhar a entrada do pessoal. Donos e Donas, todos muito bem vestidos, foram se acomodando nas mesas designadas pra cada um. Todo mundo levava um escravo ou escrava com a coleira correspondente. Conforme iam se sentando, os escravos/as se jogavam no chão aos pés deles. Todos olhavam a decoração e o cenário com admiração. Alguns também se posicionavam nas barras laterais. Três fotógrafos tiravam foto pra caralho e três câmeras com as câmeras no ombro filmavam as mesas. Eu olhava alternando pela janela e também pela TV que tinha do meu lado. De repente vi. Numa das mesas de trás, tinha pelo menos 8 minas que eram minhas colegas de colégio. Queria morrer, não só as mais íntimas, mas também outras que não eram tão chegadas a mim. Queria falar alguma coisa, mas a focinheira não deixava. Continuei olhando e de repente pareceu que meu coração parou. Numa mesa tava minha madrasta e meu pai com uns amigos dela. Quem e como foram convidados, não sabia, mas suspeito que o próprio Dono convidou. Comecei a chorar e gemer, era a maior humilhação que ia receber. Meu pai ia me odiar pra sempre e se tivesse uma arma, me matava ou se matava. Minha madrasta parecia muito feliz de ver. Toda aquela festa. Suspeito que ela sabia que eu ia estar de puta e maior era minha humilhação. Se pudesse, teria saído correndo do lugar. Só conseguia gemer e chorar. Meu Amo entrou e tentei falar com ele, mas só saíam da minha boca sons tipo "mmm..." por causa da mordaça. Ele pegou minha coleira, mandou as duas mulheres irem pra festa e ficamos esperando mais cinco minutos pra ir.
—Bom, puta, é a nossa vez.
Chorando, abaixei a cabeça e, ao sentir o chicote na minha bunda, comecei a engatinhar, descendo as escadas pra entrar no salão. Atrás da cortina do palco, me entreguei pra um cara me segurar, e ele saiu em cena. Uma salva de palmas barulhenta, assobios e aclamações explodiram na noite quando o viram.
—Obrigado a todos os presentes. Espero que gostem da decoração. —Palmas por todo lado pra ele.
—Podem pedir se quiserem, tanto comidas quanto bebidas. A noite vai ser bem longa. Divirtam-se. Hoje vou apresentar minha nova puta, é jovem, só 19 anos. Vou buscá-la, com licença.
Outra salva de palmas tremenda que atordoava o salão. Ele pegou minha coleira e fez um sinal. Duas trombetas soaram no espaço do salão. Ele estava parado atrás da cortina que ia se abrir, e eu do lado dele, de quatro. A cortina foi subindo devagar, e a primeira a aparecer fui eu, ao lado das pernas do Amo. Os flashes das câmeras não me deixavam ver, enquanto as filmadoras me focavam. A cortina continuou subindo, e aí apareceu meu Amo de corpo inteiro junto com sua puta. Os flashes cegavam meus olhos. Na hora, todas as luzes se apagaram e um refletor acendeu, iluminando só o Amo e sua puta. Com um chicotada, ele me mandou começar a andar. Era a única luz que tinha, e eu seguia por todo lado, enquanto continuavam tirando fotos e filmando. Caminhamos entre as mesas, e os Amos/as tocavam meu lombo, minha bunda, me dando palmadas. Minha buceta já gotejava fluxo de tão excitada que eu tava. Paramos na frente das mesas das garotas que me aplaudiram, gritando "bem, Sofia". Seguimos. e tentei me segurar pra não chegar perto da mesa do meu pai, mas entre o puxão que ele deu na coleira e a chicotada, me fez cair na real. Não paramos na frente do meu pai, da minha madrasta e dos amigos deles. O Amo me fez levantar a cabeça pra eu olhar pro meu pai. Sem gritar, ele disse "você é uma puta, uma puta" "sorte a minha de ter te expulsado de casa, porque você ia apodrecer seus irmãos". Minha madrasta ao lado dele falava "viu? eu te disse o que essa daí era". Ao mesmo tempo que era humilhada e julgada como agora, também sentia prazer e ia me molhando, excitada pra caralho. Tentei manter a calma e o tesão. Ah, meus fluidos estavam me traindo e dominando minha mente, porque senti um orgasmo leve, mas orgasmo mesmo. Meu Amo percebeu e me deu uma chicotada na bunda, me olhando como quem diz "que puta fogosa você é, espera um pouco que você vai ver, vai ser a rainha da pica". Essas palavras aumentavam meu tesão. Já no fogo máximo, olhei pro Amo, implorando pra ele me deixar gozar. Ele puxou a corrente me fazendo andar. Tocou meus mamilos e viu que estavam duros e eretos. Pegou o microfone.
—Bom, tenho uma cadela no pique. Vamos ver quem consegue acalmar ela. —Andando, acabou de ter um orgasmo mas continua no fogo. Alguém que queira guardar o esperma na buceta ou na boca dela?
Na hora, uma Ama parou o escravo dela e foi com ele pro palco.
—Bom, aqui temos a Ama Judith que trouxe o escravo dela pra servir essa puta.
—Sim, espero que ela aguente, ele tem um membro considerável.
—Essa aguenta tudo.
—Beleza, então vamos ver vocês em ação. —Puxando a túneazinha que escondia o pau do escravo.
Teve um "OH" geral quando viram aquele pau enorme entre as pernas dele. Eu também me assustei, mas só de pensar em ter ele dentro, já fazia minhas pernas escorrerem de fluido. Meu Amo me fez jogar no chão e o escravo se jogou do meu lado. A uma ordem do meu Amo, começamos a nos tocar e nos beijar. Logo estávamos prontos. Ele tinha um pau de uns 25 centímetros de largo e 4 de grossura. Enfio na minha buceta até bater nas bolas dele. A galera gritava alucinada. Instigados pelos nossos Amos, começamos a nos mover infernalmente. O povo de pé gritava, delirando, pensando como um falo daquele tamanho tava dentro de mim. Eu me mexia igual uma louca acompanhando os movimentos dele. Não aguentei e gozei um orgasmo bem intenso. Segui o ritmo tentando que ele se acelerasse enquanto dentro de mim parecia vir uma cachoeira. Gritei, mordi e recebi o mesmo dele, até sentir ele descarregar o esperma e eu delirando de prazer.
--Siiiiiiii, asiiiiiiiii não paraaaaaa me enche toda ohhhhhhhhh, pelo amor não para continuaaaaa é infernal não aguento maisssssssssss siiiiiiiiiiiiiiiiiiii… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa…
Assim que acabei, nos levantamos com os gritos da galera. Olhei a mesa do meu pai e só tinha minha madrasta, parece que ele ficou com vergonha e foi embora. Escorrendo fluido e sêmen, o Amo me mandou tomar banho. Tava solta, muito satisfeita e feliz. Primeiro por ter feito o Amo se sair bem e depois, pessoalmente, pelo quanto eu tinha ficado satisfeita.
Fim…
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