Tive que fazer meu estágio na grande biblioteca pública. Era o melhor lugar de todos, sem pressão e com milhares de livros à minha disposição. O problema é que ficava a duas horas da minha casa, da faculdade eu ia pra lá, e de lá pra casa. Todo o trajeto de volta era de ônibus e à noite, um pouco perigoso na minha opinião, como eu descobriria depois. Nada de ruim aconteceu nas primeiras duas semanas. O primeiro incidente foi na segunda-feira da terceira semana. Terminei meu trabalho e fui pra casa pegando o ônibus de sempre. Como de costume, também fui em pé. Meu uniforme era uma saia curta xadrez preta e vermelha, as cores da fachada da biblioteca. Uma camisa simples, branca, e por cima, um colete social também preto. A política me obrigava a usar meia-calça de lycra e sapatos de salto alto. Eu costumava levar umas sapatilhas pra trocar na saída e descansar meus pés doloridos. Na maioria dos dias, viajava no ônibus um senhor bem alto e careca. Uns 40 a 50 anos. Nada de especial, também viajavam muitas pessoas que eu já reconhecia de vista: uma senhora bem velha, uma garota com uniforme do McDonald's, um homem bem obeso, uma mãe com o filho chorão, a turma variada de sempre. Só que nessa segunda-feira, nada de comum foi o senhor careca passar a mão na minha bunda. Não era a primeira vez que se aproveitavam de mim no ônibus. Sou meio gordinha, branca e ruiva, de peitos grandes, sei que atraio certos olhares, ainda mais com minha baixa estatura. Mas a olhares você não se acostuma. Menos ainda a te apalparem a bunda no ônibus. O senhor se colocou atrás de mim e começou a se encostar. No começo, pensei que fosse um roçar casual, mas quando se repetiu, era óbvio que não era. Fiquei desconfortável, olhei pros lados, mas ninguém mais me via. Ele disfarçava muito bem, então passei metade do caminho sentindo ele contra mim. Devia ter gritado alguma coisa, mas não tive coragem, tinha vergonha demais e eu já era muito tímida por natureza. Então o senhor aproveitou a viagem, até Finalmente, ele já tinha a mão na minha bunda quando cheguei em casa. Tentei não pensar mais nisso. E consegui muito bem, não me afetou. Por um dia inteiro. Na quarta-feira, saí correndo, tinha me atrasado e ia perder o ônibus. Não tive tempo nem de me trocar e corri até o ponto com meus sapatos pretos de salto alto. Por sorte, peguei o ônibus de sempre e, como sempre, fui em pé. Meu coração deu um pulo quando vi o careca no ônibus. Tentei ficar o mais longe possível dele e por meia hora consegui, até pensei que ele não tinha me visto. Estava enganada. O cara veio na minha direção. Não conseguiu ficar atrás de mim, mas ficou do meu lado. Não passou nem cinco minutos e eu senti a mão dele na minha bunda de novo. Ele fazia círculos, apertava levemente uma delas e continuava. Era uma situação bem desconfortável e, de novo, não consegui falar nada, mas, por milagre, um dos passageiros se levantou pra descer, justo o do lado da janela, no banco duplo na minha frente. Minha sorte melhorou ainda mais porque o outro passageiro deixou eu sentar no lugar vazio, ou seja, sentei do lado da janela, com um passageiro ao meu lado, entre o assediador e eu. Passou uma hora, aí entendi que não foi Deus quem me salvou. Meu acompanhante se levantou, e no lugar dele sentou o careca. Era tão grande que ocupava mais que o espaço dele, me senti apertada entre ele e a janela. Não tinha saída. Rápido, ele levou a mão pra minha perna e começou a acariciar. Passava a mão nas duas pernas e subia cada vez mais enquanto eu tentava abaixar a saia que ele ia levantando. Olhei pra ele, mas ele não olhou, ficou olhando pra frente, olhei pros outros passageiros, mas todos estavam absortos nos seus próprios mundos. Virei o rosto e olhei pela janela, já começando a me resignar. O cara continuou me tocando, chegando a roçar de vez em quando minha calcinha rosa de algodão que eu tava usando naquele dia. O ônibus foi esvaziando conforme se aproximava da área residencial onde eu morava. Quando chegou no ponto Suficientemente vazia, o senhor me tocou ainda mais. Levou a mão até minha entrepernas e acariciou minha buceta por cima do tecido. Eu me debatia, mas o senhor só afastava minhas mãos e continuava me tocando. Com a esquerda, ele me acariciava entre as pernas e, com a mão direita, começou a apalpar meus peitos. Os dedos dele afastaram a calcinha fio dental e, ao sentir os dedos dele, um choque elétrico percorreu meu corpo. Meu corpo reagiu e, em pouco tempo, eu já estava molhada. Ele percebeu e, com a lubrificação, conseguiu enfiar um dedo, depois dois, na minha buceta. Minha cara se desmanchava de vergonha. Depois de alguns instantes, ele parou. Afastou as mãos e as levou para a calça. Forcejou com ela e, abaixando o zíper, tirou o pau pra fora. Abri os olhos incrédula. O senhor estava ao meu lado com o pênis meio mole ao ar livre. Passou um dos braços pelo meu ombro e me puxou pra baixo, em direção ao pau dele. Resisti o quanto pude, mas era fraca demais pra ele. Acabei com o pau dele na minha cara. Com uma mão, ele segurava o próprio pau e o esfregava no meu rosto. Como eu não chupava, ele me agarrou pelo cabelo e balançou minha cabeça como ameaça. Entendi muito bem, também não queria que ele me machucasse, então abri a boca e o pau entrou. Meio duro já era grande; depois de alguns minutos na minha boca, já estava duro e mal cabia em mim. Não era tão comprido, mas era grosso. Minha mandíbula se abria ao máximo pra deixar ele passar. Me arrependi de não ter tirado o batom vermelho escuro e, pra não me sujar, comecei a chupar tentando não borrar o batom. Como eu já tava mamando, o senhor soltou meu cabelo. Mas quando peguei o pau dele com a mão, ele agarrou meu pulso e colocou minha mão nas minhas costas. Era daqueles que não gostava que usasse as mãos. Então continuei o boquete com um braço nas costas, usando só a cabeça. De tão grosso, não conseguia enfiar tudo. Tentei umas duas vezes, mas não dava pra abrir tanto a boca. Por sua vez, o senhor deixou eu chupar como desse, me forçando às vezes a descer até as bolas dele. que também os chupasse. Ele não estava depilado e os pelos ficavam na minha boca, tendo que parar para cuspir. Não sei quantos minutos fiquei agachada chupando a pica do desconhecido. Mas quando finalmente me deixou levantar a cabeça, vi que tinha outro passageiro na minha frente. Era o senhor obeso. Ele era muito gordo e não saberia dizer quantos anos tinha. Estava simplesmente parado ali, também não sabia há quanto tempo. Mas me olhava com olhos cheios de desejo, toda a cena devia ter excitado ele. Não achava que podia sentir mais vergonha do que já sentia, mas a humilhação de saber que me viram fazendo sexo oral fez com que sentisse. As coisas não terminaram aí. O senhor careca me pegou pela cintura e me levantou como se eu não pesasse nada, sentou no meu lugar e me baixou de novo. Sobre a pica dele, já dura. De novo, inutilmente, me debati, mas todo esforço foi em vão. O senhor careca só afastou minhas mãos, abriu minhas pernas e levantou minha saia o suficiente para alcançar minha calcinha fio dental, puxou ela pro lado e me fez sentar apontando certinho a pica. Certinho, bateu nos meus lábios da buceta. Eu tinha me apoiado na ponta dos pés e me recusava a sentar, mas bastou um puxão para minhas nádegas tocarem o colo dele. A cabeça e metade da pica entraram em mim e por pouco não gritei, se não fosse porque levei a mão à boca. Olhei em volta, na nossa frente só tinha duas pessoas além do motorista. Atrás não tinha ninguém. Pelo menos, excluindo o gordo, ninguém nos veria. Com outro puxão, o senhor careca conseguiu que eu sentasse certinho em cima dele. Meu peso fez a penetração ser total. A pica dele era tão grossa que sentia minha buceta cheia. Com as mãos na minha cintura, ele me fez mexer. Pra frente e pra trás, o movimento fazia a pica sair e entrar, além de roçar nos meus lábios. Me segurei no banco da frente e comecei a me mexer por conta própria. A pica grossa era uma delícia e o senhor, inteligentemente, começou a acariciar meu clitóris e meus peitos, já por debaixo da minha camisa. Não tenho certeza se cheguei a gozar, mas a sensação era incrível. O pau grosso dele conseguia me apertar tanto, e fazer aquilo num lugar público, com um desconhecido, deixava tudo ainda mais safado. Quando tava gostoso, um passageiro levantou. Rapidinho eu desci dele. O senhor também viu, então me deixou descer. Sentei do lado dele, no lugar onde tava antes, e agora ele ficou perto da janela. Nosso observador gordo também ajudou: se posicionou de um jeito que o corpo dele tampava a visão do pau duro e da minha saia levantada até a cintura. O passageiro desceu sem perceber nada. Quando ele foi embora, o senhor careca colocou as mãos em mim de novo. Me virou e fiquei de quatro no banco, dando a bunda pra ele. Mas o banco era pequeno pra minhas pernas, então tive que abaixar uma perna e apoiar um pé no chão, ficando só com um joelho no assento. Segurando minha cintura com uma mão e afastando minha bunda com a outra, ele meteu na minha buceta de novo. O prazer não demorou a chegar, e o senhor me comia com mais força, tanta que, nas estocadas, perdi o equilíbrio e tive que me apoiar no gordo obeso que tava na minha frente. O joelho no banco tava doendo, então abaixei essa perna também, mas não cabia no espaço. Pelo visto, o senhor careca também tava desconfortável, porque me agarrou e me empurrou pro corredor. O Gordo, de novo, nos tampou pra que o senhor, comigo no colo e o pau ainda dentro de mim, me levasse pro fundo. Lá tinha bancos altos, e atrás deles ele nos escondeu. De pé, com as pernas fechadas, ele me inclinou pra levantar a raba. Mesmo de salto, eu ainda era baixinha pro senhor careca, que teve que dobrar as pernas pra me foder com conforto. Assim que ficou confortável, ele meteu. Me comia com força de novo, enfiando o pau inteiro, passava os braços pela minha cintura, e eu só conseguia me segurar nas barras. Nessa hora, o obeso segurou meus braços, e eu pude Me segurar nele, e se não fosse porque vi o pau dele na minha frente, eu até agradecia pela ajuda. Ele também já tinha tirado a roupa, pronto pra não ser só um observador. O pau dele era pequeno, insignificante, praticamente só a cabeça, e tava meio escondido pela barriga enorme. Não consegui pensar em muita coisa. A fodida era tão eficiente que minha mente não conseguia processar o que tava rolando. E o que rolou foi que eu peguei aquela pica minúscula e levei pra boca. Nem preciso detalhar minha posição, em pé com meus saltos, sendo comida dos dois lados. Não tive dificuldade nenhuma em enfiar o pau inteiro na boca, e mesmo assim não chegava nem na metade. De qualquer forma, eu tava tão tesuda que dei pro gordo o melhor boquete da vida dele. Pouco tempo depois, o obeso me puxou pelo cabelo e começou a foder minha boca, dava pra ver claramente que ele ia gozar ali. Não consegui me preparar mentalmente pra receber. E não foi porque ele gozou. Foi porque o careca, me abraçando, me levantou do chão e, num movimento só, tirou o pau da minha buceta e enfiou no meu cu. Talvez a imagem da minha bunda, da calcinha fio dental no meio e do buraquinho acima de onde ele tava me penetrando foi demais pra ele, e ele não quis perder a chance. Mas eu não tava nem aí pros motivos dele. Naquele momento, só queria que ele tirasse. Mas ele não tirou. Pior, continuou me comendo como se nada tivesse acontecido. O pau grosso dele entrou no meu cu, e meu reto e esfíncter trataram de apertar. Ele me comia pela bunda, eu suspensa entre ele e o gordo, minhas pernas balançando e se movendo no ritmo das penetrações, meus sapatos escorregaram e caíram no chão. A dor e o prazer me inundaram. O senhor me fodeu com raiva e, depois de uns empurrões violentos, senti algo quente e grosso dentro de mim, percorrendo meu interior. Senti outro jorro. Ele tinha gozado, agradeci mentalmente por não ter gozado na minha buceta. Mas o agradecimento mental foi interrompido pelo obeso. Eu tava tão imersa na penetração anal que nem percebi o pau na minha boca nem nos movimentos do gordo. Ele me apertou contra ele, a barriga dele bateu no meu rosto e minha cabeça afundou nele enquanto o pau dele lutava pra alcançar minha campainha. Não conseguiu, mas isso não impediu que ele gozasse ali mesmo. O gordo gozou na minha boca. Os jatos de porra eram quentes, meio picantes e salgados, e saíram com tanta força que bateram no fundo da minha garganta, espirrando tudo lá dentro. No quarto jato, eu estava tão cheia de porra que não aguentei mais, engasguei e, no vômito que veio, a única coisa que consegui foi fazer a porra descer pela garganta. Tive um ataque de tosse, cuspi a porra que sobrou, mas já era tarde, tinha engolido quase tudo. Arrotei tentando tirar a porra que ficou na minha campainha. Cuspi mais algumas vezes. Ainda tinha o pau no meu cu quando o senhor me colocou no chão. Meus pés tocaram o piso frio do ônibus e só aí olhei pela janela; vi o mercado que estava passando perto da minha casa. Já tinha passado três quarteirões do ponto! Corri feito louca pras portas e apertei a campainha. Desci no ponto seguinte. Como vocês já devem ter deduzido, tive que andar mais de cinco quarteirões, descalça porque perdi os sapatos no ônibus, com a maquiagem borrada e o cabelo bagunçado, com a camisa e os peitos desalinhados, com a saia mal colocada e a calcinha ainda virada pro lado. Com a buceta molhada e na boca o gosto do gordo. Com meu cu cheio de porra, que com a caminhada, estava escorrendo e eu tinha que limpar com as mãos a cada momento pra não sujar minhas meias de lycra. Tudo isso, até chegar em casa. Desde aquele dia, eu pegaria táxi. Embora, talvez, não todos os dias.
9 comentários - #16 Fui assediada no bus (não devia ter usado saia)